Lucas bonina trindade



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Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB

Departamento de Ciências Humanas e Letras – DCHL

Órgão de Educação e Relações Étnicas com Ênfase em Culturas Afro-brasileira – ODEERE

COLEGIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA



LUCAS BONINA TRINDADE

SIMILARIDADES DO LEGADO AFRICANO NO PROTESTANTISMO

(NEO) PETENCOSTAL BRASILEIRO NA CIDADE DE IPIAÚ-BAHIA

JEQUIÉ-BAHIA

2010

LUCAS BONINA TRINDADE

SIMILARIDADES DO LEGADO AFRICANO NO PROTESTANTISMO

(NEO) PETENCOSTAL BRASILEIRO NA CIDADE DE IPIAÚ-BAHIA

Monografia de Pós-graduação à aprovação para obtenção do grau em Antropologia com ênfase na Cultura Afro-brasileira, da Universidade do Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), no Departamento de Ciências Humanas e Letras (DCHL), e através do Órgão de Educação e Relações Étnicas com Ênfase em Culturas Afro-brasileiras (ODEERE), no município de Jequié-BA.


Orientador: Profª. Ms. Marcos Lopes

Co-rientadora: Profª Drª. Marize Santana

JEQUIÉ-BAHIA

2010
LUCAS BONINA TRINDADE

Monografia de Pós-graduação à aprovação para obtenção do grau em Antropologia com ênfase na Cultura Afro-brasileira, da Universidade do Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), no Departamento de Ciências Humanas e Letras (DCHL), e através do Órgão de Educação e Relações Étnicas com Ênfase em Culturas Afro-brasileiras (ODEERE), no município de Jequié-BA.

Ipiaú –BA, 03 fevereiro de 2008.


Banca Examinadora

Profº Ms. Marcos Lpoes

Profª Dr. Marize Santana

Prfª Convidado


JEQUIÉ-BAHIA

2010.

À

Minha mãe, Marizete Bonina Trindade, e meu pai, Manoel dos Santos Trindade, por tudo que me ensinaram e continuam ensinando a guerrear.


Á minha Ex-companheira , pois tem sido ela elemento fundamental para continuar forte nessa luta constante.

Aos meus camaradas de Luta, pois sempre me ensinaram que em tudo que fazemos temos que ser o melhores.

Aos entrevistados e entrevistadas nesta pesquisa que me ensinaram a ver e ouvir para além das gravações feitas no campo.


AGRADECIMENTOS
Agradeço a nossa entidade maior, aquela que nos fortalece e nos dar força para superar os obstáculos da vida. A Deus toda honra e toda glória!

Agradeço também a minha esposa camarada que tem me dado motivação dia-a-dia para não desistir e seguir sempre em frente, marchando em fileiras de lutadores.

Aos caros colegas Justino Cosme, Robério, Shirley e Calixto, que durante muitos dias dividimos quarto, comida e assuntos. Vocês foram camaradas!

Meus mestres que se dedicaram a colaborar na construção de uma nova forma de pensar a cultura, a antropologia e a cultura Africana. Obrigado a todos.

Por fim agradeço a Seu Hélio, que sempre nos ajudou na labuta em nosso alojamento e na cozinha, com muito carinho e dedicação ele foi essencial para todos nós.

"Acaso não temos um mesmo Pai para todos nós? Não nos criou um mesmo Deus? Porque trabalhamos tão perfidamente uns contra os outros? (Malaquias 2,10)



SIGLAS
DCHT: Departamento de Ciências Humanas e Tecnológicas
UNEB: Universidade do Estado da Bahia
IURD: Igreja Universal do Reino de Deus
AD: Assembléia de Deus (Igreja)
IPAS: Igreja pentecostal Assembléia dos Santos
MP: Movimento Pentecostal
HP: Hermenêutica da Profundidade

IMAGENS
Foto 1 – Cidade de Ipiaú-Bahia – Centro – Rua dois de julho

Foto 2 – IURD – Ipiaú – Bahia

Foto 3 – Primeira Igreja Batista de Rio Novo

Foto 4 - IPAD – Ipiaú – Bahia

Foto 5 – CCB – Ipiaú – Bahia

Foto 6 - Altar do terreiro Cabobloco Boiadeiro , Ipiaú-Bahia

Foto 7- Altar do terreiro Cabobloco Boiadeiro , Ipiaú-Bahia

LISTA DE TABELAS
Tabela 1: Fonte IBGE-2000 – Dados Sociais sobre religião.

RESUMO

O trabalho que se segue traz em si uma colaboração para podermos analisar antropologicamente o que é cultura e suas influências, haja vista, identificar as similaridades do legado africano no culto protestante (neo) pentecostal brasileiro em Ipiaú-BA. Seguiremos por observar como as similaridades do legado africano são vívidas no (neo) pentecostalismo, dandonos subsídios vivos para podermos adentrar numa profunda análise de comparação entre ambas. Nesse percurso estabelecemos diálogos com os autores que dispuseram estudar a temática e com os atores sociais que vivenciam a realidade religiosa e cultural, dentro e fora do espaço religioso, seja o espaço do terreiro como da igreja cristã. Foi possível perceber que tanto os cultos de origem (neo) Pentecostais como os cultos de matrizes africanas possuem diversas similaridades, seja no campo da fé como na suas liturgias. Utilizamos uma série de entrevistas com pessoas dos dois campos pesquisados. No Campo das similaridades foi possível, por exemplo, perceber o caráter “irmandade”. Segundo Elivaldo Pereira, 2008, membro de um terreiro de Umbanda, “O que me deixa muito feliz é a maneira que procuramos viver, sempre em irmandade e em caridade”. Já para o Pastor Lázaro, a presença negra dentro da igreja pentecostal dar-se pela linguagem que a igreja utiliza, ou seja, é a linguagem mais próxima das comunidades periféricas e menos favorecidas. Enfim, o que constatamos foi uma série de similaridades existentes entre (neo) pentecostais e os cultos de matrizes africanas, mesmo considerando que tais similaridades são contestadas por parte dos grupos da pesquisa, neste caso, os (neo) pentecostais.



Palavras-chave: Protestantismo, Pentecostalismo, Umbanda, Cultura, Cultura Africana.
ABSTRACT
The work that follows, bring in it a contribution for we can analyze in a anthropology way what is culture and its influences, viewing, identifythe similarities of the African legacy in Brazil Pentencostal Protestant worship in Ipiaú-Ba. We continue to observing how the similarities of the African legacy are vivid at the Pentencostalism, giving us allowances to be able to enter into a deep analysis of comparison between their liturgies. In this route established dialogues with authors who have to study the issue and with the social actors who experience the religious and cultural reality, inside and outside the religious space, is the area of the Yard or the Christian Church. We use a series of interviews with people the both searched camps, also to addition to experience a life with Pentencostals to substantiate in practice my object of search.

In order, which was found a number of similarities between Pentencostals and cults that preserve an African legacy, in this case the Umbanda in Ipiaú-Bahia.


Keywords: Protestantism, Pentecostalism, Umbanda, Culture and African culture.

SUMÁRIO


Lista de abreviaturas e siglas---------------------------------------------------------------

VI

Lista de imagens ------------------------------------------------------------------------------

VII

Lista de Tabelas-------------------------------------------------------------------------------

VII

Resumo------------------------------------------------------------------------------------------

IX

Abstract ------------------------------------------------------------------------------------------

X

Introdução---------------------------------------------------------------------------------------

13

Capítulo 1 O desenrolar da pesquisa e seu referencial metodológico--------

18

Capitulo 2 Para início de conversa-------------------------------------------------------

26

2.1 Vamos falar de cultura------------------------------------------------------------

26

2.2 Nos caminhos da identidade-----------------------------------------------------

34

    1. Falando de cultura africana------------------------------------------------------

38

    1. Origem do Protestantismo-------------------------------------------------------

44

    1. Surgimento do Pentecostalismo-------------------------------------------------

47

    1. Diferenças entre petencostais e neo-pentecostais-----------------------------

51

    1. Nos caminhos da Umbanda------------------------------------------------------

53

    1. Demonização em vigor -----------------------------------------------------------

62







Capítulo 3 - As similaridades em questão ------------------------------------------------

66

3. 1 As danças---------------------------------------------------------------------------

66

3.2 Presenças negras na igreja---------------------------------------------------------

69

3.3 Um pouco dos rituais -------------------------------------------------------------

71






Capítulo 4 – Considerações finais--------------------------------------------------------

75

Referências -------------------------------------------------------------------------------------

78

Anexos--------------------------------------------------------------------------------------------

81




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