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Acta do XXIII Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística: Textos Seleccionados. Lisboa: Associação Portuguesa de Linguística, 2008, p. 24.

76 GOMES, Inês; CASTRO, São Luís; VICENTE, Selene. Avaliação da articulação em português europeu : as provas sons em palavras e estimulação do Teste CPUP. In MACHADO, C., et al. Actas da XI Conferência Internacional de Avaliação Psicológica. Braga : Universidade do Minho, 2006, p. 1.

77 Idem., p. 2.

78 LIMA, Rosa Maria; BESSA, Maria de Fátima., Obra citada, p. 11.

79 SILVA, Ana Cristina. Consciência fonológica e morfológica e a natureza dos erros ortográficos em crianças do segundo ano de escolaridade com e sem dificuldades de aprendizagem. In Actas do VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia. [s.l.] : Universidade do Minho, 2010, p. 2701.

80 GUERREIRO, Huguette W. Z. de Mendonça Rodrigues. Processos fonológicos na fala da criança de cinco anos. Lisboa, 2007. Dissertação. Universidade Católica Portuguesa., p. 83-85.

81 Nesta reflexão não foram incluídas as crianças com distúrbios da fala.

82 Unidade mínima que possui significado para a formação das palavras e que se classifica em lexical (classes de palavra) ou gramatical (classes de morfema).

83 LORANDI, Aline. Formas Morfológicas Variantes na Aquisição da Morfologia: Evidências da Sensibilidade da Criança à Gramática da Língua. Letrônica: Revista Digital do PPGL [online]. 2010, 1.

84 SCHIRMER, Carolina R.; FONTOURA, Denise R.; NUNES, Magda L. Obra citada, p. 96.

85 CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley: Obra citada, p. 77.

86 Morfemas flexionais também são vistos como sufixos.

87 Analisamos a frase de maneira mais pormenorizada para que qualquer um entenda a natureza dos morfemas gramaticais.

88 Tendo origem latina podem ser encontrados estes radicais diferentes: s–, f–, er– e se–.

89 CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley: Obra citada, p. 79.

90 Como no caso dos morfemas flexionais, vamos fazer uma análise pormenorizada, para enteder-se, o que é o morfema flexional.

91 VIEIRA, Camila Rossetti. Inovações lexicais na fala da criança: A contribuição das ideias saussureanas para sua análise. Língua, Literatura e Ensino. 2010, 5, p. 48.

92 ALENCAR, Patrícia Vargas. Direcionalidade da aquisição do artigo definido frente a N próprio em contexto de input variável. Rio de Janeiro, 2006. Tese de Doutorado. Universidade Federal do Rio de Janeiro, p. 42.

93 REIS, Mariléia Silva dos. O vocabulário pelo contexto: Imitação da aquisição natural da linguagem. In LOPES, Ana Cristina Macário; MARTINS, Cristina. Actas do XIV Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística. vol. 1. Braga: Associação Portuguesa de Linguística, 1999, p. 364.

94 A partir deste momento, cada uma das palavras estudadas vai ser marcada nas frases exemplares em negrito.

95 Já mencionado anteriormente no cap. 7.3 Reflexão sobre a pronunciação das crianças.

96 CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley: Obra citada, p. 207.

97 Idem., p. 247

98 Idem., p. 262.

99 TRINDADE, Maria de Nazaret: Obra citada, p. 342.

100 CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley: Obra citada, p. 587.

101 CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley: Obra citada, p. 76 «referem aos símbolos básicos de tudo o que os falantes distinguem na realidade objectiva ou subjectiva.»

102 COSTA, João. Teoria sintáctica e aquisição da língua materna: o que temos aprendido?. In LOBO, Maria; COUTINHO, Maria Antónia. XXII Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística: Textos seleccionados. Lisboa: Associação Portuguesa de Linguística, 2008, p. 21.

103 Forma-te: Portal dos Formadores [online]. 2008-2011 [cit. 2011-06-05]. O processo de aquisição e o desenvolvimento da linguagem.

104 SIM-SIM, Inês; SILVA, Ana Cristina; NUNES, Clarisse: Obra citada, p. 22.

105 MEZARI, Meiry Peruchi: Obra citada, p. 75.

106 SIM-SIM, Inês; SILVA, Ana Cristina; NUNES, Clarisse: Obra citada, p. 20.

107 BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. [s.l.] : Lucerna, 2001, p. 200.

108 MOURA, José de Almeida. Gramática do português actual. Lisboa : Lisboa Editora, 2006, p. 227.

109 BECHARA, Evanildo: Obra citada, p. 197.

110 MACIAS, Dina Rodrigues. A aquisição e o desenvolvimento do vocabulário na criança de 4 anos: Estudo de um caso. Bragança: Instituto Politécnico de Bragança, 2002, p.23.

111 Como no cap. anterior, cada um dos componentes essenciais da oração vai ser marcado nas frases exemplares em negrito.

112 Priberam [online]. 2011. Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.

113 COSTA, J. Almeida; SAMPAIO E MELO, A. Dicionário da língua portuguesa. 5ª edição. Porto: Porto editora, 1975, p. 819.

114 CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley: Obra citada, p. 140.

115 Idem., Obra citada, p. 143.

116 Idem., p. 150.

117 Idem., p. 152.

118 SILVA, Maria Cristina Vieira da. Provas de avaliação do desenvolvimento linguístico: para uma avaliação da componente sintáctico-semântica. In DUARTE, Inês; LEIRIA, Isabel. Actas do XX Encontro Nacional da Associação Portguguesa de Linguística. Lisboa : Associação Portuguesa de Linguística, 2004, p. 880.

119 COLAÇO, Madalena. ELISEU, André. PEREIRA, Dulce. VELOSO,, Rita: Obra citada, p. 3.

120 FROTA, Sónia; MATOS, Nuno. O tempo no tempo: um estudo do desenvolvimento das durações a partir das primeiras palavras. In FIÉIS, Alexandra; COUTINHO, Maria Antónia. XXIV Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística [online]. Lisboa: Associação Portuguesa de Linguística, 2009, p. 281

121 Sim-Sim, Inês: Obra citada,p. 200.

122 Cunha, C., Lindley Cintra, L. F.: Obra citada, p. 45, tabela adaptada.

123 Idem., p. 36., tabela adaptada.

124 Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar: Obra citada, p. 37.

125 ČÁP, Jan; MAREŠ, Jiří: Obra citada, p. 219; «koncepce vývojových stadii, koncepce vývojových úkolů, koncepce kritických životních událostí»; a tradução é nossa.

126 ŠIMÍČKOVÁ ČÍŽKOVÁ, CSC., Doc. PhDr. Jitka, et al. Přehled vývojové psychologie. Olomouc: Univerzita Palackého, 2003, p.32.

127 Os psicólogos não têm opinião acorde em questão à longitude deste período, o período varia entre 4 e 6 semanas depois de nascimento.

128 LINHART, Josef, et al. Základy obecné psychologie. Praha : Státní pedagogické nakladatelství, 1987, pp. 499-500; «... umožňuje člověku, aby si vytvářel stále přesnější obraz o situaci ... a stále určitější program postupu činnosti.», a tradução é nossa.

129 PEPIN, Louise. A Criança no Mundo Actual: psicologia, vida e problemas. Lisboa: Editorial Estampa, 1979, p. 46.

130 NAKONEČNÝ, Milan. Základy psychologie. Praha: Academia, 1998; p. 498.

131 BALCAR, Karel. Úvod do studia psychologie osobnosti. Praha : Státní pedagogické nakladatelství, 1983, p. 14: «V průběhu své existence a interakce s vnějškem také sama prochází změnou.», a tradução é nossa.

132 VÁGNEROVÁ, Marie. Vývojová psychologie I.. Praha : Univerzita Karlova, 1996, p. 112 «Dětská identita má svůj zdroj především v postojích a hodnocení rodičů. Předškolní dítě přijímá názor dospělých nekriticky, tak jak je mu prezentován. Osobní identita je naplněna jak lidmi k nimž dítě náleží, tak věcmi, které mu patří a prostředím, ve kterém žije», a tradução é nossa.

133 PEPIN, Louise: Obra citada, p. 44.

134 VÁGNEROVÁ, Marie. Vývojová psychologie I: Dětství a dospívání. Praha: Karolinum, 2005, pp. 160-166.

135 MATĚJČEK, Zdeněk. Prvních 6 let ve vývoji a výchově dítěte. Praha : Grada, 2005, pp. 127-128.

136 VÁGNEROVÁ, Marie: Obra citada, p. 166.

137 PEPIN, Louise: Obra citada, p. 52.

138 Idem, p. 50.

139 KOŤÁTKOVÁ, Soňa. Hry v mateřské škole v teorii a praxi. Praha: Grada, 2005. p. 19.

140 ŠPAŇHELOVÁ, Ilona. Průvodce dětským světem. Praha: Grada, 2008, p. 75.

141 LANGMEIER, Josef; KREJČÍŘOVÁ, Dana. Vývojová psychologie. 2. aktualizované vydání. Praha: Grada, 2007, p. 101 «… funkční hry, konstrukční hry, iluzivní hry, úkolové hry…», a tradução é nossa.

142 PEPIN, Louise: Obra citada, p. 43.



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