Notas sobre a reunião de preparação para o batismo



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Encontro07.04.2018
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Notas sobre a reunião de preparação para o batismo


  1. Antes de participar na reunião, os padrinhos, não residentes nesta Paróquia de Nossa Senhora da Hora, devem obter do pároco da área da sua residência uma declaração de idoneidade.

  2. Tal declaração não é um pronunciamento de tipo judicial, sobre a dignidade da pessoa, enquanto tal e como cidadão, mas simplesmente a confirmação de que reúne as condições exigidas pela Igreja, para exercer o seu múnus de padrinho ou de madrinha.

  3. Os padrinhos devem participar na reunião de preparação para o Batismo. Esta reunião é fundamental para compreender o sentido, o significado, as exigências e as consequências da celebração do Batismo, na vida da família cristã.

  4. Quem não está motivado para participar na reunião, é melhor não o fazer. E quem não o fizer, por falta de fé, deve pensar seriamente em declinar o convite para ser padrinho ou madrinha.

  5. A reunião desenvolver-se-á em dois tempos, de presença útil e necessária:

1) Das 21h30 às 22h20: Reflexão doutrinal e pastoral

2) Das 22h20 às 23h00: ensaio da celebração na Igreja.



Até lá, um abraço!



PREPARAÇÃO E CELEBRAÇÃO DO BATISMO
PREPARAÇÃO E CELEBRAÇÃO…







PADRINHHOS


Local: Igreja de Nossa Senhora da Hora

Dia:

Mês:

Hora: Das 21h30 às 23h00

DO BATISMO



UMA PALAVRA DE SAUDAÇÃO …
Caríssimos padrinhos:
A Igreja confia-vos uma missão: a de colaborardes com a família e a comunidade cristã, na transmissão e na educação da fé, através do vosso testemunho de vida cristã, na comunhão plena com a Igreja.
Junto da Igreja, vós constituís uma espécie de «fiadores» ou de «garantes» da fé. Por outras palavras, cabe-vos assegurar e garantir, diante da comunidade cristã, que não faltará, nem à criança, nem aos seus pais, o apoio espiritual necessário ao desenvolvimento da fé cristã.
Sabeis bem que ninguém é cristão sozinho e ninguém cresce sozinho na fé. De modo que a Igreja pede ao padrinho ou à madrinha, não apenas que seja um bom amigo (a) do seu afilhado (a), mas sobretudo “testemunha da fé”, guia seguro e fiel, no seguimento de Jesus. Deste modo, na celebração do Batismo, vós dais à Igreja aquela esperança fundada de que a criança será educada, guiada e acompanhada, no caminho da fé! Assim vos tornais um elo de ligação, entre a família e a comunidade cristã, na transmissão da fé.
Foi por estas razões, que os pais vos convidaram para padrinhos. Para esta escolha, os pais não se deverão deixar guiar por simples razões de parentesco, de amizade, e muito menos de prestígio social, mas sim pelo desejo sincero de confiar aos filhos aqueles padrinhos que sejam capazes de influenciar eficaz e positivamente a sua educação cristã. Através da oração, da celebração da Eucaristia e do testemunho, procurai merecer essa graça e essa responsabilidade!



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A VÓS, que sois padrinhos!


Cada criança pode ter um só padrinho, uma só madrinha, ou então um padrinho e uma madrinha. Dada a natureza e a grandeza desta responsabilidade, nem todos serão idóneos para assumir a missão de padrinhos. Para alguém poder assumir o múnus de padrinho ou madrinha, requer-se que:


  1. Tenha completado dezasseis anos de idade (a não ser que ao pároco ou ao ministro do batismo pareça dever admitir-se exceção). Esta idade mínima é o pressuposto normal da maturidade e da capacidade mínimas, para cumprir a missão própria dos padrinhos, assim como a intenção de a levar a cabo.




  1. Seja católico (a), crismado (a), e já tenha recebido a Eucaristia.




  1. A condição de crismado (a) pode não ser exigida com o mesmo rigor, desde que a celebração de tal sacramento não tenha sido ainda possível aos padrinhos e, em compensação, o padrinho e a madrinha deem um claro testemunho de fé.

Nota: Os casais que vivem em união de facto, os que são casados apenas civilmente e os que, uma vez separados, vivem em segundo matrimónio (ou em «união de facto»), não podem ser padrinhos, dado que tal situação irregular configura, ora uma opção de vida não de todo, consentânea com a fé, ora uma rutura naquela união de Cristo com a Igreja, que é assumida, significada e realizada, no Sacramento do Matrimónio. Tais casais merecem todo o apoio espiritual da Igreja, mas não reúnem todas as condições para a representarem no Batismo.





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