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Monteiro Lobato vivo. Rio de Janeiro: MPM Propaganda/Record, 1986. p.37.

20 O arquivo Raul de Andrada e Silva contém aproximadamente 5.580 documentos, doados ao IEB por Guy R. de Andrada, sobrinho do titular, em 1993. Segundo o catálogo organizado pela instituição, os documentos foram enviados ao titular por Monteiro Lobato e Marina de Andrada Procópio de Carvalho. Porém, o conjunto de cartas termina em 1946, ano de publicação do livro Prefácios e entrevistas, fato que nos leva a crer que foram cedidas por Lobato a Marina de Andrada Procópio Carvalho, sobrinha de Raul de Andrada e Silva, para desenvolver sua reflexão sobre a relação de Lobato com o pequeno leitor, contida no prefácio do livro. Talvez aí resida a origem da procedência desse material. BATISTA, Marta Rossetti. (coord.) ABC do IEB: guia geral do acervo. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997. p.97.

21 Duas leitoras entrevistadas não se corresponderam com Lobato: Lucy Mesquita e Joyce Campos. No entanto, suas presenças se justificam pelo contato direto que tiveram com ele, a primeira pela forte impressão que causou no escritor e a segunda pelo relacionamento íntimo e familiar.

22 BERTOZZO, Sandra Maria Giovanetti. Revendo Monteiro Lobato: vida e obra de Edgard Cavalheiro – uma leitura de Monteiro Lobato. São Paulo: UNESP, 1996. (Dissertação de Mestrado). O trabalho aborda a biografia de Monteiro Lobato realizada por Edgard Cavalheiro. A entrevista com Hilda Villela é um dos anexos do trabalho e vem justificada pela importância da pessoa enquanto pesquisadora da vida e obra de Lobato. No entanto, acreditamos que, apesar de valioso, o testemunho não recebeu a relevância merecida, já que não está relacionado diretamente ao objetivo da dissertação.

23 URSOLINO, Leão. Lobato por aqui. O Popular, Goiânia, 27 jul. 1998. Em abril daquele ano, o jornal Folha de S. Paulo trazia informações sobre a exposição “O Brasil encantado de Monteiro Lobato” e três cartas de leitores observando que as “crianças davam idéias para as aventuras”. A carta de Nicean estava entre elas, o que, provavelmente, motivou o jornal local para a matéria. Folha de S. Paulo. São Paulo, 18 abr. 1998. p.5.

24 VASCONCELLOS, Zinda Maria Carvalho. O universo ideológico da obra infantil de Monteiro Lobato. São Paulo: Traço, 1982.

25 MAGALHÃES, Ligia Cademartori. O Brasil levado a sério. Letras de Hoje. Porto Alegre. v.15, n.3, 1982. p.23-28.

26 Em 25 de setembro de 1996, J. Roberto Whitaker Penteado enviou-nos o resumo de sua tese e vários recortes de jornal sobre a defesa para que nos inteirássemos de sua pesquisa. O trabalho recebe a forma de livro e chega às livrarias no segundo semestre de 1997. PENTEADO, J. Roberto Whitaker. Os filhos de Lobato: o imaginário infantil na ideologia do adulto. Rio de Janeiro: Qualitymark/Dunya, 1997.

27 NUNES, Cassiano. (org.) Monteiro Lobato vivo. Rio de Janeiro: MPM Propaganda/Record, 1986. p.69. Carta a Hernani Ferreira, datada de abril de 1946.

28 Zilda Maria Carvalho de Vasconcellos, em O universo ideológico da obra infantil de Monteiro Lobato e J. Roberto Whitaker Penteado, em Os filhos de Lobato: o imaginário infantil na ideologia do adulto, realizaram pesquisas referentes à formação ideológica do escritor taubateano.

29 Em carta de 15 de março de 1906, o escritor listava ao amigo Rangel os livros “palhas” e os “sumos”. Os primeiros seriam os Balzacs, Shakespeares, os Nietzsches, os Bains e os Kiplings. Os segundos seriam os Stuat-Mils, Theuriets e os Ohnetes. LOBATO, Monteiro. A barca de Gleyre. São Paulo: Brasiliense, 1964. v.1. p.120.

30 PEREIRA, Gulnara Lobato. O menino Juca. Aquarela de Rui de Oliveira. Rio de Janeiro: Berlendis & Vertecchia, 1982. Segundo a autora, “este livro foi escrito a pedido, insistente e instigante, de Donatella Berlendis, editora de Literatura Infantil e organizadora do Museu da infância, na Chácara do Visconde, em Taubaté”. Tal livro aparece no ano de comemorações do centenário de nascimento de Monteiro Lobato.

31 CAVALHEIRO, Edgard. Monteiro Lobato: vida e obra. São Paulo: Nacional, 1955. p.24. v.1. A biografia de Monteiro Lobato, realizada por Edgard Cavalheiro, parece-nos a mais completa realizada até aqui, mesmo depois do lançamento, em 1997, do livro Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. Essa afirmação parte do pressuposto de que Edgard Cavalheiro, além de ter convivido com o escritor, obteve riquíssimos depoimentos de pessoas próximas a Lobato, como da esposa do escritor, Pureza Monteiro Lobato, da irmã, Ester Lobato de Morais, e muitas outras, pertencentes ao seu círculo de amizades. Outro fator, e talvez o mais relevante, é que Cavalheiro estava de posse do arquivo do escritor, doado pelo mesmo quando de sua partida para a Argentina em 1946. Assim, muitas informações, em especial as referentes à correspondência, eram totalmente inéditas. Posteriormente, Cavalheiro selecionou e organizou o material em volumes que vieram a público (Literatura do Minarete, Conferências, artigos e crônicas, Cartas escolhidas e Críticas e outras notas). Monteiro Lobato: vida e obra está organizado em dois volumes, que seguem a vida do autor cronologicamente, conta com 101 ilustrações distribuídas ao longo da narrativa e sete “apensos” correspondentes a textos inéditos de Monteiro Lobato.

32 Ibid., p.27.

33 LOBATO, Monteiro. Cartas escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1964. v.2. p.199.

34 Escritor paulistano, nascido em 1915, Mário Donato iniciou sua produção literária para crianças através das traduções dos livros: Os três mosqueteiro, de Alexandre Dumas, e Colombo, de L.A. Sanchez (1942). Fábulas de mestre La Fontaine e Aventuras e desventuras de Gil Brás de Lesage (1943). Do folclore adaptou as narrativas: A formiga da perninha gelada (1944), Esperteza do jabuti (1945) e O negrinho do pastoreio (1950). COELHO, Nelly Novaes. Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira: Séculos XIX e XX. 4.ed. rev. e ampl. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1995. p.787.

35 Cartas escolhidas, op. cit., p.199.

36 PEREIRA, Gulnara Lobato, op. cit., s.p.

37 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.304.

38 LOBATO, Monteiro. “Recordando”. In: ___. Mundo da lua e Miscelânea. 14.ed. São Paulo: Brasiliense, 1972. p.17.

39 A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.52.

40 Ibid., p.51.

41 Ibid., p.41-42. Carta de 28 de dezembro de 1903.

42 Ibid., p.48.

43 A barca de Gleyre. v.2, op. cit., p.50. Carta de 30 de setembro de 1915.

44 A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.41.

45 Ibid., p.54.

46 Ibid., p.46.

47 Ibid., p.92.

48 Ibid., p.70.

49 Ibid., p.193.

50 Ibid., p.272.

51 Ibid., p.285.

52 Ibid., p.291.

53 Ibid., p.47.

54 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.162.

55 Ibid., p.37.

56 A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.360.

57 Curioso é que, em 1904, o escritor apontava a dificuldade de se encontrar um exemplar de Nietzsche nas livrarias brasileiras: “Não há Nietzsche nas livrarias desta Zululândia. Estes me vieram da França”. Ibid., p.65.

58 STEEN, Edla Van. Viver & escrever. Porto Alegre: LP&M, 1981. p.21.

59 Em carta de 1907, Lobato informa: “Vou logo a São Paulo e lá poderei comprar os livros que queres”. Ibid., p.191.

60 Rangel, Lobato, Pinheiro, Nogueira e Albino intercambiavam a leitura dos livros entre si, através de correspondência. Em carta datada de 18 de janeiro de 1907, Lobato comunica a Rangel: “Breve seguirá uma obra prima. O livro do Jangal, do Kipling. É do Albino. Não há nas livrarias de S. Paulo. E você o recambiará diretamente ao Albino, em Ribeirão”. Ibid., p.154.

61 Ibid., p.253. Carta datada em Areias, 6 de julho de 1907.

62 Ibid., p.340.

63 Ibid., p.293.

64 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.196.

65 No livro Críticas e outra notas foram reunidos alguns desses comentários, publicados entre os anos de 1917 e 1923. LOBATO, Monteiro. Críticas e outras notas. São Paulo: Brasiliense, 1965.

66 LOBATO, Monteiro. Prefácios e entrevistas. São Paulo: Brasiliense, 1964. p.288.

67 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.361.

68 Cartas escolhidas, v.2, op. cit., p.278.

69 LOBATO, Monteiro. Mr. Slang e o Brasil e Problema Vital. São Paulo: Brasiliense,1964. p.190.

70 Marisa Lajolo levanta os quatro estabelecimentos escolares em que Lobato cursou as primeiras letras: o Colégio do professor Kennedy, Colégio Americano, Colégio Paulista e Colégio São Envangelista. LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: a modernidade do contra. São Paulo: Brasiliense, 1985.

71 GHIRADELLI JÚNIOR, Paulo. História da educação. São Paulo: Cortez, 1991. p.17.

72 BROCA, Brito. Monteiro Lobato fala sobre o problema editorial no Brasil. A Gazeta, São Paulo, 14 jul. 1925.

73 LOBATO, Monteiro. A onda verde e O presidente negro. 11.ed. São Paulo: Brasiliense, 1964. p.83-88.

74 A barca de Gleyre, v.1, p.243. Carta escrita em 27 de junho de 1909.

75 Ibid., p.237.

76 Cartas escolhidas, v.1, op. cit., p.153.

77 LOBATO, Monteiro. Urupês. 9.ed. São Paulo: Monteiro Lobato & Cia, 1923. p.46.

78 LOBATO, Monteiro. Negrinha. 22.ed. São Paulo: Brasiliense, 1982. p.43.

79 LOBATO, Monteiro. Cidades mortas. São Paulo: Brasiliense, 1964. p.10.

80 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.193. João Kopke (1852-1926), educador brasileiro do entre-séculos, escreveu, além de Fábulas, outros quatro livros, todos destinados ao uso escolar: Histórias de crianças e animais, História de meninos na Rua e na Escola, Histórias que mamãe contava e Leituras práticas (rudimentos de ciência).

81 Pode-se ir cronologicamente mais para trás, pois, em 19 de agosto de 1912, Lobato aconselha ao amigo Rangel a guardar com carinho as idéias do filho Nelo. Valoriza o “achado” do menino, ao mesmo tempo que alerta o amigo sobre a inexistência de uma literatura para as crianças. Encontra-se aqui, talvez, a primeira manifestação do escritor para esse filão que mais tarde será explorado por ele. A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.330.

82 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.104.

83 O texto tem sua primeira edição em livro nesse mesmo ano (1920) e em 1921 sai a edição escolar. MERZ, Hilda Junqueira Villela et al. Histórico e resenhas da obra infantil de Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 1996.

84 Em carta ao amigo Rangel, datada de 28 de março de 1943, refere-se à aceitabilidade de sua literatura infantil e à responsabilidade diante de seu público leitor: “E isso não deixa de me assustar, porque tenho bem viva a recordação das minhas primeiras leituras. Não me lembro do que li ontem, mas me lembro do meu Robinson inteirinho – o meu Robinson dos onze anos”. A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.346.

85 LOBATO, Monteiro. Diálogo de Dona Benta e Narizinho. A Voz da Infância – órgão da Biblioteca Infantil do Departamento Municipal de Cultura. São Paulo, dez. 1945. p.2.

86 LOBATO, Monteiro. A criança é a humanidade de amanhã. In: ___. Conferências, artigos e crônicas. São Paulo: Brasiliense, 1964. p.249-256. Escrito por Lobato, provavelmente na década de 40, o presente artigo foi publicado por Denise Tavares num pequeno folheto comemorativo pela inauguração da biblioteca Infantil Monteiro Lobato, na Bahia.

87 Ibid.

88 Críticas e outras notas, op. cit., p.205.

89 NUNES, Cassiano. (org.) Monteiro Lobato vivo, op. cit., p.97.

90 Diálogo de Dona Benta e Narizinho. A Voz da Infância, op. cit., p.2.

91 Conferências, artigos e crônicas, op. cit., p.256.

92 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.349.

93 Carta redigida em 24 de março de 1938 – datilografada em papel timbrado da “Companhia Mattogrossense de Petróleo”– arquivo do Museu Monteiro Lobato.

94 LOBATO, Monteiro. Dom Quixote das crianças. São Paulo: Brasiliense, s.d.

95 Conferências, artigos e crônicas, op. cit., p.251.

96 NUNES, Cassiano. Novos estudos sobre Monteiro Lobato. Brasília: UNB, 1998. p.219.

97 Conferências, artigos e crônicas, op. cit., p.255.

98 Ibid., p.299. Essas idéias foram desenvolvidas por Lobato no texto “O planejamento do futuro”. Escrito originalmente para o “Almanaque do Pensamento”, segundo os editores, tudo indica que o presente texto seria aproveitado para uma possível “História da ciência para as crianças”. A narrativa apresenta uma reflexão de Dona Benta sobre a educação das crianças em oposição à idéia do Coronel Teodorico.

99 Ibid.

100 Críticas e outras notas, op. cit., p.79.

101 Monteiro Lobato vivo, op. cit., p.96.

102 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.372. Carta de 19 de dezembro de 1945.

103 O prefácio de Francisca Júlia para Alma infantil é uma mostra da preocupação constante com as formas cultas da linguagem. Acreditando que as manifestações da linguagem, enquanto diálogo vivo da comunidade, poderiam ser prejudiciais para os leitores infantis, a autora alerta: “As nossas escolas do Estado estão invadidas de livros medíocres. A maior parte deles estão escritos em linguagem incorreta onde, por vezes, ressalta o calão popular e o termo chulo. Esses livros, pois, em vez de educar as crianças, guiando-lhes o gosto para as coisas belas e elevadas, vicia-as desde cedo, familiarizando-as com as formas dialetais mais plebéias”. In: LAJOLO, Marisa, ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: história e histórias. São Paulo: Ática, 1987. p.42.

104 No prefácio ao livro Éramos seis, da senhora Leandro Dupré, Lobato destaca: “A nossa grande gente nacional escreve dum modo tão requintado, tão sublimado, tão empoleirado, que ler a maioria das coisas existentes se torna um perfeito traduzir – e isso cansa”. Lobato, Monteiro. Prefácios e entrevistas, op. cit., p.57.

105 BAKHTIN, Mikhail. Gêneros do discurso. In: ___. Estética da criação verbal. Traduzido por Maria Ermantina G. G. Pereira. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p.324.

106 LOBATO, Monteiro. América. São Paulo: Brasiliense, 1964. p.45.

107 CHARTIER, Roger. Do livro à leitura. In: ___. Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 1996. p.95-98.

108 LAJOLO, Marisa, ZILBERMAN, Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1996. p.82-85.

109 Cartas escolhidas, v.1, op. cit., p.45.

110 A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.226.

111 A barca de Gleyre, v.2 , p.352.

112 Ibid., p.300-301.

113 Ibid., p.21. Carta de 12 de fevereiro de 1915.

114 Ibid., p.46. Carta de 4 de agosto de 1915.

115 TRAVASSOS, Nelson Palma. O livro no Brasil. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 19 agosto 1943.

116 CAVALHEIRO, Edgar. Monteiro Lobato: vida e obra. v.1, op. cit., p.194.

117 CORREA, Viriato. O bandeirante do livro. Diário de S. Paulo, São Paulo, 02 set. 1932.

118 Prefácios e entrevistas, op. cit., p.159.

119 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.234.

120 Ibid., p.263.

121 Ibid., p.260.

122 Ibid., p.312.

123 Ibid., p.220. Carta de 29 de novembro de 1920.

124 LIMA, Alceu Amoroso. Arte e mercantilismo. In: ___. Estudos literários. Rio de Janeiro: Aguilar, 1966. p.300.

125 Ibid., p.302.

126 A literatura para criança era confundida e tratada como literatura escolar, intimamente ligada à pedagogia. Sua introdução se dava nos bancos escolares, e disso não escapou nem mesmo Lobato. Narizinho arrebitado, que daria, segundo Leonardo Arroyo, a independência ao gênero, também faz concessões. ARROYO, Leonardo. Literatura infantil brasileira: ensaio de preliminares para a sua história e suas fontes. São Paulo: Melhoramentos, 1968.

127 Cartas escolhidas, v.1, op. cit., p.196.

128 Cartas escolhidas, v.2, p.30.

129 Ibid., p.32.

130 NUNES, Cassiano. (org.) Monteiro Lobato vivo, op. cit., p.122.

131 Contraditoriamente, em 1912, Lobato criticava as preocupações de Nogueira, colega do tempo do Minarete, com a confecção material do livro: “Nogueira tem preocupações cômicas – a qualidade do papel, o tamanho das margens, ilustrações, como se um livro valesse por outra coisa que não o miolo. Quem procura essas galantezas estranhas à literatura não mostra confiança no que escreve. É procurar muletas”. A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.327. Carta de 9 de abril de 1912.

132 Críticas e outras notas, op. cit., p.81-82.

133 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.188. Carta de 8 de fevereiro de 1919.

134 Ibid., p.258. Carta datada de 7 de outubro de 1923.

135 Ibid., p.299. Carta datada de 07 de fevereiro de 1927. Devemos lembrar que seu primeiro livro de contos Urupês originalmente iria se chamar “Dez mortes trágicas”, porém foi aconselhado a modificá-lo pelo amigo Artur Neiva.

136 CAVALHEIRO, Edgard. A correspondência entre Monteiro Lobato e Lima Barreto. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1955. p.42.

137 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.306. O lançamento de Reinações de Narizinho, em 1931, vem impresso em página inteira, no jornal Estado de S. Paulo, com desenhos de Belmonte. O autor, no centro da página, está rodeado pelas personagens do universo fantástico do Picapau Amarelo.

138 Ibid., p.328.

139 Luís Camargo destaca que essa não era uma prática comum no período; na maioria dos casos os livros não traziam nenhuma referência ao ilustrador, quando muito eram representados pelos seus monogramas. CAMARGO, Luís. Livro de imagem: alfabetização visual e narrativa. Jornal da Alfabetizadora. Ano II, n.8. Porto Alegre: Kuarup, 1990. p.16.

140 Cartas escolhidas, v.1, op. cit., p.109.

141 NUNES, Cassiano. (org.) Monteiro Lobato vivo, op. cit., p.58. As ilustrações provavelmente ficaram prontas, pois a primeira edição do livro data de 1939.

142 Ibid., p.82.

143 Cartas escolhidas, v.1, op. cit., p.293.

144 A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.293.

145 LOBATO, Monteiro. A reforma da natureza. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.1.200.

146 LOBATO, Monteiro. Na antevéspera. São Paulo: Brasiliense, 1964. p.103.

147 LOBATO, Monteiro. América, op. cit., p.45.

148 Mundo da lua e Miscelânea, op. cit., p.55.

149 Brito Broca nomeia as inovações lobatianas de “ciência editorial”, e Marisa Lajolo aponta a “filosofia editorial” como um dos destaques da sua modernidade. Os pontos levantados por ambos, como não poderia deixar de ser, foram focalizados no texto: a criação de uma rede de distribuição para o livro; a qualidade na apresentação gráfica do material impresso. BROCA, Brito. Lobato editor. A Gazeta, São Paulo, 12 agosto 1958. LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: a modernidade do contra, op. cit., p.34.

150 A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.221.

151 Dedicatória de Monteiro Lobato ao livro O Sacy-Pererê: resultado de um inquérito. Rio de Janeiro: Gráfica JB S.A., 1998. Fac-símile de: O Sacy-Pererê: resultado de um inquérito. São Paulo: Secção de obras de O Estado de S. Paulo, 1918.

152 O livro, que foi publicado em 1918, sob o pseudônimo de Demonólogo Amador, é o resultado de uma pesquisa sobre o Saci-Pererê, desenvolvida por Lobato durante as suas colaborações para o jornal O Estado de S. Paulo.

153 Faz-se necessário ressaltar dois trabalhos que colaboram para a compreensão dessa tematização: ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil e o leitor. In: ___, MAGALHÃES, Ligia Cademartori. Literatura infantil: autoritarismo e emancipação. São Paulo: Ática, 1987. p.61-134 e LAJOLO, Marisa. Lobato, um Dom Quixote no caminho da leitura . In: ___. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1994. p.94-103.

154 Adotamos a idéia de Wolfgang Iser, para quem a ficção do leitor corresponde a um “determinado repertório de sinais expostos no texto” interrelacionados com outras perspectivas do texto, como narrador, personagens e ações. Já o papel do leitor “resulta da interação de perspectivas e se desenvolve na atividade orientada da leitura.” ISER, Wolfgang. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. Traduzido por Johannes Kretschmer. São Paulo: Ed.34, 1996. p.72.

155 LOBATO, Monteiro. História do mundo para as crianças. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.1.589.

156 LOBATO, Monteiro. Memórias da Emília. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.243.

157 Ibid., p.244.

158 LOBATO, Monteiro. Dom Quixote das crianças, op. cit., p.951.

159 LOBATO, Monteiro. História das invenções. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.1.885.

160 História do mundo para as crianças, op. cit., p.1.685.

161 Memórias da Emília, op. cit., p.290.

162 LOBATO, Monteiro. O circo de cavalinhos. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.116.

163 LOBATO, Monteiro. O marquês de Rabicó. In: ___. Reinações de Narizinho. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.54.

164 História das invenções, op. cit., p.1.843.

165 Pelo correio chegam entre outras novidades editoriais os livros: Child’s History of the World, do diretor da Calvert School, Hillyer, que será adaptado pela contadeira em História do mundo para as crianças (1933); História das invenções do homem: o fazedor de milagres, do americano Hendrick Van Loon, o mote para a narrativa História das invenções.

166 O título da narrativa de Peter Pan vem escrito em inglês, já Pinóquio provavelmente estava na tradução de Portugal pela observações oriundas do texto. Segundo Nelly Novaes Coelho, a tradução brasileira de Pinóquio só ocorreu em 1933, produzida pelo próprio Lobato. COELHO, Nelly Novaes. A literatura infantil: história, teoria, análise: das origens orientais ao Brasil de hoje. São Paulo: Quíron; Brasília: INL, 1981. p.320.

167 O irmão do Pinóquio, op. cit., p.102.

168 Ibid. A crítica de Lobato à “língua de defunto” e aos livros dirigidos para as crianças é uma constante em sua produção infantil, exemplificada pelas infindáveis fugas de Polegar e outras personagens do mundo maravilhoso que buscam escapulir de Dona Carochinha.

169 Ibid., p.103.

170 LOBATO, Monteiro. Peter Pan. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.586.

171 Ibid., p.594.

172 Ibid., p.596.

173 Ibid., p.608.

174 Ibid., p.613.

175 Ibid., p.620.

176 LOBATO, Monteiro. As aventuras de Hans Staden. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.894.

177 Ibid., p.860.

178 Ibid., p.856.

179 Ibid., p.870.

180 AZEVEDO, Carmem Lúcia, CAMARGO, Marcia, SACCHETTA, Vladimir. Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo: Ed.SENAC, 1997. p.188.

181 Dom Quixote das crianças, op. cit., p.897.

182 Ibid., p.898.

183 Ibid., p.958.

184 Ibid., p.973.

185 Ibid.

186 Da leitura do mundo para o mundo da leitura, op. cit., p.103.

187 História do mundo para as crianças, op. cit., p.1.567.

188 Ibid., p.1.675.

189 Ibid., p.1.685.

190 Ibid., p.1.666.

191 História das invenções, op. cit., p.1.841.

192 LOBATO, Monteiro. Diálogo de Dona Benta e Narizinho, A Voz da Infância, op. cit.

193 Alexina Magalhães Pinto, na primeira década do século, reflete sobre uma biblioteca infantil. Contudo sua linha de pensamento restringia-se aos livros que poderiam ser utilizados pelas crianças nos cursos primários, construindo dessa forma, em 1916, o Esboço provisório de uma biblioteca infantil. LAJOLO, Marisa, ZILBERMAN, Regina. Um Brasil para crianças: para conhecer a literatura infantil brasileira: história, autores e textos. São Paulo: Global, 1988. p.280-288.

194 MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. São Paulo: Ática, 1996. p.327.

195 CHARTIER, Anne-Marie, HÉRBRARD, Jean. Discursos sobre a leitura – 1880-1980. Traduzido por Osvaldo Biato e Sérgio Bath. São Paulo: Ática, 1995. p.174.

196 LOBATO, Monteiro. América, op. cit., p.213.

197 Conferências, artigos e crônicas, op. cit., p.252.

198 Ibid.

199 Ibid., p.253.

200 A referida biblioteca foi criada em 14 de abril de 1936, sob o nome de Biblioteca Infantil Municipal. Em 08 de dezembro de 1955, já situada no atual prédio, passou a se denominar Biblioteca Infantil “Monteiro Lobato”. Em vida, o escritor realizou várias doações à biblioteca, e este pequeno acervo era conhecido como Museu da Emília. Quando de sua morte (4/7/1948), a família doou vários bens do escritor. A partir de 1959 começa a organização do espaço “Museu Monteiro Lobato” que consta de um acervo múltiplo: objetos de uso pessoal (navalha, pincel de barba, ternos, cachecol, etc.), mobília da editora e da residência do escritor, quadros, documento, obras raras e manuscritos.

201 FRACCAROLI, Lenyra C. Lobato e a biblioteca infantil. In: DANTAS, Paulo. Vozes do tempo de Lobato. São Paulo: Traço, 1982. p.112.

202 A carta de Lobato foi publicada em A Voz da Infância, São Paulo, abr. 1962.

203 Após a morte do escritor, essa peça, juntamente com outras narrativas, foi reunida num volume intitulado Histórias diversas.

204 PEREIRA, Lúcia Miguel. Um Escritor e seu Público. Revista Panorama – Arte e Literatura. Ano 1, número 7, Minas Gerais: abril/maio de 1948. p.9.

205 Documento pertencente ao acervo do Museu Monteiro Lobato.

206 Em 1950 a Biblioteca Infantil já estava situada no atual edifício, rua General Jardim, 485. Trata-se do maior prédio do gênero na América do Sul construído especialmente para abrigar um espaço para livros e crianças.

207 A Voz da Infância, dez. 1945, op. cit., p.2.

208 Em 22 de outubro de 1943, Lobato comenta com Gulnara a idéia de Urbano Pereira de criar em Taubaté uma biblioteca para crianças que lembrasse no seu conjunto o Sítio do Picapau Amarelo: “O plano da biblioteca-sítio é maravilhoso, e faz aos adultos e velhos lamentarem-se de não ser crianças de agora. As crianças de meu tempo nada tinham para ler. Eu lia e relia dois ou três livros que eram os únicos existentes: um Menino Verde, um João Felpudo e um Robinson”. LOBATO, Monteiro. Cartas escolhidas, v.2, op. cit., p.118.

209 A Voz da Infância, dez. 1945, op. cit. p.3.

210 Ibid.

211 As cartas oriundas de instituições escolares serão analisadas no capítulo 5.

212 NUNES, Cassiano. (org.) Monteiro Lobato vivo, op. cit., p.218.

213 CAVALHEIRO, Edgard. Monteiro Lobato: vida e obra, v.2, op. cit., p.610.

214 NUNES, Cassiano. (org.) Monteiro Lobato vivo, op. cit., p.35-36.

215 Cartas escolhidas, v.2, op. cit., p.192.

216 Monteiro Lobato: vida e obra, v.2, op. cit., p.664.

217 Diário de S. Paulo, São Paulo, 7 jul. 1948.

218 Ibid.

219 Monteiro Lobato: vida e obra, v.2, op. cit., p.691.

220 LOBATO, Monteiro. A barca de Gleyre. São Paulo: Brasiliense, 1964. v.1. p.83.

221 A condenação inicial dar-se-ia pelo período de seis meses, mas Lobato cumpriu apenas três meses devido a um indulto do presidente Getúlio Vargas.

222 GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. História da educação. São Paulo: Cortez, 1991. p.43. O educador Paschoal Lemme, ao relembrar a posição de Tristão de Athayde nesse embate, destaca a sua função de mentor de Gustavo Capanema e sua luta incessante contra as idéias reformadoras de Anísio Teixeira e Fernando de Azevedo. Porém, a sua postura modificou-se pós-64, chegando a se penitenciar pelo ataque aos educadores. In: BUFFA, Estela, NOSELLA, Paolo. A educação negada: introdução ao estudo da educação brasileira contemporânea. São Paulo: Cortez, 1991. p.111.


223 NUNES, Cassiano. Monteiro Lobato e Anísio Teixeira: o sonho da educação no Brasil. São Paulo: s.n., 1986. Em 1932, Anísio Teixeira assume o cargo, dando continuidade às reformas pedagógicas de Fernando de Azevedo. Monteiro Lobato comprova de perto as realizações do educador, ao visitar, em 1934, junto com ele, a Escola Experimental Barbara Otoni, localizada no Rio de Janeiro.

224 Ibid., p.10.

225 Ibid., p.26.

226 O sino de São José. Freguesia de São José, Belo Horizonte, 4 fev. 1934. In: CAVALHEIRO, Edgard. Monteiro Lobato: vida e obra. São Paulo: Nacional, 1955. v.2. p.593.

227 Edgard Cavalheiro cita o boletim sem se referir a data e o local. Mas, sem dúvida, é datado após 1944, pois traz análise do livro Os doze trabalhos de Hércules, de 1944.

228 Os livros pedagógicos do Sr. Monteiro Lobato em apuros. A União: Semanário Católico do Rio, Rio de Janeiro, 11 out. 1936.

229 Ibid.

230 O Código de Direito Canônico foi promulgado por Bento XV, a 27 de maio de 1917 e entrou em vigor a 19 de maio de 1918. Em 25 de janeiro de 1959, João XXIII sugeria a renovação do Código para se adequar às novas mentalidades e necessidades contemporâneas, sem fugir, é claro, ao fundamento do direito antigo. Os trabalhos de revisão foram iniciados publicamente a 20 de novembro de 1965, mas sua promulgação deu-se somente em 25 de janeiro de 1983, por João Paulo II. HORTAL, Jesús Pe. (comentários e notas) Código de Direito Canônico. Traduzido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. São Paulo: Loyola, 1987.


231 A União: Semanário Católico do Rio, op. cit.

232 Ibid.

233 Ibid.

234 CAVALHEIRO, Edgard. Monteiro Lobato: vida e obra, v.2, op. cit., p.594.

235 PENTEADO, J. Roberto Whitaker. Os filhos de Lobato: o imaginário infantil na ideologia do adulto. Rio de Janeiro: Qualitymark/Dunya, 1997. p.217.

236 ATHAYDE, Tristão. Monteiro Lobato – I. In: DANTAS, Paulo. Vozes do tempo de Lobato. São Paulo: Traço, 1982. p.51.

237 NUNES, Cassiano. Novos estudos sobre Monteiro Lobato. Brasília: UNB, 1998. p.264-265.

238 LOBATO, Monteiro. Cartas escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1964. v.2. p.143.

239 NUNES, Cassiano. Novos estudos sobre Monteiro Lobato, op. cit., p.230.

240 Ibid., p.259.

241 Monteiro Lobato: vida e obra, v.2, op. cit., p.591.

242 NUNES, Cassiano. (org.) Monteiro Lobato vivo. Rio de Janeiro: MPM Propaganda/ Record, 1986. p.195.

243 Segundo os pesquisadores e autores do livro Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia, o livro infantil Peter Pan e, poderíamos dizer - pelo próprio depoimento de Lobato, outros títulos deixaram de circular nas bibliotecas escolares do Estado de São Paulo: “Dois dias após o indulto concedido por Vargas, o zeloso superintendente de Segurança Política e Social, Bráulio de Mendonça Filho, havia encaminhado um ofício ao secretário da Educação do estado, J. Rodrigues Alves Sobrinho. Solicitava informar se a Diretoria de ensino indicara o procurado Peter Pan para a rede de bibliotecas escolares”. AZEVEDO, Carmen Lucia, CAMARGO, Marcia, SACCHETTA, Vladimir. Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo: Ed. SENAC, 1997. p.307-310.

244 Ibid. Promoção na Queixa n. 4.188, 20 jun. 1941. Prontuário n. 6.575, Fundo DEOPS, Arquivo do Estado/SP.

245 Marisa Lajolo afirma que “a marca de escritor infantil maldito foi ficando tão forte que Lobato acabou transferindo seus títulos da Companhia Editora Nacional para a Editora Brasiliense, tanto incomodava a Octalles a campanha sistemática contra os livros de seu ex-sócio”. LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: a modernidade do contra. São Paulo: Brasiliense, 1985. p.77.

246 O Brasil insultado por Brasileiros. Diário da Noite, Rio de Janeiro, 13 mar. 1936.

247 LOBATO, Monteiro. Prefácios e entrevistas. São Paulo: Brasiliense, 1964. p.235.

248 Ibid., p.249.

249 BLACK, Eoys. Monteiro Lobato: uma alma que não conheceu algemas. Artes e Letras, Campinas, 11 jul. 1948.

250 Monteiro Lobato vivo, op. cit., p.235.

251 BRASIL, Padre Sales. A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para crianças. Bahia: Aguiar & Souza, 1957. p.307.

252 Edgard Cavalheiro no artigo “Lobato entre a cruz e a espada: defesa do seu amigo e biógrafo” comenta e defende Monteiro Lobato dos ataques do Padre Sales Brasil. Para Cavalheiro o padre busca agredir os livros infantis de Lobato através de uma comprovação “forçada”. “Se a prosa do padre é frágil, primária, risível quando tenta a ironia, seus argumentos e deduções são simplórios, infantis, quando não repletos de contradições e de nonsenses que envergonhariam qualquer outro aluno ginasial”. CAVALHEIRO, Edgard. Lobato entre a cruz e a espada: defesa do seu amigo e biógrafo. In: DANTAS, Paulo. Vozes do tempo de Lobato, São Paulo: Traço, 1982. p.208.

253 LISPECTOR, Clarice. Felicidade clandestina. 2.ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1975.

254 NUNES, Lygia Bojunga. Livro – eu te lendo. In: ___. Livro: um encontro com Lygia Bojunga Nunes. Rio de Janeiro: Agir, 1988.

255 LIMA, Alceu Amoroso. Livros para crianças. In: ___. Estudos literários. Rio de Janeiro: Aguillar, 1966. p.347-352.

256 CORREA, Viriato. O Bandeirante do Livro. Diário de S. Paulo, São Paulo, 02 set. 1932.

257 BANDEIRA, Manuel. Impressões literárias. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, 12 nov. 1933.


258 Ibid.

259 AMADO, Jorge. Livros infantis. Revista brasileira. Rio de Janeiro: 1935.

260 Ibid.

261 LESSA, Orígenes. Lobato. Jornal da Manhã, São Paulo, 13 jan. 1939.

262 CAVALHEIRO, Edgar. No Sítio do Picapau Amarelo. Gazeta Magazine, São Paulo, 11 jan. 1942.

263 LIMA, Herman. O Jubileu de Urupês. Revista da Semana. 18 de setembro de 1943. p.3.

264 SODRÉ, Nelson Werneck. Lobato e as crianças. Leitura. Novembro de 1944. p.39.

265 BELMONTE. Lobato. Folha da Noite, São Paulo, 29 abr. 1946.

266 SCHMIDT, Afonso. Monteiro Lobato. Revista da Academia Paulista de Letras. São Paulo: setembro de 1948.

267 Ibid.

268 RABELO, Sylvio. Lobato do panfleto e da caricatura. Diário de S. Paulo, São Paulo, 21 mai. 1944.

269 CANDIDO, Antonio. Monteiro Lobato (notas de crítica literária). Folha da Manhã, São Paulo, 10 dez. 1944.

270 O artigo foi publicado originalmente no jornal Diário de S. Paulo, em 20 de fevereiro de 1947. Encontra-se transcrito no livro: LAJOLO, Marisa, ZILBERMAN, Regina. Um Brasil para crianças: para conhecer a literatura infantil brasileira: história, autores e textos. São Paulo: Global, 1988. p.329-333.

271 ABRAMO, Cláudio. No ventre da história. Folha de S. Paulo, São Paulo, 18 abr. 1982.

272 Ibid.

273 LOBATO, Monteiro. Prêmio Perón de 1947. Jornal de S. Paulo, São Paulo, 18 jan. 1948.

274 GONDRA, Juan Carlos. Monteiro Lobato visto y oído. Revista Atlãntida. Ano 29, n. 957, Buenos Aires, outubro de 1946. p.58.

275 ABRAMO, Cláudio. Mowgly, Tarzan e Kaspar Hauser. Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 out. 1983.

276 ABRAMO, Cláudio. Nós e os outros. Folha de S. Paulo, São Paulo, 13 nov. 1984.

277 No ventre da história, op. cit.

278 BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, s.d. p.242.

279SODRÉ, Nelson Werneck. História da literatura brasileira: seus fundamentos econômicos. 5.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. p.416.

280COUTINHO, Afrânio. (org.) A literatura no Brasil. Simbolismo-impressionismo-transição. Rio de Janeiro: Editorial Sul americana, 1969. v.IV.

281 Ibid, v.V, p.6.

282 COUTINHO, Afrânio. (org.) A literatura no Brasil. ed. revista e ampliada. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1986. v. VII. p.200-223.

283 LANDERS, Vasda Bonafini. De Jeca a Macunaíma: Monteiro Lobato e o Modernismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1988. p.114.

284 CHIARELLI, Tadeu. Um Jeca nos vernissages. São Paulo: Edusp, 1995. p.33.

285 KOSHIYAMA, Alice Mitika. Monteiro Lobato: intelectual, empresário, editor. São Paulo: Queiroz, 1982.

286 LAJOLO, Marisa, ZILBERMAN, Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1996.

287 LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: a modernidade do contra. São Paulo: Brasiliense, 1985. Recentemente a autora reeditou o livro com novo título: Monteiro Lobato: um brasileiro sob medida. São Paulo: Moderna, 2000.

288 LUCAS, Fábio. O mundo das cartas. Letras de Hoje. Porto Alegre. v.15, n.3, 1982. O artigo é resultado de uma palestra proferida no Encontro Nacional de Literatura Brasileira: Centenário Monteiro Lobato, realizado na PUCRS. O mesmo texto é reproduzido pelo autor no livro Do barroco ao modernismo. LUCAS, Fábio. Aspectos literários de Monteiro Lobato. In: ____. Do barroco ao modernismo. São Paulo: Ática, 1989. p.58-83.

289 NUNES, Cassiano. A correspondência de Monteiro Lobato. Letras de Hoje. Porto Alegre. v.15, n.3, 1982. ____. A atualidade de Monteiro Lobato. Brasília: Thesauros, 1985.

290 ARROYO, Leonardo. Literatura infantil brasileira: ensaio de preliminares para a sua história e suas fontes. São Paulo: Melhoramentos, 1968.

291 LAJOLO, Marisa, ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: histórias e histórias. ____ , ____. Um Brasil para crianças, op. cit.

292 SANDRONI, Laura. De Lobato a Bojunga: as reinações renovadas. Rio de Janeiro: Agir, 1987. p.60.

293 Ibid.

294 CAGNETI, Sueli de Souza. A inventividade e a transgressão nas obras de Lobato e Lygia: confronto. Florianópolis: UFSC, 1988. (Dissertação de Mestrado).

295 COELHO, Nelly Novaes. A literatura infantil: história, teoria, análise: das origens orientais ao Brasil de hoje. São Paulo: Quíron; Brasília: INL, 1981. p.359.

296 Ibid., p.372-373.

297 O que se dar a criança? E tudo se decide longe dela. O Estado de S. Paulo, São Paulo: 25 jun. 1978. p.24-25.

298 LAJOLO, Marisa. A modernidade do contra, op. cit., p.46-54.

299 FRIAS FILHO, Otávio. Rememórias de Emília. Folha de S. Paulo, São Paulo: 28 jun. 1998. p.7. O artigo encontra-se publicado em livro: FRIAS FILHO, Otávio, CHAGA, Marco Antonio. Monteiro Lobato. Chapecó: Grifos, 1999.

300 MARINHO, João Carlos. Conversando de Monteiro Lobato. São Paulo: Obelisco, 1978. p.8.

301 HAYDEN, Rose Lee. The children’s literature of José Bento Monteiro Lobato of Brazil: a pedagogy for progress. Diss. Michigan State University, 1974. p.164.

302 Conversando de Monteiro Lobato, op. cit., p.16.

303 KUPSTAS, Márcia. Monteiro Lobato. São Paulo: Ática, 1988.

304 HAYDEN, Rose Lee, op. cit., p.101-104.

305 MAGALHÃES, Ligia Cademartori. O Brasil levado a sério. Letras de Hoje. Porto Alegre. v.15, n.3, 1982.

306 VASCONCELLOS, Zilda Maria Carvalho. O universo ideológico da obra infantil de Monteiro Lobato. São Paulo: Traço, 1982.

307 PENTEADO, J. Roberto Whitaker. Os filhos de Lobato: o imaginário infantil na ideologia do adulto. Rio de Janeiro: Qualitymark/ Dunya, 1997.

308 CAVALHEIRO, Edgard. As crianças escrevem para Monteiro Lobato. Panorama: arte e literatura. n. 7, ano 1, Minas Gerais: abril/maio de 1948. p.25, 26 e 37.

309 PEREIRA, Lúcia Miguel. Um escritor e seu público. Panorama: arte e literatura. n. 7, ano 1, Minas Gerais: abril/ maio de 1948. p.9 e 28.

310 Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia, op. cit.

311 MILLIET, Sérgio. Diário crítico. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1981. v.3. p.57.

312 Ibid., v. 2, p.269.

313 TRAVASSOS, Nelson Palma. Minhas Memórias dos Monteiros Lobatos. São Paulo: Clube do Livro, 1974. p.177.

314 ANDRADE, Oswald de. Carta a Monteiro Lobato. In: ___. Ponta de Lança. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971. p.6.

315 Ibid., p.7.

316 A barca de Gleyre, v.2, op. cit., p.294.

317 Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia, op. cit., p.356.

318 Ibid.

319 Informações da leitora Lygia Salati de Almeida em carta ao escritor, datada de 4 de setembro de 1946.

320 Cópia no arquivo do Museu Monteiro Lobato (SP). Original na Biblioteca Mário de Andrade – Seção de obras raras e especiais.

321 BELINKY, Tatiana. Sem fronteiras entre a realidade e a fantasia. In: DANTAS, Paulo, op. cit., p.233.

322 ATHANÁZIO, Enéas. Meu amigo Hélio Bruma. São Paulo: Editora do Escritor, 1987. p.32.

323 CAPARELLI, Sérgio. Televisão, programas infantis e a criança. In: ZILBERMAN, Regina. (org.) A produção cultural para crianças. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982. p.79.

324 AGUIAR, Vera Teixeira. Monteiro Lobato na escola. In: ZILBERMAN, Regina (org.) Atualidade de Monteiro Lobato: uma revisão crítica. Porto Alegre: Mercado aberto, 1983. p.139-142.

325 WERKMEISTER, Diana Maria Noronha. A formação do leitor de literatura: histórias de leitores. Porto Alegre: PUC, 1993. (Tese de Doutorado)

326 RUIZ, Silvia. Biblioteca Básica. Folha de S. Paulo, São Paulo, 12 out. 1998. p.1-3.

327 Os Filhos de Lobato: o imaginário infantil na ideologia do adulto, op. cit.

328 ARAÚJO, Luiz Antônio, VERAS, Eduardo. Monteiro Lobato não é mais aquele. Zero Hora, Porto Alegre, 4 jul. 1998. p.4-5.

329 Depoimento de Menotti del Picchia. In: NUNES, Cassiano. Novos estudos sobre Monteiro Lobato, op. cit., p.159.

330 DONATO, Mário. O meu Lobato. In: DANTAS, Paulo, op. cit., p.115.

331 Nelson Palma Travassos, ao deixar sua cidade no interior de São Paulo e se deslocar para a metrópole, resolve recorrer a Lobato em busca de um emprego na sua casa editorial. A resposta negativa e fulminante não abalou o inexperiente rapaz que acredita ter ali iniciado a sua vida de adulto. “ – Empregados não precisamos. Precisamos é de leitores. Você sabe ler? Se sabe já temos meio caminho andado”. TRAVASSOS, Nelson Palma. Minhas memórias dos Monteiros Lobatos, op. cit., p.65.

332 Ibid., p.66.

333 Ibid., p.97.

334 COUTO, Ribeiro. Lobato e a conquista do mundo. In: NUNES, Cassiano. Novos estudos sobre Monteiro Lobato, op. cit., p.171.

335 CONTE, Alberto. Monteiro Lobato: o homem e a obra. São Paulo: Brasiliense, 1948. p.22.

336 IEB - USP

337 Ibid.

338 Ibid.

339 LOBATO, Monteiro. Memórias da Emília. São Paulo: Brasiliense, s.d. p.240.

340 LOBATO, Monteiro. Prefácios e entrevistas, op. cit., p.261.

341 A barca de Gleyre, v.1, op. cit., p.290.

342 LOBATO, Monteiro. O Sacy-Pererê: resultado de um inquérito. Rio de Janeiro: Gráfica JB S. A., 1998. Fac-símile de: O Sacy-Pererê: resultado de um inquérito. São Paulo: Secção de obras de O Estado de S. Paulo, 1918.

343 Minhas memórias dos Monteiros Lobatos, op. cit. p.122.

344 Ibid., p.123.

345 LOBATO, Rute Monteiro. Álbum de Família. In: DANTAS, Paulo, op. cit., p.165.

346 Entrevista realizada em 13 de setembro de 1999, na cidade de São Paulo.

347 A barca de Gleyre. v.1, op. cit., p.152. Carta de o3 de outubro de 1917.

348 LOBATO, Monteiro. Mundo da lua e Miscelânea. 14. ed. São Paulo: Brasiliense, 1972. p.116.

349 Em carta a Vicente Guimarães (24/3/1938), Lobato conta seus planos em relação à UJB: “O programa é tornar a UJB a maior empresa de publicidade do Brasil, no menor espaço de tempo”. Carta inédita, arquivo do Museu Monteiro Lobato (SP).

350 LIMA, Alceu Amoroso. Arte e mercantilismo, op. cit., p.300.

351 LOBATO, Monteiro. Prefácios e entrevistas, op. cit., p.218.

352 RANGEL, Godofredo. Urupês e Monteiro Lobato. Panorama: arte e literatura. n.7, ano 1, Minas Gerais: abril/maio de 1948.

353 Novos estudos sobre Monteiro Lobato, op. cit., p.91.

354 VILLA, Marco Antonio. Um combatente entre nós. Folha de S. Paulo. São Paulo: 28 jun. 1998. p.8.

355 Ibid. Wilson Martins também comparou Lobato à personagem Policarpo Quaresma. O crítico utilizou-se da expressão Policarpo-Lobato ao refletir as semelhanças do “nacionalismo idealista” da personagem de Lima Barreto e Monteiro Lobato. MARTINS, Wilson. História da inteligência brasileira. São Paulo: Cultrix, 1976. V.VI. p.7-16.

356 JAUSS, Hans Robert. A estética da recepção: colocações gerais. In: LIMA, Luiz Costa. (org.) A literatura e o leitor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. p.49.

357 SARTRE, Jean-Paul. Para quem se escreve? In: ___. Que é a literatura? Traduzido por Carlos Felipe Moisés. São Paulo: Ática, 1989. p.56.

358 Ibid., p.57.

359 Destacam-se os formalistas russos e o conceito de estranhamento; Hans Georg Gadamer, no livro Verdade e método, retoma os conceitos hermenêuticos da experiência estética; Roman Ingarden, em A obra de arte literária , focaliza o papel do leitor enquanto atualizador do texto.

360 O objeto desse modelo é, na maioria das vezes, a literatura moderna, o que provoca uma dificuldade seletiva na medida em que, inserida no contexto atual, está em constante desenvolvimento, ficando difícil divisá-la no seu conjunto. JAUSS, Hans Robert. A história da literatura como provocação à teoria literária. Traduzido por Sérgio Tellaroli. São Paulo: Ática, 1994. p.6.

361 Ibid. O objeto desse modelo é o cânone clássico.

362Ibid., p.23.

363ZILBERMAN, Regina. Estética da recepção e história da literatura. São Paulo: Ática, 1989. p.32.

364 A história da literatura como provocação ..., op. cit., p.25.

365JAUSS, Hans Robert. A estética da recepção: colocações gerais. In: LIMA, Luiz Costa, op. cit., p.46.

366JAUSS, Hans Robert. O prazer estético e as experiências fundamentais da poiesis, aisthesis e katharsis. In: LIMA, Luiz Costa. (org.) A literatura e o leitor, op. cit., p.77.

367Ibid., p.79.

368Ibid., p.80.

369Ibid.

370A história da literatura como provocação..., op. cit., p.29.

371 Ibid., p.31.

372 ZILBERMAN, Regina, op. cit., p.65.

373 A literatura como provocação ..., op. cit., p.52.

374 ISER, Wolfgang. O ato da leitura. Traduzido por Johannes Kretschmer. São Paulo: Ed.34, 1996. p.7.

375 NAVA, Pedro. Balão cativo. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1973. p.288.

376 LESSA, Orígenes. In: STEEN, Edla Van. Viver & escrever. Porto Alegre: L&PM, 1981. p.119.

377 BELINKY, Tatiana. Sem fronteira entre realidade e fantasia. In: DANTAS, Paulo. Vozes do tempo de Lobato. São Paulo: Traço, 1982. p.229-233.

378 NUNES, Lygia Bojunga. Livro – eu te lendo. In: ___. Livro: um encontro com Lygia Bojunga Nunes. Rio de Janeiro: Agir, 1988. p.11-29.

379 Ibid., p.13-14.

380 MONETA, Zelinda Tognoli Galati. Monteiro Lobato e a infância: no ensino do interior paulista. In: DANTAS, Paulo, op. cit., p.196.

381 MELQUIOR, José Guilherme. O publicista Lobato. In: ZILBERMAN, Regina. (org.) Atualidade de Monteiro Lobato: uma revisão crítica. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1983. p.12.

382 BOSI, Alfredo. Lobato e a criação literária. Boletim Bibliográfico Biblioteca Mário de Andrade. 1982. p.20.

383 CESAR, Guilhermino. Monteiro Lobato e o modernismo brasileiro. In: ZILBERMAN, Regina. (org.) Atualidade de Monteiro Lobato: uma revisão crítica, op. cit., p.40.

384 Ibid.

385 Ibid., p.34.

386 Na primeira edição, o médico receitava para a cura dos males do caipira preguiçoso a erva de Santa Maria.

387 CAVALHEIRO, Edgard. Monteiro Lobato: vida e obra. São Paulo: Nacional, 1955. v.1. p.11.

388 LOBATO, Monteiro. Um Mundo sem roupa suja... (entrevista de Justino Martins para a ‘Revista do Globo’). In: ___. Prefácios e Entrevistas. São Paulo: Brasiliense, 1951. p.287.

389 Depoimento cedido pelo autor em carta datada de 5 de outubro de 1998.

390 NUNES, Cassiano. A correspondência de Monteiro Lobato. São Paulo: s.n., 1982.

391 LAURITO, Ilka Brunhilde. Lobato, bonecas e meninas. In: DANTAS, Paulo, op. cit., p.161.

392 PALLOTTINI, Renata. Eu lia um livro... In: DANTAS, Paulo, op. cit., p.159.

393 LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: a modernidade do contra. São Paulo: Brasiliense, 1985. p.7-8.


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