Pregão eletrônico nº. 011/7071-2013 gilog/go comunicado



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3.22.1 Além dos relatórios referentes aos tratamentos químicos das águas de condensação e gelada, citados neste Anexo I, quando previstos, a MANTENEDORA deverá preencher e enviar mensalmente à CAIXA/GILOG os relatórios abaixo informados:

  • RMP – Relatório de Manutenção Preventiva (Anexo XIII).

  • Relatório de Ocorrências (Anexo XVII), capeando os RMP e informando todos os fatos relevantes constatados durante os serviços de manutenção preventiva no mês para cada unidade.

  • Cronograma Mensal de Manutenção Preventiva (Anexo XVI).

3.22.1.1 Para sistemas de grande porte, como os de expansão indireta (água gelada), deverá ser dada atenção especial ao Manual de Manutenção dos fabricantes dos condicionadores, atender e preencher os relatórios específicos de manutenção recomendados por aquelas empresas, em substituição ao RMP.

3.22.1.2 No caso de grandes edificações constituídas de sistemas com condicionadores de janela, poderão ser utilizados relatórios de manutenção, conforme Anexo XIII-A.

3.22.2 Os Relatórios de Ocorrências (Anexo XVII) devem ser preenchidos ainda na unidade, durante a manutenção dos sistemas de forma correta e sem rasuras, datados e assinados sob carimbo pelo: empregado CAIXA responsável pela unidade e, quando do seu envio para a CAIXA/GILOG, deverá vir assinado também pelo engenheiro mecânico RT da MANTENEDORA.



3.22.2.1 O responsável pela unidade CAIXA atendida, além de confirmar a presença dos profissionais ao local dos serviços, poderá registrar comentários sobre eventuais fatos relacionados ao sistema de climatização e ventilação (reclamações/sugestões/solicitações diversas), julgados importantes para a Unidade e conhecimento da CAIXA/GILOG.

3.22.2.2 Tais informações podem ser referentes ao estado de conservação, às condições de segurança, aos níveis de ruído, à qualidade do ar, ao conforto térmico e atendimento aos equipamentos que necessitam da climatização.

3.22.3 Os Relatórios de Manutenção Preventiva - RMP (Anexo XIII) devem ser preenchidos por ocasião da manutenção dos sistemas, de forma correta e sem rasuras, datados e assinados, sob carimbo, pelo engenheiro mecânico RT – Responsável Técnico e o Mecânico da MANTENEDORA

3.22.3.1 No campo inferior do RMP e, se necessário, também no seu verso, a MANTENEDORA deverá registrar todo tipo de irregularidades porventura encontradas no sistema, assim como outras informações julgadas importantes e necessárias para conhecimento e eventuais providências pela CAIXA/GILOG, apondo data e assinatura, sob carimbo, dos profissionais da MANTENEDORA.

3.22.3.2 No citado campo acima deverá ser informada a quantidade de materiais, peças e insumos gastos para a realização dos serviços.

3.22.4 O Cronograma Mensal de Manutenção Preventiva (Anexo XVI) deverá informar as datas de manutenção imediatamente anteriores e posteriores e o intervalo entre as mesmas para todas as unidades do contrato.

3.22.5 Quando das visitas às unidades para intervenções corretivas fora das datas normais de manutenção preventiva, a MANTENEDORA deverá fazer uso também de relatórios, para conhecimento e análise da CAIXA/GILOG sobre as respectivas ocorrências.

3.22.5.1 Para a tanto, deverão ser adotadas as fichas de manutenção corretiva próprias da MANTENEDORA, que deverão ser preenchidas com a relação de todos os serviços e materiais aplicados, constando as observações que forem necessárias de registro, sendo uma via fornecida à CAIXA/GILOG, para monitoramento e controle das ocorrências.

3.22.5.2 O fornecimento da relação dos materiais necessários durante a manutenção corretiva tem como um dos objetivos subsidiar essa parcela da composição de custos para os próximos editais e abrange todos os equipamentos, peças e insumos que serão despendidos durante a realização dos serviços.

3.22.5.3 Dentre os itens de insumos a serem utilizados destacam-se os fluidos refrigerantes, conforme subitem 3.16.3 deste Anexo I, para atendimento à exigência do IBAMA.

3.22.6 Os profissionais signatários da MANTENEDORA nos documentos em referência deverão ser os mesmos apresentados como RT – Responsáveis Técnicos - e os mecânicos deverão ser aqueles portadores de cursos de Ar Condicionado, conforme exigências do Edital..

3.22.7 A reprodução dos modelos adotados ficará a cargo da MANTENEDORA, sem ônus para a CAIXA.

3.22.8 Fica reservado à CAIXA o direito de, a qualquer tempo, alterar o modelo padrão dos relatórios, bem como propor outros julgados importantes para a gestão dos serviços de manutenção, cabendo à MANTENEDORA a reprodução dos mesmos, sem custos adicionais para a CAIXA.

3.23 Repasse de Informações aos Empregados CAIXA:

3.23.1 A MANTENEDORA deverá repassar orientações básicas a dois empregados de cada agência/unidade CAIXA que não possuam Técnico Residente, para a operação simples e diária do sistema de ar condicionado, assim como outras informações complementares de caráter apenas visual, que não exijam conhecimento técnico e que não ofereçam ainda quaisquer riscos de acidentes e danos à saúde dessas pessoas.

3.23.2 Essas orientações deverão ser repassadas no 1º mês de contrato, durante o período de manutenção, devendo ser informado no 1º relatório o nome dos empregados treinados.

3.23.3 Se previsto no Anexo V deste Edital, unidades CAIXA que possuam equipamentos de Processamento de Dados e de Suporte Tecnológico – e não havendo plantonista - as orientações acima deverão ser transmitidas em um prazo máximo de 5 dias após a assinatura do contrato.

3.23.4 Para facilitar o entendimento das orientações repassadas aos empregados da unidade CAIXA, a MANTENEDORA deverá apor sobre cada equipamento as instruções digitadas e plastificadas relativas à sua correta operação de liga/desliga.

3.23.5 Na ausência de um dos empregados, outro deverá receber o mesmo treinamento, de modo a manter, continuamente, dois empregados aptos a realizar a operação liga/desliga dos equipamentos.

3.24 Manutenção em ACJ - Aparelhos Condicionadores de Janela:


3.24.1 Quando a mantenedora retirar algum ACJ para conserto em oficina ou para executar os serviços preventivos anuais (Anexo VIII), deverá instalar outro aparelho no mesmo local, com capacidade frigorífica nominal equivalente, durante todo o período de ausência do aparelho principal, sem ônus para a CAIXA.
3.24.2 A retirada dos ACJs para a realização dos citados serviços de manutenção preventiva anual deverá ser comunicada à CAIXA/GILOG com 2 meses de antecedência, podendo ser utilizado o Relatório de Ocorrências (Anexo XVII) para tal informação.

3.24.3 Quando concluídas as intervenções, estas deverão ser registradas no mesmo documento, para conhecimento da CAIXA/GILOG sobre os serviços realizados.

3.24.4 Sendo necessário o remanejamento de um ACJ, ficará incumbido à MANTENEDORA realizar tal serviço, sem ônus para a CAIXA, desde que a infraestrutura esteja disponibilizada.

3.25 Cursos e Treinamentos Obrigatórios:

A MANTENEDORA deverá apresentar no prazo de até 45 (quarenta e cinco) dias, a partir da assinatura do contrato com a CAIXA:



      1. Certificado de conclusão de curso de ar condicionado para os mecânicos que executarão os serviços nos sistemas abrangidos pelo contrato, devendo o curso ser compatível com o sistema de tecnologia mais complexa do contrato e possuir ênfase em manutenção e operação.

3.25.1.1 Os cursos deverão ser reconhecidos ou ministrados por instituições do ramo, como SENAI, ABRAVA, ASBRAV, por meio de escolas ou outras entidades profissionalizantes reconhecidas pelo MEC, sendo aceitos também os cursos ministrados por fabricantes de condicionadores.



      1. Certificado de conclusão de curso da norma regulamentadora NR-10 para todos os empregados que trabalharão nos equipamentos da CAIXA, abrangendo desde os auxiliares de manutenção até os engenheiros responsáveis técnicos.




        1. Além das entidades de ensino reconhecidas pelo mercado, será aceito também curso de capacitação ministrado pela própria empresa, desde que o instrutor esteja devidamente habilitado e qualificado para tal função.

3.25.3 Treinamento em Automação para os mecânicos, sempre que esta tecnologia estiver integrada aos sistemas de climatização integrantes do Anexo IV, de modo a assegurar a sua correta operação, sendo a MANTENEDORA responsável pelo seu pleno funcionamento durante toda a vigência do contrato.


3.25.3.1 A comprovação deverá ser efetuada por meio de documento timbrado, emitido por empresa habilitada para o treinamento, podendo esta ser a instaladora, a fornecedora do software ou sua credenciada.
3.25.3.2 Para as unidades com previsão de plantonistas, será exigido que esses profissionais integrem os contemplados com o treinamento.

4 Custos Assumidos pela CAIXA

4.1 Além dos itens caracterizados como PSAC – Anexo I B, os equipamentos e componentes assinalados abaixo poderão ter os seus custos assumidos pela CAIXA, desde que sejam considerados pelos profissionais representantes desta como em condições de inviabilidade de recuperação, em decorrência de avaliação técnica que leva em conta as suas condições operacionais e de conservação, bem como a previsão de fim de vida útil:

a) Torres de arrefecimento, abrangendo o seu gabinete, enchimento, eliminadores de gota e conjunto ventilador;

b) Bombas hidráulicas de condensação e água gelada;

c) Tubulações hidráulicas de condensação e água gelada e seus acessórios componentes;

d) Unidades condensadoras de splits e minisplits, condensadores remotos de self-containeds instalados em localidades litorâneas ou distantes até 50 km do litoral;


e) Climatizadores do tipo fan-coils ou respectivos componentes principais (gabinetes, serpentinas, bandejas, conjunto ventilador);
f) Condicionadores tipo Splitões e self-containeds, ou respectivas serpentinas e bandejas das unidades ou módulos de.
4.1.1 Toda a mão-de-obra necessária à substituição e reparo dos equipamentos, tais como desmontagens, transportes vertical e horizontal, inclusive os de consumo, além da nova instalação, correrão por conta exclusiva da MANTENEDORA.

4.1.2 Os equipamentos retirados deverão ser entregues em local a ser definido por ocasião da realização dos serviços, o qual poderá ser o município sede da CAIXA/GILOG ou o município/região metropolitana onde se localiza a unidade CAIXA atendida.

4.1.2.1 Quando se tratar apenas de peças ou outros componentes substituídos, em função da inviabilidade de reaproveitamento, salvo disposição em contrário da CAIXA, não há necessidade de sua devolução, necessitando, entretanto ser retirados do imóvel.

4.1.3 A MANTENEDORA deverá apresentar à CAIXA/GILOG todas as informações técnicas necessárias dos elementos, cujas especificações devem ser iguais ou equivalentes aos originais, fornecendo também os dados de identificação, como tipo, marca, modelo e quantidade.

4.1.3.1 Juntamente com os dados acima, deverá ser enviado o orçamento correspondente por sistema/unidade, de forma detalhada, com o objetivo de possibilitar a análise pela CAIXA.

4.1.3.2 Os valores apresentados no orçamento dos materiais deverão estar compatíveis com os praticados pelo mercado.

4.1.4 O levantamento das condições dos equipamentos e componentes citados deverá ocorrer em até 60 (sessenta) dias corridos, após a assinatura do contrato, devendo a MANTENEDORA apresentar todos os itens considerados irrecuperáveis ou inviáveis de recuperação, sempre discriminado por unidade, para análise da CAIXA/GILOG.

4.1.4.1 Decorrido o prazo acima, a MANTENEDORA assumirá todas as despesas que se façam necessárias para assegurar o bom funcionamento e conservação de todos os componentes, com eficiência e segurança.



4.2 Outros custos de materiais e também de mão-de-obra poderão ser assumidos pela CAIXA, em consonância às especificações e orientações constantes do Anexo I-B e planilha do Anexo I-C, visando à implementação de melhorias nas instalações existentes, incluindo a sua infraestrutura, de acordo com a necessidade constatada e ratificada pela CAIXA, especialmente para assegurar os seguintes aspectos:

  • Qualidade do ar com atendimento às legislações vigentes;

  • Segurança física aos usuários;

  • Conforto acústico, de acordo com os parâmetros preestabelecidos;

  • Aumento da eficiência energética do conjunto

4.2.1 Exemplos de serviços de melhoria, eventualmente necessários em alguns sistemas:

  1. Substituição dos isolamentos termoacústicos localizados nos gabinetes das unidades internas, quando inadequados aos requisitos de qualidade do ar, por outros do tipo espuma elastomérica;

  2. Adaptação dos gabinetes dos condicionadores antigos, onde necessária, para instalação de pré-filtros e filtros de ar de maior eficiência, com observância do acréscimo da perda de carga (pressão estática), em relação ao motor existente, sem comprometimento da vazão de ar e das condições operacionais do condicionador em relação aos seus parâmetros termodinâmicos;

  3. Instalação de pré-filtros nos vãos de retorno de sistemas, sempre que não for viável o seu uso direto nos condicionadores;

  4. Redimensionamento das tomadas de ar exterior para a vazão recomendada pela Resolução ANVISA 009/2003 ou versão posterior, com registro e filtro classe G4, conforme ABNT 16.401/2008, observando o acréscimo de carga térmica decorrente dessa ampliação.

  5. Instalação de registros para controle das vazões de ar, nos locais necessários;

  6. Adaptação do interior das casas de máquinas para atendimento às demais normas de Qualidade do Ar Interior, conforme definidos no Anexo I A;

  7. Adaptação de unidades externas existentes para eliminação de curto-circuito de ar quente verificado no próprio equipamento ou em relação às outras unidades, com reposicionamento ou instalação/adaptação de dutos na descarga dos ventiladores, quando aplicável;

  8. Substituição de condicionadores portáteis - de pequeno porte - ou instalação de outros novos para atendimento a uma nova demanda;

  9. Remanejamento de ramais de dutos, adaptações ou pequenas ampliações, de modo a se ajustar a distribuição do ar às necessidades de mudanças de leiaute nos ambientes climatizados;

  10. Realocação de grelhas, difusores e venezianas, para melhor atendimento à insuflação e retorno do ar climatizado.

4.3 Todos os procedimentos efetuados para a promoção das referidas melhorias serão incorporados aos sistemas, tornando-se parte integrante dos mesmos, permanecendo assim sob a responsabilidade da MANTENEDORA os materiais e serviços necessários à sua manutenção.

4.4 A MANTENEDORA deverá apresentar os correspondentes quantitativos e especificações técnicas dos materiais, devendo ser equivalentes ou de qualidade superior aos existentes.

4.5 A CAIXA poderá adquirir os materiais e serviços de sua responsabilidade com terceiros, se entender ser esta a alternativa mais vantajosa, devendo a MANTENEDORA acompanhar a sua execução, sem ônus adicionais para a CAIXA.

ANEXO I - A



ESPECIFICAÇÕES E ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA A MANUTENÇÃO DA BOA QUALIDADE DO AR INTERIOR

1 Este Anexo tem por objetivo assegurar uma boa qualidade do ar interior nos ambientes climatizados, por meio da realização de serviços de manutenção, tendo como base as normas e documentos de referência, constantes do item 20 deste Anexo, além de procedimentos técnicos complementares adotados pela CAIXA e também constantes deste documento.

1.1 As disposições legais atualizadas a posteriori ou complementadas deverão ser implementadas pela CONTRATADA em substituição às versões anteriores, sem ônus adicionais para a CAIXA.

2 Para auxiliar na garantia da referida qualidade do ar, a CAIXA contratará, à parte, empresas especializadas em Avaliação da Qualidade do Ar de Interiores Climatizados, para a realização periódica das atividades abaixo discriminadas, em consonância com os parâmetros estabelecidos na Resolução ANVISA vigente, relativa à Qualidade do Ar:



  1. Coleta e análise microbiológica do ar, água e partículas presentes nos ambientes climatizados e componentes dos sistemas de climatização (interior e exterior);

  2. Análise físico-química do ar;

  3. Vistoria dos sistemas e registro das irregularidades constatadas nos ambientes e sistemas de climatização;

  4. Emissão de laudos detalhados e conclusivos, com pareceres técnicos sobre as análises efetuadas.

3 Em decorrência dos resultados apresentados pelos laudos, a constatação de contaminações do sistema ou outras irregularidades em pelo menos um dos parâmetros de controle, com ultrapassagem dos limites preestabelecidos, obrigará a CONTRATADA a providenciar as correções necessárias para o completo restabelecimento das condições ambientais, em consonância com o prescrito na Resolução ANVISA vigente.

3.1 Dentre os procedimentos a cargo da CONTRATADA para tal regularização, excetuam-se os serviços específicos de limpeza e higienização do interior de dutos de ar, assim como plenum de forros, quando utilizados como retorno do ar às casas de máquinas, conforme descrito no subitem 15.2 deste Anexo.



3.2 Tão logo sejam realizadas as medidas corretivas recomendadas pelo laudo – além de outras ações eventualmente julgadas necessárias, inclusive pela própria CONTRATADA, novas análises do ar dos ambientes, bem como outras amostras pertinentes, deverão ser efetuadas, com o intuito de confirmar ou não a eficácia das providências tomadas.

3.3 O sistema deverá continuar recebendo novas intervenções corretivas e subsequentes procedimentos de coleta e análise do ar até que os dados de conformidade sejam alcançados.

4 A CONTRATADA deverá garantir a integridade e manter em boas condições de limpeza todos os filtros de ar, bandejas, serpentinas e ventiladores dos condicionadores, interior das casas de máquinas, isolamentos térmicos, tomadas de ar exterior e retorno, bocas de insuflação de ar e parte exterior dos dutos aparentes.

5 Todos os condicionadores de ar instalados a partir de setembro de 2008, exceto os individuais que não estejam disponíveis no mercado para tais características (minisplits e aparelhos de janela), deverão conter pré-filtro classe G1, complementado com filtro principal classe F5 – no caso de escritórios, ou classe G4 – para as agências bancárias, devidamente em conformidade com o prescrito na ABNT NBR 16.401/2008.

5.1 Na impossibilidade de instalação do pré-filtro classe G1 na entrada do trocador de calor, este deverá ser instalado nos vãos de retorno da respectiva casa de máquinas.

6 Se constatada pela CONTRATADA, no início da vigência do seu contrato, a inexistência dos filtros citados acima ou presentes, mas em classe de filtragem de eficiência inferior, a CONTRATADA deverá apresentar orçamento à CAIXA para fornecimento desses filtros, promovendo, dessa forma, a melhoria das condições existentes nos sistemas, conforme prevê o Anexo I deste Edital.

6.1 Quando a troca dos filtros de ar implicar em perda de carga adicional que venha a comprometer a pressão estática necessária para a rede de captação e distribuição do ar, a CONTRATADA deverá calcular a efetiva potência necessária ao motor do ventilador do condicionador e fornecer os demais dados necessários à sua especificação técnica.

6.2 O orçamento deverá ser fornecido com as informações sobre os seus quantitativos e preços, separados por equipamento e sistema, que deverá considerar também, se aplicável, outros materiais necessários para adaptação do conjunto ao gabinete do condicionador.

7 É facultada à CAIXA a aquisição dos materiais por meio de terceiros, se assim entender como alternativa mais vantajosa.

7.1 Nesse caso poderá restar a cargo da CONTRATADA a sua retirada na cidade sede onde se localiza o Setor de Logística da CAIXA (GILOG), bem como o seu transporte e instalação, sem ônus adicionais para a CAIXA.

8 A CONTRATADA deverá dar atenção especial à supervisão de todos os filtros de ar dos sistemas (condicionadores, ar exterior e retorno), substituindo os descartáveis de classe F5 (se ambientes de escritório) ou classe G4 (se agências bancárias) em período trimestral, no máximo, ou sempre que ocorrer:


  1. Perda de eficiência, constatada por medidas de pressão (diferencial de pressão) efetuadas a jusante e a montante dos mesmos;

  2. Dano visível ou ruptura do meio filtrante;

  3. Aumento considerável de fiapos ou partículas combustíveis sobre o filtro, proveniente do ambiente;

  4. Excesso de absorção de água.

9 A troca dos filtros descartáveis correrá por conta da CONTRATADA, a partir da:

  1. Próxima substituição daqueles pagos pela CAIXA nos sistemas que não o continham;

  2. Primeira substituição nos sistemas que já os contemplam, de acordo com as características de filtragem exigidas pela CAIXA.

10 A presença de irregularidades, como as listadas abaixo, sem o devido registro no Relatório Mensal de Ocorrências (Anexo XVII) pode-se caracterizar como omissão da CONTRATADA, o que a configura na qualidade de co-responsável pelas conseqüências negativas que poderão advir, em todos os aspectos que envolvem os sistemas de climatização:

a) Materiais e objetos diversos depositados no interior das casas de máquinas;

b) Limpeza de carpetes com vassouras, em ambientes que estejam com o sistema de climatização em funcionamento, mesmo que apenas na condição de ventilação;

c) Permanência de janelas e portas abertas entre as áreas climatizadas e não climatizadas e/ou exterior;

d) Inexistência de placas de advertência – sinalização interna padronizada pela CAIXA - nas portas das casas de máquinas, com conteúdo de advertência quanto à proibição daquele espaço para outras finalidades que não a de abrigar apenas os componentes do sistema de climatização.

11 As seguintes situações inadequadas nas casas de máquinas deverão também ter o seu registro no Relatório Mensal de Ocorrências (Anexo XVII):

a) Tomadas de ar exterior insuficiente para a vazão recomendada pela Resolução ANVISA vigente, relativa à Qualidade do Ar;

b) Iluminação deficiente;

c) Diversos materiais porosos de revestimento termoacústico;

d) Falta de ponto de água e/ou tomadas elétricas;

e) Infiltrações por frestas;

f) Piso rugoso e/ou sem caimento;

g) Inexistência de caixas ou ralos com sifão;

h) Paredes rugosas e/ou pintadas com tinta não lavável;

i) Falta de acesso suficiente aos componentes que receberão os serviços de manutenção;

j) Existência de materiais e/ou objetos diversos depositados em seu interior;

k) Outros itens que podem afetar, negativamente, a qualidade do ar interior.

12 Os materiais porosos com função antiacústica existentes nas paredes das casas de máquinas e/ou no interior dos dutos de insuflação e retorno deverão ser retirados, com apresentação de soluções alternativas que não comprometam a boa qualidade do ar.

12.1 O mesmo se aplica aos materiais termoacústicos, tais como a lã-de-vidro, lã-de-rocha e outros similares que revestem o interior dos gabinetes dos evaporadores/ventiladores, os quais deverão ser retirados e substituídos por materiais que não resultam em acúmulo de poeira ou o arraste de fibras.

13 Os novos materiais ou dispositivos deverão ser apresentados à CAIXA/GILOG na forma de especificações técnicas e orçamentos, contendo planilhas de custos detalhadas, para análise da CAIXA quanto aos quantitativos e preços ofertados, podendo os mesmos ser contratados com terceiros, caso entenda ser esta opção a mais vantajosa.




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