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3. Procedimento Metodológico

A figura quando do autor não é referenciada. Veja o exemplo a seguir.

Para avaliação do desgaste foi utilizada a medição digital. Utilizou-se um conjunto de lentes, câmara digital e um microcomputador com placa de aquisição de imagens, mostrado na Fig. 2.


Micro

computadorr



Câmera digital

Objetivas

Figura 2 - Equipamento para avaliação digital do desgaste.
A tabela quando do autor não é referenciada. Veja o exemplo a seguir.

A Tab. 2 apresenta a relação de ferramentas empregadas nos corpos de prova retilíneos.


Tabela 2 - Relação de ferramentas empregadas nos corpos de prova retilíneos.


Fab. Nº

Código

d1 [mm]

Revestimento

l1[mm]

l2 [mm]

z

 [º]

o [º]

1

40030800RT

8

XTR

63

20

3

37

-

2

2725080

8

FUTURA

60

20

6

45

8

3

431051000

10

TiAlN

72

22

3

30

7

1

751510004LT

10

TiAlN

100

32

5

-

-

4

GW 367

10

TiAlN

72

22

6

-

-

5

VC-MD10

10

MIRACLE

70

22

6

45

-10

6

5532

12

TiAlN

83

26

4

30

-

7

12 MG FXS 1211

12

TiAlN

90

30

6

45

-

8

1350XT

12

X-TREME

83

26

6

50





4. Resultado e Análise
Um exemplo de figura do autor é apresentado abaixo.

Na Fig. 3 pode-se ver claramente a região de escorregamento e rolamento da ferramenta.




Figura 3 - Regiões de textura diferentes.
Um exemplo de tabela do autor é apresentado abaixo.

A Tab.3 mostra os resultados dos ensaios, realizados com fresas sólidas de metal-duro revestido, em CP retilíneos na condição de desbaste.


Tabela 3 - Resultados de fresamento do CP retilíneo em desbaste.


Fab. Nº

Ensaio



d1

[mm]


z

[º]


o

[º]


vc

[m/min]


fz [mm]

ae [mm]

ap [mm]

Volume

[cm3]



T

[min]


Q

[mm3/min]



1

6

8

3

37

-

25

0,067

0,3

12

52

73

720

2

13

8

6

45

8

40

0,02

0,5

15

235

168

1425

3

1

10

3

30

7

22

0,05

0,2

15

158

503

315

1

18

10

5

-

-

60

0,027

0,2

10

30

58

516

4

16

10

6

45

-

67

0,042

0,25

15

161

81

2003

5

17

10

6

45

-10

75

0,097

0,2

7

413

183

1960

6

11

12

4

30

-

50

0,02

0,5

16

56

65

848

7

2

12

6

45

-

20

0,038

0,5

15

86

96

900

8

12

12

6

50

-

20

0,038

0,5

15

293

326

900

Resultados experimentais e numéricos devem ser especificados apresentando a incerteza associada a cada um deles. De acordo com a grandeza e instrumento empregado tem-se os seguintes exemplos: Dureza: incerteza 0,1 HV, Comprimento: incerteza 0,05 mm, Temperatura: incerteza 0,8ºC, Tensão elétrica: incerteza 0,5V.


5. Conclusão
A conclusão deve conter sugestões para trabalhos futuros.
Agradecimentos
Os agradecimentos não podem exceder três linhas. Agradecer somente a colaboradores, financiadores e instituições.

6. Bibliografia

No mínino devem ser citadas 10 referências no artigo.

As referências devem ser listadas em ordem alfabética, de acordo com o último nome do primeiro autor, ao término do artigo.

Se duas ou mais referências tem a mesma identificação (autor e ano), as distinga juntando "a", “b", etc. , para o ano de publicação.



Alguns exemplos de referências em inglês estão a seguir:
Bordalo, S. N., Ferziger, J. H. and Kline, S. J., The Development of Zonal Models for Turbulence, Proceedings of the 10th Brazilian Congress of Mechanical Engineering, Vol.1, Rio de Janeiro, Brazil, p. 41-44. 1989.
Coimbra, A.L., Lessons of Continuum Mechanics, Ed. Edgard Blücher, S.Paulo, Brazil, 428 p. 1978.
Clark, J.A., Private Communication, University of Michigan, Ann Harbor. 1986.
Silva, L.H.M., New Integral Formulation for Problems in Mechanics (In Portuguese), Ph.D. Thesis, Federal University of Santa Catarina, Florianópolis, S.C., Brazil, 223 p. 1988.
Soviero, P.A.O. and Lavagna, L.G.M., A Numerical Model for Thin Airfoils in Unsteady Motion, RBCM- J. of the Brazilian Soc. Mechanical Sciences, Vol.19, No. 3, p. 332-340. 1997.
Sparrow, E.M., Fluid-to-Fluid Conjugate, ASME Journal of Heat Transfer, Vol.102, p. 402-407. 1980a.
Sparrow, E.M., Heat Transfer for a Vertical Pipe-Internal and External Natural Convection, ASME Journal of Heat Transfer, Vol.103, p. 802-917. 1980b.
SKA. EdgeCAM.. Disponível em: http://skarenderworks.com.br/edgecam. Acesso em: março de 2007.
Oliveira, C. A. S. CIMM. Centro de Informação Meta-Mecânica. Disponível em: http://www.cimm.com.br/portal/noticia/index_geral/?src=/material/conformacao. Acesso em: agosto de 2006.

ENCRUAMENTO NA ESTAMPAGEM INCREMENTAL EMPREGANDO O AÇO INOXIDÁVEL AISI 304

Luiz Carlos de Cesaro Cavaler 1, Fabio Peruch 1, Lirio Schaeffer.2

luiz.cavaler@satc.edu.br 1, fabio.peruch@satc.edu.br 1, schaefer@ufrgs.br 2

1Faculdade SATC, Engenharia Mecânica - Rua Pascoal Meller, 73 - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - SC - Brasil.

2Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Laboratório de Transformação Mecânica - LdTM. Av. Bento Gonçalves, 9500, CEP 91501-970 / Caixa Postal 15.021 Porto Alegre - RS - Brasil.
Resumo
O presente trabalho teve como objetivo verificar o comportamento da microestrutura do o aço inoxidável austenítico AISI 304 sob grandes deformações a frio para o processo de Estampagem Incremental de Chapas (ISF - Incremental Sheet Forming). Os experimentos basearam-se na variante da Estampagem Incremental denominada Estampagem Incremental com Ponto Simples (SPIF - Single Point Incremental Forming). Foram realizados quatro ensaios com ferramentas de diferentes diâmetros, ângulos de parede e passos verticais distintos. Em uma combinação destes parâmetros a chapa rompeu em um ensaio, nos outros três restantes não. Basicamente a estrutura empregada foi um dispositivo para fixação da chapa, um centro de usinagem vertical, um software de CAD/CAM, um microscópio óptico e um microdurômetro. Foram obtidos micrografias das estruturas deformadas e valores de microdureza Vickers antes e após a estampagem. Principalmente os valores encontrados na microdureza após a estampagem dão indicativos de transformações de fase induzidas por deformação, conhecido como efeito TRIP.
Palavras-chave: Estampagem Incremental; Aço inoxidável AISI 304; Microestrutura.
1. Introdução
As indústrias de estampagem de chapas metálicas freqüentemente empregam diferentes métodos de conformação, os quais são baseados no uso de ferramentas com geometria precisa para as peças fabricadas. Estes métodos são normalmente empregados para produção em massa, desde que os custos destas matrizes possam ser diluídos em um grande número de peças estampadas. Entretanto, quando séries pequenas são exigidas, os métodos convencionais de estampagem baseados em matrizes, podem ser substituídos por novos métodos, desenvolvidos com objetivo de cumprir os requisitos impostos pelas indústrias que produzem pequenos lotes (Cerro et al., 2006).

Neste contexto desponta uma nova tecnologia que poderá substituir em parte a estampagem tradicional de chapas metálicas, chamada Estampagem Incremental de Chapas (ISF - Incremental Sheet Forming), desenvolvida por renomados institutos de pesquisa . O processo consiste na estampagem de chapas de metal de forma rápida e, com razoável precisão a partir de arquivos de CAD (Computer Aided Design - Projeto Assistido por Computador) em três dimensões. A trajetória da ferramenta é controlada por um programa e utilizando a tecnologia CNC (Computer Numeric Control - Comando Numérico Computadorizado) vai conformando a peça aos poucos, através de pequenas deformações (Schaeffer, 2004).

Considerando a faixa de mercado abrangente por esta tecnologia; lotes pequenos, peças customizadas (automóveis antigos, motocicletas, troféus, painéis decorativos etc.), próteses médicas, pequenas espessuras, geometrias complexas; percebe-se uma nova área tecnológica a ser explorada.
2. Revisão Bibliográfica
A deformação da tira (blank) pode ser alcançada de duas formas principais: a ferramenta de conformação tem um apoio abaixo da chapa (Dieless NC Process Forming - Processo de Estampagem NC sem Matriz) também chamado (TPIF - Two-Point Incremental Forming) ou a ferramenta de conformação é com simples ponto (SPIF - Single Point Incremental Forming), ou seja, não tem um apoio abaixo da chapa (Jeswiet, 2001). No processo TPIF uma matriz parcial positiva é fixada abaixo da chapa e obtêm-se superfícies convexas enquanto que no SPIF não há nenhum suporte abaixo da chapa e produz-se superfícies côncavas, conforme Fig. 1.





(a) (b)
Figura 1 - Variantes do processo de Estampagem Incremental de Chapas: a - SPIF (Single Point Incremental Forming), b - TPIF (Two-Point Incremental Forming) (Hirt. et al., 2003).
As mudanças na microestrutura do material induzidas pelo processo de Estampagem Incremental tem sido investigadas (Micari, 2004). Os resultados da investigação estão dispostos na Fig. 2. Os ensaios foram feitos nos aços comuns DC04 (aço doce) e 1.4301 (AISI 304). Em ambos os casos, os grãos são significativamente alongados devido a alta deformação. Além dos aços doces, vários tipos de aços inoxidáveis têm sido empregados para Estampagem incremental, mas principalmente para propósitos de pesquisa. (Amino et al., 2002) tem fabricado um incubador de aço inoxidável e peça de exaustor e (Hirt et al., 2002) tem feito várias peças de demonstração de aço inoxidável.

Em geral o aço inoxidável envolve significativamente mais dificuldades que aços doces ou alumínio quando conformados incrementalmente. Isto decorre principalmente devido ao alto limite de resistência a tração destes aços, alto coeficiente de encruamento e as diferentes inclinações da curva para a recuperação elástica.


Figura 2 - Troca na microestrutura do aço com grande ângulo de deformação em Estampagem incremental aximétrica com ponto simples a - DC04, estado inicial, b - DC04,  = 80º, dz = 1,75, c - 1.4301, estado inicial, d - 1.4301,  = 80º, dz = 1,75 (Micari, 2004).


Dependendo da composição química dos aços inoxidáveis, estes podem apresentar ainda transformações de fase induzidas por deformação. Tal característica tende a aumentar a sua resistência mecânica, e em algumas situações pode também melhorar a ductilidade das chapas. Tal fenômeno é conhecido como efeito TRIP (Transformation Induced Plasticity).

Quando as chapas destes materiais são solicitadas mecanicamente, parte da austenita é convertida em martensita ’, ou senão martensita , sendo esta última predominante para baixas deformações. Com o gradual aumento da deformação, há um aumento gradativo da quantidade de martensita transformada, e com isto uma maior resistência mecânica é oferecida pelo material. Isto pode permitir a obtenção de peças de maior relação resistência/peso (Lebedev et al., 2000).

No momento da fabricação das chapas, a sua composição pode ser ajustada para aumentar ou diminuir a sua estabilidade microestrutural perante as deformações impostas. O parâmetro comumente utilizado é a temperatura Md30, a qual representa a menor temperatura na qual haveria formação de 50% de martensita induzida a partir de uma deformação real igual a 0,3. Estudos conduzidos por Rocha et al., (2007) revelaram uma Md30 = 19ºC e uma grande tendência a formação de martensita induzida por deformação para o aço 304H ou aço inoxidáveI AISI 304.



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