O pastor Evangelista



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1. Causas de tipo administrativo


  1. Nem sempre há a adequada provisão para a localização dos novos crentes (templos construídos).

  2. Não é designada a quantidade e qualidade de obreiros ou pastores necessários.

  3. Não é feita uma avaliação periódica e cuidadosa.


2. Causas do tipo metodológico


  1. Não são planificados os objetivos e programa da continuidade.

  2. Há muita improvisação.

  3. Enfatiza-se mais o aspecto quantitativo que qualitativo na evangelização.

  4. A preparação dos candidatos para o batismo não tem sido adequada para estabelecer uma boa continuidade.

  5. Não são ministrados cursos pós-batismais.

  6. O evangelista conclui seu trabalho quando alcançou o alvo batismal e não o alvo de integração dos novos crentes.


3. Causas do tipo pastoral
a) Os resultados são descuidados

b) Não se trabalha com visão de conservação e crescimento

c) O ministro tem muitas igrejas

d) Não é escolhida a pessoa adequada


4. Causas do tipo eclesiástico
a) Os irmãos não estão educados em termos de continuidade

b) Os leigos entrincheiram-se por medo de perder sua posição


5. Causas do tipo instrumental


  1. Não há materiais nem manuais para o trabalho de conservação e crescimento.

  2. Os instrumentos são mais dirigidos para ganhar do que para conservar.

  3. Necessitam-se de mais avaliações e estudos sobre evangelismo, continuidade e crescimento.



Cuidado Espiritual para os Novos Membros
“A evangelização que se detém com a conversão é incompleta e não cumpre cabalmente seu propósito original” - Basic Evangelism, p. l42. Deixar abandonados aos nossos conversos é como um pescador que abandona na praia o produto do seu trabalho, ou ao agricultor que deixa apodrecer e perder o fruto do seu pomar.

Depois do batismo, o pastor e o evangelista não podem relaxar seus esforços para com o novo membro. O novo membro estava insatisfeito com a sua velha religião e seu interesse foi despertado pela pregação bíblica. Se, depois do seu batismo, o evangelista vai embora, e a igreja retorna ao manco discurso no sábado de manhã, que é permitido ser chamado de sermão, o novo membro irá se perguntar o que aconteceu. Onde está a sólida pregação da bíblia que ele aprendeu a amar? Onde está o excitamento desta mensagem que viu durante a série?

Após o esforço evangelístico ter terminado, o pastor deveria continuar as reuniões públicas algumas noites por semana. Essa segunda série repetirá e reforçara a instrução para os novos membros. Isto permitirá aos novos membros convidar seus amigos, sendo uma oportunidade para testemunhos. Além disso, ajudará a levar à decisão os que não se batizaram durante a principal campanha. Essa segunda série pode ocorrer de quarta a domingo, usando seminários de Daniel e Apocalipse.

A Escola Sabatina organizaria uma classe especial para os novos batizados e visitantes. Esta poderia ser ensinada pelo próprio pastor. Os alunos terão uma lição diferente, especialmente preparadas para eles ou lições da classe pós-batismal.

Os novos membros deverão ser encorajados a assistir nossos programas de rádio e TV, bem como ser arrolados num curso bíblico por correspondência (Está Escrito, por exemplo).

Um sugestivo programa de conservação foi preparado pela Chesapeake Conference (USA), onde os oficiais cooperam com o pastor local em receber e orientar os novos conversos. Achei interessante incluí-lo por ser um auxílio a mais em nossos esforços pela conservação dos resultados.




  1. Imediatamente após o batismo, o pastor comunica o nome e o endereço do novo membro para a Associação, bem como o nome e o endereço do seu guardião da fé (veja na próxima seção deste capítulo).

  2. Após receber estas informações, o presidente da Associação envia uma carta de boas-vindas ao novo converso, com uma edição popular do grande conflito e uma assinatura ou números da Revista Adventista.

  3. O presidente envia uma carta ao guardião da fé, chamando sua atenção para suas responsabilidades especiais (veja no final do capítulo).

  4. Uma semana após o batismo, o presidente escreve para o diretor da Escola Sabatina, pedindo ao oficial que pessoalmente entregue uma lição para o novo membro e o convide a se matricular na divisão de adultos, jovens ou juvenis, etc.

  5. Duas semanas após o batismo, o presidente escreve ao diretor do Clube de Desbravadores, pedindo-lhe que convide o novo membro a se unir ao clube.

  6. Três semanas após o batismo, a carta do presidente ao diretor do Ministério Pessoal da igreja, com um kit de material missionário para o novo converso. O kit contém folhetos, cursos bíblicos, volantes “Está Escrito” e um manual de treinamentos.

  7. Quatro semanas após o batismo uma carta é enviada à líder das Dorcas para que visite os novos conversos, familiarizando-a com o programa de assistência social da igreja e convidando-a a participar.

  8. A quinta e última carta é enviada ao ancião para que certifique-se de que o converso tem devolvido dízimo (isto reflete a condição espiritual do novo membro), entregando-lhe o envelope com folheto sobre mordomia.



Providenciando companheirismo para os novos membros
A grande mudança que o novo membro experimentará se refere à sua vida social. Seus antigos amigos poderão evitá-lo. Possivelmente até sua própria família o repudiará. Ele não estará mais se satisfazendo com as mesmas formas de recreação e entretenimento que teve no passado. Se em algum tempo um homem necessitou de amigos, este é o tempo!

A igreja que não cuida dos seus membros numa situação de erro, em vez de encorajá-lo e instruí-lo, estão mais distantes do reino do céu que o novo converso. A igreja que não providencia completa recreação para os seus membros não tem o direito de condenar a recreação do mundo.

Deverá realizar um ativo esforço sobre os membros da igreja para que ajudem os novos a sentirem-se em casa. Isto inclue providenciar amizades para envolvê-lo durante toda a semana. A igreja deverá preparar um programa social definido para os seus membros, para o qual os novos membros são especialmente convidados. Poderá ser jogos no sábado à noite, picnics ocasionais, almoços comunitários, etc.

O Plano de Guardião é um dos melhores meios de garantir que o novo membro se ajuste em sua nova vida. Os guardiões são cuidadosamente instruídos em suas responsabilidades. O guardião deverá visitar frequentemente o lar que lhe foi apontado, e ocasionalmente convidá-lo para uma refeição em sua casa. Deverá apresentá-lo aos demais membros, sentar-se ao seu lado na igreja, acompanhá-lo nas tarefas missionárias e realizar juntos o culto do por do sol da sexta.

Ele deverá introduzi-lo nas atividades da igreja, e se ele se ausentar de algum culto, visitá-lo imediatamente para saber a causa.

O guardião evitará discutir problemas de igreja com o novo membro, e nunca criticar, nem falar da vida alheia. O guardião não deverá sentir-se desconsiderado, se o novo membro forma íntima amizade com outro membro - de fato este é o seu propósito. ( Ver certificado no final ).

É importante reunir os guardiões na fé ocasionalmente para relatórios e sugestões . Isto dará oportunidade de partilhar idéias para uma mais efetiva integração do novo membro.



Colocando o novo membro para trabalhar
Assim como um bebê necessita de exercícios, assim os novos membros precisam de atividades para ajudá-los a crescerem espiritualmente. Isto inclui o esforço missionário e as atividades dentro da igreja. De início, o novo membro poderá ajudar na distribuição de literatura. Como isto poderá ser algo novo para ele, uma curta classe de treinamento poderá ser útil. Depois disto , talvez ele possa ser encorajado a participar de atividades de um pequeno grupo.

A igreja poderá patrocinar uma classe de treinamento em como dar estudos bíblicos. Não finalize esta classe sem dar a ele alguém para estudar ( parente, vizinho, etc)

Se o pastor pode conduzir outra campanha curta de evangelismo, isto seria de grande ajuda aos novos membros. Eles levariam seus amigos, e ouvindo a mensagem assim repetida, iria ajudá-los a se firmarem mais firmemente na fé. Podem ajudar na recepção, música, etc.

“Quando alunos se convertem, ponde-os a trabalhar imediatamente. E, ao trabalharem eles segundo a sua capacidade, tornar-se-ão mais fortes”- Evangelismo, p.335.

Pequenas responsabilidades na igreja podem também ser dadas ao novo membro, como oferecer orações ou dar o relato da carta missionária, na Escola Sabatina. Se tem talentos musicais, podem ser usados também.

Pessoas em perspectivas ainda não batizadas.

Depois que uma série de conferências se encerra, sempre há muitas pessoas a ser trabalhadas, e com dedicado trabalho, os batismos após a série poderão aumentar a quantidade da série.

Há duas classes que necessitam de consideração. Eles são :


  1. Aqueles que fizeram sua decisão na última semana da série e não tiveram suficiente tempo ou preparo para serem batizados e;

  2. Aqueles que são “quase persuadidos”, mas não fizeram ainda a sua decisão, talvez por terem problemas pessoais ou hábitos não vencidos, ou por não terem ouvido o suficiente para se convencerem.

As pessoas da primeira categoria precisam de uma classe batismal. E os “quase persuadidas” necessitam continuar assistindo às reuniões, e ser visitados continuamente pelo pastor leigo qualificado. O esforço é para responder suas objeções e ajudá-los a vencer maus hábitos. Estudos bíblicos nos seus lares ajudarão a levá-los à decisão. E inunde-os com literatura cada semana, especialmente sobre decisão.



Responsáveis pela consolidação

(baseado no livro Evangelismo )
1. O Evangelista


  1. Dirigir uma segunda série no mesmo lugar e para as mesmas pessoas. Repetir as verdades apresentadas, para fixar os pontos na mente - Evangelismo, p.334 e335

  2. Organizar classes bíblicas pós-batismais - Idem, p.338

  3. Colocar nas mãos dos novos conversos nossos livros - Idem, p.336

  4. Elaborar um plano de continuidade, envolvendo o pastor, obreiros e leigos

  5. Durante a série ter o melhor pastor evangelista-associado.

  6. Não anunciar quando o evangelista vai embora. A sua saída em geral pode criar um desânimo. A substituição deve ser natural, sem traumatismos.

g) Visitar todos os novos membros confirmando ensinos sobre todos os pontos da fé e interessando-os em todo ramo da obra - Idem, p. 337 e 338.


  1. O Pastor

É o homem chave e o eixo de todo programa de consolidação, por isso Jesus deu instruções precisas quanto ao cuidado das ovelhas. S. João 21:15-17.




  1. Cuidar dos cordeiros, visitando-os em seus lares com fins espirituais - Evangelismo, p. 347 a 349

  2. Firmá-los nas doutrinas básicas ainda que se tenham menos batismos - Idem, p. 343.

  3. Educá-los no trabalho missionário - Idem, p. 353-355.

  4. Construir templos para os novos crentes - Idem, p.375 e 376.


3. Igreja


  1. Colocando em prática o plano de Irmão Maior - Idem , p.351.

  2. Visitando-os periodicamente

  3. Orando por eles para que sua fé não se confunda - Idem, p.351

  4. Velando por suas necessidades materiais e espirituais.



Programa de Conservação Sugestivo
1. Programa permanente e sistemático de visitação

  1. Fomentar a visitação recíproca de todos os crentes

  2. Entregar aos visitadores formulários que informem dos resultados do trabalho, número de visitas, etc.

  3. Que envolva não apenas os antigos , mas os novos na fé.

2. Cursos de Adestramento na obra missionária.

  1. Designar-lhes responsabilidades e campos específicos de trabalho.

4. Colocar em suas mãos nossos melhores livros (Aprenderão por si mesmos a buscar e achar o alimento espiritual)

5. Descobrir e usar seus talentos.



  1. Alguns poderão ingressar na colportagem

  2. Alguns jovens poderão ir para as escolas

  1. Apresentar uma 2ª série

  2. Ter um sólido programa social

Construir e melhorar o templo.
APÊNDICE
I - CLAMOR PELA PESCA
Existia um grupo que chamava a si mesmo de pescadores. E naturalmente que havia muitos peixes na água ao redor. De fato, toda a área estava circundada por lagos, rios e águas cheias de peixes. E os peixes estavam famintos.

Semana após semana, mês após mês, ano após ano, estes que se chamavam pescadores reuniam-se em encontros e discursavam sobre seu chamado à pescar, sobre a abundância de peixes e como eles poderiam ser pescados. Cada ano eles cuidadosamente definiam o significado da pesca, e defendiam a pesca como uma vocação e declaravam que a pesca deveria ser a tarefa primária dos pescadores.

Continuamente eles procuravam por novos e melhores método de pesca e por melhores definições de pesca. Eles amavam slogans como: “Pescar é a tarefa de todo pescador”. Eles patrocinavam encontros especiais chamados “congresso de pescadores”, para discutir a pesca, promover a pesca, e ouvir sobre novos meios de pescar como: equipamentos de pesca, linhas mais resistentes, e até novas iscas foram descobertas.

Estes pescadores construíam grandes e belos edifícios chamados “confederação da pesca”. O apelo era que todos fossem pescadores e que cada pescador pescasse peixes. Uma coisa porém eles não faziam, eles não pescavam.

Em adição, eles organizaram uma junta para enviar pescadores a todos os lugares onde houvesse muito peixe. E todos os pescadores pareciam concordar que era necessário uma junta que pudesse desafiar a todos os pescadores a serem fervorosos na pescaria. A comissão foi formada por aqueles que tinham grande visão e coragem para falar sobre pescaria, definir a pesca, promover a idéia de pescar em correntes além mar e lagos onde outros peixes coloridos viviam.

Também a comissão assalariou equipes e organizou comitês que organizassem encontros que definiam a pesca, defendiam a pesca e decidiam que novos rios pescar. Mas as equipes, comissões e comitês não pescavam.

Grandes, equipados e caros centros de treinamento foram construídos cujo propósito original era treinar pescadores em como pescar. Todos os cursos foram oferecidos, sobre a necessidade de pescar, natureza do peixe, onde achar peixe, as reações psicológicas do peixe, como se aproximar do peixe, e alimentar o peixe. Os que ensinavam tinham doutorado em “peixologia”. Mas os professores não pescavam. Eles só ensinavam a pesca. Ano após ano, após tedioso treinamento, estes foram graduados e receberam o diploma com licença para pescar. Foram enviados a pescar em tempo integral, alguns em águas distantes onde estavam cheios de peixes.

Alguns dedicaram muito tempo em estudos e viagens para aprender a história da pesca e ver lugares distantes onde os pioneiros pegaram grandes peixes no século passado.

Ainda mais, os pescadores construíam grandes casas publicadoras para publicar manuais de pescaria. A prensa foi ocupada noite e dia produzindo materiais dedicados a métodos em programas para arranjar e encorajar reuniões que falassem de pescaria. Muitos que sentiram o chamado para serem pescadores responderam e foram convidados a irem pescar. Mas como os demais pescadores que os ensinavam, eles nunca pescavam.

Para compensar o fato de não, eles construíram bombas para explosão na água, tratores para construir represas para criatório de peixes, encubadoras de ovos de peixes, e abatedouros de peixes. Outros diziam que a necessidade era de lições de natação para peixes e melhores alimentos para que os peixes se tornassem maiores. Outros falavam de métodos de purificar as águas dos peixes ou dos inimigos dos peixes.

Depois de um excitante concílio de pesca sobre “A Necessidade Da Pescaria”, um jovem saiu da reunião e foi pescar. No dia seguinte ele informou que havia pegado dois grandes peixes. Ele foi honrado por sua excelente pescaria e requisitado para visitar todos os grandes encontros e seminários para dizer como foi. Então ele abandonou a pescaria para ter tempo de contar a sua experiência aos outros pescadores. Ele foi levado para a “Federação Dos Pescadores” como uma pessoa de grande experiência.

Além dele, dificilmente poderia ser esperado que aqueles que foram enviados pudessem pescar algo, porque aqueles que organizavam os congressos, eles mesmos nunca tinham pescado peixes . os que treinavam pessoas a encontrar peixes, definir pescaria, e dar mestrado em pescaria, e até mesmo ensinar peixes a nadar, eles mesmos não pescavam. Assim os alunos faziam exatamente como aqueles que os ensinavam. Formavam grupos e encontros para definir a pesca, defender a pesca, orar para que muitos peixes pudessem ser encontrados, mas uma coisa eles não faziam: Não pescavam.

No entanto, eles eram chamados de pescadores por aqueles que os enviaram. Eles diziam que era apropriado serem chamados de pescadores. E peixe havia em abundância. Alguns críticos comentavam que nenhum peixe havia sido fisgado. Mas eles não se importavam, porque, afinal, os críticos também não haviam fisgado nenhum peixe em sua vida.

Porém, havia alguns pescadores que se sacrificavam e conviviam com toda sorte de dificuldade. Alguns moravam próximos dos rios e lagos infestados de mosquito e fediam peixe todo o dia mas seguiam o Mestre que disse: “Segue-me e Eu vos farei pescadores de homens”.



Imagine quão feridos alguns ficaram, quando alguém sugeriu que a pessoa que não fisga peixes não é de fato pescador, não importa o título ou posição que ocupe. Como uma pessoa é pescador se ano após ano não pega nenhum peixe ? e se está seguindo o Mestre por que não está pescando ?
II - ESBOÇO DE TEMAS PARA UMA CAMPANHA DE SEIS MESES PARA CATÓLICOS- PREPARADOS PELO EVANGELISTA CARLOS ASCHLIMANN.


  1. Temas introdutórios ( para o interesse e estabelecer confiança )

  • Segredos de um lar feliz;

  • Educação para as crianças;

  • Jovens modernos e seus problemas;

  • Como ter uma personalidade dinâmica;

  • A saúde mental e seus complexos.

  1. Temas intermediários 9 para preparar o caminho para os temas doutrinários).

  • Fé;

  • Oração;

  • sofrimento.

  1. Temas sobre a segunda vinda de Cristo.

  2. temas sobre o pecado e salvação.

  3. Temas sobre a lei e o sábado.

  4. Temas sobre a Igreja.

  5. Temas sobre o estado dos mortos.

  6. Temas sobre a vida cristã.

  7. Temas sobre decisão.

IDÉIAS SOBRE TÍTULOS DE SERMÕES EVANGELÍSTICOS.



  1. Sinais da vinda de Cristo

  • Minutos para a meia - noite.

  • Sinais do espaço sideral.

  • O último chamado para a humanidade.

  • Trovões terremotos e terror.

  1. Segunda vinda de Cristo

  • A última noite na terra.

  • Nenhum lugar para se esconder.

  • A vinda do Homem do Oriente.

  • Pegadas no céu.

  1. Céu

  • The day after.

  • A incrível cidade espacial.

  • O outro lado da morte - onde é o céu ?

  • Céu: Fato ou imaginação ?

4-Inferno

  • Inferno: Farsa ou Fumaça

  • Como eu perdi o medo pelo inferno

  • O inferno está ardendo a porta ?

  • Onde é o inferno no mundo?

5- Satanás

  • Guerra no Céu - A história do mal

  • A Biografia de Satanás

  • Satan : Fato ou Ficção

  1. Anjos

  • O Guarda-costas

  • Visitantes do espaço

  • Quem são os anjos ? O que fazem?

  1. Milênio

  • Dez séculos de silêncio

  • A Prisão do Diabo

  • 1000 anos - Onde você passará?

  1. Morte

  • Cinco minutos após a morte

  • A primeira noite no cemitério

  • Casas mal assombradas e os fantasmas

  1. Dez Mandamentos

  1. Sábado

  • O aniversário da Mãe de Adão

  • A bandeira da lealdade e liberdade

  • O dia esquecido

  1. Dízimo

  • Minha fé, finança e futuro

  • Como esticar seus rendimentos

  • Sociedade com um milionário

  1. Daniel 7

  • O maior crime do mundo

  • A parada de Impérios

  • A maior fraude da história

  1. 2300 anos

  • A matemática de Deus

  • Números que contam história - 2300 anos

  • O dia do juízo

  1. Batismo

  1. Reforma de Saúde

  • Como sentir-se bem e viver melhor

  • Cavando a sepultura com os dentes

  • Como adiar seu funeral

  1. Espiritismo

  • Vozes do outro mundo

  • Podem os vivos falar com os mortos?

  • Quem está por detrás do Espiritismo?

  1. Oração

  • Como obter forças para enfrentar os problemas?

  • Vitaminas da alma

  • O telefone espiritual

  1. Domingo


JULGAMENTO DO CIGARRO



  1. Um Cigarro Gigante No Banco Dos Réus.

  2. O Promotor.

  3. O Advogado De Defesa.

  4. O Juiz.

  5. Os Jurados.

  6. O Carrasco.

  7. Uma Forca.


Juiz ( dando três pancadas sobre a mesa ): Está aberta a sessão do júri. Vai entrar em julgamento o réu, Sr. Cigarro. Tem a palavra o promotor.

Promotor: Meretíssimo Sr. Juiz, Ilustre advogado de defesa, distintos jurados. No banco dos réus, acha-se assentado um grande criminoso que tantos males tem causado à humanidade. Ele tem abalado a saúde de muitas pessoas. Tem produzido doenças, e tem abreviado a vida de inúmeras criaturas. Todos o conhecem. Nem é necessário multiplicar palavras e apresentar fatos que o incriminem. Portanto, eu peço a condenação incondicional do réu. Tenho dito.


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