O curso de História da Arte da eflch – Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Unifesp – Universidade Federal de



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31. Expurgo

Devera ter telas nas aberturas de ventilação afim de evitar a entrada de insetos.



32. Almoxarifado limpeza

Deverá se revestida com superfície de fácil higienização.



33. Lab. Imuno/Pato Clínica

Descrição: 8 tomadas 110/220w, 6 lâmpadas frias no teto, 2 pias de inox, 1 bancada em “L” com armários embaixo, armários de solo (químicos) e armário de parede em ”L” sobre 03 paredes.



34.Abrigo de Resíduos.

Conforme recomdações e resoluções da ANVISA E CONAMA para abrigo de lixo hospitalar, assim como NBR 12.809/1193 e atualizações.




  1. ANÁLISE DO IMPACTO AMBIENTAL E TRATAMENTO ADEQUADO DOS RESÍDUOS

Os estabelecimentos de Assistência Veterinária devem cumprir as determinações dispostas na Resolução RDC ANVISA N°. 306/04 e Resolução CONAMA N°. 358/05 quanto ao gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde, incluindo o destino dos efluentes, devendo também considerar outras legislações locais acerca do assunto. Os serviços veterinários devem cuidar para que o escoamento das águas servidas ocorra realizado através de ralos individualizados, sifonados, com tampas escamoteáveis, devidamente conectados à rede de esgoto. Segundo a Resolução RDC 306/2004, os resíduos líquidos provenientes de esgoto e de águas servidas devem ser tratados antes do lançamento no corpo receptor ou na rede coletora de esgoto, sempre que não houver sistema de tratamento de esgoto coletivo atendendo a área onde está localizado o serviço, conforme definido na RDC ANVISA nº. 50/2002. Assim, será adotado para o tratamento dos efluentes um sistema de fossa seguido de filtro anaeróbio, atendendo às legislações ambientais vigentes. Já sobre os resíduos sólidos, os mesmos serão primeiramente identificados, ação que consiste no conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo dos RSS. Depois de identificados, serão então devidamente acondicionados, ato este de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura. Após tais processos, poderão então ser armazenados externamente para posterior recolhimento por empresa especializada, sendo observado que a capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo. (RDC ANVISA N°. 306/04). O armazenamento externo será feito através do denominado abrigo de resíduos, o qual será construído de acordo com a legislação vigente (CONAMA 358/05 e RDC ANVISA 306/04) e determinações locais. Seguida todas essas etapas, os resíduos serão então recolhidos e tratados por empresa especializada.


  1. DA ACESSIBILIDADE, SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE

O projeto deve ser desenvolvido de forma a permitir o acesso indiscrimidado dos usuários a todas as dependências do prédio, obedecendo os critérios de acessibilidade estabelecidos através da NBR 9050 da ABNT, assim como as calçadas de acesso e entorno, como estacionamentos e passarelas. Assim como obedecendo os normas construtivas previstas em legislação própria do município de instalação.

Quanto a sustentabilidade deverá ser previsto o uso racional dos recursos hídricos, podendo ser sugerido sistemas de capitação de água da chuva e seu possível reuso, assim como adoção de sistemas de eficiência energética com previsão de diminuição de impactos ambientais e de custeio, adoção de medidas técnicas que proporcionem maior conforto ambiental a edificação.

Do meio ambiente, deverão ser respeitadas as áres de proteção de nascentes e igarapés assim como o manejo adequado de arvores que estejam no terreno de implantação da edificação fazendo o devido replantio das mesmas em locais a ser definido pelos interlocutores da obra no campus.



  1. DESCRIÇÃO GERAL




    1. DAS CARACTERÍSTICAS DO PRÉDIO:     

Trata-se da construção de uma Clínica Veterinária para atender aos requisitos de funcionamento do curso de Mèdicina Veterinária no Campus da Unir em Rolim de Moura, Edificação terréa, contruído em alvenaria, com tecnologia de construção a ser definida pela contratada, desde que comprovada qualidade e durabilidade, obedecendo o principio da economicidade e sustentabilidade.

                       Todas as alvenarias a revestir serão previamente chapiscadas e posteriormente revestidas com os materiais definidos em projeto, principalmente cerâmico nas paredes internas a uma altura de 1,6 m nas externas, emboço e reboco, para o recebimento do líquido preparador de parede acrílico, massa acrílica e tinta acrílica, detalhes em pastilha cerâmica conforme concepção arquitetônica.

            Os pisos das salas receberão a base para a execução de piso industrial tipo granilite, resinado, com decoração de tonalidade dos grânulos a ser definida na execução pela Fiscalização. Soleiras em granilite resinado e o rodapé em granilite resinado com altura de 10 cm (dez centímetros).

            A cobertura do prédio será executada em telha metálica do tipo termoacústica e com estruturas: tesouras, terças e caibros , metálicas.

            Quanto as esquadrias, as portas serão em alumínio anodizado natural – linha 30, com visores de vidro, com dimensões e características do projeto ou com detalhes executivos a ser desenvolvido e decididos quando da execução pela Fiscalização, seguindo sempre as recomendações previstas em normas específicas .  As janelas serão em alumínio anodizado natural – linha 30, com as características do projeto e da planilha orçamentária, ou seja, a constituição de conjunto que possibilite a iluminação, ventilação e vedação. Janelas de correr com vidros liso incolor. Todas as folhas das janelas serão móveis.  

              



    1. DAS CONDIÇÕES GERAIS           

            Interpretação de Documentos Fornecidos.

            No caso de divergência de interpretação entre documentos fornecidos, será obedecida a seguinte ordem de prioridades:

. Em caso de divergência entre esta especificação e os desenhos fornecidos deverá ser consultado a Fiscalização.

. Em caso de divergência entre projetos de escalas diferentes, prevalecerão sempre os de maior escala.

. Em caso de divergência entre projetos de datas diferentes, prevalecerão sempre os mais recentes.

. Em caso de divergência entre cotas e suas dimensões em escala, prevalecerão sempre as primeiras.

            Os Projetos e estas Especificações complementam-se entre si, formando um conjunto único, de maneira que as informações contidas em cada um dos elementos deverão ser levadas em consideração, salvo indicação em contrário.

 


  • Fiscalização e Documentação da Obra.

            O Reitor da Universidade designará para acompanhamento das obras, técnicos, engenheiros, arquitetos e seus prepostos, os quais serão credenciados junto ao Construtor, e de agora serão chamados “Fiscalização”.

            A Fiscalização terá plenos poderes para decidir sobre questões técnicas e burocráticas da obra, sem que isto implique em transferência de responsabilidade sobre a execução da obra, a qual será única e exclusivamente de competência do Construtor.

            Obriga-se ainda o Construtor a manter no canteiro de obras um livro denominado “Diário de Obras”, preenchido por este, em três vias, onde se notarão os serviços em execução no dia, condições do tempo, efetivo diário e quaisquer outras anotações julgadas oportunas pelo Construtor e pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR, tais como, produção do dia, serviços efetuados, efetivo diário, equipamentos e fatos dignos de nota.

A Fiscalização terá acesso direto a este livro, podendo também, nele escrever tudo que julgar necessário, a qualquer tempo.

            Todas as comunicações e ordens de serviço, tanto do Construtor, quanto da Fiscalização, só serão levadas em consideração se contidas no “Diário de Obras”.

 


  • Instalação do Canteiro de Obras 

            O local para instalação do canteiro de obras será estudado de comum acordo entre a Fiscalização e o Construtor, sendo localizado onde melhor se aprouver, se possível sem a interferência com a execução dos serviços.

            A Localização das instalações provisórias deverá obrigatoriamente levar em consideração o fluxo de entrada e saída de materiais e pessoal, de modo a não prejudicar o andamento da obra.

 


  • Critérios de Similaridade 

            Todo material empregado na execução dos serviços será de primeira qualidade, sendo rejeitados aqueles que não se enquadrarem nas especificações fornecidas.

            Serão aceitos materiais similares aos especificados, desde que consultada previamente a Fiscalização à respeito de sua utilização.

            O Construtor se obriga no entanto à demonstrar a similaridade do material ou equipamento proposto mediante a apresentação de laudos comprobatórios ou testes de ensaios  de Institutos idôneos e reconhecidos.

 


    1. DOS MATERIAIS, MÃO DE OBRA E EQUIPAMENTOS

            Caberá ao Construtor, fornecer e conservar os equipamentos mecânicos e o ferramental necessários, contratar mão de obra em quantidades e qualificações necessárias, de modo a reunir permanentemente em serviço uma equipe homogênea e suficiente de operários e encarregados, que assegurem progresso satisfatório das obras, bem como, prover com os materiais necessários, em qualidade e quantidades suficientes para a conclusão das mesmas no prazo fixado, conforme estabelecido em contrato.

 

            Caberá ainda ao Construtor a responsabilidade das áreas de vivências no ambiente de trabalho em dimensões  compatíveis com a quantidade de trabalhadores envolvidos na execução das obras, além de garantir os requisitos mínimos necessários de conforto, higiene e segurança com a implantação de instalações provisórias de água, sanitários, luz, força, telefone etc., transportes fora e dentro do canteiro de obras e estabelecimento e manutenção dos serviços, bem como as de outros serviços preliminares.



            Deverá ainda o Construtor, aplicar todas as normas regulamentadoras seja de natureza técnica nos serviços a serem executados, aprovados pela ABNT, como também àquelas relativas a medicina, segurança e proteção ao trabalho a todos os seus contratados e durante o período em que durar o contrato, estabelecidos através de normas de segurança pelo Ministério do Trabalho, especialmente a NR n.º 18, com redação aprovada pela Portaria 4, de 04/07/1995, que trata das condições e meio ambiente do trabalho na indústria da construção.

 


  1. SERVIÇOS INICIAIS E INSTALAÇÃO DA OBRA

    1.      PROJETOS EXECUTIVOS E COMPLEMENTARES

            De responsabilidade do Construtor, o desenvolvimento dos projetos deverão ser elaborados por profissionais correspondentes a especialização de atuação que os detalhes construtivos exigirem os projetos complementares e de detalhamento construtivo.  Os projetistas deverão ser apresentados a Fiscalização e ainda terão seus registros e aprovação dos projetos juntos aos órgãos responsáveis pelas atividades afins, especialmente junto ao CREA/RO, após o assentimento por parte da Fiscalização. Os projetos conrrespondem á:


  • Projeto arquitetônico executivo: Plantas baixa, cobertura, cortes, fachadas, detalhes arquitetônicos, e demais elementos executivos pertinentes;

  • Infraestrutura: sapatas isoladas e/ou outros elementos pertinentes.

  • Superestrutura: lajes comuns, vigas, pilares, juntas, reservatórios, e outros elementos pertinentes.

  • Sistema Hidro-Sanitário: projetos, esquemas verticais, esquemas de ligação, isométricos e demais elementos pertinentes.

  • Sistema de prevenção e combate a incêndio: projetos, esquemas verticais, esquemas de ligação, isométricos e demais elementos, com aprovação no Corpo de Bombeiro do Estado.

  • Sistema de proteção de descargas atmosféricas: projetos, esquemas verticais, esquemas de ligação, isométricos e demais elementos.

  • Sistema de iluminação e tomadas comuns: projetos, esquemas verticais, esquemas de ligação e demais elementos.

  • Sistema de alimentação elétrica: projetos, esquemas verticais, esquemas de ligação, detalhes e demais elementos pertinentes.

  • Instalação de Condicionamento de Ar: projetos, esquemas verticais, esquemas de ligação e demais elementos técnicos e/ou gráficos.

  • Instalações de Transmissão de voz (telefônicas) e/ou de Transmissão de Dados (rede de lógica): projetos, esquemas verticais, esquemas de ligação e demais elementos pertinentes.




    1.     LIMPEZA DO TERRENO

            Toda a área onde se dará a construção da edificação deverá ser limpa de forma manual e/ou mecânica quando possível, que compreendera os serviços de capina, limpa roçado, destocamento, onde deverá haver o ajuntamento de todo material imprestável - lixo, e após,  todo o entulho será devidamente acumulado, acondicionado  e removido para local apropriado de bota-fora previamente aprovado pela Fiscalização, de forma que a área tanto de construção propriamente dita, como aquela adjacente a esta, fique livre de detritos que possam ser considerados obstáculos e incompatíveis com os serviços a serem desenvolvidos, inclusive a parte relacionada com os acessos aos locais de trabalhos.  O entulho e detritos acumulados deverão ser periodicamente removido durante a execução da construção, até como forma de não permitir sua acumulação no terreno.

 


    1. PLACAS DA OBRA                       

            Seguirá o modelo e nas dimensões estipuladas no orçamento, e com características e detalhes de identificação a ser fornecido pela Fiscalização para confecção por parte do Construtor e fixado em local indicado pelo setor de Fiscalização. 

 


    1.     LOCAÇÃO DA OBRA 

            A construção, em seu conjunto, será implantada - planimétrica e altimétrica – pelo Construtor, no local indicados pelos projetos, rigorosamente, de acordo com acompanhamento da Fiscalização, correndo por sua conta e responsabilidade com a conseqüente demolição e reconsideração dos erros de alinhamento, dos ângulos e nivelamento cometidos, a opção preferencial, até pelas características da construção, será pelo uso de instrumentos de locação topográfica.


    1.    ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE

            Toda a administração do empreendimento se fará diretamente pelo Construtor, onde haverá um engenheiro responsável técnico e administrativo da construção, cuja função será também de coordenador.

            Serão obedecidas as recomendações de segurança e higiene do trabalho contidas na Norma Regulamentadora n.º 18, com redação dada pela Portaria n.º 4, de 04/07/1995 do Ministério do Trabalho.

            Todos os equipamentos e ferramentas de uso no canteiro de obras serão dimensionadas e fornecidas diretamente pela empresa contratada em quantidades e tipos correspondentes ao tipo de serviço a ser executado.

            Haverá proteção às partes móveis dos equipamentos bem como será recomendado que ferramentas manuais não sejam abandonadas em passagens, escadas, andaimes e superfície de trabalho ou seja em áreas de circulação ou de atuação direta dos trabalhos em execução, assim como também nunca permitir a ligação de mais de um equipamento a uma mesma tomada de corrente elétrica, além de outras recomendações usuais e necessárias que seja úteis para o bom andamento dos serviços.

            Caberá ao Construtor definir pessoal técnico especializado para os serviços de administração da obra e estabelecer critérios para formar o controle seja que técnico, de material, de pessoal e serviços relativo ao bom andamento da obra.

            Deverá ser obrigatório o uso de capacetes de segurança, protetores, óculos de segurança, luvas de couro, cintos de segurança, máscaras e outros equipamentos de proteção coletiva e individual, tudo de conformidade com o tipo de trabalho a ser executado. 

 


    1.    TAXAS E EMOLUMENTOS - LEGALIZAÇÕES

            Ficará o Construtor obrigado a obter todas as licenças, aprovações e franquias necessárias aos serviços, pagando os emolumentos prescritos em leis, regulamentos e observando as leis, regulamentos e posturas referentes à obra e à segurança pública, bem como assim atender aos pagamentos de despesas decorrentes do consumo de água, luz e força, que digam diretamente respeito às obras e serviços contratados. Deverá ser quitada pelo Construtor, com recolhimentos nos respectivos órgãos públicos e de fiscalização do exercício profissional.

 


    1. ABRIGO PROVISÓRIO E DEPÓSITO

            O local para instalação do barracão e do abrigo provisório para depósito, que servirá de suporte para a construção será localizado em conjunto com a Fiscalização e de acordo com a situação das diversas frentes de serviços a executar cujas dimensões obedecerão critérios que atendam tanto os usuários habituais no processo construtivo cotidiano, tais como: escritório da administração, salas técnicas e para a Fiscalização, instalações sanitárias, vestiários, local para refeições e repouso, etc. que garantam os requisitos mínimos de conforto e higiene para os operários e outros usuários que freqüentem assiduamente os locais de trabalho.  Bem como o espaço necessário e suficiente para o armazenamento e conservação de materiais, especialmente aqueles que exigem acondicionamentos especiais de manutenção, como o cimento.

 


    1. TAPUMES

            Os tapumes  serão edificados com a finalidade de proteção do canteiro de obra durante a execução da obra.  Poderão ser aplicados também no sentido de se isolar as áreas de influência das obras e demais áreas de funcionamento das edificações em seu entorno, as quais continuarão com seu funcionamento inalterado.

            Os tapumes serão executados em chapas de compensado resinado de 10 mm de espessura, estruturadas por peças de madeira, seção 3 x 3 ”, solidamente fixadas ao solo.

            A altura total será de 2,20 metros, sendo o espaçamento entre as peças 3 x 3”, da ordem de 1,10 metros.

            O tapume, inclusive os portões, será pintado externamente com tinta PVA Látex.  A pintura será refeita sempre que a superfície não se apresentar em boas condições.  A cor será definida pela Fiscalização.

 


    1. ANDAIMES

            Quanto a andaimes serão em peças de madeiras serradas em dimensões que atendam o porte da construção, sendo que sua estrutura será fixada à construção por meio de amarrações e entroncamentos, de modo a resistir aos esforços a que estará sujeita.  Deverão ser ainda utilizados andaimes metálicos de encaixar e removíveis para pequenas alturas.

 


  1. DEMAIS SERVIÇOS E ESPECIFICAÇÕES

    1. MOVIMENTO DE TERRA

            O procedimento adotado para esta etapa da construção será usualmente  manual ou mecânico quando possível, com as escavações se darão nos limites estabelecidos pelos projetos executivos, com os cuidados necessários  quanto ao aterro compactado o procedimento adotado será em camadas horizontais de no máximo 20 (vinte) centímetros, controlada por meio de gabaritos de pontaletes demarcado, fortemente apiloadas manualmente nos locais onde os espaços forem exíguos ou então por meio de compactadores mecânicos de compressão, tipo sapo, ou ainda de placas, cuja capacidade de solidificação do solo atenda os índices de compactação aceitáveis, nas dimensões delimitadas em projeto e nas quantidades previstas nas planilhas orçamentárias. Os materiais de aterro a ser utilizado será do tipo laterita ferruginosa com presença de argila em pequenas quantidades, que inclusive permitem melhor adensamento e homogeneização do material e, portanto, uma superfície de acabamento mais regular.


    1.     FUNDAÇÕES E INFRA-ESTRUTURA

            A fundação prevista para construção é de fundação direta, tipo sapatas, com os arranques de pilares e coroamento na viga baldrame, como constar na prancha de detalhamento da estrutura e do projeto executivo estrutural a ser desenvolvido e da planilha orçamentária, não devem justamente cingir-se criteriosamente a profundidade estabelecida no projeto, porém realizar sua execução de forma a atingir a nega, no qual o solo seja suficientemente resistentes para a obra, nesta etapa construtiva estará obviamente sujeita a alterações de acordo com os resultados obtidos pelos serviços de sondagem e correspondente testes de carga que definirão a alteração necessária ao tipo de fundação a ser adotado para a edificação. No entanto o processo desta fase obedecerá o recobrimento mínimo das armaduras das estacas será de 2,5 centímetros, com proteção adequada para a resistência aos choques mecânicos durante a cravação. O concreto a ser empregado será o de FCK 25 MPa, com fator de água - cimento menor ou igual a 0,50, que será adensado por vibração e submetido a cuidadosa cura, haverá ainda controle tecnológico do concreto com a finalidade de verificar sua resistência. A Execução das fundações implica em total responsabilidade do Construtor sobre sua resistência e estabilidade.


    1.     SUPERESTRUTURA

            Neste item será particularmente observado rigorosamente o projeto estrutural executivo desenvolvido, assim como aplicar as normas técnicas atinentes, em especial a NB - 1/78 (NBR 6118), NB - 5/78 (NBR 6120), NB - 11/51 (NBR 7190) e NB - 14/86 (NBR 8800), em suas redações mais recentes. As armaduras não poderão apresentar excesso de ferrugem, manchas de óleo, argamassa aderente ou qualquer outra substância que impeça uma perfeita aderência ao concreto; não poderão ficar em contato direto com a forma, obedecendo a distância mínima prevista pela norma; terá que haver precauções para evitar o oxidação excessiva das barras de espera, antes do reinicio da concretagem. No concreto há que se observar os seguintes aspectos: agregados serão identificados por suas características cabendo ao laboratório a modificação da dosagem especificada, quando da alteração destes materiais por outros; quando medidos em volume as padiolas ou carrinhos, especialmente construídos, deverão trazer, na parte externa, em caracteres bem visíveis, o nome do material, o número de padiolas por saco de cimento e traço respectivo; as dimensões deverão obedecer às normas. Cimento será medido em peso, não sendo permitida sua medição em volume; a embalagem, armazenamento, inspeção, ensaios e critérios de rejeição do cimento obedecerão as especificações correspondente ao aglomerante. Formas e escoramentos não poderão ter deformações, mesmo devidos a fatores ambientais desfavoráveis ou provocado pelo adensamento do concreto fresco; quando os vãos forem suficientemente grandes serão dotadas de contra-flecha necessária; antes da concretagem as formas deverão estar limpas e estanques, de modo a evitar eventuais fugas de pasta, quando também serão molhadas até a saturação, afim de evitar-se absorção da água de amassamento do concreto, antes da armadura há a necessidade de aplicação de desmoldantes na superfície da forma. Dosagem será aquela definida em projeto com fck igual 300 kg/cm2. O controle tecnológico abrangerá as verificações dos materiais e da dosagem utilizada, da trabalhabilidade, das características dos constituintes e da resistência mecânica, obtido por meio de amostras e corpos de provas colhidos quando da sua execução. Já nesta fase implicara em utilizar corretamente os agregados, aglomerantes, aditivos e fator água/cimento nas medidas recomendadas, com a observação de cuidados no transporte, lançamento, adensamento e cura, cuja maneira correta seja com a utilização de equipamentos mecânicos, tais como betoneiras, lançadores, esteiras, vibradores etc. Após a desforma é importante na limpeza a verificação detalhada do resultado obtido, quando poderá ocorrer pequenas cavidades, falhas ou trincas superficiais, manchas de óxido, rebarbas e saliências ou outros defeitos que precisam ser imediatamente corrigidos. As lajes também maciças, isto é, em concreto armado na mesma dosagem e resistência indicadas em projetos serão capazes de resistir aos esforços de compressão oriundos da flexão, uma vez que estarão justapostos a vigotas e fixadas em vigas, mas cujas ambas as faces serão planas, devera ter uma cobertura em lastro de concreto com espessura de 4 centímetros e armadura mínima. Respeitados as dimensões do projeto de arquitetura, especialmente no que diz respeito ao “pé direito” dos pavimentos, com as devidas previsões para instalação e passagem de dutos e tubulação de ar condicionado e outros tipos de instalações.


    1.     PAREDES    

            As alvenarias de tijolos cerâmicos comuns, do tipo de 6 furos, assentados em 1/2 vês no sentido longitudinal do tijolo, a finalidade de ajustar a alvenaria a estrutura dos pilares embutidos nas paredes,  proporcionar maior isolamento e obedecerão às dimensões e aos alinhamentos determinados no projeto.   Os tijolos deverão ser abundantemente molhados antes de seu assentamentos, evitando com isto que absorvam líquido da argamassa, o que ocasiona enfraquecimento de sua resistência prejudicando a ligação entre os tijolos.   Para assentamento dos tijolos será empregada argamassa com traço 1:4 (cimento e areia), cuja preparação poderá ser manual ou mecânica, sendo que a preferência se dará pelo amassamento mecânico, que deve ser contínuo e durar pelo menos 90 segundos, a contar do momento em que todos os  componentes da argamassa, inclusive a água, tiverem sido lançados na betoneira ou misturados, quando manual será de regra para as argamassas que contenham cal em pasta.   E a espessura de suas juntas deverá situar-se em torno de 12 mm.


    1.   ESQUADRIAS  METÁLICAS       

            Recomendações:

            - PORTAS - AS portas que deverão obedecer rigorosamente as indicações das respectivas especificações de materiais e dimensões  estabelecidas em projetos e na planilha de orçamento; as portas serão em alumínio anodizado natural, linha 30.

            - GRADES- Em todos os vãos das janelas, serão instaladas grades fixas metálicas.

            - JANELAS – Janela de vidro de correr, com todos os módulos móveis. As janelas deverão atender as dimensões constantes em projetos e nas quantidades previstas nas planilhas orçamentarias.   O material será sem defeitos de acabamentos ou falhas de laminação, o alumínio sofrera um revestimento em sua peças, através de processo eletrostático de anodização em cor natural como forma de proteção superficial, linha 30.

            - FERRAGENS - quanto às dobradiças serão suficientemente robustas, de forma a suportarem o regime de trabalho a que serão submetidas.   As fechaduras serão de padrão superior e obedecerão as normas quanto às dimensões requeridas para as esquadrias correspondentes, especialmente portas, que deverão está embutidas nas chapas de alumínio.    No que diz respeito às fechaduras que atenderão os locais especialmente sensíveis serão de padrão compatíveis com sua finalidade e obedecerão as normas EB 947 e EB 949 da ABNT.   A localização das ferragens nas esquadrias será medida com precisão, de modo a serem evitadas discrepâncias de posição ou diferenças de nível. O padrão seguirá aquele especificado pelo contratante.

 


    1. VIDROS                       

            Serão usados vidros liso incolor, transparente com espessura de 6,00 mm, nas esquadrias que exijam este tipo de vedação, nas quantidades previstas nas planilhas orçamentárias.  Os vidros não deverão apresentar bolhas, lentes, ondulações, estrias, manchas, trincas, ranhuras ou outros defeitos de corte.   Os rebaixos deverão ser limpos antes da colocação dos vidros.   A fixação das folhas de vidros será sempre efetuada com massa especialmente para este tipo de finalidade ou com baguetes de pressão para as chapas maiores e de fachada.   Quanto aos vidros além dos defeitos que não poderão apresentar serão fixados com acessórios apropriados para este tipo de material em que será aposto, cuja execução será de responsabilidade de profissionais com experiência neste t ipo de serviço. De acordo com o projeto de edifícios de alta tecnologia, os vidros poderão ser refletivos  que poderão permitir, uma entrada controlada de calor, balanceando a carga energética demandada pelo sistema de refrigeração de ar, a ser definido pela Fiscalização.

 


    1. COBERTURA 

      

A cobertura será executada em estrutura metálica, conforme o projeto específico, recoberta com telha trapezoidal termo-acústica tipo sanduíche, sendo a face superior metálica aluzinc de 0,43 mm de espessura, face interna em EPS (isopor) com espessura de 20 mm, recoberto com filme de PVC na cor branco e telha metálica aluzinc de 0,43 mm de espessura, perfil trapezoidal.


O recobrimento transversal deve ser de uma onda e meia, para melhorar as condições de vedação. A face superior deverá ser pintada na cor branco gelo. A sua estocagem será feita em local plano sem contato com o solo natural.
A estrutura metálica também será pintada com galvite como base e tinta esmalte sintético na cor preto fosco. Na confecção da estrutura deverá ser usada soldagem contínua, não se admitindo somente pontos isolados na ligação dos perfis. Os cabos de contraventamento deverão estar tracionados e sem folga.
As telhas deverão ser fixadas com parafusos auto brocantes e não será admitida a utilização de telhas com vincos produzidos por dobras e amassados.
As tesouras deverão estar ligadas por meio de solda à estrutura de ancoragem, fixadas durante a concretagem das vigas de cobertura.

 


    1. REVESTIMENTO 

            Os revestimentos das paredes de alvenaria cerâmica e lajes com o uso de argamassa serão constituídas de duas camadas superpostas, contínuas e uniformes: o chapisco, aplicado sobre a parede para formar uma camada de aderência entre a alvenaria cerâmica e outros revestimentos e o reboco que recobrirá todo o pano de parede.  E ainda existem revestimentos finais com materiais específicos como cerâmicas cujo modelo e padrão obedecerão as especificações dos projetos e posteriormente postos a apreciação da Fiscalização.

            - CHAPISCO - as superfícies das paredes a serem revestidas serão limpas a vassoura e abundantemente molhadas, de preferência com esguicho de mangueira, antes da aplicação do chapisco que é uma camada irregular e descontínua de argamassa forte.   O traço volumétrico recomendado é de 1:3, a base de cimento e areia lavada. 

       - REBOCO - consiste no acabamento final de revestimento à base de argamassa, será aplicado sobre o chapisco que deve estar limpo, sem poeira, as impurezas quaisquer que sejam devem ser removidas, especialmente quando da existência de sais, que podem prejudicar a aderência e cuja remoção deve ser feita por escovação. É condição para aplicação do reboco a colocação de peitoris e marcos, sendo ainda necessário que a superfície seja abundantemente molhada. Pode ser preparado no local ou pré-fabricado, seu traço volumétrico será de 1:4 e o acabamento alisado a desempenadeira ou talocha de aço, de modo a proporcionar superfície inteiramente lisa e uniforme. Sua espessura não deve ultrapassar 5 milímetros.    O Construtor poderá executar o reboco paulista seguindo a orientação da Fiscalização em traço de 1:4.

            - CERÂMICA - aplicado sobre o emboço curado, cerca de dez dias após sua conclusão, processada por painéis, iniciando-se a partir do teto, razão pela qual a concordância dessa superfície com a parede deve ser absolutamente em nível. O assentamento será procedido a seco, com emprego de argamassa de alta adesividade, o que dispensa a operação de molhar as superfícies emboçadas, do azulejo ou da pastilha. Decorridos sete dias do assentamento, inicia-se a operação de rejuntamento, o que será efetuado com pasta de argamassa colante na coloração correspondente, quando serão comprimidas nas juntas previamente escovadas, limpas e umedecidas. Após o rejuntamento faz a limpeza final.




    1. PISOS

            Será aplicado em todas superfícies de circulação contra-piso em concreto simples na espessura recomendada em projeto, como base preparada para receber o piso industrial granilite, constante da planilha orçamentária - 10 centímetros, sarrafeado, desempenado e moderado alisamento, enquanto ainda estiver plástico, Deverá ter juntas de dilatação  distantes entre si no máximo de dois em dois metros.  Com material correspondente de tipo e com dureza e qualidade dentro de padrões que atendam as exigências estabelecidas por normas. Quanto ao rodapé será do mesmo tipo de material correspondente, isto é, em granilite. As tonalidades dos grânulos de mármore de cor previamente definidos pela Fiscalização. As soleiras serão em granito cor branca, sendo que os peitoris também serão em granito.

 


    1. INSTALAÇÃO DE INCÊNDIO

            A Instalação do sistema de proteção contra incêndio e pânico deverá ser executado mediante projeto apresentado e aprovado pelo Corpo de Bombeiros do Estado de Rondônia conforme estabelecido na Lei 3.924 de 17 de outubro de 2016 regulamentada pelo Decreto 21.425 de 29 de novembro de 2016 . No caso em questão o projeto deverá prever os seguintes tipos de proteção: compartimentação horizontal, compartimentação vertical, escada de segurança, sistema de iluminação de emergência, sistema de alarme contra incêndio, sinalização, extintores Portáteis e sistema de hidrantes.

 


    1. INSTALAÇÃO ELÉTRICA       

            O detalhamento do projeto de instalações elétricas será desenvolvido pelo Construtor e aprovado pela Fiscalização, e deverão ser .


    1. PINTURA      

            As pinturas previstas serão aplicadas em superfícies que estejam previamente preparadas e curadas o suficiente para não comprometer a textura aplicada seja esta massa e  tinta acrílica ou ainda verniz e esmalte sintético, sejam estes internos ou externos nas demãos especificadas na planilha orçamentária.     O material e a cor a serem utilizados será aquela que a fiscalização definir como mais adequada para ser aplicado na superfície a receber esta película de acabamento, sendo que as demãos serão aquelas quantificadas na discriminação da planilha orçamentária e conseqüentemente nas metragens estabelecidas.


    1. BANCADAS E DIVISÓRIAS EM GRANITO

As bancadas e divisórias serão em granito polido, isento de imperfeições, na cor branco Paris ou Preto são gabriel, deverão ser encaixadas na alvenaria e posteriormente executado o arremate com o revestimento especificado. As pedras deverão ser isenta de trincas recuperadas com cola, fora de esquadro e alterações consideráveis nos padrões de acabamento. Observar a centralização das torneiras e sifão em relação às cubas das bancadas. Observar a centralização dos vasos sanitários em relação às divisórias exceto ao destinado a portadores de necessidades especiais.



    1. LOUÇAS E FERRAGENS

Deverá ser verificado se todos os pontos de alimentação de água e de coleta de esgoto, necessário para instalação do equipamento sanitário, estão disponíveis e de acordo com as instruções, para a finalidade, fornecidas pelo fabricante. O manuseio dos equipamentos sanitários será cuidadoso antes, durante e após a instalação, o que acontecerá até que o serviço esteja completo e aceito. Antes da liberação para o uso, será procedida rigorosa inspeção nas peças e em outros materiais utilizados nos serviço, bem como a verificação se a instalação foi executada por mão-de-obra especializada. Quando do recebimento, haverá cuidadosa inspeção para verificar se a louça sanitária está de acordo com o pedido formulado e isenta de defeitos e danos, momento no qual verificaremos o funcionamento dos mesmos como também se estão corretamente assentados e rigidamente fixados. A válvula de descarga será cromada com acabamento antivandalismo, as torneiras dos lavatórios serão com fechamento temporizado, os engates e sifão serão cromados, os vasos sanitários serão de cor branca padrão médio, a tampa e o assento será na cor branca padrão médio, a cuba será oval na cor branca, padrão médio, dimensões 35 x 50 cm. Porta papel na cor branca de sobrepor para rolo de 300m. Saboneteira para sabão líquido na cor branca. Todas as torneiras, registro de pressão e de gaveta e válvulas de descarga serão de boa qualidade desde que aprovado pela fiscalização. Os acessórios serão cromados e deverão ser apresentados à fiscalização antes de sua aplicação.


    1. GRAMAS E JARDINS

Toda área a ser ajardinada será recoberta por terra vegetal misturada com adubo orgânico, no traço de 3:1. No caso do emprego do adubo de granja, no traço de 5:1. As espessuras das camadas de terra adubada serão de 15 cm para áreas gramadas e de 30 cm para ares de coberturas vegetais e conjuntos arbustivos. A terra retirada das cavas destinadas a arbustos e palmeiras será substituída por terra adubada. O plantio será procedido com cautela para evitar danos às mudas. Toda a área ajardinada será objeto de regras copiosas e constantes, até que todas as espécies vegetais – grama, arbusto, árvores e palmeiras apresentem-se em perfeitas condições e com o aspecto de adaptação completa ao novo ambiente. Será de responsabilidade do construtor a substituição das mudas que vierem a perecer no prazo de 90 dias, a contar do término do plantio. As jardineiras serão rebocadas com argamassa no traço de 1:4, sobre micro chapisco no traço de 1:3, posteriormente 2 (duas) demãos de Sikatop ou produto similar e por último receberá uma demão de tinta betuminosa (Vedacit n.2 ou similar).


    1. GUARDA CORPO

Com dimensões e padrodrões de acabamento conforme especificação em nomas.


    1. PAVIMENTAÇÃO EXTERNA

As calçadas externas serão executadas com contra piso de espessura igual a 8 cm, malha pop de 15 cm x 15 cm, e concreto de 15 MPa. O revestimento do contra piso será em concreto armado polido. Após a cura do piso de concreto o que ocorre após oito dias de seu lançamento, deverá proceder ao polimento da superfície. O polimento deverá ser executado com politriz de dois discos, do tipo rotativo.

O polimento deverá ser executado com a superfície molhada, o que implicará lançamento periódico de água na área em que se está trabalhando. Com o auxílio de um rodo, para afastar a água empregada no polimento, deverá ser verificada a necessidade de insistir na operação. É vedado o uso de areia para auxiliar o polimento.




    1. SERVIÇOS COMPLEMENTARES

            Neste item incluem-se, limpeza geral da obra e remoção de entulhos - será limpa todo o conjunto que compõem a construção, quando todas as manchas e salpicos de tinta serão cuidadosamente removidos, dando-se especial atenção à perfeita execução dessa limpeza nos vidros e ferragens das esquadrias.  Os respingos e detritos de argamassa endurecidas nas superfícies serão removidos.   Todo o entulho do terreno e rejeitos da obra tidos como entulhos serão removidos para local indicado pela fiscalização.

            Verificação final será procedida pela Fiscalização quando da entrega da construção pelo Construtor, quando então poderá ser feita cuidadosa e detalhada verificação das condições de funcionamento e segurança da edificação e de suas instalações que deverão estar dentro das normas e especificações previstas para cada tipo de serviço.





  1. GARANTIA DOS EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS

A Contratada, quando no recebimento de todos os equipamentos, só poderá instalá-los após a verificação junto a Fiscalização quanto a aprovação dos mesmos. Após as instalações dos equipamentos a Contratada deverá testá-los em funcionamento, com os seus específicos sistemas, na presença da Fiscalização ou interlocutores, , devendo ser agendados, antecipadamente, os horários diferenciados para os testes de cada equipamento. Será considerado como data base para contagem do período de garantia, tanto da obra bem como dos equipamentos nela instalados, a data da emissão do Termo Recebimento Provisório, emitido pela Fiscalização nos termos da Lei n.º 10.406/2002, ou a data da ocupação efetiva da área, prevalecendo o que ocorrer primeiro.

TERMO DE ENCERRAMENTO

O presente trabalho foi elaborado na Diretoria de Engenharia e Arquitetura da Fundação Universidade Federal de Rondônia-DIREA/UNIR em maio e junho de 2017 estando os autores abaixo relacionados às ordens para esclarecimentos adicionais que se tornarem necessários.


 

ANEXOS

  1. JUSTIFICATIVA PARA A CONSTRUÇÃO DO PRÉDIO

  2. DESENHOS DA CONCEPÇÃO ARQUITETÔNICA

    1. PLANTA BAIXA

    2. FACHADAS

    3. CORTES

    4. COBERTURA

    5. IMPLANTAÇÃO

  3. DOCUMENTOS REFERENTES A ÁREA DO CAMPUS UNIR ROLIM DE MOURA



Av: Presidente Dutra n° 2.965, Prédio da UNIR/Centro, Sala nº PS-05 Tel: (69) 2182-2010



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