Memorial descritivo



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PREFEITURA MUNICIPAL DE FONTOURA XAVIER – RS




MEMORIAL DESCRITIVO

MUNICÍPIO:
FONTOURA XAVIER / RS

Introdução:
O presente Memorial Descritivo tem por finalidade expor de maneira detalhada as normas técnicas, materiais e acabamentos que irão definir os SERVIÇOS INICIAIS, TERRAPLENAGEM, MICRODRENAGEM, PAVIMENTAÇÃO, SINALIZAÇÃO ACESSIBILIDADE E SERVIÇOS COMPLEMENTARES, e foi orientado visando atender às exigências legais e técnicas desta Prefeitura Municipal.



Introdução

Apresenta-se o projeto executivo de engenharia relativo às obras de pavimentação das ruas de Fontoura Xavier, no município de Fontoura Xavier/RS.

O trabalho é composto por três volumes assim determinados:


  • Volume I – Memorial Descritivo, em tamanho A4;

  • Volume II - Quadro de Quantidades e Orçamento, em tamanho A4.

  • Volume III - Projeto de Execução, em tamanho A3.

No Volume I estão descritos os estudos realizados a nível de topografia, além das justificativas dos projetos geométrico, de micro drenagem urbana, terraplenagem, drenagem, pavimentação, sinalização, acessibilidade e obras complementares. Compõem também este volume os processos executivos de cada serviço.

As notas de serviço, o resumo dos ensaios geotécnicos, a composição do BDI,o orçamento discriminado e o cronograma da obra são apresentados no volume II.

No volume III estão descritos os elementos dos projetos geométricos, de drenagem, pavimentação, sinalização, obras complementares, as seções transversais de terraplenagem e os detalhes construtivos de todos os elementos projetados.

O profissional responsável técnico pelo projeto é o engenheiro civil Felipe dos Santos Zanotelli - CREA 134.451-D, que desenvolveu e elaborou todos os projetos ora apresentados.


Serviços iniciais
Serviços topográficos para pavimentação

Este serviço consiste na marcação topográfica do trecho a ser executado, locando todos os elementos necessários à execução, constantes no projeto. Deverá prever a utilização de equipamentos topográficos ou outros equipamentos adequados à perfeita marcação dos projetos e greides, bem como para a locação e execução dos serviços de acordo com as locações e os níveis estabelecidos nos projetos. O serviço de topográfica será realizado nas ruas de chão e nas áreas de remoção do pavimento, os quais necessitam de alinhamentos e contas para a correta execução dos serviços.

A medição deste serviço será por de área locada.
Implantação de placa de obra (1,25x2,00)

A placa de obra tem por objetivo informar a população e aos usuários da rua os dados da obra. As placas deverão ser afixadas em local visível, locais estes, determinados pela FISCALIZAÇÃO.

A placa deverá seguir as dimensões 1,25m x 2,00m, e ser confeccionada em chapas de aço laminado a frio, galvanizado, com espessura de 1,25mm para placas laterais à rua. Terá dois suportes e serão de madeira de lei beneficiada (7,50cm x 7,50cm, com altura livre de 2,00m).

A medição deste serviço será por unidade aplicada na pista.


Terraplenagem
Escavação e carga de material de 1ª categoria

Cortes são segmentos cuja implantação requer escavação do terreno natural, ao longo do eixo e no interior dos limites das seções do projeto, que definem o corpo estradal.

As operações de corte compreendem:

- escavação dos materiais constituintes do terreno natural até o greide de terraplenagem indicado no projeto;

- carga e transporte dos materiais para aterros ou bota-foras;

Estes materiais deverão ser transportados para locais previamente indicados pela fiscalização, de forma a não causar transtornos, provisórios ou definitivos à obra.

A definição da área do bota-fora para este tipo de material bem como a devida liberação ambiental fica por conta da CONTRATANTE.

Serão empregados tratores equipados com lâminas, carregadoras conjugadas com outros equipamentos, escavadeira hidráulica e transportadores diversos. A operação incluirá, complementarmente, a utilização de tratores e moto niveladoras, para escarificação, manutenção de caminhos de serviço e áreas de trabalho, além de tratores esteira.

Os parâmetros, materiais e tolerâncias de aceitabilidade para este serviço seguem a especificação DAER-ES-T 03/91.

A medição efetuar-se-á levando em consideração o volume extraído, em .


Escavação e carga de material de 3ª categoria

A escavação em matéria de 3ª categoria será executado em bancadas ou por altura total, com perfurações verticais ou inclinadas, em conformidade com a natureza da rocha, tomando-se todas as precauções de segurança. Os planos d fogo deverão ser obrigatoriamente aprovados pela FISCALIZAÇÃO.

Em cada plano de fogo, a CONTRATADA indicará as profundidades espaçamentos e disposições dos furos para o desmonte, as cargas e os tipos de explosivos, as ligações do cordel, os retardadores, as ligações elétricas das espoletas, com o cálculo da resistência total do circuito e o método de detonação, especificando não só a fonte de

energia a ser utilizada, detonador elétrico ou pavio detonante, mas também os métodos de ligações, com as características dos retardadores empregados. Exige-se que a pré-qualificação do "cabo de fogo" seja entregue à FISCALIZAÇÃO

Sempre que, de acordo com a indicação do projeto ou por determinação da FISCALIZAÇÃO, for necessário preservar a estabilidade e a resistência inerentes aos parâmetros de taludes escavados em rocha, estes deverão ser conformados utilizando-se pré-fissuramento (detonação controlada do perímetro, realizada antes da escavação), fogo cuidadoso - cushion blasting (escavação do perímetro a fogo controlada, realizada simultaneamente com a escavação) ou perfuração em linha. O diâmetro dos furos e a técnica de detonação a ser utilizada ficarão subordinados à aprovação da FISCALIZAÇÃO.

O material será medido em m³ escavados.


Compactação de aterro 100% P.N.:

São atividades cuja implantação requer a utilização de equipamentos adequados para prática tecnológica.

A compactação do aterro deve atingir índice de 100% P.N.

A compactação dos materiais de empréstimo deve ser em camadas iguais e não superiores a 20 cm, e ao final o greide deve estar nivelado pelas cotas previstas em projeto.

A execução dos aterros deverá prever a utilização racional de equipamentos apropriados atendidas as condições locais e a produtividade exigida.

Na compactação dos aterros poderão ser empregados rolos lisos, pé-de-carneiro vibratório, arados, grade de disco, caminhões pipa, etc.

Será realizado ensaio de grau de compactação de pista a fim de verificar a compactação do material empregado, caso seja granulometria grande será feito teste de carga.

Os parâmetros, materiais e tolerâncias de aceitabilidade para este serviço seguem a especificação DAER-ES-T 05/91.

A medição efetuar-se-á levando em consideração o volume executado na pista em .

Espalhamento de material em bota-fora

Este serviço consiste em espalhar o material oriundo do corte da pista na área do bota-fora.

Deverá ser executado com trator de esteiras ou outros equipamentos apropriados.

A medição do serviço será feita em m³ de material espalhado na área do bota-fora.


Microdrenagem
Escavação mecanizada em vala mat. 1ª cat. - vala

A execução de valas tem como finalidade fazer com que se crie um sistema de drenagem pluvial e escoamento de águas proveniente das chuvas.

As valas serão executadas ao longo da via e nos locais conforme especificado no projeto em anexo, tendo suas características definidas conforme as necessidades do terreno “in loco”.

A operação para a execução do referido serviço consiste em:

- Operação de locação e marcação pela topografia no local, e só após isto se deve estar liberado para que os equipamentos comecem os serviços;

- Escavar com escavadeira hidráulica ou retro escavadeira nos trechos especificados e locados pela topografia;

- Executar operações de corte e remoção do material, sendo que estes dois itens devem seguir as cotas e caimento suficiente para um bom escoamento;

Para se executar este tipo de serviço deverão empregar-se os seguintes equipamentos:

Escavadeira hidráulica ou retro escavadeira, retro-escavadeira e caminhões transportadores.

Além dos equipamentos acima citados deverão executar-se serviços manuais no tocante a acabamentos finais.

As execuções dos serviços deverão prever a utilização racional de equipamentos apropriados atendidas as condições locais e a produtividade exigida.

Define-se pelo transporte do material escavado a sobra do reaterro das valas de drenagem. Deve ser transportado por caminhões basculantes, com proteção superior, a uma DMT de 5 km

Os parâmetros e materiais para este serviço seguem a especificação DAER-ES-D 16/91.

Sua medição será efetuada em executado na pista.


Escavação e carga de material de 3ª categoria

A escavação em matéria de 3ª categoria será executado em bancadas ou por altura total, com perfurações verticais ou inclinadas, em conformidade com a natureza da rocha, tomando-se todas as precauções de segurança. Os planos d fogo deverão ser obrigatoriamente aprovados pela FISCALIZAÇÃO.

Em cada plano de fogo, a CONTRATADA indicará as profundidades espaçamentos e disposições dos furos para o desmonte, as cargas e os tipos de explosivos, as ligações do cordel, os retardadores, as ligações elétricas das espoletas, com o cálculo da resistência total do circuito e o método de detonação, especificando não só a fonte de

energia a ser utilizada, detonador elétrico ou pavio detonante, mas também os métodos de ligações, com as características dos retardadores empregados. Exige-se que a pré-qualificação do "cabo de fogo" seja entregue à FISCALIZAÇÃO

Sempre que, de acordo com a indicação do projeto ou por determinação da FISCALIZAÇÃO, for necessário preservar a estabilidade e a resistência inerentes aos parâmetros de taludes escavados em rocha, estes deverão ser conformados utilizando-se pré-fissuramento (detonação controlada do perímetro, realizada antes da escavação), fogo cuidadoso - cushion blasting (escavação do perímetro a fogo controlada, realizada simultaneamente com a escavação) ou perfuração em linha. O diâmetro dos furos e a técnica de detonação a ser utilizada ficarão subordinados à aprovação da FISCALIZAÇÃO.

O material será medido em m³ escavados.


Lastro de, exclusive transporte

O serviço de camada de brita define-se pela execução de uma camada de brita nº 2 no fundo das valas onde serão executados os berços de concreto e depois assentados os tubos, com espessura de 10 cm, com a finalidade de regularizar o fundo da vala.

A medição deste serviço será em .


    1. Transporte da Brita DMT 50 Km

Define-se pelo transporte de brita, o material britado em unidade de britagem apropriada. Deve ser transportado por caminhões basculantes com proteção superior, da britagem até a pista, sendo sua DMT de 50 km.

A medição efetuar-se-á levando em consideração o volume transportado até a pista em .


Fornecimento de Tubulação Ø300mm – PA1 /PA2

A rede coletora será constituída por tubos de concreto com seção circular Ø 300mm, classe PA1 e PA2, do local a serem aplicados.

O controle tecnológico dos tubos empregados deverá atender ao prescrito na NBR 9794 da ABNT - "Tubo de Concreto de Seção Circular para Águas Pluviais". Serão executados apenas ensaios à compressão diametral, atendendo ao definido na NBR 9795 da ABNT, formando-se amostras de duas peças para cada lote de, no máximo, 100 tubos de cada diâmetro utilizado. Ensaios de permeabilidade e absorção somente serão exigidos se existirem suspeitas quanto às características dos tubos utilizados.

A medição do fornecimento será medida em metros de tubos fornecidos.


Fornecimento de Tubulação Ø400mm – PA1 /PA2

A rede coletora será constituída por tubos de concreto com seção circular Ø 400mm, classe PA1 e PA2, do local a serem aplicados.

O controle tecnológico dos tubos empregados deverá atender ao prescrito na NBR 9794 da ABNT - "Tubo de Concreto de Seção Circular para Águas Pluviais". Serão executados apenas ensaios à compressão diametral, atendendo ao definido na NBR 9795 da ABNT, formando-se amostras de duas peças para cada lote de, no máximo, 100 tubos de cada diâmetro utilizado. Ensaios de permeabilidade e absorção somente serão exigidos se existirem suspeitas quanto às características dos tubos utilizados.

A medição do fornecimento será medida em metros de tubos fornecidos.


Fornecimento de Tubulação Ø600mm – PA1 /PA2

  1. A rede coletora será constituída por tubos de concreto com seção circular Ø 600mm, classe PA1 e PA2, do local a serem aplicados.

  2. O controle tecnológico dos tubos empregados deverá atender ao prescrito na NBR 9794 da ABNT - "Tubo de Concreto de Seção Circular para Águas Pluviais". Serão executados apenas ensaios à compressão diametral, atendendo ao definido na NBR 9795 da ABNT, formando-se amostras de duas peças para cada lote de, no máximo, 100 tubos de cada diâmetro utilizado. Ensaios de permeabilidade e absorção somente serão exigidos se existirem suspeitas quanto às características dos tubos utilizados.

  3. A medição do fornecimento será medida em metros de tubos fornecidos.



Assentamento de Tubulação

A rede coletora será constituída por tubos de concreto com seção circular. A rede não será executada com lastro de brita ou berço de concreto, de acordo com o projeto.

A operação de colocação dos tubos se dará pela seguinte forma:

a) Após a regularização do fundo da grota, antes da camada de brita, locar a obra com a instalação de réguas e gabaritos, que permitirão materializar no local, as indicações de alinhamento, profundidade e declividade do bueiro.

b) Assentamento e instalação de tubos, conectando-se às bocas de lobo, de forma a ficar a geratriz inferior da tubulação perfeitamente alinhada, tanto em greide como em planta;

b) Rejuntamento dos tubos com argamassa cimento-areia, traço 1:4;

c) Execução do reaterro com o próprio material escavado da vala;

d) O reaterro deve ser compactado com compactador mecânico ou com a própria retro escavadeira.

.

A micro-drenagem será medida em metros.


Reaterro de vala pluvial compactado sem controle de GC:

Aterros de vala são segmentos cuja implantação requer depósito de materiais provenientes do corte da própria vala, no interior dos limites das seções de drenagem pluvial especificados no projeto.

Após a locação, marcação e nivelamento da topografia as operações de aterro compreendem:

Escavações, carga, transporte, descarga, espalhamento e compactação dos materiais de cortes para a construção do reaterro até as cotas indicadas em projeto.

A execução dos reaterros deverá prever a utilização racional de equipamentos apropriados atendidos as condições locais e a produtividade exigida.

Na construção dos aterros poderão ser empregados caminhões basculantes, moto niveladoras, retroescavadeiras e compactadores a percussão.

A medição do serviço de aterro e compactação será feita em executado na pista.
Reaterro de vala pluvial compactado com controle de GC:

Aterros de vala são segmentos cuja implantação requer depósito de materiais provenientes do corte da própria vala, no interior dos limites das seções de drenagem pluvial especificados no projeto.

Após a locação, marcação e nivelamento da topografia as operações de aterro compreendem:

Escavações, carga, transporte, descarga, espalhamento e compactação dos materiais de cortes para a construção do reaterro até as cotas indicadas em projeto.

A execução dos reaterros deverá prever a utilização racional de equipamentos apropriados atendidos as condições locais e a produtividade exigida.

O Controle tecnológico deverá ser utilizado nas travessias e locais indicados no projeto para garantir que o solo venha a possuir capacidade de suporte para o pavimento em questão.

Na construção dos aterros poderão ser empregados caminhões basculantes, moto niveladoras, retroescavadeiras e compactadores a percussão.

A medição do serviço de aterro e compactação será feita em executado na pista.



Boca de bueiro Ø600mm, concreto

São dispositivos a serem executados nos limites dos bueiros de acessos ou de travessia, com o objetivo de captar as águas pluviais e conduzi-las à rede condutora, bem como proteger as laterais de jusante e montante dos mesmos e será construída em pedra grês, sua execução compreenderá as seguintes etapas:

1) Escavação e remoção do material existente e excedente, de forma a comportar e conformar o local de execução da boca;

2) A boca será construída no bueiro transversal a pista, com seção circular Ø 600mm, conforme necessidade e característica de cada local.

As bocas serão medidas de acordo com o tamanho empregado, pela determinação de unidades executados no local.
Caixa passagem medidas internas 0,80 x 0,80m, parede de alvenaria, tampa de concreto

As caixas de passagem não coletarão água, são dispositivos com a finalidade de apenas desviar a tubulação longitudinal de obstáculos, tais como postes de energia elétrica. Será construída com quatro paredes de 20 cm, com alvenaria de tijolo maciço, nos quais deverá ser feito obrigatoriamente, chapisco e emboço interno com argamassa cimento-areia traço 1:4.

A laje de fundo terá 5 cm de espessura, sendo executada pelas medidas externas da caixa, servindo assim como suporte para execução das paredes. O concreto será simples e com fck 20 MPa.

A tampa das unidades terá 7 cm de espessura, concreto armado fck 20 Mpa. Sua ferragem será com uma malha de ferro Ø4,2mm CA60, com espaçamento de 15 cm.

Procedimento executivo:

A operação de preparo do local e construção das caixas se dará pela seguinte forma:

a) Escavação e remoção do material existente, sendo estas executadas sobre a canalização;

b) Execução das paredes em alvenaria, assentados com argamassa cimento-areia, traço 1:4, conectando-a à rede condutora e ajustando o(s) tubo(s) de entrada e/ou saída à alvenaria executada, através de rejunte com argamassa;

c) As caixas de passagem serão executadas sobre a geratriz inferior da tubulação.

As caixas de passagem terão as seguintes dimensões internas:

- Caixa de passagem 0,80m x 0,80m.

Terão altura variada conforme as características do terreno no local.

As caixas de passagem serão medidas pelo número de unidades aplicadas.
Caixa coletora gradeada, medidas internas 0,80m x 0,80m, parede de alvenaria e tampa grelhada

As caixas coletoras grelhadas são dispositivos a serem executados na área interna do pavimento, com o objetivo de captar as águas pluviais e conduzi-las à rede condutora. Será construída com quatro paredes de 20 cm, com alvenaria de tijolo maciço, nos quais deverá ser feito obrigatoriamente, chapisco e emboço interno com argamassa cimento-areia traço 1:4., e fechadas com tampa gradeada metálica.

A operação de preparo do local e construção das caixas se dará pela seguinte forma:

a) Escavação e remoção do material existente, de forma a comportar a caixa coletora grelhada prevista;

b) Execução das paredes em alvenaria, assentados com argamassa cimento-areia, traço 1:4, conectando-a à rede condutora e ajustando o(s) tubo(s) de entrada e/ou saída à alvenaria executada, através de rejunte com argamassa;

c) As caixas coletoras serão executadas sobre a geratriz inferior da tubulação.

As caixas coletoras terão as seguintes dimensões internas: (0,80m x 0,80m), sendo que as mesmas poderão ter uma variação na sua altura conforme as características e necessidades do terreno no local.

As caixas grelhadas serão medidas pelo número de unidades aplicadas.


Caixa coletora boca-de-lobo med. Internas 0,80x0,80m, parede de alvenaria, tampa concreto

As caixas serão compostas por bocas-de-lobo com tampa de concreto e são dispositivos a serem executados junto às redes pluviais, nos locais indicados no projeto, com o objetivo de captar as águas pluviais e conduzi-las à rede condutora. Será construída com paredes de alvenaria com 20 cm de espessura, nos quais deverá ser feito obrigatoriamente, chapisco e emboço interno.

A laje de fundo terá 5 cm de espessura, sendo executada pelas medidas externas da caixa, servindo assim como suporte para execução das paredes. O concreto será simples e com fck 20 MPa.

A tampa das unidades terá 7 cm de espessura, concreto armado fck 20 MPa, dividida em duas partes iguais para fins de ter maior resistência e facilitar no manuseio quando necessário. Sua ferragem será com uma malha de ferro Ø4,2mm CA60, com espaçamento de 15 cm.

Procedimento executivo:

A operação de preparo do local e construção das caixas se dará pela seguinte forma:

a) Escavação e remoção do material existente, de forma a comportar a “boca-de-lobo” prevista, sendo estes executados sobre a canalização;

b) Execução das paredes em alvenaria, assentados com argamassa cimento-areia, traço 1:4, conectando-a a rede condutora e ajustando o(s) tubo(s) de entrada e/ou saída à alvenaria executada, através de rejunte com argamassa;

c) Instalação de meio-fio, “boca-de-lobo”.

d) As caixas coletoras serão executadas sobre a geratriz inferior da tubulação.

As caixas coletoras terão as seguintes dimensões internas:

- Caixa BLS 0,80m x 0,80m.

Terão altura variada de até 1,50 m, conforme as características do terreno no local.

Os parâmetros e materiais para este serviço seguem a especificação DAER-ES-D 16/91.

As caixas coletoras serão medidas de acordo com o tipo empregado, pela determinação do número de unidades aplicadas.


Pavimentação
O projeto de pavimentação das ruas de Fontoura Xavier foi elaborado baseando-se no Método da Prefeitura de São Paulo, voltado para pavimentos urbanos, fundamentado no método de índice de grupo HBR (HighwayReserchBoard), que utiliza faixas de volume de tráfego, representado pelo tráfego diário médio de veículos comerciais em um só sentido.

Tráfego atuante

De acordo com o método, o tráfego atuante é dividido da seguinte forma:

• Tráfego Muito Leve - TML; predominante em ruas residenciais onde não está previsto o tráfego de ônibus, podendo existir ocasionalmente, passagem de caminhões e ônibus em número não superior a três por faixa de tráfego;

• Tráfego Leve - TL; ruas residenciais para as quais é prevista a passagem de caminhões e ônibus em número de 50 a 400 por dia na faixa mais solicitada;

• Tráfego Pesado - TP; ruas e estradas com previsão de passagem de caminhões e ônibus em número de 400 a 2.000 por dia, na faixa mais solicitada;

• Tráfego Muito Pesado - TMP; ruas os estradas com previsão de passagem de caminhões e ônibus em número superior a 2.000 por dia, na faixa mais solicitada.

• Adotou-se o padrão de carga de 10 toneladas, conforme preconiza o método.

Período de projeto

Pavimentos flexíveis urbanos apresentam a tendência de perda de serventia pela ação do intemperismo, muito mais do que sobre a atuação do tráfego.

Diante deste embasamento, adotou-se um período de projeto, prevendo o desgaste do pavimento pelo envelhecimento do ligante, de 10 anos.

Definição da estrutura do pavimento

Revestimento

As condicionantes do método de dimensionamento adotado, implicam na utilização, para o tráfego atuante de projeto, de concreto asfáltico com camada de 5 centímetros de espessura.

Esta camada foi adotada ao longo de toda a extensão do projeto e nas interseções geradas com ruas não pavimentadas e novas ruas projetadas, presentes ao longo da extensão projetada. A utilização deste procedimento nas interseções é justificada como um limpa rodas afim de se preservar a qualidade do revestimento das vias projetadas, assim como possibilitar a sinalização horizontal de pedestres, visando sua segurança. Os locais onde foi utilizado este procedimento, assim como as respectivas áreas, estão indicados no projeto de pavimentação. A faixa de trabalho para a mistura asfáltica indicada em projeto é a FAIXA B, do DAER/RS, cujos intervalos serão descritos adiante.



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