Programação e sinopses



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Programação e sinopses:


KASSANDRA - Grupo Teatral La Vaca / Brasil – Florianópolis (SC)

Gênero: Espetáculo classificado como espaço singular na cidade

19 de junho, às 21h, Rua Olavo Bilac, 336 - Azenha

Distribuição de senhas 1h antes


Kassandra, princesa de Troia, nasceu menino, mas transformou seu corpo e se tornou uma guerreira do sexo. Tinha o dom da vidência e foi chamada de louca quando previu a terrível tragédia. Nesta noite ela recebe clientes na boate em que trabalha e reconta, em uma língua que não é a sua, o mito violento e sensual que os escritores gregos esqueceram de narrar. "Kassandra é um híbrido de mitologia e cultura pop, uma incursão estética por lugares proibidos, guiados por fetichismo, música eletrônica, Pernalonga, sexo e poder", afirma Sérgio Blanco, o autor do espetáculo.
A Companhia La Vaca, criada por Milena Moraes e Renato Turnes, investe em um repertório focado na dramaturgia latino-americana contemporânea. Encenou, em 2008, Mi Muñequita, do uruguaio Gabriel Calderón. Em 2012 estreou Kassandra, do franco-uruguaio Sergio Blanco e dois anos depois apresentou UZ, mais um texto de Gabriel Calderón inédito no Brasil. Mantém ainda em seu repertório a Trilogia Lugosi, um conjunto de solos baseados na adaptação de contos de horror para o teatro.
Texto: Sergio Blanco/ Elenco: Milena Moraes / Direção: Renato Turnes/ Assistente de direção: Vicente Concilio /Trilha sonora original: Ledgroove/ Figurino: Renato Turnes/ Maquiagem: Robson Vieira/ Máscara: Roberto Gorgati/ Pole dance: Ana Lúcia Trua e Nayla Yamamoto/ Desenho de luz: Renato Turnes/ Arte gráfica: Camila Petersen/ Pesquisador: Esteban Campanela/ Equipe de produção: Milena Moraes, Esteban Campanela, Renato Turnes, Vicente Concilio/ Coordenação de produção: Milena Moraes. Duração: 65min/ Faixa etária recomendada: 18 anos.

Links: https://www.facebook.com/kassandraoftroy/?fref=ts


ODISEO.COM - Grupo Teatral Experiência Subterrânea (Brasil) e do Centro Latinoamericanode Creación e Investigación Teatral - CELCIT (Argentina)

Gênero: Espetáculo classificado como espaço singular na cidade

20 de junho, às 21h, Av. Taquari, 128 - Estação Filmes - Cristal

21 de junho, às 21h, Av. Taquari, 128 - Estação Filmes - Cristal

Agendamento pelo site www.ftrpa.com.br
Ulisses viaja constantemente movido por suas tarefas como executivo de uma empresa internacional. Não pode - ou não consegue - voltar para Laura, sua esposa, que o espera em Bremen. Em Florianópolis, Elisa, sua amante, também o requer. A vida então se organiza por meio do Skype, WhatsApp, Twitter e Facebook. A vida segue, mas é a mesma vida?
Odiseo.com é um espetáculo que propõe uma experiência teatral através da tecnologia digital e a discussão das práticas mediadas de relacionar-se. É realizado em tempo real em três espaços simultâneos e em três países diferentes: Alemanha, Argentina e Brasil. Uma coprodução do Grupo Teatral Experiência Subterrânea (Brasil) e do Centro Latinoamericanode Creación e Investigación Teatral - CELCIT (Argentina).
Texto: Marco Antonio de La Parra/ Direção e concepção espacial de André Carreira/ elenco: Amalia Kassai, na Alemanha. Juan Lepore, na Argentina. Milena Moraes, no Brasil/ Assistente de direção: Mercedes Kreser/ Cenotécnica (Argentina): Fernando Diaz/ Coordenação de produção: Milena Moraes/ Produção (Argentina): Mercedes Kreser/ Duração: 65min. Faixa etária recomendada: 18 anos
DNA de DAN - Maikon K / Brasil – Paraná (PR)

22 de junho, às 12h, Travessa dos Cataventos, Casa Cultura Mario Quintana – Centro Histórico

23 de junho, às 12h, Travessa dos Cataventos, Casa Cultura Mario Quintana – Centro Histórico
Ficção científica. Miragem programada. Metamorfose induzida. Camadas de matéria para atravessar. A língua rastreia o ambiente. Transformação e dissolução. O artista constrói um mistério para um corpo in vitro. Protocolo de segurança: entre na transparência obscura da célula. Fique o tempo que quiser. Dan é a serpente. Um de seus nomes, uma de suas formas. Ela percorre os corpos abrindo caminho. Uma linha sem começo, sem fim. Suscetível a todas as representações.
O trabalho de Maikon K situa-se entre a performance e a dança, teatro e ritual. O foco de sua pesquisa é o corpo como instaurador de realidades e matriz simbólica. Sua formação iniciou-se nas artes cênicas em 1997 e agrega diversas áreas de conhecimento. Graduado em Ciências Sociais (ênfase em Antropologia do Teatro), há treze anos pesquisa formas de expansão da consciência através de práticas corporais e ritos em ligação com os elementos da natureza. O centro de seu trabalho é o corpo e sua capacidade de alterar percepções, influenciado pela visão de mundo xamânica, em que o performer constrói realidades através de técnicas corporais específicas, por meio de canção, som não verbal, dança, signos visuais e atividades ritualizadas.
Concepção e performance: Maikon K/ Orientação de criação e preparação corporal: Kysy Fischer / Ambiente: Fernando Rosenbaum/ Pele: Faetusa Tezelli / Som: Beto Kloster/ Luz: Victor Sabbag/ Produção: Associação Instituto Circo Artístic/ Duração do espetáculo: 6 horas/ Faixa etária recomendada: 14 anos.

UMBIGO - Grupo Trilho de Teatro Popular / Brasil - Porto Alegre (RS) - Grupo Homenageado

19 de junho, às 16h, Brique da Redenção - em frente ao Colégio Militar

26 de junho, às 16h, Brique da Redenção - em frente ao Colégio Militar
O espetáculo apresenta uma cidade fictícia onde todos seus habitantes pensam no próprio umbigo. Rick da Silva Motta, Mary Maravilha, José Arésio e Joana de Calcutá se encontram durante um assalto ao Umbigo Bank. Por meio dessa parábola irônica e bem humorada, são encenadas situações egoístas como reflexo do cotidiano em que o grupo está inserido.
O Grupo Trilho de Teatro Popular completa em 2016 dez anos de existência. “Aviso Prévio” (2006); “A Decisão” (2008), “Ela” (2010), o infantil “O Baú –Lembranças & Brincanças” (2011), estão entre suas principais montagens. O espetáculo de teatro de rua “Umbigo” é de 2014. A principal referência e influência de pesquisa é o dramaturgo e teatrólogo alemão Bertolt Brecht, inspiração maior para a busca de um teatro popular e transformador.
Direção Caroline Falero/ Dramaturgia: Fábio Castilhos/ Elenco Bruna Immich, Daniel Gustavo, Fábio Castilhos e Giovanna Zottis/ Músicos Gabriel Görski e Sérgio Baiano/ Contrarregra Caroline Falero / Figurinos Margarida Rache/ Adereços Patrícia Preiss/ Trilha sonora Gabriel Görski e Sérgio Baiano/ Fotos Júlia Ludke e Paula Carvalho/ Produção Bruna Immich/ Realização Grupo Trilho de Teatro Popular/ Duração 70 min. Classificação 12 anos.

Links: www.grupotrilho.com.br / https://www.youtube.com/watch?v=Mjjr4O9y_lI

https://www.facebook.com/GrupoTrilhoDeTeatro
BRECHÓ DA HUMANIDADE - Rudinei Morales – Teatro de animação/ Brasil – Porto Alegre (RS)

Gênero: Espetáculo classificado como espaço singular na cidade

19 de junho, às 18h, Rua Coronel Fernando Machado, 480 - Centro Histórico

20 de junho às 20h, Rua Coronel Fernando Machado, 480 - Centro Histórico

De 21 a 25 de junho, às 12h e às 15h, Rua Coronel Fernando Machado, 480 - Centro Histórico
Canais para reservar lugar e confirmar a agenda das apresentações:

rudineimorales@rudineimorales.com.br

facebook.com/rudineimorales

51-98311023 - whatsapp


Brechó da Humanidade é um pequeno e incrível espetáculo de Teatro de Objetos, uma alegoria sobre a vida e os amores de uma das mais importantes pensadoras da era contemporânea e testemunha dos anos sombrios da primeira metade do século 20, Hannah Arendt. Porém a dramaturgia não se debruça apenas sobre a ascensão e a queda do terceiro império alemão, desdobra-se em fatos históricos e alcança os ocorridos durante o regime militar brasileiro. Brechó da Humanidade é uma provocação às certezas, um choque nas crenças que temos naquilo que está estabelecido como certo e imutável.
Rudinei Morales atua na Trilogia Solos Animados, projeto que prevê a montagem de espetáculos de repertório em espaços alternativos, utilizando pesquisas sobre o teatro de formas animadas e suas abrangências. A trilogia conta com a direção de Liane Venturela e a trilha sonora original de Álvaro RosaCosta. O projeto utiliza como personagens objetos produzidos em grande escala pela indústria de bens, nos quais residem signos compreensíveis a todos. A ideia é humanizar aquilo que aparentemente não possui humanidade, transpor a materialidade encontrando na sutileza das formas a palavra não dita, e assim a imagem que descreve o que não está escrito.
Direção: Liane Venturella/ Atuação: Rudinei Morales/ Trilha sonora original: Álvaro RosaCosta/ Fotografia de Renata Ibis / Duração: 40 minutos/ Classificação: 14 anos.

Site: www.rudineimorales.com.br


SHAKESPEARE INÉDITO - Liga Profesional De Improvisación (LPI) / Argentina – Buenos Aires

Gênero: Espetáculo classificado como espaço singular na cidade

24 de junho, às 20h, Cemitério Santa Casa de Misericórdia, Av. Prof. Oscar Pereira 423 Azenha

25 de junho, às 18h, Cemitério Santa Casa de Misericórdia, Av. Prof. Oscar Pereira 423 Azenha


O espetáculo surge de um processo de investigação de um ano com uma equipe interdisciplinar experiente em improvisação teatral. A ideia é aprofundar-se no universo das obras de Shakespeare e gerar, instantaneamente e de maneira coletiva, uma nova peça com dramaturgia construída ao vivo. Desta maneira cada apresentação é única, como um novo espetáculo a cada dia, inspirado no estilo do bardo, com seus personagens mais emblemáticos eventualmente juntos na mesma história. No início da função o diretor apresenta ao público as possíveis problemáticas, âmbitos, relações e características intrínsecas dos personagens. Este primeiro esboço construído em conjunto será o disparador dessa inédita encenação shakespeareana.
A Liga Profesional de Improvisación (LPI) nasceu como um espaço de encontro entre artistas interessados na improvisação teatral como método e fim artístico. Desde a fundação em 1988 o diretor e fundador Ricardo Behrens investiga técnicas relacionadas e difunde seus resultados na América e Europa através das suas atividades como docente e artista. Criou uma linha de trabalho muito pessoal que transmite aos seus alunos. A LPI organizou vários festivais de improvisação na Argentina e participou de muitos outros ao redor do mundo.
Direção e dramaturgia ao vivo: Ricardo Behrens/ Elenco: Ricardo Behrens - Dramaturgo ao vivo, Gustavo Caletti – Hamlet, Joana Clerici – Julieta, Rubén Corbalán - Ricardo III, Victoria Mammoliti - Lady Macbeth/ Músico: Luis Small /Assistência técnica: Lila Bang/ Duração: 60 minutos. Faixa etária recomendada: a partir de 10 anos
Visita guiada ao cemitério da santa casa

24 de junho, às 18h30, Cemitério Santa Casa de Misericórdia, Av. Prof. Oscar Pereira 423 Azenha

25 de junho, às 16h30, Cemitério Santa Casa de Misericórdia, Av. Prof. Oscar Pereira 423 Azenha
Considerado um museu a céu aberto devido a sua história, elementos artísticos e arquitetônicos, o Cemitério da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre é um espaço de memória além de ser uma atração turística da cidade. No mês de junho, o Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em parceria com o Festival, oferecerá ao público a visita guiada no Cemitério, onde também serão assistidas as apresentações de "Shakespeare Inédito". A visita guiada será ministrada pela historiadora do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, Amanda Eltz.
Número de vagas: 100 pessoas por visita

Agendamento pelos links:

24/06 - https://docs.google.com/forms/d/1Y6iCVTtWOkPuiSLBsaw604KRHeHkJ-iGnBBJbqesvao/viewform

25/06 - https://docs.google.com/forms/d/190wShb_tc5bZsqA1YDgRpw7TfuAhP7UwgkGWtk9hevw/viewform


CRIONÇAS - Coletivo Crionças / Brasil – Porto Alegre (RS)

21 de junho, às 14h, Praça Almerindo Lima – Belém Novo

25 de junho, às 13h, Parque Marcos Rubim – Jardim Carvalho

26 de junho, às 12h50, Canteiro Central – Parque Farroupilha


Crionças é um espetáculo de teatro de rua que trata com humor e poesia temas per-tinentes a todas as idades: a amizade, o respeito pelas diferenças, os medos e a incessante busca pela felicidade. A epopeia é narrada por uma trupe de viajantes que roda o universo em sua nau interagindo e convidando os espectadores a construírem juntos os alicerces de um novo mundo. A obra é inspirada em poemas de autores brasileiros como Sérgio Napp, Mário Quintana e Paulo Leminski. O elenco é composto pelos atores e músicos Diego Machado, Tomás Piccinini, Tiago Rigo e Vini Silva.
O espetáculo estreou em janeiro de 2015 e desde então percorreu sete estados com apresentações nas capitais e pequenas cidades interioranas. No retorno a Porto Alegre, a temporada de quatro finais de semana resultou em sucesso de público e duas indicações ao prêmio Tibicuera 2016. Formado em 2014, o grupo é a união de quatro artistas com trajetórias internacionais. A soma dos talentos individuais criou a composição musical, a direção cênica, a mani¬pulação de bonecos e a construção de cenário que compõe o Crionças.
Direção: Diego Machado/ Direção musical: Tomás Piccinini/ Texto: Diego Machado/ Elenco: Diego Machado, Tomás Piccinini, Tiago Rigo e Vinícius Silv/ Orientação cênica: Melissa Dornelles e Juliano Barros/ Figurino: Alexandre Magalhães e Silva/ Cenário: Coletivo Crionças. Artes gráficas / audiovisual: Marina de Moraes e Martino Piccinini/ Criação musical: Tomás Piccinini, Daniel Carvalho e Diego Machado/ Produção: Tiago Rigo/ Duração: 45 min/ Classificação: Livre.
UN SONRISA VALE MAS QUE MIL PALABRAS - Martin Martinez Elcaro / Argentina – Buenos Aires

24 de junho, às 16h30, Praça da Alfândega – R. Dos Andradas, 1001 – Centro Histórico

25 de junho, às 16h, Praça Jornal do Comércio – Bairro Santo Antônio

26 de junho, às 13h30, Brique da Redenção – Em frente à Cancha de Bocha


Em cena está a história do menino Martinez que procura um caminho para realizar seu sonho: ter seu próprio circo. Na montagem está a magia, o sonho, a vontade incansável das crianças em busca de seus objetivos. O humor absurdo, o surpreendente domínio das bolhas de sabão, as proezas, os equilíbrios, os malabares e a música são os elementos que conduzem este relato poético e sensível, que se completa - como no circo - com a participação do público.
Martin Martinez, argentino nascido em Buenos Aires trocou as possibilidades de fazer cinema, em que é formado, ou música, como guitarrista de uma banda de rock e “se bandeou” para o lado do circo. Há 20 anos passa o chapéu pelas ruas do mundo, tanto no formato “dupla” quanto no “solo”. De certa forma, “um sorriso vale mais que mil palavras”, nome dado ao espetáculo, é a síntese da vida que o artista leva por esse mundo afora!
Texto: Martin Ruiz / Direção: Eduardo Bertoglio/ Ator palhaço: Martin Ruiz/ Figurino: Monica Rebolini/ Banda de sons: Martin Ruiz/ Foto: Hubert Hayaud/ Iluminação e arte gráfica: Moa Junior/ Assistente de luxo: Tao Ferreira Ruiz/ Duração: 50 minutos/ Classificação: livre.

Link video https://www.youtube.com/watch?v=GNH3BaCvBqo


DANÇA DO TEMPO - Usina do Trabalho do Ator (UTA) / Brasil – Porto Alegre (RS)

24 de junho, às 16h, Praça da Alfândega – Centro Histórico

25 de junho, às 15h, Lomba do Pinheiro, na Rua Beco da Taquara, 336

26 de junho, às 14h30, Parque Farroupilha (Redenção), próximo ao parquinho


Esta criação marca um novo momento do grupo Usina do Trabalho do Ator - UTA, no qual o grupo convida, a cada apresentação, novas pessoas. São convidados 14 participantes/brincantes que irão viver a experiência do teatro, tendo a rua como palco. Brincar como ato de cura e de conexão com o essencial e com nossas raízes. Ao longo dos seus vinte e quatro anos de existência o UTA desenvolve trabalhos que se alicerçam em dois eixos principais: a pedagogia teatral e a criação de espetáculos. Tais alicerces sempre dialogaram ao longo de sua trajetória e serviram de base para criar e executar modos particulares para a cena teatral. O grupo vem apresentando suas criações (espetáculos, seminários, oficinas e demonstrações técnicas), em eventos no Brasil e no exterior. Dentre as mais recentes destacam-se A mulher que comeu o mundo (2006) e Cinco tempos para a morte (2010).
Direção: Gilberto Icle/ Assistente de direção: Shirley Rosário/ Atores: Celina Alcântara, Ciça Reckziegel, Dedy Ricardo, Gisela Habeyche e Thiago Pirajira/ Músicas: Flávio Oliveira/ Sonoplastia: Pâmela Amaro/ Figurinos: Margarina Rache/ Acessórios: Renan Leandro/ Preparação para percussão: Luciana Prass/ Preparação vocal: Marlene Goidanich/ Produção: Thiago Pirajira / Duração: 90 minutos/ Classificação: Livre.
Site https://www.facebook.com/utateatro
Inscrições como participante:

Para participar da apresentação basta escolher na enquete o dia desejado, conforme a agenda. As primeiras 14 pessoas inscritas poderão integrar o elenco. O grupo dirigirá os atores iniciantes, que não precisam ter experiência anterior. Basta chegar vestido com roupas confortáveis, tênis e muita disposição para brincar. A produção pede que não levem bolsas e volumes, pois não haverá local para guardar pertences pessoais.


** Em caso de chuva, a apresentação será cancelada**
SEPÉ: GUARANI KUERY MBARAETÉ! - Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela/Brasil– Porto Alegre (RS)
24 de junho às 16h, R. Dos Andradas com a R. Marechal Floriano – Centro Histórico

25 de junho, às 15h30, Av. Dr. Petrônio Portella n. 1100, Escola Estadual Poncho Verde – Rubem Berta

26 de junho, às 9h50, Brique da Redenção – Em frente ao Colégio Militar
A Guerra Guaranítica no interior do Rio Grande do Sul, que narra o episódio de enfrentamento do povo Guarani com as Coroas de Portugal e Espanha na defesa de seu território é o tema central da peça, que apresenta o que os livros de história não contam: ao contrário do que conta a história oficial da derrota e dizimação dos indígenas guarani na batalha de Caiboaté em São Gabriel, a história contada pelos indígenas de hoje mostra um povo forte e valente que continua resistindo culturalmente e que cresce cada vez mais. Este espetáculo foi contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua 2014."Sepé: Guarani Kuery Mbaraeté!" teve sua estreia em dezembro de 2015 e contou com a parceria do cacique mbya guarani Vherá Poty da Terra Indígena de Itapuã Tekoá Pindó Mirim.

A Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela, trabalha desde 2008 em Porto Alegre com teatro de rua, teatro de vivência e intervenções cênicas. Com forte engajamento com movimentos sociais, o grupo coloca na sua estética e linguagem a discussão política sobre questões atuais e pertinentes ao contexto social contemporâneo, fazendo da arte uma ferramenta de discussão social.


Livre adaptação do texto “A lenda de Sepé Tiaraju”, de César Vieir/ Direção e Concepção: A Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela/ Confecção da cabeça de cobra: Núbia Quintana/ Confecção de painel: Muralha Rubro Negra/ Fotos: Fernanda Clavé/ Elenco: Ana Eberhardt,; Douglas Ferreira, Douglas Reginatto, Gabriela Cra, Junior Junk, Kacau Soares, Rafael Mautone, Robson Reinoso, Rodrigo Reis, Roger Ribeiro, William Fossati/ Duração: 85 min/ Classificação: Livre. Link video https://www.youtube.com/watch?v=MI9DmNir6XA
EL JUEGO DE ANTONIA - Centro de pesquisa teatral do ator - CPTA/Brasil– Porto Alegre (RS)

24 de junho, às 18h, Travessa dos Cataventos na Casa de Cultura Mário Quintana - Centro

25 de junho, às 17h, Av. Guaiba, 1380 - Ipanema

26 de junho, às 16h30, Parque Farroupilha (Redenção) - Recanto Europeu


Antonia é uma mulher empenhada em matar seus medos que se confundem com seus desejos. Para isso desenvolve uma série de jogos que a ajudam a tolerar o terror do cotidiano. O público está convidado a jogar com seus medos e desejos, se permitir entrar no jogo que ela propõe. El Juego de Antonia é um espetáculo livremente inspirado no texto Dos viejos pánicos (1967), de Virgilio Piñera (1912-1979), importante autor cubano ainda inédito no Brasil, que se autodefinia como “aquele que faz mais séria a seriedade por meio do humor, do absurdo e do grotesco”.
O Centro de Pesquisa Teatral do Ator (CPTA), criado em 2003, atua com foco na criatividade cênica. Luciana Paz, uma das fundadoras do grupo, dedica-se a criações cênicas nas quais seu trabalho seja autoral. Na concepção da atriz, atuar em cena e fora dela é sempre uma intervenção social, uma intencionalidade. Na área da educação dedica-se a pesquisa da intervenção artística com grupos em situação de risco social e situação de rua. Sua pesquisa atual é sobre a arte da escuta e suas reverberações em processos criativos, por meio do projeto “Três direções para a escuta”, que resultou no espetáculo El Juego de Antonia.
Direção: André Carreira/ Atuação: Sérgio Lulkin (ator convidado) e Luciana Paz / Dramaturgia: André Carreira e Luciana Paz/ Livremente inspirado na obra de Virgilio Piñera/ Figurino: Itiana Passetti/ Preparação vocal: Marlene Goidanich / Preparação espanhol: Ana Gabriela Vazquez – Hispano-Hablantes/ Fotografia: Fernando Pires/ Duração: 45 min/ Classificação: 15 anos.

PULI-PULÁ - Grupo Cerco / Brasil – Porto Alegre (RS)

24 de junho, às 16h30, R. Dos Andradas com a Uruguai – Centro Histórico

25 de junho, às 16h, Parque Alim Pedro – Passo D'Areia

26 de junho, às 16h, Parque Farroupilha (Redenção) – Em frente ao espelho d'água


O espetáculo leva à cena uma das mais antigas tradições populares que move gerações de diversas culturas: o pular corda. No espetáculo o espectador é convidado a mergulhar em um universo lúdico e a brincar com o elenco em cena. Canções originais e da tradição oral, histórias e jogos compõem a narrativa apresentada ao ar livre, conduzida por atores e atrizes “brincantes”, que tocam instrumentos e interpretam diversos personagens. De forma alegre, colorida e musicada, Puli-Pulá é um convite à ocupação dos parques, das praças, da rua. A rua que é a de casa, a do trabalho, mas que também é a da brincadeira, da arte, do convívio e da liberdade de expressão.
O Grupo Cerco de teatro teve sua origem em 2008, no Departamento de Arte Dramática da UFRGS, em Porto Alegre. Catorze alunos, dirigidos pela professora Inês Marocco, trabalharam por quase um ano na montagem de O Sobrado, homenageando os 100 anos do Instituto de Artes da Universidade.. Surpreendendo a todos, o espetáculo trouxe novos ares ao teatro acadêmico, recebendo diversos prêmios e reconhecimento de público e crítica. desde então, o grupo tem como marca o trabalho coletivo e experimental, explorando o processo colaborativo, onde o ator ou “ator/autor” tem a possibilidade de trabalhar em diferentes frontes de criação: dramaturgia, assistência de direção, trilha sonora, cenografia, figurino, design visual, produção, dentre outras, investigando soluções estéticas para trazer força aos conteúdos que apresenta.
Direção: Mirah Laline/ Dramaturgia: O grupo/ Elenco: Elisa Heidrich, Filipe Rossato, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich e Philipe Philippsen /Trilha sonora original: o grupo/ Adereços cênicos: Rodrigo Shalako/ Figurinos: Geluza Tagliaro/ Assessoria de imprensa: Bruna Lauermann/ Produção executiva: Joice Rossato/ Design gráfico: Paula Hartz/ Fotografia: Adriana Marchiori / Produção: Aresta Cultural/ Apoio: Depósito de Teatro/ Realização: Grupo Cerco/ Duração: 45 min. Classificação: Livre
AS AVENTURAS DO FUSCA À VELA - Grupo Ueba produtos notáveis / Brasil – Caxias do Sul (RS)

24 de junho, às 16h30, Praça da Alfândega – R. Dos Andradas, 1170

25 de junho, às 15h30, Parque Marechal Mascarenhas de Morais – Humaitá

26 de junho, às 16h, Parque Farroupilha (Redenção) – Mon. Ao Expedicionário


A releitura do clássico Moby Dick se passa em torno de um ferro velho, onde dois personagens se encontram em uma situação singular, confundindo realidade com fantasia. O velho Ismael conta e experimenta sua história através do seu fusca, transformando o carro em uma embarcação e conduzindo o espectador a uma viagem com seus delírios.
O Grupo Ueba Produtos Notáveis (2004) surgiu da inquietação artística de seus fundadores quando perceberam que era possível e necessário, levar teatro para ambientes não convencionais. Nesta linha, seja no teatro de palco e de rua, a Ueba segue realizando sua pesquisa artística e cultural sob coordenação de seus fundadores Jonas Piccoli e Aline Zilli.
Obra de Jonas Piccoli/ Elenco: Jonas Piccoli, Aline Zilli, Bruno Zilli, Rodrigo Guidini/ Dramaturgo: Márcio Silveira / Supervisão de criação: Luciano Wieser / Cenógrafo: André Gnatta/ Mecanismos dos bonecos: Nazareno Bernardo/ Figurino (elenco e bonecos): Raquel Cappelletto / Trilha sonora: Projeto CCOMA / Produção executiva: Aline Zilli. Produção: Grupo Ueba Produtos Notáveis/ Duração: 50 minutos/ Classificação: livre.
Link: https://www.youtube.com/watch?v=WtxQ981JCPw

site / facebook do grupo: www.grupoueba.com.br / https://www.facebook.com/uebaprodutos


*O circuito “se essa rua fosse minha” é um projeto criado em 2015 em que o Teatro Mototóti realiza mensalmente no Parque Mascarenhas de Moraes uma programação diversa que contempla a rua como palco. Tendo a arte com fio condutor visa trazer a comunidade à rua. O primeiro ano do circuito totalizou um público de mais de 1.500 expectadores. Agora, em parceria com o 8o. Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre, o projeto receberá o espetáculo “As Aventuras do Fusca a Vela” do Grupo Ueba Produtos Notáveis de Caxias do Sul.
FAIXA DE GRAÇA - Grupo Ritornelo de Teatro / Brasil – Passo Fundo (RS)

24 de junho, às 16h30, R. dos Andradas, 1438 - Centro Histórico

25 de junho, às 11h, Parque Chico Mendes – Mario Quintana

26 de junho, às 12h, Brique da Redenção – Em Frente ao Zapt Zum


O espetáculo Faixa de Graça leva para a rua os palhaços Canela e Eustáquio que, desgarrados no mundo, partem na busca de uma nova terra. Caminhando e tombando e tornando a tombar, decidem fundar um novo país. Através do olhar ingênuo e transgressor do palhaço procuram uma nova realidade onde a alegria, a brincadeira e a felicidade são elementos fundamentais na construção desse novo território.
O Grupo Ritornelo de Teatro iniciou sua caminhada em 2010, buscando dar continuidade à uma trajetória de trabalho de mais de 14 anos de experiência com o Grupo Viramundos, que findou suas atividades em 2008. Assim o Rotornelo é constituído de artistas que ao longo deste período vêm atuando em importantes iniciativas culturais, tendo participado de festivais, mostras e oficinas no Estado e no país e recebido premiações que possibilitaram a circulação de seus espetáculos e o reconhecimento dos trabalhos por ele produzido. Em abril de 2014 o estreou este espetáculo e realizou até agora 76 apresentações em diversas cidades do sul do Brasil, atingindo um público estimado em mais de 18 mil pessoas.
Palhaços: Canela (Miraldi Junior) e Eustáquio (Guto Pasini)/ Dramaturgia e encenação: Richard Riguetti / Figurinos e adereços: Betinha Mânica e Glória Fauth/ Criação de texto: Miraldi Junior/ Arte design: Ana Paulo Martini/ Fotos: Diogo Zanatta/ Produção executiva: Guto Pasini e Miraldi Junior/ Parceiro: Grupo Off-Sina/ Produção: A. G. Empreendimentos Sociais e Culturais Ltda/ Realização: Grupo Ritornelo de Teatro/ Música gravada: “Desgarrados”, de Mario Barbará/ violão: Giancarlo Rota Camargo e acordeão: Carlinhos Tabajara/ Duração: 46 minutos/ Classificação: livre

Link do espetáculo:

http://youtu.be/qgMGY1qyU08

Site / facebook do Grupo

http://www.gruporitornelo.com.br

https://www.facebook.com/Ritornelo


A MULHER DO ATIRADOR DE FACAS - Brasil – Torres (RS)

24 de junho, às 16h30, R. Dos Andradas com R. Caldas Júnior – Centro Histórico

25 de junho, às 12h, Praça Capitão Coelho - Ilha da Pintada

26 de junho, às 9h, Brique da Redenção (em frente ao Zapt Zum)


A mulher do atirador de facas vai participar de um programa de auditório imaginário, transmitido por câmeras para o mundo todo. Fugindo do risco das facas, a mulher vai viver situações cômicas e contar com a ajuda do público para superar todos os imprevistos e, assim, conseguir realizar seu show. Com direção de Kike Barbosa, o espetáculo conta com a atuação de Joana do Carmo e homenageia um dos mais intrigantes números do circo tradicional: o arremesso de facas. Esse número, que estimula a curiosidade de todos, também faz relação com os riscos cotidianos: o medo, a coragem, a confiança e todos os sentimentos de incerteza e superação que enfrentamos no dia a dia.
Texto e atuação: Joana do Carmo/ Texto e direção: Fernando Kike Barbosa/ Ator convidado: André de Oliveira/ Registros e transmissão on line: Roger Miszak/ Figurinos: Antonio Rabadan/ Cenotécnico: Pablo Almeida / Duração: 45 minutos/ Classificação: livre.
Link: https://www.youtube.com/watch?v=6TD46ck_TCc
AS BODAS DA FILHA DO BANDOLEIRO - Companhia Cena Aberta / Brasil - Montenegro (RS)

24 de junho, às 16h30, Praça da Alfândega, Rua dos Andradas, 1085 – Centro Histórico

25 de junho, às 16h30, Esplanada da Restinga – R. Nilo Wullf com Av. João Antônio da Silveira

26 de junho, às 11h, Parque Farroupilha (Redenção) – próximo ao chafariz


Na região da campanha, no início do século passado, saqueadores aterrorizavam os pequenos vilarejos do interior do Rio Grande do Sul. Porém Chico Bandoleiro assusta a todos por outro motivo: quer casar sua filha, Lindinha, que é extremamente feia. Por uma sucessão de equívocos, João Tirano, matador de ratos, aparenta ser o genro ideal para sua filha. Junto com sua irmã, Mariana, João enfrenta um dilema: revelar sua identidade e morrer, ou manter a farsa, e casar com a horrenda filha do Bandoleiro. A comédia expõe temas atuais, como o bullyng e a autoestima num espaço cênico que remete ao rústico e ao antigo, tendo como pano de fundo a cultura tradicional gaúcha. O cenário é uma carroça performática e a trilha sonora é toda executada ao vivo. Os atores cantam, dançam e interpretam seus personagens para dar vida ao espetáculo.”
A Companhia Cena Aberta é formada por profissionais oriundos da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS e traz de lá o conceito de professor artista. Todos são professores com formação completa, ou em andamento. O coletivo é uma fusão de profissionais em teatro, dança, musica e artes visuais e sua principal característica é a pesquisa da relação dos diversos conhecimentos individuais e coletivos associados a um objeto de estudo em comum.
Direção: Marcos Cardoso/ Concepção: O grupo/ Elenco: Ana Julia Vieira, Tuti Kerber, Júlio César Schuster, Samuel Vier/ Assistente de direção: Everton Santos/ Texto: Marcos Cardoso/ Figurinos: Fabrízio Rodrigues/ Estudo coreográfico: Mônica Hilesheim/ Criação coreográfica: Ana Julia Vieira/ Preparação vocal: Samuel Vier/ Orientação musical: Luciano Rodhen/ Trilha sonora, criação visual e cenografia: o grupo/ Fotografia: Cristian Kirst./ Maquiagem: Tuti Kerber/ Duração: 50 minutos/ Classificação: Livre.

Link: https://www.youtube.com/watch?v=hQdHEtZAdiw

Facebook: https://www.facebook.com/ciacenaaberta

Blog: ciacenaaberta.blogspot.com



IN[PENETRÁVEL] - Carina Sehn / Brasil – Porto Alegre (RS)

De 26 de junho, às 11h, Canteiro Central – Parque Farroupilha


Nesta performance/escultura social, a artista vive a solidão, o desconforto da reclusão, de se fechar sobre si mesma e não ver mais nada. Esta dentro de um cubo de madeira, vazado, de pequenas dimensões, se relacionando diretamente com o seu “casulo” existencial. A partir de quatro posição semi-uterinas que variam entre si conforme a necessidade do seu corpo, está

voltada para si mesma, não estabelecendo nenhum contato verbal e físico com o exterior.

As perguntas que permeiam o processo são tão inquietantes quanto a performance: se o corpo é a obra de arte do performer, qual a relação da cidade e seus transeuntes com a obra de arte? Como a solidão e o isolamento operam no corpo de quem vê a imagem e no próprio corpo da artista que compõe a imagem/escultura?
Carina é performer, professora de artes do corpo e iluminadora. Mestre em Educação pela UFRGS, especialista em saúde mental coletiva pelo EducaSaúde e graduação em Artes Cênicas, pela UFRGS. Está em constante processo de reinvenção e de transgressão a partir de exercícios de sutilização do corpo e da performance, a fim de despertar a crítica das pessoas em relação ao seu corpo e modo de existir.
Criação e performance: Carina Sehn/ Cubo vazado de madeira: coleção da artista/ Produtora pessoal, stylist e fotografia: Itiana Pasetti/ Duração: indeterminada. Classificação: 14 anos.

Link: https://vimeo.com/107763547


EU E ELA NA JANELA - Karina Rico e Bruna Espinosa / Brasil – Porto Alegre (RS)

Gênero: Espetáculo de Rua circense

25 de junho, às 16h30, Praça Alba Carvalho Degrazia – Bairro Cavalhada

26 de junho, às 16h, Brique da Redenção – em frente à Cancha de Bocha


Entre encontros e desencontros, duas personagens se deparam com elas mesmas e uma com a outra, transportando-se para diferentes momentos de suas vidas através de uma janela. Viajando no tempo e no espaço, perdidas entre realidade e sonho, futuro e passado, elas buscam apenas o encontro com o presente. Tudo acontece com muita poesia, diversão, malabarismo e música ao vivo. Um espetáculo circense para todos os pequenos de ontem, adultos de amanhã e crianças de sempre.
Após percorrerem trajetórias distintas, as artistas Karine Rico e Bruna Espinosa se encontram para realização de uma vontade mútua: um espetáculo que possa ser realizado em espaços alternativos, na rua, com foco no público infantil. As artistas têm um histórico de atuação com crianças a adolescentes, principalmente em projetos sociais, e sentem o anseio das próprias crianças em produções específicas, que cheguem as regiões descentralizadas da cidade, com uma temática lúdica e que estimule a reflexão.
Elenco: Karine Rico e Bruna Espinosa/ Orientação cênica: Claudia Sachs/ Concepção: o grupo/ Roteiro, trilha e direção musical: Bruna Espinosa/ Cenário: Thiago Rempel/ Adereços: Karine Rico/ Figurinos e arte gráfica: Mônica Kern/ Fotografia: Gabriel Dienstmann/ Vídeos: Natalia Utz/ Produção: Karine Rico/ Duração: 50 minutos. Classificação: Livre.

Links: https://youtu.be/arH76Evoij0

https://www.youtube.com/watch?v=xlEHRzo0pz4&feature=youtu.be

Site: https://www.facebook.com/eueelanajanela/


Atividades formativas e reflexivas

WORKSHOP OUVIDORIA com Luciana Paz (Porto Alegre - RS)

20 a 23 de junho, das 19h às 22h - Sala 503 - Usina do Gasômetro

Inscrições no site: www.ftrpa.com.br
“Ouvidoria” é uma performance/pesquisa desenvolvida há dois anos pela atriz Luciana Paz em colaboração com o diretor e professor Matteo Bonfitto. A suspensão de alguns ditos sobre o trabalho do performer/ator foi a força motriz da projeto. Ao criar situações para a escuta do outro, emergem questões relevantes para o performer, como a presença, a representação (ou não), os limites entre teatro e performance, histórias e elaboração de ações potentes para situação da escuta. Essas e outras questões serão compartilhadas no workshop e na vivência da propostas por Luciana.
Luciana Paz é atriz e Mestre em Educação pela FACED/UFRGS. Trabalha com teatro, performance e educação. Tem formação básica em circo pela Escola Nacional de Circo com ênfase em aéreos desde 2000. Estudou e desenvolveu trabalhos com Matteo Bonfitto, Yoshi Oida, Fernanda Montenegro, Julia Varley (Odin Theatre), Renato Ferracini (LUME), Carminda Mendes, Juan Navarro, entre outros. É uma das idealizadoras do FITE (Festival Internacional de Teatro Estudantil). Idealizou e coordena o projeto Circo da Cultura para FASC / SMC desde 2010.
Número de vagas: 20

Público alvo: atores, bailarinos, performers e artistas visuais


SEMINÁRIO As Manifestações cênicas de Rua “Processo e Crítica”

27 de junho, às 20h - Sala Álvaro Moreira – Av. Erico Verissimo, 307


A ambição sobre a prática e o pensamento do fazer teatral está vinculada ao território da crítica nesta edição. A intenção é debater sobre se existe relação construtiva e horizontal entre a crítica de teatro produzida no Brasil e as manifestações cênicas de rua. Renato Mendonça e Michele Rolim, jornalistas e críticos teatrais e idealizadores do AGORA, portal brasileiro de crítica teatral com alcance nacional, e os convidados Kil Abreu (jornalista, crítico e pesquisador de teatro), Marcos Vasques (poeta, crítico de teatro e editor do Caixa de Pont[o], jornal brasileiro de teatro) e Márcio Silveira dos Santos (doutorando no Programa de Pós-graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina) convidam o público a refletir sobre essas questões.
Na ocasião, haverá o lançamento do “O Caixa de Pont[o] – Jornal Brasileiro de Teatro”, destinado a publicar entrevistas, ensaios, artigos, críticas, dramaturgias inéditas e perfis de grupos atuantes no cenário teatral contemporâneo. As edições podem ser baixadas no site (www.caixadeponto.wix.com/site).
Michele Rolim, Porto Alegre

Jornalista e mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), desenvolve pesquisa em torno do tema curadoria em festivais de artes cênicas. É a repórter responsável pelo setor de artes cênicas do Jornal do Comércio, em Porto Alegre. Membro da International Association of Theatre Critics (IATC).


Renato Mendonça, Porto Alegre

Jornalista e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi editor de teatro no jornal Zero Hora, de Porto Alegre (RS), por 15 anos. Desde 2007, frequenta a Oficina de Dramaturgia orientada pela diretora Graça Nunes. É coordenador da Escola de Espectadores de Porto Alegre (EEPA), projeto da Secretaria de Cultura de Porto Alegre, desde março de 2013. Membro da International Association of Theatre Critics (IATC).


Kil Abreu, São Paulo

Jornalista, crítico e pesquisador do teatro, pós-graduado em Artes pela Universidade de São Paulo (USP), foi crítico do jornal Folha de S.Paulo e da revista Bravo!. Dirigiu o Departamento de Teatros da Secretaria Municipal de Cultura/SP (2003/2004), onde gerenciou alguns dos principais programas artísticos da cidade, como o Formação de Público e o Programa Municipal de Fomento ao Teatro. Foi curador dos festivais de Curitiba, Recife e Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto. Por dez anos foi professor e coordenador pedagógico da Escola Livre de Teatro de Santo André e por oito anos foi jurado do Prêmio Shell/SP. Mantém estudos sobre dramaturgia e teatro brasileiro contemporâneo.


Marco Vasques, Santa Catarina

Poeta, contista, crítico de teatro e de literatura, formado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina, é mestrando em Teatro/UDESC. Entre suas publicações, destacam-se os livros “Cão no Claustro” (Poemas, 2002, Letradágua, SC), “Elegias Urbanas” (Poemas, 2005, Bem-te-vi, RJ), “Diálogos com a literatura brasileira” – volumes I, II e III, “Flauta sem Boca” (poemas, 2010, Letras Contemporâneas, SC) e “Harmonias do Inferno” (contos, 2010, letradágua, SC). É colaborador das revistas Zunái (SP), Sibila (SP), Coyote (PR) e Agulha (CE). Atualmente é cronista semanal e crítico teatral do jornal Notícias do Dia e já foi colaborador dos jornais A Notícia, Diário Catarinense, Rascunho, entre outros. Foi diretor de cultural da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, onde criou o projeto Terça com Poesia ao lado do poeta Rodrigo de Haro. É editor da Revista Osíris Literatura e Arte, ao lado do poeta Rubens da Cunha.


Márcio Silveira dos Santos, Porto Alegre

Doutorando no Programa de Pós-graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina, é também professor-pesquisador com Licenciatura e Mestrado em Artes Cênicas na UFRGS. É ator, diretor, dramaturgo e palhaço no Grupo Manjericão/RS e articulador da Rede Brasileira de Teatro de Rua, além de membro do GT Artes Cênicas na Rua da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-graduação em Artes Cênicas. De 2010 a 2014 foi representante da sociedade civil no Colegiado Setorial de Teatro/RS no CNPC – Conselho Nacional de Política Cultural/DF.


ENCONTRO - O processo de criação das manifestações cênicas de rua pela perspectiva da Escola de Espectadores de Porto Alegre (EEPA) - Com Renato Mendonça e integrantes da escola

28 de junho, às 20h - Sala Carlos Carvalho - Casa de Cultura Mário Quintana. Rua dos Andradas 736


A EEPA é um projeto da Coordenação de Artes Cênicas da Secretaria Municipal de Cultura coordenado por Renato Mendonça. Criada em 2013, a escola se inspira nas ideias e experiências do pesquisador argentino Jorge Dubatti para capacitar os espectadores a assumirem um papel ativo e crítico no processo artístico. Nesse encontro, os alunos da escola comentarão sobre o antes, o durante e o depois dos espetáculos que participaram do 8o. Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre.
Mais informações: www.ftrpa.com.br



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