Minuta de relatório final de captaçÃo de águas subterrâneas



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CAPTAÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

MINUTA DE RELATÓRIO FINAL DE CAPTAÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

(n.º3 do artigo 41.º do Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de Maio)


1 – DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

I. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE




Nome/Denominação social _______________________________________________________________________ NIF_________ BI/Cartão de Cidadão n.º ___________ Data de emissão __/__/____ Arquivo de identificação de ____________ Residência/sede em ______________________________________________________________

Código postal ______-____ ______________________ Localidade de ___________________________________

Freguesia ____________________________________ Concelho ______________________________________ Telefone _____________________ Telemóvel ______________________ Fax ___________________________

e-mail ________________________________________________________________________________________



II. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA QUE EXECUTOU A OBRA




Nome da empresa que executou a obra _____________________________________________________________

Alvará de Exercício de Actividade N.º: _______________________

sede em ______________________________________________________________________________________

Código postal ______-____ ______________________ Localidade de ___________________________________

Freguesia ____________________________________ Concelho ______________________________________ Telefone _____________________ Telemóvel ______________________ Fax ___________________________

e-mail ________________________________________________________________________________________

Nome do Técnico Responsável pela obra: ___________________________________________________________





III. IDENTIFICAÇÃO DO TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS




Título de Utilização dos Recursos Hídricos (pesquisa de captação de água subterrânea) n.º __________/_________


2 - INTRODUÇÃO

2.1 - Resumo sucinto sobre a realização da obra de captação, a sua finalidade e outros elementos relevantes.


3 – LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DA OBRA DE PESQUISA/CAPTAÇÃO

3.1 – Localização exacta do local da pesquisa/captação, em planta de localização à escala 1/25 000 e em ortofotomapa;

3.2 - Indicação do local, freguesia e concelho;

3.3 - Apresentação das coordenadas cartesianas Hayford-Gauss militares, em metros.


4 – ENQUADRAMENTO GEOLÓGICO E HIDROGEOLÓGICO

4.1 - Localização da pesquisa/captação na carta geológica à escala 1/100 000 ou 1/50 000 e, eventualmente, em outros mapas detalhados, a apresentar em anexo;

4.2– Breve descrição da geomorfologia e geologia da zona

4.3 - Caracterização hidrogeológica geral do sistema aquífero captado (Tabela I), com indicação dos seus valores médios de produtividade (l/s) e de recarga anual (hm3);

4.4 - Outros elementos considerados necessários e/ou interessantes para o trabalho em questão.
5 – TIPOS DE EQUIPAMENTOS E TÉCNICAS CONSTRUTIVAS

5.1 – Data de início e de conclusão da obra de pesquisa.

5.2 - Principais equipamentos utilizados e eventuais técnicas usadas ou metodologias entendidas como merecedoras de serem sintetizadas.

5.3- Outros elementos considerados necessários e ou interessantes para o trabalho em questão.


6 – ESPECIFICAÇÃO DE REVESTIMENTO

6.1 – Profundidades, diâmetros e natureza dos materiais de revestimento utilizados; Tipos, posição e material dos tubos ralos.

6.2 – Critérios que levaram à selecção dos materiais de revestimento e tubos ralos.

6.3 - Outros elementos considerados pertinentes.


7 – CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS

7.1 - Indicação dos materiais usados no preenchimento do espaço anular e das suas profundidades.

7.2 - Referência ao slot e/ou outras características associadas ao material de preenchimento.

7.3 – Critérios que levaram à selecção do material de preenchimento.


8 – MÉTODO DE DESENVOLVIMENTO

8.1 - Descrição das técnicas envolvidas no desenvolvimento da captação e sua duração;

8.2 – Outros elementos considerados necessários e ou interessantes para o trabalho em questão.
9 – ENSAIO DE CAUDAL (para conhecer as características da captação)

9.1 - Indicação do tipo de ensaio, sendo os escalonados os mais apropriados para conhecer as características da captação, com ou sem recuperação do nível de água subterrânea entre os patamares.

9.2 – Descrição do ensaio, com referência aos caudais utilizados em cada escalão (caso de ensaio escalonado), ao número de escalões utilizados, duração do escalão, bem como se houve recuperação do nível de água subterrânea entre cada escalão (patamar).

9.3 - Referência ao número de piezómetros utilizados para medição do nível de água subterrânea, durante o ensaio (pelo menos as captações de água subterrânea existentes num raio de 100 metros, em relação à captação ensaiada).

9.4 – Apresentação da localização dos piezómetros (furos, poços) em relação ao local da captação ensaiada numa carta militar à escala 1/25000 e em ortofotomapa (se possível).

9.5 – Referência à profundidade de instalação da bomba submersível e material para medição do nível da água subterrânea (sonda de nível);

9.6 – Tabela com os registos da variação do nível de água subterrânea nos piezómetros durante o ensaio de caudal, com a profundidade da captação, profundidade a que está instalada a bomba submersível se estes estiverem equipados e profundidade dos tubos ralos (se existir informação);

9.7 - Inclusão da tabela com os valores medidos na captação em bombagem durante ensaio de caudal, com indicação do nível hidrostático (metros), tempo (minutos); nível hidrodinâmico (metros), rebaixamentos (metros) e caudal (l/s) referente ao escalão.

9.8 – Representação gráfica r=f(Q), em que r é o rebaixamento e Q o caudal utilizado em cada escalão, para determinação da curva característica da captação, para permitir determinar o caudal crítico e inferir sobre o caudal óptimo de exploração.

9.9 – Representação gráfica da variação do nível de água subterrânea em cada um dos piezómetros em função do tempo de ensaio.

9.10 – Cálculo da Transmissividade (m2/dia), Permeabilidade (m/dia) e Coeficiente de Armazenamento (se possível).
10 – RESULTADOS E INTERPRETAÇÃO

10.1– Introdução (com descrição genérica da obra);

10.2 – Profundidades e diâmetros de perfuração utilizados;

10.3 - Descrição da litologia, texturas e características dos terrenos atravessados;

- indicação a várias profundidades;

- utilização de termos geológicos, recomenda-se a utilização das tabelas II, III e IV.

10.4 - Profundidades a que surgiram os níveis aquíferos, com indicação do caudal instantâneo e dos elementos químicos principais, sempre que possível associados às respectivas profundidades;

10.5 – Esquema do entubamento e corte geológico: apresentação de um corte litológico dos terrenos atravessados, indicando a profundidade dos mesmos, a coluna de entubamento e suas características.

10.6 – Interpretação do ensaio de caudal com vista ao cálculo do caudal de exploração, tendo em conta as características hidráulicas e geométricas do aquífero onde se insere a captação, características técnicas da captação, bem como a interferência da extracção com as captações de água subterrânea existentes a menos de 100 metros;

10.7 - Boletim com análises físico-químicas e bacteriológicas, efectuadas no final do ensaio de caudal, que a seguir se descriminam:



  • Consumo humano particular:

pH, condutividade, sulfatos, cloretos, nitratos, nitritos, azoto amoniacal, oxidabilidade ao KMnO4 ou carbono orgânico total, coliformes fecais e totais, estreptococos fecais, clostrídios sulfitorredutores, nº total de germes a 22º C e nº total de germes a 37º C.

  • Abastecimento público: todos os parâmetros constantes do Decreto-Lei 236/98, de 1 de Agosto.

10.8 - Notas finais.
11 – CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

11.1– As principais conclusões relativamente ao ensaio de caudal e interferência com o nível de água subterrânea de captações existentes num raio de 100 metros;

11.2 - Indicação do regime de exploração recomendado para a captação.

11.3 - Eventuais recomendações no que respeita à colocação da bomba de extracção e colocação do dispositivo guarda-nível.



11.4 – Outras recomendações plausíveis a fim de evitar o envelhecimento prematuro da captação.

ANEXOS

Tabela I - Sistemas Aquíferos



Tabela II – Litologia



Tabela III – Textura


Tabela IV – Características Secundárias




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