O conceito “felicidade” como conteúdo escolar



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A PERCEPÇÃO CONTEMPORÂNEA DE FELICIDADE DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO RECIFE-PE

Prof. Dr. José Luis Simões

Profª. Isis Tavares da Silva

Universidade Federal de Pernambuco

joseluis2711@yahoo.com.br

isis.ufpe@gmail.com

Esta pesquisa tem como foco a percepção do conceito de felicidade na contemporaneidade, a partir dos professores de Educação Física que atuam em escolas públicas na região metropolitana do Recife-PE. No período de dois anos (2007-2008) entrevistamos 30 (trinta) professores de Ed. Física na perspectiva de analisar como esses profissionais percebem o conceito felicidade na primeira década do século XXI, e, ainda, se sentem realizados do ponto de vista pessoal e profissional e as implicações do trabalho escolar no seu cotidiano. A metodologia de pesquisa pautou-se em dois momentos: primeiro, análise da literatura especializada na perspectiva de aprofundar o estudo do conceito de felicidade; segundo, análise dos depoimentos coletados e confronto com os achados bibliográficos na direção de aprofundar teoricamente o estudo sobre felicidade humana e conhecer com detalhes a percepção dos professores de Educação Física, público-alvo da pesquisa. Os resultados são apresentados e discutidos como pistas para entendermos com maior profundidade o impacto do trabalho escolar na vida dos professores de Ed. Física.

Palavras-chave: Educação Física, Felicidade, Escola.
INTRODUÇÃO
A idéia inicial que motivou a elaboração desta pesquisa se pautou no desejo de pesquisar o tema “Felicidade”, eleger a felicidade humana como objeto de investigação, e analisar como o sentimento de bem-estar e satisfação podem ser fatores determinantes na qualidade de ensino.

O interesse nesse objeto de estudo deve-se também ao contato com a História Nova1, que se sobreleva enquanto corrente teórica desafiadora, sugerindo novos temas e diferentes abordagens para a pesquisa no campo da História. É nessa perspectiva que emerge a inspiração na direção de contribuir para a construção de uma História da Felicidade tendo como ponto de partida a percepção de professores de Ed. Física que atuam em escolas públicas da cidade do Recife.

O objetivo dessa pesquisa é estudar o tema felicidade enquanto determinante da qualidade de ensino e incentivar a interdisciplinaridade e multidisciplinaridade na produção da pesquisa educacional. Assumimos como foco de análise a presença do professor de Educação Física nas escolas do sistema de ensino público da cidade do Recife, em especial, suas experiências de vida, o grau de satisfação com o trabalho pedagógico e o que ele pensa sobre o conceito “Felicidade”.

Através de entrevistas e observação de aulas desses professores, pretendemos elaborar uma sistemática discussão sobre como se encontra o grau de satisfação do professor de Educação Física em seu ambiente de trabalho e elementos ligados à vida cotidiana do professor que direta ou indiretamente podem interferir na sua intervenção pedagógica.

Assumimos como hipótese inicial a seguinte idéia: os professores de Educação Física que atuam nas escolas públicas da cidade do Recife têm dificuldades de tratar o tema felicidade, não se sentem satisfeitos com o trabalho no ambiente escolar, têm histórias de vida com escassos momentos de bem-estar, prazer e alegrias, mantém percepção específica do conceito de felicidade e, sobretudo, não estão preparados para trabalhar este tema com seus alunos.

No que tange à questão de gênero, partimos também da hipótese de que a percepção de felicidade teria conexão com as relações afetivas e, portanto, as professoras de Ed. Física assumiriam perspectivas diferentes da dos professores, pois estes últimos vinculariam o sentimento de satisfação e bem-estar no trabalho com os resultados dos alunos em competições esportivas.

A pesquisa que se proponha estudar felicidade não pode cair na armadilha da auto-ajuda, do axioma do “achismo”; deveria sim, por outro lado, mergulhar numa discussão pluri e interdisciplinar, um profundo estudo sobre a história, as diferentes percepções e o conceito de felicidade. Assim, pesquisas oriundas da economia, da filosofia, da psicanálise, da historia e da sociologia são inexoráveis como respaldo teórico, e, nesse sentido, são perquiridas como base de sustentação teórica e ampliação do conhecimento do tema felicidade.

Este trabalho se desenvolve e se justifica a partir de duas linhas de raciocínio. De um lado, pensar a felicidade como preocupação teórica, e, de outro lado, a relação entre esse tema e o sentido e a importância da percepção de felicidade na atuação do professor de Ed. Física que atua no universo escolar.

O que é a felicidade? A felicidade é algo que pode ser mensurável? De que maneira? A civilização contemporânea, com seu progressos e tecnologias que possibilitaram avanços em termos de conforto, oferece melhores condições de bem-estar e felicidade aos humanos do que as sociedades que nos precederam? A que preço?

A partir dessas perguntas, manifestamos interesse em pesquisar o conceito e a história da felicidade e, ademais, como ela é percebida pelos profissionais da educação, em especial, os professores de Educação Física. O tema felicidade é marcadamente histórico e exige esforço de análise interdisciplinar. Entendemos, por enquanto que, até certo ponto, é um tema com alto grau de subjetividade.

O segundo viés da pesquisa passa pela escola. Especialmente a inserção do professor de Educação Física nas escolas públicas. Como o professor de Ed. Física pensa o tema felicidade, quais suas referências, sua percepção ou percepções? Ele acredita que é um partícipe na construção da felicidade coletiva, por meio do trabalho com os alunos? Objetivamente, ou seja, em termos materiais, de manutenção de sua própria vida e bem-estar, o professor de Educação Física do sistema público de ensino que atua na cidade do Recife se considera feliz? Até que ponto a vida material do professor de Ed. Física, suas condições de trabalho e realização profissional favorecem sua percepção de felicidade?

DISCUSSÃO TEÓRICA


Na obra Ética a Nicômaco, Aristóteles apresenta elementos importantes que, se observados em conjunto e na vida cotidiana, favoreceriam a caminhada na busca da felicidade humana. Para Aristóteles, a felicidade é algo divino, entretanto, não necessariamente um presente dos céus. Sobretudo, sua definição de felicidade indica que “é uma certa atividade da alma conforme à virtude”2. A felicidade na abordagem aristotélica seria algo louvável e perfeito”, o princípio primeiro, e os sábios e filósofos estão mais próximos de alcançar a felicidade humana 3. Além disso,
a felicidade é buscada sempre por si mesma e nunca no interesse de uma outra coisa; enquanto a honra, o prazer, a razão, e todas as demais virtudes, ainda que as escolhamos por si mesmas ( visto que as escolheríamos mesmo que nada delas resultasse), fazemos isso no interesse da felicidade4.
Nessa perspectiva, buscamos as virtudes, os valores que nos humanizam tendo como finalidade alcançar a felicidade, pois, “ninguém a escolhe tendo em vista alguma outra virtude, nem, de uma forma geral, qualquer coisa além dela própria.5

Na perspectiva Aristotélica a felicidade é algo absoluto, auto-suficiente, finalidade da ação e da existência humana no mundo. Entendemos que felicidade é um tema que não deve ser prescindido pela pesquisa científica. Nas livrarias vemos uma avalanche de títulos e autores que se dedicam ao assunto, vendem muitos livros, no entanto, grande parte das obras assume cunho mercadológico, pautado no conceito de auto-ajuda, de que a felicidade está dentro de cada um e todos podem ser felizes e “vencedores” no jogo da vida.

Em um trabalho de significativa repercussão no meio literário brasileiro intitulado “Felicidade- Diálogos sobre o bem-estar na civilização”, Eduardo Giannetti lança mão de pesquisas no campo da economia, da história e da filosofia para discutir o assunto.6 Com quatro atores distintos, quatro personagens criados pelo autor e que se propuseram a produzir textos, se encontrarem periodicamente e discutir a questão da felicidade, Giannetti percorre essas diferentes áreas do saber e inicia a discussão partindo da idéia de que o iluminismo lançou-nos o desafio do progresso a serviço da felicidade, da possibilidade da felicidade tornar-se finalidade da humanidade. A narrativa é criativa, envolvente, marcada pela formação econômica e filosófica do autor; instiga o aprofundamento do estudo na medida em que não apresenta respostas acabadas, um ponto final no debate. Nesse trabalho, a felicidade é apresentada como a grande questão da vida, o ponto de partida da existência humana.

A preocupação com o tema da felicidade nos remete a idéia de que este deveria ser um dos grandes temas nas escolas, deveria ser incorporada como um dos objetivos fulcrais no trabalho dos professores. A escola não pode ser apenas o espaço para se ganhar dinheiro, lugar onde sobrevivermos como professores. Também não deve se limitar a espaço específico de transmissão de saberes sistematizados. De certa forma, a televisão também cumpre esta tarefa. A escola pode e deve ser um espaço ainda mais importante do que já é, poderia ser ainda mais determinante no sentido de enriquecer o processo de formação humana.

O bem-estar, o sentimento de alegria e as possibilidades de realização pessoal e social no trabalho pedagógico são fatores que contabilizariam a favor da qualidade de ensino, do enriquecimento no processo de formação de alunos, de agentes participantes na sociedade, de cidadãos de verdade, e não apenas cidadãos de direito.

Em linhas gerais, esses argumentos vêm paulatinamente tomando conta de nossa reflexão, sugerindo mais pesquisa e análise, instigando pensarmos na relação entre educação e felicidade, educação como elemento importante na busca da felicidade, assim como o trabalho e a vida dos professores como eixos fundamentais na consecução dessa tarefa, ou seja, educar para a felicidade.

Mas como os professores conseguiriam exercer a prerrogativa de auxiliar a educação para a felicidade se este tema por vezes passa como marginal na tarefa pedagógica, se a preocupação com o trabalho, as contas a pagar, o descontentamento com os salários e as possibilidades de ascensão social exercem pressão contra o próprio sentimento de bem-estar e realização pessoal, podem prejudicar a concretização de estruturas importantes para a felicidade dos próprios professores?

METODOLOGIA UTILIZADA


Para atender os requisitos do trabalho científico faz-se necessário recortar e estabelecer um foco de estudo. Focamos os professores de Educação Física que atualmente trabalham na rede escolar pública da cidade do Recife. A escolha do professor de Educação Física vincula-se ao trabalho que estamos realizando no ensino da disciplina Práticas de Ensino de Educação Física, na Universidade Federal de Pernambuco.

As observações de estágios dos alunos por conta das exigências da referida disciplina instigam um aprofundamento das condições de trabalho, do sentimento de realização pessoal e profissional, e, por fim, da idéia de felicidade a partir das visões dos professores de Educação Física que atuam nessas escolas do Recife.

As histórias de vida dos professores de Ed. Física e o conceito de felicidade que se emana a partir de suas percepções são importantes materiais de análise para realização da pesquisa empírica.

A pesquisa tem dois momentos distintos, mas que se complementam na perspectiva de aprofundar o objeto de estudo, ou seja, discutir o conceito de felicidade a partir da percepção e da história de vida de professores de Educação Física que atuam em escolas públicas da cidade do Recife.

O primeiro momento se caracteriza pelo estudo do conceito de felicidade. As implicações econômicas, psicológicas e sócio-culturais que determinam e influenciam o sentimento de bem-estar, traduzido na idéia e no conceito de felicidade. Nessa perspectiva, fazemos a leitura de diversas pesquisas de diferentes áreas do saber, buscando subsídios e aprofundando o debate acerca de uma teoria da felicidade. Assim, leituras de diferentes áreas são necessárias, afinal, partimos do pressuposto de que os aspectos econômicos, filosóficos psíquicos e culturais permeiam a idéia de busca da felicidade como lugar comum na vida dos indivíduos. Em suma, assumir o tema felicidade como objeto de pesquisa requer uma abordagem pluridisciplinar do fenômeno.

O segundo momento caracteriza-se pela pesquisa de campo, entrevistando professores de Educação Física que atuam nas escolas públicas da cidade do Recife. Essa etapa da pesquisa assenta-se nas técnicas da história oral, profusamente empregada por Philipe Áries7 e Pierre Bourdieu8, entre outros. Entrevistamos professores de Educação Física na perspectiva de analisar elementos ligados à questão de gênero e as implicações na prática pedagógica e no discurso e percepção da felicidade.

A estratégia empregada foi o discurso livre dos depoentes, aproveitando ao máximo as entrevistas, transcrevendo o material recolhido na perspectiva de analisar as histórias de vida e a preocupação dos depoentes com a idéia de felicidade e as conexões entre trabalho pedagógico e o sentimento de bem-estar com a realização pessoal e profissional.

Os depoimentos recolhidos, analisados e discutidos no texto de pesquisa são articulados com outros trabalhos científicos que se preocupam com a temática da felicidade. Em suma, a metodologia foi construída ao longo do decorrer do trabalho de pesquisa, com o cruzamento de informações, o aprofundamento do conceito de felicidade como objeto de estudo e da discussão e análise dos depoimentos recolhidos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os depoimentos foram gravados por uma câmera de filmagem e transcritos minuciosamente, o apurado dos resultados vem adoçar a discussão apresentada logo mais. Selecionamos alguns resultados que estão direcionados para esta pesquisa.

No primeiro momento foi questionado se os professores se sentiam felizes 86,70% responderam que sim e 13,30% responderam que não.


Segundo Lipovetsky (2007, p.16), no seu estudo sobre A Felicidade Paradoxal, desenvolvido na França, a felicidade é um valor que hoje triunfa. E mesmo que os salários não sejam os desejados, ou que o poder de compra esteja ameaçado, isso não impede que as pessoas se declarem felizes.

Quando perguntamos se fariam a mesma escolha profissional, 83,4% responderam que não, que fariam Educação Física novamente. Porém 16,6% afirmaram que mudariam de profissão para psicologia (40%) ou direito (60%). A cobrança, o ambiente o deslocamento, o número de aulas e os alunos interferem diretamente nesta resposta.

83,4%

16,6 %

40 %

60 %

Essa discussão nos remete ao estudo sobre a síndrome do esgotamento profissional em professores de educação física, publicado pela Revista Brasileira de Educação Física e Esportes em setembro de 20059, a profissão chegou ao limite para alguns professores que hoje sofrem da “Síndrome de Burnout.

“Embora os professores estivessem sob influências externas na hora da escolha profissional (por exemplo: da família), a grande maioria não aspirava ser professor de educação Física. São ex-atletas ou pessoas que já tinham contato com a área esportiva e que quando confrontados com a decisão de escolher uma profissão, optaram por uma que já lhes era familiar, a Educação Física, reduzindo assim as incertezas. Sabendo-se que, caso a escolha profissional não tenha sido consciente coerente com os interesses pessoais, a profissão poderá ser exercida com pouca motivação e, ao longo do percurso profissional, poderão surgir situações de desconforto e frustrações que poderão paralisar e deprimir o professor, trazendo-lhe inúmeras implicações pessoais e sociais”10.

Então, quando perguntamos por que se sente feliz, dando continuidade a investigação ligada com pergunta anterior, analisamos que 40% se consideram feliz, porque gostam do que fazem. Em contraposição temos 3,3% dos entrevistados que relacionam a sua felicidade com a sua boa remuneração e com sua saúde.


Perguntamos aos professores o que mais faz você se sentir feliz? Como trabalhamos com uma pesquisa aberta obtivemos as mais variadas respostas. Dentre elas gostaríamos de destacar a satisfação com o trabalho (20%) e com a família (30%).



Em seguida perguntamos o que falta para você ser mais feliz do que se considera? Com 36,6% das respostas o dinheiro é a grande insatisfação ligada ao trabalho, superando as demais respostas.



A insatisfação salarial fica evidente nesta resposta. Esses dados apontam para possíveis problemas que podem surgir. Conforme Libâneo (2004), a profissão de professor vem sendo muito desvalorizada tanto social quanto economicamente. Em boa parte isso se deve aos baixos salários falta de recursos materiais e didáticos, que são de responsabilidade do governo. Na prática, “os governos tem sido incapazes de garantir a valorização salarial dos professores, levando a uma degradação social e econômica da profissão” (p.73). Apesar dos problemas, os professores continuam sendo os principais agentes da formação dos alunos e é difícil separar a qualidade dos resultados das suas competências e qualificações profissionais.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
O prazer no trabalho pedagógico, a realização profissional e pessoal são elementos importantes no processo de construção do bem-estar do indivíduo e, portanto, interferem na relação com os educandos. O professor mais satisfeito com seu trabalho, com sua profissão, com suas condições de vida e existência, possivelmente trabalhe com maior gradiente de prazer e, assim, sua prática pedagógica se diferencia.

É preciso lembrar ainda que a subjetividade na vida do professor interfere de maneira concreta no seu trabalho pedagógico. Partimos desta premissa, portanto, perquirir com acuidade o sentimento de felicidade e bem-estar junto aos professores de Ed. Física nas escolas públicas significa também entender o processo pelo qual está passando o ensino de Educação Física nas escolas públicas da cidade do Recife.

Outra preocupação que se sobressai, assenta-se na educação que o aluno vem recebendo nas escolas públicas. Professores com maior sensação de felicidade e que se preocupam com esse tema têm ou não uma relação diferenciada com seus alunos? Em suma, será que nossos professores estão educando para a felicidade e em que bases se sentem partícipes do futuro da civilização?

Articulamos os dois temas propositalmente. O interesse teórico no tema felicidade impulsionou a necessidade premente de fazer esta pesquisa no universo escolar, particularmente no sentido de pensar a atuação dos professores de Ed. Física e suas relações cotidianas sejam elas dentro ou fora da escola, e que apresentam ressonâncias no processo pedagógico.

REFERÊNCIAS
ARIÉS, Philipe. História Social da Criança e a Família. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco. São Paulo: Martin Claret, 2005. Tradução de Pietro Nasseti.

BOURDIEU, Pierre (org.). A Miséria do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador – uma História dos Costumes. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

___________. O Processo Civilizador – Formação do Estado e Civilização. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

GIANNETTI, Eduardo. Felicidade- Diálogos sobre o bem-estar na civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

LE GOFF, Jacques (org.). A História Nova. São Paulo Martins Fontes, 2001.

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. Editora Alternativa, 5ª Edição Revista e Ampliada, 2004.

LIPOVETSKY, Gilles, A felicidade paradoxal: ensaio sobre a sociedade do hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

MOLINA NETO, Vicente. A síndrome do esgotamento profissional em professores de educação física: um estudo na rede municipal de Porto Alegre. Revista Brasileira de Educação Física e Esportes, São Paulo, v. 19, n.3, p. 209-22, jul/set. 2005.




1 Sobre essa corrente de pensamento no campo da História, ver: LE GOFF, Jacques (org.). A História Nova. São Paulo Martins Fontes, 2001.

2 Cf. ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco. São Paulo: Martin Claret, 2005. Tradução de Pietro Nasseti. p. 31.

3 Ibidem, p. 36.

4 Ibidem, p. 26.

5 Ibidem, p. 26.

6 GIANNETTI, Eduardo. Felicidade- Diálogos sobre o bem-estar na civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

7 Cf. ARIÉS, PHILIPE. História Social da Criança e a Família. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

8 Cf. BOURDIEU, Pierre (org.). A Miséria do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

9 MOLINA NETO, Vicente. A síndrome do esgotamento profissional em professores de educação física: um estudo na rede municipal de Porto Alegre. Revista Brasileira de Educação Física e Esportes, São Paulo, v. 19, n.3, p. 209-22, jul/set. 2005.

10 MOLINA NETO, Vicente, 2005, pág. 213.


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