Professora ana claudia



Baixar 165.74 Kb.
Página1/3
Encontro20.01.2018
Tamanho165.74 Kb.
  1   2   3

ATIVIDADES DE REVISÃO – 3ª SÉRIE – 2° BIMESTRE

PROFESSORA ANA CLAUDIA

SOCIOLOGIA


1. (Upe-ssa 1 2017) Na bacia do Rio São Francisco, nas paleolagoas conhecidas hoje como tanques, foram achados ossos de animais extintos da fauna pleistocênica, que conviveram com o homem em diversas áreas da região, como Salgueiro e Alagoinha, em Pernambuco. Pesquisas mais recentes assinalaram, também, a presença de megafauna, como o mastodonte e a preguiça-gigante, como é o caso da Lagoa Uri de Cima em Salgueiro.



MARTIN, Gabriela; PESSIS, Anne-Marie. Breve Panorama da Pré-História do Vale do São Francisco no Nordeste do Brasil. Revista FUMDHAMentos, Volume 1 – Número 10 – Ano 2013, p. 14, adaptado.
O trecho acima propõe uma leitura da História do Brasil, que se caracteriza pela

a) presença essencial dos europeus no continente americano.

b) inexistência de exemplares da megafauna em território brasileiro.

c) carência de estudos paleoantropológicos e sítios arqueológicos no Nordeste.

d) antiguidade da presença humana no país, anterior à chegada dos portugueses.

e) existência de répteis de porte avantajado, popularmente conhecidos como dinossauros.

2. (Unesp 2017)


A pintura representa no martírio de Cristo os seguintes princípios culturais do Renascimento italiano:

a) a imitação das formas artísticas medievais e a ênfase na natureza espiritual de Cristo.

b) a preocupação intensa com a forma artística e a ausência de significado religioso do quadro.

c) a disposição da figura de Cristo em perspectiva geométrica e o conteúdo realista da composição.

d) a gama variada de cores luminosas e a concepção otimista de uma humanidade sem pecado.

e) a idealização do corpo do Salvador e a noção de uma divindade desvinculada dos dramas humanos.

3. (Fmp 2017) A respeito das relações entre o Renascimento e o Cristianismo na Europa, os professores Francisco Falcon e Edmilson, Rodrigues escreveram: Não buscavam os humanistas o caminho até Deus pelo desespero, como Lutero, e muito menos concordavam com o servo-arbítrio. Além disso, desaprovavam a violência e os cismas, o que explicava por que grandes intelectuais se recusaram a aderir à Reforma. Essa atitude dos humanistas, como Erasmo e Morus, acabou por criar uma terceira via para a crise que se apresentava sob a forma de uma renovação das doutrinas e dos sentimentos diante do mundo. A utopia foi uma das representações dessa terceira via. Nesse sentido, o luteranismo e o calvinismo, no que se referem à doutrina, são anti-humanistas.

FALCON, F.; RODRIGUES, A. E. A formação do mundo moderno. A construção do Ocidente dos séculos XIV ao XVIII. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. p. 130.

As ideias apresentadas pelos autores no trecho acima, a respeito do contexto das divergências teológicas do século XVI, apontam para o fato de que o(a)

a) Luteranismo é uma doutrina em tudo oposta ao Calvinismo.

b) Renascimento deve ser interpretado como pertencendo à teologia católica.

c) Humanismo não caracterizou apenas os reformadores protestantes.

d) Reforma protestante se opôs às ideias do classicismo grego.

e) Utopia foi um movimento de reafirmação das doutrinas anglicanas.

4. (Fgv 2016) “Só para mim nasceu Dom Quixote, e eu para ele: ele para praticar as ações e eu para as escrever (...) a contar com pena de avestruz, grosseira e mal aparada, as façanhas do meu valoroso cavaleiro, porque não é carga para os seus ombros, nem assunto para o seu frio engenho; e a esse advertirás, se acaso chegares a conhecê-lo, que deixe descansar na sepultura os cansados e já apodrecidos ossos de Dom Quixote (...), pois não foi outro o meu intento, senão o de tornar aborrecidas dos homens as fingidas e disparatadas histórias dos livros de cavalarias, que vão já tropeçando com as do meu verdadeiro Dom Quixote, e ainda hão de cair de todo, sem dúvida.”



(Miguel de Cervantes Saavedra, Dom Quixote de la Mancha, 1991)
Sobre a obra em questão, é correto afirmar que

a) Dom Quixote é um homem de valores de cavalaria, instituição típica da modernidade ocidental, com suas aventuras tragicômicas, fruto de suas leituras, que vão do heroísmo à ingenuidade, caracterizando a sensibilidade do homem moderno, mais ligado à ciência e à experiência, em oposição ao primado da fé.

b) o homem medieval, representado por Dom Quixote, considera a cavalaria, instituição típica do período, o símbolo dos valores cristãos, como a fé, a honra e a justiça, e vê, na guerra santa, forma de propagar esses valores, em defesa do mundo que crê nas lições dos livros sagrados, sem duvidar das verdades tradicionais.

c) a figura trágica de Dom Quixote é a representação do homem do mundo antigo, ou seja, aquele que considera a guerra como missão a fim de louvar os deuses e transformar as ações em mitos, condenando a injustiça e as civilizações frágeis, o que possibilita localizar o texto no final da Antiguidade.

d) Cervantes cria Dom Quixote, o cavaleiro andante, um fidalgo cujas proezas o tornam inadequado à época moderna, marcando o limite entre o heroísmo e a fantasia, pois não só aspira a uma missão purificadora do mundo como acredita nela, e revela que, na passagem do homem medieval para o moderno, a cavalaria era algo ultrapassado.

e) o texto de Cervantes nos conta a aventura de um fidalgo que, por meio de leituras de livros de cavalaria, torna-se um cavaleiro, uma personagem identificada com os valores medievais, de guerra, honra e justiça, mostrando como, na Idade Moderna, esses valores são importantes, ainda têm lugar e guiam a ação e a consciência do homem moderno.

5. (Ufrgs 2016) Em relação à história da Europa moderna, assinale a alternativa correta.

a) Os humanistas eram indivíduos que, inspirados pela escolástica, propagavam um saber centrado apenas no Cristianismo.

b) O contato dos europeus com os ameríndios não alterou as características do pensamento renascentista, exclusivamente voltado para a imitação dos autores gregos e romanos.

c) O deslocamento das rotas comerciais europeias para os entrepostos localizados no Mar Mediterrâneo ocorreu no século XVI.

d) A ascensão da burguesia, no século XIV, ocasionou a fragmentação do poder monárquico e o desenvolvimento de Estados capitalistas.

e) A difusão da imprensa, a partir do século XV, foi importante para o desenvolvimento de novas práticas culturais.


TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Leia atentamente o texto abaixo para responder à(s) questão(ões) a seguir.
História da pintura, história do mundo
O homem nunca se contentou em apenas ocupar os espaços do mundo; sentiu logo a necessidade de representá-los, reproduzi-los em imagens, formas, cores, desenhá-los e pintá-los na parede de uma caverna, nos muros, numa peça de pano, de papel, numa tela de monitor. Acompanhar a história da pintura é acompanhar um pouco a história da humanidade. É, ainda, descortinar o espaço íntimo, o espaço da imaginação, onde podemos criar as formas que mais nos interessam, nem sempre disponíveis no mundo natural. Um guia notável para aprender a ler o mundo por meio das formas com que os artistas o conceberam é o livro História da Pintura, de uma arguta irmã religiosa, da ordem de Notre Dame, chamada Wendy Beckett. Ensina-nos a ver em profundidade tudo o que os pintores criaram, e a reconhecer personagens, objetos, fatos e ideias do período que testemunharam.

A autora começa pela Pré-História, pela caverna subterrânea de Altamira, em cujas paredes, entre 15000 e 12000 a.C., toscos pincéis de caniços ou cerdas e pó de ocre e carvão deixaram imagens de bisões e outros animais. E dá um salto para o antigo Egito, para artistas que já obedeciam à chamada “regra de proporção”, pela qual se garantia que as figuras retratadas − como caçadores de aves e mulheres lamentosas no funeral de um faraó − se enquadrassem numa perfeita escala de medidas. Já na Grécia, a pintura de vasos costuma ter uma função narrativa: em alguns notam-se cenas da Ilíada e da Odisseia. A maior preocupação dos artistas helenísticos era a fidelidade com que procuravam representar o mundo real, sobretudo em seus lances mais dramáticos, como os das batalhas.

A arte cristã primitiva e medieval teve altos momentos, desde os consagrados à figuração religiosa nas paredes dos templos, como as imagens da Virgem e do Menino, até as ilustrações de exemplares do Evangelho, as chamadas “iluminuras” artesanais. Na altura do século XII, o estilo gótico se impôs, tanto na arquitetura como na pintura. Nesta, o fascínio dos artistas estava em criar efeitos de perspectiva e a ilusão de espaços que parecem reais. Mas é na Renascença, sobretudo na italiana, que a pintura atinge certa emancipação artística, graças a obras de gênios como Leonardo, Michelangelo, Rafael. É o império da “perspectiva”, considerada por muitos artistas como mais importante do que a própria luz. Para além das representações de caráter religioso, as paisagens rurais e retratos de pessoas, sobretudo das diferentes aristocracias, apresentam-se num auge de realismo.

Em passos assim instrutivos, o livro da irmã Wendy vai nos conduzindo por um roteiro histórico da arte da pintura e dos sucessivos feitos humanos. Desde um jogo de boliche numa estalagem até figuras femininas em atividades domésticas, de um ateliê de ourives até um campo de batalha, 1tudo vai se oferecendo a novas técnicas, como a da “câmara escura”, explorada pelo holandês Vermeer, pela qual se obtinha melhor controle da luminosidade adequada e do ângulo de visão. Entram em cena as novas criações da tecnologia humana: os navios a vapor, os trens, as máquinas e as indústrias podem estar no centro das telas, falando do progresso. Nem faltam, obviamente, os motivos violentos da história: a Revolução Francesa, a sanguinária invasão napoleônica da Espanha (num quadro inesquecível de Goya), escaramuças entre árabes. Em contraste, paisagens bucólicas e jardins harmoniosos desfilam ainda pelo desejo de realismo e fidedignidade na representação da natureza.



2Mas sobrevém uma crise do 3realismo, da 4submissão da pintura às formas dadas do mundo natural. Artistas como Manet, Degas, Monet e Renoir aplicam-se a um novo modo de ver, pelo qual a imagem externa se submete à visão íntima do artista, que a tudo projeta agora de modo sugestivo, numa luz mais ou menos difusa, apanhando uma realidade moldada mais pela impressão da imaginação criativa do que pelas formas nítidas naturais. No Impressionismo, 5uma catedral pode ser pouco mais que 6uma grande massa luminosa, 7cujas formas arquitetônicas mais se 8adivinham do que se traçam. Associada à Belle Époque, a arte do final do século XIX e início do XX guardará ainda certa inocência da vida provinciana, no campo, ou na vida mundana dos cafés, na cidade.

Desfazendo-se quase que inteiramente dos traços dos impressionistas, artistas como Van Gogh e Cézanne, explorando novas liberdades, fazem a arte ganhar novas técnicas e aproximar-se da abstração. A dimensão psicológica do artista transparece em seus quadros: o quarto modestíssimo de Van Gogh sugere um cotidiano angustiado, seus campos de trigo parecem um dourado a saltar da tela. A Primeira Grande Guerra eliminará compreensões mais inocentes do mundo, e o século XX em marcha acentuará as cores dramáticas, convulsionadas, as formas quase irreconhecíveis de uma realidade fraturada. O cubismo, o expressionismo e o abstracionismo (Picasso, Kandinsky e outros) interferem radicalmente na visão “natural” do mundo.



9Por outro lado, 10menos libertário, 11doutrinas totalitaristas, como a stalinista e a nazifascista, pretenderão que os artistas se submetam às suas ideologias. Já Mondrian fará escola com a geometria das formas, Salvador Dalí expandirá o surrealismo dos sonhos, e muitas tendências contemporâneas passam a sofrer certa orientação do mercado da arte, agora especulada como mercadoria.

Em suma, a história da pintura nos 12ensina a entender o que podemos ver do mundo e de nós mesmos. As peças de um museu parecem estar ali 13paralisadas, 14mas basta um pouco da nossa atenção a cada uma delas para que a vida ali contida se manifeste. Com a arte da pintura aprenderam as artes e técnicas visuais do nosso tempo: a fotografia, o cinema, a televisão devem muito ao que o homem aprendeu pela força do olhar. Novos recursos ampliam ou restringem nosso campo de visão: atualmente muitos andam de cabeça baixa, apontando os olhos para a pequena tela de um celular. Ironicamente, alguém pode baixar nessa telinha “A criação do homem”, que Michelangelo produziu para eternizar a beleza do forro da Capela Sistina.



(BATISTA, Domenico, inédito)
6. (Puccamp 2016) O historiador André Corvisier, em seu livro História Moderna, afirma que a Renascença não é mais vista como uma ruptura brutal com a Época Medieval, mas o resultado de um processo lento que tem suas raízes naquele período. Sobre esse processo, é correto afirmar que

a) as descobertas da ciência moderna se tornavam viáveis a partir da adoção de uma postura de rejeição dos paradigmas da filosofia do passado.

b) a valorização da educação universal e o estudo dos textos clássicos incentivavam a inspiração dos artistas renascentistas.

c) o crescimento das cidades criava um meio social que propiciava o desenvolvimento das atividades intelectuais e artísticas.

d) o desenvolvimento do comércio, ao abrir novas rotas, contribuiu diretamente para o questionamento de valores filosóficos e culturais medievais.

e) a nobreza feudal defendia ideias renascentistas para contestar os valores éticos e estéticos projetados na arte da burguesia mercantil.

7. (Ufsm 2015) Do ponto de vista histórico, o tempo ou a contagem dele é uma invenção humana. Conforme suas necessidades, a maior parte das civilizações construiu um calendário a partir de um acontecimento tido como fundamental em suas culturas. Antes da invenção dos relógios mecânicos e digitais, dos celulares e computadores, nossos ancestrais usavam formas diversas para medir a passagem do tempo, com mais ou menos precisão. Considerando essas formas, coloque verdadeira (V) ou falsa (F) nas alternativas usadas por nossos ancestrais.
( ) apitos dos trens, floração das árvores e mudanças na temperatura

( ) relógios solares, erupções na pele dos animais e posição das estrelas

( ) incidência de luz, queda das folhas das árvores e ciclos agrícolas

A sequência correta é

a) V − V − V.

b) V − F − F.

c) F − F − V.

d) V − F − V.

e) F − V − F.

8. (Uern 2013) As gravuras se referem aos monumentos megalíticos, constantes objetos de estudo de arqueólogos e historiadores. Observe.



Acerca dessas formações rochosas misteriosas, devidamente arrumadas na natureza por nossos antepassados, é correto afirmar que

a) são consideradas monumentos pela sua formação. Acredita-se que podem ter surgido durante o período Neolítico (Idade da Pedra) e a finalidade de sua existência não é totalmente conhecida.

b) muitas eram contempladas e cultuadas pelos religiosos fundadores da Igreja Católica, que acreditavam em seus poderes esotéricos e na presença de relíquias sagradas entre as pedras utilizadas em sua construção.

c) são construções feitas por seres detentores de altos conhecimentos, pois a maioria das pedras chega a pesar toneladas. Os templos seriam destinados aos alquimistas e magos, donos do conhecimento científico no período Homérico.

d) algumas são construções de indivíduos solitários, conhecidos como menires (em celta significa “pedras compridas”) e tinham o objetivo comprovado de abrigar as tribos nômades em suas incursões em busca de alimento e moradia.

9. (Upe 2012) Entre os nômades, o trabalho não tem o mesmo valor que nas sociedades agrárias. Os índios

Ianomâmi, da Amazônia, desenvolvem suas atividades, em média, três horas por dia e não valorizam o trabalho nem o progresso tecnológico. Os Guaiaqui, caçadores nômades da floresta paraguaia, passam, pelo menos, metade do dia em completa ociosidade. Quanto ao desenvolvimento social, do pensar e do fazer dos primeiros humanos, é correto afirmar que a

a) produção de novas ferramentas de pedra polida foi a transformação mais importante ocorrida nesse período.

b) fabricação de ferramentas e a utilização do fogo evidenciam que a sobrevivência humana não está diretamente relacionada à adaptação cultural do homem.

c) abundância de recursos animais e vegetais promoveu a sedentarização do homem.

d) capacidade de conseguir mais alimentos deu ao homem menor controle sobre o meio ambiente.

e) troca da caça e da coleta pela agricultura ocorreu de maneira súbita.

10. (Unicamp 2015) A maneira pela qual adquirimos qualquer conhecimento constitui suficiente prova de que não é inato.

LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p.13.


O empirismo, corrente filosófica da qual Locke fazia parte,

a) afirma que o conhecimento não é inato, pois sua aquisição deriva da experiência.

b) é uma forma de ceticismo, pois nega que os conhecimentos possam ser obtidos.

c) aproxima-se do modelo científico cartesiano, ao negar a existência de ideias inatas.

d) defende que as ideias estão presentes na razão desde o nascimento.

11. (Ueg 2013) A ciência desconfia da veracidade de nossas certezas, de nossa adesão imediata às coisas, da ausência de crítica e da falta de curiosidade. Por isso, onde vemos coisas, fatos e acontecimentos, a atitude científica vê problemas e obstáculos, aparências que precisam ser explicadas.



CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003. p. 218.
Com base na afirmação precedente pode-se afirmar que:

a) a ciência, ao contrário do senso comum, é um conhecimento objetivo, quantitativo e generalizador, que se opõe ao caráter dogmático e subjetivo do senso comum.

b) a ciência domina o imaginário contemporâneo. Isso significa que, cada vez mais, confiamos no testemunho de nossos sentidos que promovem uma adesão acrítica à realidade dada.

c) a ciência existe para confirmar nossas certezas cotidianas, utilizando um pensamento assistemático que despreza o trabalho da razão.

d) a rigor, a ciência complementa o senso comum, mas banindo os obstáculos e problemas observados por nossa percepção imediata das coisas.

12. (Uenp 2012)




Analise a charge e as afirmações abaixo.
I. O conhecimento filosófico possui como critério de verdade a coerência lógico-argumentativa dos argumentos.

II. O conhecimento científico possui como critério de verdade a experimentabilidade e a possibilidade de verificação.

III. O conhecimento mítico-religioso possui como critério de verdade a crença.

IV. A tirinha do Calvin não problematiza a questão da verdade, apontando para a existência de apenas um tipo de conhecimento válido.


Estão corretas apenas as afirmativas:

a) I e II.

b) I, II e III.

c) I, III e IV.

d) II, III e IV.

e) I, II, III e IV.

13. (Upe 2010) Para agir no mundo, a pessoa humana utiliza-se de diferentes modalidades de conhecimento.

Coloque Verdadeiro (V) ou Falso (F) para as afirmativas a seguir que buscam expressar diferenças e características fundamentais de cada modalidade de conhecimento, conceituando:

( ) senso comum como conhecimento irracional, de pouca influência na formação de novos conhecimentos.

( ) ciência como um saber, que, na sua essência, procura desvendar a natureza a partir, principalmente, das relações entre causa e efeito.

( ) arte como um conhecimento que proporciona entender o mundo através da sensibilidade do artista.

( ) filosofia como um saber que se propõe a oferecer um conhecimento, baseado na busca rigorosa da origem dos problemas, relacionando-os a outros aspectos da vida humana.

( ) mito como saber capaz de superar a subjetividade do homem, frente ao desconhecido.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

a) F,V,V,V,F.

b) V,V,F,F,V.

c) F,V,F,V,F.

d) V,F,V,V,V.

e) V,V,V,V,V.

14. (Uem 2016) “Pouco antes da 3ª Conferência contra o Racismo, que se abriu no dia 31 de agosto de 2001 em Durban, na África do Sul, Pierre Sané, diretor-geral assistente da Unicef, e Jerôme Bindé, diretor da Divisão de Antecipação e Estudos de Perspectivas da Unesco, publicaram na página 3 da Folha de São Paulo um alerta sobre novas discriminações que ameaçam os homens, apesar do artigo 1º. da Declaração Universal do Genoma Humano e dos Direitos Humanos enunciar que o genoma humano está na base da unidade fundamental de todos os membros da família humana, bem como o reconhecimento de sua dignidade e diversidade. Escrevem os autores: ‘Os progressos científicos contemporâneos – particularmente a revolução genética – trouxeram grandes esperanças, mas também questões alarmantes.’”



(SANTOS, L. G. 2003. Politizar as novas tecnologias. São Paulo: Editora 34, 2003, p. 264).
A partir do trecho citado e das reflexões da sociologia sobre ciência, técnica e tecnologia assinale o que for correto.

01) A segmentação e o isolamento das áreas de conhecimento entre si possibilitam o desenvolvimento de tecnologias que, ao favorecerem a produção de determinada espécie, como é o caso do milho transgênico, colocam em risco a biodiversidade e a sociodiversidade.

02) O fato de certas pesquisas acenarem com resultados positivos para a espécie humana em termos de esperança de vida, longevidade e terapias genéticas, não significa que todas as sociedades e indivíduos terão acesso a esses benefícios, pois isso depende de fatores como riqueza, informação, distribuição de renda, políticas públicas e acesso à tecnologia.

04) Por maiores que sejam as desigualdades sociais entre os países ricos e os países pobres, as tecnologias de engenharia genética ainda não foram capazes de criar indivíduos pertencentes a grupos humanos distintos, embora isso potencialmente possa ocorrer no futuro.

08) Enquanto a noção darwiniana de herança como modificação deixou de influenciar as reflexões e a pesquisa em biociências, as ideias relacionadas ao darwinismo cultural, ou seja, o princípio baseado na seleção dos socialmente mais aptos, continuam a vigorar.

16) A fim de se manterem éticos, o desenvolvimento e a aplicação de tecnologias direcionadas à manipulação genética precisam manter um diálogo constante com pesquisas e diretrizes políticas que incluam debates sobre direitos humanos, desigualdades socioeconômicas e diversidades ambiental, cultural e social.

15. (Unimontes 2015) As preocupações intelectuais de Auguste Comte (1798-1857) decorrem, principalmente, da herança do Iluminismo e da Revolução Francesa. Inspirado no método de investigação das ciências da natureza, procurava identificar os princípios da vida social assim como outros cientistas explicavam a vida natural. Além de cunhar o nome da nova ciência de Sociologia, foi dele a primeira tentativa de definir-lhe o objeto, seus métodos e problemas fundamentais, bem como a primeira tentativa de determinar-lhe a posição no conjunto das ciências. Considerando as reflexões e definições de Auguste Comte sobre a natureza da Sociologia, analise as afirmativas a seguir:
I. Definiu a lei dos três estados, na qual o conhecimento está sujeito, em sua evolução, a passar por três estados diferentes: o teológico, o metafísico e o positivo.

II. Propôs classificação das ciências, que tratam do pensamento sobre cada domínio do universo e da sociedade, pela ordem, matemática/astronomia, física, química, biologia e sociologia.

III. Defendeu que a observação cuidadosa dos fatos empíricos e o teste sistemático de teorias sociológicas tornam-se modos dominantes para se acumular conhecimento metafísico.

IV. Preocupou-se em definir a Sociologia como ciência da humanidade, capaz de desvendar as leis da organização humana, cujo conhecimento deveria ter utilidade prática a fim de melhorar a vida das pessoas.


Estão CORRETAS as afirmativas

a) I, II e III, apenas.

b) I, III e IV, apenas.

c) I, II e IV, apenas.

d) II, III e IV, apenas.

16. (Uem 2015) “A história da sociologia caracteriza-se pelo relacionamento ambivalente com a biologia e outras disciplinas que dizem respeito ao meio ambiente natural (...) De um lado, o pensamento sociológico é fortemente influenciado pelas imagens de desenvolvimento, evolução e adaptação de organismos (...) Paralelamente, o desenvolvimento da teoria sociológica segue um modelo principalmente moldado pelas reações contra o simplismo biológico de vários tipos (especialmente o darwinismo social e o determinismo ambiental).”




  1   2   3


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal