Mc cloy, John Alto-comissário norte-americano na Alemanha Ocidental em 1949 Mollet, Guy Maarek, Philippe-J



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Mayer, René Presidente do conselho francês, substitui Monnet, em 1955, na presidência da Alta-Autoridade da CECA.

MC Cloy, John Alto-comissário norte-americano na Alemanha Ocidental em 1949
Mollet, Guy
Maarek, Philippe-J.

1986

Médias et Malentendus. Cinéma et Communication Politique




Paris, Edilig

1992

Communication et Marketing de l’Homme Politique




Paris, Litec


Maastricht. Tratado da União Europeia (1992) Em 7 de Fevereiro de 1992, os então 12 Estados Membros da Comunidade Europeia subscrevam em Maastricht o novo Tratado da União Europeia, quando corre o segundo mês da primeira presidência portuguesa da Comunidade Europeia. O texto do tratado assume-se como uma intrincada floresta de um barroquismo legiferante marcado mais pelo ecletismo do que pela síntese ou pela emergência : 300 artigos, 17 protocolos e 33 declarações anexas. Um edifício feito de pedras desconexas e de contraditórios espíritos legisladores, insusceptível de unificação pela via doutrinal ou jurisprudencial e tão só passível de congregação por uma espécie de jurisprudência burocrática, através de muitos pacotes de circulares e despachos interpretativos, típicos de um modelo de governo administrativizante. Por outras palavras, um modelo mais propício ao reforço do papel dos comissários e seus dependentes, do que ao gradualismo da jurisprudência dos tribunais europeus. Depois de controversas negociações, eis que, em vez da harmonia da árvore, se prefere a arquitectura pós-moderna de um templo, transformando-se definitivamente a entidade que dá corpo ao projecto europeu num objecto político não identificado, conforme a caricatura de Jacques Delors. Num corpo estranho, feito de restos de modelos, onde se foi misturando o gradualismo com o ímpeto construtivista, bem como os objectivos federais da integração com os objectivos confederacionistas da cooperação. Os juristas bem tentam encontrar o conceito para o caso concreto e quase todos ficam numa zona de fronteira entre a federação e a confederação, não faltando os que apelam à parceria, ao condomínio ou à própria cooperativa. Por nós, julgamos que Maastricht é apenas um interregno, uma encruzilhada, destinada a ser superada. Mesmo um Jacques Delors, em recente entrevista, insiste em que Maastricht não é obra minha. Dele são o Objectivo 1992, o relançamento por intermédio do Marcado Único, do Acto Único, dos novos quadros financeiros e políticos da União. De Maastricht apenas invoca a parte sobre a União Económica e Monetária. Com efeito, no princípio do processo tinham estão apenas as boas intenções delorsianas de pôr a casa em ordem no plano da união económica e monetária, a fim de se consolidar o edifício estrutural nascido do Acto Único. Mas a explosão do ano 1989 e, sobretudo, a corrida à unificação alemã vieram impor que o edifício comunitário tivesse que procurar harmonizar-se com os policentrismos europeus, da CSCE à UEO, da NATO ao Conselho da Europa. Afinal, de Gaulle voltava a ter razão... Só que faltava Monnet com os seus laboratórios de projectos e as sucessivas cartas subscritas em conjunto por Kohl e Mitterrand não podiam tudo.

As negociações

Foi o Conselho Europeu de Dublin, em 25-26 de Junho de 1990, que decidiu convocar uma conferência intergovernamental para a institucionalização de uma união política, na sequência de uma prévia proposta de Kohl e Mitterrand, apresentada em 18 de Abril, onde a mesma aparecia como forma de completar-se a União Económica e Monetária. A partir de então vai desencadear-se o processo das negociações diplomáticas, formalmente iniciadas em Roma, em 14-15 de Novembro. No intervalo, ocorriam, entretanto, dois fundamentais acontecimentos: por um lado, o começo da primeira etapa da União Económica e Monetária, pela liberalização dos movimentos de capitais (1 de Julho); por outro, a conclusão do processo de unificação alemã. Com efeito, depois de Gorbatchov ter admitido a integração de uma Alemanha unificada na NATO, reúne-se a Conferência dos 2+4 em Berlim que vai consagrar a unificação (17 de Julho) que vai atingir o seu clímax em 3 de Outubro, quase ao mesmo tempo em que o governo britânico de Margaret Thatcher decidia aderir ao Sistema Monetário Europeu. Mais: na semana seguinte ao começo das negociações que hão-se conduzir a Masstricht, reúnia-se em Paris a Conferência para a Segurança e a Cooperação Europeia, com 34 membros, donde emergia a Carta de Paris para uma Nova Europa. Nos dias 27-28 de Outubro reunia em Roma um Conselho Europeu extraordinário, onde Thatcher não só se opôs ao modelo de união económica e monetária (defendia uma moeda comum em vez da proposta moeda única), como considerou que a união política estava marcada por questões abstractas, grandiosas, grandiloquentes. Contudo, a partir da sua substituição por John Major, em 28 de Novembro, o tom de resistência britânica torna-se mais moderado, quando o novo Primeiro-Ministro defende o programa de colocar a Grã-Bretanha no coração da Europa. Também em Roma se reunia em 27-30 de Novembro uma conferência do Parlamento Europeu e dos parlamentos nacionias onde se estudaram as vias de superação do deficit democrático no processo de construção europeia. Em 6 de Dezembro, Mitterrand e Kohl escreviam aos seus parceiros uma carta onde apresentavam os seus pontos de vista sobre a reforma da Comunidade, falando numa Europa forte e solidária, próxima dos cidadãos, comprometida na via que traça a sua vocação federal E é sobre este pano de fundo que se reúne em Roma, em 14-15 de Dezembro, mais um Conselho Europeu extraordinário onde se decide a realização de duas conferências intergovernamentais sobre a União Económica e Monetária e a União Política.


Cotta, Alain, Pour l’Europe, Contre Maastricht, Paris, Librairie Arthème Fayard, 1992.

Fernandes, António José, A União Europeia de Maastricht. Federação, Confederação, ou Comunidade de Estados?, Lisboa, Editorial Presença, 1994.

Labouz, Marie-Françoise, ed., Les Accords de Maastricht et la Constitution de l’Union Européenne, Paris, Éditions Montchrestien, 1992.

Sidjanski, Dusan, L’Avenir Fédéraliste de l’Europe. La Communauté Européenne, des Origines au Traité de Maastricht, Genebra, Publications de l’Institut Universitaire d’Études Européennes/Presses Universitaires de France, 1992.
Mabileau, Albert, Hamon, L., La Personnalisation du Pouvoir, Paris, Presses Universitaires de France, 1964.

À la Recherche du Local, Paris, Éditions L’Harmattan, 1993.
Mably, Gabriel Bonnot, Abade de (1709-1785)

Historiador, jurista e pensador francês. O irmão mais novo de Étienne Condillac (1715-1780). Estuda no seminário de Grenoble, mas nunca passa de subdiácono. Entre 1741 e 1748, é secretário do cardeal ministro Tencin. Autor muito lido na época pré-revolucionária, defensor da convocação dos Estados Gerais e da separação entre os poderes legislativo e executivo, mistura, de forma moderada, as ideias de Montesquieu e de Rousseau. Influenciado por Morelly. Critica o luxo e o comércio, defendendo a sobriedade das antigas repúblicas. Contesta as teses dos fisiocratas. Proclama que a política deve subordinar-se à moral. Elogia o regime da comunidade de bens de Platão e da república dos jesuítas do Paraguai. Considera, contudo, o comunismo como irrealizável, admitindo-o apenas como padrão para reformas graduais, visando mitigar as desigualdades existentes. Defende um governo representativo, mas que devem excluir-se do sufrágio os que estão economicamente dependentes de outros. Propõe um regime misto que cognomina de monarquia republicana, advogando a existência de uma constituição com a supremacia do poder legislativo, dado admitir que a autoridade suprema está na nação. Elogia o modelo federal norte-americano.



1748

Droit public de l'Europe fondé sur les traités




2 vols., Genebra

1758

Des Droits et des Devoirs des Citoyens




Obra escrita em 1758, mas apenas publicada postumamente.




Entretiens de Phocion sur le Rapport entre la Morale et la Politique




Amsterdão, 1763.

1765

Observations sur l'Histoire de France




2 vols., Genebra

1769

Doutes Proposés aux Philosophes Économistes sur l'Ordre Naturel et Essentiel des Societés Politiques




Obra contra as teses de Mercier de la Rivière.

1776

Traité de la Législation ou des Principes de Loi




Amesterdão

1778

De l'Idée d'Histoire




1778.

1784

Observations sur le Gouvernement et les lois des Etats-Unis d'Amérique




Quatro cartas dirigidas a John Adams, 1784.


Talmon, Jacob Leib, The Rise of Totalitarian Democracy, Boston, The Beacon Press, 1952, pp. 54 ss., no cap. Mably and ascetic virtue.
Macarel, M. L. A. (1790-1851) Professor de direito administrativo em Paris. Muito afamado em Portugal porque uma sua obra de 1833, livro de estudo obrigatório na nossa faculdade de direito e aqui editado. Sem qualquer espécie de originalidade, consegue sintetizar as ideias dominantes do orleanismo, à maneira das conveniências de Guizot, misturando as perspectivas de Montesquieu com as de Benjamin Constant

1833

Élements de Droit Politique




Obra que chega a ser editada em Coimbra pela própria Imprensa da niversidade a partir de 1843.




MacArthur, Douglas (1880-1964) Oficial norte-americano

Macarthismo Movimento nascido da acção do senador J. R. Macarthy (1909-1957) nos Estados Unidos, caracterizado por um violento anticomunismo. Nascido durante a presidência de Eisenhower, em plena guerra fria, destinava-se a denunciar as actividades anti-americanas desencadeadas por agentes comunistas infiltrados na administração. Depressa volveu-se numa espécie de fobia que qualificou como comunistas todos os críticos e reformistas face ao situacionismo.
Macauly, Thomas (1800-1859) Historiador britânico. Autor de uma célebre História de Inglaterra e de Ensaios Históricos e Biográficos.
MacDonald, James Ramsay (1866-1937) Fundador do Labour. O chefe do primeiro governo trabalhista britânico que toma posse em 22 de Janeiro de 1924, até Novembro do mesmo ano. Regressa à chefia do governo britânico em 1929-1931. Era defensor do pacifismo e do livrecambismo.
Macciochi, A., Eléments pour une Analyse du Fascisme, Paris, Union Générale d’Éditions, 1976.
Macedo, Adriano da Costa Ministro do interior da Ditadura, de 25 de Janeiro a 26 de Agosto de 1927.
Macedo, António n. 1906 Advogado portuense. Tradicional oposicionista ao Estado Novo, detido pela primeira vez em 1958. Participa nas mais relevantes actividades oposicionistas desde o MUD. Membro do Partido Socialista

Macedo, D. António da Costa de Sousa de (1824-1892) Licenciado em direito. Envolve-se em polémica com Herculano na questão do casamento civil. Ministro da marinha e ltramar e da instrução pública, no governo da saldanhada, em 1870. Autor de História do marechal Saldanha, Lisboa, 1879.
Macedo, António Cândido Miranda (1906-1989) Político português. Licenciado em direito em 1931. Advogado no Porto. Começa como activista do Centro Republicano Académico em 1929-1930. Surge no Núcleo de Doutrinação e Acção Socialista, na União Socialista e no MUD. Participa na campanha eleitoral de Norton de Matos. Candidato a deputado pela oposição em 1953, 1957, 1961 e 1964. Em 1954 é membro do Centro Eleitoral Democrático. Em 1955, da Causa Republicana. Em 1957 da Comissão Promotora do Voto. Está com Humbero Delgado em 1958, na ASP, em 1964, e na CEUD em 1969. Presidente do PS desde a respectiva fundação em 1963. Deputado desde 1975.

Macedo, António de Sousa de (1606-1682) Nasce no Porto, doutor em leis. Autor do movimento da Razão de Estado cristã. Considerado o autor da Arte de Furtar, de 1652. Em 1641-1642 participa na embaixada portuguesa que negoceia com os ingleses. Permanece nesse país até 1646, onde se envolve na política, apoiando Carlos I. É ele que promove o casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II. Regressa a Lisboa e é nomeado desembargador da casa da Suplicação. Em 1650 e 1651 é embaixador português junto das Províncias Unidas. Volta e é nomeado para o Conselho da Fazenda. Secretário de Estado de D. Afonso VI, acaba por cair em desgraça. Depois de se refugiar em casa do duque do Cadaval, vai para o exílio britânico. Considera que um Estado não é outra cousa, senão a sociedade de muitos homens debaixo da autoridade de um rei (que é a Monarquia) ou de principais ( que é a Aristocratia), ou de toda a multidão (que é a Democratia). Esta sociedade está fundada sobre a União, a União sobre a Obediência, a Obediência sobre as Leis, as Leis sobre a Justiça, pelo que tirada a Justiça, pelo que tirada a Justiça caem as Leis, caídas as Leis falta a Obediência, faltando a Obediência se destrói a União, destruída a União, acaba se a Sopciedade, levantam se inimizades, sedições e contendas. Defende a liberdade para os judeus.

1645

Lusitania Liberata ab injusto Catellanorum dominio




Londres, Richardi Heron

1737

Armonia Politica dos Documentos Divinos com as Conveniencias de Estado. Exemplar de Principes no governo dos gloriosissimos Reys de Portugal




Coimbra, António Simões Ferreyra, 1737.

1656

Falla que fez o Doutor A. S. M. no Iuramento de Rey de muyto Alto & Poderoso Dom Affonso VI. Nosso Senhor




Lisboa, Of. Craesbeeckiana, 1656.

1737

Flores de España. Excelencias de Portugal, en que brevemente se trata lo mejor de sus historias, y de todas las del mundo desde su principio hasta nuestros tiempos, y se descubren muchas cosas nuevas de provecho, y curiosidad




Coimbra, António Simões Ferreyra, 1737..


Macedo, Duarte Ribeiro de (1618-1680) Autor português, defensor do mercantilismo.

1675

Discurso sobre a Introdução das Artes






1721

Discursos Políticos e Obras Métricas




Lisboa

Magalhães, José Calvet, História do Pensamento Económico em Portugal. Da Idade Média ao Mercantilismo, Coimbra, 1967, pp. 258 segs.. Sérgio, António, Antologia dos Economistas Portugueses, pp. 165 segs.. Serrão, Joel, dir., Dicionário de História de Portugal, IV, Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1978, pp. 113-114.
Macedo, Frei Francisco de Santo Agostinho de (1596-1681) Natural do Botão, perto de Coimbra, filho de um sapateiro. Estuda em Coimbra com os jesuítas, conhecendo Francisco Suárez. Vai, depois, ensinar para o Colégio de Santo Antão em Lisboa, em 1620, sendo chamado a Madrid por Filipe IV, onde contacta com Frei João de São Tomás. Em 1637 é preso por causa dos Tumultos de Évora, acusado de, em sermões falar num rei tirano. Preso, entra, então, em conflito com a hierarquia da companhia. Apoia a Restauração e logo em Fevereiro de 1641 segue para França como agente secreto de D. João IV, aí privando com a Corte e Richelieu. Segue noutra embaixada para Roma em Novembro de 1641. Consegue, finalmente, sair dos jesuítas, ingressando nos franciscanos. Publica em Lisboa, no ano de 1645, Philippica Portuguesa contra la Invectiva Castellana. Volta a partir em nova embaixada que se dirige a França. Na cidade de Paris publica em latim no ano de 1647 Propugnaculum Lusitano-Gallicum contra Calunias Hispano-Belgicas, onde faz a defesa da legitimidade de D. João IV. Também nesse ano traduz em latim o Manifesto de Pantaleão Pacheco. Apoia o padre António Vieira quando este defende a mobilização dos cristãos-novos. Regressa a Lisboa em 1649 e é o principal denunciante de Manuel Fernandes Vila Real perante a Inquisição. Participa em nova embaixada que se dirige à Inglaterra em 1652. Volta a Roma em 1655, aí ensinando desde 1656, para em 1667 passar para a universidade de Pádua. Ilídio de Sousa Ribeiro, Frei Francisco de Santo Agostinho de Macedo, um filósofo escotista português e um paladino da Restauração, Coimbra, 1952.


M
acedo
, Henrique Veiga de (n. 1914) Licenciado em direito por Coimbra. Uma das principais figuras do salazrismo na década de cinquenta. Começa a carreira profissional no INTP. Subsecretário da educação de 22 de Julho de 1949 a 7 de Julho de 1955. A partir desta data, ministro das corporações e previdência social até 4 de Maio de 1961. Deputado desde 1965 e dirigente da União Nacional desde 1961. Presidente da Federação de Caixas de Previdência.
Macedo, Joaquim José da Costa (1777-1867) Guarda-mor da Torre do Tombo. Membro da comissão da Academia das Ciências, autora do projecto constitucional de 21 de Outubro de 1820.
M
acedo, Jorge Borges
(1921-1996) Historiador português. Filho de um destacado elemento do partido radical, começa como militante comunista, destacando-se no MUD, com Mário Soares, com quem abandona o PCP logo nos primeiros tempos da década de cinquenta. Professor da Faculdade de Letras de Lisboa desde 1957. Licenciado em 1944, é até 1949 professor do ensino técnico. Doutor em 1964 e Professor Catedrático desde 1969. Vice-presidente da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Chega a ser sondado para ministro da educação em 1969. Director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo de 1990 a 1996, durante o cavaquismo, a convite do Secretário de Estado da Cultura, Pedro Santana Lopes. Pai do economista Jorge Braga de Macedo. Depois de 1974, colabora na revista Futuro Presente, aparece como presidente do Conselho Consultivo do CDS, durante a liderança de Adriano Moreira, mas acaba por apoiar Cavaco Silva nas eleições legislativas de 1987.

1944

A Situação Económica no Tempo de Pombal




[dissertação de licenciatura de 1944, publicada pela primeira vez em 1950], Lisboa, Moraes Editores, 1982.

1954

Portugal e a Economia Pombalina. Temas e Hipóteses




São Paulo, 1954.

1961

O Conde de Castelo Melhor. Ensaio Biográfico




Lisboa, 1961.

1961

O Pensamento Económico do Cardeal Mota




Lisboa, 1961.

1962

O Marquês de Pombal. Ensaios Biográficos




Lisboa, 1962.

1963

Elementos para a História Bancária de Portugal (1797-1830. Introdução e Notas




Lisboa, 1963.

1963

Problemas de História da Indústria Portuguesa no Século XVIII




Lisboa, 1963.

1966

Vias de Expressão da Cultura e da Sociedade Portuguesas nos Séculos XVII e XVIII




in BAICP, nº 1, 1966, pp. 119-133;

1968

«A Cultura Portuguesa no Mundo Contemporâneo. Um Problema Geral»




In BAICP, nº 4, 1968, pp. 345-364;




«Constantes e Linhas de Força da História Diplomática Portuguesa»




In Nação e Defesa, ns. 2, 6, 7 e 10;













1972

«História e Doutrina do Poder n’“Os Lusíadas”»




Separata de Garcia de Orta, Lisboa, 1972.

1979

«Uma Perspectiva Histórica para a Integração Europeia»




In Democracia e Liberdade, n. º 9/Fev., pp. 11-24, Lisboa, 1979.

1984

«O “1984” de George Orwell e as Resistências ao Sistema»




In Futuro Presente, n. º 19-20, Jul. -Set., Lisboa, 1984.

1987

História Diplomática Portuguesa. Constantes e Linhas de Força. Estudo de Geopolítica




Lisboa, Instituto de Defesa Nacional, 1987.



1990

«Portugal na Nova Distribuição das Forças Europeias»




in Defesa Nacional. Anos 90, Lisboa, Nação e Defesa, Set. 1990;


M
acedo, José Agostinho de (1761-1831)
Agostinho, desde 1778, é expulso da ordem em 1792. Entra na vida secular em 1794. Poeta. Contra-revolucionário.

1810

Os Sebastianistas




Lisboa, 1810.

1814

A verdade, ou pensamentos philosóphicos, sobre os objectos mais importantes da religião e do Estado




Lisboa, 1814.

1815

O homem ou os limites da razão: tentativa philosophica




Lisboa, 1815.

1816

Refutação dos princípios metaphysicos e moraes dos pedreiros livres iluminados




Lisboa, 1816.

1816

Demonstração da existência de Deus




Lisboa, 1816.

1824

Refutação Methodica das chamadas Bases da Constituição Política da Monarquia Portuguesa




Lisboa, Imp. Da Rua Formosa, 1824.

1824

Bazes Eternas da Constituição Política achadas na Cartilha do Mestre Ignacio pelo Sacristão do Padre Cura d’Aldeia




Lisboa, Imp. Da Rua Formosa, 1824.


Macedo, Stephen

Liberal Virtues. Citizenship, Virtue and Community in Liberal Constitutionalism, Oxford, Clarendon Press, 1990.
Macedo, Ubiratan Borges (n. 1937) Doutor em filosofia. Professor titular na Universidade Federal do Paraná. Coordenador da pos-graduação na Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro.

1977

Introdução à Teoria dos Valores







1977

A Liberdade no Império




São Paulo, Ed. Convívio

1978

Metamorfoses da Liberdade. Ensaios






1984

Os Caminhos da Democracia no Brasil






1988

Fundamentação dos Valores






1988

A Ideia de Liberdade no século XIX. O Caso Brasileiro




Rio de Janeiro, Ed. Expressão e Cultura

2ª ed. de A Liberdade no Império



1995

Liberalismo e Justiça Social




São Paulo, IBRASA. Pref. de António Paim.

1997

O Liberalismo Moderno








Macedónia O território está hoje repartido pela Grécia (capital em Salónica), pela Bulgária e pela república da Macedónia, com a capital em Skopje. A república que esteve integrada na Jugoslávia tem 27 713 km2 e 2 034 000 habitantes, ocupando o vale de Vardar; na zona oeste tem uma forte minoria albanesa, cerca de 800 000 habitantes. Toda a região, corresponde à terra natal de Alexandre Magno, foi conquistada entre 1371 e 1430 pelos otomanos, integrou gregos, eslavos, búlgaros, sérvios e turcos. Pelo tratado de San Stefano de 1878, grande parte da Macedónia, à excepção de Salónica, foi integrada na Bulgária, mas o Congresso de Berlim, manteve-a no Império Otomano.

Guerras balcânicas

O território foi conquistado pelos búlgaros aos otomanos na primeira guerra balcânica de 1912-1913. Antes desta guerra, viviam na Macedónia 1 531 000 habitantes, dos quais 410 000 eram búlgaros cristãos, 46 000 muçulmanos, 145 000 gregos, 120 000 sérvios, 98 000 ciganos e 48 000 judeus. Na segunda guerra balcânica, de 1913, os sérvios e os gregos, repartiram o território, nos termos do Tratado de Bucareste de 10 de Agosto de 1913.



Grande Guerra de 1914-1918

Em 1915, durante a Grande Guerra, a Bulgária ocupou, em 1915, a parte do território da Macedónia que havia sido atribuída aos sérvios. Pelo tratado de Neully, a Bulgária ficou sem a Trácia marítima;



Segunda Guerra Mundial

Em 1941-1944, a Bulgária volta a ocupar quase todo o território da Macedónia. O tratado de Paris de 1947 veio restablecer as fronteiras de 1919. Em 1946, o regime de Tito estabeleceu uma República da Macedónia, com a capital em Skopljé, no âmbito da federação da Jugoslávia.



Independência

Em 15 de Setembro de 1991, depois de um referendo, proclamou a respectiva independência; sendo apenas admitida na ONU em Abril de 1993, sob a designação de FYROM, isto é, de Former Yugoslav Republic of Macedonia, dado que a Grécia considera o nome Macedónia como uma usurpação.


Mac Donell, Reginald Comandante do exército miguelista, na fase final da guerra civil, desde 20 de Dezembro de 1833. Com a Patuleia, volta a ser chamado e chefia as guerrilhas miguelistas em 1846. Figura controversa, acaba por morrer durante as peripécias da guerra.
MacFarlane, ...*, Modern Political Theory, 1970 [trad. port. Teoria Política Moderna, Brasília, Editora da Universidade de Brasília, 1981].

Violence and the State, Londres, Thomas Nelson & Sons, 1974.


Machado,_Adriano_de_Abreu_Cardoso'>Machado, Adriano de Abreu Cardoso (1829-1891) Lente de direito em Coimbra desde 1855. Publica em 1858, no Instituto de Coimbra, as Prelecções de Direito Público de Ricardo Raimundo Nogueira. Professor de economia política da Academia Politécnica do Porto, desde 1858. Director-geral da instrução pública, nomeado em 18 de Fevereiro de 1865. Ministro da justiça no primeiro governo progressista, de Anselmo Braamcamp (de 1 de Junho de 1879 a 25 de Março de 1881).

Machado, António Ginestal 1874-1940 Político republicano, professor de liceu. Formado em direito. Começa como companheiro político de Álvaro de Castro. Como membro do partido nacionalista, é ministro da instrução pública de 24 de Maio a 19 de Outubro de 1921, no governo de António Granjo. Presidente do ministério de 15 de Novembro a 17 de Dezembro de 1923, acumulando a pasta do interior. Depois de 1926, reitor do liceu de Santarém, dedicando-se à música. Foi delegado do governo junto da CP.
Machado, Ginestal – Governo (1923) de Um governo minoritário. Esgotada a primeira experiência bonza chamou-se ao poder o novo Partido Nacionalista, num governo presidido por Ginestal Machado, entre Novembro e Dezembro de 1923, com o apoio de certos sectores do Exército, que tiveram na pasta da guerra Óscar Carmona, indicado por Raul Esteves. A terceira escolha Este era o primeiro governo depois da tomada de posse de Teixeira Gomes como Presidente da República (5 de Outubro), sendo, com efeito, uma terceira escolha, porque Teixeira Gomes tentou, primeiro, que Afonso Costa, entretanto regressado a Lisboa no dia 6 de Novembro formasse governo, mas este desistiu porque os nacionalistas recusaram colaborar. Em seguida, foi convidado o democrático Catanho de Meneses para reeditar a fórmula governativa de António Maria da Silva, mas acabou também por desistir. O governo, monopartidário e minoritário, tinha nas finanças Cunha Leal. O problema financeiro Com efeito, o principal problema do novo governo era a questão financeira, considerada alarmante. Oposição dos democráticos. Álvaro de Castro, então líder parlamentar dos nacionalistas declara que, pessoalmente, não concorda com a solução dada à crise. Os democráticos Velhinho Correia e Vitorino Guimarães desferem ataque ao modelo de solução financeira adoptado por Cunha Leal. Segurança pública e liberdade de comércio Ferreira do Amaral foi nomeado comandante da polícia (23 de Novembro) e vai destacar-se na repressão da Legião Vermelha. Cunha Leal tenta adoptar o modelo de liberalização do comércio e estabelece novas reformas financeiras. Em Dezembro, surge o Congresso das Associações Comerciais e Industriais. O golpe de 10 de Dezembro Em 10 de Dezembro, novo golpe revolucionário radical liderado por João Manuel de Carvalho, antigo ministro da guerra nos governos de Maia Pinto e Cunha Leal. Insinua-se que Teixeira Gomes foi o inspirador do golpe, contido energicamente por Carmona. Nos dias seguintes, sucessivos ataques dos democráticos à política do governo, através de João Camoesas e António Maria da Silva. No dia 13 já era rejeitada uma moção de confiança ao governo, por 53 contra 42. Teixeira Gomes considera que o parlamento era quem tinha de resolver o problema do país. A dissidência alvarista Em 15 deste mês, Álvaro de Castro afasta-se dos nacionalistas e, no dia 16, juntamente com três dezenas de deputados e senadores nacionalistas, funda o Grupo Parlamentar de Acção Republicana. Visava conjugar esforços para uma obra comum e homogénea, erguendo o prestígio do poder legislativo e promovendo a estabilidade governativa. No dia 14 aceitara formar governo de carácter não exclusivamente partidário, contra a opinião do seu directório. A procura de uma ditadura salvadora No dia 17 de Dezembro, Cunha Leal faz uma conferência na Sociedade de Geografia, ladeado por Júlio Dantas e Ginestal Machado, proclamando a ditadura salvadora para Portugal há-de vir, trazida pela força das circunstâncias. Teixeira Gomes, numa carta datada do mesmo dia declara: sentia que a atmosfera se ia tornando, a pouco e pouco, favorável a um regime de força.




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