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GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

EEEM “ARNULPHO MATTOS”

PLANO DE CURSO

TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO

INTEGRADO EM MECÂNICA

2016

SUMÁRIO

I – Identificação do Curso



03

II – Justificativa e Objetivos



04

III – Requisitos e Formas de Acesso



07

IV – Perfil Profissional de Conclusão



08

V – Organização Curricular



08

VI – Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências

Anteriores


75

VII – Critérios e Procedimentos de Avaliação



76

VIII – Biblioteca, Acervos Específicos, Instalações e Equipamentos



79

IX – Perfil do Pessoal Docente e Administrativo



83

X – Certificados e Diplomas a Serem Emitidos



87


I - IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

INFORMAÇÕES DA ESCOLA

CNPJ: 02.288.671/0001-25


RAZÃO SOCIAL: Escola Estadual Ensino Médio “Arnulpho Mattos”


ESFERA ADMINISTRATIVA: Governo do Estado do Espírito Santo


ENDEREÇO: Rua Presidente Nereu Ramos, s/n, Bairro República


MUNICÍPIO: Vitoria


TELEFONE: 27 3327-0449


E-MAIL: arnulphomattos@gmail.com OU cotemec.mattos@gmail.com



HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS TURNOS:

Matutino: 7:00 h às 12:00 h; Vespertino: 13:00 h às 18:00 h; Noturno: EMI: 18:30 h às 22:20 h. – Subsequente: 19:30 às 22:20.





INFORMAÇÕES DO CURSO

CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO


EIXO TECNOLÓGICO: Controle e Processos Industriais


TOTAL DE VAGAS: 80 vagas semestrais


NÚMERO DE TURMAS: 02 turmas


TURNO DE FUNCIONAMENTO DAS TURMAS: Diurno


CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: Diurno – 3.700 Horas



SÉRIES:

1ª série Carga Horária: 925h

2ª série Carga Horária: 925h

3ª série Carga Horária: 925h

4ª série Carga Horária: 925h



II – JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

As transformações ocorridas no século XX constituíram complexo cenário, legado por essa civilização ocidental, calcada pela racionalidade técnico-científica. A técnica foi o principal instrumento utilizado pelo homem no relacionamento consigo mesmo, com a natureza e com a sociedade, explorando-os à exaustão, para consolidar este modelo de desenvolvimento.

Lobino (2002) cita Sachs (1993), afirmando que este modelo de desenvolvimento é tragicamente subdesenvolvido, pois ele é predatório e excludente, onde ¼ (um quarto) da população planetária consome mais de 80% dos bens e mercadorias produzidas por todos os trabalhadores do planeta. Segundo este pesquisador, os países centrais consomem cerca de 80% do ferro e aço, 87% dos produtos químicos e 92% dos automóveis produzidos.

Como consequência, os países “desenvolvidos” são responsáveis pela maioria das ameaças planetárias, como o efeito estufa, mudanças climáticas, lixo atômico... A excessiva produção, consumo e descarte, além de esgotar a natureza e as fontes energéticas, potencializam o desenvolvimento e a desertificação, comprometendo toda a biodiversidade. Isto sem falar no desequilíbrio natural por que passa todo o planeta com substâncias e elementos nocivos aos diversos ecossistemas, provocando danos a toda espécie viva.

Observa-se que este modelo de desenvolvimento é também concentrador e excludente, e contribui para a dependência dos países periféricos aos centrais, aumentando a subserviência, a miséria e a violência. Em nosso país esta dupla exploração está ligada ao colonialismo histórico predatório. Este começa com a exploração do pau-brasil, passando pela monocultura do açúcar, pelo ciclo da mineração, instalação das transnacionais, imposição das leis das patentes, pela questão da Amazônia, pelas reformas políticas e econômico-administrativas de Estado e em especial pelas Reformas Educacionais, para atender este modelo de desenvolvimento.

Na 2ª metade do século XX, segundo Saviani (1994), a educação passa a ser vista não mais como ornamental, ou seja, tendência dominante de situá-la no âmbito do trabalho não-trabalho (caráter improdutivo) da educação, mas como algo decisivo para o desenvolvimento econômico. Esta concepção foi fortalecida com o advento da “teoria do capital humano”, que considera a educação funcional ao sistema capitalista, não somente ideologicamente, mas também economicamente, enquanto qualificação da mão-de-obra (força de trabalho).

No Brasil, em função da heterogeneidade de oferta existem poucas informações precisas sobre formação para o trabalho. Historicamente, existiam as escolas técnicas federais e estaduais, coexistindo os programas do Ministério do Trabalho, das secretarias estaduais e municipais para geração de emprego e renda, o Sistema “S” como SENAI, SENAC, SESI e SENAR, o SEBRAE, assim como um sem número de cursos particulares de curta duração, inclusive à distância, além de treinamento em serviços oferecido pelas empresas para seus funcionários.

O grande desafio a ser enfrentado na busca de cumprir essa função é o formar profissionais que sejam capazes de lidar com a rapidez da produção dos conhecimentos científicos e tecnológicos e de sua transferência e aplicação na sociedade em geral e no mundo do trabalho, em particular.

Diante dessa constelação, a possibilidade de formar pessoas capazes de lidar com o avanço da ciência e da tecnologia e dele participarem de forma proativa deve atender a três premissas básicas: formação científico-tecnológico-humanística sólida, flexibilidade para as mudanças e educação continuada.

O Decreto Federal Nº 2.208/97, impôs um conjunto de reformas à educação profissional no país, sendo a principal delas a separação estrutural entre o Ensino Médio e o técnico-profissionalizante. O Governo do Estado do Espírito Santo, em 1999, suspendeu a oferta desta modalidade de ensino. Desde então, a EEEM Arnulpho Mattos passou a ofertar somente o Ensino Médio, apesar da grande e crescente demanda local pelo ensino profissionalizante.

Em 2004, foi editado o Decreto Federal Nº 5.154/2004, de 23/07/2004, que possibilitou a oferta do Ensino Médio Integrado à Educação Profissional. A EEEM “Arnulpho Mattos” é a única escola que oferta a modalidade de Ensino Médio Integrado no Estado do Espírito Santo. Os cursos seguem os pressupostos teórico-metodológicos, sob a égide da legislação vigente, não mais na lógica tecnicista, mas calcada na perspectiva de desenvolvimento sustentável. Este cenário demanda uma dupla articulação com a educação básica e com as políticas de geração de emprego e renda. A expectativa social mais ampla é de que se possa avançar na afirmação da escola básica unitária; portanto, não dualista, que articule cultura e democracia efetivas.

De acordo com o Decreto Nº 5.154/04, Art. 4º, § 1º, inciso I, o curso de Ensino Médio Integrado à Educação Profissional Técnica de nível médio deverá ser oferecido somente a quem já tenha concluído o Ensino Fundamental. E ser planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, na mesma instituição de ensino, contando com matrícula única para cada aluno. Na implantação a instituição deverá “assegurar, simultaneamente, o cumprimento das finalidades estabelecidas para formação geral e as condições de preparação para o exercício de profissões técnicas”.

Constata-se que a alta qualidade de ensino, ofertada pela rede pública federal, está associada a um elevado custo de instalação e manutenção, inviabilizando sua expansão para atender à demanda do jovem que procura a formação profissional. Desta forma, à esta restrita oferta, instalou-se o seletivo sistema, tendendo a favorecer alunos de maior renda e melhor nível de escolarização, contribuindo para a exclusão social dos jovens trabalhadores que mais necessitam dessa formação.

A complexidade do Ensino Médio se agrava por vários motivos e situações: o acesso restrito, a necessidade de ingressar e se inserir, cada vez mais cedo, na vida produtiva e a precariedade deste nível de ensino, em especial, de jovens trabalhadores em ensino noturno.

O curso será oferecido na Escola Estadual de Ensino Médio “Arnulpho Mattos”, fundada em 31 de março de 1977, em atendimento à legislação vigente da época (Lei Nº 5.692/71), que determinava a obrigatoriedade do ensino profissionalizante no 2º grau em todas as escolas públicas e privadas.

Diante desse quadro a EEEM “Arnulpho Mattos” propõe o presente documento que trata de Plano do Curso Técnico de Nível Médio Integrado em Mecânica, na área de Controle e Processos Industriais. Este projeto está fundamentado nas bases legais e nos princípios norteadores explicitados na LDB Nº 9.394/96 e no conjunto de Leis, Decretos, Pareceres e Referenciais Curriculares que normatizam a Educação Profissional e o Ensino Médio no sistema educacional brasileiro, bem como nos documentos que versam sobre a integralização destes dois níveis que têm como pressupostos a formação integral do profissional-cidadão. Estão presentes também, como marco orientador desta proposta, as decisões institucionais traduzidas nos objetivos da educação como uma prática social, os quais se materializam na função de promover a educação científico-tecnológico-humanística, visando à formação integral do profissional-cidadão crítico reflexivo, competente técnica e eticamente e comprometido efetivamente com as transformações sociais, políticas e culturais e em condições de atuar no mundo do trabalho na perspectiva da edificação de uma sociedade mais justa e igualitária, através da formação inicial e continuada de trabalhadores; da educação profissional técnica de nível médio; da educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação; e da formação de professores fundamentadas na construção, reconstrução e transmissão do conhecimento.



OBJETIVO GERAL

Formar profissionais-cidadãos técnicos de nível médio em Mecânica, com competência técnica, ética e política, com elevado grau de responsabilidade social, e que apresente um novo perfil para saber, saber fazer e gerenciar, no setor industrial e de prestação de serviços, atividades relacionadas à operação e manutenção de máquinas, equipamentos e instalações industriais e na fabricação de componentes mecânicos.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Formar técnicos de nível médio em Mecânica aptos a:



  • desenhar layout, diagramas, componentes e sistemas mecânicos correlacionando-os com as normas técnicas de desenho;

  • identificar, classificar e caracterizar os materiais aplicados na construção de componentes, máquinas e instalações mecânicas, através de técnicas e métodos de ensaios mecânicos;

  • aplicar conhecimentos da eletro-eletrônica na instalação de máquinas e equipamentos;

  • aplicar os princípios técnicos da transmissão de calor no dimensionamento, na instalação e manutenção de condicionadores de ar e geradores de vapor;

  • fabricar peças e componentes mecânicos aplicando os fundamentos científicos e tecnológicos da fabricação convencional e automatizada;

  • dominar os princípios científicos e tecnológicos a serem aplicados na manutenção mecânica de máquinas, equipamentos e instalações mecânicas;

  • realizar a manutenção de forma preventiva, corretiva e preditiva, aplicando os conhecimentos científicos e tecnológicos;

  • compreender os fundamentos da automação, especificando os componentes de uma planta industrial.



III – REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO

A forma de acesso ao curso Técnico em Mecânica Integrado ao Ensino Médio da EEEM Arnulpho Mattos, dar-se-á através de encaminhamento dos alunos que concluíram o Ensino Fundamental, pela Secretaria de Estado da Educação.

Para ingressar no curso é necessário que o estudante tenha concluído o Ensino Fundamental ou equivalente, sempre em observância à finalidade da Educação Básica (LDB, artigo22) que é de “desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”.

IV – PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

Ao concluir o curso de Técnico em Mecânica Integrado ao Ensino Médio, o aluno deverá ter construído as seguintes competências gerais no eixo tecnológico de Controle e Processos Industriais:



  • elaborar planilha de custo de fabricação e de manutenção de máquinas e equipamentos, considerando a relação custo e benefício;

  • planejar, aplicar e controlar procedimentos de instalação e manutenção mecânica de máquinas e equipamentos, conforme normas técnicas e relacionadas a segurança;

  • projetar produtos, ferramentas, máquinas e equipamentos mecânicos, utilizando técnicas de desenho e de representação gráfica com seus fundamentos matemáticos e geométricos;

  • aplicar técnicas de medição e ensaios visando a melhoria da qualidade de produtos e serviços da planta industrial;

  • projetar melhorias nos sistemas convencionais de produção, instalação e manutenção, propondo incorporação de novas tecnologias;

  • especificar materiais para construção mecânica;

  • controlar processos de fabricação.



V – ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O curso Técnico de Nível Médio Integrado em Mecânica está fundamentado nas determinações legais presentes nos Parâmetros Curriculares do Ensino Médio, nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e a Educação Profissional de Nível Técnico, nos Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico e no Decreto nº. 5.154/2004.

A organização do curso está estruturada na Matriz Curricular, através de:


  • Uma Base Nacional Comum que integra disciplinas das três áreas de conhecimentos do Ensino Médio (Linguagens e Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias e Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias);

  • Uma Parte Diversificada, que integra disciplinas voltadas para uma maior compreensão das relações existentes no mundo do trabalho e para uma articulação entre esse e os conhecimentos acadêmicos; e

  • formação Profissional que integra disciplinas específicas no eixo tecnológico de Controle e Processos Industriais.

O Curso Técnico de Nível Médio Integrado em Mecânica é realizado em séries anuais, com duração de quatro anos. As quatro séries estão organizadas com disciplinas da Base Nacional Comum, Parte Diversificada e Formação Profissional Específica, sendo que a prática profissional está permeada em todo o curso com concepção de articular teoria e prática na formação do profissional. Ademais, como forma de inserir o aluno no mundo do trabalho e propiciar uma vivência mais consistente na área, optou-se também pela orientação aos alunos quanto a realizarem estágios em empresas inerentes ao curso de mecânica para aprofundar os conhecimentos dos conteúdos ministrados.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO – TÉCNICO EM MECÂNICA – 2016
Escola Estadual de Ensino Médio “Arnulpho Mattos”

Rua Presidente Nereu Ramos, S/N° - Telefone (27) 3327-0449 / 3227-1551

Bairro Republica – CEP 29070-160 Vitória – ES


Eixo Tecnológico: Processos Industriais

Amparo Legal: Lei N°9394/96

Resolução CEE-ES N° 3777/2014

Portaria E N°810 08/03/1977

Resolução CEB-CNE N° 0105 12/2014

Resolução CEE-ES N° 7228 08/80

Resolução CEE-ES N° 3110/2012

OBS – De acordo com a Lei Estadual n° 444/2011 a CH das aulas do Diurno terão duração de 55 minutos, serão calculadas da diferença entre a soma da CH/Disciplina, devendo os valores serem arredondados



V.I. EMENTAS

V.I.I. Ementas das Disciplinas da Base Comum Nacional

  • A) LINGUAGENS, CÓDIGOS E TECNOLOGIAS:

LÍNGUA PORTUGUESA




Série

1ª SÉRIE




Área de Conhecimento

Linguagens e Códigos




Carga Horária Trimestral

148




OBJETIVO: Compreender, analisar o conteúdo de diferentes modalidades textuais.

Compreender e interpretar textos históricos e literários.






EMENTA




Reforma ortográfica; Níveis de linguagem; Leitura e interpretação de textos diversos; Composição textual; Gêneros textuais; Teoria Literária; Conceito de literatura; Gêneros Literários; Trovadorismo; Literatura de informação; Funções da linguagem; Literatura de informação classicismo Barroco; Processos de formação estruturas de palavras; Intertextualidade; Narração.




COMPETÊNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLÓGICAS




  • Compreender, analisar o conteúdo de diferentes modalidades textuais. Compreender e interpretar textos históricos e literários.

  • Compreender a língua portuguesa como um sistema simbólico e meio de expressão, informação e comunicação nas relações interpessoais.

  • Respeitar a diversidade linguística reconhecendo-a como legítima e reflexo da diversidade cultural brasileira.

  • Compreender a língua portuguesa como instrumento para confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal.

  • Usar a língua portuguesa como geradora de significação e integradora da organização de mundo e da própria identidade.

  • Aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção.

  • Recuperar pelo estudo dos textos o imaginário coletivo, o patrimônio cultural e as formas temas preservados, no tempo e no espaço.




1º trimestre

-Reforma ortográfica; níveis de linguagem; leitura e interpretação de textos diversos; (segurança e higiene no trabalho, meio ambiente, saúde e prevenção de acidentes); composição textual (descrição); gêneros textuais (como crônicas, conto, notícia, relatório).

-Língua Portuguesa Instrumental*

2º trimestre

-Gêneros Textuais (conto, cônico, noticia, relatório, charges, analise de gráficos).

-Teoria Literária: Conceito de literatura.

-Gêneros Literários.

-Trovadorismo.
-Literatura de informação;

-Funções da linguagem.

-Língua Portuguesa Instrumental*

3º trimestre

-Literatura de informação classicismo Barroco; processos de formação estruturas de palavras; intertextualidade; narração.

-Língua Portuguesa Instrumental*

Observações:

* Língua Portuguesa Instrumental para Técnico em Mecânica. Dos conteúdos que serão desenvolvidos nos 1º, 2º e 3º Trimestres desta série, dar maior ênfase àqueles que fomentem o desenvolvimento das Competências e Habilidades das disciplinas técnicas.






BIBLIOGRAFIA:

1. BRASIL. Presidência da Republica. Manual de redação da Presidência da República. 2. ed. Brasília, 2002.

2. FIORIN. J. L., SAVIOLI, F. P. Lições e Textos: Leitura e Redação. São Paulo: Ática, 1998.

3. GRANATIC. B. Técnicas Básicas de Redação. São Paulo: Scipione, 1997.

4. INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. São Paulo: Scipione, 1995.

5. INFANTE, U. Textos: Leituras e Escritas. São Paulo: Scipione, 2000.

6. MACHADO. S. M., VIANA. A. C., CARDOSO. D. P., VALENCA. A. Roteiro de Redação: Lendo e Argumentando. São Paulo: Ed. Scipione, 1998.

7. MEDEIROS, João Bosco. Correspondência: técnicas de comunicação criativa. 15. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.

8. MEDEIROS, João Bosco. Redação empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001.

9. SARMENTO, Leila Laura, TUFANO, Douglas. Português: literatura, gramatica e produção de texto. São Paulo: Moderna, 2004.

10.Universidade Federal do Espirito Santo. Biblioteca Central. Guia para normalização de referências – NBR. 6023. 6. Ed. ver. ampl. Vitoria, 2002.

11.Universidade Federal do Espirito Santo. Biblioteca Central. Normalização e apresentação de trabalho científico e acadêmico – NBR. 6023. 6. ed. ver. ampl. Vitoria, 2002.




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