Plano de aula



Baixar 44.13 Kb.
Encontro23.01.2018
Tamanho44.13 Kb.






PLANO DE AULA

Arquivista

Monitor:
Valquíria




Data: Duração: 1h30
Objetivos: Proporcionar ao Jovem Aprendiz a Compreender sobre a profissão de arquivista, mercado de trabalho.

Materiais: slides demonstrativos, equipamento multimídia, dinâmica.

Conteúdos a serem desenvolvidos.
Conceituais: Arquivista

Procedimentais: Aula expositiva com slides e dinâmica

Atitudinais: Pró-atividade, estimular a atividade em equipe, aguçar a percepção e censo critico-analítico.
Procedimentos.
PRIMEIRO MOMENTO – Apresentação dos slides
SEGUNDO MOMENTO – desenvolvimento do conteúdo
TERCEIRO MOMENTO – Dinâmica Redação em corrente
Objetivos: Desenvolver a percepção, sintonia, expectativas, interação, criatividade, descontração, sensibilização, comprometimento, avaliação, motivação, conhecimentos teóricos, análise e síntese.
Material: Folha de papel.
Desenrolar: Escreve-se, em uma folha, uma palavra qualquer para iniciar a corrente da redação (por exemplo: EU, NÓS, SE, TALVEZ, SEI QUE, ESPERO, etc.).

Cada participante contribui com a redação, colocando uma palavra ou pequena frase que dê continuidade.

Sucessivamente, todos os participantes escrevem.

O exercício se encerra após avaliação do que foi escrito.


Variação:

Fazer o exercício verbalmente. Direcionar a redação para fixação ou avaliação da retenção de conhecimentos teóricos.


Dinâmica enviada por: Adison Machado - (Dinâmica on line)
MATERIAL APOIO PROFESSOR:
O que faz um Arquivista

Arquivista é o profissional responsável por atuar com organização e controle de arquivo sendo eles documentos, contas, cadastros e fichas.

Um Arquivista irá atuar separando documentos, organizando arquivos, se responsabilizando por toda a organização dos documentos.

Está sob as responsabilidades de um Arquivista atuar com organização do arquivo da empresa e circulação interna de documentos, atender solicitações de pastas e envelopes, fazer lançamentos em planilhas, catalogação, fazer a digitação de documentos do departamento de contas a pagar, fazer a classificação de codificação de documentos de arquivos, descrição de documentos em sua forma e conteúdo, elaborar tabelas de temporalidade, estabelecer critérios de descarte dos documentos de arquivos, estabelecer planos de destinação de documentos, transferir documentos para guarda intermediária, recolher documentos para a guarda permanente, definir tipologia do documento, elaborar tabelas de temporalidade, estabelecer critérios de descarte dos documentos de arquivos, planos de destinação de documentos, transferir documentos para guarda intermediaria, recolher documentos para a guarda permanente, definir tipologia do documento, realizando a atualização do arquivo físico em sistema.


Para que o profissional tenha um bom desempenho como Arquivista além da Graduação é essencial que possua habilidade em separar documentos ter organização e iniciativa.
Com que áreas dentro de uma empresa, um Arquivista se relaciona?

O Arquivista por ser o profissional responsável por atuar com organização e controle de arquivo sendo eles documentos, contas, cadastros e fichas, se relacionam com a área administrativa de uma empresa.

Dentre os deveres do arquivista estão adquirir e avaliar novos conjuntos documentais (arquivos), ordenar e descrever registros, fornecer serviços de referenciamento e preservação de materiais. Na organização de documentos, os arquivistas aplicam dois importantes princípios: da procedência e da ordem original, às vezes referido como respeito des fonds. A procedência se refere à origem dos documentos, quem os gerou. A idéia de respeito des fonds é aplicada mantendo os arquivos na sua ordem original como estabelecida e mantida por quem os criou. Isso também significa que os documentos de uma instituição não devem se misturar aos de outra. A ordem original não é sempre a melhor maneira de manter alguns arquivos e os arquivistas devem usar a sua própria experiência e as melhores práticas para determinar a forma correta de manter os documentos de mídias distintas ou aqueles que não apresentam um arranjo original claro.

Os arquivistas nos EUA também são guiados por um código de ética. Junto com o seu trabalho atrás das cortinas ordenando e cuidando das coleções, os arquivistas também prestam assistência aos usuários na interpretação dos registros e respondendo questionamentos. Esse trabalho de referenciamento pode ser apenas uma parte do trabalho de um arquivista em uma pequena organização, ou ocupar a maior parte do seu tempo em um arquivo maior em que papéis específicos (como arquivista processual e Arquivista de referência) podem ser delineados.

Arquivistas trabalham para uma grande variedade de organizações, inclusive agências governamentais, autoridades locais, museus, hospitais, sociedades históricas, negócios, entidades filantrópicas, corporações, faculdades e universidades e qualquer instituição cujos arquivos podem ser valiosos a pesquisadores, expositores, genealogistas e outros. Alternativamente eles também podem trabalhar na coleção de uma grande família ou mesmo um indivíduo. Os interessados nas vagas em arquivos geralmente são mais do que o número de vagas abertas.

Arquivistas também são frequentemente educadores. Não é raro para um arquivista empregado em uma universidade dar aulas sobre um assunto relacionado à sua coleção. Arquivistas empegados em instituições culturais ou para a administração pública local frequentemente elaboram programas educacionais ou de outreach para aumentar a capacidade dos usuários do arquivo de compreender e acessar as informações nas suas coleções. Isso pode incluir atividades variadas como exposições, eventos promocionais e até cobertura da mídia coverage.

Com o advento da Descrição Arquivística Codificada, junto com o aumento da demanda pela disponibilização de arquivos on-line, tem feito com que os arquivistas tenham de estar atualizados com as novidades tecnológicas. Muitos arquivistas agora estão adquirindo habilidades básicas em XML para tornar a informação de seus arquivos disponível on-line.
Competências

Por causa da natureza variada dos ambientes de trabalho e do trabalho em si, os arquivistas devem ter uma ampla gama de competências:

Aqueles que trabalham com referenciamento e posições orientadas ao acesso aos arquivos devem ter bom relacionamento interpessoal, de forma a poder ajudar os usuários externos nas suas pesquisas.

Habilidade para aplicar conhecimentos básicos de conservação para estender a vida útil dos artefatos. Muitos tipos diferentes de mídia podem deteriorar se não forem armazenados propriamente. 9

Apesar de que algumas coleções de arquivos consistirem exclusivamente de arquivos em papel, cada vez mais arquivistas são confrontados com os desafios impostos pela preservação de gravações digitais, de forma que eles devem estar antenados com as últimas tecnologias.10

Por causa da quantidade de separação e listamento, eles precisam ser lógicos, organizados e atentos aos detalhes.

ao catalogar registros ou ao dar assistência a usuários, arquivistas devem possuir habilidades de pesquisa.

Arquivistas ocasionalmente são chamados para comentar ou fornecer uma contextualização para os arquivos na sua coleção de forma que é desejável possuir o máximo de conhecimento possível sobre a sua coleção.


História da profissão

Em 1898 três arquivistas holandeses, Samuel Muller, Johan Feith e Robert Fruin, publicaram o primeiro texto ocidental sobre teoria arquivística chamado "Manual para a Organização e Descrição dos Arquivos", também conhecido no Brasil como o "Manual dos Holandeses". Produzido pela Associação Holandesa de Arquivistas, ele estabelecia cem regras nas quais os arquivistas deveriam basear o seu trabalho. Notavelmente, dentre essas regras o princípio da preservação da procedência e da ordem original foi argumentado pela primeira vez como uma característica fundamental da organização e descrição arquivística.11

O próximo grande texto foi escrito em 1922 por Sir Hilary Jenkinson, então Deputado Guardião do Escritório de Registros Públicos Britânico, chamado "Manual de Administração de Arquivos". Nessa obra Jenkinson diz que os arquivos são evidências e que a defesa física e moral desse valor vestigial está no cerne do trabalho arquivístico. Ele ainda expõe as suas idéias do que um arquivo deveria ser e como deveria operar.

Em 1956, T. R. Schellenberg, que é conhecido como o "Pai da Arquivologia Americana",12 publicou "Arquivos Modernos". A obra de Schellenberg tinha a intenção de ser um livro-texto acadêmico definindo a metodologia arquivística e dando instruções técnicas específicas sobre workflow e organização. Se distanciando da abordagem orgânica e passiva de Jenkinson da aquisição arquivística, em que o administrador decidia o que era mantido e o que era destruído, Schellenberg argumentou em favor de uma abordagem mais ativa à avaliação de arquivos. Seu modelo de valor tanto primário quanto secundário para a administração e avaliação de arquivos permitiu aos arquivistas do governo americano maior controle sobre o influxo de materiais que eles passaram a enfrentar depois da Segunda Guerra Mundial. Como resultado da ampla adoção dos métodos de Schellenberg, especialmente nos Estados Unidos, a moderna Records management nasceu, como uma disciplina separada.13

Em 1972, Ernst Posner publicou "Arquivos no Mundo Antigo". A obra de Posner enfatizava que os arquivos não eram invenções novas, mas teriam existido em diversas civilizações ao longo da História.

Em 1975, ensaios de Margaret Cross Norton foram compilados sob o título "Norton on Archives: The Writings of Margaret Cross Norton on Archival and Records Management". Norton foi uma das fundadoras da Society of American Archivists e escreveu ensaios baseados nas suas décadas de experiência no Arquivo Estadual de Illinois.

No Brasil a profissão é regulamentada pela Lei 6546/78 e Decreto 82590/78. Segundo esta legislação somente é considerado Arquivista, profissional com graduação superior em Arquivologia ou que na época da criação da Lei (1978) tenha comprovado experiência pregressa na função, obtendo seu registro como provisionado.
Arquivologia ou Arquivística

Ciência e disciplina que objetiva gerenciar todas as informações que possam ser registradas em documentos de arquivos. Para tanto, utiliza-se de princípios, normas, técnicas e procedimentos diversos, que são aplicados nos processos de composição, coleta, análise, identificação, organização, processamento, desenvolvimento, utilização, publicação, fornecimento, circulação, armazenamento e recuperação de informações.

Com suas bases modernas fundamentadas na Revolução Francesa, a arquivologia gere a informação que tem por objetivo tornar-se evidência ou prova de que algum evento ocorreu. Também a este campo do conhecimento cabe estudar a informação ligada a processos de trabalho. Ainda hoje há aqueles que confundem as funções e práticas de bibliotecas, museus e arquivos, visto que essas três instituições se ocupam da guarda, conservação e processamento de documentos para uso futuro ou corrente. No entanto, a natureza do documento e a finalidade de cada instituição difere e caracteriza cada uma delas, distintamente. Essas três entidades que se ocupam da guarda de documentos podem ser chamadas de órgãos de documentação.
É a aplicação de técnicas e métodos específicos voltados à organização, à conservação e à restauração de arquivos. O arquivista é o profissional responsável por identificar, organizar, avaliar e preservar documentos dos mais diversos tipos, estejam eles em papel, fotografia, filme, microfilme, disquete, CD-ROM ou, ainda, em banco de dados on-line. Esse graduado é o responsável por tornar disponíveis as informações que são geradas e acumuladas em empresas, órgãos do governo, escolas, associações, instituições de saúde e ONGs. Ele precisa desfrutar sólida formação cultural para poder avaliar a importância dos documentos que manipula e ter preparo para trabalhar com produção documental de diferentes épocas históricas. É fundamental que ele possua, também, boa organização, senso crítico e flexibilidade para atuar em equipe, com gerentes, pesquisadores e profissionais de informática, entre outros.
Mercado de Trabalho

"O mercado vai bem, entre outros fatores, devido ao aumento da massa de documentos gerados nos mais variados segmentos socioeconômicos", diz Rosane Alvares Lunardelli, coordenadora do colegiado do curso de Arquivologia da UEL. "E a importância de organizar esses documentos, seja para tomada de decisões, seja para o atendimento à legislação e até para constituir e preservar a memória, valoriza o arquivista." A maior demanda parte do setor público, em universidades, no Congresso, em prefeituras e outros órgãos. Neste caso, a entrada se dá por concurso público. No setor privado, os arquivistas são requisitados por hospitais, instituições de ensino superior, indústrias, centros de memória, casas de cultura e grandes escritórios de advocacia, contabilidade, engenharia e arquitetura. Sua função principal é organizar papéis e imagens que contam a trajetória da empresa. Centros de informação e documentação, editoras e instituições assistenciais são outros empregadores. Os principais núcleos de absorção desses profissionais são as grandes cidades e capitais, que sediam empresas de maior porte. As vagas encontram-se principalmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. O bacharel também tem a possibilidade de abrir a própria consultoria e atuar como autônomo.


Salário inicial: R$ 2.488,00 (fonte: Associação dos Arquivistas do Estado do Rio de Janeiro).
Arquivista: uma profissão pouco conhecida

Maria Celina Silva é arquivista e trabalha no Museu de Astronomia e Ciências Afins - MAST. A profissão é pouco divulgada, mas essencial para empresas públicas e privadas que precisam manter organizados documentos e informações que facilitam a vida do usuário interno ou externo.

Este trabalho tem muita importância, mas só nos damos conta do quanto é essencial quando é realizado de forma precária, sem profissionalismo, dificultando e, às vezes até impedindo, o acesso dos interessados à informação. Conheça mais sobre a formação e a profissão de Arquivologia na entrevista a seguir.



Um breve resumo da formação e experiência profissional.

Formei-me em Arquivologia pela Universidade Federal Fluminense - UFF em 1987. Fiz Mestrado em Memória Social e Documento pela Universidade da Cidade do Rio de Janeiro - UNIRIO e estou cursando o Doutorado em História Social na Universidade de São Paulo - USP, na linha de pesquisa voltada à teoria arquivística. Deverei defender a tese no primeiro semestre deste ano. Trabalho como arquivista no Museu de Astronomia e Ciências Afins - MAST, do Ministério da Ciência e Tecnologia, onde ocupei o cargo de chefe do Arquivo de História da Ciência (1996-2003) e de Coordenadora de Documentação em História da Ciência (2003-2006).



A descoberta da vocação.

A Arquivologia foi minha primeira opção no vestibular que, na época, era unificado. Desde pequena gostava de mexer com papéis e com coisas de escritório. Quando soube que existia esta profissão - pelos jornais, com informações sobre os cursos universitários - logo me interessei e quis fazê-lo. Naturalmente, eu não tinha a noção do que o curso realmente significava e do mundo de opções que envolvem esta área, apenas me imaginei organizando papéis.



O que faz o arquivista e onde ele trabalha?

O arquivista planeja, organiza e gerencia arquivos e sistemas de arquivos. O arquivista pode atuar em empresas públicas e privadas, instituições arquivísticas públicas e privadas, centros de documentação e informação, universidades, centros de pesquisas ou de documentação, museus, arquivos históricos e administrativos, arquivos empresariais, arquivos pessoais, arquivos especializados (como os arquivos médicos, por exemplo), serviços ou redes de informação, órgãos que atuam com o patrimônio cultural. Pode, também, realizar serviços de consultoria arquivística e assessorias. Não é um trabalho solitário, pelo contrário, o arquivista atua em interface com outros profissionais como administradores, historiadores, bibliotecários, especialistas em informática, e outros, dependendo da empresa ou instituição onde atue.



O curso

Em geral, é de 4 anos. As disciplinas variam de um curso para outro, mas basicamente, o conhecimento está voltado para noções introdutórias de direito, administração, contabilidade e microinformática; arquivos correntes, intermediários e permanentes; reprodução, conservação e restauração de documentos; administração e políticas públicas; paleografia e diplomática; gestão eletrônica de documentos - GED; dentre outras.



Habilidades importantes na profissão.

O arquivista no mundo de hoje precisa ser versátil o suficiente para atuar em qualquer tipo de empresa ou instituição. Para tal, deve desenvolver uma boa capacidade de avaliação crítica e gerencial para o desempenho das atividades, espírito ético para lidar com informações confidenciais e sigilosas, estar aberto às novas tecnologias da informação e ter bom senso e capacidade de adaptação à realidade de cada empresa.



Estágio e emprego

O estágio não é difícil, pelo contrário, muitas empresas privadas contratam arquivistas por meio expediente ou até por tempo integral. As instituições públicas contratam estagiários por meio de bolsas de estudo do tipo iniciação científica. Estes estágios realmente são importantes para a formação porque permitem um aprendizado da prática que os cursos de graduação não contemplam. O emprego nas instituições públicas depende de concurso público que tem sido mais freqüente de uns anos para cá, e tem boas perspectivas para o futuro, embora ainda esteja aquém das necessidades dessas instituições. O emprego em empresas privadas é muito diversificado, podendo o arquivista atuar em qualquer tipo de empresa, e também é um campo em grande expansão no Brasil.



Possibilidades de especialização

As possibilidades são muitas. Se considerarmos o arquivo, a especialização pode ser em arquivos correntes, incluindo a gestão dos documentos de uma empresa, determinando a temporalidade e o destino de cada documento; em arquivos permanentes e históricos; ou em arquivos fotográficos, cartográficos, filmográficos; ou, ainda, em reprodução de documentos (microfilmagem, digitalização). Mas se considerarmos a empresa ou área do conhecimento, o arquivista pode se especializar em arquivos médicos, notariais, de ciência e tecnologia, de literatura, etc., apenas para citar alguns poucos exemplos.



Faixa salarial

Como não existe um Conselho Federal para Arquivistas, as associações de classe costumam sugerir pisos salariais. A Associação dos Arquivistas Brasileiros - AAB sugere um piso salarial com base em informações obtidas junto a profissionais atuantes no mercado de trabalho, da cidade do Rio de Janeiro, e informa que não existe nenhum acordo coletivo da categoria. Para arquivista recém formado: varia entre R$ 1.300,00 e R$ 2.000,00; para arquivista Sênior: R$ 3.000,00 a R$ 5.000,00. Esses valores são referenciais.



Vantagem e desvantagem da profissão

O arquivista tem o privilégio de lidar com os documentos que refletem as atividades e as funções da empresa ou instituição onde atua, o que o dota de um conhecimento profundo sobre seu funcionamento. A desvantagem seria a pouca informação sobre a profissão e sobre o profissional por parte das pessoas em geral, fazendo com que seja uma área pouco conhecia e valorizada.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:

http://www.infojobs.com.br/artigos/Arquivista__2991.aspx

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquivista

http://www.arquivista.net/

http://www.arquivista.org/

http://www.universitario.com.br/noticias/n.php?i=6706

http://bibarqmus.wordpress.com/2011/01/12/o-que-faz-um-arquivista/

http://www.oieduca.com.br/vestibular/profissionais-de-sucesso/arquivista-uma-profissao-pouco-conhecida.html

http://www.arquivista.net/o-arquivista/tabela-salarial/

http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/comunicacao-informacao/arquivologia-684258.shtml


FQ-47 – Revisão 02


Compartilhe com seus amigos:


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal