Projeto de pesquisa



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PROJETO DE PESQUISA


Análise das ações de Responsabilidade Social das Empresas

no Município de Pinhais


Curso: Administração
Professores Orientadores:

Me. Wilson A. Amorim

Dra. Mônica H. H. S. Goulart

Me. Marcelo Gonçalves Marcelino



PINHAIS

2011

PROJETO DE PESQUISA

Tema Central: Relações Sociais Contemporâneas

Linha de Pesquisa: Estado, Sociedade e Desenvolvimento

Eixo Temático: Responsabilidade Social

Tema: Análise das ações de Responsabilidade Social das Empresas no município de Pinhais

I. INSERÇÃO DO TEMA NA LINHA DE PESQUISA

O Tema está inserido na linha de pesquisa em razão da própria categorização científica da Administração, enquanto membro das Ciências Sociais Aplicadas. O pensar como as relações sociais concretas e as demandas colocadas para o Estado Contemporâneo e suas limitações para atendê-las, faz do estudo das Relações Sociais Contemporâneas um foco fundamental para reflexão, pois a vida social como um todo depende das ações do Estado e, no atual contexto, também das instituições privadas, haja vista as novas percepções de ação colocadas pelo próprio sistema capitalista de orientação flexível. Desse modo, falar em Relações Sociais Contemporâneas é também considerar a discussão sobre as Ações de Responsabilidade Social Empresarial, pois estas traduzem a atual organização do Estado Neoliberal, bem como demonstram a capacidade do setor privado em responder a nova configuração do sistema capitalista, além de colocá-lo como ator fundamental na promoção da cidadania. Ou seja, o Tema em foco também possibilita a análise das novas relações de parcerias que se colocam entre os setores público e privado.



II - DEFINIÇÃO DO TEMA DE ESTUDO
O Grupo de Pesquisa terá por Tema Análise das ações de Responsabilidade Social da Empresas no Município de Pinhais. Assim, serão abordados aspectos gerais da responsabilidade social a partir de uma breve discussão sobre a retomada da ética na sociedade em geral e, mais precisamente, como o setor privado está direcionando este debate e está respondendo a esta demanda social. Dessa forma, pode-se dizer que pelas características minimizadoras do Estado Neoliberal e pela própria crise do sistema público (marcado efetivamente por escândalos de corrupção quase que cotidianos), as empresas privadas assumiram um papel fundamental na promoção da cidadania uma vez que as ações do Estado estão cada vez mais direcionadas para o gerenciamento das necessidades e carências sociais, ao invés da função de promotor da igualdade e justiça social. Assim, as empresas privadas passaram a assumir a criação e o desenvolvimento de projetos sociais que estejam direcionados para o acesso da cidadania enquanto uma nova lógica racional do próprio sistema capitalista de orientação flexível. Portanto, o referido tema encontra-se num diálogo permanente: entre as novas formas de consumo no contexto das democracias representativas; entre o novo papel do Estado enquanto gerenciador das demandas sociais; e também entre a nova lógica de atuação do setor privado, o qual passa a considerar as ações de responsabilidade social como um elemento diferenciador no mercado, sendo capaz de garantir novas modalidades para o consumo de suas marcas.

III – JUSTIFICATIVA

O tema é de grande importância para a área da Administração tendo em vista que promove uma reflexão fundamental para o Administrador: em primeiro lugar, pensar sobre as novas lógicas de atuação das empresas privadas em meio às ausências e lacunas do Estado democrático; segundo, pensar sobre como o Administrador está se colocando diante de um contexto em que suas funções se alocam fora do âmbito das empresas tendo em vista que passam a reconhecer e ter que administrar determinadas dificuldades sociais que são postas às empresas (principalmente às necessidades da população local as quais as empresas estão inseridas), tendo que apontar respostas possíveis de atuação no sentido até mesmo financeiro e que, ao mesmo tempo, causem impacto positivo sobre sua marca.

Nesse sentido, o que se percebe, de forma particular no Brasil a partir dos anos 90, é um chamamento para as empresas privadas no auxílio das demandas e nas formas de promoção de uma cidadania que seja capaz de gerar, além de emprego e renda, autonomia do cidadão em relação seu próprio futuro, mais precisamente enquanto consumidor. Então, uma reflexão que tenha condições de desenvolver uma percepção de como as empresas privadas de Pinhais estão atuando enquanto agentes socialmente responsáveis, torna-se fundamental para se perceber em que medida as interferências do setor privado está respondendo ao processo de inclusão social da população pinhaense. Ou seja, possibilita a análise de como as empresas da região estão direcionando seus trabalhos, já que as ações de responsabilidade social do setor privado visam, antes de qualquer coisa, uma estratégia de negócio que irá resultar em uma imagem socialmente aceitável por parte dos consumidores ao quais, por outro lado, ao consumirem, também esperam participar do desenvolvimento de um mundo mais justo e ético. Portanto, cabe ao futuro administrador perceber esta nova lógica do mercado, ou seja, as empresas também passaram a ser vistas pelo consumidor não somente pelo que disponibilizam para o consumo, mas também pelo que conseguem retornar à sociedade, principalmente em termos de inclusão social. Já do lado da empresa, sua marca precisa ser reconhecida pelo que de fato transfere à sociedade, daí a importância de se concretizar projetos que resultem em efeitos sociais positivos e que possam estar alinhados àquilo que a sociedade espera. Vale ressaltar que, para isto, existe a necessidade de se pesquisar sobre o tema e, ao mesmo tempo, desenvolver conhecimentos e habilidades para que o acadêmico de Administração possa atuar com as competências necessárias para uma inserção qualitativa no mundo do trabalho, mais precisamente no mundo organizacional.

IV – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O referencial teórico sobre o assunto da Responsabilidade Social ainda encontra-se em pleno desenvolvimento tendo em vista que sua prática ainda está sendo desenvolvida no Brasil. Assim, pode-se apontar que somente a partir do final dos anos 90 é que temos um número mais significativo de obras e textos científicos em revistas da área de Administração que discutem a referida questão. Nesse sentido, deve-se levar em contar que o debate sobre o assunto deve partir de uma visão polissêmica, pois apresenta diversos significados para os principais conceitos apresentados: responsabilidade social, ética empresarial, governança corporativa, sustentabilidade, voluntariado, responsabilidade social ambiental, entre outros.

Entretanto, alguns pontos podem ser bem identificados. Para determinados autores, o tema da responsabilidade social não é uma tema empresarial, pois extrapola a essência empresarial que é a lucratividade, como é o caso de autores como Friedman e Jensen, conforme identifica Moretti (2009).

Por outro lado, existem autores que apontam que as empresas se dispõem a desenvolver projetos sociais porque justamente identificam novas oportunidades para a chamada ética do negócio, colocando as empresas como atores fundamentais para retomada da moralidade social como é o caso de Gilles Lipovetsky: “Serão necessárias políticas e empresas inteligentes, uma maior formação, responsabilidade e qualificação profissional, mais ciência e mais técnica. Mais importante que o imperativo dos sentimentos é o imperativo de mobilização das inteligências humanas, o investimento redobrado no saber e na dimensão educativa permanente.” (1994, p.25)

Por outro lado, outras reflexões são direcionadas para a visão de que a bandeira da ética nos negócios acaba sendo tão somente mais uma nova forma de reconfiguração do sistema capitalista, isto é, a preocupação ética das empresas em transferir “recursos financeiros e humanos” para determinada parcela da população cria apenas outras oportunidades lucrativas para a continuidade do próprio sistema capitalista, como é o caso de autores como Robert Henry Srour: “Vamos mais a fundo. É difícil acreditar que a empresa tenha assumido tal postura por mero ‘bom mocismo’. É mais crível aceitar que ela tenha conjugado seu credo organizacional – que considera a empresa responsável pelos clientes, empregados, comunidade e acionistas – com uma análise estratégica da relação de forças no mercado, relação esta que a mídia tão bem ajudou a forjar, com alertas regulares à opinião pública, e que se traduz na capacidade de os stakeholders boicotarem qualquer entidade que não proceda de forma socialmente responsável. De maneira que não é improvável que o próprio credo organizacional tenha sido fruto de um contexto histórico bem preciso e de uma análise da dinâmica social.” (2003, p. 51, 52)

Enfim, pode-se afirmar que existem várias correntes teóricas e reflexões que permitem uma busca bibliográfica capaz de tornar o acadêmico de Administração um agente multiplicador fundamental para responder às demandas que se colocam nas empresas de Pinhais no que diz respeito à questão da Responsabilidade Social Empresarial.



V - DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

A dinâmica do grupo se dará da seguinte forma:



  • Reunião Semanal, realizadas nas quintas-feiras, no período do final da tarde, com os membros a fim de que sejam estipuladas as metas semanais (entre as metas estarão, basicamente, as consultas bibliográficas, levantamento de dados, pesquisa de campo e a produção de textos).

  • Ciclos de pesquisa: pretende-se trabalhar com ciclos de pesquisa, em que pequenos sub-temas ligados ao tema são colocados por meio de metas. Nesse sentido, o pesquisador tem um prazo para o levantamento bibliográfico e um segundo prazo para a efetiva produção escrita, em forma de artigos, e de resumos. Vencido um ciclo, deve-se imediatamente começar um outro. Durante o ciclo de pesquisa, as reuniões semanais funcionarão no sentido de prescrição de atividades e discussão dos resultados.

Para verificação da importância do Projeto de Pesquisa sobre Responsabilidade Social Empresarial em Pinhais para o Curso de Administração torna-se necessário a divisão do processo em etapas, considerando que em cada momento os alunos envolvidos deverão entregar relatórios finais e/ou artigos para serem publicados na Revista Eletrônica da FAPI, Olhar Acadêmico:

1ª. Etapa: Reflexões sobre Responsabilidade Social Empresarial

-----pesquisa bibliográfica-----


  1. pesquisa bibliográfica;

  2. leituras iniciais para conhecimento e familiarização dos principais conceitos, obras, autores...;

  3. apresentação de miniseminários para discussão das obras e artigos científicos indicados;

  4. produção de relatórios e/ou artigos;

2ª. Etapa: Conhecendo o Município de Pinhais



----pesquisa quantitativa e documental-----


  1. levantamento de dados gerais sobre a região de Pinhais: indicadores sócio-econômicos, histórico da região, perfil da população, perfil do município, aspectos culturais, identificação dos principais problemas sociais da região, população em situação de risco (desemprego), número de bairros, índices variados (violência, analfabetismo, acesso ao consumo...);

  2. pesquisa em várias fontes para busca de dados estatísticos: IBGE, Prefeitura e Secretarias do Município de Pinhais, Governo do Paraná, TSE, BACEN (instituições financeiras), DENATRAN, INEP...

  3. busca de índices de desenvolvimento e crescimento econômico (áreas, setores...);

  4. levantamento de mapas sobre a disposição dos bairros e perfil de sua população;

  5. levantamento do tipo de clientela que é ou deverá ser assistida pelos Projetos de RSE;

  6. levantamento do perfil do consumidor do Município de Pinhais;

  1. produção de relatórios e/ou artigos;

3ª. Etapa: Mapeamento das Empresas Privadas de Pinhais



----pesquisa qualitativa-----


  1. levantamento de dados sobre as Empresas Privadas de Pinhais;

  2. identificação das empresas privadas: porte, segmentos, concorrência...

  3. verificação da disposição das empresas em relação aos bairros, em relação a FAPI (desenvolvimento de mapas estratégicos);

  4. identificação do perfil dos trabalhadores das empresas privadas: número de trabalhadores, perfil, funções, atividades de voluntariado realizadas em parcerias ou não com as empresas;

  5. produção de relatórios e/ou artigos;

4ª. Etapa: Conhecendo os Projetos Sociais das Empresas Privadas em Pinhais



-----pesquisa de campo----


  1. identificação dos tipos de projetos desenvolvidos: voluntariado X assistencialismo X Responsabilidade Social;

  2. caracterização dos Projetos em relação as empresas, aos grupos assistidos, ao orçamento dispensado para desenvolvimento dos projetos, número de agentes envolvidos, formato geral dos projetos, parcerias realizadas (Ongs, setor público);

  3. avaliação geral dos projetos sociais desenvolvidos em Pinhais;

  4. produção de relatórios e/ou artigos;

5ª. Etapa: Criação e Administração dos Projetos de Responsabilidade Social



-----elaboração de Projetos direcionados à Responsabilidade Social-----


  1. elaboração de Projetos Sociais/Ambientais que possam ser direcionados, aplicados e adaptados para as várias empresas privadas de Pinhais;

  2. organização de um Congresso para apresentação dos Projetos Sociais desenvolvidos pelo grupo de estudos (alunos e professores envolvidos) aos representantes das empresas privadas convidadas para o Evento;

  3. estabelecimento de parcerias com empresas privadas para aplicação e administração dos Projetos Sociais desenvolvidos pelos alunos do Curso de Administração da FAPI;

  4. avaliação permanente da eficácia/resultados sociais concretos para os grupos assistidos;

  5. verificação dos impactos sociais, ambientais para a região de Pinhais;

  6. avaliação dos aspectos positivos direcionados para as empresas: aceitação/popularização da marca na região, reconhecimento da identidade social da empresa por parte dos moradores de Pinhais, conhecimento da empresa por meio dos projetos...

  7. produção de relatórios e/ou artigos;


VI - INDICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS, FINANCEIROS E INSTRUMENTAIS NECESSÁRIOS;


  1. Recursos Humanos: os recursos humanos necessários para a pesquisa consistem basicamente no professor coordenador e os alunos pesquisadores. Além disso, o grupo de pesquisa terá o apoio da COPPEX, Coordenação de Pesquisa e Pós Graduação da Faculdade de Pinhais – FAPI.

  2. Recursos Financeiros: os recursos financeiros serão colhidos dos programas já existentes ou que venham ser formalizados pela FAPI, por exemplo, bolsa para os alunos pesquisadores, recursos para viabilizar a eventual apresentação de resultados de pesquisa auferidos nas atividades do Grupo de Pesquisa.

  3. Recursos Instrumentais: o instrumental necessário para a realização das atividades já está disponível nas próprias instalações da FAPI, especialmente, salas para as reuniões do grupo, biblioteca e laboratórios de informática para levantamento bibliográfico em revistas científicas na área de Administração e Ciências Sociais, assim como também nos Institutos de Pesquisa que promovem a publicidade de dados coletados a exemplo do Instituto Ethos de Responsabilidade Social Empresarial, o IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas, o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, entre outros.

VII - CRONOGRAMA DE ATIVIDADES:





ABR

MAIO

JUN

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

JAN

FEV

MAR

ABR

Seleção

X





































Distribuição de Temas




X


































Leitura e discussões das referências




X

X































Coleta de dados










X

X







X

X










X

Apresentação de Artigos e/ou Projetos de Responsabilidade Social







X







X

X










X

X




Férias

























X

X











VIII – BIBLIOGRAFIA (incial)
ALMEIDA, Filipe Jorge Ribeiro de. Ética e desempenho social das organizações: um modelo teórico de análises dos fatores culturais e contextuais. Revista de Administração Contemporânea. V.11, n. 3, Curitiba, jun./set. 2007.
AVRITZER, Leonardo; BIGNOTTO, Newton [et. al.] (Orgs.). Corrupção: ensaios e críticas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
BARBOSA, Attila Magno e Silva. O “ativismo social” empresarial e o seu viés antidissensual, Caderno CRH, v.22, n. 56, Salvador, maio/ago. 2009.
BARBOSA, Livia. Cultura e empresas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002.
BITTAR, Eduardo C. B. Curso de Ética Jurídica: ética geral e profissional. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
CARRIERI, Alexandre de Pádua; SILVA, Alfredo Rodrigues Leite da; PIMENTEL, Thiago Duarte. O tema da proteção ambiental incorporado nos discursos da responsabilidade social corporativa. Revista de Administração Contemporânea. v.13, n. 1, Curitiba, jan./mar. 2009.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 5. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.
COUTINHO, Renata Buarque Goulart; MACEDO-SOARES, Teresinha Diana L. V. A. Gestão Estratégica com responsabilidade social: arcabouço analítico para auxiliar sua implementação em empresas no Brasil. Revista de Administração Contemporânea, v. 6, n. 3, Curitiba, set./dez. 2002.
COUTINHO, Renata Buarque Goulart; MACEDO-SOARES, Teresinha Diana L. V. A.; SILVA, José Roberto Gomes da. Projetos Sociais de empresas no Brasil: arcabouço conceitual para pesquisas empíricas e análises gerenciais. Revista de Administração Pública, v. 40, n. 5, Rio de Janeiro, set./out. 2006.
FARIA, Alexandre; SAUERBRONN, Fernanda Filgueiras. A responsabilidade social é uma questão de estratégia? Uma abordagem crítica. Revista de Administração Pública, v. 42, n. 1, Rio de Janeiro, jan./fev. 2008.
GIDDENS, Anthony. As conseqüências da Modernidade. São Paulo: Editora Universidade Estadual Paulista, 1991.
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 4. ed. São Paulo: Loyola, 1994.
INDICADORES ETHOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL - 2007. São Paulo: Instituto Ethos, 2007.
LIPOVETSKI, Gilles. O crepúsculo do dever: a ética indolor dos novos tempos democráticos. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1994.
MORETTI, Sérgio Luiz do Amaral; CAMPANÁRIO, Milton de Abreu. A produção intelectual em responsabilidade social empresarial – RSE sob a ótica da bibliometria. Revista de Administração Contemporânea. V. 13, n. spe, Curitiba, jun.2009.
NALINI, José Renato. Ética Geral e Profissional. 7. ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2009.
PEREZ, Luciano; JUNQUEIRA, Luciano Prates. (Orgs.). Voluntariado e a gestão das políticas sociais. São Paulo: Futurama, 2002.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000.
SERPA, Daniela Abrantes Ferreira; FOURNEAU, Lucelena Ferreira. Responsabilidade social corporativa: uma investigação sobre a percepção do consumidor. Revista de Administração Contemporânea, v. 11, n.3, Curitiba, jul./set. 2007.
SILVEIRA, Sandra da Silva. Estado da arte do social: uma perscrutação às práticas de responsabilidade social empresarial. Revista Serviço Social & Sociedade. n. 103, São Paulo, ju./set. 2010.
SORJ, Bernardo. A democracia inesperada: cidadania, direitos humanos e desigualdade social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.
_____. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000.
SROUR, Robert Henry. Ética Empresarial: a gestão da reputação. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
TARNAS, Richard. A epopéia do pensamento ocidental: para compreender as idéias que moldaram nossa visão de mundo. 7. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto. Responsabilidade moral e identidade empresarial. Revista de Administração Contemporânea, v. 7, Curitiba, 2003.
TRASFERETTI, José A. (Org.). Filosofia, Ética e Mídia. São Paulo: Alínea, 2001.
VALLS, Álvaro L. M. O que é Ética. 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. (Coleção Primeiros Passos, 177)
VAZQUEZ, Adolfo S. Ética. 20. ed. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 2000.
WEBER, Max. Os três tipos puros de dominação legítima. In: COHN, Gabriel (Org.). Max Weber: ensaios de Sociologia e outros escritos. São Paulo: Abril Cultural, 1974.
ZYLBERSZTAJN, Décio. Organização ética: um ensaio sobre comportamento e estrutura das organizações. Revista de Administração Contemporânea. v. 6, n. 2, Curitiba, maio/ago. 2002.

Alunos envolvidos no Projeto:
Ana Paula do Nascimento
Adriana
Diego Henrique de Azevedo
Emílio Fernandes Vasco Neto
Hamilton Alves de Freitas
Jonas Araújo Fausto
Lana Batista Ribeiro
Lilian Caroline Licnveski
Sidiomar



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