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1 LOBATO, Monteiro. Memórias da Emília. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.242.

2 Além de Urupês e O Sacy Pererê: resultado de um inquérito, Lobato publicara Problema vital e Idéias de Jeca Tatu, contendo artigos, e Cidades mortas e Negrinha , em que reúne seus contos.

3 No anexo 1 deste trabalho encontra-se um levantamento cronológico das publicações de Monteiro Lobato que possibilita visualizar o afastamento gradativo de uma literatura em detrimento da outra.

4 LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: a modernidade do contra. São Paulo: Brasiliense, 1985. p.9.

5 STAROBINSKI, Jean. A literatura. In: GOFF, Le Jacques, NORA, Pirre. (org.) História: novas abordagens. Traduzido por Henrique Mesquita. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.

6 DEBUS, Eliane Santana Dias. Entre vozes e leituras: a recepção da literatura infantil e juvenil. Florianópolis: UFSC, 1996. (Dissertação de Mestrado).

7 MEYER, Marlyse. Folhetim: uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p.71-76.

8


 A carta original, datada de 26 de abril de 1943, contém um parágrafo, suprimido por Lobato, no qual a leitora identifica-se, colocando: nome, idade, altura, cor do cabelo e cor da pele. Fonte: Instituto de Estudos Brasileiro(IEB)/USP – Arquivo Raul de Andrada e Silva (ARAS).

9 CAVALHEIRO, Edgard. As crianças escrevem para Monteiro Lobato. Panorama: arte e literatura. Minas Gerais: n.7, ano 1, abril/maio de 1948. ___. Sítio do Picapau Aamrelo. In: Monteiro Lobato: vida e obra. São Paulo: Nacional, 1955. p. 562-610.

10 Monteiro Lobato: vida e obra. op.cit., p.619.

11 CARVALHO, Marina de Andrada Procópio de. Prefácio. In: LOBATO, Monteiro. Prefácios e entrevistas. São Paulo: Brasiliense, 1964.

12 Monteiro Lobato: vida e obra, v.1, op. cit., p.14.

13 Segundo Joyce Campos, neta de Lobato, “o arquivo foi desaparecendo aos poucos”. Após as mortes de Lobato e Edgard Cavalheiro, Dona Purezinha encarregou o genro J. U. Campos de reaver o arquivo. Porém, o conjunto dos documentos já estava disperso. Para a neta, provavelmente “as pessoas foram se servindo lá no arquivo. Achando curiosos, interessante... Leva isso, leva aquilo!”. O depoimento de Joyce Campos Kornbluh foi concedido em entrevista realizada em sua residência, na cidade de São Paulo, em 13 de setembro de 1999.

14 AZEVEDO, Carmem Lucia, CAMARGO, Marcia, SACCHETTA, Vladimir. Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo: Ed. SENAC, 1997. p.311-332.

15


 O cotejo entre as duas publicações e os documentos do IEB/USP demostram que ambas as pesquisas trabalharam com a mesma fonte primária de documentos, embora não se limitem aos mesmos remetentes.

16 O livro Histórias diversas, reunião de pequenas narrativas publicadas entre 1947 e 1948, foi inserido ao conjunto da literatura infantil em 1959. MERZ, Hilda Junqueira Villela et al. Histórico e resenhas da obra infantil de Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 1996. Já O garimpeiro do Rio das Garças provavelmente não foi incluído na coleção por não se ambientar no espaço geográfico de Picapau Amarelo.

17 FRACCAROLI, Lenyra C. Lobato e a biblioteca infantil. In: DANTAS, Paulo. Vozes do tempo de Lobato. São Paulo: Traço, 1982. p.107-113. A publicação dessas cartas aconteceu em alguns números do jornal no ano de 1945. Em 1948 retornaram pela passagem do falecimento do escritor e, em abril de 1962, quando das comemorações do seu aniversário de nascimento.

18 A esposa de Lobato, Pureza Monteiro Lobato (1885-1959), foi ao longo de sua existência registrando a caminhada literária de Lobato através de álbuns de recortes. Encontram-se ali várias publicações do escritor na imprensa, informações sobre publicações, críticas. Enfim, tudo que tematizasse a produção literária era recortado e meticulosamente colado, resultando em dois grossos volumes que se encontram no Museu Monteiro Lobato. No entanto, um grave problema impossibilita a utilização desse material como fonte confiável: a maioria dos registros está sem data e referência da procedência, já que não existia por parte da organizadora qualquer preocupação metodológica, e sim afetiva.

19 NUNES, Cassiano. (org.)


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