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INFRAESTRUTURA


PROPONENTE:

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRUTAL

CNPJ: 18.449.132/0001-60

OBRA:

PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM DIVERSOS LOGRADOUROS



LOCAL:

PAVIMENTAÇÃO: AVENIDA RIO DE JANEIRO - BAIRRO IPÊ AMARELO, RUA LUCIO CANELA – BAIRRO PRINCESA ISABEL, RUA CORONEL ALONSO DE MORAIS - BAIRRO PRINCESA ISABEL, RUA A - BAIRRO PRINCESA ISABEL, RUA B - BAIRRO PRINCESA ISABEL, RUA JOÃO MADALENA SANTANA- BAIRRO ALTO BOA VISTA, RUA SANTO MINARÉ – BAIRRO ALTO BOA VISTA, RUA JOSÉ DEFENSOR DA PÁTRIA - BAIRRO PROGRESSO, NO MUNICIPIO DE FRUTAL / MG.

RECAPEAMENTO: AVENIDA EUVALDO LODI - BAIRRO CENTRO, RUA QUATRO DE OUTUBRO- BAIRRO ALTO BOA VISTA, RUA PEDRO ABEL QUEIROZ - BAIRRO NOVA FRUTAL, RUA FRANCISCO MARIANO DA COSTA - BAIRRO NOVA FRUTAL, RUA EVANDRO MACEDO – BAIRRO NOVA FRUTAL, RUA JOÃO SEBASTIÃO QUEIROZ - BAIRRO NOVA FRUTAL, RUA MARIA CAROLINA TRINDADE - BAIRRO NOVA FRUTAL, RUA HORÁCIO DE PAULA E SILVA - BAIRRO NOVA FRUTAL - NO MUNICIPIO DE FRUTAL / MG.

REGIÃO / MÊS DE REFERÊNCIA: JULHO / 2016

SINAPI - PLANILHA REFERENCIAL DE PREÇOS UNITÁRIOS PARA OBRAS



TÍTULO: MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

OUTUBRO/2016



MEMORIAL DESCRITIVO


  1. SERVIÇOS PRELIMINARES

A Contratada deverá visitar o local onde serão executadas as obras, sendo que não serão aceitas alegações de desconhecimento dos serviços a serem realizados. Na ocasião dos boletins de medição é obrigatório a entrega do Laudo Técnico de Controle Tecnológico e os resultados dos ensaios. O controle tecnológico deve ser feito de acordo com as recomendações constantes nas Especificações de Serviço e Normas do DNIT. Os custos dos ensaios tecnológicos deverão ser previstos nos preços unitários dos serviços de pavimentação.

Os serviços deverão ser feitos rigorosamente de acordo com os projetos específicos dos serviços propostos. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas especificações, visando melhorias, só será admitida com autorização da Prefeitura Municipal de Frutal, Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano. A partir da fiscalização, este proponente poderá paralisar os serviços ou mesmo mandar refazê-los, quando os mesmos não se apresentarem de acordo com as especificações, detalhes ou normas de boa técnica.

Deve-se também, manter serviço ininterrupto de vigilância da obra até sua entrega definitiva, responsabilizando-se por quaisquer danos decorrentes da execução da mesma. Tanto quanto manter atualizados, no canteiro de obras, Alvará, Certidões e Licenças, evitando interrupções por embargo, assim como ter um jogo completo, aprovado e atualizado dos projetos, especificações, orçamentos, cronogramas e demais elementos que interessam aos serviços.

Deverão ser fornecidos pelo EMPREITEIRO, todos os Equipamentos de Proteção Individuais necessários e adequados ao desenvolvimento de cada tarefa nas diversas etapas da obra, conforme previsto na NR-06 e NR-18 da Portaria nº. 3214 do Ministério do Trabalho, bem como nos demais dispositivos de segurança.

ANTES DO INÍCIO DAS OBRAS, É OBRIGATORIO A FIXAÇÃO DA PLACA DE OBRA CONFORME ESPECIFICAÇÕES.

A placa de obra será em chapa de aço dimensões de 1,50m x 3,00m, conforme Padrões e Normas. Será instalada em local visível e no local dos serviços em execução.




  1. ADMINISTRAÇÃO LOCAL:

As obras serão obrigatoriamente dirigidas por engenheiro responsável técnico, devendo, mediante prévia comunicação, acompanhar a FISCALIZAÇÃO sempre que se fizer necessário.

Pelo engenheiro responsável técnico deverão ser feitas todas as comunicações entre a FISCALIZAÇÃO e o construtor. Será obrigatória, também, a presença um mestre-de-obras e/ou encarregado de obras com experiência comprovada, bem como profissionais para outras funções tais como vigilância.

Os serviços de execução das obras devem ser acompanhados diariamente por um Engenheiro Civil e os serviços de execução das obras devem ser conduzidos por um Mestre de Obras, que deve permanecer no canteiro de obras durante todo o período de execução dos serviços.

A vigilância do canteiro de obras será de exclusiva competência do construtor, não cabendo ao Proprietário nenhuma responsabilidade sob qualquer fato ocorrido neste sentido.


  1. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICAS

As especificações técnicas deste projeto foram elaboradas tendo como orientação as Especificações Gerais do DNIT, adaptando-as e resumindo-as para a execução de pavimento asfáltico urbano.

Devido à diversidade dos serviços necessários para a execução da pavimentação asfáltica urbana, estas especificações foram dividas em grupos, que estão descritos a seguir:




    1. PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA

O Projeto de Pavimentação foi desenvolvido visando à concepção e o dimensionamento da estrutura de pavimento capaz de suportar a atuação das cargas do tráfego, através da indicação das espessuras das camadas constituintes, matérias a serem empregados e técnicas mais recomendáveis de execução, incluindo o transporte de agregados, execução de imprimação com material betuminoso, pintura de ligação e concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ).

O projeto foi elaborado com base nos seguintes elementos:




  1. Estimativa de número “N” de repetições do eixo simples padrão de rodas duplas de 8,2t, parâmetro representativo do tráfego nos métodos de dimensionamento do pavimento a serem empregados;

  2. Reconhecimento geológico-geotécnico de campo da área e ao longo das vias e estrada em questão, objetivando a classificação expedita e avaliação das características/capacidade de suporte dos materiais que constituirão a camada de fundação (subleito) do pavimento;

  3. Pesquisa, identificação, classificação expedita e coleta de amostras de ocorrências de matérias para emprego nas camadas do pavimento (jazida de material granular e áreas de empréstimo de material);

  4. Resultados de ensaios rotineiros realizados em laboratório específico, a empresa vencedora da licitação deverá manter no canteiro de obra ou na usina, um laboratório de asfalto dotado de todo o instrumental necessário e equipe especializada, com a finalidade de proceder todos os ensaios mínimos, sendo:

a) Um ensaio de extração de betume por dia de usinagem, de amostras coletadas na usina ou nos caminhões transportadores. A percentagem de ligante poderá variar de + ou - 0,3 da fixada no projeto;

b) Um ensaio de granulometria da mistura de agregados resultantes do ensaio de extração por dia. A curva granulométrica deverá manter-se contínua, enquadrando-se dentro das tolerâncias especificadas em normas;

c) O controle de temperatura do concreto asfáltico será realizado pela conferência na usina (local de produção) e na pista (local de aplicação), a distância entre os dois não será controlada, mas, a Empresa deverá garantir as seguintes temperaturas:

- na usina - temperatura de 140ºC a 160ºC;

- na pista - temperatura de 120ºC a 160ºC.



      1. METODOLOGIA CONSTRUTIVA

CONCEPÇÃO

O pavimento projetado é do tipo flexível. Devido ao baixo volume de tráfego e a excelência do terreno natural ele será constituído por camada granular única (base) e revestimento em CBUQ.

Para completar a estrutura a superfície terraplanada será escarifada e compactada com a energia do proctor intermediário.
DIMENSIONAMENTO DO PAVIMENTO

Para dimensionar o pavimento foi utilizado o método adotado pelo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, normatizado em 1996.


Tráfego

Foi considerado o número N de repetições do eixo padrão de 8,2 t – N = 100 – o que corresponde ao de uma rodovia de tráfego leve.


CBR de projeto

Em função dos estudos realizados adotou-se 12,0 % para CBR de projeto, valor próximo ao mínimo ocorrente no terreno de fundação.


Dimensionamento do pavimento:

N=100

CBR DE PROJETO = 12,0 %

H20 = 20,0 cm

H12 = 30,0 cm

Adotou-se revestimento em CBUQ, com 4,00 cm de espessura e coeficiente de equivalência estrutural K = 1,2. O coeficiente de equivalência estrutural considerado para a camada granular foi K = 1,0.



RKR + BKB = 20,0 cm

B = 17,0 cm

RKR + BKB + RKREforço = 30,0 cm

3,0 + 17,0 + Ref. = 30,0 cm

Reforço = 10,00cm

Considerando-se a excelente qualidade do terreno natural e para diminuir o volume de material transportado de jazida adotou-se o seguinte dimensionamento:



Revestimento de 4,00 cm CBUQ

Base de 15,0 cm de material estabilizado granulometricamente

Regularização, adequação de Subleito existente de 10,0 cm superficiais do subleito serão regularizados com utilização da energia do proctor intermediário e esta espessura complementará a estrutura do pavimento.


      1. ESTRUTURA DO PAVIMENTO

Os perfis a seguir ilustram o dimensionamento e concepção do pavimento das vias em questão, que deverão ser adequadas, recuperadas a fim de atender como segue:


CBUQ
Base Granular – Solo Brita

Regularização do Subleito
Subleito (ISC ≥ 12% e expansão < 2%)



      1. MATERIAIS E SERVIÇOS

IMPRIMACAO DE BASE DE PAVIMENTACAO COM EMULSAO CM-30

Consiste na aplicação de uma camada de material asfáltico, com ligante de baixa viscosidade, sobre a superfície de uma base concluída, antes da execução de um revestimento betuminoso qualquer, objetivando o aumento da coesão na superfície da base, através da penetração do material asfáltico, promovendo condições de aderência entre a base e o revestimento.

Podem ser empregados asfaltos diluídos (tipo CM-30 e CM-70), escolhidos em função da textura do material de base. A taxa de aplicação é aquela que pode ser absorvida pela base em 48 horas, devendo ser determinada experimentalmente, no canteiro da obra. A taxa de aplicação varia de 0,8 a 1,6 l/m2, conforme o tipo e textura da base e do material betuminoso escolhido.



Para a varredura da superfície da base usam-se de preferência, vassouras mecânicas rotativas, podendo, entretanto, ser manual esta operação. O jato de ar comprimido poderá também ser utilizado.

A distribuição do ligante deve ser feita por carros equipados com bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação do material betuminoso em quantidade uniforme.

As barras de distribuição devem ser do tipo de circulação plena, com dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento do ligante.

Os carros distribuidores devem dispor de tacômetro, calibradores e termômetros, em locais de fácil observação e, ainda, de um espargidor manual, para tratamento de pequenas superfícies e correções localizadas.

Após a perfeita conformação geométrica da base, procede-se a varredura da sua superfície, de modo a eliminar o pó e o material solto existentes.

Aplica-se, a seguir o material betuminoso especificado, na temperatura compatível, na quantidade certa e de maneira uniforme. O material betuminoso não deve ser distribuído quando a temperatura ambiente estiver abaixo de 10ºC, ou em dias de chuva, ou quando esta estiver iminente.

Deve-se imprimar a área inteira em um mesmo turno de trabalho e deixá-la sempre que possível fechada ao trânsito.

A camada de base deverá ser imprimada com asfalto diluído tipo CM-30; a taxa de aplicação deverá ser aquela que pode ser absorvida pela base em 72 horas e capaz de deixar a superfície com película de ligante residual sensível ao toque após 24 horas, devendo situar-se, em princípio, entre 1,2 e 1,6 l/m2.

Todos os serviços deverão seguir a especificação DNER-ES 306/97 – “Imprimação”.

FABRICAÇÃO E APLICAÇÃO DE CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE (CBUQ), CAP 50/70, PARA CAPA.

Concreto betuminoso usinado a quente é o revestimento flexível resultante da mistura a quente, em usina apropriada, de agregado mineral graduado, material de enchimento (filler) e material betuminoso, espalhado e comprimido a quente sobre a superfície imprimada e/ou pintada.

O equipamento para espalhamento e acabamento deverá ser constituído de pavimentadoras automotrizes, capazes de espalhar e conformar a mistura no alinhamento, cotas e abaulamento requeridos. As acabadoras deverão ser equipadas com parafusos sem fim, para colocar a mistura exatamente nas faixas, e possuir dispositivos rápidos e eficientes de direção, além de marchas para frente e para trás. As acabadoras deverão ser equipadas com alisadores e dispositivos para aquecimento dos mesmos, à temperatura requerida, para colocação da mistura sem irregularidades.

O equipamento para compressão será constituído por rolo pneumático e rolo metálico liso, tipo Tanden, ou outro equipamento aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Os rolos compressores, tipo Tanden, devem ter uma carga de 8 a 12 t. Os rolos pneumáticos auto-propulsores devem ser dotados de pneus que permitam a calibragem de 35 a 120 libras por polegada quadrada.

O equipamento em operação deve ser suficiente para comprimir a mistura à densidade requerida, enquanto esta se encontrar em condições de trabalhabilidade.

Os caminhões, tipo basculante, para o transporte do concreto betuminoso, deverão ter caçambas metálicas robustas, limpas e lisas, ligeiramente lubrificadas com água e sabão, óleo cru fino, óleo parafínico, ou solução de cal, de modo a evitar a aderência de mistura às chapas.

O agregado graúdo pode ser pedra britada, escória britada, seixo rolado, britado ou não, ou outro material, desde que devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO, e deverá se constituir de fragmentos sãos, duráveis, livres de torrões de argila e substâncias nocivas. O valor máximo tolerado, no ensaio de desgaste Los Angeles, é de 50%. Deve apresentar boa adesividade. Submetido ao ensaio de durabilidade, com sulfato de sódio, não deve apresentar perda superior a 12%, em 5 ciclos. O índice de forma não deve ser inferior a 0,5.

Opcionalmente, poderá ser determinada a percentagem de grãos de forma defeituosa, que se enquadrem na expressão:

l + g > 6 e, onde l = maior dimensão do grão; g = diâmetro mínimo do anel, através do qual o grão pode passar; e e = afastamento mínimo de dois planos paralelos, entre os quais pode ficar contido o grão.

Não se dispondo de anéis ou peneiras com crivos de abertura circular, o ensaio poderá ser realizado utilizando-se peneiras de malha quadrada, adotando-se a fórmula:



l + 1,25g > 6e, sendo g a medida das aberturas de duas peneiras, entre as quais fica retido o grão.
A percentagem de grãos defeituosos não pode ultrapassar 20%.

O agregado miúdo pode ser a areia, pó de pedra ou mistura de ambos. Suas partículas individuais deverão ser resistentes, apresentar moderada angulosidade, livres de torrões de argila e de substâncias nocivas. Deverá apresentar um equivalente de areia igual ou superior a 55%.

O material de enchimento (filler) deve ser constituído por materiais minerais finamente divididos, inertes em relação aos demais componentes da mistura, não plásticos, tais como cimento Portland, cal extinta, pós calcários, etc., e que atendam a seguinte granulometria:
Peneira Percentagem mínima passando

40 100

80 95

200 65
Quando da aplicação, deverá estar seco e isento de grumos.

A composição da mistura do concreto betuminoso deve satisfazer os requisitos do quadro seguinte. A faixa a ser usada deve ser aquela, cujo diâmetro máximo seja igual ou inferior a 2/3 da espessura da camada de revestimento.




PENEIRA

PORCENTAGEM PASSANDO EM PESO

mm

A

B

C

2"

50,8

100

-

-

1 1/2"

38,1

95-100

100

-

1"

25,4

75-100

95-100

-

3/4"

19,1

60-90

80-100

100

1/2"

12,7

-

-

85-100

3/8"

9,5

35-65

45-80

75-100

n° 4

4,8

25-50

28-60

50-85

n° 10

2,0

20-40

20-45

30-75

n° 40

0,42

10-30

10-32

15-40

n° 80

0,18

5-20

8-20

8-30

n° 200

0,074

1-8

3-8

5-10

Betume solúvel no CS2(+)%

4,7

4,5-7,5

4,5-9,0




CAMADA DE LIGAÇÃO

(BINDER)


CAMADA DE LIGAÇÃO

E ROLAMENTO



CAMADAS DE ROLAMENTO

As percentagens de betume se referem à mistura de agregados, considerada como 100%. Para todos os tipos, a fração retida entre duas peneiras consecutivas não deverá ser inferior a 4% do total.

A curva granulométrica, indicada no projeto, poderá apresentar as seguintes tolerâncias máximas:

PENEIRAS PASSANDO EM PESO

3/8" - 1 1/2" 9,5 - 38,0 + ou - 7

n° 40 - n°4 0,42 - 4,8 + ou - 5

n° 800,18 + ou - 3

n° 200 0,074 + ou - 2

Deverá ser adotado o método Marshall para a verificação das condições de vazios, estabilidade e fluência da mistura betuminosa, seguindo os valores seguintes:



CAMADA DE CAMADA DE ROLAMENTO LIGAÇÃO (BINDER)

Porcentagem de vazios 3 a 5 4 a 6

Relação betume/vazios 75 – 82 65 - 72

Estabilidade, mínima 350 kg(75golpes) 350 kg(75golpes)

250 kg(50golpes) 250 kg(50golpes)

Fluência, 1/100" 8 – 18 8 - 18
As misturas devem atender às especificações da relação betume/vazios ou aos valores mínimos de vazios do agregado mineral dados pela linha inclinada do ábaco pag. 4/9 DNER-ES-P 22-71 das Especificações Gerais Para Obras Rodoviárias do DNER.

O equipamento para espalhamento e acabamento deverá ser constituído de pavimentadoras automotrizes, capazes de espalhar e conformar a mistura no alinhamento, cotas e abaulamento requeridos. As acabadoras deverão ser equipadas com parafusos sem fim, para colocar a mistura exatamente nas faixas, e possuir dispositivos rápidos e eficientes de direção, além de marchas para frente e para trás. As acabadoras deverão ser equipadas com alisadores e dispositivos para aquecimento dos mesmos, à temperatura requerida, para colocação da mistura sem irregularidades.

O equipamento para compressão será constituído por rolo pneumático e rolo metálico liso, tipo tandem, ou outro equipamento aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Os rolos compressores, tipo tandem, devem ter uma carga de 8 a 12 t. Os rolos pneumáticos, autopropulsores, devem ser dotados de pneus que permitam a calibragem de 35 a 120 libras por polegada quadrada.

O equipamento em operação deve ser suficiente para comprimir a mistura à densidade requerida, enquanto esta se encontrar em condições de trabalhabilidade.

Os caminhões basculantes para o transporte da mistura, deverão ter caçambas metálicas robustas, limpas e lisas, ligeiramente lubrificadas com água e sabão, óleo cru fino, óleo parafínico, ou solução de cal, de modo a evitar a aderência da mistura às chapas.

Sendo decorridos mais de sete dias entre a execução da imprimação e a do revestimento, ou no caso de ter havido trânsito sobre a superfície imprimada, ou ainda, ter sido a imprimação recoberta com areia, pó de pedra etc., deverá ser feita uma pintura de ligação.

A temperatura de aplicação do cimento asfáltico deve ser determinada para cada ligante, em função da relação temperatura-viscosidade. A temperatura conveniente é aquela na qual o asfalto apresenta uma viscosidade situada dentro da faixa de 75 e 150 segundos, Saybolt-Furol, indicando-se preferencialmente, a viscosidade de 85 + 10 segundos, Saybolt-Furol. Entretanto não devem ser feitas misturas à temperaturas inferiores a 107ºC e nem superiores a 177ºC.

Os agregados devem ser aquecidos a temperaturas de 10ºC a 15ºC, acima da temperatura do ligante betuminoso.

A temperatura de aplicação do alcatrão será aquela na qual a viscosidade Engler situe-se em uma faixa de 25 + ou - 3. A mistura, neste caso, não deve deixar a usina com temperatura superior a 106ºC.

As misturas de CBUQ devem ser distribuídas somente quando a temperatura ambiente se encontrar acima de 10ºC, e com o tempo não chuvoso.

A distribuição do CBUQ deve ser feita por máquinas acabadoras, conforme já descrito.

Caso ocorram irregularidades na superfície da camada, estas deverão ser sanadas pela adição manual de CBUQ, sendo o espalhamento efetuado por meio de ancinhos e rodos metálicos.

Imediatamente após a distribuição do CBUQ, tem inicio a rolagem. Como norma geral, a temperatura de rolagem é a mais elevada que a mistura betuminosa possa suportar, temperatura esta fixada experimentalmente, para cada caso.

A temperatura recomendável para compressão da mistura é aquela na qual o ligante apresenta uma viscosidade Saybolt-Furol de 140 + ou - 15 segundos, para o cimento asfáltico ou uma viscosidade específica Engler, de 40 + ou - 5 para o alcatrão.

Caso sejam empregados rolos de pneus, de pressão variável, inicia-se a rolagem com baixa pressão, a qual será aumentada a medida que a mistura for sendo compactada, e conseqüentemente, suportando pressões mais elevadas.

A compressão será iniciada pelos bordos, longitudinalmente, continuando em direção ao eixo. Cada passada de rolo deve ser recoberta na seguinte de, pelo menos, a metade da largura rolada. Em qualquer caso, a operação de rolagem perdurará até o momento em que seja atingida a compactação especificada.

Durante a rolagem não serão permitidas mudanças de direção e inversões bruscas de marcha, nem estacionamento do equipamento sobre o revestimento recém-rolado. As rodas do rolo deverão ser umedecidas adequadamente, de modo a evitar a aderência da mistura.

Os revestimentos recém acabados deverão ser mantidos sem trânsito, até o seu completo resfriamento.

Conforme solicitação da FISCALIZAÇÃO deverá ser realizada todos os ensaios necessários a execução dos serviços com boa qualidade.

Será medida a espessura por ocasião da extração dos corpos de prova na pista ou pelo nivelamento, do eixo ou dos bordos, antes e depois do espalhamento e compressão da mistura. Admitir-se-á variação de + ou - 10%, da espessura de projeto, para pontos isolados, e até 5% de redução de espessura, em 10 medidas sucessivas.


Pintura de Ligação

A pintura de ligação consiste na aplicação de uma camada de material asfáltico sobre a superfície de uma base ou de um pavimento, antes da execução de um revestimento betuminoso qualquer, objetivando promover a aderência entre este revestimento e a camada subjacente. Sendo decorridos mais de sete dias entre a execução da imprimação e a do revestimento, ou no caso de ter havido trânsito sobre a superfície imprimada, ou, ainda ter sido a imprimação recoberta com areia, pó-de-pedra, etc, deve ser feita uma pintura de ligação.

Podem ser empregados os materiais betuminosos em Emulsões asfálticas, tipo RR-1C, diluídas com água na razão de 1:1.

Para a varredura da superfície da base usam-se, de preferência, vassouras mecânicas rotativas, podendo, entretanto, ser manual esta operação, ou, a jato de ar comprimido.

A distribuição do ligante deverá ser efetuada por carros equipados com bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação do material betuminoso em quantidade uniforme. As barras de distribuição devem ser de tipo de circulação plena, com dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento do ligante.
Base estabilizada granulometricamente

A camada de base ao longo de todas as vias e estrada será do tipo estabilizada granulometricamente empregando-se cascalho arenoso “in natura”.

A camada de base deverá ser compactada com a energia de referência do Proctor intermediário; o desvio de umidade em relação à ótima deverá situar-se no intervalo de -2,0 % e +2,0 %, preferencialmente no ramo seco.

Todos os serviços deverão seguir as especificações DNER-ES 303/97 – “Base Estabilizada Granulometricamente”.


TERRAPLENAGEM - REGULARIZAÇÃO E COMPACTAÇÃO DO SUBLEITO

A regularização do subleito deverá ser executada de acordo com os perfis transversais e longitudinais indicados no projeto, e a compactação será realizada com o equipamento apropriado. Toda a vegetação e material orgânico, porventura existentes no leito da via, serão removidos previamente. Após a execução de cortes ou aterros, operações necessárias para atingir o greide de projeto, serão realizadas escarificação geral na profundidade de até 20 cm, seguida de pulverização, umedecimento ou aeração, compactação e acabamento. No caso de cortes em rocha ou de material inservível para subleito, deverá ser executado o rebaixamento na profundidade estabelecida em projeto e substituição desse material. O grau de compactação deverá ser no mínimo, 100% em relação à massa específica aparente seca máxima obtida no ensaio DNER-ME 47-64 (Proctor Normal) e o teor de umidade deverá ser a umidade ótima do ensaio citado.

Quando se tratar de serviços de recomposição de valas de drenagem ou de execução de remendos em pavimentos já existentes, será admitido o uso de equipamentos de menor porte para a compactação do subleito, desde que a área da vala ou do remendo a ser trabalhado não permita o uso dos equipamentos.

3.2 RECAPEAMENTO COM CBUQ - CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE.

3.2.1 IMPRIMAÇÃO LIGANTE:
Esta camada consiste na aplicação de material betuminoso com RR-2C, sobre a superfície de base ou de um pavimento já preparado, antes da aplicação do revestimento betuminoso, objetivando promover a aderência entre este revestimento e a camada subjacente. Será efetuada com espargidor a imprimação ligante com taxa de aplicação em função do tipo de material betuminoso empregado na proporção de 1,0 litros por m² à 60º e 70º. A pintura de ligação será executada de acordo com as Especificações de Serviços (DER-MG).


      1. APLICAÇÃO DO CBUQ:

Sobre a pintura do RR2C será aplicado o CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) com uma espessura de 4,0 cm (Avenida Euvaldo Lodi e Rua Quatro de Outubro) e 4,0 cm (No bairro Nova Frutal) seguindo as normas do DNER-ES 313/97, compactado por rolo pneumático e rolo metálico liso, tipo tandem, ou outro equipamento aprovado pela FISCALIZAÇÂO. Os rolos compressores tipo tandem devem ter uma carga de 8 a 12 t. Os rolos pneumáticos, autopropulsores, devem ser dotados de pneus que permitam a calibragem de 35 a 120 libras por polegada quadrada.





  1. MEIO FIO / SARJETA

Meio Fio e a sarjeta CONJUGADOS DE CONCRETO, MOLDADA “IN LOCO” EM TRECHO RETO COM EXTRUSORA, GUIA 13,5 CM BASE X 30 CM ALTURA, SARJETA 50 CM BASE X 12,5 CM ALTURA.



  1. DRENAGEM




      1. ESTUDOS HIDROLÓGICOS BÁSICOS

Escoamento da chuva no terreno

Nem toda água de precipitação se escoa pela superfície do terreno até os dispositivos de drenagem. Uma parte é absorvida pelo terreno em função da sua permeabilidade, reduzindo assim o deflúvio que escoa para jusante.

A área em estudo está localizada dentro do perímetro urbano da cidade de Frutal MG, onde os arruamentos encontram-se implantados e não pavimentados e a ocupação residencial já atinge acentuado índice.
Drenagem

O estudo da capacidade de escoamento das vias está condicionado à capacidade das sarjetas, que na realidade são os primeiros coletores de águas pluviais, funcionando como canais abertos ‘existentes’. Está prevista a instalação e o fornecimento de: sistema de drenagem por rede tubular de tubo de concreto armado, classe PA-1, DN=800 mm, inclusive reaterro com compactação manual até a geratriz superior do tubo; tampão de ferro fundido DN-1000MM e boca de lobo em alvenaria tijolo maciço, revestida c/ argamassa de cimento e areia 1:3, sobre lastro de concreto 10 cm e tampa de concreto armado.





  1. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL

Todas as tintas a empregar deverão observar as especificações deste memorial. Todas as superfícies a pintar deverão estar secas.

Serão minuciosamente examinadas, cuidadosamente limpas, retocadas e preparadas para o tipo de pintura a que se destinam.

Deverão ser observadas as prescrições dos fabricantes para o aparelhamento das superfícies, preparo e aplicação das tintas, sendo vedada à utilização de quaisquer substâncias em desacordo com aquelas especificações.

Deverão ser evitados escorrimentos e salpicos nas superfícies não destinadas a pintura; os salpicos que não puderem ser evitados serão removidos enquanto a pintura estiver fresca, se empregado removedor adequado.

Toda pintura será executada em tantas demãos quantas forem necessárias a um perfeito acabamento. Cada demão somente será aplicada quando a antecedente estiver totalmente seca.

Toda vez que uma superfície pintada devera apresentar, quando concluída, uniformidade quando a textura, tonalidade e brilho. Todas as tintas deverão ser de primeira qualidade, conforme especificação em planilha orçamentária.

As tintas serão conservadas no recipiente original, assim caracterizando marca e origem.


      1. SINALIZAÇÃO HORIZONTAL.

Tinta de demarcação viária padrão NBR 11862 nas cores amarela e branca. Solvente apropriado à tinta de demarcação viária.

A ciclovia é compartilhada com pedestres na área de passeio das praças e em faixa entre o estacionamento, a ciclofaixa é de exclusividade do ciclista.

Todas as superfícies a serem pintadas deverão ser devidamente preparadas depois pintadas com 02 demãos de tinta de primeira linha, em resina nas áreas de ciclovia e termoplásticas nas áreas de rolamento.

A sinalização horizontal deverá ser demarcada no pavimento de acordo com a seguinte especificação de material:

Tinta refletiva a base de resina acrílica com microesfera de vidros refletivos tipo Premix (incorporada à tinta) em faixas de retenções, legendas, zebrados, setas e fechamentos de estacionamento e ciclovias.

Tinta termoplástico aplicado pelo processo de aspersão (hot-spray), espessura mínima de 1,5 mm, garantia mínima de 3 anos e que atendam às normas DER/MG, DNER, em faixas de pedestres, travessias elevadas, balizamentos, linhas dupla-amarelas, linhas contínuas e ciclofaixas. A pintura hot-spray deverá receber microesferas de vidro tipo II.

Qualquer serviço omisso no presente memorial, porem identificado devera ser executado seguindo os preceitos da boa técnica e, em casos de duvidas, de acordo com a fiscalização.


      1. SINALIZAÇÃO VERTICAL.

As placas de regulamentação, advertência ou indicativas para sinalização vertical de trânsito dever ser confeccionada nos padrões de desenhos fornecidos pelo Departamento de Trânsito, de acordo com as Ordens de Serviço e orientações nelas contidas, atendendo as dimensões, cores mensagens, tipo e tamanho de letras, etc.

As placas deverão ser fabricadas com chapas de aço-carbono, que atendam as condições exigíveis pela NBR 11904 da ABNT, zincadas pelo processo contínuo ou semi-contínuo de imersão à quente, segundo a NBR 7008 e NBR 7013 da ABNT, com espessura mínima de 1,25 mm.

Placas:

Material: chapa de aço carbono 18#

Tamanho: ver layout, (R-1) escrita pare, A-2a e A-2b.

Tratamento: serão lixadas e pintadas com fundo “zarcão” anticorrosivo e cobertas com tinta automotiva.
As placas de regulamentação e advertência deverão ser fixadas em tubos metálicos em aço 1010/1020 com seção circular, espessura de parede de 3,75 mm, diâmetro de 2” (polegadas) nominais (internas), comprimento variável em função do tipo de placa a ser implantada.

Postes:


Material: tubo cilíndrico de aço carbono, chapa18# com 3” de diâmetro.

Tamanho: 300 cm.

Tratamento: serão desengraxados, lixados e pintados com fundo “zarcão” anticorrosivo e duas demãos de cobertura na cor cinza.

Instalação: chumbados em cavidades de 50 cm, preenchimento com concreto a 10 cm da base.
Layout de exemplo, a ser identificado no Projeto de Sinalização específica:



- Verso da placa: tinta preta fosca; sobre esta com altura aproximada de 3,5 cm receberá a seguinte inscrição, por aplicação de vinil D3000 3M: xx/yy – PMF (mês/ano – PMF).

- Frente da placa: as placas R1 serão pintadas na cor vermelha e receberão tarjas e inscrição, em branco (em vinil), conforme detalhamento em anexo.
Placas de Regulamentação: tem por finalidade transmitir ao usuário condições, proibições, obrigações ou restrições no uso da via, de formato circular (D=0,70m) e (D=0,50m), suas cores são a branca (para o fundo), a vermelha (tarjas e orlas) e a preta (símbolos e letras). Constituem, também, placas de regulamentação a de parada obrigatória de forma octogonal, (L=0,30m), com fundo vermelho, letras brancas, orla interna branca e orla externa vermelha. As placas devem ser colocadas na posição vertical, fazendo um ângulo de 93º a 95º em relação ao sentido do fluxo de tráfego, voltadas para o lado externo da via, com uma altura livre entre 2,00m e 2,50m em relação ao solo. O afastamento lateral das placas, medindo entre a borda lateral da mesma e da pista, deve ser, no mínimo, de 0,30m para os trechos retos da via, e 0,40m nos trechos em curva.

A placa R_6A obedecerá a critérios para a sua implantação: Quando a face de quadra for de até 60,00m, deve ser colocada uma placa aproximadamente no meio da face quadra ou extensão da restrição.

Quando a face da quadra for superior a 60,00m devem ser colocadas duas ou mais placas de modo que as placas extremas fiquem a uma distância superior a 5,00m, e no máximo a 30,00m do prolongamento do meio fio da via transversal. A distância entre duas placas consecutivas deve ser de no máximo 80,00m, sendo recomendável adotar a distância de 60,00m.

Placas de Advertência: tem por finalidade alertar aos usuários as condições potencialmente perigosas, obstáculos ou restrições existentes na via ou adjacentes a ela, indicando a natureza dessas situações à frente, quer sejam permanentes ou eventuais, normalmente têm formato quadrado (L=0,50m e L=1,00m), tendo uma diagonal posicionada na vertical, as cores padronizadas são: fundo amarela, orla interna preta, orla externa amarela, símbolos e legendas pretas. As placas devem ser colocadas com uma altura livre entre 2,00m e 2,50m em relação ao solo. O afastamento lateral das placas, medindo entre a borda lateral da mesma e da pista, deve ser, no mínimo, de 0,30m para os trechos retos da via, e 0,40m nos trechos em curva.

Placas de Indicação: normalmente possuem formato retangular e as cores de fundo variam de acordo com o tipo de informação que contêm. As dimensões também são variáveis, dimensionadas em função do tamanho de letras empregadas e das próprias mensagens. As placas suspensa a altura livre mínima devem ser de 4,6m e o afastamento lateral deve ser considerado os mesmos valores medidos entre o suporte e a borda da pista.



    1. RAMPAS DE ACESSIBILIDADE

As rampas para acesso de deficientes, com concreto, desempenada, com pintura acrílica indicativa em duas demãos – inclusive a demolição da calçada existente, remoção e recolocação de meio fio.

As rampas serão executadas em concreto, já inclusas nas áreas de calçadas/passeios.


E em locais de calçadas existente que não possuem rampas, seguindo norma da ABNT, conforme dimensões e locais especificados em projeto, como desenho.



Rampa para acessibilidade.

Norma: ABNT NBR. 9050:2004


  1. CALÇADAS (PASSEIO) E PISOS




    1. PISO CIMENTADO / CALÇADAS

Os trabalhos deverão ser realizados por firma especializada ou por técnicos no assunto, sendo que a execução deste tipo de piso obedecerá às etapas abaixo descritas:

Após a compactação e nivelamento do terreno, sendo que esta compactação deverá atingir a 100 % do Proctor Normal, será executado um contrapiso em concreto Fck maior ou igual a 12Mpa, traço 1:3:5 (cimento/areia/brita), preparo mecânico, espessura 7cm, com junta de dilatação em madeira, incluso lançamento e adensamento. Para a perfeita cura as superfícies deverão ser molhadas durante 7dias após a execução. O contrapiso deverá ser lançado sobre o terreno que deverá ser forrado com plástico preto sem furos para evitar a perda da água e da nata de cimento. O concreto deverá ser vibrado com régua vibratória, para melhor adensamento.

Deverá ser executado o sarrafeamento da superfície do concreto, acompanhando os níveis pré-estabelecidos. Após a concretagem efetuar o espalhamento de colchão de areia molhada e cura durante 7 dias, no mínimo.

Efetuar a limpeza e o polimento inicial com lixadeiras e esmeril 36 (1ª lixada), depois lixar com esmeril 120, e finalmente com esmeril 220 para o polimento final, aplicar pasta de cimento (estuque) para o fechamento dos poros.

Observar os caimentos do piso, para não haver empossamentos futuros.

O executor do piso deverá cortar as juntas posteriormente com ferramenta adequada do tipo Cliper, sendo que deverão ser tomados os devidos cuidados para que as mesmas sejam retilíneas e ortogonais, sendo que juntas deverão ser preenchidas com mastique especial do tipo selante, conforme orientação do fabricante.


CONSIDERAÇÕES GERAIS
As obras quando concluídas, deverão estar limpas, livres de sobras de materiais. Deverá ser removido todo o entulho, transportado para confinamento de lixo, cuidadosamente limpos e varridos todos os acessos de modo a se evitar acidentes. A execução de todos os serviços deverão satisfazer as normas técnicas brasileiras pertinentes, além de obedecer aos preceitos de boa técnica, critério que prevalecera em qualquer caso omisso no projeto ou especificação que possa originar dúvidas de interpretação. A mão de obra empregada deverá ser especializada e de primeira qualidade. Todos os funcionários da empresa contratada deverão fazer o uso e EPI’S. Todas as manchas e salpicos de tinta serão cuidadosamente removidos, principalmente na estrutura metálica. A conclusão da obra ficará caracterizada pela revisão de todos os serviços, bem como pelo cumprimento de todas as obrigações contratuais. O recebimento da obra será efetivado de acordo com o que se estabelece no contrato.

Frutal MG, 24 de OUTUBRO de 2016.

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LEANDRO GOMES DOS SANTOS



ENGENHEIRO CIVIL - CREA/SP: 5069430868/D



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