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OUT/ 2004

Projeto 02:101.01-006



Componentes cerâmicos – Telhas – Terminologia, Requisitos e Métodos de ensaio




Origem: projeto 02:101.01-006.

CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil

CE-02:101.01 - Comissão de Estudo de Componentes Cerâmicos

Project 02:101.01-006 – Ceramic components –Ceramic roof tiles – Terminology, requirements and testing methods

Descriptors: Roof tile. Ceramic Roof tile. Clay roof tile. Roofing. Buildings. Civil construction.

Este projeto de norma 02:101.01-006 cancela as NBR 8038: 1987, NBR 9598: 1986, NBR: 9599: 1986, NBR 9600: 1986, NBR 9601: 1986, NBR 9602: 1986, NBR 7172: 1987, NBR 6462: 1987, NBR 8947: 1985, NBR 8948: 1985 e NBR 13582: 2002.






Palavra(s)-chave:

Telhas. Telhas cerâmicas. Telhado. Cobertura. Edifícios. Construção Civil.

páginas

Sumário

    Prefácio

    Introdução



    1 Objetivo

    2 Referências normativas

    3 Definições

    4 Requisitos gerais

    5 Requisitos específicos

    6 Requisitos particulares

    7 Inspeção

    8 Aceitação e rejeição

    Anexos

    A Determinação das características dimensionais e do rendimento médio

    B Verificação da Impermeabilidade

    C Determinação da carga de ruptura à flexão

    D Determinação da massa seca e da absorção d’água

    E Determinação da galga média

    F Características geométricas das telhas cerâmicas

    G Características geométricas das telhas cerâmicas extrudadas

    H Diretrizes para seleção de métodos de ensaio para determinação de características especiais

Prefácio

A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS circulam para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados.

Este projeto de norma contem os anexos A ao E de caráter normativo e os anexos F ao H de caráter informativo.



Introdução

A presente norma mantem conceitos e diretrizes das Normas anteriores e apresentam novos requisitos e aspectos formais não existentes nas Normas que foram canceladas NBR 8038: 1987, NBR 9598: 1986, NBR: 9599: 1986, NBR 9600: 1986, NBR 9601: 1986, NBR 9602: 1986, NBR 7172: 1987, NBR 6462: 1987, NBR 8947: 1985, NBR 8948: 1985 e NBR 13582: 2002.

Entre os aspectos formais cita-se a inclusão na Norma de anexos normativos e informativos; entre os novos requisitos cita-se, por exemplo, o rendimento médio da telha como requisito normativo e a galga como requisito informativo.

Foi também elaborada uma nova terminologia para as telhas englobando-as em quatro tipos e cada tipo pode ter mais de um modelo.

As telhas que foram normalizadas no passado foram mantidas em anexo informativo, com seus modelos respectivos. Acrescentou-se ao elenco das telhas brasileiras a telha plana de sobreposição, cujo o modelo básico encontra-se no corpo desta Norma.

Em face da estrutura formal e ampliada prevista nesta Norma, os fabricantes não se encontram impedidos de continuar a produzir telhas conforme modelos consagrados e constantes do Anexo F.

Foi criado um item específico sobre o projeto de telha cerâmica com a finalidade de melhor qualificar o produto e explicitar a responsabilidade do fabricante sobre o mesmo.

Tratando-se de um produto, cujo o desempenho é avaliado experimentalmente; esta Norma destaca a importância do controle permanente da produção pelo fabricante com a finalidade de garantir a eficácia da telha no sistema de cobertura.

A presente Norma ponderou a capacitação dos produtores com as necessidades do mercado interno e possibilidade de exportação , neste sentido diretrizes constantes em Normas estrangeiras, passiveis de serem exigidas em um processo de exportação, também foram incluídas em um anexo informativo.


    Este projeto de norma contem os anexos A ao D e H de caráter normativo e os anexos E ao G de caráter informativo.

    Os fabricantes que desejarem produzir os modelos das normas de telhas canceladas por esta norma, encontram no anexo E, desenhos, indicações e dimensões desses modelos.



    1 Objetivo

Este projeto de norma estabelece os requisitos dimensionais, físicos e mecânicos exigíveis das telhas cerâmicas para a execução de telhados de edificações, bem como estabelece seus métodos de ensaio.

Os requisitos citados se aplicam aos componentes considerados acessórios da cobertura, quando explicitado.

As telhas cerâmicas, apresentando ou não, tratamentos superficiais, devem atender aos requisitos desta Norma.


    2 Referências normativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

ASTM C 1167-96 - Standard specification for clay roof tiles.

NP EN 539-2/1999 -Telhas cerâmicas para colocação descontínua. Determinação das características físicas.

Parte 2: Ensaios de resistência ao gelo.



AS / NZS 4456.10:1997 - Masonry units and segmental pavers – Methods of test. Method 10: Determining resistance to salt attack.

    3 Definições

Para os efeitos deste projeto de norma são adotadas as definições de 3.1 a 3.56.

    1. absorção d’água : Quociente entre a massa de água absorvida pelo corpo-de-prova saturado em água e a massa seca da telha (ver anexo D).

    2. acessórios cerâmicos : Componentes cerâmicos destinados a completar as telhas utilizadas nos extremos da cobertura (exemplo: meia telha), a realizar obras de junção (exemplo: cumeeira) ou destinados a diversos pontos individuais da cobertura (exemplo: telha de ventilação).

    1. amostra : Conjunto de telhas retirado aleatoriamente de um lote para determinação de suas características.

    2. área da telha : Produto do comprimento de fabricação pela largura de fabricação, expressa em m2 .

    3. área útil da telha (Au) : Produto do comprimento útil pela largura útil, expressa em m2 .

    4. bolha : Defeito de superfície, consistindo num levantamento superficial e localizado do material, ocorrido durante a fabricação.

    5. canal : Componente ou parte da telha cuja finalidade é conduzir água.

    6. capa : Componente ou parte da telha cuja finalidade é conduzir a água para o canal.

    7. carga de ruptura à flexão simples (FR ) : Carga que a telha resiste no ensaio de flexão simples – flexão a 3 pontos - estando submetida a uma carga parcialmente distribuída (ver anexo C).

    8. comprimento efetivo: Valor do comprimento resultante de medições segundo o anexo A .

    9. comprimento de fabricação : Valor do comprimento indicado pelo fabricante, correspondente ao maior comprimento da telha, conforme indicado na figura 1.




Figura 1 – Vista esquemática do comprimento de fabricação de telhas cerâmicas

    1. comprimento útil (Cu) : Comprimento da parte visível da telha quando montado o telhado, conforme indicado na figura 1.

    2. coração negro : Redução de minerais de ferro durante o processo de queima no interior da telha, com alteração de cor .

    3. corpo-de-prova : Para os efeitos desta Norma o corpo-de-prova é uma telha.

    4. cratera : Ocorrência de imperfeição superficial na forma de cavidades, consistindo na separação de material, quase sempre na parte visível da telha.

    5. efeito da maresia : Desagregação eventual de uma telha cerâmica quando submetida ao ar atmosférico fortemente salino.

    6. efeitos de superfície : Concavidades, relevos, manchas, pontos coloridos etc. caracterizando o conjunto de um fornecimento, obtidos propositalmente com um fim estético (por exemplo para simular o aspecto de telhas antigas).

    7. eflorescência : Depósito cristalino de sais solúveis sobre a superfície das telhas, resultante de migração de água desde o interior e sua evaporação na superfície.

    8. encaixes : Detalhes geométricos para permitir a junção de telhas contíguas e para evitar deslocamentos relativos, que podem comportar uma ou várias partes alteadas denominadas “saliências” e uma ou várias partes rebaixadas denominadas “sulcos”.

Nota: O encaixe pode ser longitudinal ou transversal ao sentido de montagem das telhas.


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