Mais inteligente



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LOBSANG RAMPA
A Chama Sagrada


Dedicado a: Cleópatra, a mais inteligente pessoa que conheci e a Tadalinka, a mais clarividente e telepata.

Estas pequenas gatas siamesas mostraram grande compreensão e simpatia.

Jamais digam, na minha presença: "Estúpidos animais." Elas são PESSOAS, inteligentes e civilizadas.

A Verdade das verdades.
A CHAMA SAGRADA

Serão economizadas muitas palavras se eu lhes disser por que escolhi este título. Afirma-se que melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão".

Nos meus primeiros dez livros tentei acender uma vela, ou, possivelmente, duas. Neste, no undécimo, tento alimentar as chamas.

ÍNDICE


  1. QUANTO MAIS SE APRENDE, MAIS SE PRECISA APRENDER

  2. NUNCA RESPONDA ÀS CRÍTICAS: FAZÊ-LO IMPLICA DEBILITAR SEU

ARGUMENTO

  1. EMBORA PERTO A SENDA CORRETA, LONGE PROCURA-A A

HUMANIDADE

  1. O ÊXITO É A CULMINAÇÃO DE TRABALHO ÁRDUO E DE PREPARAÇÃO EXAUSTIVA

5. CEM HOMENS PODEM CONSTITUIR UM ACAMPAMENTO; BASTA

UMA MULHER PARA CONSTRUIR UM LAR

  1. O TEMPO É A COISA MAIS VALIOSA QUE UM HOMEM PODE DESPENDER

  2. FAÇA MAL AO PRÓXIMO E FARÁ MAL A SI MESMO

  3. SE VOCÊ NÃO ESCALAR A MONTANHA, NÃO PODERÁ VER A

PLANÍCIE

9. LEMBREM-SE DE QUE A TARTARUGA SÓ PROGRIDE QUANDO ESTICA O PESCOÇO

  1. NÃO SE PODE POLIR A GEMA SEM ATRITO NEM APERFEIÇOAR O

HOMEM SEM PROVAÇÕES

  1. É PRECISO CONSERVAR A BOCA ABERTA DURANTE MUITO TEMPO ANTES QUE PARA ELA VOE UMA PERDIZ ASSADA

12. SE VOCÊ NÃO ACREDITA NOS DEMAIS, COMO PODE ESPERAR QUE

ACREDITEM EM VOCÊ?

A RAÇA DE TAN

De cobre é este homem,

Um homem de brancura diuturna, Amarelo é esse homem, Homem da escura noite...

Das quatro principais cores, Todas conhecidas como Homem, Virá a unidade do amanhã Formando a Raça de Tan.

Poema de W. A. de Munnik Edmonton, Alberta, Canadá

CAPÍTULO 1
QUANTO MAIS SE APRENDE, MAIS SE PRECISA APRENDER

A carta era curta, seca e não se perdia em rodeios: "Senhor", dizia, "por que desperdiça tanto papel em seus livros? Quem é que gosta de ler essas descrições bonitinhas sobre o Tibete? Diga-nos, em vez disso, como ganhar o Sweepstake irlandês." A segunda explorava, muito bem, o mesmo tema. "Querido Dr. Rampa", escrevia o impudente jovem. "Por que perde tanto tempo escrevendo sobre a PRÓXIMA vida? Por que não nos ensina a ganhar dinheiro nesta? Quero saber como ganhar dinheiro, agora. Quero saber como obrigar as moças a fazerem o que eu quero, agora. Que me importa a próxima vida, se estou ainda tentando viver esta?"

O Ancião pos de lado as cartas e reclinou-se, sacudindo tristemente a cabeça. "Só posso escrever à minha maneira", disse. "Estou escrevendo sobre a VERDADE, não sobre ficção. Neste caso..."

O nevoeiro cobria, espesso, o rio. Tentáculos de bruma rodopiando, enroscando-se, cheirando a esgoto e a alho, estendiam antenas amarelas de um lado para outro, como criatura viva à procura da entrada de uma habitação. Da água invisível subiu o apito urgente de um rebocador, seguido pelos gritos furiosos dos paióis franco-canadense. No alto, um sol vermelho-escuro lutava para perfurar a escuridão mal-cheirosa. O Ancião, sentado em sua cadeira de rodas, olhou enojado em volta do úmido edifício. A água gotejava tristemente de alguma apodrecida parede de concreto. Uma brisa passageira acrescentou nova dimensão ao mundo de odores conjurado pelo nevoeiro cabeças de peixe podres. "Pah!" murmurou o Ancião. "Que lixo nojento!" Com esse profundo pensamento, impulsionou a cadeira de volta ao apartamento e fechou a porta.

A carta deslizou pela caixa do correio. O Ancião abriu-a e fungou: "Corte de água hoje à noite", disse, "e tampouco aquecimento." Em seguida, como se lhe ocorresse um segundo pensamento: "E diz que durante algumas horas não haverá luz em virtude do rompimento de uma tubulação, ou alguma outra coisa."

"Escreva outro livro", disse o Povo do Outro Lado da Vida. E assim o Ancião, o Ancião da Família, saiu à procura de sossego. Sossego? Rádios estridentes, trovejantes altas- fidelidades, e crianças guinchando em todo o edifício. Paz! Transeuntes de boca aberta olhando pelas janelas, batendo em portas, exigindo respostas a perguntas estúpidas.


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