Os Animais tem Alma



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CONCLUSÕES

Chegados ao término desta classificação, não nos resta senão lançar um olhar retrospectivo sobre o caminho percorrido e recordar as principais considerações que os fatos nos sugeriram, condensando-os numa síntese.

No que diz respeito às nossas repetidas afirmativas em favor da existência real das manifestações telepáticas nas quais os animais desempenham o papel de agentes ou de percipientes, assim como os fenômenos de assombração ou aparições de outra espécie, nas quais os animais são percipientes juntamente com o homem, não parece nada científico levantar ainda reservas ou dúvidas, pois os casos expostos nesta classificação bastam para provar o bom fundamento de nossas afirmações. Com efeito, nos exemplos que relatamos, figuram as principais formas das manifestações de assombração, aparições e os fenômenos supranormais similares.

Além disto, as nossas afirmativas são controladas de uma maneira decisiva por alguns dados estatísticos que podem ser colhidos nos cento e trinta casos enumerados nesta obra. Resulta, com efeito, do exame deles que os fatos, nos quais os animais perceberam manifestações supranormais anteriormente ao homem, são em número de vinte e cinco; os casos, nos quais os animais pareceram perceber manifestações supranormais quando os homens não percebiam nada, são em número de dezessete. Ora, este quadro é bastante para autorizar-nos a tirar dele as inferências que sugerem os fatos em questão. A principal inferência que se deve tirar dele é a seguinte: os casos, nos quais os animais percebem, antes do homem, manifestações supranormais ou as percebem quando elas são despercebidas pelo homem, apresentam um valor decisivo em favor de nossa hipótese, pois que provam que não existe qualquer hipótese racional a opor à que considera os animais como sendo dotados de Faculdades supranormais subconscientes como o homem.

Estas conclusões, solidamente fundadas em dados estatísticos, são ainda confirmadas pelas manifestações que mencionamos na quinta categoria, na qual tratamos de cães que `prenunciam a morte, isto é, de cães que anunciavam, por meio de uivos bem característicos e prolongadamente lúgubres, a morte iminente de uma pessoa da família a que pertenciam e ali perseveravam até o decesso da pessoa em questão, manifestações que demonstram a existência, na subconsciência animal, de faculdades premonitórias e, por conseqüência, de uma outra faculdade supranormal a acrescentar às enumeradas mais acima. Esse dom misterioso era, aliás, já universalmente atribuído ao mundo animal sob a forma de previsão de perturbações atmosféricas iminentes ou da iminência de tremor de terra e de erupções vulcânicas.

Na base dos fatos recolhidos, deve-se, pois, afirmar, sem medo de errar, que o veredicto da futura ciência não pode ser senão favorável à existência, na subconsciência animal, das mesmas faculdades supranormais que encontramos na subconsciência humana, e, como o fato da existência latente, na subconsciência humana, de faculdades supranormais, independentes da lei da evolução biológica, constitui a melhor prova em favor da existência, no homem, de um espírito independente do organismo corporal, e, por conseguinte, sobrevivente à morte desse organismo, é racional e inevitável inferir-se daí - já que na subconsciência animal são encontradas as mesmas faculdades supranormais - que a psique animal está destinada a sobreviver, ela também, à morte do corpo.

Estas considerações, logicamente, irreprocháveis, tinham, porém, ainda necessidade de uma confirmação complementar no terreno experimental. Se a hipótese da existência, nos animais, de uma psique sobrevivente à morte do corpo tem fundamento, deveria haver casos de aparição post-mortem de fantasmas animais de uma maneira análoga à que se realiza para o homem. Pois bem, esta demonstração complementar é fornecida no decurso de nossa classificação na qual foi citado um número suficiente de fatos desta espécie, onde encontramos os mesmos traços característicos que servem como provas de identificação espírita nos casos correspondentes de fantasmas humanos.

Chegamos assim a demonstrar a existência de dois grupos de fatos que constituem o problema a resolver, isto é, que, na subconsciência animal, encontram-se as mesmas faculdades supranormais que existem na subconsciência humana e que os fantasmas de animais mortos se manifestam como os fantasmas humanos. Dever então considerar que se conseguiu a demonstração necessária para provar a existência e a sobrevivência da psique animal. A hipótese em apreço não podia ser então considerada senão como cientificamente legítima, embora ainda apenas a título de `hipótese de trabalho, esperando julgá-la como uma verdade definitivamente adquirida para a ciência quando o acúmulo dos fatos nos permita analisar a fundo este assunto tão importante.

O assunto, todavia, atingiu um grau de maturidade suficiente para autorizar a formular alguns resumos sobre as conseqüências filosóficas e psicológicas que apresentará o fato da existência e da sobrevivência da psique animal. E o que me proponho a fazer sumariamente para completar e confirmar a tese sustentada, isto é, que, depois de ter fornecido a prova experimental da existência e sobrevivência da psique animal, vou demonstrar ulteriormente a validade e a necessidade dela do ponto de vista das leis que governam a evolução biológica e psíquica dos seres vivos, e também em nome da eterna justiça.


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Os homens de ciência, que professam convicções materialistas, sustentam, muitas vezes, que o espírito dos animais, como o dos homens, sendo uma simples função do órgão cerebral, deixa de existir quando esse órgão cessa de funcionar por força da morte. Nada de inconseqüente nesta teoria pela qual o destino dos animais é igualado ao dos homens, porém a inconseqüência existe, ao contrário, entre os crentes na existência da alma humana, assim como entre os profitentes de diferentes confissões religiosas, como entre uma parte dos adeptos das doutrinas espíritas, que supõem, por sua vez, que o espírito dos animais é muito imperfeitamente organizado para sobreviver à morte do corpo e que, conseqüentemente, ele se dissolve nos seus elementos constitutivos, dissolvendo-se praticamente no nada, precisamente como o afirmam os materialistas.

Quero observar, primeiramente, que estas teorias são muito perigosas para a doutrina da sobrevivência espiritual humana, pois que nos levam a admitir que uma simples diferença de grau ma evolução do espírito basta para decidir o seu destino, as vezes caducas sem nenhuma falta, outras vezes imortal sem a sombra de mérito. E então que pensar da sorte de uma grande parte do gênero humano?



Com efeito, se nós reconstituirmos a história da espécie humana com o auxílio da paleontologia, chegaremos a um ponto em que o homem da Antigüidade pré-histórica mais recuada se confunde com as formas animais mais elevadas. Se o mesmo se deu com as raças humanas existentes, com a ajuda da antropologia, chegamos a algumas tribos selvagens muito pouco elevadas acima dos animais com que viviam e em que a degradação dos indivíduos atingiu o ponto de se mostrarem desprovidos de todo senso moral, com uma mentalidade apenas suficiente para os guiar nas necessidades materiais de sua miserável existência, mais ou menos iguais às dos animais. Pode se então perguntar: Em qual grau da elevação psíquica o espírito de um indivíduo torna-se bastante evoluído para resistir à crise da separação do organismo corporal sem se dissolver nos seus elementos constitutivos? Devemos considerar que os nossos primeiros ancestrais, bem pouco evoluídos acima dos macacos antropóides, e certos selvagens de nossos tempos, dos quais podemos dizer outro tanto, são bastante evoluídos espiritualmente para merecer o dom da imortalidade, enquanto que um generoso representante da raça animal, que perde a vida tentando salvar uma criança que se afoga, ou que morre de dor sobre o túmulo de seu dono, deverá morrer para sempre, sem ter ultrapassado essa pretensa barreira dos imortais? Uma diferença de grau na evolução espiritual dos seres não implica de modo algum uma diferença qualitativa, mas unicamente quantidade esta não pode representar senão a expressão exterior de um espírito que está ali encarnado em potência e que não pode ser senão idêntico, em essência, ao espírito que se manifesta nas mais inferiores raças humanas, passadas e contemporâneas, bem como nas mais civilizadas raças atuais. Em outros termos, de vida, em todas as suas formas e em todos os seus casos, é a expressão, em um meio terrestre, de um espírito que se encarnou numa certa síntese de matéria organizada e indica o grau de evolução ao qual chegou esse espírito, e é tudo, pois o espírito, por si próprio, só pode ser absolutamente idêntico aos outros espíritos que animam o grau de processo atingido. Se eu precisasse recorrer a um exemplo para esclarecer esta idéia, falaria de uma chama colocada dentro de um vaso de cristal e cuja claridade brilhasse sem obstáculo, enquanto que uma outra, colocada num vaso de porcelana, só lançasse uma luz atenuada, e uma terceira, colocada num vaso de faiança, não desprendesse nenhuma luz, salvo pelos interstícios que poderiam existir nos lados - interstícios que, nos animais, corresponderiam aos respiradouros pelos quais emergem as faculdades do instinto e algumas vezes pelas rachaduras que poderiam ocorrer no vaso - elas explicariam a emersão das faculdades supranormais subconscientes. Pode-se então concluir que são do mesmo modo os destinos do espírito, nas , suas inúmeras fases de encarnação, durante as quais o que muda são os invólucros que ele reveste e não o espírito, que permanece em potência inalterado e inalterável.

Naturalmente, para reconhecer esta verdade fundamental da evolução da vida nos mundos, precisamos desligar o nosso espírito das doutrinas pueris absorvidas durante a adolescência, segundo as quais a alma é criada do nada, no momento do nascimento. E uma vez que ficarmos livres dessa crença absurda, só resta aderir à única doutrina capaz de explicar a evolução espiritual da vida: a da reencarnação progressiva de todos os seres vivos, doutrina que tem sido intuitivamente conhecida pelas raças mais diversas desde a mais remota Antigüidade.

Há alguma coisa de anticientífico em se supor que a evolução biológica da espécie, ilustrada pela ciência, seja regulada por uma evolução correspondente e paralela do espírito, que se individualizaria gradual e lentamente, ganhando uma consciência própria, sempre mais forte, graças ao acúmulo de uma série de experiências adquiridas na passagem através de uma multidão de existências vegetais, animais e humanas?

Como quer que seja, não é menos verdade que a teoria da sobrevivência da psique animal - sobrevivência que, como se pôde ver, resulta incontestavelmente dos fatos observados - deixaria de ter uma base racional se ela não fosse completada pela hipótese reencarnacionista, porque não se poderia admitir uma condição de existência espiritual dos animais sem a qual um quadrúpede, um réptil, um pássaro, etc. devessem permanecer como tais eternamente.. Segue-se daí que as formas animais da existência terrena, do mesmo modo que as graduações das raças humanas, não podem ser senão consideradas como formas transitórias por meio das quais todos os seres vivos devessem passar, sem o que a vida do universo não se explicaria e seria sem finalidade, como não existiria, aliás, qualquer justiça no mundo.

Insisto neste ponto: que a escala infinita dos seres vivos só pode ser a expressão das manifestações da alma nas suas etapas progressivas de elevação espiritual. O que se tornou atual no homem, graças a uma longa evolução, fica potencial nos seres inferiores. A involução precede a evolução. Não é, portanto, a matéria que faz evoluir o espírito, é o espírito que, para evoluir sozinho, precisa de todas as fases de experiência que ele poderá obter na Terra, e , por conseqüência, tem necessidade de se revestir de todas as formas sucessivamente mais refinadas que lhe pode oferecer a matéria organizada. As leis biológicas da `seleção natural, da `sobrevivência do mais capaz, da influência do meio não são senão os acessórios mais indispensáveis para essa evolução, mas a verdadeira causa da evolução dos organismos vivos é interior e se chama espírito.

Uma das melhores definições compreensíveis sobre a natureza íntima dos processos evolutivos nas individualidades vivas foi ditada mediunicamente à lady Cathness, que a transcreve no seu livro Old truth in new light (Antiga verdade com nova luz). Embora essa dama fosse inglesa, esta definição lhe foi dada em francês. Reproduzo-a tal como é:


O gás se mineraliza,

O mineral se vegetaliza,

O vegetal se humaniza,

O homem se diviniza.
Se fossem acolhidas as conclusões acima, em favor da existência é da sobrevivência da psique animal é de sua passagem ascensional através da escala dos seres por meio das reencarnações sucessivas até o ponto de se humanizar, uma nova luz esclareceria assim o eterno problema que todas as filosofias e todas as religiões se propuseram a resolver: o do fim da vida no universo. Infeliz o povo que perder toda a fé nos altos destinos do ser! Todos, aqui na Itália, nos lembramos das palavras desoladas pronunciadas no seu leito de morte, pelo eminente filósofo Roberto Ardigo, que tentara por duas vezes suicidar-se: Deixai-me então morrer! Para que serve a vida? Palavras que repercutem como uma condenação terrível, contra as teorias positivistas materialistas professadas de boa fé por esse ilustre pensador. Somos levados a exclamar: Eis, pelo menos, um filósofo de acordo com as suas próprias convicções! Sua desoladora concepção materialista da vida o havia levado racionalmente, inevitavelmente, a concluir que a vida não tinha nenhum fim, porque, se tudo termina com a morte do corpo, para que sem ter vivido, ter contemplado por um instante a grandeza do universo, ter estudado durante toda a sua vida, ter do mesmo modo sofrido, moral e fisicamente? Talvez para o bem das futuras gerações? Mas, se essas, por sua vez, deverão desaparecer sem deixar traços, se, num certo número de séculos, por força do resfriamento progressivo da Terra, nosso mundo deverá morrer, ele também com todos os seres aos quais dá a vida - e, se é esta a sorte extrema de todos os mundos espalhados pelo universo, para que serve então a elevação progressiva da humanidade? Para que o culto da arte, do belo, do bom? A febre de saber, de se consagrar a um ideal? Para que serve a vida? Para que servem os mundos? Para que serve o universo? E, sobretudo, qual é o fim de tantas dores materiais e morais, sofridas pelos seres aos quais foi concedido, sem que o tenha pedido, o dom nefasto da vida?

Que imensa decepção para uma alma elevada tal como a de Roberto Ardigo! Ele não podia deixar de contemplar, espantado, o abismo da vaidade infinita do todo, ele não podia impedir de se revoltar na presença dessa trágica ironia da sorte: Ele achava então melhor desafiar fortemente o destino da única maneira permitida a um vivo: libertar-se, pelo suicídio, do suplício moral de contemplar, impotente, a tragédia do ser. Roberto Ardigo foi conseqüente com ele mesmo e os filósofos, que compartilham das suas convicções materialistas e que apesar disto não acabam como ele pelo suicídio, são infelizmente inconseqüentes, os que se deve atribuir ao fato de que, nos arrefolhos das suas subconsciências, existe uma centelha divina que sabe ser imortal e que consegue transmitir às suas subconsciências uma vaga intuição da verdade. Então, sem se darem conta disto, eles pensam de uma maneira e agem de outra.

Já é tempo de dispersar, nos meios filosóficos e científicos, os asfixiantes vapores do positivismo materialista, proclamando ao mundo a feliz nova que, no mais ensolarado alto da majestosa árvore do saber humano, brotou um outro ramo luxuriante e fecundo de frutos regeneradores, ramo que se chama à ciência da alma e graças à qual se demonstra à vaidade, a incoerência; o erro da concepção materialista do universo. Ela demonstra também, esta ciência da alma, que a germinação da vida nos mundos tem por fim a evolução do espírito que, tendo-se encarnado, em potência, na matéria, deve-se se elevar ao estado de uma perfeita individualidade consciente, moral, Angélica, graças a inúmeras experiências que alternam com ciclos de existência espiritual, sempre mais sublime, até atingir os supremos cimos de identificação com Deus, o fim supremo do ser. Isto não significa, de modo algum, o aniquilamento do eu e sim a sua integração com o divino, sem nada perder de sua própria individualidade, como as células do organismo humano concorrem para criá-lo, sem nada perder da individualidade que lhes é própria. Em outros termos: ao microcosmo-homem, suprema síntese polizóica e polipsíquica no domínio do relativo, corresponde o microcosmo de Deus, síntese transcendental polipsíquica e una, eterna, incorruptível, infinita no domínio do absoluto.
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Eis como a alma, a evolução, os destinos do ser, são definidos nas famosas sentenças filosóficas obtidas mediunicamente por Eugène Nus:

Alma: porção de substância que Deus subtrai da força universal para cada individualidade, centro de atividade assimilados incandescente que adquire, um a um, todos os atributos do Criador.

Evolução: as moléculas simples, mudas por atração direta, se agregam e se combinam para formar organismos diferentes, mínimos nos minerais, já sensíveis nos vegetais e instintivos nos animais .

Progredir, para o ser consciente, significa se modificar, empregando racionalmente os elementos interiores e exteriores de que dispõe.

Para os graus sucessivos, o ser consciente cumpre o seu destino, percorrendo moralmente a longa peregrinação da vida. Vida livremente manifestada, mas subordinada a leis necessariamente determinadas pela ordem do universo.

O fim supremo dos destinos individuais é o de concorrer para formar o ser coletivo de que somos moléculas inteligentes, da mesma maneira que o fim inconsciente, ou o destino das moléculas, das forças puramente instintivas, ou mesmo menos que instintivas, que concorrem para formar nossos organismos, é o de criar o ser individual.

Para o todo como para as partes, a vida é um recomeçar perpétuo e não é semelhante a si mesma em cada momento da sua passagem no tempo.
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Percebo, porém, que as especulações filosóficas a respeito do grande problema do ser me fizeram perder de vista a tese bem mais modesta que constitui o objeto desta obra. Ela consiste em um primeiro ensaio para demonstrar, por um método científico, a sobrevivência da psique animal. É preciso que voltemos ao nosso assunto e concluir, salientando que a existência de faculdades supranormais na subconsciência animal, existência suficientemente comprovada pelos casos que expusemos, constitui uma boa prova em favor da psique animal. Para o homem, deve-se inferir que as faculdades em questão representam, na sua subconsciência, os sentidos espirituais pré-formados, esperando exercer-se em um meio espiritual (como as faculdades dos sentidos estavam pré-formadas no embrião, esperando exercer-se no meio terrestre). Se assim é, como as mesmas faculdades encontram-se na subconsciência animal, deve-se inferir daí, logicamente, que os animais possuem, por sua vez, um espírito que sobrevive à morte do corpo.

Além disto, esta tão interessante demonstração tem sido seguida de uma outra complementar e não menos estabelecida: a que foi extraída dos casos de aparição, depois da morte, de fantasmas animais identificados, daí a conclusão legítima de que tudo contribui para provar a realidade da existência e da sobrevivência da psique animal, se bem que, de acordo com os métodos de pesquisa científica, antes de se pronunciar definitivamente a este respeito, é preciso esperar um acúmulo posterior de fatos, a fim de se ter o meio de examinar a gênese deles numa vasta escala, analisando, comparando, classificando ainda longamente, enquanto não for afastada qualquer perplexidade legítima neste assunto de uma tão grande importância psicológica, filosófica, moral. Assim, apenas, o que no momento não é senão uma hipótese de trabalho suficientemente apoiada em fatos, para ser tomada em séria consideração, poderá transformar-se em verdade demonstrada.



As atuais pesquisas sobre o assunto não deixam dúvida alguma quanto ao fato de que o veredito da futura ciência deverá pronunciar-se neste sentido.
FIM

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