Material de apoio em filosofia 1° serie



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Colégio Monte Sinai – 2014.

material de apoio em filosofia - 1° serie

René Descartes

René Descartes, francês é considerado o pai da Filosofia Moderna. Seu início de atividade foi marcado por um ceticismo evidente ao mesmo tempo, ansiava conhecer a partir de suas faculdades racionais. Descartes procurou sistematizar seu pensamento através de um método eficaz a partir do qual seria possível chegar a um verdadeiro conhecimento. Um método universal para encontrar a verdade o método mecânico (Mecanicismo).


Filosofia Moderna


Uma nova viscitaçãoão.

Por volta do século XV, com o Movimento Renascentista, surgiu a Filosofia Moderna como rompimento à Filosofia Clássica. Ora, a Filosofia Moderna refletia sobre o conhecimento a razão e o valor da experiência. Uma nova mentalidade filosófica que passa a analisar o homem e suas relações fundamentando-se na sua experiência de vida a partir do uso da razão

O Conhecimento

O homem sentiu, desde sempre, necessidade de explicar o mundo que o rodeia. Por isso, o problema do conhecimento foi colocado logo desde o início da filosofia grega.

Embora o conhecimento seja, não um estado mas sim um processo e, como tal, necessariamente relacionado com a atividade prática do homem (conhecer não é só possuir uma representação mental do mundo, é também atuar no mundo a partir da representação que dele temos), tradicionalmente, o conhecimento foi descrito como uma relação entre um sujeito, enquanto agente conhecedor, e um objeto, enquanto coisa conhecida. Dois grandes problemas se colocam: Será que todo o conhecimento procede apenas da experiência? Será que alguns dos nossos conhecimentos têm a sua origem na razão? Ou será que todo o conhecimento resulta de uma elaboração racional a partir dos dados da experiência?

Três respostas são possíveis a esta questão: o empirismo, o racionalismo e o empírico-racionalismo ou intelectualismo.



O empirismo

O empirismo considera como fonte de todas as nossas representações os dados fornecidos pelos sentidos. Assim, todo o conhecimento é “a posteriori”, isto é, provém da experiência e à experiência se reduz. Segundo os empiristas, inclusivamente as noções matemáticas seriam cópias mentais estilizadas das figuras e objetos que se apresentam à percepção.

" Os pontos, as linhas, os círculos que cada um tem no espírito são simples cópias dos pontos, linhas e círculos que conheceu na experiência"

Os racionalistas consideram que só é verdadeiro conhecimento aquele que for logicamente necessário e universalmente válido, isto é, o conhecimento matemático é o próprio modelo do conhecimento. Assim sendo, o racionalismo tem que admitir que há determinados tipos de conhecimento, em especial as noções matemáticas, que têm origem na razão. Não quer isso dizer que neguem a existência do conhecimento empírico. Admitem-no. Consideram-no porém como simples opinião, desprovido de qualquer valor científico. O conhecimento, assim entendido, supõe a existência de ideias ou essências anteriores e independentes de toda a experiência.
Descartes defende uma particular posição no interior do racionalismo: o racionalismo inatista.



John Lock


Empirista convicto

John Locke foi um importante filósofo inglês. É considerado um dos líderes da doutrina filosófica conhecida como empirismo e um dos ideólogos do liberalismo e do iluminismo. Nasceu em 29 de agosto de 1632 na cidade inglesa de Wrington. Para John Locke a busca do conhecimento deveria ocorrer através de experiências e não por deduções ou especulações. Desta forma, as experiências científicas devem ser baseadas na observação do mundo. O empirismo filosófico descarta também as explicações baseadas na fé.

Locke também afirmava que a mente de uma pessoa ao nascer era uma tábula rasa, ou seja, uma espécie de folha em branco. As experiências que esta pessoa passa pela vida é que vão formando seus conhecimentos e personalidade. Defendia também que todos os seres humanos nascem bons, iguais e independentes. Desta forma é a sociedade a responsável pela formação do indivíduo.

John Locke é o iniciador da teoria do conhecimento em sentido estrito, pois se propôs, no Ensaio acerca do entendimento humano, a investigar explicitamente a natureza, a origem e o alcance do conhecimento humano.

Para John Locke, todo nosso conhecimento provém e se fundamenta na experiência. As impressões formam as ideias simples; a reflexão sobre as ideias simples, ao combiná-las, formam ideias complexas, como substância, Deus, alma etc.

John Locke distingue as qualidades do objeto em qualidades primárias (solidez, extensão, movimento etc.) e qualidades secundárias (cor, odor, sabor etc.); as primeiras existem realmente nas coisas, as segundas são relativas e subjetivas.


David Hume

É conhecido como o mais influente pensador iluminista escocês. Dentre as diversas teorias desenvolvidas por ele ao longo de sua vida, é notável pelo radicalismo cético tendo como preceito o empirismo. Isto é, a experiência prática como norte para a conclusão e entendimento do cotidiano e comportamento humano. Justamente por meio da dúvida aliada ao exercício prático, Hume colocou em xeque conceitos como religiosidade, Deus, e, até mesmo, coisas triviais da vida como a própria existência e o querer.

Na época, esse tipo de postura não passou em branco pela sociedade, gerando problemas para o filósofo. Em 1744, houve uma ocasião em que Hume perdeu a oportunidade de ser professor de ética, na Universidade de Edimburgo, por ter sido acusado de ateísmo e heresia - acusações bastante sérias num período pós-inquisição.

No entanto, o filósofo e crítico religioso, no passado, havia sido um fervoroso devoto. Hume era o filho mais novo de uma família modesta. O pai, Joseph Hume, era um pequeno proprietário de terra, em razão de seu falecimento, a propriedade foi passada ao filho mais velho. Na infância e parte da adolescência, Hume frequentava a igreja local da Escócia, regida por seu tio. Durante esse período, ele estudou um popular manual religioso calvinista chamado The Whole Duty of Man.

Segundo Hume, somente o costume, e não a razão, pode ser apontado como sendo o responsável pelas conclusões acerca da relação de causa e efeito, às quais as pessoas chegam com base na experiência






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