Metas diocesanas de missãO 2009-2011



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METAS DIOCESANAS DE MISSÃO 2009-2010





  1. MINITÉRIO DA ACOLHIDA

    1. Meta a curto prazo

  1. Desenvolvimento da “pastoral da acolhida” a partir do trabalho dos/as 1o e 2o Guardiães/ãs e outras pessoas que se comprometam e sejam preparada para acolher que ingressa no tempo em dias de culto ou em eventos, promoções e programa de Igreja Aberta.

  2. Manter o ambiente do templo e demais dependências paroquias organizado e limpo, especialmente nos locais onde são recebidas pessoas de fora.

  3. Que o ambiente da nave do templo expresse a vida da comunidade, inclusive com estandartes, flores, velas, paramentos e mural de comunicação.

  4. Ter no templo suficientes LOCs, hinários, laudates, boletins e outros materiais de ajuda espiritual e de informações sobre a Igreja Anglicana (Diocesana, Provincial e Mundial).

  5. Manter atualizada a lista de endereços e telefones cuidando de, ao acolher alguém como visitante ou através de sacramentos como Batismo e Santo Matrimônio, alguém fique encarregado/a de registrar estas informações.

  6. Ter um boletim/informativo ou calendário paroquial de circulação, no mínimo, mensal.




      1. QUEM FAZ?

  1. O pároco/a ou ministro encarregado na Junta Paroquial, junto com o 1o e 2o guardião/ã implementando imediatamente estas orientações.

  2. Envolver o Custódio Do Patrimônio e Sodalício do Altar, além de outras pessoas encarregadas da limpeza e manutenção, no aprimoramento do ambiente acolhedor, atrativo e envolvente na Igreja.


1.1.2 COMO FAZ?


  1. Promovendo uma reunião ampliada da Junta Paroquial e outras lideranças para implementar a ministério da acolhida.

  2. Mantendo a comunicação com a CPPM, CEAT e Comissão Ministério para acessoria quando necessário.




    1. Medio Prazo




  1. Formar uma equipe permanente de acolhida, envolvendo pessoas de diferentes sodalícios, ordens e irmandades e faixas etárias.

  2. Pensar em modificações no ambiente e dependências da Igreja como facilidade de acesso, facilidade de uso de materiais para a liturgia, decoração, etc.

  3. Envolver TODA A COMUNIDADE na acolhida de pessoas novas, especialmente nos cultos (auxiliando no uso do LOC, e outros materiais, na hora do abraço da Paz, saída do culto, etc.); isto é, sermos COMUNIDADES ACOLHEDORAS.

  4. Verificar o cartaz ou placa externa da Igreja, colocando-o dentro das orientações presentes no 5o folheto de Responsabilidade Cristã e Missão, especialmente com informações sobre horários de cultos e outras atividades e telefones de contato.

  5. Contatar pessoas através de telefone (para saber como estão ou parabenizar em ocasiões festivas), correio (enviando boletim e outras informações) e, especialmente a internet (site paroquial – segundo as orientações do 5o folheto – e e-mails).

  6. Buscar um contato permanente com a Imprensa local (jornais, radio, tv) segundo as orientações presentes no 5o folheto.


1.2.1 QUEM FAZ?


  1. Clero em conjunto com sodalícios, ordens e irmandades.

  2. CPPM, CEAT e Comissão de Ministério oferecendo subsídios e formação para a pastoral da acolhida em nível regional ou diocesano.


1.2.2 COMO FAZ?

  1. Motivar, nas reuniões dos sodalícios, ordens e irmandades no envolvimento das pessoas participantes no ministério da acolhida em harmonia com o trabalho do clero e guardiães.

  2. Até 2010 organizar cursos específicos para este ministério através da CPPM, CEAT e Comissão de Ministério, envolvendo sempre seminaristas e postulantes.




  1. LITURGIA E MÚSICA

    1. Metas a curto prazo

  1. Elaboração coletiva e participativa de liturgias especiais (datas do calendário litúrgico e civis como meio ambiente, dias das mães, dia do pais, dia da criança, e dia das pessoas com deficiência, entre outros).

  2. Estimular a participação de pessoas que tocam instrumentos musicais e realizar ensaios (antes do horário do culto ou em outros dias) para aprimorar o canto litúrgico (para isso pode se contar com apoio de corais, grupos de músicas e profissionais da área).

  3. Cuidar de sempre usar como material de referência para as liturgias especiais o Livro de Oração Comum, Hinário, Laudate e liturgias elaboradas pela Comissão de Liturgia e Música.


2.1.1QUEM FAZ?

  1. Comissão de Liturgia e Música apoiando o clero diocesano, minstério leigo e outras pessoas com dos dons musicais presentes em cada comunidade.

  2. O próprio clero organizando reuniões de preparação de liturgias (podendo aproveitar algumas das existentes como nos sodalícios, ensaios, etc.)

  3. Encontro de corais, grupos de música e músicos da diocese para capacitação, partilha de experiências, apoio mútuo, intercâmbio e visitas às paróquias que não tem grupos de música e coral.


2.2.2 COMO FAZ?


  1. Aproveitando o Encontro Diocesano de Corais, com apoio da CPPM e CEAT.

  2. Aproveitando retiros e reuniões do CLERICUS (Clero, e assessores).




    1. Metas a médio prazo:




  1. Organizar equipes permanentes de liturgia com o clero e ministério leigo de cada comunidade.

  2. Aprimorar a utilização de equipamentos de som para amplificação e outros recursos como CDs, Datashow, Retroprojetor, etc; facilitando a participação da comunidade na liturgia.

  3. Disponibilizar no site diocesano, para o clero e para cada comunidade o livreto de liturgias alternativas (já elaborado no SETEK) incluindo as novas liturgias elaboradas pela Comissão de Liturgia e Música (em link específico).




      1. QUEM FAZ?




  1. Clero com apoio da Comissão de Liturgia e Música, CPPM e CEAT para formação de equipes.

  2. Junta Paroquial e Clero, buscando melhorar o equipamento de som e imagem da comunidade.

  3. Comissão de Comunicação junto a Comissão Liturgia e Música e CPPM aprimorando o site diocesano.




  1. MINISTÉRIO DA VISITAÇÃO

    1. Metas a curto prazo:

  1. Manter uma estreita ligação com o ministério da acolhida, trocando informações, especialmente em relação a novos membros ou visitantes.

  2. Envolver ainda mias, sodalícios, ordens, irmandandes e ministério leigo na visitação orientada pelo clero e em harmonia com a visitação pastoral, tanto para membros participantes, afastados e novos.

  3. Continuar o desenvolvimento da Pastoral Hospitalar através de formação e divulgação deste trabalho em paróquias do interior e outras dioceses.

  4. Aumentar a visitação das paróquias ao Lar Alice Kinsolving se comprometendo mais com seu sustento.

  5. Trocar informações e oferecer formação específica para a Pastoral da Terceira Idade, tanto para o trabalho no Lar Alice Kinsolving, quanto para outras instituições e pessoas idosas que já estão sendo atendidas (em Santo Antônio da Patrulha, Porto Alegre e Florianópolis).




      1. QUEM FAZ?

  1. Clero em conjunto com guardiães, outros membros da Junta Paroquial, sodalícios, ordens e irmandades.

  2. PASTORAL HOSPITALAR através do seu responsável e equipe em comunicação com as Paróquias e Escritório Diocesano (secretaría).

  3. CPPM, CEAT, Comissão de Ministério, Pastoral de Pessoas Portadoras de Deficiência.




      1. COMO FAZ?

  1. Definindo em cada comunidade as pessoas comprometidas com este ministério inclusive em cada sodalício, ordem e irmandade.

  2. Mantendo um registro das visitas realizadas e uma comunicação permanente com o clero e vice-versa.

  3. Colocar no calendário de atividades e metas a visitação na própria comunidade, ao Lar Alice Kinsolving e a outras instituições, especialmente de idosos e hospitais.

  4. Clero, CPPM, Comissão de Ministério e Comissão de Comunicação comprometendo-se a DIVULGAR o trabalho da Pastoral Hospitalar.




    1. Metas médio prazo:




  1. Oferecer cursos tanto em nível diocesano, quanto regional, para pessoas dedicadas ao ministério da visitação em suas diferentes situações.

  2. Manter um cadastro diocesano e uma carteira de identificação para pessoas que participam da Pastoral Hospitalar e outros tipos de visitação que exijam este documento.

  3. Capacitação e implantação progressiva do “rol do berço” conforme orientações presentes no 4o subsídio de Responsabilidade Cristã e Missão.




      1. QUEM FAZ?




  1. Pastoral Hospitalar, Pastoral de Pessoas Portadoras de Deficiência, CPPM, CEAT e Comissão de Ministério.

  2. Ministério leigo, sodalícios e clero.




      1. COMO FAZ?




  1. Oferecendo formação para as diferentes formas de visitação e documentação quando necessário.

  2. Incentivando pessoas para participar na visitação e acompanhamento de crianças recém batizadas, seguindo os princípios do “rol do berço”.



  1. AÇÃO SOCIAL ou PASTORAL DA SOLIDARIEDADE E DA VIDA




    1. Curto prazo:




  1. Levantamento e cadastramento de todos os trabalhos de ação social realizado pelas comunidades da nossa diocese (inclusive o Lar Alice Kinsolving) no cadastro provincial.

  2. Fazer um levantamento da situação social local para definir futuras ações, considerando as ações existentes no bairro ou município, tanto em nível governamental, quanto ONGs e outras igrejas visando o trabalho em conjunto.

  3. Estimular pessoas a continuar como os trabalhos de ação social já existentes, motivando e envolvendo mais pessoas.

  4. Colocar no planejamento e metas de cada comunidade e em nível diocesano ações solidárias próprias ou realizadas em conjunto com outras entidades.




      1. QUEM FAZ?




  1. CPPM, representante diocesano na Comissão Nacional de Diaconia, Clero, Juntas Paroquias, e pessoas envolvidas e/ou interessadas nos trabalhos de ação solidária.

  2. Representantes da nossa diocese no Centro de Capacitação e Assessoria (CECA).

  3. Estatístico Diocesano.




      1. COMO FAZ?




  1. Marcando um prazo curto (até Junho de 2009) para cadastrar todos os trabalhos de ação solidária na nossa diocese, sob acompanhamento direto da CPPM.

  2. A CPPM e o representante diocesano na Comissão Nacional de Diaconia elaborarão um formulário simples orientando a forma do levantamento da situação social conforme o folheto da Consulta Nacional de Diaconia Social.

  3. Fazendo um levantamento a partir dos relatórios estatísticos do trabalhos de ação social relatados pelas comunidades; entrando em contato, se necessário com seus responsáveis.

  4. A CPPM elaborará um formulário de metas para 2009 que deve incluir um espaço para ação social.




    1. Médio prazo:




  1. Cursos de capacitação nas áreas que seja necessário conforme os levantamentos realizados com apoio do CECA.

  2. Fortalecimento das pastorais de Pessoas Portadoras de Deficiência e Indigenista, entre outras.




      1. QUEM FAZ?




  1. CPPM, CEAT e Comissão de Ministério com assessoria do CECA.

  2. Responsáveis pelas pastorais e responsável pelo Lar Alice Kinsolving.

  3. Representante da diocese na Comissão Nacional de Diaconia.




      1. COMO FAZ?




  1. Estabelecendo em 2009 um cronograma de capacitação para a ação solidária.

  2. Promovendo uma CONSULTA DIOCESANA DE DIACONIA SOCIAL, chamando todas as pessoas envolvidas e que queiram se envolver para ouvir suas visões e necessidades, nos moldes da Consulta Nacional de Diaconia Social.


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