Mn 801 Problemas de antropologia comparada Questões de gênero na etnografia ameríndia e afroindígena Prof



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MN 801 Problemas de antropologia comparada

Questões de gênero na etnografia ameríndia e afroindígena

Prof. Luisa Elvira Belaunde

Horário: Terça féria 9:00 - 12:00 h.

Sala lygia Sigaud

Ementa
O curso propõe examinar a relevância das discussões sobre gênero e subjetivação na teoria social contemporânea para o estudo dos povos ameríndios e afroindígenas. Com base na leitura de etnografias a ideia é procurar pistas que nos permitam entrever novas abordagens para as formas de genderificação, a partir das práticas e formulações indígenas e afroindígenas. Nesse sentido, destaca-se o interesse pelas concepções de gênero como dispositivo de produção de diferença, necessariamente articuladas com as teorias locais relativas ao corpo e à pessoa, aos afetos, à saúde, à sexualidade e ao desejo/aversão. O curso estuda a produção de relacionalidade em diferentes níveis: organização social, parentesco e amizade, assim como as redes sociotécnicas ou cosmosociais envolvendo objetos e fluxos de forças, substâncias e conhecimentos que atravessam humanos e não-humanos genderificados e perpassam espacialidades e temporalidades tanto cotidianas quanto rituais. Trata-se também de compreender as dinâmicas sociais envolvendo gênero no contexto da violência colonial e institucionalização da discriminação e da pobreza. Além disso, o curso procura relativizar a hegemonia da heterossexualidade reprodutiva e apreender as socialidades em contexto ameríndio e afroindígena para além das representações culturais dominantes sobre saúde e sexualidade, festa e criatividade.
Pedimos especial atenção à primeira sessão, para a qual, observe-se, já há uma bibliografia indicada disponível na internet que deve ser lida por todos. As leituras poderão mudar depois de concordar com os alunos sobre a organização das apresentações durante as aulas.
1ª Sessão (7/08): Abordagens relacionais

Strathern, Marilyn. 1988. O Gênero da Dádiva: Problemas com as Mulheres e Problemas com a Sociedade na Melanésia. Campinas: Editora Unicamp, (2006.] Capítulo 6: trabalho a exploração em questão. https://inrcbage.files.wordpress.com/2011/09/strathern-marilyn-o-gc3aanero-da-dc3a1diva.pdf


Buttler, Judth. Corpos que importam, prefácio traduzido ao português. BUTLER. Judith. Bodies that matter. On the Discursive Limits of "Sex". New York: Routledge, [1993],2011 https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/1740575/mod_resource/content/2/BUTLER.%20Judith.%20Bodies%20that%20matter_introdu%C3%A7%C3%A3o%20em%20port.pdf
Harroway, Dona. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos pagu (5) 1995: pp. 07-41. https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1773/1828
Piscitelli, Adriana . Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiras. Sociedade e Cultura, v.11, n.2, jul/dez. 2008.p.263 a 274 https://www.revistas.ufg.br/fchf/article/viewFile/5247/4295
2ª Sessão (14/08) Relações feitas corpos

Wade, Peter. Debates contemporáneos sobre raza, etnicidad, género y sexualidad en las ciencias sociales. En: Wade P. Urrea Giraldo, F.,Viveros Vigoya, M. Raza, etnicidad y sexualidades, Ciudadanía y multiculturalismo

en América Latina. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia, 2008, p. 41 - 65.
MCCallum, Cecilia. Aquisição de gênero e habilidades produtivas: o caso

Kaxinawá. Estudos feministas 7 (1-2) 157 - 175, 1999.


Butler, Judith. Problemas de Gênero. Feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003 [Cap 1]
Butler, Judith, Cuerpos que importan. Sobre los límites materiales y discursivos del cuerpo. Prefácio, introdução e Cap 4: El género en llamas: cuestiones de apropiación y subversión.
Leituras complementares:
Baukje Prins, Baukje e Costera Meijer, Irene. Como os corpos se tornam matéria: entrevista com Judith Butler, Estudos Feministas V. 10 (1), 2002: 155 - 167.
Kensinger, Kenneth. Kensinger, How real people ought to live. The Cashinahua of Eastern Peru. Cap 22, The body knows: cashinahua perspectives on knowledge. Illinois; Waveland press, 1995, p. 237- 246.

3ª Sessão (21/08): Gênero como trabalho e afeto

MADI DIAS, D. "A aliança enquanto drama: est/ética da masculinidade no contexto de uma economia afetiva uxorilocal (Guna, Panamá)". Mana v. 23 (1): 77-108, 2017.


MADI DIAS, D. "Entre a infância e o sonho: pedagogia Guna da autonomia (Panamá)". Horizontes Antropológicos, 2018.


MADI DIAS, D. "O Parentesco transviado, exemplo Guna (Panamá)". Sexualidad, Salud, Sociedad, 2018.

Leituras complementares:

McCallum, Cecilia. Notas sobre as categorias "gênero" e "sexualidade" e os povos indígenas. Cadernos Pagu 41: 53 - 61, 2013


Fernandes, Estevão. Homossexualidade indígena no Brasil: Um roteiro histórico-bibliográfico. ACENO, Vol. 3, N. 5, p. 14-38. Jan. a Jul. de 2016
4ª Sessão (28/08) Sexualidades múltiplas

TOTA, M. "Entre as diferenças: Gênero, geração e sexualidades em contexto interétnico". Tese de doutorado - PPGAS/MN-UFRJ, 2012 - Caps 4 e 5.
MACIEL, L. "Siuatamatik, ou ser como mulher: afeto, gênero e sexualidade nahua na produção do corpo kuilot". Dissertação de mestrado - PPGAS/Unicamp, 2018.



ROSA, P. "Do sexo malfeito. Transformações morais e dispositivos de sexualidade indígena". ACENO - Revista de Antropologia do Centro-Oeste v. 3 (5), 2016.


Leituras complementares:

CARIAGA, D. "Gênero e sexualidades indígenas: alguns aspectos das transformações nas relações a partir dos Kaiowa em Mato Grosso do Sul". Cadernos de Campo v. 24 (24), 2015.



BELAUNDE, L. "Resguardo e sexualidade(s): uma antropologia simétrica das sexualidades amazônicas em transformação". Cadernos de Campo v. 24 (24), 2015.



5ª Sessão (04/09) No sexo, o corpo está aqui (com o outro)

FOUCAULT, M. "O corpo utópico". Heterotopias. France Culture, 1966.
FOUCAULT, M. "O saber gay". Mec Magazine, 1988.


FOUCAULT, M. "Da amizade como modo de vida". Gai Pied v. 25, 1981.
Cornejo, Giancarlo. Por uma pedagogia queer da amizade. Áskesis | v. 4 | n. 1 | janeiro/junho - 2015| 130 - 142
Leituras complementares:
CAMPOS, M. E. "Norma versus Subjetividade: o legado de Canguilhem". Revista aSEPHallus de Orientação Lacaniana v. 9 (18), 2014.
WITTIG, M. "O pensamento hétero". The Straight Mind and other Essays. Boston: Beacon, 1992.

PERLONGHER, N. "Etnografia das margens". O negócio do michê. Tese de doutorado PPGAS/MN, 1987 - Cap 4.


AYOUCH, T. "Questionando a teoria psicanalítica das perversões". Psicanálise e questões da contemporaneidade - CRV, 2014.
BENTO, B. "Por uma sociologia da abjeção". TRANSVIAD@S - Gênero, sexualidade e direitos humanos. EDUFBA, 2017.
6ª Sessão (11/09): Relações que separam

Strathern, Marilyn. 1988. O Gênero da Dádiva: Problemas com as Mulheres e Problemas com a Sociedade na Melanésia. Campinas: Editora Unicamp, (2006.] Capítulo 8: Relações que separam; Capitulo 9: Formas que se propagam; conclusões.


Butler, Judith. 2016. Afterword. En Before and After Gender. Strahtern, M. Chicago: Hau Books, pp. 293 -302.
Leituras complementares:
Beckerman S. e Valentine, P. Cultures of Multiple Fathers. The theory and practice of partible paternity in Lowland South America. 2002. Cap. 1 and 5.
Calheiros, Orlando. 2015. O próprio do desejo: a emergência da diferença extensiva entre os viventes (Aikewara, Pará) Cadernos de campo, São Paulo, n. 24, p. 487-504, 2015
7ª Sessão (02/10) O símbolo sedutor

Sztutman, Renato e Nascimento, Silvana. Antropologia de corpos e sexos: entrevista com Françoise Héritier Rev. Antropol. vol.47 no.1 São Paulo  2004
HÉRITIER-AUGÉ, FRANÇOISE La sangre de los guerreros y la sangre de las mujeres Alteridades, vol. 1, núm. 2, 1991, pp. 92-102
Strathernm. Marily. The seductive symbol. en: Before and after gender. Chicago: Hau books. 2016, p. 5 -32.
Arnfred, Signe. 2015 "Notas sobre Gênero e Modernização em Moçambique", 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-83332015000200181&lng=pt&tlng=pt
Leituras complementares:
RICHARDS, Audrey. Chisungu, a girl’s initiation ceremony among the Bemba of Zambia. London, Tavistock Publications, 1982 [1956].
Gruenbaum, Ellen. The Cultural Debate over Female Circumcision: The Sudanese Are Arguing This One Out for Themselves. Medical Anthropology Quarterly 10(4):455-475, 1996.
8ª Sessão (09/10) Sangues e Fractalidades

OVERING, Joanna. “Men Control Women? The Catch-22 in Gender Analysis”, International Journal of Moral and Social Studies, v. 1. n. 2, p. 135-156, 1986.


Wagner, Roy. A pessoa fractal. Ponto Urbe, 8 | 2011
Belaunde, Luisa Elvira. 1994. Parrots and oropendolas: The aesthetics of gender relations among the Airo Pai (Secoya). Journal de la Société des Américanistes 80: 95 – 111.
Belaunde, Luisa. 2006. A força do pensamento, o fedor do sangue: hematologia amazônica e gênero. Revista de Antropologia Vol. 49, No. 1, p. 206-243.
RODGERS, David. A soma anômala: a questão do suplemento no xamanismo e menstruação ikpeng. Mana [online], v. 8, n. 2, p. 91-125. 2002.
Guzmán, Maria Antonieta. 1997. Para que la yuca beba nuestra sangre: Trabajo, género y parentesco en una comunidad quichua de la Amazonía Ecuatoriana.
Maizza, Fabiane. As sete meninas: reflexões sobre mulheres, experiência e efeitos jarawara, Cadernos pagu (49), 2017:e174913
9ª Sessão (16/10): Donas dos seus corpos?

Macêdo, Ulla. 2007. A “dona do corpo Tupinambá da Serra BA. Salvador: UFBA (Dissertação de Mestrado).


Alves, Yara de Cássia. A “força” da maternidade no Vale do Jequitinhonha- MG: Conexões entre corpos, casas e discursos
Lovo, Arianne Rayis, "Flechando corpos, curando espíritos": uma análise sobre casa e corpo a partir das rezadeiras Pankararu" . (Manuscrito, Seminário Casa, corpo e gênero, Unicamp, 2018).

BELAUNDE, Luisa. "Yo solita haciendo fuerza". Historias de parto entre los yine. Amazonía Peruana. 2003.


Carneiro. Ana. A reima da comida e a criação das crianças ou: O que faz Marco Feliciano no Whatsapp do Sertão? (Manuscrito, Seminário Casa, corpo e gênero, Unicamp, 2018).
SCOPEL, RAQUEL. A cosmopolítica da gestação, parto e pós-parto: práticas de

autoatenção e processo de medicalização entre os índios Munduruku. Florianópolis,

2014. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Santa Catarina.
10ª Sessão (23/10): Prazeres e poderes

PANET, Rose-France de F. Prazer e sexualidade entre os Canela. 2010. Tese (Doutorado), Universidade Federal do Pará e École Pratique des Haûtes Études.


CAUX, Camila. O riso indiscreto: couvade e apertura corporal entre os Araweté.

Rio de Janeiro, 2015. Tese (Doutorado) – Museu Nacional, Universidade

Federal de Rio de Janeiro.

CROCKERS, William. Os Canela: parentesco ritual e sexo numa tribo da chapada

maranhense. Rio de Janeiro: Museu do Índio/Funai, 2009.

COLPRON, Anne-Marie. Monopólio masculino do xamanismo amazônico: o

contra-exemplo das mulheres xamãs shipibo-Conibo. Mana 11(1), p. 95-

128. 2005.

Brigitte Bagnol, Brigitte e Mariano, Esmeralda. 2009. "Cuidados consigo mesma, sexualidade e erotismo na província de Tete (Moçambique)"

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-73312009000200008
Castro, Andre Oliveira. Desejo e prazer: um aspecto da sexualidade entre os Karitiana cadernos de campo, São Paulo, n. 24, p. 505-523, 2015
McCallum, Cecilia. Restraining Women: Gender, Sexuality and Modernity in Salvador da Bahia Bull. Latin Am. Res., Vol. 18, No. 3, 1999.
ROSALEN, Juliana. Aproximações à temática das DST junto aos Wajãpi do Amapari:

um estudo sobre malefícios, fluidos corporais e sexualidade. São Paulo, 2005. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - FFLCH/USP.


11ª Sessão (30/10): Entidades nos corpos

SEGATO, Rita. Santos e Daimones. 1995. Ed. UnB


BIRMAN, Patricia. Fazer estilo criando gêneros. Possessão e diferenças de gênero em terreiros de umbanda e candomblé o Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Ed Uerj, 1995. 
AUGRAS, Monique. 2000. Da Iyá Mi a Pomba-Gira, In: Carlos Eugênio Marcondes de MOURA, (org.). Candomblé: religião do corpo e da alma, p. 17-30.
ZIKAN CARDOSO, Vânia. Narrar o mundo: estórias do “povo da rua” e a narração do imprevisível. MANA 13(2): 317-345, 2007.
Leituras complementares:
Ayouch, Thamy. Du binaire au multiple: subjectivations de genre dans le candomblé. Eres, 97: 159 - 172, 2018.
Wafer, Jim. The taste of blood. Spirit posession in Brazilian Candomblé. (trad) Philadelphia University of pensylvania press, 1994.
12ª Sessão (06/11): Alteridades, mestiços e anti-mestiçagens

Hendriks, Thomas. ‘Erotiques Cannibales’: A Queer Ontological Take on Desire from Urban Congo. 2017.

Nieto Olivar. José Miguel. Género, dinero y fronteras amazónicas: la “prostitución” en la ciudad transfronteriza de Brasil, Colombia y Perú cadernos pagu (51), 2017:175- 115
Anzaldúa, Glória. La conciencia de la mestiza / Rumo a uma nova consciência

Capítulo do livro Borderlands/La Frontera: The New Mestiza, publicado originalmente por Aunt Lute Books (San Francisco, California, 1987.


Goldman, Marcio. 2015. Quinientos anos de contato: por uma teoría etnográfica da (contra) mestiçagem. MANA 21(3): 641-659, 2015
Leituras complementares:
McCallum, Cecilia (1997). Comendo com Txai, comendo como Txai. A sexualização de relações étnicas na Amazônia comtemporânea. Revista de Antropologia, 40(1), 104-147
Rubenstein S. 2004. Fieldwork and the Erotic Economy on the Colonial Frontier. Signs, Vol. 29, No. 4 (Summer 2004), pp. 1041-1071
Peluso, Daniela. 2015. Circulating between Rural and Urban Communities: Multisited Dwellings in Amazonian Frontiers. The Journal of Latin American and Caribbean Anthropology, Vol. 20, No. 1, pp. 57–79.
Oliveira, Thiago, Nascimento, Silvana. O (outro) lugar do desejo: Notas iniciais sobre sexualidades, cidade e diferença na tríplice fronteira amazônica Amazôn., Rev. Antropol. (Online) 8 (1): 118 - 141, 2016
13ª Sessão (12/11) Maternidades, vidas e encantes

Nieto, Valentina. Uno de mujer es andariega: palavras e circulações de mulhers entre a selva e a cidade. Tese de doutorado. UFSC 2017. Capítulo 7: As filhas de tigre: dramas, transformações e conselhos.


Galli, Eliza. Migrar transformándose. Género y experiencias oníricas entre los runa de la Amazonía ecuatoriana. Quito: Abya Yala, 2012. Cap. 6 procrear seres humanos. Cap 7 La etnografía de la metafísica cotidiana.
Rossi Idárraga. Identidade sem pertencimento? Dimensões íntimas da etnicidade feminina no Vaupés. Tese de doutorado. PPGAS/MN/UFRJ. 2016. Capítulo 5. Em diferentes ritmos, o medo e a ausência vão se tornando cotidianos.
Balduino de Melo, Paula. Matronas afropacíficas: fluxos, territórios e violências .Tese doutorado, UNB. 2015.
Leituras complementares:
Nieto, Valentina. Uno de mujer es andariega: palavras e circulações de mulhers entre a selva e a cidade. Tese de doutorado. UFSC 2017.
Galli, Eliza. Migrar transformándose. Género y experiencias oníricas entre los runa de la Amazonía ecuatoriana. Quito: Abya Yala, 2012.
Rossi Idárraga. Identidade sem pertencimento? Dimensões íntimas da etnicidade feminina no Vaupés. Tese de doutorado. PPGAS/MN/UFRJ. 2016.
Balduino de Melo, Paula. Matronas afropacíficas: fluxos, territórios e violências .Tese doutorado, UNB. 2015.

14ª Sessão (19/11) Figurando e desfigurando gêneros
Demarchi, André. 2013. Figurar e desfigurar o corpo: peles, tintas e grafismos entre os Mebengôkrê (Kayapó)”. Em: LAGROU, Els e SEVERI, Carlo (orgs.). Quimeras em diálogo – grafismo e figuração na arte indígena. Rio de Janeiro, Editora 7 Letras, 2013
Muller, regina. 2013. Arte gráfica Asuriní do Xingu: Corpo, mito e pensamento. Em: LAGROU, Els e SEVERI, Carlo (orgs.). Quimeras em diálogo – grafismo e figuração na arte indígena. Rio de Janeiro, Editora 7 Letras, 2013
VanVelthem, Lucia. 2013. Homens, Guaribas, Mandiocas e artefatos”. Em: : LAGROU, Els e SEVERI, Carlo (orgs.). Quimeras em diálogo – grafismo e figuração na arte indígena. Rio de Janeiro, Editora 7 Letras, 2013
Demarchi, André. 2014. Beleza, Ritual e Políticas da Visualidade entre os mebêngôkre-Kayapó. 2014. Tese de doutorado. IFCSs UFRJ.
Stepić, Nikola. From dynasty to voguing: tracing the queer family in Jennie Livingston´s Paris is Burning (1990).

Leituras complementares:



Dziubinska, Magda. Devenir reine kakataibo. Performance, séduction et genre en Amazonie péruvienne, Journal de la Société des américanistes, 2017, 103-1, p. 51-83.
BARBARA, Rosamaria Susanna. A dança das Aiabás: Dança, corpo, e cotidiano das mulheres de candomblé. 2002. 201 f. Tese (Doutorado em Sociologia) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo. 2002.
SOUZA, Patrícia. Axôs e ilequês. Rito, mito e estética do candomblé. 2007, p.89 – 145.
15ª Sessão (26/11): Debate final.




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