Os exilados da capela



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1ª REVISÃO EM

06/08/04

2ª REVISÃO EM

01/11/05

OS EXILADOS DA CAPELA
EDGARD ARMOND

Os Exilados da Capela é uma das obras de Edgard Armond que trata de forma abrangente a evolução espiritual da humanidade terrestre segundo tradições proféticas e religiosas, apoiadas em considerações de natureza histórica e científica.

Além desta obra, que já é um best seller, o autor nos legou ainda Almas Afins e Na Cortina do Tempo, que compõem uma trilogia sobre os caminhos da humanidade, além de diversas outras obras de conhecimentos doutrinários.

Algumas estavam relativamente esquecidas ou sem condições de serem editadas, apesar de seu grande valor.

Com satisfação, a Editora Aliança reúne agora todas elas numa coletânea denominada Série Edgard Armond.

O leitor ávido de conhecimentos certamente irá apreciá-la, enriquecendo significativamente sua vivência espiritual.

EDGARD ARMOND

OS EXILADOS DA CAPELA


SÍNTESE DA EVOLUÇÃO ESPIRITUAL NO MUNDO

1ª edição. 3ª reimpressão

mar/2001. do 181º ao 190º milheiro
Título

OS EXILADOS DA CAPELA
Autor

Edgard Armond
Revisores

Maria Aparecida Amaral e Selma Cury
Editoração

MMS
Capa

Elifas Alves
Impressão

Vida & Consciência Editora e Gráfica Ltda.
ficha catalográfica

Armond, Edgard, 1894-1982

A763e Os Exilados da Capela / Edgard Armond

311 edição - São Paulo: Editora Aliança -

1999

176 págs.

1. Espiritismo 2. Espiritismo - Filosofia 3. Filosofia e Ciência

4. Filosofia e Religião 5. Religião e Ciência I. Título

CM - 133.9
EDITORA ALIANÇA

Rua Francisca Miquelina, 259 - Bela Vista - São Paulo - SP

CEP 01316-000 - Fone: 3105.5894 - Fax: 3107.9704

www.alianca.org.br e-mail: alianca@alianca.org.br
"Queiram ou não queiram os homens, com o tempo, a luz da verdade se fará nos quatro cantos do mundo"

OS EXILADOS DA CAPELA
ADVERTÊNCIA
Esta não é uma obra de erudição, ou de ciência, que se apóie em documentos ou testemunhos oficialmente aceitos e de fácil consulta.

É um simples ensaio de reconstituição histórico-espiritual do mundo, realizado com auxílio da inspiração.'

Nada, pois, de estranhável, que se lhe dê valor relativo em atenção a algumas fontes de consulta recorridas, dentre as quais se destacam:

Gênese, de Moisés

A Gênese, de Allan Kardec

A Caminho da Luz, de Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier
Inspiração - Fenômeno psíquico, segundo o qual idéias e pensamentos são emitidos e recebidos telepaticamente.

ÍNDICE






Apresentação

06




Título

07

I

A Constelação do Cocheiro

09

II

As Revelações Espíritas

10

III

Os Três Ciclos

12

IV

No Tempo dos Primeiros Homens

13

V

As Encarnações da Segunda Raça

18

VI

A Terceira Raça Mãe

20

VII

Como Era, Então, o Mundo

22

VIII

A Sentença Divina

23

IX

As Reencarnações Punitivas

25

X

Tradições Espirituais da Descida

27

XI

Gênese Mosaica

32

XII

Seth – O Capelino

34

XIII

Da Descida a Corrupção

35

XIV

Os Expurgos Reparadores

37

XV

Na Atlântida, a Nova Raça

39

XVI

A Quinta Raça

44

XVII

O Dilúvio Bíblico

46

XVIII

OS Quatro Povos

48

XIX

A Mística da Salvação

49

XX

A Tradição Messiânica

52

XXI

E o Verbo se Fez Carne

57

XXII

A Passagem do Milênio

59

APRESENTAÇÃO
O conhecimento da pré-história ressente-se de documentação, não só por sua Antigüidade como pelas destruições feitas do pouco que, atravessando séculos, chegou às gerações posteriores.

A Biblioteca de Alexandria, por exemplo, que reuniu mais de 700 mil volumes sobre o passado da civilização, foi destruída, parte pelos romanos de César, em 47 a.C., e pelos muçulmanos, no séc. VII.

Houve destruição na China em 240 a.C.; em Roma no século III; no México, Peru e Espanha no século XVI; na Irlanda e no Egito no século XVIII.

E não foram queimadas pelo clero de Barcelona, na Espanha, em nossos dias, em praça pública, as obras da Codificação Espírita recebida através de Allan Kardec?

Pode-se dizer que ás fogueiras e os saques representaram, na longa noite da Idade Média, portas que se fecharam fortemente para o conhecimento de tudo quanto ocorrera no passado da humanidade, sobretudo na pré-história.

Alguma coisa que se salvou dessas destruições, na parte devida aos homens, tem vindo agora à luz do Sol, como aconteceu, em 1947, com os documentos chamados "Do Mar Morto".

Este trabalho de levantamento do passado está recebendo agora um forte impulso por parte de devotados investigadores, Edgard Armond na forma de publicações literário-cientificas, animadas de um interesse que não se esgota.

Este livro, editado pela primeira vez em 1951, filia-se a esse setor de publicações, conquanto se refira, na realidade, a assuntos espirituais e religiosos: imigrações de espíritos vindos

de outros orbes; afundamento de continentes lendários e transferência de conhecimentos, ou melhor, de tradições espirituais do Ocidente para o Mediterrâneo, há milênios.

É um livro pioneiro na utilização didático-doutrinária desses conhecimentos, incluídos pelo autor nos programas da Escola de Aprendizes do Evangelho, da Iniciação Espírita, fundada em 1950, destinada a promover a aculturação de todos aqueles que desejam realizar sua espiritualização na linha iniciática cristã, nos moldes estabelecidos pela Doutrina dos Espíritos.

A terceira edição vem a público com revisão ortográfica e atualização de dados - históricos e técnicos.
São Paulo, janeiro de 1999.
A Editora
TÍTULO
Muitas vezes, em momentos de meditação, vieram-nos à mente interrogações referentes às permutas e migrações periódicas de populações entre os orbes e, no que diz respeito à Terra, às ligações que, porventura, teria tido uma dessas imigrações - a dos habitantes da Capela - com a crença universal planetária do Messias, bem como com seu advento, ocorrido na Palestina.

A resposta a estas perguntas íntimas aqui está, em parte, contida, segundo um dado ponto de vista.

É o argumento central desta obra, escrita sem nenhuma pretensão subalterna, mas unicamente para satisfazer o desejo, tão natural, de quem investiga a Verdade, de auxiliar a tarefa daqueles que se esforçaram no mesmo sentido.

Nada há aqui que tenha valor em si mesmo, quanto à autoria do trabalho, salvo o esforço de coligir e comentar, de forma, aliás, muito pouco ortodoxa, dados esparsos e complementares, existentes aqui e ali, para com eles erigir esta síntese espiritual da evolução do homem planetário.

O Autor
Os EXILADOS DA CAPELA
EIS O ASTRO BENIGNO,

O LUMINOSO MUNDO...

O PARAÍSO DOS NOSSOS SONHOS,

QUE PERDEMOS, TALVEZ, PARA SEMPRE...
I
A CONSTELAÇÃO DO COCHEIRO

"Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se, desenhada, uma grande estrela na Constelação do Cocheiro que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela.

Magnífico Sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do Ilimitado." (A Caminho da Luz, Emmanuel, cap. III)
A Constelação do Cocheiro é formada por um grupo de estrelas de várias grandezas, entre as quais se inclui a Capela, de primeira grandeza, que, por isso mesmo, é a alfa da constelação. (Fig. 1)

Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.

Dista da Terra cerca de 45 anos-luz, distância esta que, em quilômetros, se representa pelo número de 4.257 seguido de 11 zeros.

Na abóbada celeste Capela está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince, e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêmeos e Touro.
Conhecida desde a mais remota antigüidade, Capela é uma estrela gasosa, segundo afirma o célebre astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddington (1882-1944), e de matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos.

Sua cor é amarela, o que demonstra ser um Sol em plena juventude, e, como um Sol, deve ser habitada por uma humanidade bastante evoluída.

***

* ver O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, perg.188. (Nota da Editora)

II
AS REVELAÇÕES ESPÍRITAS
A Doutrina Espírita é, realmente, uma fonte de ensinamentos, não só no que respeita à imortalidade da alma e suas reencarnações periódicas; às condições de vida nos planos invisíveis, que apresenta com detalhes jamais revelados; ao conhecimento do Ego e das hierarquias espirituais; às sutilíssimas intercorrências cármicas; ao intercâmbio dos seres habitantes dos diferentes mundos e os processos mediante os quais se opera, como também ao complexo e infinito panorama

da vida cósmica que, como uma imensa fonte, escachoa e turbilhona no eterno transformismo que caracteriza e obriga a evolução de seres e de coisas.

Tudo isto, em verdade, pode ser também encontrado, de forma mais ou menos clara ou velada, nos códigos religiosos ou nas filosofias que o homem vem criando ou adotando, no transcurso do tempo, como resultado de sua ânsia de saber e necessidade imperativa de sua alma, sedenta sempre de verdades.

Tudo tem sido revelado, gradativamente, em partes, pelo Mestre Divino ou pelos missionários que Ele tem enviado, de tempos a tempos, ao nosso orbe, para auxiliar o homem no seu esforço evolutivo, revelações essas que se dilataram enormemente e culminaram com os ensinamentos de Sua boca e a exemplificação de Sua vida, quando aqui desceu, pela última vez, neste mundo de misérias e maldades, para redimi-lo:
- "Sobre os que habitavam a terra de sombra e de morte resplandeceu uma luz." (Is, 9:2)

Por outro lado, a ciência materialista estudando as células, comparando os tipos, escavando a terra e devassando os céus tem conseguido estabelecer uma série de conclusões inteligentes e justas, de seu ponto de vista, para explicar as coisas, compreender a vida e definir o homem.

Porém, somente em nossos dias, pela palavra autorizada dos Espíritos do plano invisível, que vieram tornar realidade, no momento preciso, as promessas do Paracleto, é que, então,

a revelação se alargou, com clareza e detalhes, à medida que nossos Espíritos, tardos ainda e imperfeitos, têm sido capazes de comportá-la.

Cumpre-se, assim, linha por linha, a misericordiosa promessa do Cristo, de nos orientar e esclarecer, quando disse:

- "Eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre: o Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber porque não o vê nem o conhece, mas vós o conheceis porque habita convosco e estará em vós.

(Jo, 14:16-17)

-Ainda um pouco e o mundo não me verá mais, porém vós me vereis: porque eu vivo e vós vivereis, (Jo,14:19)

- Não vos deixarei órfãos: voltarei para vós. - Ainda tenho muitas coisas para vos dizer, mas não as podeis suportar, agora. Porém, quando vier aquele Espírito de Verdade, ele vos ensinará todas as coisas e vos guiará em toda a verdade."

(Jo, 14:18; 16:12-13)

Sim, não nos deixaria órfãos e, realmente, não nos tem deixado.

Já é grande e precioso o acervo de verdades de caráter geral que nos tem sido trazido, principalmente após o advento da Terceira Revelação pela mediunidade e, sobretudo, nos terrenos da moral e das revelações espirituais entre os mundos; porém, é necessário também que se diga que nesse outro setor, mais transcendente, dos conhecimentos cósmicos, um imenso horizonte ainda está escondido por detrás da cortina do "ainda é cedo" e, somente com o tempo e com a ascensão na escada evolutiva, poderá o homem desvendar os apaixonantes e misteriosos arcanos da criação divina.

Emmanuel -um desses Espíritos de Verdade - vem se esforçando, de algum tempo a esta parte, em auxiliar a humanidade nesse sentido, levantando discretamente e com auxílio de outros benfeitores autorizados, novos campos da penetração espiritual, para que o homem deste fim de ciclo realize um esforço maior de ascensão e se prepare melhor para os novos embates do futuro no mundo renovado do Terceiro Milênio que tão rapidamente se aproxima.

Assim, sabemos agora que esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens, a saber: uma retardada, que veio evoluindo lentamente, através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies, ascendendo trabalhosamente da Inconsciência para o Instinto e deste para a Razão; homens, vamos dizer autóctones, componentes das raças primitivas das quais os "primatas" foram o tipo anterior mais bem definido; e outra categoria, composta de seres mais evoluídos e dominantes, que constituíram as levas exiladas da Capela, o belo orbe da constelação do Cocheiro a que já nos referimos, além dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal.

Esses milhões de ádvenas para aqui transferidos, em época impossível de ser agora determinada, eram detentores de conhecimentos mais amplos e de entendimentos mais dilatados, em relação aos habitantes da Terra, e foram o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para a prática da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora.

Mestres, condutores, líderes, que então se tornaram das tribos humanas primitivas, foram eles, os Exilados, que definiram os novos rumos que a civilização tomou, conquanto sem completo êxito.

Há, também, notícias de que, em outras épocas, desceram à Terra instrutores vindos de Vênus.
III
OS TRÊS CICLOS
Para melhor metodização do estudo que vamos fazer, deste tão singular e interessante assunto, julgamos aconselhável dividir a história da vida humana, na Terra, em três períodos ou ciclos que, muito embora diferentes das classificações oficiais, nem por isso, todavia, representam discordância em relação a elas; adotamos uma divisão arbitrária, unicamente por conveniência didática, segundo um ponto de vista todo pessoal.

É a seguinte:

1º Ciclo:

Começa no ponto em que os Prepostos do Cristo, já havendo determinado os tipos dos seres dos três reinos inferiores e terminado as experimentações fundamentais para a criação do até hoje misterioso tipo de transição entre os reinos animal e humano, apresentaram, como espécime-padrão, adequado às condições de vida no planeta, esta forma corporal crucífera, símbolo da evolução pelo sofrimento que, aliás, com ligeiras modificações, se reflete no sistema sideral de que fazemos parte e até onde se estende a autoridade espiritual de Jesus Cristo, o sublime arquiteto e divino diretor planetário.

O ciclo prossegue com a evolução, no astral do planeta, dos espíritos que formaram a Primeira Raça-Mãe; depois com a encarnação dos homens primitivos na Segunda Raça-Mãe, suas sucessivas gerações e selecionamentos periódicos para aperfeiçoamentos etnográficos: na terceira e na quarta, com a migração de espíritos vindos da Capela; corrupção moral subseqüente e expurgo da Terra com os cataclismos que a tradição espiritual registra.

2º Ciclo:

Inicia-se com as massas sobreviventes desses cataclismos; atravessa toda a fase consumida com a formação de novas e mais adiantadas sociedades humanas e termina com a vinda do Messias Redentor.

3º Ciclo:

Começa no Gólgota, com o último ato do sacrificio do Divino Mestre, e vem até nossos dias, devendo encerrar-se com o advento do Terceiro Milênio, em pleno Aquário, quando a humanidade sofrerá novo expurgo-que é o predito por Jesus, nos seus ensinamentos, anunciado desde antes pelos profetas hebreus, simbolizado por João, no Apocalipse, e confirmado pelos emissários da Terceira Revelação - época em que se iniciará, na Terra, um período de vida moral mais perfeito, para tornar realidade os ensinamentos contidos nos evangelhos cristãos.

IV
NO TEMPO DOS PRIMEIROS HOMENS
Hoje, não mais se ignora que os seres vivos, suas formas, estrutura, funcionamento orgânico e vida psíquica, longe de serem efeitos sobrenaturais ou fruto de acasos, resultam de estudos, observações e experimentações de longa duração, realizados por entidades espirituais de elevada hierarquia, colaboradoras diretas do Senhor, na formação e no funcionamento regular, sábio e metódico, da criação divina.

O princípio de todas as coisas e seres é o pensamento divino que, no ato da emissão e por virtude própria, se transforma em leis vivas, imutáveis, permanentes.

Entidades realmente divinas, como intérpretes, ou melhor, executoras dos pensamentos do Criador, utilizam-se do Verbo - que é o pensamento fora de Deus - e pelo Verbo plasmam o pensamento na matéria; a força do Verbo, dentro das leis, age sobre a matéria, condensando-a, criando formas, arcabouços, para as manifestações individuais da vida.

O pensamento divino só pode ser plasmado pela ação dinâmica do Verbo, e este só pode ser emitido por entidades espirituais individualizadas - o que o Absoluto não é -intermediárias existentes fora do plano Absoluto, as quais possuam força e poder, para agir no campo da criação universal.

Assim, quando o pensamento divino é manifestado pelo Verbo, ele se plasma na matéria fundamental, pela força da mesma enunciação, dando nascimento à forma, à criação visível, aparencial.

Sem o Verbo não há essa criação, porque ela, não se concretizando na forma, é como se não existisse; permaneceria como pensamento divino irrevelado, no campo da existência abstrata.

Ora, para a criação da Terra o Verbo foi e é o Cristo. Paulo, em sua epístola aos Efésios, 3:9, diz: "Deus, por Jesus Cristo, criou todas as coisas."

E João Evangelista muito bem esclareceu:

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus." (Jo,1:1)

Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez." (Jo,1:3)

Por isso é que o Divino Mestre disse:

"Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por mim." (Jo,14:6)1

Assim, pois, formam-se os mundos, seres e coisas, tudo pela força do Verbo, que traduz o pensamento criador, segundo as leis que esse mesmo pensamento encerra. Noutras palavras:

O Absoluto, pelo pensamento, cria a vida e as leis, e entidades espirituais do plano divino, pela força do Verbo, plasmam a criação na matéria, dão forma e estrutura a todas as coisas e seres e presidem sua evolução na Eternidade.

Na gênese cósmica no que se refere à Terra, a ação do Verbo traduziu o pensamento criador, a seu tempo, na constituição de uma forma globular fluídica emanada do Sol central que veio situar-se, no devido ponto do sistema planetário, como novo recurso de manifestações de vida para seres em evolução.


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