Pgl 510130 o contemporâneo na poesia Título do curso: a teatralidade da linguagem



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PGL 510130 – O contemporâneo na poesia

Título do curso: A TEATRALIDADE DA LINGUAGEM

Profa. responsável: Susana Scramim

Terças-feiras: às 9h

Sala 325

EMENTA:

O curso “ A teatralidade da linguagem” compreenderá a poesia contemporânea como um desdobramento da poesia moderna, tanto em suas adesões ao projeto moderno quanto em suas dissidências. O contemporâneo na poesia brasileira aqui parte da reflexão e proposição de Friedrich Nietzsche de que a visão do que é atual é resultado de um ponto de vista estranho à época e aos valores nela dominantes, capaz por isso de suscitar uma relação crítica ao produzir um distanciamento em relação a esses mesmos valores. Foi com esse tipo de abordagem que Friedrich Nietzsche escreveu os quatro ensaios que compuseram a série Considerações extemporâneas na qual ele elabora uma crítica à cultura alemã de sua época. Os ensaios levaram os títulos de “Wagner em Bayreuth”, “David Strauss, o devoto e o escritor”, ambos de 1873, e “Da utilidade e desvantagem da história para a vida” e “ Schopenhauer educador”, de 1874, e pensaram a modernidade sob uma perspectiva estranha a sua própria época. O foco da pesquisa concentrar-se-á em compreender o sentido para o presente dessa busca pelo extemporâneo – identificado também em obras da poesia modernista e em especial na obra de Murilo Mendes e João Cabral de Melo Neto – na obra de Lu Menezes, Josely Vianna Baptista, Claudia Roquette-Pinto, Paula Glenadel, Ana Maria Martins e Angélica Freitas.



Com uma escrita muito marcada por um desejo de produzir experiências sensíveis em meio a um processo inteligível, essa poesia contemporânea responde à exigência de sua tarefa com uma atitude que pode ser interpretada erroneamente como negação a qualquer tipo de ação.

Essa produção poética, que se nomeia aqui de “contemporânea”, é reunida a partir da observação de procedimentos de escrita. Entre esses procedimentos destacam-se:



  1. A estaticidade – verbos e descrições que produzem cenas estáticas e;

  2. Montagens de cenas em detrimento de contemplação/descrição/proposição de estados de alma ou paisagens bem como de ações fundadas na organização de um sentido unificado na presença de um sujeito consciente e racionalista.

Nesse sentido, distinguem-se, na paisagem que compõem os escritores de sua época, pelo fato de que suas obras são definidas principalmente pela presença da ação/movimento/dinamismo, decorrentes de sua concepção histórica anacrônica da temporalidade, marcada simultaneamente por uma oposição à estaticidade específica da concepção de tempo do mito e por uma rejeição da unidade de sentido centrada no sujeito que a modernidade, pensada como transformação e progressão, impõe à tarefa da escrita artística.
OBJETIVO:

Detectar e analisar os valores extemporâneos no contemporâneo e presentes nos poemas dessas autoras é um dos principais objetivos do curso.

METODOLOGIA DE ANÁLISE:
Parte-se para essa análise da hipótese de que há nas referidas obras um princípio de inversão na equação do projeto moderno europeu – racional, evolutivo e disjuntivo – cuja formulação é a de que se tome como historicamente construída a noção de modernidade tomada como conquista, divisão e dominação e, consequentemente, ausência da relação com a vida, provocadas pelo processo histórico. Esse processo definido aqui como modernidade progressista interrompe o fluxo vital característico da prática artística no mundo antigo e, portanto, pré-histórico. No entanto, com a motivação de não repetir a história, uma vez que esses textos também não creem na possibilidade de repetição do mesmo, não afiançam seu processo de criação na temporalidade estática do mito, recusando politicamente, com isso, o princípio de uma não-ação/intervenção do texto artístico. Tal posição caracterizaria a singularidade dessa poesia produzida no Brasil frente aos impasses da modernidade ocidental. Essa compreensão incide diretamente em questionamentos a respeito dessa poesia e de sua crítica tanto no Brasil quanto fora dele. As perguntas que irão orientar o trabalho de pesquisa são as seguintes:


  1. Qual a exigência dessa poesia?

  2. A quem se dirige?

  3. Que sociedade se inscreve nessa literatura e na sua crítica?

  4. O que se propõe na teoria da arte e na crítica literária quando se toma como objeto de pesquisa e análise obras com tais singularidades?

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