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grupo 2
Prof. Jaime Bergamim

IGREJA EVANGELICA ASSEMBLÉIA DE DEUS –

MINISTERIO DE GUARAITUIBA – COLOMBO – PR


A RAZÃO DA NOSSA FÉ

Escola Bíblica Dominical 3º Trimestre de 2017


Introdução Este é valioso material complementar ao assunto da Escola Bíblica Dominical de nossa Igreja .

O trabalho realizado nesse compendio, é esforço de pesquisa e estudo sistemático de cada lição bíblica sem compromente o assunto principal de cada lição sempre observado cada ponto e subpontos, para que os alunos não percam o interesse pela nossa EBD e que novos alunos sejam agregados ao corpo da membresia.

O tema “Razaão da noss fé”, Foi estudo durante o 3º Trimestre de 2017, sobre a orientação de varios professores, no entanto esse compendio, com excessão de tres liçoes são comentarios e elaboração do Ev. Jaime Bergamim, independente das lições que tenha licionado ou não.

Resumo: Razão da nossa fé, é o estudo sistematico de algumas doutrina bíblica para o enriquecimento espitual da igreja. O principal assunto desse trimestre gira em torno da Escatologia Soteriologia, Pneumatologia não sendo eles os temas principais, mas entre as linhas de cada lição vamos encontra assunto assum relacionado diretamente ou indiretamente. Cabe a nós professores entender cada assunto e sua particularidade e transmitir com clareza cada ponto dimerindo no maximo as duvidas de nosso alunos. No final desse compendio temos a Apendice acerca do Espirito Santo estar ou não na terra na terra durante a Grande Tribulação. Nele contem pesquisas e o parecer desse comentarista. Alertando, ainda, que não somos o dono da verdade e nem da ultima ilterpletação, mas prorei trazer a lume e maior clareza possil o assunto pelo qual foi difundio entre as classes.

Jaime Bergamim1



A INSPIRAÇÃO DIVINA E AUTORIDADE DA BÍBLIA

Texto: 2 Tm 3.14-17

INTRODUÇÃO:

A Bíblia foi escrita num período de 1600 por quarenta escritores diferente, vivendo em épocas diferente e em culturas diferentes; muitos deles não se conheceram; quando estava nascendo o outro praticamente já estava morrendo, mas todos escreveram de forma harmônica as escrituras porque o mesmo Espirito que revelava e inspirava um também fazia ao outro. Deus é Deus unidade sem sombra de variação.

No último levantamento que feito a Bíblia já estava escrita para 2.935 línguas dividido da seguinte maneira:
a. O Novo Testamento para 1.334 línguas

b. Porções Bíblicas para 1.038 línguas

Total lizando 563 idiomas.

A Bíblia deve ser ensinada na língua do seu povo e não como em alguns tempos aqui mesmo no Brasil que a igreja Católica celebra a Missa em latim. Era vedada a leitura da Bíblia pelo leito (Ver mais no III ponto dessa LIÇÃO).


Nenhum outro livro outro livro sobreviveu a intempéries, as perseguições por tanto tempo. Nem a fogueiras nem os reis e outros conseguiram dar fim a bíblia, e jamais dará porque ela é infalível, fiel e verdadeira, é boca de Deus falando aos homens em todos os tempos.

A Bíblia é um livro antigo escrito em papiro. Papiro é uma planta aquática que crescia junto aos rios e existem ainda hoje no Sudão, Galileia superior e vale de Saron. Também é conhecido como junco. Essa planta é usada para escritura desde de cerca de 3.000 anos a.C.


I. REVELÇAÕ E INSPIRAÇÃO

1. Revelação – É a revelação de Deus pela qual ele dá a conhecer aos escritores coisas desconhecidas e que o homem por si só jamais poderia saber.

Tirar o véu descobrir o que está em coberto



A revelação – Deus revelando a si mesmo através de Cristo – Jo. 1
“No princípio era o verbo era o verbo. Todas a coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”.
Segredos Divinos – Deus revela seus mistérios aos seus santos profetas através da palavra. Am.3.7

“Certamente, o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado aos seus servos, os profetas”


2. Inspiração
Quando vamos estudar o termo inspiração precisamos ter muito cuidado quando fazemos, pois, existe várias teorias da inspiração que são falsas; veja alguma bem resumidas abaixo:

  1. Natural e humana – Essa teoria defini que a bíblia foi escrita por homens dotados de certa intelectualidade, gêneros especiais, negando o sobrenatural da Bíblia. Essa teoria é um erro fatal para a fé cristã.




  1. Divina e comum – Essa teoria ensina que a mesma inspiração que hoje nos vem quando cantamos, pregamos e oramos. Essa teoria é um erro, pois admiti graus, ou seja, o Espirito Santo dá de acordo com o quanto oramos ou jejuamos, ao passo que aos escritores da bíblia não admitia tais graus.




  1. Inspiração parcial – Essa teoria ensina que parte das escrituras são inspiradas e outras não. Ensina que a Bíblia não é a palavra de Deus, mas apenas contem a palavra de Deus. Se essa teoria fosse verdade, nós estaríamos em grande confusão: Quem poderia dizer quais partes das Escrituras é inspirada ou não?




  1. Teoria do ditado verbal – Deus ditou tudo, não deixando espaço para o estilo e atividade do escritor. Essa teoria e falsa, porque Deus inspirou e usou as faculdades mentais de cada indivíduo no seu estilo e modo para escrever as Escrituras. Os escritores não eram meros robôs a serviço de Deus.

Por fim temos a teoria correta da bíblia que vamos ver no terceiro ponto desta lição:


3. A forma de comunicação

Essa comunicação se refere como Deus tem se revelado através dos tempos por meio da sua obra, através da própria criação.


Deus comunicou aos seus profetas no antigo testamento por meio de palavras e visões, som e símbolos. Jr. 1.13: Amos 7.8

“E veio a mim a palavra do Senhor dizendo: Que é que vê? E eu disse: Vejo uma panela que ferve para bando do Norte”.

“Que vês tu amos? E eu disse, um plumo. Então disse o Senhor: eis que porei o plumo no meio do meu povo Israel; nunca mais passarei por ele”.
Forma de comunicação no Antigo e no Novo Testamento:
No antigo testamento vamos encontrar muito a expressão: Veio a mim a palavra do Senhor o que não aparece no Novo Testamento, com exceção de João Batista quando ele estava no deserto – Lc. 3.2:

“ ... Veio no deserto a palavra de Deus a João, filho de Zacarias”.


Vale apenas estudar por que só a João veio a palavra de Deus, e isso não acontece aos demais apóstolos.
II. A ISPIRAÇÃO DIVINA
1. Inspiração divina

Theopnesuta – Theo = Deus, pneo= respirar, soprar.

Logo a Escrituras foi soprada por Deus.

Teopneustia – Inspiração divina da Bíblia
2. Avaliação exegética

O que temos aqui e a questão da gramatica grega usada nos dois textos bíblico:



Toda Escritura divinamente inspirada – Essa tradução na língua portuguesa deixa margem para dizer que nem toda as Escrituras é inspirada.

Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa.
3. autoridade

A autoridade da Bíblia deriva do seu tema central

a. No Antigo Testamento: Deus falou aos profetas.

b. No Novo Testamento: Deus através de Jesus transmitiu aos apóstolos

A sua autoridade se relaciona a sua origem: Jo 1.1


  1. Existe desde o principio

  2. A Forma com ele falou: Hb. 1.1

“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho”


Tanto no Antigo como no Novo testamento a sua autoria está no tema central das Escritura: “O pai e o filho”
III. INSPIRAÇÃO PLENARIA E VERBAL
Teoria da Inspiração plenária ou verbal – Ela ensina que todas as partes das escrituras são igualmente inspiradas e que os escritores não funcionaram como maquinas inconscientes; que houve cooperação vital e continua entre eles e o Espirito Santo Deus que os capacitavam. Homens santos escrevem com seus vocábulos, mas sobre a influência do Espirito Santo.
Toda escritura foi inspirada por Deus, mas nem toda foi dada por revelação:


  1. História – Lucas fez pesquisa sobre a vida de Jesus para escreve Lc. 1.1

Atos 1.1 – Fiz o primeiro tratado ó Teófilo.

  1. Geográfico e cultural – Junto ao da Babilônia... Carta de Paulo aos

Coríntios fala muito de cultura.

Porem nada disso invalidada e inspiração plena e verba da Escrituras Sagradas.


IV. ÚNICA REGRA INFALIVEL DE FÉ
1. Proveitosa para ensina

Trata-se do ensino espiritual para salvação (2Tm 3.15)

A Bíblia diz que quem ganha almas sábio é: Que tipo de conhecimento esse? São conhecimento que não encontramos fora das Escrituras; só nela e por ela.
Os dois últimos subpontos, vamos deixa para as próximas aulas quando estaremos dando mais ênfase a eles


  1. Conduta humana – faremos menção na segunda lição ponto I

  2. A tradução da Bíblia, já vimos com bastante propriedade na introdução dessa lição.


CONCLUSÃO
Em todos os tempo e épocas, a Bíblia sempre foi o meio pelo qual Deus se revelou aos homens através da escrita revelada e inspirada pelo Espirito Santo.

Os quarenta escritórios da Bíblia, foram movidos por Deus sob as mais diversas circunstâncias: No exilo, em prisões, nos palácios e no deserto. Tudo vinha de uma mesma fonte: Deus e o Espirito Santo.

A Bíblia é o único livro que quando lemos o autor está presente. Não podemos falar isso de outros livros, somente da Bíblia.
Tenham todos uma boa aula

O ÚNICO DEUS VERDADEIRO E A CRIAÇÃO

Texto: Dr. 6.4:


ve'ahavta' echad adonay' eloheynu adonayy isra'el shema

Ouve, Israel; o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR


Gn. 1.1: 'elohim bara' bere'shi;

No princípio criou Deus os céus e a terra



Introdução
Nesta lição estaremos estudo a origem do Deus verdadeiro e conceito de monoteísmo e a obra da criação. São temas bastantes difíceis, porém, não impossíveis de se explicar. Em regra geral, a bíblia é aceita por fé e não obra da lógica.

Quando vamos estudar o criacionismo e o evolucionismo, vamos encontrar um abismo intransponível e antagônico entre um e outro.

A teoria da evolução, nunca foi provada. São apenas suposições e ensaios científicos em torno daquilo que Deus criou e a ciência procura distorcer.

I. O Único Deus Verdadeiro:

1. O Shema: Ouve, Israel – Significa ouvir, obedecer: esse versículo na sua forma hebraica„ “adonay yisra'e shema” é a confissão de do povo Judeus.
O que o versículo que deixar claro e que existe um único Deus:

Termo comum usado nas escrituras hebraicas, Elohim (em hebraico: אלהים) é o plural da palavra Eloah. 2


Embora que a palavra elohim, aparecer no plural em Genesis, Deus é essência homogêneo e indivisível. Deus é um Espirito puro e não composto (vamos estudar na lição “Santíssima Trindade”.
Singularidade3: É a composição que envolve o tempo, ou seja, Deus nunca existiu em forma separada, mas que essa mesma unidade não impede a forma de sua trindade, e a sua trindade não está de modo alguns em discrepância com a sua unidade.
Unidade4: diz respeito a sua forma de existir com Deus poderoso: Zc. 14.9, Sl 86.10
“ E Senhor será sobre toda a terra; naquele dia, um será o Senhor, e um será o seu nome”
Porque tu és grande e opera maravilhas; só tu és Deus”
Em todos os tempos Deus operou de forma única e harmônica juntas: Pai, o Filho e o Espirito Santos. Essas três pessoas são únicas em essência e atributos, separadas apena nas suas manifestações
O Pai: operou no ato da criação;

O Filho – operou no ato da reconciliação;

O Espirito Santo – opera como consolado e quem convence o homem do pecado
2. Monoteísmo
Diz respeito a crença em único Deus.

As três religiões religião monoteísta são:



  1. Judaísmo “Shemá” – religião basicamente constituídas de Judeus:

O judaísmo afirma uma continuidade histórica que abrange mais de três mil anos. É uma das mais antigas religiões monoteístas, que sobrevive até os dias atuais.



  1. Cristianismo – Religião dos seguidores de Cristo “Os Cristão”5




  1. Islamismos6 - Religião dos seguidores de Maomé. Embora sejam monoteístas, seu Deus não é o mesmo Deus “Shemá” do Judeus e do Cristianismo.

3. O monoteísmo judaico-cristão
O monoteísmo judaico-cristão foi ratificado, foi ratificado em Cristo quando do seu nascimento conforme afirma o evangelho de João
“Deus nuca foi visto por alguém. O filho unigênito, que está no seio do pai, este o fez conhecer”,7

.

Foi somente através de Cristo que Deus se revelou ao homem em forma humana. Deus se tornou homem Cristo Jesus para se revelar a humanidade.


Cristo – Que significa ungido ou messias8

Jesus – é o nome humanos de Cristo
E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” (Mateus 1:21)9
II. Criação X Evolução
1. O modelo criacionismo

Para comunidade cientifica (incrédula) é uma mera proposta religiosa10

A única base para a explicação da criação e fé bíblica, pois não se explica por fato empíricos11
A criação é um projeto de Deus e que o autor não dá explicação do método usado baseado no “Desing inteligente”12 No entanto não existe explicação biológica e cientifica para descrever a criação como ato da soberana vontade Deus o “13 ou o “Eu Sou”14; não tem como provar em laboratório que Deus criou o mundo.
2. Modelo evolucionista: O que é Evolucionismo:15
Teoria nunca provada, aliás, a teoria da evolução está perdendo a sua força nos meios acadêmicos devido a falta de provas consiste em relação a seleção natural e a lei da sobrevivência e geração espontânea.

A teoria da evolução é ateísta que excluiu o Deus da criação.


III. A criação


  1. A criação do universo

Criação dos céus e a terra – Gn.1.1

ha'arets ve'et hashamayim 'et 'elohim bara' bere'shit

No princípio criou Deus os céus e a terra”
Deus trazendo fazendo existir do nada pela sua livre e soberana vontade aceita somente pela fé sem explicação lógica ou métodos cientifico.
Nos cinco primeiros dias da criação Deus usou a expressão haja, que Dá entender “vir do nada”16
Deus trouxe a existência do homem do nada, e de maneira instantânea. Isso pode contradizer alguns pensamentos a respeito dos seis anos milenar
2. A narração da criação em Genesis

a. Argumento da Geologia

Deem nos que exames de restos fossilizados mostra que as várias formas de vida na terra não se originaram toda de uma vez, mas sucessivamente e que, como regra, a sucessão procede das formas mais simples para as mais complexa.

Em resposta a esse argumento, seja primeiramente observado que a asserção17 supra, mesmo se verdadeira, não prova a evolução de uma espécie para a outra na ausência de registro geológico de elos conetores entre as espécies. Assim, tudo quanto se afirmar a sucessão dos fosseis, apenas prova a sucessão de espécie e não de evolução.18
3. A criação do ser humano

Conhecemos pela Bíblia que a raça humana teve origem em Deus. Nossa fé não se baseia em métodos cientifico ou logica, o que o cientista ateu não pode aceitar. O homem é um ser racional dotado da essência de adoração.

O argumento da embriologia diz:

Entre os advogados da evolução alegam: que o embrião humano, no seu desenvolvimento, passa pelas mesmas mudanças que tu supões ter passado o homem na sua evolução da ameba.

Se o homem evoluiu de uma ameba, por que hoje não conseguem criar um simples rim? Se a evolução fosse aceita aberta e absolutamente confirmada, por que os seres pararam de evoluir?

Ninguém conseguiu explicar a origem da vida inteligente, como se formou a vida, mas somente como ela surgiu do ato espontâneo e da vontade soberana de Deus, isso sim a bíblia afirma. Ninguém explicara; são mistérios insondáveis da primeira força, do Primeiro motor da causalidade presente em tudo “DEUS”, somente ele explica o mistério da origem da vida do ser chamado homem.


A origem da vida só se explica no sopro de Deus no boneco chamado Adão. Adam que significa gênero humano recebe de Deus o princípio da vida.
A ciência nunca vai entende esse ser criado um pouco menor do que os anjos, dotados de livre arbítrio, sentimento de amor e ódio, de rir e chorar o mesmo tempo.
Considerações finais
Não existe forma logica conciliar a criação e evolução, as duas ciências são antagônicas; somente posemos conciliar a criação com o seu criador.

A evolução é uma teoria não sustentada por fatos imparciais. É uma cisma selvagem. A única causa de uma invenção é que ela ministra ao orgulho do homem natural e o auxilia a desfazer-se de concepção que lhe são agradáveis ao coração ímpio e rebelde. Os milagres são-lhe repugnantes; portanto, ele busca uma explicação materialista da vida. Não há um só fato em prova da evolução, mas muito fatos conta ela.

Contra a teoria da criação só temos provas tanto bíblicas como cientifica. Basta examinarmos qualquer compendio sobre o assunto e a nossa fé crescerá ainda mais em Deus “O Todo Poderoso”.

De acordo com a Bíblia o homem, foi criado santo e justo, caiu desse estado, trazendo pecado ao mundo.

A evolução não tem lugar para estado original santo do homem, nem para a entrada do pecado através de uma queda.

Ainda que a Bíblia nada falece sobre a origem do homem, eu acreditaria no poder de Deus para trazer a existência o homem e toda a obra criada sobre a terra.

Gloria a Deus.

A SANTISSIMA TRINDADE: UM SÓ DEUS EM TRÊS PESSOAS
Texto: I Co. 12. 4-1; 2 Co. 13.13
Introdução:
A doutrina da Trindade é a verdade mais crucial do pensamento cristão, mas como conciliar o monoteísmo revelado no Antigo Testamento com a divindade de cada pessoa da Trindade? Esse é o enfoque da presente lição.

A Igreja, desde a antiguidade, em várias passagens bíblicas creu na fé em um só Deus que subsiste eternamente em três pessoas distintas, ou seja, Existe apenas um Deus em três pessoas



Fontes para estudos apologéticos acerca da trindade:
Concilio para definir a doutrina da trindade [19)

Apologia de Tertuliano [20]

Concilio de Latrão [21]

I. Construção Bíblica Trinitária

1. A unidade na Trindade - I Co 12.4-6

Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.


E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.


E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todo


Paulo aqui afirma a unidade de Deus, uma só essência e substância, em diversidade de manifestações de cada Pessoa distinta. E declara que o Espírito é o mesmo, o Senhor é o mesmo e o Deus Pai é o mesmo. É a unidade na diversidade.

- O mesmo Deus que opera tudo em todos – Paulo resume todas as manifestações em só Deus – Unidade na diversidade

2. A benção apostólica

A benção já era costumeira nas despedidas das reuniões, isso prova a crença ou consciência dessa realidade divina acerca da trindade.

A Consciência de um Deus trino, começa na manifestação a Abraão por ocasião da destruição de Sodoma e Gomorra. (Gn 18 e 19

A consciência de Gn 1.26 Façamos o homem



3. O Deus trino e uno revelado – Ef 4.4-6

4 Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;

5 Um só Senhor, uma só fé, um só batismo;

6 Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós.


  1. O Pai – é o que cria, Ele justiça, sem sombra de variedade – Tg 1.

17 Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há oscilação como se vê nas nuvens inconstantes. 18 De acordo com a sua vontade, Ele nos gerou pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que os primeiros frutos de toda a sua criação. Como viver a Palavra de Deus

  1. O Filho - é o que resgata o pecador – Ele é a graça manifesta em Cristo

Tito 2:
11 — Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,

14 — o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.



  1. O Espirito Santo – é o selo e o que convence o homem do pecado

Ef. 4.30 E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, com o qual fostes selados para o dia da redenção.
Nos textos acima temos as características do Deus e uno revelado em épocas ou tempo diferente
II. Deus trino e uno

1. Uma questão crucial

Como conciliar essa questão crucial com o conceito de monoteísmo cristão, ou seja, a crença em um só Deus?

Não é triteísmos, ou três deuses, pois existe um só Deus, e Deus é um só.
2. A Trindade

O conceito mais claro na Bíblia sobre a trindade está em Mateus 28.19

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.

Neste versículo reuni toda a citação de Ef. 4.4-6. É a base cristalina e central da verdade sobre o Deus trino.



III. Crenças inadequadas

1. Os monarquianistas Dinâmico [22]

O monarquianismo – Governo ou exercido por um único soberano – Foi combatido por Tetuliano [23].

Esses negavam a divindade de Jesus. Afirmavam que Jesus recebeu poder por ocasião de seu batismo, e se tornou divino por ocasião da ressureição. Essa teoria contraria Jo.1.1-3 e I Jo 1.1.3

Jo.1.1-3


No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

Ele estava no princípio com Deus.

Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.[24]
I Jo. 1.1-3

O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam — isto proclamamos a respeito da Palavra da vida.

A vida se manifestou; nós a vimos e dela testemunhamos, e proclamamos a vocês a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada.

Nós lhes proclamamos o que vimos e ouvimos para que vocês também tenham comunhão conosco. Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo. [25]


2. Os monarquianistas modalistas

Deus aparece com máscara, disfarce para se revelar a humanidade. Não são três pessoas, mas três faces.

Essa doutrina é chamada de sabelianismo [26]

3. O arianismo

Doutrina formulada por Ario - Quem foi Ario(27)

O arianismo foi uma visão cristológica sustentada pelos seguidores de Ário, presbítero cristão de Alexandria nos primeiros tempos da Igreja primitiva, que negava a existência da consubstancialidade entre Jesus e Deus Pai, que os igualasse, concebendo Cristo como um ser pré-existente e criado, embora a primeira e mais excelsa de todas as criaturas, que encarnara em Jesus de Nazaré. Jesus então, seria subordinado a Deus Pai, sendo Ele (Jesus) não o próprio Deus em si e por si mesmo. Segundo Ário, só existe um Deus e Jesus é seu filho e não o próprio Deus. Ao mesmo tempo afirmava que Deus seria um grande eterno mistério, oculto em si mesmo, e que nenhuma criatura conseguiria revelá-lo, visto que Ele não pode revelar a si mesmo. [28

Considerações Finais
Diante do que acabamos de estudar, fica claro que a doutrina da Trindade é bíblica e está provado tanto teologicamente quanto biblicamente que existe um só Deus, porem em diversas manifestações em uma mesma essência e poder.

O SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO
Texto: Jo. 1.14
Introdução

Jesus, segunda pessoa da Trindade e o temos do estudo da nossa lição. Ele é o tema central das escrituras, revelado no Novo Testamento.

No Antigo Testamento, Jesus foi representado pelo cordeiro nos sacrifícios judaicos e Monte Moriá com Abraão.

Ele é o Emanuel “Deus conosco” profetizado por Isaias; essas verdades exauridas no tipo do Antigo Testamento é inegável na revelação de Jesus Cristo apresentado no primeiro capítulo do evangelho de João


1. Filho Unigênito de Deus

1. O filho de Deus

A Bíblia afirma textualmente que Jesus é o verdadeiro Deus, o mesmo Javé29 de Israel.

Das três pessoas da Trindade, a única revelada corporalmente aos homens foi a segunda, o Senhor Jesus Cristo.

É sobre a pessoa de Cristo que por século seguidos, tem surgido as mais diferentes discussões. A pergunta é

Quem Diz o povo ser o filho do homem? (Mt.16.13).

No entanto, a resposta bíblica permanece inalterada:

a. Ele é o Verbo que estava com Deus – Jo 1.1

b. Subsiste em forma de Deus, e não julgou ser igual a Deus – Fl. 2.6

c. Ele, é o resplendor da glória e a expressão exata do seu ser – Hb. 1.3

d. Ele é a imagem do Deus invisível - Cl. 1.15

e. Ele é o verdadeiro Deus e a vida eterna - 1 Jo. 5.10
Jesus foi gerado desde a eternidade:

E, agora, glorifica-me tu, o pai, junto de ti mesmo com a gloria que tinha contigo antes que o mundo existisse. Jo. 17.5

Esse versículo prova a existência de Jesus antes de todas as coisas

2. Significado

Filho – Diz de um mesmo tronco, de uma mesma raiz e de uma mesma origem. No caso de Jesus, ele é o filho de Deus

Filho de Deus é uma expressão encontrada no Antigo Testamento (ou Bíblia Hebraica) e em vários outros textos judaicos e no Novo Testamento. Nas Escrituras hebraicas, de acordo com a tradição judaica, relaciona-se a vários sujeitos distintos, a anjos, seres humanos e, até mesmo, a toda humanidade. De acordo com a maioria dos estudiosos cristãos, a expressão se refere ao relacionamento entre Jesus Cristo e Deus, assim como ao relacionamento experimentado por todos os crentes fiéis a Jesus (cf. João 1:12).

Enquanto reis e heróis eram tratados como filhos de algum deus em particular dentre os muitos do universo politeísta, Jesus é - para os cristãos monoteístas - o filho do único Deus.

Jesus ele mesmo da testemunha de ser filho de Deus reafirmando a sua divindade.

Disse Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta". Jesus respondeu: "Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’? João 14:8,9

E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou. Jo.14.25

3. Significado de “unigênito”

Etimologia da palavra unigênito e o uso correto nos textos bíblicos

A palavra unigênito foi utilizada para traduzir o termo grego monogenes, empregado em diversas passagens bíblicas, e, quando traduzido para o latim (Vulgata) através da palavra unigenitus, gerou algumas confusões na interpretação.

Essas discussões sobre a interpretação e significado da palavra unigênito na Bíblia, acontecem, especialmente, pelo fato do termo grego monogenes se referir a Jesus em alguns textos bíblicos. No entanto, é totalmente possível entendermos corretamente o significado da palavra unigênito nestes casos.

Primeiramente precisamos entender que o termo grego original não está necessariamente ligado apenas à interpretação de “único gerado”, trazendo a ideia de nascimento ou de criação (embora se enquadre na maioria dos casos dependendo do contexto), mas também pode ser interpretado como “único de sua espécie”, “único do tipo” ou “único existente”, referindo-se a uma ideia de singularidade e não de nascimento.

Quando se refere a Jesus como unigênito do Pai, a interpretação correta deve ser o de “único existente” ou “único do tipo”, porque Ele nunca nasceu e nem foi criado (Jo 1:1-3), ou seja, Ele sempre existiu, mas é correto o uso do termo grego nesse caso pelo simples fato de que não há alguém como Ele, isto é, Ele é único.

Filho referindo a Jesus, não está ligado a um processo de reprodução, nem de criação, mas de geração em essência, poder e gloria.



3. A Deidade do Filho de Deus

1. O verbo de Deus

Termo verbo ou palavra é usado de maneiras diferentes na Bíblia. No Novo Testamento, há duas palavras gregas traduzidas como "verbo" ou “palavra”: rhema e logos. Elas têm significados ligeiramente diferentes. Rhema normalmente significa "uma palavra falada



Verbo - Logos, no entanto, tem um significado amplo e mais filosófico. Este é o termo usado em João 1. Ele geralmente implica uma mensagem total e é utilizado principalmente em referência à mensagem de Deus para a humanidade. Por exemplo, Lucas 4:32 diz que, quando Jesus ensinava o povo, "muito se maravilhavam da sua doutrina, porque a sua palavra [logos] era com autoridade." As pessoas ficaram surpresas não apenas pelas palavras específicas que Jesus escolheu, mas por sua mensagem total.

No Verbo (logo) está expressa a autoridade da palavra, em essência, tributos e poder.



2. Reações a divindade de Jesus

A divindade de Jesus é apresentada na bíblia nas seguintes expressões:



  1. O primeiro e o último – Is. 41.4 e Ap.1.17

  2. Senhor de Todos e Senhor da Gloria - At. 10.36; 1 Co. 2.8

  3. Doador do Espirito Santo – Mt.3.11; Lc. 3.16

  4. Onipresente – Ef. 1.20-23

  5. Onipotente – At. 1.8

  6. Onisciente – Jo. 21.17

3. Relação entre o pai o filho

O pai e o filho, eles não se dividem em poder, gloria e essência, somente são na forma e não função. Vejamos porquê de “forma e função”



  1. Deus pai é unicamente Divino

a.a. O filho Jesus, é divino e humano
b. Deus pai é Justiça sem sobras de variação

b.b. O filho Jesus é a graça e a misericórdia de Deus manifesta aos

homens.

3. A humanidade do filho de Deus

1. O verbo se fez carne

2. Necessidade da encarnação do verbo

A expressão, o verbo se fez carne é uma explicação da humanidade do próprio Deus revelado em Jesus através do logo divino. A única forma de Deus se revelar a humanidade foi através de seu filho.

Na encarnação de Jesus Cristo, temos duas naturezas


  1. Natureza espiritual – Fl 2.6; Hb 4.15

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
“Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.”
Sem pecado, denota a sua natureza divina, pois todo homem nasce sob o efeito do pecado. (Sl 51.5)
Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe

  1. Natureza humana – Gl. 4.4-5 e Rm 8.3

Jesus teve um nascimento humano e uma genealogia humana: “vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos”
Porquanto, o que era impossível a lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviou seu filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou a carne no pecado.
A natureza humana de Jesus, só foi necessária para resgatar o pecador e dar adoção de filho.

Considerações Finais

O Senhor Jesus ele é o único Senhor pelo qual podemos ser salvos. O Jesus da história é para muitos um revolucionário ou simplesmente um profeta, mas o cristianismo Jesus é filho de Deus, o próprio de Deus revelado a humanidade, não em forma de teofania como no Antigo Testamento, mas Deus revelado em Cristo em Jesus. Amem

Tenham todos uma boa aula

Ev. Jaime Bergamim



A IDENTIDADE DO ESPIRITO SANTO

Texto: Jo.14.15-18, 26



Introdução

Considerando que a Bíblia expõe quanto a personalidade do Espirito Santo, certificamos que ele não simplesmente uma influência, como alguém creem e ensina erroneamente. O espirito Santo é uma pessoa divina. Ele distribui numerosa benção.

O Espirito Santo a terceira pessoa da Trindade, ele é a última manifestação de Deus na terra até o milênio.30

Quando falamos do Esperto Santo como pessoa, precisamos levar em conta que a palavra pessoa é explicada pelos três Capadócios (padres), como sendo uma forma de revelar a unicidade de Deus nas três manifestações: Pai, Filho e Espirito Santo, mas não existe três pessoas, mas três Hipóstases.31


I. O Espirito Santo

1. A revelação divina

As revelações contidas nas escrituras referente ao Espirito Santos trata-se de uma revelação progressiva. Não é hierarquia ou submissão.



Deus Pais – Se revelou ao Santos Profetas no Antigo Testamento

O Filho Jesus – Revelou a pessoa do Pai, porque Deus nunca foi visto por homem

Alguns,


O Espirito Santo – Revelou Jesus conforme a expressão de Jo. 16.14-15

“Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês.

Tudo o que pertence ao Pai é meu. Por isso eu disse que o Espírito receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês”.

Aqui temos três revelações do Espirito Santo:



  1. Ele me glorificará porque recebe do que é meu

  2. Tudo que pertence ao pai é meu

  3. Por isso que ele se torna conhecido a você

O Espirito Santo é a última revelação de Deus antes do arrebatamento da igreja

ESPÍRITO SANTO é o personagem que, se for desacreditado, não irá agir em nossa vida para a transformação.32

Por Divindade do Espírito Santo se entende que Ele é Um com Deus, fazendo parte da Divindade, Co-igual, Co-eterno e consubstancial com o Pai e com o Filho (Mt 28.19; Jr 31.31-34; Hb 10.15-17). O Espírito Santo se faz presente na obra da criação, assim como também em toda história da Salvação.



2. O esquecimento

Vamos encontra em toda a bíblia o que diz respeito a personalidade e divindade do Espirito Santo:

Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas (Gn 1.2).

O Espírito e a noiva dizem: "Vem! " E todo aquele que ouvir diga: "Vem! " Quem tiver sede, venha; e quem quiser, beba de graça da água da vida Ap. 22.17

As formulações teológicas ao longo dos séculos tentaram descreve essa personalidade e divindade do Espirito Santo. Diversos concílios debateram assunto. Muitas definições chegaram o ponto de se torna heresias, como exemplo aos que crerem apenas na unicidade de Deus e não trindade.

3. O Espirito Santo e os primeiros cristãos

Lembrando que Jesus ensinou sobre a Terceira Pessoa da Trindade:

“O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todos o que é nascido do Espírito” (Jo 3.8).
Espírito e vento são a mesma palavra em grego “pneuma” e no hebraico “ruach”, Jesus faz um jogo de palavras nesse texto para destacar a existência do Espírito como análoga ao vento, demonstrando sua invisibilidade, sua imprevisibilidade, e ao mesmo tempo sua existência real e abençoadora. Aqueles ouvintes conheciam o Ruach Hakodesh e agora se familiarizavam com os ensinos de Jesus.

E Joel fala da amplitude desse derramamento:

“E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias” (Jl 2.28-29).


Ezequiel fala dele:
Tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis” (Ez 36.27).
Porem quanto a identidade do Espirito Santo, passou a ser assunto estudo pelos três Capadócios (padres): Basílio de Cesaréia, Gregório de Nazianzo e Gregório de Nissa.

Esse três Capadócio, passaram a estudo a identidade do Espirito a partir do concilio de Niceia que cuidou mais do assunto da divindade de Jesus e muito pouco sobre o Espirito Santo. Eles vão tratar e dar um parecer que vou resumir:

A Essência da doutrina formulado pelos padres Capadócio, é que uma única Divindade existe simultaneamente em três modo de ser ou “hipóstases”

Nos concílios ecumênicos, a terminologia do termo foi clarificada e padronizada para que a fórmula "Três hipóstases em uma ousia (essência)" fosse aceita como a epítome33 da doutrina ortodoxa sobre a Trindade: de que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são três diferentes hipóstases em uma única divindade. A palavra também é utilizada para se referir à divindade de Cristo, na chamada união hipostática de suas naturezas - divina e humana - em uma única hipóstase.



II. A Divindade do Espirito Santo na Bíblia

1. A Divindade declarada

Em várias passagens bíblia são declaradas a divindade do Espirito Santo, vejamos pelo um texto:

“Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo? Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus”. (Atos 5.3-4)

Fica claro neste texto que o Espirito Santo é Deus, mentindo ao Espirito Santo, mente diretamente a Deus.



2. A divindade revelada

O Espirito Santo ele penetra todas a coisas porque ele:


- É chamado de Espirito de Jesus (At.16.7)

- É chamado de Espirito de Cristo (Rm 8.9)

- É chamado de Espirito de seu Filho (Gl. 4.6)

- É chamado de Espirito do Senhor (Is. 61.1)

A divindade do Espírito é demonstrada em sua plena igualdade com o Pai e com o Filho. Veja as seguintes formulas trinitarianas: fórmula batismal (Mt 28.19), dons espirituais (1Co 12.4-6), bênção apostólica (2Co 13.13), obras na salvação (1Pe 1.2) e “fé santíssima” (Jd 20-21). Repare na ordem diferente em que as pessoas aparecem: nem sempre o Pai vem primeiro, depois, o Filho e por último, o Espírito. Isso porque não há nenhum nível de inferioridade entre as pessoas divinas. A divindade do Espirito Santo é Cem por Cento a essência do próprio Deus

A divindade é uma porque o Pai nunca age independentemente do Filho, e nem o Filho do Espirito Santo34


O Espírito Santo pensa e sabe (1Co 2.10). O Espírito Santo pode se entristecer (Ef 4.30). O Espírito intercede por nós (Rm 8.26-27). O Espírito Santo toma decisões de acordo com sua vontade (1Co 12.7-11). O Espírito Santo é Deus, a terceira “Pessoa” da Trindade. Como Deus, o Espírito Santo pode verdadeiramente agir como o Confortador e Consolador que Jesus prometeu que ele seria (Jo 14.16,26; 15.26).
3. Obras do Espirito Santo
O Espirito Santo é o criador do Universo e dos seres humano:
 Com seu sopro os céus ficaram límpidos; sua mão feriu a serpente arisca: (Jó 26.13)

 O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida: (Jo.33.4).


Ele gerou a Jesus

2Mas, depois de ter pensado nisso, apareceu-lhe um anjo do Senhor em sonho e disse: "José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo: (Mt. 1.20).
Regenera o Pecador

Não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia, ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo: (Tt.3.5)



III. Os atributos da divindade
1. Atributos incomunicáveis
O Espírito Santo: [Do heb. Ruah Kadosh; do gr. Hagios Peneumathos], Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, é um ser dotado de personalidade e vontade própria. Outra prova da divindade do Espírito encontra-se nas qualidades divinas atribuídas a Ele: Eternidade (Hb 9.14); onipresença (Sl 139.7-10); onipotência (Lc 1.35); onisciência (1Co 2.1-11); verdade (1Jo 5.6); santidade (Lc 11.3); vida (Rm 8.2), e sabedoria (Is 40.13). No Seu próprio nome “Espírito Santo”, vemos a santidade. Somente Deus possui estas qualidades. Notemos também o poder criativo do Espírito Santo: na criação do mundo o Espírito trouxe a vida — Gn 1:2; Jó 26:13; 33:4; Sl 104:30.

2. Atributos comunicáveis

São atributos morais, através dos quais o Espírito Santo comunica determinadas verdades ao seu povo, levando-os, a uma plena identificação com Ele; vamos destacar alguns desses atributos pois são muitos: Santidade, bondade, misericórdia, amor, justiça.

Os atributos morais de Deus são geralmente considerados como as perfeições divinas mais gloriosas de Deus que são revelada na terceira Hipóstases.

3. O Espirito Santo e a Trindade

Na formal batismal vemos a presença do Espirito Santo.

O Espírito Santo possui a natureza da divindade - Ele compartilha os atributos de Deus. Ele não é nem angélico nem humano na sua essência. Ele é eterno (Hebreus 9:14). Ele é onipresente (Salmo 139:7-10). O Espírito é onisciente, isto é, Ele sabe de "todas as coisas, até mesmo as coisas mais profundas de Deus" (1 Coríntios 2:10-11). Ele ensinou aos apóstolos "todas as coisas" (João 14:26). Ele estava envolvido no processo de criação (Gênesis 1:2). O Espírito Santo é mencionado em associação íntima com o Pai e o Filho (Mateus 28:19, João 14:16). Como pessoa, pode-se mentir ao Espírito (Atos 5:3-4) e entristecê-lo (Efésios 4:30). Além disso, algumas passagens do Antigo Testamento que são atribuídas a Deus são aplicadas ao Espírito no Novo Testamento (ver Isaías 6:8 com Atos 28:25 e Êxodo 16:7 com Hebreus 3:7-9).

Trindade Econômica e Trindade Ontológica35



IV. A personalidade do Espirito Santo

1. Faculdades da personalidade do Espirito Santo

Quais são essas faculdades de sua personalidade? Emoção, sensibilidade, (Rm 15.30, Ef 4.30), Inteligência (Rm 8.27), possui vontade.

Ter personalidade implica na qualidade ou fato de ser uma pessoa. As igrejas primitivas o conheciam como uma pessoa Divina, que poderia ser seguida (At 13.2), e com quem poderiam ter comunhão (2Co 13.13; 1Jo 5.7).

2. Reações do Espirito Santo

Não entristecer, não blasfemar contra o Espirito Santo e Etc.



Considerações Finais:

Espírito Santo ocupa lugar especial no movimento pentecostal. Ainda que alguém quisesse negar a realidade do Espirito Santo, não acreditar em suas manifestações tanto no Antigo como no Novo Testamento, nem por isso Ele deixará de ser divino com Pai e com Filho. O Espirito Santo é última manifestação de Deus em favor do homem. Esse é o tempo do Espirito Santo, esse é tempo da graça, é o tempo oportuno antes do arrebatamento da igreja. Poderá haver outra oportunidade, mas sem a graça.

Tenham todos uma boa aula.

A PECAMINOSIDADE HUMANA E SUA RESTAURAÇÃO A DEUS

Texto Rm. 5,12-12

Introdução

Hamartiologia (hamartia = erro, pecado + logós = estudo), como sugere o próprio nome, é a ciência que estuda o pecado e as suas origens e consequências. A doutrina do pecado é uma das mais importantes doutrinas da teologia cristã, pois ocupa-se a ressaltar a condição que o homem está em função do pecado, demonstrar sua impossibilidade em agradar a Deus, com o objetivo de demonstrar que o homem está perdido e abismado em relação a Deus, e que, sozinho não pode fazer nada para alterar essa realidade.

Nessa lição vamos estudar as consequências do pecado; como ele entrou no mundo, a sua origem e suas causas. Mas ao mesmo tempo apresentado a solução para a doença chamada pecado.

I. Definindo o termo:

1. Pecado – No sentido mais lato36 da palavra pecado é errar o alvo, errar o caminho.

Inúmeras palavras são ditas na bíblia para definir o que é pecado conforme a lição: impiedade, engano, sedução, rebelião, malicia, orgulho, injustiça, concupiscência,37 Etc.



Os termos

Chata (hata) – Errar o alvo:

Jz. 20.16 dentre todos esses soldados havia setecentos canhotos, muito hábeis, e cada um deles podia atirar uma pedra com a funda num cabelo sem errar.


Gn. 4.7 - Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo".
Dai então o estudo do pecado que chamamos de hamartiologia (harmatia) – transgressão delito. Avançar para além do que Deus permitiu (Ex. da arvores da ciência do bem e do mal

2. Os termos hebraicos awon peshá

A Bíblia utiliza muitas palavras, tanto em hebraico como em grego, para definir o conceito de pecado, neste tópico são apresentadas duas: AwonPecha – “Em todas, o sentido geral é: “Afastamento dos padrões estabelecidos por Deus”.



  1. Awon – Confere om iniquidade - “Iniquidade” ou “culpa” (1Sm 3.13; Is 53.6)

I Sm 3.1 - Pois eu lhe disse que julgaria sua família para sempre, por causa do pecado (iniquidade) dos seus filhos, do qual ele tinha consciência; seus filhos se fizeram desprezíveis, e ele não os repreendeu.
Is. 53.6 - Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós


  1. Pecha - Rebelar”, “transgredir” ou “revoltar” (1Rs 12.19; 2Rs 3.5; Sl 51.13; Is

1.2).
I Rs. 12.19 - Desta forma Israel se rebelou contra a dinastia de Davi, e assim permanece até hoje.
Sl 51.13 - Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem para ti.
3. O que é pecado – A questão não definição do que é pecado, mas a descrição sobre ele, A bíblia não dá a definição, mas descreve a seu efeito.

Como já disse no início que pecado é erra o alvo, ou caminho, mas temos duas definições para o pecado.



  1. Pecado de Comissão - comissão, ou seja, realizar aquilo que é expressamente condenado por Deus. Os nossos pais, Adão e Eva, foram proibidos de comer do fruto da árvore do bem e do mal. Entretanto, ainda assim dela comeram. Realizar conscientemente o que Deus de antemão condenou é um atentado a sua santidade e justiça (Sl 106.6).

O versículo está afirmando que pecamos consciente como Adão e Eva, sabendo que não deveriam tocar na arvore da ciência do bem e do mal. Realizar conscientemente o que Deus de antemão condenou é um atentado a sua santidade e justiça

Sl.106.6 – “Pecamos como os nossos antepassados; fizemos o mal e fomos rebeldes”.



  1. Pecado de omissão – É quando sabemos que não devemos fazer e fazemos, Não é apenas deixando de obedecer a lei expressa de Deus que incorremos em pecado, mas de igual modo, quando omitimo-nos de fazer o bem, pecamos contra Deus e a sua justiça.

Lc. 10.25-37 – A parábola do bom Samaritano, ilustra muito em o pecado de omissão.

II. A Origem do pecado

1. O pecado no céu

O pecado não é eterno, pois teve princípio; mas como vamos definir esse início.



  1. A bíblia diz que Satanás peca desde o início:

1 Jo. 3:8: “Quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio.

Partindo do versículo acima, a ideia é que o pecado teve sua origem no céu com Satanás rebelando contra Deus. É difícil para entender que o pecado começou no céu. Como entender isso.



  1. Satanás foi criado ele não eterno

Ez 28.15-17 Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti.
Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim da guarda, em meio ao brilho das pedras.
Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra, diante dos reis te pus, para que te contemplem.

Ap. 12.7-9 - Houve então uma guerra no céu. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram.

Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar no céu.

O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançados à terra



2. O pecado no Éden. O pecado do Éden (omissão) começou por causa da desobediência e engano.

Deus criou tudo bom; não é o Autor do pecado. Os seres morais não tinham pecado ao serem criados. O próprio Satanás foi criado de modo perfeito e sem pecado (Ez 28.15).

Satanás pecou antes de os seres humanos terem caído, como fica evidente no fato de que ele (na forma de uma serpente) tentou Eva (Gn 3.1-6; 2 Co 11.3). O NT também nos informa que Satanás “foi homicida desde o princípio” e que ele é ”mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44).

Logo entendemos que o Éden não foi o palco inicial do pecado, mas a sequência do proposito do seu autor (Satanás).

Quando falamos do pecado tendo origem no Éden, estamos nos referindo a entrada dele no mundo através do homem conforme registrado na epistola aos Romanos:

Rm. 5.12 - Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram.

3. A universalidade do pecado. A Bíblia ensina que, mesmo que nunca tivéssemos pecado—nunca feito algo errado—ainda seríamos contados como pecadores diante de Deus. Essa é a doutrina bíblica do pecado original.38

O pecado não só afetou o ser humano como todo a natureza criada. A ordem original do meio ambiente do ser humano na terra deve ser distinguida do que ele veio a tornar-se após o impacto da queda do homem, a maldição e o posterior dilúvio. Na carta aos Romanos, Paulo afirma que toda a humanidade está por natureza sob a culpa e o poder do pecado, sob o reino da morte e sob a inescapável ira de Deus (Rm 1.18-19;3.9,19;5.17,21)



III. A Solução para o pecado

1. Nem tudo está perdido

A bíblia afirma que a humanidade está morta em ofensa e pecado (Fl 2.21). O pecado separou o homem de Deus; isso significar morte espiritual separação eterna de Deus, mas em Cristo fomos vivificados:

Ef. 2.1-5 - Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados,

2 nos quais costumavam viver, quando seguiam a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência.

3 Anteriormente, todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros, éramos por natureza merecedores da ira.

4 Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou,

5 deu-nos vida juntamente com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões — pela graça vocês são salvos.

2. A provisão de Deus

Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da Lei e dos Profetas”. Paulo nos mostra como Deus se revelou para alcançar os gentios e judeus. A justificação é um ato legal, e judicial de Deus. É feita no tribunal de Deus e não em nosso coração. É um ato jurídico ou uma sentença divina na qual Ele declara perdoado todo pecador que crer em Jesus.

A justificação é um ato judicial de Deus no qual Ele declara, baseado na justiça de Jesus Cristo, que todas as exigências da lei estão satisfeitas com respeito ao pecador”. A justificação é o contrário de condenação. Ela é um ato único e legal que remove a culpa do pecado e restaura o pecador à sua condição de filho de Deus, com todos os seus direitos, privilégios e deveres. A justificação não ocorre na vida do pecador, não produz mudanças no seu caráter, mas no Tribunal de Deus. Justificação é uma declaração e santificação é transformação. Mas, é a partir da justificação que o Espírito Santo inicia no pecador todo o processo de santificação até a sua glorificação.39


Considerações Finais

Não importa o tamanho do pecado do homem, Deus em sua infinita misericórdia nos amou e a si mesmo se entregou através de Jesus Cristo para no garantir a vida eterna.

Onde abundou o pecado a graça superabundou:

Rm. 5.20-21 - A lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça, a fim de que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reine pela justiça para conceder vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.




Apêndice ao termo pecado original – Obs que se trata de texto para efeito de conhecimentos sem implicações religiosas ou crenças

(4) O pecado original é uma doutrina cristã que pretende explicar a origem da imperfeição humana, do sofrimento e da existência do mal através da queda do homem. Tal doutrina não existe no Judaísmo nem no Islamismo. Foi desenvolvida por Santo Agostinho, numa controvérsia com o monge Pelágio da Bretanha.

A doutrina do pecado original se apoia em várias passagens das Escrituras: a epístola de Paulo aos Romanos (5:12-21) e aos Coríntios (1 Co 15:22), e uma passagem do Salmo 51. Mas a primeira exposição sistemática sobre o pecado original - de cuja interpretação derivaram todas as controvérsias - é a de Agostinho de Hipona, no século IV. Foi também no século IV que se deu a conversão do Império Romano ao cristianismo. Segundo Le Goff, o dogma do pecado original teria contribuído para aumentar o poder de controle da Igreja sobre a vida sexual, na Idade Média.

Segundo a doutrina, os primeiros seres humanos e antepassados da humanidade, Adão e Eva, foram advertidos por Deus de que, se comessem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, certamente morreriam. No entanto, instigados pela serpente, ambos comeram o fruto proibido, tendo Eva cedido primeiramente à tentação e posteriormente oferecido o fruto a Adão, que o aceitou. Ambos continuaram vivos, mas foram expulsos do Jardim do Éden.

Existem polêmicas quanto ao significado real dessa narrativa, em como em que constituiria tal pecado. Algumas denominações cristãs recentes chegam mesmo a negar a sua existência. Na perspectiva cristã, contudo, a morte (imerecida) de Cristo é recorrentemente suposta como necessária para salvar os seres humanos desse "pecado de origem", que seria congênito e hereditário.

As doutrinas a respeito do pecado original têm sido historicamente um dos principais motivos para o surgimento de heresias e para o cisma entre os cristãos, desde os primeiros séculos da era cristã. Várias interpretações divergentes sobre o significado da narrativa contida no livro do Gênesis foram dadas por teólogos, antropólogos e psicanalistas.




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