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NORMA COMPLEMENTAR AO REGIMENTO INTERNO DO PPGEd Nº 01: ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DAS DISCIPLINAS


Sorocaba-SP / 2012

NORMA COMPLEMENTAR AO REGIMENTO INTERNO DO PPGEd Nº 01: ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DAS DICISPLINAS

Estabelece a estrutura e funcionamento das disciplinas do Programa de Pós-Graduação stricto sensu – Mestrado em Educação – da UFSCar campus Sorocaba (PPGEd).

Art. 1º - A estrutura e o funcionamento das disciplinas estão estabelecidos nesta Norma Complementar.

Art. 2º - Cada disciplina (obrigatórias e eletivas) equivale a 6 (seis) créditos, compreendendo aulas, trabalhos de laboratório ou de campo e estudos individuais.

§ único – A frequência nas atividades presenciais (aulas) é obrigatória, e o aluno que não comparecer a, pelo menos, 75% (setenta e cinco por cento) do total de atividades presenciais será reprovado.

Art. 3º - As disciplinas obrigatórias do PPGEd, acompanhadas de suas ementas e bibliografias, são as seguintes:

I - Pesquisa em Educação: Aspectos Teórico-metodológicos e Práticos (obrigatória para todos os discentes do PPGEd):

Ementa:


Os aspectos teórico-metodológicos e práticos envolvidos no processo de produção do conhecimento científico e do senso comum. As técnicas e os instrumentos de coleta de dados no âmbito da pesquisa em educação. Origem, desenvolvimento e superação dos paradigmas científicos. Exercícios práticos de formulação e revisão dos projetos de pesquisa, destacando o “método de pesquisa” e o “método de exposição”.

Bibliografia:

ANDRÉ, Marli (org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. 5ª edição. Campinas-SP: Papirus, 2006.

CARVALHO, Maria Cecília M. de (org.). Construindo o saber: técnicas de metodologia científica. Campinas-SP: Papirus, 1988.

CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1994.

CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. Rio de Janeiro: Vozes, 2006.

FAZENDA, Ivani (org.) Metodologia da pesquisa educacional. 3ª edição. São Paulo: Cortez, 1994. (Biblioteca da Educação, série 1 – Escola; v. 11)

GAMBOA Silvio Sanches. Fundamentos para la investigación educativa - pressupostos epistemológicos que orientam al investigador. Santa Fé de Bogotá: Cooperativa Editorial Magistério, 1998. (Coleção Mesa Redonda; nº 66)

GERALDI, Corinta Maria Grisolia, FIORENTINI, Dario, PEREIRA, Elizabete Monteiro de A. (orgs.). Cartografia do trabalho docente: professor(a)-pesquisador(a). Campinas-SP: Mercado de Letras e Associação Brasileira do Livro (ALB), 1998. (Coleção Leituras no Brasil)

GROPPO, Luis Antonio e MARTINS, Marcos Francisco. Introdução à pesquisa em educação. 2ª edição revista e ampliada. Piracicaba-SP: Biscalchin Editor, 2007.

__________. Formação de professores como pesquisadores em educação. Revista Diálogos Educacionais. Curitiba-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), v. 7, nº 22, set-dez 2007, p. 229 a 244 - disponível em http://www2.pucpr.br/reol/index.php/DIALOGO?dd1=108, acessado em 01 de agosto de 2008.

KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 5ª edição. São Paulo: Perspectiva, 2000.

LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4ª edição revista e ampliada. São Paulo: Atlas, 2001.

MADURO, Otto. Mapas para a festa: reflexões latino-americanas sobre a crise do conhecimento. Trad. de Ephraim F. Alves. Petrópolis-RJ: Vozes, 1994.

PELUSO, Luis Alberto. A filosofia de Karl Popper: epistemologia e racionalismo crítico. Campinas-SP: Papirus e PUCCAMP, 1995.

POPPER, Karl Raimund. Conhecimento objetivo: uma abordagem evolucionária. Trad. de Milton Amado. Belo Horizonte-MG: Editora Itatiaia; São Paulo-SP: Editora da USP, 1975. (Coleção Espírito do Nosso Tempo; v. 13)

__________. Conjecturas e refutações. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, s/d.

SANTOS FILHO, José Camilo e GAMBOA, Silvio Sánchez. 3ª edição. Pesquisa educacional: quantidade-qualidade. São Paulo: Cortez, 2000. (Coleção Questões da Nossa Época; v 42)



II - Práticas Educativas e Formação dos Professores (obrigatória aos discentes vinculados à Linha de Pesquisa 1: Formação de Professores e Práticas Educativas):

Ementa:


Estuda o processo de formação de professores e/ou de capacitação docente nos diferentes níveis de ensino, bem como da carreira docente em termos da atuação profissional e dos correspondentes compromissos cognitivo, ideológico e afetivo.

Bibliografia:

ALARCÃO, I. Formação reflexiva dos professores - Estratégias de Supervisão. São Paulo: Porto Editora, 1996.

CARVALHO, A. D. Novas metodologias em educação. São Paulo: Porto Editora, 1995. (Coleção Educação)

CASTRO, Amélia A D. O professor e a didática. Revista Educação, Brasília, 1981.

CASTRO, A. D. Ensinar a Ensinar. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001.

CUNHA, Maria Isabel. O bom professor e sua prática. Campinas, Papirus, 1989.

FONTANA, R. C. Como nos tornamos professoras? Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

FURLANETTO, E. C. Como nasce um professor? Uma reflexão sobre o processo de individuação e formação. São Paulo: Paulus, 2003.

IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, 2000.

LEICHNER, K. M. A formação reflexiva de professores – Idéias e práticas. Lisboa: Educa, 1993.

MACIEL, L. S. B. e SHIGUNOV NETO, A. (org.) Formação de professores – passado, presente e futuro. São Paulo: Cortez, 2004.

MIZUKAMI, M. da G. N. (org.) Escola e aprendizagem da docência: processos de investigação e formação. São Carlos, EdUFSCar, 2002.

MIZUKAMI, M. da G. N. (org.) Processos formativos da docência: conteúdos e práticas. São Carlos: EdUFSCar, 2005.

NÓVOA, A. (org.). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992, p. 51-76.

Perrenoud, P. Ofício de aluno e sentido do trabalho escolar. Porto: Porto Editora, 1995.

PIMENTA, S. G. (org.) Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.

PIMENTA, S. G. e GHEDIN, E. (orgs). Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2002.

REALI, A. M. M. R. e MIZUKAMI, M. G. N. (org). Formação de professores: tendências atuais. São Carlos: EdUFSCar, 1996.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

TARDIF, M. & LESSARD, C. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Petrópolis-RJ: Vozes, 2005.

DE TOMMASI, L., WARDE, M. J. & HADDAD, S. (orgs.) O banco mundial e as políticas educacionais. São Paulo: Cortez Editora, 1998.

ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.



III – Educação e Movimentos Sociais (obrigatória aos discentes vinculados à Linha de Pesquisa 2: Educação, Comunidade e Movimentos Sociais):

Ementa:


Estado, Sociedade Civil, participação política e educação. Teorias clássicas e contemporâneas sobre os movimentos sociais. As teorias dos novos Movimentos Sociais. As novas abordagens de redes sociais para análise dos movimentos sociais e novas formas de participação política. Movimentos sociais, participação política e cidadania e educação no contexto de mundialização do capital. Estudos pós-coloniais e movimentos sociais.

Bibliografia:

ALVAREZ, S. E.; ESCOBAR, A. The making of social movements in Latin America: identity, strategy and democracy. Boulder: Westview Press, 1992.

__________; DAGNINO, E.; ESCOBAR, A. (orgs.). Cultura e política nos movimentos sociais latino-americanos: novas leituras. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.

AVRITZER, L. (Org.). Sociedade civil e democratização. Belo Horizonte: Del Rey, 1994.

CARDOSO, R. Os movimentos sociais na América Latina. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo, vol. 3, nº 1, 1987.

GADOTTI, M.; GUTIÉRREZ, F. (orgs.). Educação comunitária e economia popular. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 1999. (Coleção Questões de Nossa Época, v. 25).

GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal e cultura política. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2005.

__________. Movimentos sociais e educação. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2005.

__________. Teorias dos movimentos sociais. 5ª ed. São Paulo: Loyola, 2006.

HABERMAS, Jürgen. A nova intransparência - a crise do Estado de Bem-Estar Social e o esgotamento das energias utópicas. Novos Estudos – CEBRAP, nº 18, São Paulo, setembro de 1987, p. 103 a 114.

MACHADO, Jorge Alberto S. Ativismo em rede e conexões identitárias: novas perspectivas para os movimentos sociais. Sociologias, Porto Alegre, ano 9, nº 18, jul./dez. 2007, p. 248-285 .

MARTINS, Marcos Francisco e GROPPO, Luís Antonio. Sociedade Civil e educação: fundamentos e tramas. Campinas-SP: Autores Associados; Americana-SP: Unisal, 2010. (Coleção Educação Contemporânea)

MARSHALL, T. H.. Cidadania, Classe Social e Status. Trad. de Meton Porto Gadelha. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

MELUCCI, Alberto. Acción colectiva, vida cotidiana y democracia. México. El Colégio de México, Centro de Estúdios Sociológicos, 1999.

MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e a questão social. Crítica ao padrão emergente de intervenção social. 3a ed. São Paulo, Cortez, 2005.

NEVES, Lúcia Maria Wanderley (org.) A nova pedagogia da hegemonia – estratégias do capital para educar o consenso. São Paulo: Xamã, 2005.

PIZZORNO, Alessandro. Participación y Cambio Social em la Problemática Contemporánea. Argentina: Siap-Planteos, 1975.

RAZETO, Luiz. La dimension economica del terceiro sector en America Latina. 1999

(acessado em 07 de setembro de 2005).

SADER, Eder. Quando novos personagens entram em cena. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Los nuevos movimientos sociales. OSAL, Septiembre 2001, p. 177-184. Disponível em: <www.boaventuradesousasantos.pt/pages/en/articles.php>. Aceso em: 20 agosto de 2010.

__________ (org.). Democratizar a Democracia: os caminhos da democracia participativa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, cap. 8, pp. 373-418.

__________. El Foro Social Mundial y la ezquierda global. El Viejo Topo, Enero 2008, p. 39-62. Acesso: http://www.ces.uc.pt/bss/pt/artigos.htm

SORJ, Bernardo. Sociedades civis e relações Norte-Sul: ONGs e dependência. Trad. de Plínio A. Dentzien, Rio de Janeiro, Working paper 1 do Centro Edelstein de Pesquisas Sociais. Disponível em: www.centroedelstein.org.br. Acessado em: novembro de 2005.

TOCQUEVILLE, Alexis de. Democracia na América. São Paulo: Nacional, 1969.

TOURAINE, Alain. Na fronteira dos movimentos sociais. Translated by Ana Liési Thurler. Sociedade & Estado. abr.-2006, vol. 21, nº 1, p. 17-28.

IV - Fundamentos da Educação (obrigatória aos discentes vinculados à Linha de Pesquisa 3: Teorias e Fundamentos da Educação):

Ementa:


Estudo e reflexão sobre as matrizes do pensamento pedagógico, destacando as contribuições da Sociologia, da Psicologia e da Filosofia para a compreensão e análise do fenômeno educativo.

Bibliografia:

DUARTE, Newton. Vigotski e o “aprender a aprender” – críticas às apropriações neoliberais e pós-modernas da teoria vigotskiana. 4ª ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2006. (Coleção Educação Contemporânea)

DURKHEIM, Émile. Educação e sociologia. 5ª ed. São Paulo: Melhoramentos, 1973.

JAEGER, Werner. Paidéia – a formação do homem grego. Trad. de Artur M. Parreira. São Paulo, Martins Fontes, 1995.

LOMBARDI, José Claudinei e SAVIANI, Dermeval (orgs.). Marxismo e educação: debates contemporâneos. Campinas-SP: Autores Associados e Histedbr, 2005.

MARTINS, Marcos Francisco e Luís Antonio Groppo. Sociedade civil e educação: fundamentos e tramas. Campinas-SP: Autores Associados, 2010. (Coleção Educação Contemporânea)

MARX, Karl. Crítica da educação e do ensino. Trad. de Ana Maria Rabaça. Lisboa, Moraes, 1978.

PIAGET, Jean. Seis estudos em psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1985.

__________. O nascimento da inteligência na criança. 4ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. Campinas e São Paulo: Autores Associados e Cortez, 1983. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo; v. 5)

SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia da educação: construindo a cidadania. São Paulo: FTD, 1994. (Coleção Aprender & Ensinar)

SILVA, Sônia Aparecida Ignacio. Valores em educação – o problema da compreensão e da operacionalização dos valores na prática educativa. Petróplis, Vozes, 1986.

SKINNER, Burrhus F. Sobre o behaviorismo. São Paulo: Cultrix-USP, 1982.

VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente. São Paulo, Martins Fontes. 1991.

__________ et alii. Psicologia e pedagogia: bases psicológicas da aprendizagem e do desenvolvimento. São Paulo, Moraes, 1991.

SUCHODOLSKI, Bogdan. A pedagogia e as grandes correntes filosóficas – pedagogia da essência e pedagogia da existência. Lisboa, Livros horizonte, 1978.

WEBER, Max. Ensaios de Sociologia. 2ª ed. Rio de Janeiro, Zahar, 1971.

__________. Sobre a universidade. São Paulo: Cortez, 1989.

Art. 4º – As disciplinas eletivas do PPGEd, acompanhadas das ementas e bibliografias, são as seguintes, de acordo com cada uma das linhas de pesquisa:

I – Linha de Pesquisa 1 - Formação de Professores e Práticas Educativas:


  1. Didática do Ensino Superior

Ementa:

Pressupostos da Educação Superior. A contribuição da Didática na formação de docentes de nível superior. Aspectos teóricos que embasam e possibilitam a prática pedagógica. Tendências pedagógicas. O processo de ensino–aprendizagem em suas múltiplas articulações entre as dimensões políticas, éticas, humanas, sociais.

Bibliografia

CANDAU, V. M. A didática em questão. Petrópolis, Vozes, 1991.

CHARLOT, Bernard. A mistificação pedagógica: realidades sociais e processos ideológicos na teoria da Educação. Trad. de Ruth Rissin Josef. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979.

COSTA, Marisa Vorraber. (org.) O currículo nos limiares do contemporâneo. 3ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

D’ ANTOLA, Arlette. (org.) A prática docente na universidade. São Paulo: EPU, 1992.

MASETTO, Marcos. Docência na universidade. São Paulo: Papirus, 1998.

__________ ; ABREU, Maria Célia. O professor universitário em aula. São Paulo: MG EDITORES, 1997.

PIMENTA, Selma Garrido; ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos. Docência no ensino superior. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2005.

RANCIÈRE, Jacques. O mestre ignorante: cinco lições sobre emancipação intelectual. Trad. de Lílian do Valle. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

SANTOS, B. S. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 2ª ed.São Paulo: Cortez, 2000.

SILVA, Luiz Heron da; AZEVEDO, José Clóvis de; SANTOS, Edmilson Santos dos. Novos Mapas Culturais, novas perspectivas educacionais. Porto Alegre: Sulina, 1996.

SILVA, Tomaz Tadeu. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2000.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (coord.). Repensando a Didática. Campinas-SP: Papirus, 1989.


  1. Formação e Atuação de Professores das Ciências no Brasil

Ementa:

A formação de professores das diferentes ciências na sociedade atual. A influência do pensamento científico sobre a ação educativa do docente. O movimento Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente e o processo de ensino-aprendizagem das ciências. As abordagens teórico-metodológicas que fundamentam a formação docente e orientam o ensino das ciências. Análise crítica de diferentes propostas e atividades para o ensino das ciências. As pesquisas sobre formação e atuação de professores das ciências no Brasil.

Bibliografia:

CARVALHO, A. M. P., GIL-PÉREZ, D. Formação de professores de ciências. São Paulo: Cortez, 1993. 120p.

DRIVES, R. e OLDHAM, V. A constructive aproach to curriculum development in science. Studies in Science Education, n. 13, p. 105-122, 1986.

GUSTAFSON, B.F. e ROWELL, P.M. Elementary preservice teachers: constructing conceptions about learning, teaching science and the nature of science. Journal of Science Education, 17(5), 589-605, 1995.

KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EDUSP, EPU, 1987. 80p.

LEDERMAN, N. G. Students' and Teachers'Conceptions of the Nature of Science: A Review of the Research. Journal of Research in Science Teaching, v.25, p.733-46, 1988.

MENEZES, L. C. (Org.). Professores: formação e profissão. Campinas: Autores Associados, São Paulo: NUPES, 1996. 448p.

MIZUKAMI, M. G. N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, EDUSP, 1986.

NARDI, R. (Org.). Questões atuais no ensino de ciências. São Paulo: Escrituras, 1998. 104p.

PORLÁN, ARIZA. R., RIVIERO, GARCÍA. A., MARTÍN DEL POZO, R. Conocimiento profesional y epistemología de los profesores: teoria, métodos e instrumentos. Enseñanza de las Ciencias, v. 15, n. 2, 1997 p. 155-171.

POSNER, G. J., STRIKE, K. A., HEWSON, P. W., GERTZOG, W. A. Accomodation of a scientific conception: toward a theory of conceptual change. Science Education, v. 66, p. 211-27, 1982.

VILLANI, A e CARVALHO, L. O. Conflictos cognitivos, experimentos cualitativos y actividades didácticas. Enseñanza de las Ciencias, v. 13, n. 3, p. 279-94, 1995.

VILLANI, A. e FREITAS, D. Análise de uma experiência didática na formação de professores de ciências. Investigações em Ensino de Ciências, 3(2), p. 121-142, 1998.

ZEICHNER, K. M. Para além da divisão entre Professor- pesquisador e Professor Acadêmico. In: Geraldi, Fiorentíni e Pereira (Orgs.). Cartografia do trabalho docente. Campinas: Mercado das Letras, 1998, p. 207-236.



  1. Formação de Professores: Aspectos Históricos, Políticos e Pedagógicos

Ementa:

Aspectos históricos, políticos e pedagógicos a respeito da formação de professores no Brasil. As pesquisas sobre formação de professores. Pressupostos teóricos e metodológicos sobre a formação docente. A aprendizagem e o desenvolvimento profissional da docência. A construção da identidade profissional docente. Pressupostos para a formação inicial e continuada de professores.

Bibliografia:

HARGREAVES, A. Os professores em tempos de mudança: o trabalho e a cultura dos professores na idade pós-moderna. Lisboa: McGraw Hill, 1998.

MARCELO GARCÍA, C. A formação de professores: novas perspectivas baseadas na investigação sobre o pensamento do professor. In NÓVOA, A. (org.). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992, p. 51-76.

__________. Formação de professores: por uma mudança educativa. Porto: Porto Editora, 1999.

NÓVOA. A. (org.). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.

PONTE, J. P. Da formação ao desenvolvimento profissional, Actas. Lisboa: APM 1998, p. 27-44.

__________. Investigar a nossa própria prática. In GTI (Org.). Reflectir e investigar sobre a prática profissional. Lisboa: APM, 2002, p. 5-28.

RICHARDSON, V. (Ed.). Handbook of research on teaching. Washington, DC.: AERA, 1999.



  1. Pesquisa e Ensino: Cotidiano, Currículo, Tempos e Espaços Escolares

Ementa:

Estuda as perspectivas epistemológicas do cotidiano escolar na pesquisa educacional, seus dilemas e potencialidades. Estuda as possibilidades de tomar a aula na pesquisa, bem como a organização do currículo dentro das ordens escolares temporais e espaciais construídas historicamente.

Bibliografia:

ALVES, N. O Espaço Escolar e suas marcas: o espaço como dimensão material do currículo. Rio de Janeiro: DP&A, 1998

CAMARGO, A. M. F. e MARIGUELA, M. (orgs.) Cotidiano Escolar: emergência e Invenção. Piracicaba: Jacintha Editores, 2007.

EZPELETA, J.; ROCKWELL, E. Pesquisa Participante. São Paulo: Cortez e Autores Associados, 1989.

FREITAS, L. C. Ciclos, seriação e avaliação: confronto de lógicas. São Paulo: Moderna, 2003.

GARCIA, R. L. e ALVES, N. (Org). O Sentido da Escola. Rio de Janeiro: DP&A, 1999.

GERALDI, C. M. G. Currículo em ação: Buscando a compreensão do cotidiano da escola básica. IN: Pro-Posições. Campinas, vol5, nº 3,(15), nov/1994.

GERALDI, J.W. A diferença identifica. A desigualdade deforma. Percursos bakhtinianos de construção ética através da estética. Campinas, 2003. (texto digitado)

HELLER, A. O Cotidiano e a História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

LEFEBVRE, H. A vida cotidiana no mundo moderno. São Paulo: Editora Ática, 1991.

MARX, K. Manuscritos Econômicos e Filosóficos. IN: FROMM, E. O Conceito Marxista de Homem, p. 89-102, 1983.

MCLAREN, P. Rituais na Escola: em direção a uma economia política de símbolos e gestos na educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992

MOLL, Jaqueline (org.) Ciclos na escola, tempos na vida – criando possibilidades. Porto Alegre: ARTMED, 2004.

PAIS, José Machado. Vida Cotidiana: enigmas e revelações. São Paulo: Cortez Editora, 2001.



  1. Trabalho, Educação e Formação de Professores

Ementa:

Estuda o princípio e a natureza do trabalho na atuação e formação de professores. Estuda as condições do trabalho docente, problematizando as suas origens. Enfatiza os conceitos de trabalho coletivo, precarização e condições concretas de trabalho a partir do olhar para o cotidiano da ação educativa.

Bibliografia:

BONAFÉ, J. M. Trabajar en la escuela: profesorado y reformas en el umbral del siglo XXI. Madrid: Miño y Dávila editores, 1999.

BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista - a degradação do trabalho no século XX. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.

CODO, W. (Coord.) Educação: carinho e trabalho. Burnot, a síndrome da desistência do educador, que pode levar à falência da educação. Petrópolis: Vozes; Brasília: Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; Universidade de Brasília. Laboratório de Psicologia do Trabalho, 1999.

COLLARES, C. A. L.; GERALDI, J. W.; MOYSÉS, M. A. A. Educação Continuada: a política da descontinuidade. In: Educação e Sociedade. Campinas: CEDES, ano XX, n. 68 (especial), dez/99. Formação de profissionais da educação: políticas e tendências.

ENGUITA, M. Trabalho, escola e ideologia: Marx e a crítica da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993

ESTEVE, J. M. Mudanças sociais e função docente. In: NÓVOA, A. (org.) Profissão Professor(a). Porto: Porto Editora, 1991.

FIORENTINI, Dario. Pesquisar práticas colaborativas ou pesquisar colaborativamente? In: BORBA, M.C.; ARAÚJO, J. L. (org.) Pesquisa qualitativa em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, p. 47-76, 2004.

FREITAS, H. C. L. O trabalho como princípio articulador da teoria-prática: uma análise da prática de ensino e estágios supervisionados na Habilitação Magistério do curso de Pedagogia da FE-UNICAMP. 1993. Tese (Doutorado em Educação). Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

FULLAN, M.; HARGREAVES, A. ¿Hay algo por lo que merezca la pena luchar en la escuela? Sevilla: Publicaciones M.C.E.P.; 1997.

GERALDI, C. M. G. A produção do ensino e pesquisa na educação: estudo sobre o trabalho docente no Curso de Pedagogia-FE/UNICAMP. 1993. Tese (Doutorado em Educação). Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas.

GERALDI, C. M. G.; FIORENTINI, D.; e PEREIRA, E. M. de A. (org.) Cartografias do trabalho docente: professor/a-pesquisador/a. Campinas: Mercado das Letras: Associação de Leitura do Brasil - ALB, 1998. (Coleção Leituras no Brasil)

GERALDI, J. W. A diferença identifica - a desigualdade deforma. Percursos bakhtinianos de construção ética através da estética. Campinas, 2003. (mimeo)

KEMMIS, S. L'educació del professor i el desenvolupament de comunitats crítiques de professors. In: Crítica de la Pedagogia e pedagogia crítica - textos per al debat, Valencia: Federació MRPs del Pais Valencia, 1992. (Colecció Espais Crítics)

LAZZARATO, M.; NEGRI, A. Trabalho imaterial. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

LINHART, D. O indivíduo no centro da modernização das empresas: um reconhecimento esperado mas perigoso. In: Trabalho e Educação. Revista do NETE, Belo Horizonte, n. 7, jul/dez 2000.

MARX, K. O capital: crítica da economia política. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980. (Livro Primeiro, v. 1).

SENNET, R. La corrosión del carácter. Barcelona: Anagrama, 2000.

VIANNA, C. Os nós dos nós: crise e perspectivas da ação coletiva docente em São Paulo. São Paulo: Xamã, 1999.

ZEICHNER, K. M. Para além da divisão entre professor pesquisador e pesquisador acadêmico. In: Journals Oxford - Teachers and teaching: theory and practice, Madison, v.1, n. 2, 1995. (trad. de Elisabete Monteiro de Aguiar Pereira)

II - Linha de Pesquisa 2 - Educação, Comunidade e Movimentos Sociais:

a) Ética e Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis

Ementa:


Conceitos essenciais do mundo antigo: physis, nómos, éthos, pathos, logos, virtude. Especificidade da ética: origem, conceitos fundamentais, problemas e temas relevantes.  A idéia de natureza em Aristóteles e no mundo moderno. O mundo desnaturado: natureza X progresso, civilização X barbárie. Meio ambiente e religião.  As diferenças entre os princípios e conceitos da ética, moral, ética ambiental e bioética; conceitos e relações entre ética, ambiente e sociedade. Os primórdios, os debates e a complexidade da relação sociedade, natureza, meio ambiente e cidadania. A busca de um novo sistema ético: da visão antropocêntrica à ecológica profunda. A perspectiva da ética ambiental sobre os conceitos de Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade Ambiental.  Conceitos e questionamentos sobre a epistemologia ambiental e a interdisciplinaridade nas questões sobre meio ambiente e sustentabilidade. Desafios éticos para as sociedades contemporâneas e as tradicionais. Evolução histórica e teórica da Educação Ambiental formal e não formal, sob a perspectiva da interdisciplinaridade e da transdisciplinaridade. Atividades pedagógicas aplicadas e as diversas linguagens de comunicação a serviço da Educação Ambiental. As divergências entre os conceitos de Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável X Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis. Educação Ambiental e ambientalismo na constituição de uma ética da sustentabilidade. Políticas Públicas em Educação Ambiental no Brasil.

Bibliografia:

BRÜGGER, P. Educação ou Adestramento Ambiental? Florianópolis: Editora Argos, 2004.

CARVALHO, I. C. M. A invenção ecológica: narrativas e trajetórias da educação ambiental no Brasil. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2001.

CORRALIZA, J. A. & BERENGUER, J. Environmental Values, Beliefs, and Actions: A Situational Approach. Environment and Behavior, 32, p. 832-848, 2000.

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b) Política, Educação e Sociedade

Ementa:

O curso visa a analisar a forma como a sociedade ocidental capitalista se organiza, contextualizando a relação entre política, educação e sociedade. Pretende reafirmar a educação como um espaço de formação e constituição de pessoas, portanto como ato político. Busca investigar e analisar o estado atual da educação no contexto de disputas de forças políticas. Estuda a relação entre educação, comunidade e movimentos sociais. Os processos de investigação dos alunos, nos diversos campos da educação, seja ela escolar ou não escolar, serão considerados como fonte de análise, reflexão e sustentação teórica.



Bibliografia:

BIANCHETTI, Roberto G. Modelo neoliberal e políticas públicas. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2001.

ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. 6ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2009.

BAUMAN, Zigmund. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.

GENTILI, Pablo. et.al. Globalização excludente: desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem mundial. 3ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes; Buenos Aires: CLACSO, 2000.

__________ e ALENCAR, Chico. Educar na esperança em tempos de desencanto. Petrópolis: Vozes, 2001.

GERALDI, C. M. G.; RIOLFI, C. R.; GARCIA, M. F. (orgs.) Escola viva: elementos para a construção de uma educação de qualidade social. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2004.

SANTOS, Boaventura Sousa. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2000.

__________. Globalização: fatalidade ou utopia? Porto: Afrontamento, 2001.

__________. Conhecimento prudente para uma vida decente: “Um discurso sobre as Ciências’ revisitado. São Paulo: Cortez, 2004.

c) O Contexto Socioeconômico do Brasil e sua Interferência na Educação Local

Ementa:


A importância do estudo do lugar no processo de ensino e aprendizagem. Elementos inerentes ao lugar que o diferenciam de outras categorias de análises como espaço e território. As relações existentes entre o local e o global na atual conjuntura econômica. As mudanças socioeconômicas no cenário nacional e mundial e os reflexos na educação brasileira.

Bibliografia:

BOBBIO, N. O futuro da democracia: uma defesa das regras do jogo. Trad. de Marco Aurélio Nogueira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

CALLAI, H. C. Do ensinar geografia ao produzir o pensamento geográfico. In: REGO, N. et al. Um pouco do mundo cabe nas mãos: geografizando em Educação o local e o global. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2003. p. 57-73.

HARVEY, D. A Justiça Social e a Cidade. Trad. de Armando Corrêa da Silva. São Paulo: HUCITEC, 1980.

LISZT, V et al (org.) Identidade e Globalização. São Paulo: Record, 2009

PORTO-GONÇALVES, C. W. Globalização da natureza e a natureza da globalização. São Paulo: Civilização Brasileira, 2006.

RAFFESTIN, C. Por uma Geografia do poder. Trad. de Maria Cecília França. São Paulo: Editora Ática, 1993.

SANTOS, M. Espaço & método. São Paulo: Nobel, 1997

_______. O espaço do cidadão. 4ª ed. São Paulo: Nobel, 1998.

_______. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2000.

SOUZA, M. J. L. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO, I. E. et al (orgs.) Geografia: conceitos e temas. 2ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000, p. 77-116.

TOURAINE. A. Poderemos viver juntos? Iguais e diferentes. Trad. de Jaime A. Clasen e Phraim F. Alves. Petrópolis: Vozes, 1999.

TUAN, Yi-fu. Espaço e Lugar: A Perspectiva da Experiência. Trad. de Lívia de Oliveira. São Paulo: DIFEL, 1983.

d) Violência, Escola e Proteção à Criança e ao Adolescente

Ementa:


Violência da e na escola. Bullying e estratégias de prevenção e intervenção. Desenvolvimento infanto-juvenil em situações de violência e de desigualdade social. Políticas de proteção à infância e à adolescência. Família e bases de apoio psicossocial.

Bibliografia:

BEAUDOIN, M. N, Taylor, M. Bullying e desrespeito: como acabar com essa cultura na escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006.

BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei no. 8.069 de 13 de julho de 1990. Conselho Permanente de Defesa dos Direitos da criança e do Adolescente. Brasília, 1990.

FALEIROS, V. Violência e barbárie: o extermínio de crianças e adolescentes no Brasil. In I. RIZZINI (org.) A criança no Brasil hoje: desafios para o terceiro milênio. Rio de Janeiro: Editora Universitária Santa Úrsula, 1990, p.173-187.

GUZZO, R. (Org.) Desenvolvimento infantil: família, proteção e risco. Campinas: Alínea, 2007.

LIBÓRIO, R. e KOLLER S. (Orgs). Adolescência e Juventude: risco e proteção na realidade brasileira. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009.

LORDELO, L.; BASTOS, A. e ALCÂNTARA, M. Vivendo em contexto de violência: o caso de um adolescente. Psicologia em Estudo, v.8, especial, 2002, p. 45-54.

PAULA, F. D’Aurea-Tardeli, D. Violência na e da escola: desafios contemporâneos à Psicologia da Educação. São Paulo: Universidade Metodista de São Paulo, 2009.

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RIZZINI, M. e ZAMORA, M. H. Ninos y adolescentes creciendo em contextos de pobreza, marginalidade y violencia em America Latina. RJ: CIESPI, 2004.

SÊDA, E. A criança e o direito alternativo: um relato sobre o cumprimento da doutrina de proteção integral à criança ao adolescente no Brasil. Campinas: Edição Adês, 1995.

e) Movimentos Sociais e Culturais da Juventude

Ementa:


Teorias e pesquisas psicológicas e sociológicas da juventude na sua interface com a educação e com os processos de transformação social. Os jovens nos movimentos sociais urbanos e rurais. Movimento estudantil, culturas juvenis e tribos urbanas. Sociabilidade, gênero e sexualidade no contexto da participação social e política da juventude. Estudos das tendências das ações coletivas juvenis na escola e na comunidade.

Bibliografia:

ABRAMO, H. Cenas juvenis; punks e darks no espetáculo urbano. São Paulo: Escrita, 1994. 

CAIAFA, J. Movimento punk na cidade. A invasão dos bandos sub. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

CARNEIRO, M. J.; GUARANÁ, E. de C. Juventude rural em perspectiva. Rio de Janeiro: CPDA; UFRJ; Mauad Xf, 2007.  

CARRANO, P. C. R. Os jovens e a cidade. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.

COSTA, M. R. Os carecas de subúrbio: caminhos de um nomadismo moderno. Petrópolis: Vozes, 1993. 

SPOSITO, Marilia Pontes. Transversalidade nos estudos sobre jovens no Brasil: educação, ação coletiva e cultura. Educação e Pesquisa, 2010, vol. 36, p. 95-106.

FORACCHI, M. O estudante e a transformação da sociedade brasileira. São Paulo: Nacional, 1965. 

HERSCHMANN, M. O funk e o hip hop invadem a cena. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2000.

PAIS, J. M. Culturas juvenis. Lisboa: Imprensa Nacional; Casa da Moeda, 1993.

PAIS, J. M.; BLASS, L. M. Tribos urbanas: produção artística e identidades. São Paulo: Anna Blume, 2004.         

SALES, Shirlei Rezende and  PARAISO, Marlucy Alves. Escola, Orkut e juventude conectados: falar, exibir, espionar e disciplinar. Pro-Posições.  2010, vol. 21, n. 2, p. 225-242.

STRAPASOLAS, V. L. O mundo rural dos jovens. Florianópolis: Editora da UFSC, 2006. 

STRECK, D.R.. Entre emancipação e regulação: (des)encontros entre educação popular e movimentos sociais. Revista Brasileira de Educação, 2010, vol. 15, n. 44, p. 300-310.

WELLER, W. A presença feminina nas (sub)culturas juvenis. A arte de se tornar visível. Estudos Feministas. Florianópolis, v. 13, n. 1, p. 216, jan./abr. 2005.



  1. Gênero, Diversidade Sexual e Contexto Escolar

Ementa:

Estudos feministas, estudos das masculinidades e as abordagens teóricas do gênero. A utilização do gênero como categoria de análise social e das subjetividades. Construção de gênero na infância e na adolescência e sua interface com a educação escolar e não-escolar. Estudos das desigualdades de gênero e sua articulação com as categorias de classe e raça/etnia. Estudos de gênero e feministas na compreensão do trabalho educativo e da prática docente. A homossexualidade como construção social. Homossexualidades na contemporaneidade. Limites das políticas de identidade LGBT: o impacto da teoria queer. Educação e o movimento LGBT. Homoerotismo e desenvolvimento psicossexual na infância e adolescência. Homofobia no contexto escolar: estudos sobre sua frequência e consequências no Brasil e no mundo e estratégias de prevenção.

Bibliografia:

ANZALDÚA, G. Borderlands/La Frontera: The New Mestiza. 2nd. ed. San Francisco: Aunt Lute, 1999.

BELTRAO, Kaizô Iwakami  and  ALVES, José Eustáquio Diniz. A reversão do hiato de gênero na educação brasileira no século XX. Cad. Pesqui. [online]. 2009, vol.39, n.136 p. 125-156.

BOURDIEU, Pierre. A dominação masculina. Educação & Realidade. Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 133-184, jul./dez. 1995.

BRAIDOTTI, Rosi. Nomadic subjects: embodiment and sexual difference in contemporary feminist theory. New York: Columbia Univ. Press, 1994. 

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CATANI, Denice B. et alli (orgs.). Docência, memória e gênero: estudos sobre formação. São Paulo, Escrituras, 1997.

CONNELL, R.W. Masculinities. Berkeley: University of California Press, 1995



Foucault, M. História da Sexualidade I: A vontade de saber. RJ: Graal, 1988.

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LOURO, G. L. Gênero, Sexualidade e Educação: uma perspectiva pós-estruturalista. 2ª ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.

MEYER, Z. M. e BORGES, D. E. Limites e possibilidades de uma ação educativa na redução da vulnerabilidade à violência e à homofobia. Ensaio: Aval. Pol. Públ. Educ., RJ, v. 16, n. 58, p. 59-76, 2008.

MINISTERIO DA SAUDE. Brasil sem Homofobia - programa de combate à violência e à discriminação contra GLBT e promoção da cidadania homossexual. Brasília: Distrito Federal, 2004. Disponível na Internet: http://www.mj.gov.br/sedh/documentos/004_1_3.pdf [10 jun 2009]

Parker, R. Abaixo do Equador. Rio de Janeiro: Record, 2002.

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ROSEMBERG, F. Educação formal, mulher e gênero no Brasil contemporâneo. Estudos Feministas. Florianópolis: v. 9, n.2, 2001.

SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade. Porto Alegre, n. 20, v. 2, p. 71-100, jul./dez. 1995.

SILVA, Isabel de Oliveira and LUZ, Iza Rodrigues da. Boys in pre-school education: the standpoint of educators about gender diversity. Cad. Pagu [online]. 2010, n. 34 [cited  2010-10-21], p. 17-39.

VIANNA, C.P. ; UNBEHAUM, S. O gênero nas políticas públicas de educação no Brasil: 1988-2002. Cadernos de Pesquisa. São Paulo, v. 34, n. 121, jan./abr. 2004, p. 77-104.



  1. Educação Sexual nas Escolas: Desenvolvimentos Teóricos e Tecnológicos

Ementa:

Quadro de referência teórico para a educação sexual: prevenção e promoção de saúde; saúde e direitos sexuais e reprodutivos; sexualidade como construção histórica; Temas Transversais na educação e orientação sexual. História das políticas de educação sexual nas escolas brasileiras: das práticas repressivas às práticas participativas e dialógicas. Conceitos que embasam as práticas de educação sexual: scripts de gênero, scripts sexuais, scripts eróticos; sujeito e cena sexual. Tecnologias de trabalho com grupo aplicadas à educação sexual: oficinas e dinâmicas de grupo, sociodrama, grupos operativos. Temas específicos de educação sexual na escola e sua abordagem: opressão de gênero; diversidade sexual; vulnerabilidade ao HIV/AIDS; abordagem das práticas de anticoncepção; abortamento e suas conseqüências.

Bibliografia:

ABRASCO. Perspectivas da Avaliação em Promoção da Saúde. Número Especial da Revista Ciência e Saúde Coletiva, 9 (3). Rio de Janeiro: ABRASCO, 2004.

ALTMANN, H. Orientação sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Estudos Feministas, Florianópolis, 9 (2), 2003, p. 575-587.

ALTMANN, H. Orientação sexual em uma escola: recortes de corpos e de gênero. Cadernos Pagu, 21, 2003, p. 281-315.



Barbosa R. M., Aquino EML, Heilborn ML, Berquó E (orgs). Interfaces: gênero, sexualidade e saúde reprodutiva. Campinas-SP: Editora UNICAMP, 2002.

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  1. Trabalho, Educação, Solidariedade e Cooperação

Ementa:

A proposta é discutir o trabalho como uma das categorias centrais da análise das ciências humanas e sociais bem como seu papel na constituição da sociedade capitalista e no processo de construção dos sujeitos. Estudar as transformações ocorridas no mundo do trabalho a partir da constituição da sociedade de massa, ou seja, o modo de regulação fordista/keynesianista que, a partir dos anos 70 do século passado, em sua crise, abriu um período de intensa reestruturação tecnológica, organizacional e política, implicando um novo rearranjo dos atores coletivos e diferentes formas de inserção no mundo do trabalho, questionando o papel e/ou a função da educação ou do processo formativo. Identificação e discussão das alternativas de geração de emprego, renda e desenvolvimento por meio do trabalho cooperado. As dinâmicas do trabalho cooperado e/ou autogerido nos seus aspectos, culturais, sociais, econômicos e políticos. Do cooperativismo dos socialistas utópicos ao movimento por uma economia solidária. Economia solidária como práxis educativa.

Bibliografia:

ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho. Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez-Campinas, Ed.Unicamp, 1995.

__________. Os sentidos do trabalho - ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 2ª ed. São Paulo: Boitempo, 2000.

BAUMAN, Zygmunt. Comunidade. A busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista. A degradação do trabalho no século XX. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1981.

BARBOSA, Rosangela. Economia Solidária como política pública. São Paulo: Cortez, 2007.

CALVEZ, Jean-Ives. Necesidad del trabajo: desaparición o redefininción de un valor? Buenos Aires: Losada, 1999.

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Rio, Paz e Terra, 1999.

CATTANI, Antonio et al. (Org.). Dicionário internacional da outra economia. Coimbra: Almedina, 2009.

CHESNAIS, François. A mundialização do capital. São Paulo: Xamã, 1996.

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CORIAT, Benjamin. Pensar pelo avesso - o modelo japonês de trabalho eorganização. Rio de Janeiro, Editora da UFRJ/Revan, 1994.

FRANÇA FILHO, Genauto; LAVILLE, Jean-Louis. Economia solidária: uma abordagem internacional. Porto Alegre: UFRGS, 2004.

FERRETTI, Celso João e outros (orgs.). Novas tecnologias, trabalho e educação – um debate multidisciplinar. 9ª edição. Petrópolis, Vozes, 1994.

FORRESTER, Viviane. O horror econômico. São Paulo, Edunesp, 1997.

FRIEDMANN, Georges. O trabalho em migalhas. São Paulo: Perspectivas, 1983.

FRIGOTTO, Gaudêncio (org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de século. Petrópolis: Vozes, 1998. 230p. (Coleção estudos culturais em educação)

GADOTTI, Moacir. Economia solidária como práxis pedagógica. São Paulo, EdL. 2009.

GADOTTI, Moacir; GUITIERREZ, Francisco (org). Educação comunitária e economia popular. São Paulo, Cortez, 1993.

GAIGER, Luiz (Org.). Sentidos e experiências da economia solidária no Brasil. Porto Alegre: UFRGS, 2004.

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LOMBARDI, José Claudinei; SAVIANI, Dermeval; SANFELICE, José Luís (orgs.). Capitalismo, trabalho e educação. São Paulo: Autores Associados, 2004. (Coleção Educação Contemporânea)
MÉSZÁROS, István. Para além do capital: rumo a uma teoria da transição. São Paulo: Boitempo; Editora da UNICAMP, 2002.

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YUNUS, Muhammad. Un mondo senza povertà. Milano, Feltrineli, 2008.


  1. Aspectos Epistemológicos e Ontológicos da Pedagogia Freireana

Ementa:

Estudos e reflexões acerca da pedagogia de Paulo Freire. A partir das vivências e pesquisas realizadas pelos alunos no campo da educação, buscar-se-á a compreensão da realidade e o aprofundamento da obra freireana, considerando seus aspectos epistemológicos e ontológicos. Temas como educação, liberdade, diálogo, saberes dos educandos, experiência, conscientização, compromisso político-social do educador, educação dialógica e bancária serão o foco da disciplina. À luz destes estudos e investigações procurar-se-á fortalecer as experiências emancipatórias, democráticas e populares na educação escolar ou não escolar.

Bibliografia:

FREIRE, Paulo. Uma educação para a liberdade. Porto, Portugal: Textos Marginais, 1974.

__________. Conscientização: teoria e prática da libertação. São Paulo: Moraes, 1980.

__________. Extensão ou comunicação. 6ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

__________. Educação como prática de liberdade. 13ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1982a.

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__________. Pedagogia do Oprimido. 17ª ed.. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

__________. Ação cultural para a liberdade e outros escritos. 11ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

__________. SHOR, I. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. 10ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

__________ e GUIMARÃES, S. Aprendendo com a própria história. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

__________, NOGUEIRA, A. e MAZZA, D. Fazer a escola conhecendo a vida. 6ª ed. Campinas, SP: Papirus, 1995.

__________ e BETTO, F. Essa escola chamada vida: depoimentos ao repórter Ricardo Kotscho. 14ª ed. São Paulo: Ática, 2003.

__________ e HORTON, M. O caminho se faz caminhando: conversas sobre educação e mudança social. Petrópolis: Vozes, 2003.
III - Linha de Pesquisa 3 - Teorias e Fundamentos da Educação:

a) Fundamentos Filosóficos da Educação

Ementa:



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