Pesquisa nacional por amostra de domicílios 1997 notas metodológicas sumário



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PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS

1997

NOTAS METODOLÓGICAS

SUMÁRIO

Introdução


CAPÍTULO I - CONCEITUAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS INVESTIGADAS
Datas e períodos de referência

Períodos de captação

Domicílio

População residente

Situação do domicílio

Espécie do domicílio


Características dos domicílios particulares permanentes
Tipo do domicílio

Material das paredes

Material da cobertura

Cômodo


Dormitório

Densidade de moradores por dormitório

Condição de ocupação

Aluguel mensal

Prestação mensal

Propriedade do terreno

Abastecimento de água

Banheiro ou sanitário

Esgotamento sanitário

Destino do lixo

Forma de iluminação

Telefone


Fogão

Filtro de água

Rádio

Televisão



Geladeira

Freezer e máquina de lavar roupa


Características gerais
Idade

Família


Condição no domicílio e na família

Cor ou raça

Mãe viva
Características de migração
Naturalidade em relação ao município e à Unidade da Federação

Lugar de nascimento

Tempo de residência na Unidade da Federação

Lugar de residência há 5 anos da data de referência

Lugar de residência anterior

Tempo de residência no município


Características de instrução

Alfabetização

Estudante

Anos de estudo


Características de trabalho e rendimento
Trabalho

Procura de trabalho

Condição de ocupação

Pessoas ocupadas

Pessoas desocupadas

Condição de atividade

Pessoas economicamente ativas

Pessoas não economicamente ativas

Empreendimento

Número de trabalhos

Trabalho principal da semana de referência

Trabalho secundário da semana de referência

Trabalho principal do período de referência de 365 dias

Trabalho principal do período de referência de menos de 4 anos

Ocupação

Atividade

Posição na ocupação

Emprego temporário e permanente

Recebimento em área para produção

Parceria com o empregador

Área do empreendimento

Condição em relação ao empreendimento

Jornada diurna e noturna

Setor do emprego

Área do setor público

Categoria do emprego

Forma de remuneração contratada

Recebimento em benefícios

Número de pessoas ocupadas no trabalho

Local de estabelecimento do trabalho

Tempo de locomoção para o trabalho

Horas habitualmente trabalhadas por semana

Contribuição para instituto de previdência

Tempo de permanência no trabalho

Recebimento do seguro-desemprego

Associação a sindicato

Tipo de sindicato

Idade ao ingressar no primeiro trabalho

Contribuição para previdência privada

Afazeres domésticos

Aposentado

Pensionista

Salário mínimo

Rendimento mensal de trabalho

Rendimento mensal de outras fontes

Rendimento mensal

Rendimento mensal familiar

Rendimento mensal domiciliar


Características de fecundidade
Filho nascido vivo

Filho nascido morto

CAPÍTULO II - PLANO DE AMOSTRAGEM
Processo de seleção da amostra

Cadastro de unidades domiciliares

Processo de expansão da amostra

Precisão das estimativas

Função ajustante dos erros amostrais

Coeficientes de regressão e coeficientes de variação ajustados



INTRODUÇÃO


O sistema de pesquisas domiciliares, implantado progressivamente no Brasil a partir de 1967, com a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD, tem como finalidade a produção de informações básicas para o estudo do desenvolvimento sócio-econômico do País.


Trata-se de um sistema de pesquisas por amostra de domicílios que, por ter propósitos múltiplos, investiga diversas características sócio-econômicas, umas de caráter permanente nas pesquisas, como as características gerais da população, educação, trabalho, rendimento e habitação, e outras com periodicidade variável, como as características sobre migração, fecundidade, nupcialidade, saúde, nutrição e outros temas que são incluídos no sistema de acordo com as necessidades de informação para o País.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios teve início no segundo trimestre de 1967, sendo os seus resultados apresentados com periodicidade trimestral, até o primeiro trimestre de 1970. A partir de 1971 os levantamentos passaram a ser anuais com realização no último trimestre. A pesquisa foi interrompida para a realização dos Censos Demográficos de 1970, 1980 e 1991.
Na década de 70, os principais temas investigados na PNAD, além de aspectos gerais da população, educação, trabalho, rendimento e habitação, foram migração e fecundidade. Em 1974/1975, foi levada a efeito uma pesquisa especial, denominada Estudo Nacional da Despesa Familiar - ENDEF, que, além dos temas anteriores, investigou consumo alimentar e orçamentos familiares. Durante a realização do ENDEF o levantamento básico da PNAD foi interrompido.
As pesquisas realizadas na década de 80 mantiveram inalteradas as características do levantamento básico, visando, com isso, gerar uma série histórica de resultados. Ademais, a pesquisa básica incorporou a investigação da cor das pessoas, a partir de 1967, e a existência de rádio e televisão nos domicílios particulares permanentes, a partir de 1988. Através de pesquisas suplementares foram investigados os seguintes temas: saúde em 1981; educação em 1982; mão-de-obra e previdência em 1983; fecundidade feminina em 1984; situação do menor em 1985; anticoncepção, acesso a serviços de saúde, suplementação alimentar e associativismo em 1986; participação político-social e estoque de aparelhos utilizadores de energia em 1988; e trabalho em 1989 e 1990.
A pesquisa básica da PNAD de 1992, além de aspectos gerais da população, educação, trabalho, rendimento e habitação, agregou os temas: migração, fecundidade e nupcialidade. Esta mesma abrangência foi mantida em 1993 e 1995. Em 1994, por razões excepcionais, não foi realizado o levantamento da PNAD. A extensão e profundidade da pesquisa básica determinou que não houvesse levantamento suplementar em 1992, 1993 e 1995. Em 1996, para possibilitar a inclusão do tema mobilidade social, foram retirados dois tópicos (trabalho das crianças de 5 a 9 anos de idade e ensino supletivo) e um tema (nupcialidade) da pesquisa básica. Em 1997, além dos tópicos e do tema excluídos em 1996, foi retirado o tema mobilidade social.
A partir da PNAD de 1992, para captar determinados grupos de pessoas envolvidas em atividade econômica que, anteriormente, não eram incluídas na população ocupada, o conceito de trabalho tornou-se mais abrangente. O instrumento de coleta das informações da pesquisa foi estruturado de forma que possibilita, através da realocação das parcelas correspondentes à ampliação do conceito de trabalho, gerar resultados comparáveis com os obtidos nos levantamentos da PNAD anteriores ao de 1992.
A abrangência geográfica da PNAD vem se ampliando gradativamente. Iniciada em 1967 na área que hoje compreende o Estado do Rio de Janeiro, ao final da década de 60 a PNAD já abrangia as Regiões Nordeste, Sudeste e Sul e o Distrito Federal. Reiniciada em 1971 nas áreas que abrangem o atual Estado do Rio de Janeiro, o Estado de São Paulo e a Região Sul, em 1973 já cobria as Regiões Nordeste, Sudeste e Sul, o Distrito Federal e a área urbana da Região Norte e das demais Unidades da Federação da Região Centro-Oeste. Esta cobertura foi mantida até 1979. Em 1981 a abrangência geográfica da PNAD foi mais uma vez ampliada, passando a excluir somente a área rural da antiga Região Norte, que compreendia as seguintes Unidades da Federação: Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. Para as pesquisas da década de 90 esta abrangência geográfica foi mantida, ou seja, a PNAD continuou a cobrir todo o País, com exceção da área rural dessas seis Unidades da Federação.
Em 1988, o antigo Estado de Goiás foi desmembrado para constituir os atuais Estados de Goiás e Tocantins, passando este último a fazer parte da Região Norte. Por razões de ordem técnica, estas alterações somente foram incorporadas a partir da PNAD de 1992. Conseqüentemente, para os levantamentos da PNAD, realizados de 1988 a 1990, as estatísticas produzidas para a Região Norte não incluíram a parcela correspondente ao atual Estado de Tocantins, que permaneceu incorporada às da Região Centro-Oeste.
As estatísticas apresentadas para o Brasil nas publicações da PNAD foram obtidas considerando as informações de todas as áreas pesquisadas, representando, portanto, a totalidade do País, com exceção somente da área rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. Entretanto, visando manter a homogeneidade dos resultados produzidos a partir de 1992 para as publicações da PNAD, as estatísticas apresentadas para a Região Norte referem-se somente à sua parcela urbana, não agregando as informações da área rural do Estado de Tocantins, única Unidade da Federação dessa Grande Região em que o levantamento não se restringiu às áreas urbanas. Unicamente para compor os resultados da Região Norte urbana apresentados nas publicações da PNAD, deu-se um tratamento específico para a expansão da parcela referente à área urbana do Estado do Tocantins. A variável independente adotada na construção do estimador utilizado para a expansão da amostra desta parcela foi a projeção de população urbana do Estado do Tocantins. Todavia, os resultados referentes ao Estado do Tocantins que estão nas publicações da PNAD foram obtidos pelos mesmos critérios adotados para as demais Unidades da Federação (ver o tópico processo de expansão da amostra).
Neste CD-ROM as informações relativas ao Estado do Tocantins estão estruturadas para serem expandidas da mesma forma adotada para as demais Unidades da Federação e não consta, em separado, a parcela adotada na composição da Região Norte urbana apresentada nas publicações da PNAD. Conseqüentemente, com as informações disponíveis neste CD-ROM não se pode reproduzir, exatamente, os mesmos resultados encontrados nas publicações para a Região Norte urbana.



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