O novo o novo é ousado. O novo



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Personagens: Narrador – Rato – Galinha – Cordeiro - Vaca


Narrador - Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo que tipo de comida poderia haver ali.
Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.
Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:

Rato - "Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!"

Narrador - A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:

Galinha - "Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."

Narrador - O rato foi até o cordeiro e disse:

Rato - "Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira!"

Cordeiro - "Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."

Narrador - O rato dirigiu-se então à vaca.

Rato – "Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira!"
Vaca - "O que, Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"

Narrador - Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que, para alimentar alguém com febre, nada melhor do que uma canja.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal: a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos foram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o cordeiro.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente foi para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

Moral da Historia:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.



17 - LENDA ORIENTAL

Adaptação – Marcello Fundão


Personagens: Narrador – Jovem 1 – Jovem 2 – Velho – Homem

Cenário – (um senhor sentado na cadeira, enquanto um homem fica de longe só admirando).


Narrador - Conta uma popular lenda, que um jovem recente chegado na igreja, chegou até ao ancião mais velho daquele local e lhe perguntou-lhe:

(entra o jovem 1).



Jovem - Que tipo de pessoas e irmãos eu vou encontrar aqui nessa igreja?
Velho - Que tipo de pessoa vivia na igreja que você freqüentava?



Jovem - Oh, um grupo de egoístas, de pessoas invejosas, que só queria cargos para dizer que tem, mas que na verdade não queria nada com Jesus, estou satisfeito de haver saído de lá.



Velho - A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.

(O jovem sae de cena, tipo que não gostou da resposta que ouviu).



Narrador – Momentos depois , um outro jovem que também estava vindo a freqüentar a igreja pela primeira vez, resolveu fazer a mesma pergunta ao senhor:

(entra um segundo jovem).
Jovem 2- Que tipo de irmãos eu posso encontrar aqui nessa igreja?



Velho - Que tipo de irmãos freqüentava a igreja que você esta vindo?



Jovem 2 – Era umas pessoas maravilhosas. Todas fervorosas trabalhavam com amor, honestas, hospitaleiras, e eu fiquei muito triste por ter de deixá-las.



Velho - O mesmo encontrará por aqui!

(sae o jovem satisfeito com a resposta do velho).



Narrador - Um homem que havia escutado as duas conversas, ficou confuso e resolveu perguntar ao velho:



Homem – Meu senhor, me desculpe, mas não estou entendendo. Como é possível dar respostas tão diferentes a mesma pergunta?



Velho - Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrara aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.

Narrador - MORAL DA HISTÓRIA: Coloque dentro de você a idéia do sucesso. O primeiro requisito essencial a todo homem para encontrar uma vida digna de ser vivida, é ter uma atitude mental positiva.







18 – FRIO NO CORAÇÃO (Lenha)

Adaptação – Marcello Fundão


Personagem – Narrador – Homem racista – Homem Rico – Homem Negro – Homem da Montanha Sonhador – Velho - Bombeiro 1 e Bombeiro -
Narrador – Certa vez seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Eles teriam que esperar até o amanhecer, para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou à hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.

O primeiro o homem racista, ele olha demoradamente para os outros cinco, e percebe que há uma pessoa negra no meio deles e pena consigo mesmo.


Primeiro Racista -: “Aquele diferente! Jamais darei minha lenha para lhe aquecer!”.
Narrador - E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais. O segundo era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem pobre das montanhas, cuja rudeza trazia no semblante e mentalizou:
Segundo Rico -Eu, dar minha lenha para aquecer este preguiçoso? Nunca!”.
Narrador - O terceiro era o homem de pele negra, diferente. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão e seu pensamento era muito prático:
Terceiro Negro -É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem”.
Narrador - O quarto homem era o pobre das montanhas. Ele conhecia os caminhos, os perigos e os segredos da neve, mais do que os outros. E pensou:
Quarto Homem da Montanha - “Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha”.
Narrador - O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhava fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Estava preocupado demais com suas próprias visões, ou seriam alucinações?

Quinto Sonhador – Nossa eu ainda vou ser muito famoso, e ajudarei todo mundo que precisar.
Narrador - O último homem trazia nas linhas da testa e nas palmas da mão, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido:
Sexto Homem Velho -Esta lenha é minha. Custou meu trabalho. Não darei a ninguém, nem mesmo o menor dos meus gravetos”.
Narrador - Com essa falta de amor e de espírito de equipe, a última brasa da fogueira se cobriu de cinzas. (todos deitam como se estivessem morrendo).

Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna, (entra dois ou três homens em cena e vê todos deitados mortos) encontraram seus cadáveres, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o ajudante perguntou ao seu chefe:



Ajudante - Chefe eles devem ter morrido de frio, mas não entendo o por que de nenhum deles terem colocado a lenha na fogueira.
Chefe da equipe - Sabe meu jovem, “O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro”.

Narrador - A melhor mensagem que posso deixar: Mude suas atitudes! Todo o talento o mundo, o trabalho, a educação, a inteligência não valerão nada, não terão a menor importância, se não houver atitude que motive a construir. Pense nisso!

19 - E DEUS FEZ A MULHER

Dizem que Deus estava lá um dia e resolveu criar o mundo. Fez o mundo. Fez a terra e as águas e ficou contente com o resultado. Estava lindo, mais ainda não ficou satisfeito. Então Ele colocou as plantas sobre a terra. Melhorou muito, ficou mais colorido, mais vivo. No dia seguinte Ele percebeu que a vegetação embora muito bonita e diversificada não se mexia, e resolveu colocar um pouco de movimento em sua obra. E fez os animais grandes, pequenos, voadores, rastejantes, coloridos, independentes, versáteis, enfim capazes de quase tudo. Só que, com o passar do tempo, as coisas começaram a ficar meio bagunçadas e Deus achou melhor criar um novo ser para botar ordem na casa.
Deveria ser um novo animal, que reunisse as qualidades de todos os outros e mais, que desenvolvesse inteligência, que fosse capaz de dominar o mundo e reinar sobre ele absoluto.
Surgiu então o homem. Vigoroso, esperto, criava ferramentas para sobrepujar os outros animais e se proteger dos rigores do ambiente que o cercava. Pôr algum tempo Deus esteve satisfeito com sua criação, mas logo percebeu que faltava ainda alguma coisa. Então Ele percebeu que já havia adquirido bastante prática na arte de criar seres vivos e resolveu fazer sua Obra Prima: Um ser superior a todos os outros que dominasse inclusive o homem, mas que fosse delicado como a pétala de uma flor, suntuosa como as curvas de um rio, forte como uma queda d'água, belo como um pôr-do-sol, versátil e inteligente como o homem e reuniu em um único ser, todo esplendor de sua obra. Nesse dia Deus fez a MULHER.

20 – SENTE-SE INJUSTIÇADO?

Adaptação – Marcello Fundão

Personagens: Narrador – Álvaro – Patrão - Juca

Narrador - Álvaro trabalhava em uma empresa. Funcionário sério, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo já com seus 20 anos de casa. Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:
Álvaro - Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há três anos, está ganhando mais do que eu."
Narrador – Porém o patrão naquele momento fez que não ouviu o pedido ou apelo do Álvaro e lhe disse:

Patrão - Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles tem abacaxi.
Álvaro – Ok, depois a gente conversa, uma coisa simples dessa, vou fazer com a maior atenção.
Narrador - Em  cinco minutos estava de volta.
Patrão - E aí Álvaro, tudo certo?

Álvaro – Sim, eu verifiquei e fiz o que o senhor me pediu. O moço tem abacaxi.

Patrão – Legal, e quanto custa?

Álvaro – Isso eu não perguntei não.
Patrão - Eles tem quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?

Álvaro - Também não perguntei isso não.
Patrão - Ha alguma outra fruta que posso substituir o abacaxi?
Álvaro - Não sei não...

Patrão - Muito bem Álvaro. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.
Narrador - O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca.

Juca - Pois não patrão, mandou me chamar?

Patrão – Sim Juca, tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi

Juca – Só isso, ta certo já volto.

Narrador - Em oito minutos, o Juca voltou.
Patrão - E então?
Juca - Eles tem abacaxi sim. Em quantidade suficiente para todo nosso pessoal e se o senhor preferir, tem também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi está vendendo a R$ 1,50 cada; a banana e o mamão a R$ 1,00 o quilo;o melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascada. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles me concederam um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo.
Patrão – Ótimo seu Juca, muito obrigado pelo serviço, já esta dispensado.

Narrador – Que homem inteligente, com um simples pedido fez tudo o que o patrão precisava.

Patrão - Álvaro, o que foi que você estava mesmo me dizendo? Quando entrou aqui na sala!

Álvaro - Nada sério não patrão. Esqueça. Com sua licença.

Narrador - "Você tem 100% de chances de fracassar em todas as tentativas que não fizer".

21 – OVELHA MATA SEU PASTOR

O pastor Mokhtar Adam Fadl dormia junto ao seu rebanho no deserto, mas não acordou para poder contar o número de animais. Ele foi morto por uma de suas ovelhas, afirmou hoje as autoridades locais.

A ovelha matou o pastor ao pisar na escopeta do próprio, disparando a arma acidentalmente. O disparo atingiu o peito do pastor de 20 anos, que morreu na hora, perto de Sidi Barrani, no noroeste do Egito.

A polícia disse que a arma de fabricação caseira foi confiscada e a ovelha retirada do rebanho. As autoridades frisaram, contudo, que a ovelha não será presa.

Achei interessante esta notícia, e fiz um análise do fato na Novo Tempo de Curitiba, apresentando as seguintes lições para o Nosso Ministério Pastoral:


  1. Os pastores contam com ferramentas mais modernas, mas isto não substitui sua dedicação pessoal.

  2. As ovelhas continuam carentes de cuidado a atenção, se os pastores não cuidarem delas, não são só elas que se perdem, os pastores também.

  3. Quando os pastores descansam, devem prover bem a substituição para cuidar das ovelhas.

  4. Quando os pastores precisarem descansar, devem saber como, onde e quando fazer isto.

  5. As ovelhas disparam armas acidentalmente...Sinal de que elas já participam da modernidade. É preciso atualizar-se nos cuidados e ter a atenção redobrada. Os perigos que cercam as ovelhas hoje, são os do passado e outros mais modernos.

  6. Não adianta o pastor estar bem equipado, se não souber cuidar de si, do equipamento e das ovelhas.

  7. Os Pastores tem que estarem atentos. Hoje as ovelhas podem andar na frente... Pois enquanto dormem, elas fazem a festa...ou um crime acidental.

  8. Outra lição, a mesma ferramenta usada para salvar, pode ser uma maldição, se o Pastor não souber gerenciar sua vida, e de suas ovelhas.

  9. A pior lição: o Pastor que não se cuida, se perde e morre, e a ovelha continua sendo inocente... pois a culpa não é dela, e sim dele.

  10. O rebanho perde seu líder, se assusta com a perda, e demora para aceitar e acreditar no outro. Começa a ter descrédito a figura do “Pastor de ovelhas”.

22 - A IMPORTÂNCIA DA PONTUAÇÃO

Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e pena. Escreveu assim:



Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres

Morreu antes de pontuar a frase.


A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:


Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho.
Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:


Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho.
Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

3) O alfaiate pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:


Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais!
Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:


Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais!
Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres.

Assim é a vida. Nós somos quem colocamos os pontos. E isso faz a diferença.



23 – O FALECIMENTO DA ORAÇÃO

Faleceu, na vida dos negligentes e frios na fé, a dona"oração", que já estava enferma desde os primeiros séculos da era cristã. Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande


poder e influência no passado.
Os médicos constataram que sua doença foi motivada pela"frieza de coração", devido à falta de circulação do "sangue da fé".
Constataram ainda: "dureza de joelhos -não se dobravam mais -” fraqueza de ânimo" - e muita falta de boa vontade.
Foi medicada, mas erroneamente, pois lhe deram grandes doses de "teologia da prosperidade", mudando-lhe o regime; o "xarope de reuniões sociais" sufocou-a; deram-lhe injeções de "dinheiro", para ver se resolvia o problema, mas isso provocou contendas. Tentaram até mesmo introduzir uma sonda para que recebesse novos medicamentos, destes que estão sendo testados em várias cobaias chamadas "igrejas modernas", o que provocou confusão doutrinária, má circulação nas amizades, trazendo ainda rivalidades e ciúmes, principalmente entre os jovens.
Administraram-lhe muitas "programações diferentes", e comprimidos de "inovações". Até cápsulas de "brincadeiras" lhe deram para tomar.
RESULTADO: morreu dona "oração"!
A autópsia revelou: falta de alimentação, como "pão da vida", carência de "água viva" e ausência de vida espiritual. Também foi constatado, através de familiares da falecida, que o caso foi agravado pela ausência de costumes simples como a oração pessoal, a participação nas reuniões de oração.
Em sua memória, a vida pessoal dos Negligentes, situada na Rua do mundanismo, número 666, estará fechada para as reuniões de quartas e quintas feiras; aos domingos, participará de apenas uma reunião de manhã ou à noite, isso quando não houver dias de feriado, emendando o lazer de sexta a segunda feira.

Não permita esta cerimônia fúnebre na sua vida.



24 - O QUARTO MAGO

Seguindo uma antiga lenda, os reis magos que saíram do Oriente para visitar o menino Jesus em Belém eram quatro e não três, com diz a tradição russa. O quarto mago teria se atrasado durante a viagem por diversas razoes.

Primeiro, ajudou um pastor a reunir suas ovelhas numa tempestade. Depois, colheu trigo para uma jovem mãe, cujo esposo estava enfermo. Em seu caminho, sempre encontrava alguém precisando de auxilio. Assim, ele foi se atrasando cada vez mais.

Quando chegou a Belém, Jesus, Maria e José haviam partido para o Egito. E ele procurou seguir os passos da família. Novamente, em sua viagem, parou muitas vezes para ajudar as pessoas necessitadas.

Muitos anos se passaram sem que ele pudesse encontrar a Jesus., Finalmente, já velho e cansado, terminou sua peregrinação em Jerusalém, onde ficou sabendo que Jesus estava sendo crucificado. Reunindo as ultimas forças, chegou ao pé da cruz, mas sem qualquer presente nas mãos para oferecer. Havia gastado toda sua riqueza ajudando os outros. Naquele momento, diz a lenda, a mais importante dádiva que ele poderia ter entregado a Jesus era o fato de ter dedicado a própria vida em servi os semelhantes. E foi esse o melhor presente que o Mestre poderia ter recebido.

Como você sabe, lendas são histórias inventadas pelo povo, não podem ser tidas como verdadeiras. Mas as atitudes do quarto mago podem ser reais na vida de qualquer pessoa que ame a Jesus. Lembre-se disso neste natal!





25 – O POTE

Adaptação – Marcello Fundão


Personagens – Narrador – Homem - Pote
Narrador – Conta-se uma lenda que um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço.



Pode rachado - "Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas."



Homem - "Por quê? De que você está envergonhado?"
Pote Rachado - "Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços," .



Narrador - O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:



Homem - "Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho."




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