Mini baja fesurv. IV copa jma 2014



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REGULAMENTO

MINI BAJA FESURV . IV Copa JMA 2014

CAPÍTULO 1

DEFINIÇÕES

RMBF 1 – EMENDA 0

DATA DE EFETIVIDADE: 01 DE JANEIRO DE 2012

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 1

CONTROLE DE REVISÃO

Emenda 0 - Data de Efetividade- 01 de dezembro de 2011.

Serão aceitos motores estacionários 4 tempos, 200cc, 6,5cv, Branco, Bufalo, Honda, Rinno Toyama e etc, novos, sem modificação nem preparação, exceto os patrocinados pela FESURV, que deverá ser da marca especificada.

Emenda 1 Data de Efetividade - 01 de dezembro de 2013.

Serão aceitos motores estacionários 4 tempos, 212cc, 7,0 cv, Branco, Bufalo, Honda, Rinno Toyama e etc, novos, sem modificação nem preparação, os motores de 6,5 hp podem ser retificados e preparados com peças originais. ( retíficas 0,25; 0,50 ou, 0,75)

Emenda 2 Data de Efetividade - 05 de dezembro de 2013.

Torna-se necessário a adaptação de suporte e extintor de incêndio nos carro

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV

– CAPÍTULO 1

ÍNDICE

1.1 APLICABILIDADE................................................................................ 4



1.2 HISTÓRICO Baja SAE BRASIL............................................................. 4

1.3 O PROJETO BAJA SAE ...................................................................... 4

1.4 A COMPETIÇÃO BAJA SAE ............................................................... 4

1.5 ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO MINI BAJA FESURV ....................... 5

1.6 COMITÊ MINI BAJA FESURV ............................................................... 5

1.7 JUIZES CREDENCIADOS DE SEGURANÇA ..................................... 7

1.8 REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – RMBF.................................... 7

1.9 SITE OFICIAL DA SAE BRASIL .......................................................... 8

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV RMBF– CAPÍTULO 1

1.1 APLICABILIDADE

Este Capítulo se aplica a todas as pessoas envolvidas com o projeto MINI BAJA FESURV, incluindo alunos, orientadores, voluntários, membros do Comitê MINI BAJA FESURV.

1.2 HISTÓRICO

O projeto Baja SAE foi criado na Universidade da Carolina do Sul, Estados Unidos, sob a direção do Dr. John F. Stevens, sendo que a primeira competição ocorreu em 1976. O ano de 1991 marcou o início das atividades da SAE BRASIL, que, em 1994, lançava o Projeto Baja SAE BRASIL. No ano seguinte, em 1995, era realizada a primeira competição nacional, na pista Guido Caloi, bairro do Ibirapuera, cidade de São Paulo. No ano seguinte a competição foi transferida para o Autódromo de Interlagos, onde ficaria até o ano de 2002. A partir de 2003 a competição passou a ser realizada em Piracicaba, interior de São Paulo, no ECPA – Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo.

Desde 1997 a SAE BRASIL também apóia a realização de eventos regionais do Baja SAE BRASIL, através de suas Seções Regionais. Desde então dezenas de eventos foram realizados em vários estados do país como Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

A FESURV visando o aprimoramento de seu corpo docente e discente, propõe o projeto MINI BAJA FESURV, um veiculo de uso rural com potencia de 6,5 hp, embreagem e redução 2:1. Dois lugares e que suporte uma massa estática de 220kg.

1.3 O PROJETO MINI BAJA FESURV

O projeto MINI BAJA FESURV é um desafio lançado aos estudantes de engenharia que oferece a chance de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, visando incrementar sua preparação para o mercado de trabalho. Ao participar do projeto MINI BAJA FESURV, o aluno se envolve com um caso real de desenvolvimento de projeto, desde sua a concepção, projeto detalhado e construção.

1.4 A COMPETIÇÃO MINI BAJA FESURV

Os alunos que participam do Projeto MINI BAJA FESURV devem formar equipes que representarão a Instituição de Ensino Superior FESURV, ao qual estão ligados. Estas equipes são desafiadas anualmente a participar da Competição MINI BAJA FESURV, evento que reúne os estudantes e promove a avaliação comparativa dos projetos. Qualquer equipe interessada em inscrever na Competição MINI BAJA FESURV deve seguir as instruções presentes no Regulamento MINI BAJA FESURV – Capitulo 3 (RMBF 3).

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 1

1.5 ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO MINI BAJA FESURV

O projeto MINI BAJA FESURV é administrado pela Faculdade de Engenharia Mecânica, através da Gerência de Associação, Programas Estudantis e Seções Regionais. A responsabilidade pelos aspectos técnicos do projeto e competições, nacional ou regional, cabe ao Comitê MINI BAJA FESURV e os aspectos financeiros da organização do evento é da MINI BAJA FESURV, através da Gerência de Associação, Programas Estudantis e Seções Regionais. O uso dos termos “organização” ou “organizadores” deve ser entendido como referência ao Comitê MINI BAJA FESURV.

1.6 COMITÊ MINI BAJA FESURV

O Comitê MINI BAJA FESURV é o órgão responsável pelos aspectos técnicos do Projeto MINI BAJA FESURV, incluindo a Competição Institucional e as Etapas. Somente o Comitê MINI BAJA FESURV está autorizado a interpretar os requisitos técnicos abordados nos RMBF.

A vigência do Comitê é anual, sendo que o processo de renovação de seus membros ocorre anteriormente a competição. Como pré-requisitos para se tornar membro do Comitê estão: pelo menos dois anos de ingresso na instituição; não ter vínculo direto (orientador, consultor, etc.) com equipes participantes, atuar como voluntário e/ou juiz em competições do Rolimã Race. Recomenda-se que os membros do Comitê sejam membros efetivos da FESURV. Sua formação é definida pelo Conselho Diretor da Mini Baja FESURV e o processo de renovação é coordenado pela Gerência Programas Estudantis da FESURV. Os membros do Comitê estão divididos nas seguintes funções, tendo cada umas seguintes responsabilidades:

- Diretor Geral – Responsável por todos os aspectos técnicos do projeto e das Competições MINI BAJA FESURV. Atua como interface entre o Comitê e outras entidades como empresas, imprensa, Quadro de Diretores da FESURV, etc.

- Vice Diretor Geral – Apóia as atividades do Diretor Geral e o substitui quando necessário;

- Diretor de Procedimentos – Responsável pela preparação e publicação dos RMBF, documentos interpretativos e procedimentos da Competição MINI BAJA FESURV;

- Vice Diretor de Procedimentos – Apóia as atividades do Diretor de Procedimentos e o substitui quando necessário;

- Diretor de Segurança – Responsável pelos aspectos de segurança da Competição MINI BAJA FESURV, incluindo a Inspeção Técnica e de Segurança – Parte Estática e Dinâmica, além de observar a segurança dos locais onde as provas dinâmicas são realizadas. A verificação de motor também faz parte de suas responsabilidades.

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 1

- Sub Comitê de Segurança – Formado por Juízes Credenciados de Segurança, selecionados pelo Diretor de Segurança. Ajudam na definição e aplicação dos regulamentos voltados à segurança da Competição;

- Diretor de Provas Estáticas – Responsável pelas avaliações de Relatório de Projeto e Apresentação de Projeto;

- Vice Diretor de Provas Estáticas – Apóia as atividades do Diretor de Provas Estáticas e o substitui quando necessário;

- Diretor de Provas Dinâmicas – Responsável pelas Avaliações Dinâmicas (exceto Enduro de Resistência) definidas para cada edição da Competição

MINI BAJA FESURV;

- Vice Diretor de Provas Dinâmicas – Apóia as atividades do Diretor de Provas Dinâmicas e o substitui quando necessário;

- Diretor do Enduro de Resistência – Responsável pelo Enduro de Resistência, incluindo os aspectos desportivos desta prova. Geralmente o Diretor de Enduro de Resistência seleciona um voluntário para atuar como Diretor do Enduro;

- Vice Diretor do Enduro de Resistência – Apóia as atividades do Diretor do Enduro de Resistência e o substitui quando necessário;

Abaixo segue representação da estrutura funcional do Comitê MINI BAJA FESURV

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 1

1.7 JUIZES CREDENCIADOS DE SEGURANÇA

Os Juízes Credenciados de Segurança (JCS) são voluntários do Projeto MINI BAJA FESURV fiscais capacitados para realizar avaliações de segurança em nome do Comitê MINI BAJA FESURV.

Para se tornar um JCS, o voluntário do Projeto MINI BAJA FESURV será convidado pelo Comitê MINI BAJA FESURV a participar de um Seminário de Credenciamento. Somente após o credenciamento é que o voluntário será considerado um JCS. O credenciamento tem duração de 1 ano e pode ser estendido a critério do Comitê MINI BAJA FESURV.

Faz parte dos pré-requisitos para se tornar um JCMBF (Juiz do Comite Mini Baja Fesurv): pelo menos dois anos de Ingresso na instituição; não ter vínculo direto (orientador, consultor, etc.) com equipes participantes, atuar como voluntário e/ou juiz em competições do MINI BAJA FESURV. Recomenda-se que os membros do Comitê sejam associados da MINI BAJA FESURV. Os JCMBF respondem diretamente ao Diretor de Segurança do Comitê MINI BAJA FESURV, sendo este o responsável pelo programa de capacitação e credenciamento dos JCMBF.

1.8 REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – RMBF

Os Regulamentos MINI BAJA FESURV (RMBF) são o conjunto de regras que

definem o escopo do MINI BAJA FESURV e suas atividades correlatas. Os RMBF

são desenvolvidos pela Gerência de Associação, Programas Estudantis e pelo Comitê MINI BAJA FESURV. Futuras revisões dos RMBF, chamados doravante de “emendas” ao RMBF, devem ser aprovadas conjuntamente pela Gerência Programas Estudantis e pelo Comitê MINI BAJA FESURV.

Os RMBF são divididos em Capítulos. Os RMBF serão descritos de forma resumida – exemplo: “Regulamento MINI BAJA FESURV – Capítulo 1”, será descrito simplesmente como RMBF 1. Fazem parte dos RMBF os seguintes Capítulos:

- RMBF 1 – Definições;

- RMBF 3 – Competição MINI BAJA FESURV;

- RMBF 5 – Requisitos Gerais do Veículo;

- RMBF 7 – Requisitos Mínimos de Segurança;

- RMBF 9 – Avaliações e Pontuação;

- RMBF 11 – Procedimentos da Competição;

A partir da data de efetividade da Emenda 0 dos RMBF (01 de Janeiro de 2012), eles passam a ser a regra vigente até que emendas sejam efetuadas. Portanto, a mesma emenda do RMBF pode valer por vários anos e várias competições, desde que o mesmo não seja revisado;

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 1

Deste ponto em diante, cada item modificado por uma Emenda levará o registro do número da emenda que o modificou.

Emendas aos RMBF serão acompanhadas de documento informativo, descrevendo as mudanças e os motivos que levaram às respectivas alterações.

Os RMBF serão publicados no site da FESURV. Recomendamos que as equipes verifiquem a página com freqüência. Questionamentos devem ser postados no fórum oficial da FESURV. As respostas serão postadas neste mesmo local.

1.9 SITE OFICIAL DA FESURV

O site oficial da FESURV é o www.fesurv.br. Neste local estarão disponíveis as versões oficiais dos RMBF. Além disso, no site está disponível o Fórum da MINI BAJA FESURV, veículo oficial de comunicação com o Comitê MINI BAJA FESURV.

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV
CAPÍTULO 3 COMPETIÇÃO MINI BAJA FESURV
RMBF 3 – EMENDA 0

DATA DE EFETIVIDADE: 01 DE JANEIRO DE 2012
REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 3

CONTROLE DE REVISÃO

Emenda Data de Efetividade

0 01 de Janeiro de 2012


ÍNDICE

3.1 APLICABILIDADE................................................................................ 4

3.2 COMPETIÇÃO MINI BAJA FESURV..................................................... 4

3.3 PREMISSAS DO PROJETO................................................................ 4

3.4 INTERPRETAÇÃO DAS REGRAS...................................................... 4

3.5 AUTORIDADE DA ORGANIZAÇÃO.................................................... 4

3.6 CUMPRIMENTO DAS REGRAS.......................................................... 5

3.7 PARTICIPANTES ELEGÍVEIS............................................................. 5

3.8 PROFESSOR ORIENTADOR.............................................................. 6

3.9 VEÍCULOS ELEGÍVEIS ....................................................................... 6

3.10 NÚMERO MÁXIMO DE membros nas EQUIPES............................... 6

3.11 VEÍCULOS DE EDIÇÕES ANTERIORES............................................ 6

3.12 PROJETOS IGUAIS............................................................................. 6

3.13 INSCRIÇÕES....................................................................................... 7

3.14 PARTICIPANDO DA COMPETIÇÃO................................................... 7

3.15 REUNIÃO DE ABERTURA .................................................................. 7

3.16 COMPETIÇÕES DA SAE INTERNACIONAL ...................................... 7

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 3
3.1 APLICABILIDADE

Este Capítulo se aplica a todas as equipes, que optarem por participar da Competição MINI BAJA FESURV.


3.2 COMPETIÇÃO MINI BAJA FESURV

Este Capítulo reúne as informações necessárias para as equipes que optarem por participar da Competição MINI BAJA FESURV. Este evento, de periodicidade anual, promove o encontro das equipes de Baja SAE de todo o País, através de uma disputa comparativa entre os projetos desenvolvidos. O objetivo da competição é apontar a equipe que preparou o melhor projeto dentre todos os participantes. Cada equipe que decidir por participar da Competição MINI BAJA FESURV deve ler e cumprir na íntegra os RMBF 3, 5, 7, 9 e 11.


3.3 PREMISSAS DO PROJETO

Para participar da Competição MINI BAJA FESURV, cada equipe deve projetar e construir um veículo protótipo, fora de estrada (off-road), de dois lugares, robusto,

visando comercialização ao público entusiasta e não profissional. O veículo deve ser seguro, facilmente transportado e de simples manutenção e operação.

Deve ser capaz de vencer terrenos acidentados em qualquer condição climática sem apresentar danos. Os requisitos mínimos Durante a competição, cada equipe visa ter seu projeto aceito por um fabricante fictício. Os alunos devem trabalhar em equipe em todas as fases do projeto (projeto, construção, testes, promoção e operação), desenvolvendo um veículo que respeite as regras impostas. Cabe aos alunos viabilizar suporte

financeiro para o projeto. Tudo deve ser feito sempre respeitando as prioridades acadêmicas.
3.4 INTERPRETAÇÃO DAS REGRAS

É responsabilidade das equipes ler, entender e interpretar os RMBF aplicáveis

e, quando necessário, provar que a solução adotada cumpre com o requerido.

Eventuais dúvidas sobre a intenção dos requisitos devem ser postadas no fórum oficial da MINI BAJA FESURV devidamente identificadas com nome, equipe e escola. O objetivo do uso do fórum MINI BAJA FESURV é colocar dúvidas e respostas acessíveis a todas as equipes.


3.5 AUTORIDADE DA ORGANIZAÇÃO

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 3

A organização se reserva o direito de revisar a programação da competição e/ou modificar os RMBF vigentes e/ou modificar a interpretação dos mesmos a qualquer momento, a seu critério, caso seja necessário para o prosseguimento seguro e eficiente do evento.

Em caso de dúvida ou ambigüidade em alguma expressão, frase ou palavra contida nas regras, ou mesmo na intenção na qual foram formuladas, as decisões da organização devem prevalecer.


3.6 CUMPRIMENTO DAS REGRAS

As equipes, seus membros, professores orientadores e demais colaboradores

das Instituições de Ensino Superior que ingressarem na Competição MINI BAJA FESURV, concordam em cumprir e aplicar as regras e procedimentos descritos nos RMBF 3, 5, 7, 9 e 11 e documentos adicionais anunciados pela organização.
3.7 PARTICIPANTES ELEGÍVEIS

Cada membro participante de uma das equipes deve satisfazer os seguintes

requisitos:

(a) Status de Estudante: Deve ser matriculado na graduação em um dos seguintes cursos de Engenharia: Mecânica, Produção, Automação Industrial, Materiais, Desing e Agronômica. Estudantes de cursos de Física também podem participar. A comprovação é feita através do Atestado de Matrícula. O prazo final para envio do Atestado será informado no site da MINI BAJA FESURV;

(b) Associado MINI BAJA FESURV: Deve ser capaz de comprovar sua associação no local do evento. A associação pode ser feita pelo patrocínio das equipes em material e suporte. Através de identificação no protótipo.

(c) Idade Mínima: Deve ter mais de 18 anos de idade;

(d) Identificação Fotográfica: Deve apresentar cópia de documento com foto – Registro Geral (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH), etc;

(e) Seguro com Cobertura Médica: Deve apresentar cartão do plano de saúde ou prova de seguro com cobertura médica;

(f) Contato em Caso de Emergência: Deve fornecer nome e telefone de contato (1) da empresa do seguro médico; (2) familiares ou responsáveis; para casos de emergência;

(g) Termo de Responsabilidade: Todos os membros de equipe e o professor orientador deverão assinar um termo de responsabilidade no momento da chegada à competição, sem o qual não estarão registrados no evento.

(h) Pilotos: Cópia da CNH válida;

3.8 PROFESSOR ORIENTADOR

Espera-se que toda equipe participante tenha um professor orientador designado pela equipe representada. A presença do professor orientador junto à equipe é desejada durante todo o evento, sendo considerado pela organização como seu representante oficial. Ele torna-se importante na interface entre equipe e organização além de observar a conduta e as responsabilidades da equipe e seus membros.

Os professores orientadores devem auxiliar os alunos através das teorias aplicadas ao projeto MINI BAJA FESURV, porém não devem se envolver diretamente no desenvolvimento do veículo, preparação de relatórios, fabricação de peças, montagem do veículo, manutenção ou testes.
3.9 VEÍCULOS ELEGÍVEIS

O projeto e fabricação do veículo, bem como toda documentação associada, inscrição como projeto de pesquisa junto a universidade, devem ser desenvolvidos pelos membros de equipe sem envolvimento direto de engenheiros, educadores, profissionais do ramo off-road ou ligados a esportes a motor.

Veículos que forem construídos por mão-de-obra especializada podem ser desclassificados da competição. Caso a equipe não tenha acesso às máquinas

necessárias para fabricação do chassi, o mesmo poderá ser fabricado por mãode-obra especializada sem penalização, desde que o fato seja documentado no Relatório de Projeto.


3.10 NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR EQUIPE

Cada EQUIPE poderá inscrever no máximo 15 (quinze) alunos por equipe.


3.11 VEÍCULOS DE EDIÇÕES ANTERIORES

Cada equipe poderá competir com o mesmo veículo por 2 (dois) anos. Inicia-se

este prazo a partir de sua primeira participação na Inspeção Técnica e de

Segurança. Veículos que tenham participado da edição anterior serão aceitos

somente se cumprirem com os RMBF vigentes para a competição em questão.

Recomenda-se que o veículo previamente utilizado seja modificado, de forma a

apresentar novas idéias e soluções.
3.12 PROJETOS IGUAIS

As equipes devem ter em mente que o objetivo do projeto MINI BAJA FESURV é gerar um desafio para que os estudantes tenham a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos em engenhariam tendo a oportunidade de participar do desenvolvimento de um projeto. Portanto, as equipes devem buscar sempre o desenvolvimento de novas soluções de projeto e tecnologias.


REGULAMENTO MINI BAJA FESURV – CAPÍTULO 3

Se uma Equipe participar com 2 (dois) veículos, que na opinião única do

Comitê MINI BAJA FESURV forem considerados iguais ou com um nível de

semelhança muito elevado, somente uma das equipes poderá participar da

competição. Cabe à Instituição definir qual das equipes será desclassificada. A exceção do sistema de tração que têm embreagem, pinhão, corroa e eixo.
3.13 INSCRIÇÕES

Para que a equipe seja elegível a participar do evento, deve ser formada por

um grupo de estudantes de uma Instituição de Ensino Superior, que atendam

aos requisitos do item Cada equipe deve submeter o pedido de inscrição de acordo com as instruções apresentadas no site da FESURV, http://www.fesurv.br.


3.14 PARTICIPANDO DA COMPETIÇÃO

As equipes, seus membros, professores orientadores e demais colaboradores

participantes da Instituição, são considerados “participando da competição”

do momento em que chegam ao local da prova até o momento em que deixam

o recinto ao final do evento ou por desistência prévia. Devidamente identificados.

Para fiscais serão apresentados relatórios de presença para os dias 30 e 31 de maio e 01 de junho de 2014.
3.15 REUNIÃO DE ABERTURA

Será obrigatório o comparecimento de pelo menos um representante de cada

equipe na Reunião de Abertura da Competição, realizado no primeiro dia do

evento. Sexta feira 30 de maio prédio administrativo, 19:00 h. O local especifico desta reunião será divulgado com antecedência pela organização da prova. A ausência do representante irá acarretar em penalização para a equipe. A penalização será informada pela organização da prova caso a caso.


3.16 COMPETIÇÕES DA SAE-BRASIL NACIONAL e Regionais

Os RMBF são válidos para as competições promovidas pela FESURV.

Equipes que participarem de competições promovidas pela SAE BRASIL http://www.saebrasil.org.br devem atentar para o cumprimento do regulamento da

competição em questão. Os RMBF diferem da versão nacional em alguns

pontos, portanto as equipes que representarem a FESURV em tais competições devem se atentar para tal fato.

REGULAMENTO MINI BAJA FESURV

CAPÍTULO 5

REQUISITOS GERAIS DO VEÍCULO

RMBF 5 – EMENDA 0

EMENDA 1

EXETO PARA DOAÇÃO A FESURV, SERÃO ACEITOS OUTRAS MARCAS DE MOTORES DE 6,5HP, 200CC, 4T E ORIGINAIS NOVOS SEM PREPARAÇÃO.
DATA DE EFETIVIDADE: 01 DE JANEIRO DE 2012

CONTROLE DE REVISÃO

Emenda Data de Efetividade

0 01 de Janeiro de 2012


ÍNDICE

5.1 APLICABILIDADE................................................................................ 4

5.2 REQUISITOS GERAIS DO VEÍCULO ................................................. 4

5.3 CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO VEÍCULO.................................... 4

5.4 CONFIGURAÇÃO DO VEÍCULO......................................................... 4

5.5 DIMENSÕES MÁXIMAS DO VEÍCULO............................................... 4

5.6 CAPACITAÇÃO PARA O TERRENO .................................................. 4

5.7 MOTOR................................................................................................ 4

5.8 UTILIZAÇÃO DE KITS - PROIBIDO .................................................... 6

5.9 INSTRUMENTOS DE AQUISIÇÃO DE DADOS.................................. 6

5.10 ACUMULADORES DE ENERGIA........................................................ 7

5.11 FALHA DE COMPONENTE................................................................. 7

5.12 LUZ DE MARCHA RÉ.......................................................................... 7

5.13 PONTO DE REBOQUE ....................................................................... 7

5.14 PONTO DE REBOQUE DIANTEIRO................................................... 7

5.15 PONTO DE REBOQUE TRASEIRO.................................................... 8

5.16 NUMERAÇÃO DO VEÍCULO............................................................... 9

5.17 BANDEIRA........................................................................................... 9


5.1 APLICABILIDADE

Este Capítulo se aplica a todas as equipes que vão participar da Competição

RMBF.
5.2 REQUISITOS GERAIS DO VEÍCULO

Este Capítulo reúne informações gerais que definem as características do

veículo. Equipes que participarem da Competição Baja SAE BRASIL devem

atentar para o total cumprimento dos requisitos deste Capítulo.


5.3 CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO VEÍCULO

O veículo deve ser atrativo ao mercado consumidor pelo seu visual,

desempenho, confiabilidade e facilidade de operação e manutenção. Além

disso, deve ser fabricado com ferramental padrão, requerendo pouca ou

nenhuma mão-de-obra especializada. A operação segura do veículo deve ser

uma consideração essencial na definição do projeto.



5.4 CONFIGURAÇÃO DO VEÍCULO

O veículo deve ter quatro ou mais rodas e ser capaz de transportar 2 pessoas

com até 1,90m (6ft 3in) de altura, pesando 113,4kg (250lbs) com o total 226,80Kg (500lbs). Veículos com três rodas são expressamente proibidos.

5.5 DIMENSÕES MÁXIMAS DO VEÍCULO

Largura: 1,62m (64 in), medida entre os pontos de maior largura, com os pneus

apontando para frente.

Comprimento: irrestrito. Contudo os circuitos construídos para os Baja SAE

baseiam-se em protótipos de 2,75m de comprimento. Veículos que excederem

esta dimensão poderão ser incapazes de operar em alguns percursos. Caso

isso ocorra, os mesmos serão excluídos do evento em questão.

5.6 CAPACITAÇÃO PARA O TERRENO

O veículo deve ser capaz de operar seguramente sobre terrenos acidentados,

incluindo pedras, areia, troncos de árvore, lama, grandes inclinações e lâminas

de água em qualquer ou todas as combinações e em qualquer condição

climática. O veículo deve ter tração suficiente para vencer os obstáculos e

distância adequada do solo. 20 cm do solo, quando com carga estática de 220kg.



5.7 MOTOR

Os veículos devem ser equipados com um único motor do tipo toyama,

4 tempos, monocilíndrico, com potência de 6,5HP com embreagem centrifuga e redução 2:1. Refrigerado a ar. Dúvidas quanto às características do

motor, peças, manutenção, vendas, etc, devem ser tratados diretamente com

seu distribuidor:


MO T O R G A S O L I N A R E F R I G E R A D O A A R T F 6 5 ( F C 1 )

DESCRIÇÃO UNIDADE VALORES MOTOR

Tel.: (41) 3595-9800 contato@toyama.com.br


POTÊNCIA MÁXIMA

6.5

HP

POTÊNCIA NOMINAL

6.0

HP

CILINDRADA

196

cc

DIÂMETRO x CURSO

68x54

mm

SISTEMA DE IGNIÇÃO

TCI




VELA

RN9YC




ROTAÇÃO

1800+/-150

rpm

TAXA DE COMPRESSÃO

8.5:1




TANQUE DE COMBUSTIVEL

4.0

l

CONSUMO DE COMBUSTIVEL

395

g/kW.h

CAPACIDADE DE OLEO LUBRIFICANTE

0.6

l

NIVEL DE RUÍDO 7m de distância

70

dB

DIÂMETRO DO EIXO

3/4”

Pol

SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO

Forçada a Ar




SISTEMA DE PARTIDA

Manual Retr. e Eletrica




DIMENSÕES

391x376x335

mm

PESO SECO

20

Kg

Os motores devem conservar todas as características originais, com as

seguintes exceções:

Folgas dos anéis: livre

Para outras edições, serão permitidos somente anéis e pistões originais das respectivas marcas exemplo Toyama nas medidas standard, 0,025mm e 0,05mm.

O cilindro não pode ser retrabalhado para alteração da taxa de compressão,

exceto no diâmetro do furo compatível com os anéis e pistões de sobremedida no caso de retífica de motor. Outras edições.

A regulagem das folgas das válvulas é livre.

Assentamento das válvulas nas respectivas sedes pode ser trabalhado sem

a modificação do ângulo de vedação que deve permanecer em 45º para

admissão e 45º para escapamento.

A regulagem da marcha lenta é livre.

Apenas o filtro de ar original é permitido.

Ajuste da bóia do carburador é livre.

Somente o abafador original toyama para a saída dos gases de

escape pode ser usado e o tubo de escape original. Não é permitido o

ajuste do escape. O tubo de escape não pode alterar a configuração do duto de escape do cabeçote.

_ Qualquer comprimento original de escape é permitido, porém não pode ser

variável.

_ O tubo de escape não pode ter furos ou tubos extras.

_ O abafador original do motor é o único permitido. Todos os gases

devem passar através de um único abafador. Abafadores múltiplos não

são permitidos.

_ Suportes para o sistema de escape são fortemente recomendados.

_ O sistema de escape deve terminar o evento intacto. A perda parcial ou

total de qualquer parte do sistema pode resultar em desclassificação ou

penalidades.

A corda de partida do motor pode ser estendida para permitir o acionamento

pelo piloto quando sentado. É permitido o uso de partida elétrica. Desde que tenha baterias seladas, ou de gel, de modo a evitar transbordo de solução acida em caso de sinistro.

Somente filtro de combustível original da marca do motor ou Toyama é permitido. Somente 1 filtro pode ser instalado.


5.8 UTILIZAÇÃO DE KITS - PROIBIDO

Veículos fabricados a partir de um kit ou de um projeto já publicado não serão

aceitos na competição. Estas regras não excluem o uso de sub-montagens pré-fabricadas ou modificadas.

5.9 INSTRUMENTOS DE AQUISIÇÃO DE DADOS

Instrumentação e outros dispositivos de aquisição de dados são permitidos a

bordo do veículo, porém a fonte de energia para tais equipamentos deve vir de

baterias seladas, secas (alcalinas) ou tipo gel. No caso de impactos ou

capotamento, as baterias não devem derramar nenhum fluído. A bateria deve

ter a capacidade de, no máximo, 20 Amperes hora (20Ah). Para controle de

suspensão, transmissão, ou combustível, a energia deve vir do próprio motor. A

configuração de tais sistemas deve ter aprovação oficial dos Juízes

Credenciados de Segurança e para prevenir divergências, seu uso não é

recomendado. Caso sejam usadas, os sistemas devem aparecer no Relatório

de Projeto. Sistemas híbridos de potência são proibidos.
5.10 ACUMULADORES DE ENERGIA

O único tipo de acumulador de energia permitido, para fins de propulsão, é o

hidráulico. Se empregado, deve estar com nível de energia zero antes de

qualquer prova. Sistemas hidráulicos de força devem ser protegidos

(encapsulados) e o projeto da proteção deve ser submetido à avaliação dos

Juízes Credenciados de Segurança.


5.11 FALHA DE COMPONENTE

Caso o veículo sofra uma falha significativa de algum componente durante a

competição, a correção deve ser aprovada pelos Juízes Credenciados de

Segurança antes que o protótipo retorne à disputa.


5.12 LUZ DE MARCHA RÉ

Veículos com marcha ré devem ter uma luz traseira que cumpra ou exceda a

norma SAE J759. Devem possuir também um alarme sonoro conforme norma

SAE J1741 ou J994, que seja acionado quando o veículo estiver em

movimento de marcha ré. Peças de procedência reconhecidamente automotiva

poderão ser usadas. Não obstante todo sistema será submetido a julgamento a

critério dos Juízes Credenciados de Segurança quanto ao funcionamento e

integridade.


5.13 PONTO DE REBOQUE

Todos os veículos devem possuir pontos de reboque na frente e na traseira,

alinhados com seu eixo longitudinal. Os pontos de reboque podem ser

reposicionados, exceto durante as Avaliações Dinâmicas, garantindo-se que,

durante o uso, estejam rigidamente fixados na estrutura. A Figura 1 e a Figura

2 mostram exemplos aceitáveis e não aceitáveis de pontos de reboque.

Nota: Os pontos de reboque são obrigatórios durante toda competição.
5.14 PONTO DE REBOQUE DIANTEIRO

O ponto de reboque dianteiro pode ser:

a) Um pára-choque dianteiro tubular, com resistência mecânica suficiente

para sustentar todo o peso do carro sem deformação plástica. O párachoque

deve possuir um diâmetro externo máximo de 25,4 mm (1 inch)

na porção central, para o posicionamento centralizado e fixação de um

gancho (cambão), ou;

b) Uma placa de reboque com as características descritas no item 5.15.

Esta placa não pode estar exposta em caso de colisão frontal. Placas

articuladas, retráteis ou escamoteáveis são aceitas.




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