Pregão eletrônico nº. 011/7071-2013 gilog/go comunicado



Baixar 1.04 Mb.
Página7/11
Encontro05.07.2018
Tamanho1.04 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11

14 Fontes de contaminação - definições:

a) primária: casas de máquinas e condicionadores;

b) secundária: dutos de insuflação, dutos de retorno e outros meios de escoamento do ar para as casas de máquinas, como os entreforros ou o próprio ambiente.

c) terciária: localizada nos ambientes climatizados.



15 Serviços de limpeza e higienização do sistema:

15.1 Na hipótese de confirmação da existência de contaminação no interior dos dutos, com base no disposto no laudo de análise microbiológica e físico-química, a intervenção necessária poderá ser a sua limpeza e higienização, eventualmente em conjunto com outras providências de correção.

15.2 Para a limpeza e higienização interna dos dutos, a CAIXA poderá contratar, à parte e às suas expensas, empresa especializada para tal serviço, ressaltando que não poderá ser a própria mantenedora dos sistemas de climatização.

15.3 A data para os serviços de limpeza e higienização dos dutos será determinada previamente com a CAIXA/GILOG.



15.4 Nas seções menores dos dutos em que não seja possível a limpeza e higienização no local com o uso de escovas mecanizadas, esse serviço deverá ser efetuado de forma manual e ainda, se necessário, fora do local onde se encontram instalados.

15.5 A CONTRATADA deverá acompanhar os serviços de limpeza de dutos e efetuar, concomitantemente, a limpeza dos condicionadores e demais elementos constituintes do sistema, sem ônus adicionais para a CAIXA.

15.6 A CONTRATADA deverá zelar para que os dutos não se contaminem, uma vez que é a responsável pela manutenção dos sistemas de climatização, onde se inserem os serviços de limpeza e cuidados com os filtros, podendo ser responsabilizada caso se constate que a contaminação se deu por inobservância das suas obrigações contratuais.

16 Uso de sistemas de tratamento contínuo das bandejas de condensado:

16.1 A CONTRATADA deverá aplicar nas bandejas de condensado agente eliminador de microorganismos, fungos e bactérias, com obediência aos critérios descritos abaixo:


  1. Estar registrado no Ministério da Saúde;

  2. Ser um agente limpador, de liberação controlada, específico para bandejas de captação e drenagem de condicionadores de ar;

  3. Ser um polímero orgânico, sólido, biodegradável, não corrosivo, não tóxico, de solubilização gradativa de agentes ativos;

  4. Ser observado ainda, a capacidade do equipamento para efeito do dimensionamento do tipo e tamanho da pastilha.

17 Controle das infiltrações de ar:

17.1 O ar interno de certos ambientes não deverá misturar-se com o ar do sistema de climatização, tais como banheiros, copas, salas de reprografia, poços de elevador, casas de máquinas de outros equipamentos, garagens, DMLs e demais áreas similares contidas na edificação em que se localizam os sistemas de climatização.

17.2 No caso do ar externo deverá ser verificada a existência de ar contaminado em locais próximos às tomadas de ar exterior, em função da proximidade com postos de combustíveis, depósitos de lixo, garagens, vias de grande circulação de veículos e outros pontos de poluição que comprometam a qualidade do ar interno, propondo nova localização para aquele elemento de captação.

18 Os Planos de Manutenção, Operação e Controle – PMOC, constantes do Anexo VIII (condicionadores individuais) e do Anexo IX (sistemas centrais) deverão ter a sua periodicidade e escopo de serviços cumpridos pela CONTRATADA, com prioridade para a garantia do funcionamento pleno do sistema, da eficiência energética, da segurança e dos itens relacionados à qualidade do ar interior.

18.1 Ajustes nas rotinas dos serviços poderão ser necessários, em função de características peculiares de um sistema ou da edificação em que se encontra pela CAIXA/GILOG para a sua aceitação, mantendo-se o atendimento às exigências contidas na Resolução ANVISA vigente, relativa à Qualidade do Ar.

19 As medidas preventivas listadas abaixo poderão evitar ou reduzir de forma drástica a contaminação do sistema e, portanto, devem ser obedecidas:



Fontes Poluentes

Procedimentos

Filtros dos condicionadores.

Utilização de pré-filtro G1, filtros G4 e F5, de preferência microbiocida, devendo ser lavado e trocado de acordo com a periodicidade prevista.

Filtros e localização das tomadas de ar exterior.

Utilização de filtro G4. As tomadas devem estar distantes de possíveis fontes poluentes externas.

Frestas dos gabinetes e da casa de máquinas.

Eliminação das frestas, a ser efetuada durante manutenção.

Sujidades no interior dos condicionadores e casa de máquinas; uso das casas de máquinas como vestuário e depósito de materiais diversos, dificultando a manutenção e limpeza.

Rotina de limpeza mensal ou em menor período, em caso de previsão de plantonista; informações às unidades quanto à proibição do uso do ambiente para outras finalidades.

Plantas de cultivo tradicional (uso de terra) localizadas nos ambientes climatizados.

Solicitação à unidade para retirada ou substituição por outras do tipo artificial.

Água retida nas bandejas, por falta de caimento/escoamento adequado.

Inclinação adequada para o lado do ralo ou caixa, que deve ser sifonado, e manutenção freqüente com verificação e desobstrução do dreno.

Material acústico nas paredes das casas de máquinas e no interior de dutos e condicionadores (lã-de-vidro, fibras sintéticas, espumas etc.).

Eliminação total do seu uso, sendo que nos condicionadores devem ser adotados materiais que permitem a sua limpeza.

20 Normas e Documentos de Referência:

20.1 Portaria nº 3.523 de 28/8/1998, do Ministério da Saúde.

20.2 Resolução ANVISA 009/2003 ou equivalente que venha a substituí-la.

20.3 Normas vigentes da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, com destaque para

20.3.1 NBR 14601/2008 – Instalações de Ar-condicionado – Sistemas Centrais e Unitários, Partes 1, 2, e 3

20.3.2 NBR 15.848/2010 – Procedimentos e Requisitos Relativos ás Atividades de Construção, Reformas, Operação e Manutenção das Instalações que Afetam a Qualidade do Ar Interior – QAI;

20.3.3 NBR 13.971/1997 – Sistemas de Refrigeração, Condicionamento de Ar e Ventilação – Manutenção Programada;

20.3.4 NBR 14.679/2012 – Sistemas de Condicionamento de Ar e Ventilação – Execução de Serviços de Higienização.

20.4 Portaria nº 3.214, de janeiro de 1978, NR 10, NR 11, NR 17 e NR 9: PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

20.5 Padrão Referencial Brasileiro Microbiológico – para as análises microbiológicas.





ANEXO I-B

ORIENTAÇÕES E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

PEQUENOS SERVIÇOS DE ADEQUAÇÃO DE CLIMATIZAÇÃO – PSAC

1 Considerações Gerais:

1.1 Os serviços de que trata esse Anexo são caracterizados como eventuais, de pequena monta e pontuais, devendo ser executados pela MANTENEDORA, visando promover a adequação das instalações de climatização existentes para o atendimento de forma adequada aos usuários e/ou equipamentos de TI de um imóvel de uso da CAIXA.


1.2 Somente poderão ser executados com a expressa autorização da Gerência de Logística – GILOG, setor da CAIXA responsável pela gestão administrativa e técnica das suas unidades patrimoniais e respectivas instalações.

1.2.1 A CAIXA/GILOG fornecerá à MANTENEDORA as orientações e especificações técnicas para a execução dos serviços, acompanhadas de projeto e especificações técnicas, sempre que necessários, de acordo com as características da demanda.

1.3 O Anexo I-C deste Edital é uma planilha orçamentária do PSAC vinculada a este Anexo I-B, a qual discrimina serviços e quantidades estimadas, bem como os preços dos materiais e da mão-de-obra previstos durante a vigência do contrato.

1.3.1 Não existe previsão de demanda mínima e limitações mensais para a utilização dos serviços.

1.3.2 As dimensões indicadas na referida planilha são as usuais de mercado para os materiais correspondentes, podendo haver diferenças entre esta e a real necessidade da instalação, admitindo-se, para tanto, uma variação de até 15%, para mais ou para menos, sem alteração do valor proposto.

1.3.3 Serão aceitos pela CAIXA as peças e materiais necessários que apresentem dimensões que extrapolam os limites apresentados na planilha, desde que os seus preços sejam proporcionais aos itens equivalentes e previstos, sendo adotado o procedimento de interpolação ou extrapolação, se aplicável, para a determinação dos valores.

1.3.4 Os serviços necessários que não estejam relacionados na planilha poderão ser realizados, desde que se enquadrem nas características definidas neste Anexo e que os preços correspondentes propostos estejam compatíveis com os procedimentos equivalentes constantes da relação ou com os praticados no mercado.

1.4 Serviços que venham, direta ou indiretamente, apresentar transtornos aos usuários e às suas atividades, ou interromper a operação dos sistemas, mesmo que parcial, deverão ser realizados fora do horário de expediente ou até mesmo nos dias não úteis (fins de semana e feriados).

1.5 O funcionamento inadequado de uma instalação, decorrente de eventuais deficiências de projeto ou de execução da obra, considerados como de maior vulto financeiro, complexidade e abrangência técnica, não fazem parte do objeto deste edital e, por isso, serão contratados à parte pela CAIXA.


    1. A MANTENEDORA deverá providenciar limpeza dos equipamentos e do local dos serviços, logo após a sua conclusão.

1.7 Faz parte dos serviços a realização de todos os testes necessários para assegurar o funcionamento adequado.

    1. Assim como ocorre na manutenção, os serviços deverão ser realizados com o uso de todo o EPI e EPC necessários para cada atividade.

    2. Os responsáveis técnicos indicados pela MANTENEDORA para a manutenção serão os mesmos para a supervisão dos serviços constantes deste Anexo.

    3. O período de garantia para os serviços e materiais utilizados deverá ser de pelo menos de 01 (hum) ano, contado a partir da data de instalação.

1.11 A fiscalização da CAIXA poderá suspender os pagamentos correspondentes até que sejam corrigidas as falhas e irregularidades eventualmente detectadas.

1.12 A MANTENEDORA será responsável por todas as despesas e providências necessárias para o transporte, carga e descarga dos materiais e equipamentos.

1.13 Salvo disposição em contrário, a maioria dos serviços de natureza civil será executada por empresa contratada especialmente para a finalidade de execução da manutenção predial.

1.14 Os chamados para a execução dos serviços deverão ser atendidos nos prazos definidos pela CAIXA.

1.15 Os serviços serão faturados conforme a sua utilização, ou seja, o pagamento ocorrerá quando houver a efetiva realização dos mesmos, pelo preço unitário do serviço oferecido pela empresa na proposta comercial.

1.16 Caso seja constatado pela CAIXA que a necessidade de quaisquer dos serviços se deu em função da deficiência na realização das manutenções preventivas e corretivas, os custos deverão ser assumidos pela MANTENEDORA, não cabendo à CAIXA qualquer tipo de ônus.

1.17 Os serviços deverão ser solicitados via SIATE – sistema de atendimento da CAIXA - e atestados pelo empregado da unidade solicitante, por meio de assinatura e carimbo apensos em documento descritivo dos serviços e respectivas quantidades.

1.18 Os documentos que comprovem a execução dos serviços serão entregues à CAIXA pela MANTENEDORA mensalmente, por ocasião do envio da documentação referente ao pagamento das faturas, juntamente com o relatório mensal consolidado para cada um dos serviços.


2 Instalação de Condicionadores de Ar Novos - Acréscimos:

    1. A CAIXA fornecerá os condicionadores para instalação pela MANTENEDORA, após a aprovação da Área Técnica e de Logística – GILOG sobre a efetiva necessidade e compatibilidade do equipamento com a demanda.




    1. A MANTENEDORA ficará responsável pela retirada na sede da CAIXA/GILOG e entrega no local da instalação, configurando o transporte horizontal e vertical.




    1. A planilha correspondente ao Anexo I-C considera para a instalação de minisplits a quantidade de tubulação frigorífica em metros lineares como base para a apresentação de orçamento, estando inclusos toda a mão-de-obra e todos os demais materiais e insumos necessários ao perfeito funcionamento, de acordo com as prescrições dos fabricantes.




    1. A instalação de condicionadores de ar somente poderá ser efetuada após a anuência prévia da Área de Logística - CAIXA/GILOG, que será precedida de análise sobre a sua efetiva necessidade e urgência, formalizada por meio de parecer de profissional Engenheiro Mecânico da CAIXA ou seu representante com mesma especialidade.

    2. Sempre que houver acréscimo de condicionadores - e não somente uma simples substituição por outro de mesma capacidade frigorífica - um Engenheiro Eletricista da CAIXA ou seu representante com a mesma especialidade deverá se manifestar quanto à viabilidade em relação à disponibilidade de energia no imóvel e sobre a necessidade de assegurar circuito elétrico e proteção exclusivos.

    3. A instalação das unidades externas deverá ser precedida de análise para garantir obrigatoriamente condições seguras de acesso, assim como para verificação do local a ser instalado, em relação ao peso equipamentos, sobretudo em áreas como marquises, na maioria das vezes não projetadas para tal finalidade.




    1. Não serão admitidas instalações de unidades externas em locais de difícil acesso ou inseguro, assim como onde possa trazer transtornos aos vizinhos ou que possa ocorrer um curto-circuito de ar quente, em função de barreiras físicas próximas que impedem a livre descarga do ar.

2.8 Todas as unidades condensadoras deverão ser assentadas sobre bases de concreto e calções de Neoprene com altura mínima de 10 cm.

    1. Os condicionadores serão de pequeno porte e de instalação individualizada, não fazendo parte deste escopo a instalação desses equipamentos para sistemas centrais, seja de expansão direta ou indireta.




    1. A instalação de novos equipamentos resulta no direito de aditivo contratual, cujo valor tem como base de cálculo a capacidade frigorífica nominal acrescida, de acordo com o valor unitário indicado no Anexo VI.




    1. De forma inversa, o mesmo critério é aplicado nos casos de retirada definitiva de condicionadores, cujo valor a ser deduzido do contrato tem como base de cálculo a capacidade frigorífica nominal daqueles equipamentos.




    1. Os principais condicionadores a utilizar serão os de janela (ACJ) e principalmente os minisplits, com unidades internas aparentes para parede (hi-wall) e piso-teto (underceiling), sendo menos usual os do tipo cassete e o de embutir (built-in).




    1. As unidades condensadoras utilizadas com maior frequência são constituídas de ventiladores axiais, com saídas de ar na direção lateral ou vertical, no entanto, poderão ser necessários os do tipo centrífugos, no caso de necessidade de direcionamento do ar por meio de dutos.




    1. Faz parte deste escopo a execução da infraestrutura necessária para a interligação frigorífica e elétrica das unidades evaporadoras e condensadoras, assim como a alimentação elétrica do conjunto a partir do disjuntor exclusivo em quadro existente.


3 Substituição ou Remanejamento de Condicionadores:


    1. Na ocorrência de substituição de minisplits por outros novos de mesma capacidade frigorífica do existente, a MANTENEDORA deverá avaliar tecnicamente a possibilidade de reaproveitamento do sistema de drenagem, do circuito elétrico de alimentação e proteção correspondente, assim como da interligação elétrica e frigorífica.




    1. A substituição poderá ser somente da unidade condensadora, mantendo-se no ambiente a mesma unidade evaporadora.




    1. Não serão admitidas instalações de unidades condensadoras ou condensadores remotos em local de difícil acesso ou inseguro, assim como onde possa trazer transtornos aos vizinhos ou que possa ocorrer um curto-circuito de ar quente, em função de barreiras físicas próximas que impedem a livre descarga do ar.

3.4 Todas as unidades condensadoras deverão ser assentadas sobre bases de concreto e calções de Neoprene com altura mínima de 10 cm.

    1. Quando se tratar de remanejamentos de minisplits, deverão ser observadas as demais exigências expostas neste Anexo para instalação nova.




    1. Os remanejamentos de ACJs serão efetuados pela MANTENEDORA sem custos para a CAIXA, conforme previsto no Anexo I, ressaltando que a infraestrutura necessária para abertura e requadramento de vãos em alvenaria, adaptação de vãos em esquadrias, suportes, drenos e alimentação elétrica será fornecida pela CAIXA.

3.7 A abertura dos circuitos frigoríficos para a substituição de condicionadores requer que o refrigerante seja obrigatoriamente recolhido em cilindro apropriado, não sendo admitido dispensá-lo para a atmosfera.




    1. A interligação dos circuitos frigoríficos deve ser realizada adotando-se o mesmo padrão de procedimentos técnicos para instalações novas, o que inclui limpeza interna, brasagem com circulação de nitrogênio seco, vácuo com bomba específica e vacuômetro, carga de gás, recomposição do isolamento térmico, incluindo o seu material de fixação e revestimento para proteção de UV e mecânica.




    1. Os condicionadores retirados devem ser embalados e entregues à CAIXA, em local a ser informado, na ocasião dos serviços.




  1. Ventilação Mecânica:




    1. São utilizados na CAIXA para exaustão de ambientes, como copas, sanitários, depósitos, arquivos e garagens e de outros locais com necessidade de retirada de poluentes do ar ambiente.




    1. Também são previstos com ventilação forçada (insuflação) para renovação de ar, pressurização de escadas e ventilação de algumas casas de máquinas e subestações.




    1. Serão fornecidos pela MANTENEDORA após a constatação da sua necessidade, seja para uma nova instalação ou substituição dos existentes.




    1. São usados os tipos centrífugos ou axiais, dependendo da necessidade de aplicação.




    1. Poderá ser necessária a aplicação de revestimentos acústicos, como o Bidim, no interior dos dutos de ventilação, com o intuito de reduzir níveis de ruído.




      1. Como exceção ao acima citado, o revestimento não poderá ser usado em dutos quando se tratar de ventilação para renovação do ar dos ambientes internos, tendo em vista o prejuízo que acarretaria à qualidade do ar.




  1. Outros Serviços Caracterizados como PSAC




    1. Além das instalações novas, trocas e remanejamentos de condicionadores de ar de pequeno porte e ventiladores, com observância das condições impostas neste Anexo para a realização dos serviços, estão previstos também para utilização eventual os demais procedimentos, dentre outros, para fornecimento e instalação:

a) Isolamentos térmicos para as interligações frigoríficas e revestimentos de proteção UV e mecânica;



  1. Difusores, grelhas, venezianas e demais acessórios de ar;

  2. Dutos metálicos embutidos e aparentes;

  3. Dutos não-metálicos rígidos;

  4. Dutos não-metálicos flexíveis;

  5. Portas de inspeção;

  6. Componentes elétricos para alimentação e interligação;

  7. Drenos e serviços em casas de máquinas.

5.2 Outros materiais e serviços para as instalações de climatização e ventilação, não constantes da planilha citada, poderão ser eventualmente necessários, sendo fornecidos e executados pela MANTENEDORA ou por outra empresa, caso a proposta da primeira não seja a mais vantajosa para a CAIXA.



6 Especificações Técnicas de Materiais e Serviços:

6.1 Circuitos Frigoríficos:

6.1.1 Os tubos de cobre deverão ser extrudados e trefilados, sem costura, em cobre desoxidado recozido.

6.1.2 Todas as tubulações de cobre deverão apresentar bitolas e espessuras de parede conforme instruções dos respectivos fabricantes dos equipamentos, em função das respectivas pressões de trabalho, distâncias de interligação e desníveis entre as unidades.

6.1.3 Para bitolas superiores a ½” (inclusive) os tubos deverão ser do tipo rígido, fornecidos em varas, devendo as curvas ser pré-fabricadas (conforme NBR-11720), soldadas aos tubos e os encaminhamentos deverão ser perfeitamente retos e alinhados.

6.1.4 Será permitida a utilização de tubos flexíveis (fornecidos em rolos) e de ferramentas curvadoras para bitolas inferiores a ½”, desde que os trechos retos e as curvas apresentem esmerado alinhamento e perfeito esquadro, não sendo aceitas curvas executadas manualmente ou sem a utilização de ferramentas curvadoras específicas.

6.1.5 As principais normas de referência são:

a) EB-224/81 - Tubos de cobre e suas ligas, sem costura, para condensadores, evaporadores e trocadores de calor (NBR-5029);

b) EB-273/82 - Tubos de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (NBR-7541);

c) EB-584/84 - Tubos de cobre e de ligas de cobre, sem costura - requisitos gerais (NBR-5020).

6.1.6 Os tubos de interligação não poderão apresentar amassamentos, ovalizações ou arranhões profundos.


6.1.7 As tubulações deverão ser soldadas com varetas de solda foscopper (autofluxante) ou prata, com utilização de fluxo adequado com efeito desoxidante para conferir fluidez e evitar porosidades (solda prata), tendo o cuidado especial para que não ocorra nenhum tipo de obstrução dos tubos.


      1. O aspecto final deverá apresentar alto padrão de acabamento, estanqueidade e resistência.




      1. As “bolsas” para junções nas extremidades de trechos deverão ser confeccionadas (expandidas) nos tubos a jusante do fluxo de refrigerante, visando reduzir a perda de carga.

6.1.10 Válvulas, vedações e outros elementos próximos a regiões de solda deverão ser removidos ou protegidos com tecido úmido durante os procedimentos de solda, de forma a evitar superaquecimento e danos aos componentes.


6.1.11 Os procedimentos de soldagem deverão ser realizados com a circulação de nitrogênio por dentro dos tubos para evitar a formação de fuligem, óxidos e hidratos.
a) Método básico de soldagem de tubulações:



      1. As tubulações deverão ser expurgadas com nitrogênio antes do fechamento final, de forma a expulsar eventuais resíduos e detritos depositados internamente durante os procedimentos.




      1. Após a inspeção visual das soldas, as tubulações deverão ser pressurizadas com nitrogênio para detecção de possíveis pontos de vazamentos, observando-se as pressões de testes recomendadas pelos fabricantes, inclusive em relação ao fluido refrigerante de operação.

6.1.14 No canteiro de obras, os tubos deverão ser mantidos com suas extremidades tamponadas, de forma a evitar a entrada de detritos, animais de pequeno porte, umidade e sujeira, aplicando-se tanto para a armazenagem como para trechos instalados.

6.1.15 Deverão ser instalados sifões normais e invertidos nas linhas e saída da unidade evaporadora, de acordo com a disposição física das unidades internas e externas e em consonância com o manual do fabricante.

6.1.16 Os trechos horizontais da linha de sucção devem ter uma inclinação de 45 mm a cada 10 m de linha no sentido da unidade condensadora.

6.1.17 Os filtros secadores deverão ser instalados a montante dos respectivos visores de líquido, sendo tais elementos aplicados para todos os circuitos cujos compressores sejam do tipo scroll (para capacidades maiores de minisplits).

6.1.18 O procedimento de vácuo deverá ser executado com bomba de vácuo, até a obtenção do valor de 300 μmHg medido com a utilização de vacuômetro digital (eletrônico) devidamente aferido, devendo ser inferior a 500 μmHg, após passados 2 minutos do fechamento das válvulas e isolamento do circuito.

6.1.19 É obrigatória a utilização de balança digital para os procedimentos de carga de refrigerante HFC, seguindo às orientações dos manuais dos fabricantes, de acordo com os comprimentos das tubulações.

6.1.20 Os procedimentos de pressurização com nitrogênio, medição de vácuo e carga de refrigerante poderão ser acompanhados pela Fiscalização da CAIXA, quando julgar conveniente.

6.1.21 Serão entregues com carga completa de refrigerante.

6.1.22 Cada circuito deverá apresentar todos os componentes necessários ao seu bom funcionamento, incluindo os seguintes componentes:



  • Isolamento térmico com barreira de vapor;

  • Revestimento de proteção do isolamento contra raios UV e choques mecânicos;

  • Suportes apropriados, tipo cambota, evitando a compressão da espuma;

  • Nos casos de compressores scroll, a tubulação de sucção deverá ser dotada de pressostato limite de baixa pressão.

6.1.23 As curvas e conexões serão forjadas, de fabricação industrial, fornecidas de acordo com a norma EB-366/77 - Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar.

6.2 Isolamento Térmico dos Tubos Frigoríficos:

6.2.1 Deverão receber o isolamento térmico:

6.2.1.1 Todas as linhas de sucção;

6.2.1.2 Linhas de líquido expostos ao sol;

6.2.1.3 Linhas de descarga com possibilidade de contato por pessoas.

6.2.2 Deverá ser fabricada em espuma elastomérica de estrutura celular fechada, com barreira de vapor, isenta de CFC, resistente ao fogo, com espessura mínima de 25mm e a condutividade máxima de 0,04 W/(m.K).


6.2.3 Deverá ser instalado antes do fechamento das tubulações, concomitantemente à instalação dos tubos, não sendo aceitos cortes longitudinais.
6.2.4 As extremidades e junções deverão ser coladas entre si e aos tubos, conforme recomendações dos fabricantes.
6.2.5 O isolamento deverá ter suas junções coladas com adesivo específico para o material, com posterior aplicação de fita adesivada de acabamento em PVC.

6.2.6 Deverá ser revestido externamente por proteção mecânica aluminizada resistente à radiação UV todos os trechos expostos às intempéries e/ou radiações solares.

6.2.7 As fixações das tubulações deverão ser executadas com a utilização de anel de proteção em chapa galvanizada adequadamente moldada em formato cilíndrico (ou suportes estruturados), de forma a evitar a deformação, corte ou redução da espessura do isolante térmico.

6.2.7.1 As abraçadeiras deverão ser de aço galvanizado (do tipo “D”, com parafuso, arruelas e porca), adequadamente espaçadas, com diâmetros compatíveis com o diâmetro externo do isolamento térmico, conferindo firmeza, mas sem redução da espessura do mesmo.

6.2.7.2 As sustentações em trechos horizontais suspensos deverão utilizar tirantes roscados, perfis galvanizados e abraçadeiras. Poderão ser utilizadas abraçadeiras de união vertical “T2” ou horizontal “T1”. Não será aceita a utilização de cintas galvanizadas perfuradas ou arames.

6.2.7.3 Todos os elementos galvanizados deverão receber tratamento com pintura anticorrosiva (zarcão) nos locais de corte, e/ou onde a galvanização for afetada.

6.2.8 As alvenarias deverão ser previamente preparadas com tubos de PVC nos pontos de passagem das tubulações, com ligeira inclinação para o lado externo para evitar a entrada de água de chuva, devendo os espaços vazios ser preenchidos com espuma de poliuretano expandido, não sendo aceito o uso de argamassa de cimento em volta das tubulações.

6.3 Dutos para Condução do Ar

6.3.1 Dutos Metálicos – chapa galvanizada:

6.3.1.1 Os dutos, sustentações, juntas e reforços deverão ser executados conforme ABNT NBR16401-1, itens 10 e 11 e Anexo B;

6.3.1.2 Classe de pressão 250 Pa, quando não indicado valor diferente;

6.3.1.3 Classe máxima de vazamento: 8;

6.3.1.4 Taxa de vazamento máxima de 0,29 l/s.m².

6.3.1.5 As chapas galvanizadas utilizadas para construção dos dutos deverão apresentar:



  • Grau B, revestimento mínimo de 250 g/m² de zinco;

  • Conformidade com a ABNT-NBR-7008;

  • Aspecto liso, desprovidas de pontos de oxidação, manchas, mossas e riscos;

  • Bitolas de acordo com a NB-10/78 - Instalações centrais de ar condicionado para conforto - parâmetros básicos de projeto (NBR-16401), conforme a tabela abaixo:

Bitola USG

Circular (mm)

Retangular (mm)

Alumínio

Aço Galvanizado

Helicoidal

Calandrado Longitudinal

Lado Maior

24

22

20

18

16

26

24

22

20

18

Até 255

250 a 600

950 a 900

950 a 1250

1300 a 1500


Até 450

460 a 750

760 a 1150

1160 a 1500

1510 a 1300


Até 300

310 a 750

760 a 1400

1410 a 2100

2110 a 3000


6.3.1.6 O fechamento (costura) longitudinal deverá ser do tipo Pittsburgh, devidamente calafetada durante a montagem.

6.3.1.7 Todos os joelhos e curvas deverão ser dotados de veias defletoras.

6.3.1.8 Os dutos deverão ser sustentados por meio de pendurais resistentes, fabricados, pintados com tinta protetora anticorrosiva.

6.3.1.9 Os suportes dos dutos deverão ser executados conforme indicado pela norma SMACNA, devendo ser previstos ainda suportes nas proximidades das curvas e bifurcações.



Lado maior do duto

Distância máxima entre suportes

até 40 cm

4 m

De 41 a 100 cm

3 m

de 101 a 200 cm

2 m

acima de 201 cm

1 m

6.3.1.10 As interligações dos dutos deverão ser flangeadas, para facilitar a limpeza interna e vedada com junta de vedação para garantir estanqueidade (Sistema TDC):

6.3.1.11 As interligações dos dutos com as unidades condicionadoras deverão ser executadas em lona vinílica reforçada (Referência: Multivac), isenta de vazamentos de ar.

6.3.1.12 Os registros (dampers) eventualmente necessários deverão apresentar as mesmas dimensões internas dos respectivos dutos, sendo a manopla de acionamento e o dispositivo de regulagem e travamento acessíveis pelo lado de fora do isolamento térmico.

6.3.1.13 Quando a galvanização for afetada, deverá ser retocada com tinta antioxidante a base de óxido de ferro (zarcão).

6.3.1.14 As derivações “espetadas” de dutos em 90º deverão ser dotadas de conexões do tipo “bota”.

6.3.1.15 Nos trechos onde o interior dos dutos for visível através dos difusores e/ou grelhas, deverá ser feita pintura com tinta spray na cor preta fosca.

6.3.1.16 Deverão ser instaladas portas de inspeção ao longo da rede, nas laterais dos dutos, em quantidade suficiente visando o acesso para inspeção e eventual necessidade de limpeza interna dos dutos, pré-fabricadas, estanques (com gaxetas de vedação) e com isolamento térmico interno, não sendo aceitas portas de visita de fabricação artesanal.

6.3.1.17 O isolamento térmico dos dutos de ar condicionado deverá ser em mantas de lã de vidro de 50 mm de espessura, com proteção externa de filme de alumínio, fornecido já aderido à manta de lã de vidro. (Referência: Isoflex-RT 1.3, Resistência Térmica 1,3 m2.ºC/W).

6.3.1.18 O isolamento térmico deve ser apli­cado em toda a área do duto, fixado ao através de cola especial, sendo os arremates entre as junções feitos com fita autoadesiva de alumínio com 10 cm de largura, complementada por meio de cintas de nylon com espaçamento máximo de 50 cm.

6.3.1.19 Os materiais empregados deverão apresentar índice de propagação superficial de chama “Ip” inferior a 25 (classe A), de acordo com a ABNT-NBR-9442 e índice de densidade ótica máxima de fumaça “Dm” inferior ou igual a 450, de acordo com a ASTM-E-662-06, sendo que materiais que desprendam vapores tóxicos e presença de chama não são aceitáveis.

6.3.1.20 Para complementos de trechos onde já haja o poliestireno expandido (Isopor), a espessura deverá ser de acordo com o projeto e/ou instalação existente, classe F1, devendo incluir os elementos de barreira de vapor e fixação, como o asfalto frio e cantoneiras chapa galvanizada #24, fixadas com fitas de plástico.
6.3.2 Dutos não metálicos em lã de vidro:

6.3.2.1 Fabricados em painéis rígidos de alta densidade aglomerado por resinas sintéticas, espessura padrão de 25 mm, revestidos nas faces internas e externas com Kraft aluminizado e protegidos com barreira de vapor.

6.3.2.2 Deverão obedecer às prescrições da norma ABNT 16.401-1/2008, subitem 10.3.3 e manual SMACNA – Fibrous Glass Duct Constructio Standards.

6.3.2.3 Em nenhuma hipótese será admitido o fornecimento de painéis sem os revestimentos mencionados, cuja importante função é a de evitar o arraste de fibras para os ambientes.

6.3.2.4 Deverão ser usadas cantoneiras e barras de ferro para os suportes e chapas galvanizadas para as peças e acessórios necessários à sua utilização, tais como veias, hastes e reguladores de vazão, elementos para fixação de parafusos e derivação (botinhas), reforços em função das dimensões e pressão de trabalho com distanciamentos suficientes para evitar deflexão das paredes dos dutos.

6.3.2.5 A distância máxima entre suportes horizontais será determinada em função do lado maior do duto e de acordo com instruções do fabricante.

6.3.2.6 Não devem existir mais do que 2 (duas) uniões transversais entre suportes.

6.3.3 Dutos não-metálicos em poliuretano

6.3.3.1 Fabricados em painéis rígidos e pré-isolados de espuma de poliuretano, ref.: MPU, com espessura padrão de 20 mm.

6.3.3.2 A superfície interna deverá ser revestida com alumínio, de modo a permitir a limpeza com escovação mecânica e/ou robotizada.

6.3.3.3 Deverão ser usadas fitas de alumínio como cantoneiras, massa de vedação, barras e discos de reforços, perfis de derivação e demais componentes disponibilizados pelo mercado para a adequada instalação da rede de dutos.

6.3.3.4 Deverão obedecer às normas técnicas pertinentes, abrangendo a sua fabricação e montagem, inclusive no que se refere aos seus acessórios.

6.3.4 Dutos Flexíveis

6.3.4.1 Os dutos flexíveis deverão ser fabricados com laminado de poliéster com alumínio, ou outro polímero com propriedades equivalentes, devendo as suas características dimensionais e mecânicas atender ao prescrito na norma EN 13.180.

6.3.4.2 Deverão ser instalados de forma a facilitar a sua retirada para limpeza interna e posterior reinstalação.

6.3.4.3 A sua instalação deve obedecer às orientações do fabricante, sem excesso de comprimento e sem atravessar instalações ou acessórios de alta temperatura e sem serem expostos às intempéries ou dobrados na saída dos colarinhos, mantendo-se a forma mais retilínea possível.

6.3.4.4 Os dutos flexíveis deverão ser fabricados com isolamento térmico revestido interna e externamente com papel aluminizado tipo Kraft e reforçados internamente com arame helicoidal galvanizado (Referência: Multivac - Isodec 50).

6.3.4.5 As instalações dos dutos flexíveis devem buscar os trechos mais curtos e retilíneos possíveis, isentos de emendas e curvas acentuadas, sendo que para curvas de 90º, o raio interno mínimo aceitável deve corresponder a 30% do diâmetro nominal do duto.



6.4 Acessórios de captação, distribuição e controle do ar

6.4.1 Os difusores, grelhas e venezianas deverão obedecer ao padrão visual existente, sendo normalmente em alumínio anodizado natural.

6.4.2 Devem ser fabricados por empresas especializadas e que publiquem catálogos com os dados técnicos do seu desempenho, não sendo admitidos tais elementos de fabricação artesanal.

6.4.3 Os difusores e grelhas de insuflação e retorno serão dotados de registros de lâminas opostas para regulagem de vazão com acionamento pela parte frontal.

6.4.4 Poderão ser necessários registros do tipo captor ou borboleta, dependendo do tipo do duto de conexão.
6.4.5 As grelhas de insuflação deverão também ser de dupla deflexão, com aletas ajustáveis individualmente.

6.4.6 Os difusores com caixa plenum deverão ser fornecidos completos de fábrica, dotados de placa perfurada defletora interna e colarinho circular para conexão de duto flexível.

6.4.7 As caixas plenum deverão ser termicamente isoladas com manta de lã de vidro aluminizada.

6.4.8 Os diâmetros dos dutos e dos colarinhos de derivação deverão ser compatíveis com os diâmetros dos colarinhos das caixas plenum dos respectivos difusores, para acoplamento sem adaptações, emendas, folgas ou reduções.

6.4.9 As grelhas de porta ou divisórias deverão ser do tipo indevassável, dotadas de aletas horizontais fixas, perfil “V” invertido, com moldura e contra moldura, ref. AGS-T da Trox.

6.4.10 As Tomadas de Ar Exterior – TAE serão fabricadas em alumínio extrudado, com acabamento anodizado, dotadas de veneziana externa e tela protetora interna, registro de lâminas opostas, pré-filtro G1 e filtro principal em manta de fibra sintética classe G4 (ABNT-NBR-16401), com moldura do tipo porta-mantas.

6.4.10.1 Têm a finalidade de atender a uma necessidade de acréscimo de vazão de ar exterior para renovação, com substituição da existente ou a sua complementação, atendendo a prescrição da norma ABNT 16.401/2008 e/ou por constatação resultante de medições diretas de dióxido de carbono CO2 dos ambientes internos em níveis acima do permitido.
6.4.11 Em face das diversas dimensões possíveis para cada instalação, a seção do conjunto TAE deverá ser convertida para a área, em m² (metro quadrado), a fim de compatibilizar com o item correspondente da planilha do Anexo I-C.
6.4.12 Os dampers e registros, utilizados como elementos de regulagem de vazão de ar em dutos ou vãos (registro de volume), ou para dividir o fluxo de ar em derivações, deverão ser construídos em chapa de aço galvanizado bitola # 16, ou alumínio, com aletas apoiadas em eixos com mancais reforçados em nylon e moldura externa.

6.4.13 As lâminas deverão possuir perfil aerodinâmico e ser do tipo lâminas opostas, contendo elementos de reforços que evitem a vibração pela passagem do ar, dependendo das dimensões do acessório.

6.4.14 As aletas não deverão ser maior que 30 cm de largura ou 120 cm de comprimento, devendo haver combinações com diversas aletas para vãos maiores.

6.4.15 O acionamento será efetuado mediante alavanca externa, dotada de dispositivo de fixação e indicação do sentido de abertura.

6.4.16 Os ramais de derivação para dutos flexíveis deverão apresentar colarinhos circulares de fabricação industrial, não serão aceitos colarinhos artesanais, sendo os registros do tipo borboleta com alavanca de acionamento e travamento na posição desejada (Referência: Multivac).

6.4.17 O eixo de acionamento da borboleta deverá ser posicionado horizontalmente e as alavancas de acionamento acessíveis pelo lado de fora do isolamento térmico, mas com acesso fácil e identificação de posição.

6.4.18 Os dampers de sobre-pressão deverão possuir aletas de alumínio, espumas de vedação em poliuretano expandido e buchas dos eixos em nylon, com perda de carga máxima de 2,0 mCA para a velocidade de 9,0 m/s, devendo as dimensões internas coincidir com as dos respectivos dutos. (Referência: Tropical – DSP15).

6.5 Acessórios de Suporte e Fixação

6.5.1 Todos os elementos de sustentação e fixação deverão ser instalados e suportados por elementos estruturais da edificação, como alvenarias, pilares, vigas metálicas, não sendo aceitas, em hipótese alguma, sustentações fixadas em dutos, eletrocalhas, eletrodutos etc..

6.5.2 Todos os dutos deverão ser suportados por tirantes executados em barra chata, cantoneira de aço ou perfis galvanizados adequados, fixados à estrutura e montados com espaçamento máximo de 1,5 m.

6.5.3 As sustentações em trechos horizontais suspensos deverão utilizar tirantes roscados, perfis galvanizados e abraçadeiras.

6.5.4 Toda sustentação deverá ser pintada e tratada contra corrosão, com uso do zarcão nos locais de corte e/ou onde a galvanização for afetada.

6.5.5 Os chumbadores deverão ser fabricados em aço com acabamento zincado, podendo ser utilizados com parafusos, com prisioneiro de rosca externa ou autoperfurantes com rosca interna, conforme a aplicação.

6.5.6 Pontos de fixação sobre lajes ou superfícies impermeabilizadas deverão ser ancorados em bases de concreto assentadas especificamente para este fim, de forma que a impermeabilização não seja danificada pelo elemento penetrante (parafuso, bucha, chumbador etc.).

6.5.7 O sistema de fixação a pólvora (tiro) poderá ser utilizado em estruturas de concreto maciço, em quantidade compatível com a carga, consistindo na utilização de uma ferramenta especial (pistola), a qual utiliza a energia gerada pela deflagração de cartuchos com pólvora (fincapinos) para impulsionar o elemento de fixação (pino).

6.5.7.1 Deverão ser utilizados pinos roscados de aço com acabamento zincado, com aplicação de testes antes da aplicação da carga, para verificação da efetividade e a resistência deste tipo de fixação

6.6 Isoladores de Vibração

6.6.1 Os calços ou isoladores de vibração serão constituídos por elementos de neoprene (dureza máxima 70 Shore A), em dimensões compatíveis com as respectivas cargas estáticas e dinâmicas dos equipamentos.

6.6.2 Deverão ser utilizados em todas as unidades evaporadoras e condensadoras instaladas sobre bases em alvenaria, bases metálicas ou diretamente sobre piso, de forma a evitar contato direto das unidades com suas bases ou piso acabado, além de atuarem como amortecimento de vibrações.

6.6.3 Não poderão ser instalados calços rígidos, de madeira ou metálicos.



6.7 Componentes Elétricos

6.7.1 Quadros Elétricos

6.7.1.1 Deverão ser fornecidos e instalados os quadros elétricos dos equipamentos dos sistemas de ar condicionado ou ventilação, quando os existentes não comportar os eventuais acréscimos de circuitos e respectivas proteções.

6.7.1.2 Deverão conter todos os componentes elétricos necessários para proteção e operação referente aos novos equipamentos.

6.7.1.3 Constituídos de gabinete para instalação aparente (sobrepor), em material termoplástico autoextinguível de elevada resistência mecânica e grau de proteção mínimo de IP54.

6.7.1.4 Para atendimento aos condicionadores unitários, como os ACJs e minisplits de pequeno porte, as caixas deverão ser apropriadas para instalação combinada com 01 (uma) tomada 2P + T (conforme NBR 14.136) e 01 (um) minidisjuntor termomagnético bipolar, padrão IEC (conforme NBR 60.898), com montagem em trilho DIN”.

6.7.2 Condutores

6.7.2.1 Cabos de cobre eletrolítico flexíveis, para uso em circuitos exclusivos em cada condicionador, com isolamento em PVC antichama, para até 750V.


6.7.2.2 A seção mínima será de #2,5 mm² para os condicionadores individuais de menor capacidade e de #4mm² para equipamentos tipo minisplits de maior potência e/ou com existência de queda de tensão em função da distância entre a carga e o quadro de distribuição, cabendo observar a capacidade de corrente efetiva prevista para cada bitola.

6.7.2.2 Todos os condutores deverão ser convenientemente identificados por cores, sendo:



  • Fase R: Vermelha;

  • Fase S: Preta

  • Fase T: Branca;

  • Proteção (terra): Verde;

  • Neutro: Azul claro.

6.7.2.3 Os condutores no interior dos quadros deverão ser identificados por anilhas plásticas numeradas e suas conexões aos disjuntores e demais componentes deverão ser obrigatoriamente por meio de terminais específicos.

6.7.3 Eletrodutos

6.7.3.1 Os eletrodutos deverão ser rígidos e, quando aparentes, confeccionados em tubos metálicos galvanizados, uniformes, com superfície interna isenta de arestas cortantes ou rebarbas que possam danificar sua capa protetora, apta a receber roscas conforme PB-897/81 (NBR 5624).

6.7.3.2 Para aplicação embutida, os eletrodutos deverão ser fabricados em PVC, antichama, flexíveis e corrugados, em conformidade com a NBR 15.465, sendo da linha leve (cor amarela), para alvenarias com recobrimento de argamassa, ou da linha reforçada (cor laranja), caso a instalação seja em lajes ou pisos.

6.7.3.3 Os diâmetros a serem empregados deverão estar de acordo com a quantidade e a bitola dos seus condutores, conforme norma técnica, sendo no mínimo de 20 mm.

6.7.3.4 Os acessórios, como as caixas de derivação, luvas e distanciadores devem ser do mesmo material dos eletrodutos, previstos em quantidade suficiente para assegurar uma instalação de boa qualidade e para maior facilidade de manutenção.

6.7.4 Disjuntores

6.7.4.1 Todos os disjuntores usados para os motores de aparelhos de ar-condicionado (inclui compressores) e ventiladores deverão ser específicos para curva “C”, de efeito retardado para assimilar os picos de partida.

6.7.4.2 Serão do tipo minidisjuntores termomagnéticos, padrão IEC, conforme NBR 60.898, com montagem em trilho DIN, sendo o número de pólos correspondente aos números de fases.

6.7.4.3 Disjuntores tripolares serão utilizados nos casos equipamentos de maior capacidade frigorífica ou na função de proteção geral dos circuitos, no caso de utilização de quadro elétrico novo, específico para um eventual acréscimo de condicionadores.



6.8 Drenos

6.8.1 Todas as tubulações de drenagem da água condensada e depositadas nas bandejas dos condicionadores deverão ser em tubos de PVC rígido, soldado, bitola mínima de 25 mm, com isolamento térmico em polietileno expandido de baixa densidade e estrutura celular fechada, espessura de parede de 10 mm (ref.: Polipex), sendo instaladas, inclusive, nos trechos embutidos

6.8.2 O encaminhamento dos tubos deverá ser independente e não poderão ser conectados à rede de esgoto.

6.8.3 Os tubos de conexão às bandejas de condensado deverão ser dotados de sifão e plug de expurgo para manutenção.

6.8.4 Mangueiras do tipo flexível e transparente (cristal) poderão ser utilizadas para ACJs, desde que esse padrão visual já esteja sendo utilizado nos demais aparelhos, observando o diâmetro recomendado pelos fabricantes.

6.9 Casa de Máquinas – padrão CAIXA

6.9.1 As casas de máquinas deverão ser adequadamente vedadas, evitando-se infiltrações indevidas de ar.

6.9.2 As portas deverão ser preferencialmente do tipo corta-fogo, com maçaneta robusta e fechamento com chave, sempre com abertura para fora, gaxeta de borracha em todo o seu perímetro para evitar infiltrações e contribuir no isolamento acústico.

6.9.3 Os pontos de passagem de dutos e tubulações deverão ser inclinados para cima e vedados com espuma de poliuretano expandido em todo o perímetro.

6.9.4 As casas de máquinas devem possuir ralos sifonados ou caixas sifonadas, pontos de água com torneira (tipo jardim, saída rosca bitola ¾”), tomadas elétricas para rede trifásica (220V ou 380V) e monofásica (220V e 127V) para manutenção.

6.9.5 Os ralos destinados à manutenção deverão ser posicionados embaixo dos respectivos pontos de água.



      1. A base para os condicionadores serão do tipo dormente, construída em alvenaria ou concreto, com 15cm de altura, 15cm de largura, sendo a profundidade a mesma do equipamento, de modo a permitir a limpeza sob os mesmos e eliminar a água eventualmente retida no local.




      1. As lâmpadas devem possuir nível de iluminância total de cerca de 1000 lux nas paredes frontais e laterais aos condicionadores, alocadas em luminárias simples, como arandelas, mas que ofereça boa proteção mecânica e iluminação completa dos equipamentos, visando contribuir com a manutenção prestada e reduzir riscos de acidentes.




      1. Aberturas de vãos nas paredes, com o devido requadro, para a reinstalação de tomadas de ar de retorno e exterior, cuja área deve estar de acordo com as vazões estabelecidas em projeto, respeitando as velocidades máximas prescritas pela norma técnica brasileira NBR ABNT 16401/2008.

6.9.9 As paredes deverão ser lisas e pintadas com tinta acrílica na cor branca.
6.9.10 As esquadrias deverão ser vedadas de forma definitiva, com o uso de solda se construídas em ferro, ou aparafusadas se em alumínio, com aplicação de silicone entre os pontos de fixação.


      1. No caso de radiação solar direta incidindo sobre os vidros das esquadrias, deve ser prevista a aplicação de material ou construção de elementos que evitem a entrada desta fonte de calor no interior das casas de máquinas;




      1. As casas de máquinas próximas de ambientes com exigência de baixo nível de ruído devem receber tratamento acústico adequado.




      1. O material absorvente acústico padronizado pela CAIXA é constituído de espuma com filme plástico transparente, que permite a sua limpeza com pano úmido (referência Sonex Skin – Illbruck), sendo vedados o uso de lã-de-vidro, espumas comuns e mantas porosas que propiciam a absorção de poeiras, afetando a qualidade do ar.

    ANEXO I-C

    PLANILHA ORÇAMENTÁRIA DE SERVIÇOS E MATERIAIS - PSAC



Disponível no site www.caixa.gov.br/ em “Você” selecionar “Destaques”, link Compras CAIXA/ Lic. Instauradas/ Goiânia.

    ANEXO II

    PROCESSO DE ATENDIMENTO



1 MANUTENÇÃO PREVENTIVA

    1. A equipe de manutenção preventiva deverá estabelecer e cumprir um planejamento operacional, no qual deverá constar o roteiro e cronograma das visitas, de acordo com as rotinas de manutenção definidas nos Anexos I, VIII e IX.

  1. MANUTENÇÃO CORRETIVA

    1. A CONTRATADA deverá atender a toda e qualquer solicitação da CAIXA/GILOG/GO, para a imediata execução de manutenções corretivas, caracterizadas como serviços emergenciais ou não, dentro dos prazos previstos neste Anexo II, mesmo em caso de ocorrências simultâneas ou fora do horário/dia de expediente das unidades CAIXA.

2.1.1 Os serviços emergenciais, prioridade nível I, deverão ser executados de imediato, após o recebimento do chamado da CAIXA, ainda que previsto prazo máximo neste Anexo II.

      1. Está prevista também no escopo a execução de serviços acessórios ou complementares à perfeita realização dos serviços principais.

    1. O prazo de atendimento para cada "tipo de serviço" e o "nível de prioridade" poderá constar no "chamado" aberto pela unidade CAIXA demandante, prevalecendo sempre, em caso de divergências ou dúvidas, os prazos constantes neste Anexo II, o qual será enviado à empresa CONTRATADA para execução do serviço.

2.2.1 Após a identificação e registro, imediatamente a chamada é retransmitida à CONTRATADA, que deverá atender dentro dos prazos previstos para o atendimento;


2.2.2 Caso a CONTRATADA constate a impossibilidade de atendimento dentro dos prazos previstos neste Anexo II, no ato do recebimento da demanda (ficha de atendimento via e-mail), deverá comunicar-se com a Central de atendimento, apresentando os motivos que possam justificar o descumprimento do prazo e agendando nova data para o atendimento.

2.2.2.1 Caberá à CAIXA/GIMAT, após análise, acatar ou não a justificativa citada, para efeito da contagem do percentual de atendimentos fora dos prazos.



2.2.2 A CAIXA/GIMAT acompanhará a execução dos serviços e fará a pesquisa pós-atendimento para identificar a qualidade/conceito dos trabalhos realizados pela CONTRATADA;

      1. Este processo também gera relatórios sobre as atividades pertinentes, contendo tempo, deslocamento, anomalias detectadas, providências tomadas etc.;

    1. A eficiência quanto aos prazos de atendimento será medida e classificada a cada mês, assim como a qualidade dos serviços prestados pela CONTRATADA, mediante apuração de conceitos por relatório gerencial da CAIXA/GIMAT e conforme dispõe este Anexo II.

      1. Conforme a classificação obtida, a CONTRATADA estará automaticamente sujeita às penalidades indicadas neste Anexo II.


PRAZOS DE ATENDIMENTO AOS CHAMADOS CORRETIVOS




PRIORIDADE

PRAZO MÁXIMO DE ATENDIMENTO


TIPOS DE OCORRÊNCIAS



MUNICÍPIOSEDE

Outras Unidades

Até 200 Km

Acima 200 Km

NÍVEL I

2 HORAS

4 HORAS

6 HORAS

Ocorrências que impedem o funcionamento da Unidade ou acarretam o risco iminente de impedimento total e qualquer demanda das Unidades de Processamento de Dados.

NÍVEL II

4 HORAS

8 HORAS

12 HORAS

Ocorrências que comprometem parcialmente o funcionamento da Unidade, e que poderão vir a agravar em um curto espaço de tempo.

NÍVEL III

1 DIA

2 DIAS

3 DIAS

Ocorrências que não comprometem o funcionamento, porém incomodam funcionários e clientes ou ainda prejudicam a imagem da CAIXA.

NÍVEL IV

2 DIAS

Data da preventiva

Data da preventiva

Ocorrências que poderão ser atendidas num prazo mais elástico, sem comprometer ou prejudicar o funcionamento ou a imagem da CAIXA no curto prazo.

NÍVEL V

Negociar

Negociar

Negociar

Ocorrências não especificadas, que poderão ter sua execução negociada/programada de acordo com o caso.

CONCEITOS DE ATENDIMENTOAOS CHAMADOS CORRETIVOS



Conceito


Atendimento fora do prazo sobre o total de chamados do mês

Quantidade de intervenções em um equipamento, relativa ao mesmo problema ocorrido no prazo de 30 dias



Penalidades

Ótimo

Até 3%

0


Isento

(Divulgar Conceito)


Bom

4% a 8%

1


Isento

(Divulgar Conceito)


Regular

9% a 15%

2


Inciso I da Cláusula Décima Segunda (ANEXO III) – Advertência e Parágrafo Quarto da Cláusula Décima Segunda (ANEXO III) – Multa diária de 0,3% e/ou Parágrafo Quinto da Cláusula Décima Segunda (ANEXO III) – Multa de 0,01% por hora de atraso conforme o caso *

Ruim

Acima de 15%

3


Inciso III da Cláusula Décima Segunda (ANEXO III) – Suspensão e/ou Parágrafo Primeiro da Cláusula Décima Segunda (ANEXO III) – Advertência suspensão declaração de idoneidade e multa Parágrafo Primeiro da Cláusula Décima Quarta (ANEXO III) – Rescisão*

* Sanções Administrativas previstas na Cláusula Décima Segunda do Contrato.

** Os percentuais acima serão considerados em números inteiros, ou seja, não deverá haver arredondamentos e sim o desprezo dos decimais.



    ANEXO III



    MINUTA DE CONTRATO



CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA, BEM COMO PEQUENOS SERVIÇOS DE ADEQUAÇÃO DE CLIMATIZAÇÃO (PSAC) NOS SISTEMAS DE CLIMATIZAÇÃO INSTALADOS NA UNIDADES/CAIXA DO MATO GROSSO DO SUL, QUE ENTRE SI FAZEM, DE UM LADO, A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E, DE OUTRO, A EMPRESA ________________, NA FORMA ABAIXO:

Pelo presente instrumento particular, de um lado a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – CEF, instituição financeira sob a forma de empresa pública, dotada de personalidade jurídica de direito privado, criada e constituída nos termos do Decreto-Lei n.º 759, de 12.08.69, e alterado pelo Decreto n.º 1259, de 19.02.73, pelo Decreto-Lei n.º 66.303, de 06.03.70, regendo-se, presentemente, pelo estatuto aprovado Decreto nº 6.796, de 17 de março de 2009, de 21.09.04, inscrita no CNPJ sob o n.º 00.360.305/2663-09 , com sede em Goiânia/GO, à Rua 11 nº 250, Centro, Goiânia/GO, neste ato representada pelo (CARGO E FUNÇÃO descrever) ________________________________, daqui por diante denominada CAIXA, de um lado, e de outro a empresa _____________________________________, inscrita no CNPJ/MF sob o n° _______________________________, com sede ____________________(ENDEREÇO, CIDADE, ESTADO), neste ato representada por _____________, portador da cédula de identidade RG nº _____, e inscrito no CPF sob o nº _________, doravante denominada simplesmente CONTRATADA, em face da autorização (GILIC/GO), de ______________/___, processo n° 7071.01.0324.0/2013 – Pregão Eletrônico nº 011/7071-2013, de ___/___/___, têm justa e contratada a execução dos serviços objeto deste instrumento, vinculado ao respectivo Edital, seus Anexos e à proposta apresentada pela CONTRATADA no referido certame, sujeitando-se as partes contratantes às normas constantes da Lei 8.666, de 21/06/93, e suas alterações, IN nº 05 de 21/07/95 do MARE, IN INSS/DC nº 100, de 18/12/03, e alterações, Lei nº 9.069/95 e Lei nº 8.078/90 (Código do Consumidor), bem como às cláusulas abaixo:





Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal