Ministério dos Transportes



Baixar 2.44 Mb.
Página6/40
Encontro11.02.2018
Tamanho2.44 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   40

– contenham até 20% de nitrocelulose, desde que a nitrocelulose não contenha mais de 12,6%

de nitrogênio, massa seca;

– estejam acondicionadas em recipientes com capacidade inferior a 450 litros;

não estão sujeitas a este Regulamento, se:

a) no ensaio de separação de solvente (ver Parte III, subseção 32.5.1, do Manual de Ensaios e CritÈrios),

a altura da camada separada de solvente for inferior a 3% da altura total; e

b) o tempo de fluxo, no ensaio de viscosidade (ver Parte III, subseção 32.4.3, do Manual de Ensaios

e CritÈrios), com um jato de 6 mm de diâmetro, for igual ou superior a:

(i) 60 segundos; ou

(ii) 40 segundos, se a substância viscosa não contiver mais de 60% de substâncias da Classe 3.

2.3.2.6 Grupos de risco em função da inflamabilidade:

Grupo de embalagem Ponto de fulgor(vaso fechado) Ponto de ebuliçãoinicial

I - £35ºC

II < 23ºC >35ºC

III ³23ºC, £60,5ºC >35ºC

2.3.3 DeterminaÁ„o do ponto de fulgor

A seguir, apresenta-se uma relação de documentos que descrevem métodos de determinação do

ponto de fulgor de substâncias da Classe 3:

França (Associação Francesa de Normalização, AFNOR, Tour Europe, 92049 Paris, La DefÈnse):

Norma Francesa NF M 07-019

Norma Francesa NF M 07-011 / NF T 30 – 050 / NF T 66 – 009

Norma Francesa NF M 07-036

Alemanha (Normalização Alemã):

Norma DIN 51755 (ponto de fulgor inferior a 65°C)

Norma DIN 51758 (ponto de fulgor de 65°C a 165°C)

Norma DIN 53213 (para vernizes, lacas e líquidos viscosos similares com ponto de fulgor inferior

a 65°C)

Holanda:


ASTM D93-90

ASTM D3278-89

ISO 1516

ISO 1523


ISO 3679

ISO 3680


Federação Russa (Comitê de Estado do Conselho de Ministros de Normalização, 113813, GSP,

Moscou, M-49 Leninsky Prospect, 9).

GOST 12.1.044-84.

Reino Unido (Instituto Britânico de Normas, Linford Wood, Milton Keynes, MK14 6 LE)

Norma Britânica BS EN 22719

Norma Britânica BS 2000 Parte 170

Estados Unidos da América (Sociedade Americana de Ensaio de Materiais, 1916. Race Street,

Philadelphia, Penna 19103)

ASTMD3828-93, Norma de métodos de ensaio de ponto de fulgoremaparelhos fechados pequenos.

ASTM D 56-93, Norma de métodos de ensaio de ponto de fulgor em aparelho fechado TAG.

ASTM D 3278-96, Norma de método de ensaio de ponto de fulgor de líquidos com fulgor inicial

em aparelhos de vaso fechado.

ASTM D 0093-96, Norma de métodos de ensaio de ponto de fulgor em aparelho de vaso fechado

Pensky-Martens.

BRASIL (Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT)

NBR 7974/68 – Método de ensaio para determinação de ponto de fulgor – Aparelho de TAG –

fechado

NBR 5763/75 – Determinação do ponto de fulgor- Aparelho de vaso aberto – TAG



NBR 5765/75 – Determinação do ponto de fulgor – Asfalto diluído

NBR 5842/78 – Determinação do ponto de fulgor – Vaso fechado -Tintas, vernizes e resinas.

NBR 11113/88 – Determinação dos pontos de fulgor e combustão – Plastificantes líquidos.

NBR 11787/90 – Óleos minerais de alto ponto de fulgor para equipamentos elétricos.

NBR 11341/00 – Determinação do ponto de fulgor e combustão pelo aparelho vaso aberto Cleveland.

NBR 14598/00 – Determinação do ponto de fulgor pelo aparelho de vaso fechado

Pensky-Martins – Produtos de petróleo.

CAPÕTULO 2.4

CLASSE 4 ñ S”LIDOS INFLAM¡VEIS; SUBST¬NCIAS SUJEITAS

¿ COMBUSTÃO ESPONT¬NEA; SUBST¬NCIAS QUE, EM CONTATO

COM ¡GUA, EMITEM GASES INFLAM¡VEIS

Notas IntrodutÛrias

Nota 1: Quando a express„o ìque reage com ·guaî for usada neste Regulamento, ela se refere a subst‚ncias

que, em contato com ·gua, emitem gases inflam·veis.

Nota 2: Dada a diversidade de propriedades dos produtos incluÌdos nas Subclasses 4.1 e 4.2, È impratic·vel estabelecer

critÈrio ˙nico de classificaÁ„o de tais produtos. Os ensaios e critÈrios de alocaÁ„o ‡s trÍs subclasses da

Classe 4 encontram-se neste CapÌtulo (e na Parte III, SeÁ„o 33, do Manual de Ensaios e CritÈrios).

Nota 3: Quando uma subst‚ncia desta Classe constar da RelaÁ„o de Produtos Perigosos, no CapÌtulo 3.2, a

sua reclassificaÁ„o, de acordo com os critÈrios deste CapÌtulo, sÛ dever· ser feita, se necess·rio, por motivo

de seguranÁa.

2.4.1 DefiniÁıes e disposiÁıes gerais

2.4.1.1 A Classe 4 é dividida em três subclasses, como a seguir:

a) Subclasse 4.1 SÛlidos inflam·veis

Sólidos que, em condições de transporte, sejam facilmente combustíveis, ou que, por atrito,

possam causar fogo ou contribuir para tal; substâncias auto-reagentes que possam sofrer reação

fortemente exotérmica; explosivos sólidos insensibilizados que possam explodir se não estiverem

suficientemente diluídos;

b) Subclasse 4.2 Subst‚ncias sujeitas ‡ combust„o espont‚nea

Substâncias sujeitas a aquecimento espontâneo em condições normais de transporte, ou a aquecimento

em contato com ar, podendo inflamar-se;

c) Subclasse 4.3 Subst‚ncias que, em contato com ·gua, emitem gases inflam·veis

Substâncias que, por interação com água, podem tornar-se espontaneamente inflamáveis ou liberar

gases inflamáveis em quantidades perigosas.

2.4.1.2 Como referido neste Capítulo, o Manual de Ensaios e CritÈrios apresenta métodos e critérios

de ensaio acompanhados de recomendações sobre sua aplicação, para a classificação dos seguintes tipos

de substâncias da Classe 4:

a) Sólidos inflamáveis (Subclasse 4.1);

b) Substâncias auto-reagentes (Subclasse 4.1);

c) Sólidos pirofóricos (Subclasse 4.2);

d) Líquidos pirofóricos (Subclasse 4.2);

e) Substâncias sujeitas a auto-aquecimento (Subclasse 4.2);

f) Substâncias que, em contato com água, emitem gases inflamáveis (Subclasse 4.3).

Métodos de ensaio e critérios para substâncias auto-reagentes encontram-se na Parte II do Manual

de Ensaios e CritÈrios; e os métodos de ensaio e critérios das demais substâncias da Classe 4 estão na Parte

III, Seção 33, do Manual de Ensaios e CritÈrios.

2.4.2 Subclasse 4.1 ñ SÛlidos inflam·veis; subst‚ncias auto-reagentes e explosivos sÛlidos insensibilizados.

2.4.2.1 Generalidades

A Subclasse 4.1 inclui as seguintes substâncias:

a) Sólidos inflamáveis (ver 2.4.2.2);

b) Substâncias auto-reagentes (ver 2.4.2.3);

c) Explosivos sólidos insensibilizados (ver 2.4.2.4).

2.4.2.2 Subclasse 4.1 ñ SÛlidos inflam·veis

2.4.2.2.1 Definições e propriedades

2.4.2.2.1.1 2.4.2.2.1. SÛlidos inflam·veis são aqueles facilmente combustíveis e aqueles sólidos

que, por atrito, podem causar fogo ou contribuir para ele.

2.4.2.2.1.2 SÛlidos facilmente combustÌveis são substâncias em forma de pó, granuladas ou em pasta

que são perigosas se puderem ser facilmente inflamadas por breve contato com uma fonte de ignição (p.

ex., fósforo aceso), e se a chama se propagar com rapidez. O perigo pode advir não só do fogo, mas, também,

da combustão de produtos tóxicos. Os pós metálicos são especialmente perigosos por ser difícil a extinção

do fogo, já que os agentes de extinção normais (dióxido de carbono e água) podem aumentar o risco.

2.4.2.2.2 Classificação de sólidos inflamáveis

2.4.2.2.2.1 Substâncias em pó, em pasta, ou granuladas, devem ser classificadas como sólidos facilmente

combustíveis da Subclasse 4.1 quando o tempo de queima observado em um ou mais ensaios – efetuados

de acordo com o método de ensaio descrito no Manual de Ensaios e CritÈrios, Parte III, Subseção 33.2.1,

for inferior a 45 segundos, ou a taxa de queima for superior a 2,2 mm/s. Pós metálicos e pós de ligas metálicas

serão classificados na Subclasse 4.1 quando puderem ser inflamados, e a reação se propagar por toda a

extensão da amostra, em 10 minutos ou menos.

2.4.2.2.2.2 Sólidos que possam, por atrito, provocar fogo ou contribuir para ele, serão classificados

na Subclasse 4.1, por analogia com designações existentes (p. ex., fósforos), até que se estabeleçam critérios

definitivos.

2.4.2.2.3 Alocação de grupos de embalagem

2.4.2.2.3.1 Os grupos de embalagem são alocados com base nos métodos de ensaio referidos em

2.4.2.2.2.1. Sólidos facilmente combustíveis (exceto pós metálicos) devem ser alocados no Grupo de Embalagem

II, se o tempo de queima for inferior a 45 segundos, e a chama ultrapassar a seção umedecida.OGrupo

de Embalagem II será atribuído a pós metálicos, ou de ligas metálicas, se a zona de reação se estender por

toda a amostra em cinco minutos ou menos.

2.4.2.2.3.2 Os grupos de embalagem são alocados com base nos métodos de ensaio referidos em

2.4.2.2.2.1. Sólidos facilmente combustíveis (exceto pós metálicos) devem ser alocados no Grupo de Embalagem

III se o tempo de queima for inferior a 45 segundos e a seção umedecida interromper a propagação da

chama por, no mínimo, quatro minutos.OGrupo de Embalagem III será atribuído a pós metálicos se a reação

se estender por toda a amostra em tempo superior a cinco minutos mas não superior a dez minutos.

2.4.2.2.3.3 O grupo de embalagem de sólidos que possa provocar fogo por atrito será determinado

por analogia com designações existentes ou de acordo com provisão especial aplicável.

2.4.2.3 Subclasse 4.1 ñ Subst‚ncias auto-reagentes e correlatas

2.4.2.3.1 Definições e propriedades

2.4.2.3.1.1 Definições

10 ISSN 1676-2339 Nº 103, segunda-feira, 31 de maio de 2004 Di·rio Oficial da Uni„o ñ Suplemento ñ SeÁ„o 1

Diário Oficial da União – Suplemento – Seção 1

Para os fins deste Regulamento:

Substâncias auto-reagentes são aquelas termicamente instáveis, passíveis de sofrer decomposição

fortemente exotérmica, mesmo sem a participação do oxigênio (do ar). Não são consideradas substâncias auto-

reagentes da Subclasse 4.1 as substâncias seguintes:

a) substâncias explosivas que se conformem aos critérios da Classe 1;

b) substâncias oxidantes que se conformem ao procedimento de alocação da Subclasse 5.1 (ver

2.5.2.1.1);

c) peróxidos orgânicos de acordo com os critérios da Subclasse 5.2;

d) substâncias cujo calor de decomposição seja inferior a 300J/g; ou

e) substâncias cuja temperatura de decomposição auto-acelerável (TDAA) (ver 2.4.2.3.4) seja superior

a 75ºC, para uma embalagem de 50kg.

Nota 1: O calor de decomposição pode ser determinado por qualquer método reconhecido internacionalmente,

como calorimetria de varredura diferencial e calorimetria adiabática.

Nota 2: Qualquer substância que apresente as propriedades de substância auto-reagente deve ser classificada

como tal, mesmo que dê resultados positivos nos ensaios feitos de acordo com 2.4.3.2, para inclusão

na Subclasse 4.2.

2.4.2.3.1.2 Propriedades

A decomposição de substâncias auto-reagentes pode ser iniciada por calor, atrito, impacto ou contato

com impurezas catalíticas (p. ex., ácidos, bases, compostos de metais pesados). A taxa de decomposição

aumenta com a temperatura e varia com a substância. A decomposição pode provocar desprendimento de

gases ou vapores tóxicos, especialmente quando não há ignição. Certas substâncias auto-reagentes exigem

controle de temperatura. Algumas substâncias auto-reagentes podem sofrer decomposição explosiva, principalmente

se confinadas. Essa característica pode ser alterada pela adição de diluentes ou pelo emprego de

embalagens apropriadas. Certas substâncias auto-reagentes queimam vigorosamente. Substâncias auto-

reagentes são, por exemplo, alguns compostos dos tipos:

a) compostos azo-alifáticos (-C-N = N-C);

b) azidas orgânicas (-C-N3);

c) sais de diazônio (-CN2

+Z-);

d) compostos N-nitrosos (-N-N = O);



e) sulfo-hidrazidas aromáticas (-SO2 -NH – NH2).

Esta relação não é exaustiva. Há substâncias com outros grupos reagentes e certas misturas de substâncias

que apresentam propriedades similares.

2.4.2.3.2 Classificação de substâncias auto-reagentes e correlatas

2.4.2.3.2.1 As substâncias auto-reagentes são classificadas em sete tipos, de acordo com o grau de

perigo que apresentam. Os tipos de substâncias auto-reagentes vão do tipo A – que não deve ser aceito para

transporte na embalagem em que foi ensaiado – ao tipoG– que não é sujeito às prescrições aplicáveis a substâncias

auto-reagentes da Subclasse 4.1. A classificação dos tipos B a F está diretamente relacionada à quantidade

máxima admitida por embalagem.

2.4.2.3.2.2 As substâncias auto-reagentes cujo transporte é permitido, estão listadas em 2.4.2.3.2.3.

Para cada substância, o item 2.4.2.3.2.3 indica a designação genérica apropriada na Relação de Produtos Perigosos

(números ONU 3221 a 3240). As designações genéricas especificam:

a) O tipo de substância auto-reagente (B a F);

b) O estado físico (líquido ou sólido);

c) A temperatura de controle, quando exigido (ver 2.4.2.3.4).

Nº 103, segunda-feira 31de maio de 2004 ISSN 1676-2339 11

2.4.2.3.2.3 Relação das substâncias auto-reagentes já classificadas

Nota: A classificação apresentada neste quadro tem por base a substância tecnicamente pura (exceto quando especificada concentração inferior a 100%). Em outras concentrações as substâncias podem ser classificadas

Substância auto-reagente Concentração(%) Método

de embalagem

Temperatura

de controle°C

Temperatura

de emergência°C

Número ONU

(designação genérica)

Observações

AZODICARBONAMIDA, FORMULAÇÃO TIPO B, TEMPERATURA CONTROLADA <100 OP5 3232 (1) (2)

AZODICARBONAMIDA, FORMULAÇÃO TIPO C <100 OP6 3224 (3)

AZODICARBONAMIDA, FORMULAÇÃO TIPO C, TEMPERATURA CONTROLADA <100 OP6 3234 (4)

AZODICARBONAMIDA, FORMULAÇÃO TIPO D <100 OP7 3226 (5)

AZODICARBONAMIDA, FORMULAÇÃO TIPO D, TEMPERATURA CONTROLADA <100 OP7 3236 (6)

2,2' -AZODI(2,4-DIMETIL- 4 -METOXIVALERONITRILA) 100 OP7 -5 +5 3236

2,2' -AZODI(2,4-DIMETIL-VALERONITRILA) 100 OP7 +10 +15 3236

2,2' -AZODI(ETIL-2-METILPROPIONATO) 100 OP7 +20 +25 3235

1,1 – AZODI(HEXA-HIDROBENZONITRILA) 100 OP7 3226

2,2' -AZODI(ISOBUTIRONITRILA) 100 OP6 +40 +45 3234

2,2' -AZODI(ISOBUTIRONITRILA) como pasta à base de água ≤50 OP6 3224

2,2' -AZODI(2-METILBUTIRONITRILA) 100 OP7 +35 +40 3236

BENZENO-1,3-DISSULFO-HIDRAZIDA, em pasta 52 OP7 3226

BENZENO SULFO-HIDRAZIDA 100 OP7 3226

CLORETO DE 4-(BENZIL(ETIL)AMINO)-3-ETOXIBENZENO-DIAZÔNIO e ZINCO 100 OP7 3226

CLORETO DE 4-(BENZIL(METIL)AMINO)-3-ETOXIBEZENO-DIAZÔNIO e ZINCO 100 OP7 +40 +45 3236

CLORETO DE 3-CLORO-4-DIETILAMINOBENZENODIAZÔNIO e ZINCO 100 OP7 3226

CLORETO DE 2,5-DIETÓXI-4-(FENILSULFONIL)-BENZENODIAZÔNIO e ZINCO 67 OP7 +40 +45 3236

CLORETO DE 2,5-DIETÓXI-4-MORFOLINO-BENZENODIAZÔNIO e ZINCO 67-100 OP7 +35 +40 3236

CLORETO DE 2,5-DIETÓXI-4-MORFOLINO-BENZENODIAZÔNIO e ZINCO 66 OP7 +40 +45 3236

CLORETO DE 4-DIMETILAMINO-6-(2-DIMETILAMINOETÓXI)-TOLUENO-

2-DIAZÔNIO e ZINCO

100 OP7 +40 +45 3236

CLORETO DE 2,5-DIMETÓXI-4-(4-METILFENILSULFONILA)-BENZENODIAZÔNIO

e ZINCO


79 OP7 +40 +45 3236

CLORETO DE 4-DIPROPILAMINOBENZENODIAZÔNIO e ZINCO 100 OP7 3226

CLORETO DE 2-(N,N-ETOXICARBONILFENILAMINA)-3-

METÓXI-4-(N-METIL-N-CICLO-HEXILAMINA) BENZENODIAZÔNIO e ZINCO

63-92 OP7 +40 +45 3236

CLORETO DE 2-(N,N-ETOXICARBONILFENILAMINO)-3-

METÓXI-4-(N-METIL-N-CICLO-HEXILAMINA) BENZENODIAZÔNIO e ZINCO

62 OP7 +35 +40 3236

CLORETO DE 2-(2-HIDROXIETÓXI)-1-(PIRROLIDIN-1-IL) BENZENO-4-DIAZÔNIO

e ZINCO


100 OP7 +45 +50 3236

CLORETO DE 3-(2-HIDROXIETÓXI)-4-(PIRROLIDIN-1-IL) BENZENODIAZÔNIO e

ZINCO

100 OP7 +40 +45 3236



2-DIAZO-1-NAFTOL-4-SULFOCLORETO 100 OP5 3222 (2)

2-DIAZO-1-NAFTOL-5-SULFOCLORETO 100 OP5 3222 (2)

2-DIAZO-1-NAFTOL-4-SULFONATO DE SÓDIO 100 OP7 3226

2-DIAZO-1-NAFTOL-5-SULFONATO DE SÓDIO 100 OP7 3226

DIFENILÓXIDO-4,4'-DISSULFO-HIDRAZIDA 100 OP7 3226

N,N'-DINITROSO-N,N'-DIMETIL TEREFTALAMIDA, em pasta 72 OP6 3224

N,N'-DINITROSOPENTAMETILENO TETRAMINA 82 OP6 3224 (7)

N-FORMIL-2-(NITROMETILENO)-1,3-PER-HIDROTIAZINA 100 OP7 +45 +50 3236

HIDROGENOSSULFATO DE 2-(N,N-METILAMINOETILCARBONILA)-4-(3,4-DIMETIL-

FENILSUFONILA) BENZENODIAZÔNIO

96 OP7 +45 +50 3236

LÍQUIDO AUTO-REAGENTE, AMOSTRA OP2 3223 (8)

LÍQUIDO AUTO-REAGENTE, AMOSTRA, TEMPERATURA CONTROLADA OP2 3233 (8)

4-METILBENZENOSSULFONIL-HIDRAZIDA 100 OP7 3226

NITRATO DE PALÁDIO(II)TETRAMINA 100 OP6 +30 +35 3234

4-NITROSOFENOL 100 OP7 +35 +40 3236

BIS (ALILCARBONATO) DE DIETILENOGLICOL + PERDICARBONATO DE

DI-ISOPROPILA

≥88+≤12 OP8 -10 0 3237

SÓLIDO AUTO-REAGENTE, AMOSTRA OP2 3224 (8)

SÓLIDO AUTO-REAGENTE, AMOSTRA, TEMPERATURA CONTROLADA OP2 3234 (8)

2.4.2.3.2.4 A classificação de substâncias auto-reagentes não incluídas em 2.4.2.3.2.3 e a alocação

a uma designação genérica devem ser feitas pelo fabricante, que, em caso de inclusão da nova substância em

2.4.2.3.2.3, deverá encaminhar solicitação de enquadramento, acompanhada de relatório de ensaio, à Agência

Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, autoridade competente, para análise e estudos junto ao fórum

do Comitê de Peritos sobre Transporte de Produtos Perigosos das Nações Unidas. A forma desse encaminhamento

será definida pela ANTT. Os princípios aplicáveis à classificação dessas substâncias são dados

em 2.4.2.3.3. Os procedimentos de classificação, os métodos de ensaio e critérios aplicáveis, assim como um

exemplo de relatório de ensaio adequado, constam no Manual de Ensaios e Critérios, Parte II. A declaração

de aprovação deve conter a classificação e as condições de transporte relevantes.

a) Ativadores (p. ex., compostos de zinco) podem ser adicionados a algumas substâncias auto-

reagentes para modificar-lhes a reatividade. Dependendo do tipo e da concentração do ativador,

esse procedimento pode provocar redução de estabilidade térmica e alteração das propriedades

explosivas. Se qualquer dessas propriedades for alterada, a nova formulação deve ser

avaliada de acordo com este procedimento de classificação;

b) Amostras de substâncias auto-reagentes ou formulações de tais substâncias não-relacionadas

em 2.4.2.3.2.3, para as quais não se disponha de um conjunto de ensaios completo e que devam

ser transportadas para fins de avaliação ou ensaios complementares, podem ser alocadas a uma

das designações apropriadas de SUBSTÂNCIAS AUTO-REAGENTES, TIPO C, desde que

atendidas as seguintes condições:

(i) as informações disponíveis indiquem que a amostra não é mais perigosa que uma

SUBSTÂNCIA AUTO-REAGENTE, TIPO B;

(ii) a amostra esteja embalada de acordo com o método de embalagem OP2 (ver a instrução de

embalagem aplicável) e a quantidade por unidade de transporte esteja limitada a 10 kg;

(iii) as informações disponíveis indiquem que a temperatura de controle, se houver, é suficientemente

baixa para evitar qualquer decomposição perigosa e suficientemente alta para evitar

qualquer separação perigosa de fases.

2.4.2.3.3 Princípios de classificação de substâncias auto-reagentes

Nota: Esta seção refere-se apenas àquelas propriedades das substâncias auto-reagentes decisivas na

classificação. A Figura 2.1 apresenta um fluxograma dos princípios de classificação na forma de perguntas

e respostas relativas às propriedades decisivas. Essas propriedades devem ser determinadas experimentalmente,

utilizando-se métodos e critérios de ensaio constantes da Parte II do Manual de Ensaios e

Critérios.

2.4.2.3.3.1 Considera-se que uma substância auto-reagente tenha propriedades explosivas quando,

em ensaios de laboratório, a formulação for passível de detonar, deflagrar rapidamente ou apresentar

reação violenta ao ser aquecida sob confinamento.

2.4.2.3.3.2 Os princípios seguintes aplicam-se à classificação de substâncias auto-reagentes

não-incluídas em 2.4.2.3.2.3:

a) Qualquer substância, embalada como para transporte, que possa detonar ou deflagrar rapidamente

é proibida de ser transportada naquela embalagem sob as disposições relativas a substâncias

auto-reagentes da Subclasse 4.1 (definida como SUBSTÂNCIA

AUTO-REAGENTE, TIPO A, bloco de saída A, na Figura 2.1);

b) Qualquer substância que tenha propriedades explosivas e que, embalada como para transporte,

não detone nem deflagre rapidamente, mas seja passível de sofrer explosão térmica naquela

embalagem, deve exibir também rótulo de risco subsidiário de “EXPLOSIVO”. Essa

substância pode ser embalada em quantidades de até 25kg, exceto se a quantidade máxima tiver

de ser reduzida para impedir detonação ou deflagração rápida na embalagem (definida

como SUBSTÂNCIA AUTO-REAGENTE, TIPO B, bloco de saída B, na Figura 2.1);

c) Qualquer substância com propriedades explosivas pode ser transportada sem rótulo de risco

subsidiário de “EXPLOSIVO” quando a substância, embalada como para transporte (máximo

de 50kg), não possa detonar nem deflagrar rapidamente, nem sofrer explosão térmica

(definida como SUBSTÂNCIA AUTO-REAGENTE, TIPO C, bloco de saída C, na Figura

2.1);

d) Qualquer substância que, em ensaios de laboratório:



(i) (detone parcialmente, não deflagre rapidamente e não apresente efeito violento quando

aquecida sob confinamento; ou

(ii) (não detone, deflagre lentamente e não apresente efeito violento quando aquecida sob

confinamento; ou

(iii) (não detone nem deflagre e apresente efeito de médias proporções quando aquecida sob

confinamento;

pode ser aceita para transporte em embalagens de até 50kg de massa líquida (definida como

SUBSTÂNCIA AUTO-REAGENTE, TIPO D, bloco de saída D, na Figura 2.1);

e) Qualquer substância que, em ensaios de laboratório, não detone nem deflagre e apresente pequeno

ou nenhum efeito quando aquecida sob confinamento pode ser aceita para transporte

em embalagens de até 400kg/450 litros (definida como SUBSTÂNCIA

AUTO-REAGENTE, TIPO E, bloco de saída E, na Figura 2.1);

f) Qualquer substância que, em ensaios de laboratório, não detone em estado de cavitação, nem

deflagre e apresente pequeno ou nenhum efeito quando aquecida sob confinamento, bem como

baixo ou nenhum poder explosivo, pode ser aceita para transporte em IBCs (definida como

SUBSTÂNCIA AUTO-REAGENTE, TIPO F, bloco de saída F, na Figura 2.1); para exigências

adicionais, ver 4.1.7.2.2;

g) Qualquer substância que, em ensaios de laboratório, não detone em estado de cavitação, nem

deflagre e não apresente nenhum efeito quando aquecida sob confinamento, nem poder explosivo,

está isenta da classificação como substância auto-reagente da Subclasse 4.1, desde que a

formulação seja termicamente estável (temperatura de decomposição auto-acelerável entre

60ºC e 75°C, para embalagem de 50kg), e que qualquer diluente atenda ao disposto em

2.4.2.3.5 (definida como SUBSTÂNCIA AUTO-REAGENTE, TIPO G, bloco de saída G, na

Figura 2.1). Se a formulação não for termicamente estável, ou se, para insensibilizá-la, for utilizado



Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   40


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal