Projeto para criacão do curso de zootecnia organica



Baixar 80.5 Kb.
Encontro25.02.2018
Tamanho80.5 Kb.







UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA E DESENVOLVIMENTO RURAL

PLANO DE ENSINO



FASE: 9ª




I. IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA:

CÓDIGO

EXR5905


NOME DA DISCIPLINA

Extensão Rural



NO DE HORAS-AULA SEMANAIS

TEÓRICO PRÁTICA

TOTAL DE HORAS-AULA SEMESTRAIS






39

15

54

Fase: 9ª

Créditos: 3

Caráter: Obrigatória

Módulo:

Departamento: Zootecnia e Desenvolvimento Rural


I.I.HORÁRIO

TURMAS TEÓRICAS

TURMAS PRÁTICAS

6ª Feira às 13:30 horas

6ª Feira às 13:30 horas




II. PROFESSOR (ES) MINISTRANTE (S)

  1. Eros Marion Mussoi




III. PRÉ-REQUISITO (S)

CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA

EXR5401 EXR5703


AGR5403

EXR5805


Currículo 2003.2:

Introdução ao Desenvolvimento Rural

Economia Agrícola

Currículo 2010-1:

AGR5403 - Vivência em Agricultura Familiar - 4a fase,

- Administração e Uso Integrado da Propriedade Agrícola - 7a fase






IV CURSO(S) PARA O(S) QUAL(IS) A DISCIPLINA É OFERECIDA

Agronomia



V. EMENTA

Caracterização da realidade agrícola; desenvolvimento e mudança social; extensão rural sob uma visão crítica; Revolução Verde e modernização agrícola e a Extensão Rural; Estado, centralização e descentralização- o caso da extensão Rural e da Pesquisa Agropecuária; a Agricultura Familiar e a Extensão Rural; Processos de comunicação e metodologia; Modelos pedagógicos e a extensão rural; Planejamento da ação extensionista; novas instâncias participativas; A nova Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural; os desafios presentes.




VI. OBJETIVOS




A disciplina busca, ainda, desenvolver competências para que os alunos (individual e coletivamente) sejam

capazes de elaborar e implementar projetos de Desenvolvimento Sustentável onde a Extensão Rural é

instrumento fundamental, no contexto das políticas públicas nacional, estadual (Santa Catarina) e municipais,

hoje existentes.






VII. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Entre as atribuições profissionais do Engenheiro Agrônomo, definidas de forma genérica pela Lei Federal

N.º 5.194/66, estão o “planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas,

transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e

agropecuária”; e “estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação

técnica”. Das atividades, para efeito de fiscalização, constam: “supervisão, coordenação e orientação

técnica”; “estudo, planejamento, projeto e especificação”; e “ensino, pesquisa, análise, experimentação,

ensaio e divulgação técnica; extensão”.

Nesse quadro, a disciplina visa possibilitar ao aluno uma melhor compreensão da assistência técnica e da extensão rural. Por um lado, é importante que o estudante entenda que a extensão rural pública governamental é parte de um projeto político, e que suas concepções e práticas vão sendo reconstruídas, ao longo do tempo, a fim de atender às finalidades políticas e econômicas hegemônicas em uma determinada época; e que, atualmente, como vem acontecendo na saúde, na educação, no saneamento básico e no setor de infra-estrutura, também, na extensão rural, o Estado brasileiro, seguindo a política de redução dos gastos públicos, tem direcionado os seus recursos para a população mais “carente” (daí a Extensão Rural Pública governamental ter se voltado para uma parcela dos agricultores familiares). Por outro, ele precisa perceber que, mesmo quando for trabalhar com assistência técnica, seja no primeiro setor (especialmente nas prefeituras municipais), seja no segundo setor (no chamado “fomento” de empresas privadas e grandes cooperativas), seja no terceiro setor (ONG, associações), muitas concepções e práticas utilizadas hoje pela Extensão Rural podem (e devem) ser mobilizadas. A disciplina busca, ainda, desenvolver competências para que o aluno seja capaz de elaborar e implementar projetos de extensão rural, no contexto das políticas públicas nacional e estadual (Santa Catarina) hoje existentes.





VIII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA

Serão realizadas aulas expositivas com o professor e/ou com convidados, trabalhos dirigidos, dinâmicas de

grupo, discussão de textos e/ou DVD’s, além de um segmento prático de exercícios de metodologias extensionista.






IX. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO

Avaliação : Seminário Final (“Plano de Desenvolvimento e Extensão Rural”) = 10%; Práticas de uso de métodos participativos = 10%; Júri = 10%; Prova (escrita) = 60%; entrega resenhas leituras – 10% (este valor corresponde à entrega de TODAS as resenhas marcadas – a não entrega de todas e qualquer resenha implica no não alcance desta pontuação).

Obs: as ponderações das avaliações parciais tem caráter INDICATIVO. Para avaliação coletiva não realizada (por

motivo de falta de calendário, por exemplo), sua ponderação poderá ser transferida para a Prova Final escrita, ou

outro tipo de avaliação que possa ocorrer, previamente comunicado aos alunos(as).

Os trabalhos só serão recebidos pelo professor até a data previamente estabelecida.








X. a CRONOGRAMA AULAS TEORICAS




Resp.

Conteúdo













EM

Auto-apresentação; Apresentação e discussão da proposta de programa para a disciplina;

Informações sobre critérios de avaliação; formação de Grupos de Trabalhos; Encaminha-

mento trabalho Livro Timmer

Descrição de uma “comunidade rural”; Conceituação de desenvolvimento e elaboração de

um Plano de Desenvolvimento demarcando a intervenção da Extensão Rural (trabalho de

grupos) a partir da experiência do Estágio de Vivência.









Alunos em Grupos de Trabalho/estudo dirigido de construção do Plano de Comunidade.




Grupos

Trabalho/Estudo dirigido Planos Desenvolvimento Comunidades e textos Timmer

EM

Análise do livro “Planejamento do trabalho em Extensão Agrícola” (TIMMER, 1954) –

Planejamento do trabalho em Extensão Rural (introdução); A Extensão Agrícola e o

agrônomo de Extensão Rural em suas relações com o conceito geral da agricultura;

A Extensão Rural como ponte entre a unidade agrícola, a estação experimental e outros

órgãos oficiais; A Extensão Agrícola em sua relação com a realidade rural, como cenário

de suas atividades; A Extensão Agrícola e o complexo de necessidades das populações

rurais; A Extensão Agrícola e a finalidade da agricultura.

Resenha grupal

Professor participando a da visita intermediária da disciplina Vivência em

Agricultura Familiar (Porto União, SC)





EM

Seminá-rios


e
Exposição

dialogada



Entrega trabalhos (resenha grupal Timmer e Planos de Desenvolvimento Comunidades) e

discussão dos Planos de Desenvolvimento em Comunidades e discussão geral –reavaliação

Plano de Ensino da disciplina

Animação do desenvolvimento e mudança social: Crescimento econômico x desenvolvi-

mento; agentes de intervenção; Estratificação social no meio rural; categorias produtivas.

Extensão Rural: origem, história, filosofia e princípios.

Extensão Rural e sua introdução no Terceiro Mundo: a “Revolução Verde”: origens,

ações e conseqüências; agricultura familiar e Segurança Alimentar e Nutricional.

Estado, centralização e descentralização, redução dos gastos públicos e serviços públicos

de desenvolvimento rural.

Modelos de Ater: Fomento; Assistência Técnica e Extensão Rural – seus conceitos,

diferenças e conseqüências.

Seminário: Revolução Verde, agricultura, segurança alimentar e nutricional, e Extensão

Rural.





EM
Exposição

Dialogada



Comunicação e pedagogia: Processo e princípios de comunicação; Processo de

difusão/adoção de inovações; Meios de comunicação e auxílios audio-visuais; Processo

ensino-aprendizagem; Princípios de educação; Escolas pedagógicas; Construtivismo e

Extensão Rural









Dia não letivo no Calendário da Ufsc




EM

Exposição

Dialogada


Metodologias de Extensão Rural - Entre a persuasão e a participação? – uso

diferenciado dos métodos sob nova proposta pedagógica; Combinação de métodos em

favor do protagonismo dos atores sociais

Conceitos gerais; Metodologias e Métodos de trabalho convencionais e inovadores -

funções e usos pedagógicos; Características e princípios dos métodos individuais,

grupais e massais; Métodos simples e métodos complexos; Métodos individuais: visita,

entrevista; Métodos grupais: (simples) Linha do Tempo; Reunião de dinamização,

reunião com demonstração de prática (“DM”), excursão, demonstração de resultados,

(complexos) curso, unidade de observação, unidade demonstrativa, dia de campo.

Diagnóstico Rural Participativo e outros métodos complementares de ação

participativa; Metodologia Agricultor para Agricultor

Estratégia metodológica - organização sistemática de métodos em função de objetivos.



Práticas de metodologia (métodos grupais) orientações para exercícios práticos na

disciplina.







Dia não letivo no Calendário Ufsc




EM
Exposição

Dialogada



A extensão rural na perspectiva das organizações de trabalhadores rurais – FETAESC e

FETRAF (por tratar-se de convidados de fora da UFSC, estas datas poderão ser alteradas)

A Extensão Rural “Não Governamental” – Cepagro

Curso de Profissionalização de Agricultores: metodologia e organização do projeto;

detalhamento de um modelo de curso

O rádio e o vídeo como apoios na estratégia metodológica (palestra e visita às unidades

de TV e rádio da Epagri - participação de técnicos do Setor de Comunicação Epagri)

“A inovação que falhou: porque” – trabalho de grupos e debate (trabalho alternativo)






EM

Exposição

Dialogada


Planejamento e Estratégia de Ação na Extensão Rural

Estratégia de desenvolvimento - definição de objetivos, públicos, métodos, alcances;

Estratégia de Ação: etapas e responsabilidades; Conhecimento da realidade, identifica-

ção de problemas e potencialidades, análise e priorização dos problemas; identificação

do potencial de solução; busca de soluções alternativas; elaboração do plano de

ação/ratificação de compromissos; implementação das ações/gestão do plano/instâncias

de participação (métodos, linhas de trabalho, análise dos resultados).

Planejamento em Extensão Rural: etapas e responsabilidades; integração intra e

interinstitucional (“parcerias”); instrumentos de planejamento, acompanhamento e

controle; replanejamento; coordenação, supervisão e avaliação do trabalho e resultados;

divulgação

Estruturação de um serviço de Extensão Rural

Redes de Ater e territorialidade

Novas instâncias participativas: Conselhos de Desenvolvimento e municipalização da

gestão dos serviços públicos

Liderança. Processo, tipos de líderes, identificação e formas de trabalho






EM e convidados

Exposição

Dialogada


A Política Nacional de Ater e o Programa ATES/INCRA: Assessoria Técnica Social e

Ambiental (datas com possibilidade de troca em função de serem convidados de fora da

UFSC)

Anater-Agência Nacional de Ater... veio para quê?









Prova escrita – poderá ser necessário utilizar 1 hora aula para práticas neste dia.







Dia não letivo no Calendário da Ufsc




EM e

Grupos


Práticas de metodologia: realização das práticas de uso de métodos participativos

(diagnóstico participativo; linha do tempo; demonstrações práticas; demonstração de

resultados; unidade demonstrativa; excursão; curso, etc). Além de serem realizadas no

horário normal de aula, se necessário, as atividades poderão ser realizadas ao longo da

semana, em horários a serem acordados





EM e

Grupos


Práticas de Metodologia (poderão ser necessárias atividades de recuperação aulas não

realizadas por feriados/dias não letivos)






EM e

Grupos


Seminários: apresentação dos Plano de Desenvolvimento e Extensão Rural (Trabalhos de

grupo);


Júri Popular (acusação, defesa, jurados, juízes): “A Extensão Rural no banco dos réus”.

Debate final da disciplina. Avaliação pelos participantes - (recuperação de dias não letivos

/feriados nas sextas-feira)





EM e

Grupos


Prova de recuperação







Entrega de conceitos ao Departamento



Obs: 1. O Plano de Ensino poderá ser ajustado após exercício de Construção de um Plano de Desenvolvimento de uma Comunidade Rural, em função de demandas, propostas e necessidades de aperfeiçoamento a serem discutidos com grupo de alunos(as).

  1. O professor neste semestre terá Missões Técnico-diplomáticas na África em apoio a Programas de Extensão Rural, dentro de acordo bilateral Ministério de Relações Exteriores do Brasil (Itamarati) e MDA-Ministério de Desenvolvimento Agrário e Governo de Moçambique (Cooperação Sul-Sul). Desta forma algumas aulas poderão ter que ser realocadas no Plano de Ensino em acordo com o alunado.

  2. O presente Plano de Ensino poderá sofrer pequena modificação em função de viagem de estudos da disciplina Silvicultura (Prof. Fantini) que é realizada numa sexta-feira em todos os semestres. O Prof. Fantini cederá numa sexta-feira suas 3 horas pelo período da manhã, quando recuperaremos as referidas aulas.

____________________________________________________________________________________________________

X b.CRONOGRAMA DE AULAS PRÁTICAS






Práticas em Metodologias Grupais de Extensão Rural (orientações)






Práticas de metodologias participativas - realização das práticas de uso de métodos participativos (diagnóstico participativo; linha do tempo; demonstrações práticas; demonstração de resultados; unidade demonstrativa; excursão; curso, etc). Além de serem realizadas no horário normal de aula, se necessário, as atividades poderão ser realizadas ao longo da semana, em horários a serem acordados







Práticas de metodologias participativas - realização das práticas de uso de métodos participativos (diagnóstico participativo; linha do tempo; demonstrações práticas; demonstração de resultados; unidade demonstrativa; excursão; curso, etc). Além de serem realizadas no horário normal de aula, se necessário, as atividades poderão ser realizadas ao longo da semana, em horários a serem acordados







Práticas em metodologias participativas de Extensão Rural (poderão ser necessárias atividades de recuperação aulas não realizadas por feriados/dias não letivos)







XI. BIBLIOGRAFIA

Básica: obras de leitura e análise OBRIGATÓRIA

Fonseca, Maria Teresa Lousa da. A Extensão Rural no Brasil, um projeto educativo para o capital. São Paulo: Edições Loyola, 1985.

Freire, Paulo. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. (disponível 9 exemplares na Biblioteca Setorial do CCA, 1 exemplar na Biblioteca Central e 19 exemplares na Biblioteca do CED)

George, Susan. Mercado da Fome – as verdadeiras razões da fome no mundo. São Paulo: Vozes, 1978. (Capítulo 5 “Revolução Verde”). (resenha individual capítulo – para 11.04)- (disponível 1 exemplar na Biblioteca Setorial do CCA e 1 exemplar na Biblioteca Central da Ufsc)

MDA/SAF/Dater. Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural. MDA/SAF-Dater: Brasília, 2004 / 2007 (disponíveis no site do MDA www.mda.gov.br) – (resenha individual – para 06.06)- (disponível 3 exemplares na Biblioteca Setorial do CCA)

Mussoi, Eros M. Enfoques pedagógicos de intervenção em Extensão Rural e Pesqueira. Florianópolis: Epagri, 2008 (no prelo) – (resenha individual – para 25.04). Disponível no livro de Wagner e Mussoi abaixo relacionado.

Rede-MG. Educação popular em segurança alimentar e nutricional: uma metodologia de formação com enfoque de gênero. Belo Horizonte: Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas, 2008. Disponível no site www.rede-mg.org.br

Ruas, Elma Dias e outros. Metodologia participativa de extensão rural para o Desenvolvimento Sustentável. Brasília: MDA, 2006. (Resenha individual para 16.05) (10 exemplares disponíveis na Biblioteca Setorial do CCA)

Timmer, Willy Johanan. Planejamento do trabalho em Extensão Agrícola. Rio de Janeiro: Ministério da Agricultura - Serviço de Informação Agrícola. 1954. Série de Estudos e Ensaios, nº 7. (resenha grupal- 04.04) (disponível 3 exemplares na Biblioteca Setorial do CCA)



Verdejo, Miguel Expósito. Diagnóstico Rural Participativo – guia prático. Brasília: MDA - Secretaria da Agricultura Familiar, 2007. (disponíveis no site do MDA www.mda.gov.br) - (resenha individual – para 09.05) (disponível 4 exemplares na Biblioteca Setorial do CCA).

Wagner, Sayonara Araújo (org.); Mussoi, Eros Marion. Métodos de Comunicação e Participação nas Atividades de Extensão Rural. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2011. (disponível 8 exemplares na Biblioteca Setorial do CCA)
Obs: todo material para resenhas também será disponibilizado via eletrônica.
Complementar:

Acaresc. Comunicação e metodologia em Extensão Rural – coletânea de trabalhos. Florianópolis: Acaresc, 1978.

Ammann, Safira. Ideologia do desenvolvimento de comunidade no Brasil. São Paulo: Cortez, 1985.

Biasi, Carlos A. Ferraro. Métodos e meios de comunicação para a Extensão Rural. Volume 1. Curitiba: Acarpa, 1982.

Brandão, Carlos Rodrigues. Pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1981.

Brose, Markus (org.). Metodologia Participativa – Uma introdução a 29 instrumentos. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001.

Caporal, F.R.; Costabeber, J.A. Agroecologia e extensão rural: contribuições para a promoção do desenvolvimento rural sustentável. Brasília: MDA, 2004.

FAO. Consulta Mundial sobre Extensión Agraria. Roma: FAO, 1989.



FAO. La Extensión Agrícola – Manual de consulta. Roma: FAO, 1987

Freire, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975.

Friedrich, Odilo. Comunicação Rural – proposição crítica de uma nova concepção. Brasília: Embrater, 1988.

Garbosa Neto, Ângelo; Silvestre, Fernando Sérgio; Anzuategui, Ivan Andrade. Métodos e Meios de comunicação para a Extensão Rural. Volume 2. Curitiba: Acarpa, 1982.



Geilfus, Frans. 80 Herramientas para el desarrollo participativo. San Salvador: IICA/GTZ, 1998.

Kummer, Lydia. Metodologia Participativa no Meio Rural – uma visão interdisciplinar (conceitos, ferramentas e vivências). Salvador: GTZ, 2007.

Mussoi, Eros Marion. Integracion entre Investigación y Extensión Agraria en un contexto de descentralización del Estado y sustentabilización de politícas de desarrollo: el caso de Santa Catarina, Brasil. Tese Doutorado 1998. ISEC-Instituto de Historia y Estudios Campesinos. Universidad de Córdoba, España.

Mussoi, Eros Marion. Política de Extensión Rural Agroecológica en Brasil: avances y desafíos en la transición en las instituciones oficiales - Site MDA (www.mda.gov.br > Secretaria de Agricultura Familiar> publicações> teses. 2011. (pesquisa de Pós-Doutorado)

Petersen, Paulo e Romano, Jorge O (Orgs.). Abordagens participativas para o desenvolvimento local. Rio de Janeiro: AS-PTA/ActionAid- Brasil, 1999.



Röling, Niels. Extension Science – Information Systems in agricultural development. Cambridge: Cambridge University Press,1988.

................................................................

Ass. do Professor Responsável

Aprovado na Reunião do Colegiado do Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural em

.........................................................

Ass. Chefe do Departamento





Compartilhe com seus amigos:


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal