Marilena chauí



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23. A citação sobre tráfico negreiro é da obra mencionada de Fernando Novais, p. 105. A citação sobre o mal é de Alfredo Bosi em Dialética da colonização. A expressão de Walnice Nogueira Galvão está em No calor da hora.

24. A citação sobre o sertão é de Euclides da Cunha em Os sertões (Edição crítica de Walnice Nogueira Galvão. São Paulo, Brasiliense, 1985, p. 223).

25. A fala de Getúlio Vargas reproduz citação de Alcir Lenharo em sua obra já citada, p. 56.

26. As citações de Cassiano Ricardo são de O Estado Novo e seu sentido bandeirante, reproduzidas por Alcir Lenharo, na obra já referida, p. 61-2, As falas de Antônio Conselheiro estão na obra de Euclides da Cunha, Os sertões.

27. A referência a Erich Auerbach remete à sua obra Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental (São Paulo, Perspectiva, 1971).

28. As citações do Padre Antônio Vieira são de História do futuro: Do quinto império de Portugal (Lisboa, Imprensa Nacional/Casa da Moeda, s/d, p. 209, 210, 54, 55). Ver também sobre a História do futuro e o milenarismo joaquimita o artigo já mencionado de Marilena Chauí, “Colombo, exegeta da América”.

29. A citação sobre a formação dos impérios coloniais é da obra de Fernando Novais, p. 62.

A citação sobre a atuação do rei como agente econômico é de Vitorino Magalhães Godinho em Ensaios, citado por Raymundo Faoro em Os donos do poder (v. 1, p. 45).



30. As citações sobre o Estado absolutista e a monetarização são de Perry Anderson em Linhagens do Estado absolutista (São Paulo, Brasiliense, 1985, p. 19,33-34).

31. A referência a Raymundo Faoro está em sua obra já citada, voI. I, p. 47.

32. A referência aos negros como agentes nas reações sociais é de Silvia Hunold Lara no já citado Campos da violência. A idéia de visibilidade negativa está na obra de Laura de Mello e Souza, Os desclassificados do ouro: A pobreza mineira no século XVIlI (Rio de Janeiro, Graal, 1986).

33. A expressão “Cristo cívico”, de José Murilo de Carvalho, está em Pontos e bordados.

34. A expressão de José de Souza Martins está na “Introdução” a O massacre dos inocentes:

A criança sem infância no Brasil (São Paulo, Hucitec, 1991).

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