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BIBLIOGRAFIA




PRIMÁRIA





  • Al Berto. Horto de Incêndio. Lisboa: Assírio & Alvim, 1ª ed., 1997.

  • Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005.

  • Al Berto. Lunário. Lisboa: Assírio & Alvim, 2ª ed., 1999.

  • Al Berto. O Anjo Mudo. Lisboa: Assírio & Alvim, 2ª ed., 2001.

  • Pessoa, Fernando. Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Edições Ática, 1993.

  • Verde, Cesário. O Livro de Cesário Verde. Lisboa: Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses, 4ª ed., 1995.



SECUNDÁRIA





  • Anghel, Golgona. Eis-me Acordado Muito Tempo depois de Mim. Vila Nova de Famalição: Quasi Edições, 2006.

  • Barreiros, António José. História da Literatura Portuguesa, vol. 2: Séculos XIX-XX. Braga: Pax, 11ª ed., 1985.

  • Dicionário da Lingua Portuguesa 2004. Porto: Porto Editora, 2004.

  • Emerson da Cruz, Inacio. A Herença Invisível: Ecos da “Literatura Viva“ na Poesia de Al Berto. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2006.

  • Freitas, Manuel de. A Noite dos Espelhos (Modelos e Desvios Culturais na Poesia de Al Berto). Lisboa: Frenesi, 1999.

  • Freitas, Manuel de. Me, Myself and I (Autobiografia e Imobilidade na Poesia de Al Berto). Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.

  • Frias Martins, Manuel. 10 Anos da Poesia em Portugal 1974 – 1984, Leitura de uma Década. Lisboa: Editorial Caminho, 1986.

  • Guimarães, Fernando. A Poesia Contemporânea Portuguesa (do Final dos Anos 50 aos Anos 90). Vila Nova de Famalição: Quasi Edições, 2002.

  • Moisés, Massaud. A Criação Literária: Poesia. São Paulo : Cultrix, 1984.

  • Pequeno da Silva, Tatiana. Al Berto: Um Corpo de Incêndio no Jardim da Melancolia. Rio de Janeiro: Trabalho de Dissertação, 2006.

  • Pinto do Amaral, Fernando. Anos 70 e 80 – Poesia. in: Óscar Lopes, Maria de Fátima Marinho (dir.). História da Literatura Portuguesa, vol. 7 – As Correntes Contemporâneas. Lisboa: Publicações Alfa, 2002.

  • Prado Coelho, Eduardo. A Noite do Mundo. Lisboa: IN-CM, 1988.

  • Ramos Rosa, Antonio. A Parede Azul. Estudos sobre Poesia e Artes Plásticas. Lisboa: Editorial Caminho, 1991.

  • Sabine, M.J., 2004. Um Olhar Consumidor: O antropofagismo luso-queer nos "Truques de ilusionismo" de Al Berto. In: Aboud, S., Lopes, D., Mello, B., Garcia, W. Imagem e Diversidade Sexual. São Paulo: Nojosa edições/ABEH, 2004


PÁGINAS DE INTERNET




  • Camões, Luís Vaz de. A Inestabilidade de Fortuna. Disponível em

<http://www.revista.agulha.nom.br/camoes27.html>, acessado em 8 de enero de 2008.


  • Camões, Luís Vaz de. Se Tanta Pena Tenho Merecida. Disponível em

, acessado em 8 de enero de 2008.


  • Costa, Paula Cristina. Algumas tendências da poesia portuguesa contemporânea desde os anos 50 até 2000. Disponível em , acessado em 11 de dezembro de 2007.




  • Nogueira, Lucila. Al Berto Descoberto. Disponível em , acessado em 8 de enero de 2008.

1 Assim caracteriza a obra de Al Berto Mário César Lugarinho, professor da Literatura Portuguesa da Universidad Federal Fluminense: em Al Berto, In Memoriam, o luso princípio queer ou Mark Sabine, professor da Literatura Portuguesa da Universidade de Nottingham em: Um Olhar Consumidor: O antropofagismo luso-queer nos Truques de ilusionismo de Al Berto.

2 Pinto do Amaral, Fernando. Anos 70 e 80 – Poesia. In Óscar Lopes, Maria de Fátima Marinho (dir.). História da Literatura Portuguesa, vol. 7 – As Correntes Contemporâneas. Lisboa: Publicações Alfa, 2002, pág. 417.



3Cf. Magalhães, Joaquim Manuel. Os Dois Crepúsculos. Lisboa: A Regra do Jogo, 1981. In: Barreiros, António José. História da Literatura Portuguesa, vol. 2: Séculos XIX-XX. Braga: Pax, 11ª ed., 1985, pág. 607.

4 disponível em < http://www.secrel.com.br/jpoesia/lv01ensaio4.htm >.

5 Pinto do Amaral, Fernando. Anos 70 e 80 – Poesia. In Óscar Lopes, Maria de Fátima Marinho (dir.). História da Literatura Portuguesa, vol. 7 – As Correntes Contemporâneas. Lisboa: Publicações Alfa, 2002, pág. 420.



6 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 131.

7 Cf. Anghel, Golgona. Eis-me Acordado Muito Tempo depois de Mim. Vila Nova de Famalicão: Quasi Edições, 2006, pág. 24.

8 Ibid., pág. 46.

9 Ibid., pág. 45.

10 Ibid., pág. 49.

11 O motivo da separação entre Alberto e Al Berto aparece no poema “atrium“ que inaugura O Medo. Neste lugar não vamos dedicar-nos a esse poema, voltamos a essa problemática nos capítulos que seguem.

12 Neste lugar não vamos mencionar cronologicamente as colectâneas publicadas, já que o faremos no capítulo 4 chamado “O Medo – trabalho poético 1974-1997; A estrutura da obra“.

13 Os nomes de poemas aparecem escritas com letras iniciais minúsculas n´O Medo.

14 Cf. Anghel, Golgona. Eis-me Acordado Muito Tempo depois de Mim. Vila Nova de Famalicão: Quasi Edições, 2006, pág. 132.

15 No Correio de Manhã de 15 de Julho de 1997 aparece o artigo “Poesia perde Al Berto“ em que Eduardo Prado Coelho, Nuno Júdice e Mário Cesariny falam sobre poesia de Al Berto e despedem-se com ele (nos artigos “A justiça poética“; “Para a memória de Al Berto“ e “O bicho da noite“, respectivamente). A mesma coisa faz Eduardo Lourenço no artigo “Al Berto todo um poeta“ na revista Visão no 19 de Junho de 1997. Achamos que isso comprova a importância do poeta Al Berto no ambiente português.


16 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 370.

17 Professor e crítico literário estadounidense, autor da teoria sobre as influências literárias.

18 Emerson da Cruz, Inacio. A Herença Invisível: Ecos da “Literatura Viva“ na Poesia de Al Berto. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2006, pág. 152.

19 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág pág. 36.

20 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 43.

21 Ibid., pág. 542.

22 Ibid., pág. 614.

23 Freitas, Manuel de. A Noite dos Espelhos (Modelos e Desvios Culturais na Poesia de Al Berto). Lisboa: Frenesi, 1999.

24 É preciso dizer que não se trata da técnica de colagem nesta colectânea, o poema é constituído pela reprodução dum quadro e pelo texto que segue o quadro, sendo os dois unidos temáticamente.

25 Freitas, Manuel de. A Noite dos Espelhos (Modelos e Desvios Culturais na Poesia de Al Berto). Lisboa: Frenesi, 1999, pág. 15.

26 Camões, Luís Vaz de. A Instabilidade da Fortuna, disponível em:

< http://www.revista.agulha.nom.br/camoes27.html >.

27 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 316.

28 Camões, Luís Vaz de. Se Tanta Pena Tenho Merecida, disponível em

< http://www.revista.agulha.nom.br/camoes82.html>.

29 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 160.

30 Verde, Cesário. O Livro de Cesário Verde. Lisboa: Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses, 4ª ed., 1995, pág. 94.

31 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 624.

32 Pessoa, Fernando. Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Edições Ática, 1993. pág. 94.

33 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág.11.

34 Ibid., pág. 225.

35 Ibid., pág. 369.

36 Esta característica feita por Fernando Pinto Amaral aparece em: Freitas, Manuel de. Me, Myself and I (Autobiografia e Imobilidade na Poesia de Al Berto). Lisboa: Assírio & Alvim, 2004, pág. 22.

37 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág, 223-236, 357-376 e 455-462 respectivamente.

38 Ibid., pág. 362.

39 Ibid., pág. 234.

40 Ibid., pág. 367.

41 Ibid., pág. 373.

42 Ibid., pág. 376.

43 Ibid., pág. 236.

44 Ibid., pág. 369.

45 Ibid., pág. 376.

46 Ibid., pág. 462.

47 Ibid., pág. 359.

48 Ibid., pág. 230.

49 Ibid., pág. 370.

50 Ibid., pág. 367.

51 Freitas, Manuel de. Me, Myself and I (Autobiografia e Imobilidade na Poesia de Al Berto). Lisboa: Assírio & Alvim, 2004, pág. 26.

52 Rilke, Rainer Maria. Cadernos de Malte Laurids Brigge. In Al Berto O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 661.


53 Trata-se de: Salive, Hôtel de la Gare; Le Plus Grand Calligraphe, de 1975 e Le Navigateur du Soleil Incandescent, de 1979.

54 Queremos mencionar que na primeira edição de À Porcura do Vento num Jardim d´Agosto o poema atrium ocupava a última posição da colectânea, então aconteceu uma significativa intervenção do poeta na sua obra. Os motivos para tal acontecimento não conhecemos. O facto de deslocar o poema pode significar o interesse do autor em dirigir a leitura dos outros poemas.

55 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág, 11.

56 Ibid., pág. 11.

57 A presença dos Velvet Underground é mais intensa e significativa em Lunário, romance de 1988, junto com já mencionado O Anjo Mudo único texto em prosa publicado do autor.

58 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 26.

59 Esta frase é tirada da canção de Bob Dylan chamada “Blowin‘ in the wind“.

60 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 54.

61 Ibid., pág. 22.

62 Ibid.. pág. 15.

63 Ibid., pág. 29.

64 Ibid., pág. 55.

65 Magalhães, Joaquim Manuel. Os Dois Crepúsculos. Lisboa: A Regra do Jogo, 1981, pág. 271. in: Pequeno da Silva, Tatiana. Al Berto: Um Corpo de Incêndio no Jardim da Melancolia. Rio de Janeiro: Trabalho de Dissertação, 2006.

66 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 173 e 177 respectivamente.

67 Isso podemos denominar como um topos literário, quando o protagonista, masculino e heterossexual, observa o seu objecto desejado femenino, por exemplo em Romeo e Julieta de Shakespeare.

68 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág 177.

69 Sabine, M.J., 2004. Um Olhar Consumidor: O antropofagismo luso-queer nos "Truques de ilusionismo" de Al Berto. in: Aboud, S., Lopes, D., Mello, B., Garcia, W. Imagem e Diversidade Sexual. São Paulo: Nojosa edições/ABEH, 2004.

70 Al Berto. Horto de Incêndio. Lisboa: Assírio & Alvim, 1ª ed., 1997.

71 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 605.

72 Ibid., pág. 606.

73 Ibid., pág. 622.

74 Ibid., pág. 631.

75 Ibid., pág. 620.

76 Dicionário da Lingua Portuguesa 2004. Porto: Porto Editora, 2004.

77 Ibid., pág. 1083.

78 Anghel, Golgona. Eis-me Acordado Muito Tempo depois de Mim. Vila Nova de Famalição: Quasi Edições, 2006, pág. 99.

79 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 332.

80 Al Berto. O Anjo Mudo. Lisboa: Assírio & Alvim, 2ª ed., 2001

81 Ibid., pág. 9, 10

82 Freitas, Manuel de. A Noite dos Espelhos (Modelos e Desvios Culturais na Poesia de Al Berto). Lisboa: Frenesi, 1999, pág. 17.

83 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 312.

84 Ibid., pág. 458

85 Ibid., pág. 375, 643.

86 Ibid., pág. 459.

87 Ibid., pág. 465.

88 Ibid., pág. 232.

89 Ibid., pág. 334.

90 Freitas, Manuel de. A Noite dos Espelhos (Modelos e Desvios Culturais na Poesia de Al Berto). Lisboa: Frenesi, 1999, pág. 19.

91 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 312.

92 Ibid., pág. 317.

93 Ibid., pág. 539.

94 Ibid., pág. 541.

95 Ibid. pág. 606.

96 Ramos Rosa, Antonio. Al Berto ou a Violência do Desamparo. In A Parede Azul. Estudos sobre Poesia e Artes Plásticas. Lisboa: Editorial Caminho, 1991, pág. 119.

97 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 522.

98 Ibid., pág. 332.

99 Ibid. pág. 333.

100 Ibid., pág. 160.

101 Ibid., pág. 521.

102 Ibid. pág. 52.

103 Ibid., pág. 22.

104 Al Berto. O Anjo Mudo. Lisboa: Assírio & Alvim, 2ª ed., 2001, pág. 10.

105 Ramos Rosa, Antonio. Al Berto ou a Violência do Desamparo. In: A Parede Azul. Estudos sobre Poesia e Artes Plásticas. Lisboa: Editorial Caminho, 1991.

106 Al Berto. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 5ª ed., 2005, pág. 18

107 Ramos Rosa, Antonio. Al Berto ou a Violência do Desamparo. In: A Parede Azul. Estudos sobre Poesia e Artes Plásticas. Lisboa: Editorial Caminho, 1991, pág. 120


108 Cf. Nogueira, Lucila. Al Berto Descoberto. disponível em:



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