Projeto pedagógico do curso de licenciatura em matemática – 2018 santo andré Julho de 2017



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Ministério da Educação

Fundação Universidade Federal do ABC








PROJETO PEDAGÓGICO DO

CURSO DE LICENCIATURA

EM MATEMÁTICA – 2018

SANTO ANDRÉ

Julho de 2017



Reitor da UFABC

Prof. Dr. Klaus Capelle


Pró-Reitor de Graduação

Prof. Dra. Paula Ayako Tiba


Diretor do Centro de Matemática, Computação e Cognição

Prof. Dr. Edson Pinheiro Pimentel


Coordenação do Curso de Licenciatura em Matemática

Coordenador: Prof. Dr. Francisco José Brabo Bezerra



Vice Coordenadora: Prof.ª Dra. Vivilí Maria Silva Gomes

Representantes docentes na Coordenação do Curso

Titulares

Prof. Dr. Alessandro Jacques Ribeiro

Prof.ª. Dra. Regina Helena de Oliveira Lino Franchi

Prof.ª. Dra. Ruth Ferreira Santos-Galduróz

Prof.ª. Dra. Virgínia Cardia Cardoso
Suplentes

Prof.ª. Dra. Silvia Cristina Dotta

Prof. Dr. Evonir Albrecht

Prof. Dr. Vinícius Cifú Lopes

Prof. Dr. Márcio Fabiano da Silva
Discentes

Anna Maria de Moura Cavalcanti

Marcelo Takahico Watanabe
Representantes da Divisão Acadêmica do CMCC

Juliana Lilian da Silva – Assistente em Administração

Lucieni Gomes da Silva Martinelli – Administradora



Sumário

DADOS DA INSTITUIÇÃO 4

DADOS DO CURSO 5

APRESENTAÇÃO 7

JUSTIFICATIVA DE OFERTA E PERFIL DO CURSO 9

1.1 OBJETIVOS DO CURSO 11

REQUISITO DE ACESSO 13

1.2 FORMAS DE ACESSO AO CURSO 13

1.3 REGIME DE MATRÍCULA 13

PERFIL DO EGRESSO 14

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 16

1.4 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL 16

1.5 REGIME DE ENSINO 19

1.6 ESTRUTURA GERAL 21

1.7 DISCIPLINAS 24

1.8 ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS 32

1.9 APRESENTAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR 32

AÇÕES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES À FORMAÇÃO 36

ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS 38

ESTÁGIO CURRICULAR 41

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 45

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 46

12.1 CONCEITOS 46

12.2 FREQUÊNCIA 46

12.3 AVALIAÇÃO 46

12.4 CRITÉRIOS DE RECUPERAÇÃO 47

12.5 CÁLCULO DOS COEFICIENTES 47

INFRAESTRUTURA 50

13.1 BIBLIOTECA 50

13.2 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS 51

PESQUISA, EXTENSÃO, EVENTOS E PROJETOS RELACIONADOS À LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. 54

DOCENTES DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA 58

15.1 COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) 58

15.2 COMPOSIÇÃO DOS DOCENTES CREDENCIADOS NA PLENÁRIA 58

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO 60

REGRAS DE TRANSIÇÃO 61

ANEXO I – CONVALIDAÇÕES DE DISCIPLINAS 62

ANEXO II – ROL DE DISCIPLINAS 64


DADOS DA INSTITUIÇÃO

Nome da Unidade: Fundação Universidade Federal do ABC
CNPJ: 07 722.779/0001-06
Lei de Criação: Lei n° 11.145, de 26 de julho de 2005, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 27 de julho de 2005, alterada pela Lei n. 13.110 de 25 de março de 2015, publicada no DOU em 26 de março de 2015.

DADOS DO CURSO



Curso: Licenciatura em Matemática
Diplomação: Licenciado em Matemática
Carga horária total do curso: 3216 horas
Prazo mínimo sugerido para integralização curso: 12 quadrimestres – 4 anos
Prazo máximo sugerido para integralização curso: 24 quadrimestres – 8 anos
Estágio Supervisionado: 400 horas
Turnos de oferta: matutino e noturno
Número de vagas por turno: 20 vagas
Campus de oferta: Santo André
Ato autorizativo:

- Reconhecimento do Curso: Portaria MEC nº 188, de 01 de outubro de 2012, publicada no D.O.U. nº 192, de 03/10/2012, seção 1, pág. 14-15, linha 33;

- 1ª Renovação de Reconhecimento: Portaria MEC nº 286, de 21 de dezembro de 2012, publicada no D.O.U. de 27/12/2012, seção 1, pág. 13-63, linha 1.665;

- 2ª Renovação de Reconhecimento: Portaria MEC nº 1.094, de 24 de dezembro de 2015, publicada no D.O.U. de 30/12/2015, seção 1, pág. 55-61, linha 283


Página do curso: http://graduacao.ufabc.edu.br/licmat/


APRESENTAÇÃO
A criação da Fundação Universidade Federal do ABC ocorreu com o Projeto de Lei nº 3962/2004 encaminhado pelo Ministério da Educação ao Congresso Nacional no ano de 2004. A Lei nº 11.145, sancionada pelo Presidente da República, foi publicada no Diário Oficial da União em 27 de julho de 2005. Em seu projeto ressalta-se a importância de uma formação integral, que inclui a visão histórica da nossa civilização e privilegia a capacidade de inserção social no sentido amplo. Leva em conta o dinamismo da ciência, propondo uma matriz interdisciplinar para formar profissionais com conhecimento amplo, capazes de transitar com desenvoltura por diversas áreas do conhecimento científico e tecnológico.
A concretização do projeto de criação da UFABC foi uma conquista dos cidadãos da região do ABC paulista, que durante as últimas décadas, fez-se representar por seus vários segmentos, na luta pela criação de uma Universidade pública, gratuita e de qualidade, diante dos muitos processos e eventos políticos, sociais, econômicos e culturais que marcaram a história da educação no Brasil.
De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE) (BRASIL, 2014)1, em sua meta 12, pretende na próxima década, elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público.
A UFABC veio colaborar para o aumento da oferta de vagas na educação superior pública, na região do ABC, potencializando o desenvolvimento regional por meio da oferta de formação superior nas áreas científica e tecnológica, com vários cursos de engenharia, ciências naturais e ciências humanas. A instituição também está fortemente alicerçada no desenvolvimento de extensão, por intermédio de ações que disseminem o conhecimento e a competência social, tecnológica e cultural na comunidade. Dentro desse quadro, a UFABC contribui para o benefício da região, bem como do país, investindo na tríade ensino, pesquisa e extensão.
A atuação acadêmica da UFABC se dá nas áreas de cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão, que visam à formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos solicitados pela sociedade brasileira, bem como na promoção e no estímulo à pesquisa científica, tecnológica e a produção de pensamento original no campo da ciência e da tecnologia, em acordo com seus princípios fundamentais, abaixo destacados:


  1. - Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;

  2. - Formar diplomados em diferentes áreas de conhecimento e que estejam aptos para atuar em diversos setores profissionais, participando do desenvolvimento da sociedade brasileira e agindo na formação de outros cidadãos e na sua própria formação de forma contínua;




  1. – Incentivar e fomentar o trabalho de pesquisa e de investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e tecnologia, bem como a criação e difusão da cultura e, desse modo, contribuindo para o entendimento do ser humano, de sua história e do meio em que vive;




  1. - Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem o patrimônio da humanidade e comunicar esses saberes por meio do ensino, de publicações e de outras formas de comunicação;




  1. – Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a sua concretização, integrando constantemente novos saberes na estrutura intelectual do conhecimento;




  1. – Promover discussões sobre problemas do mundo contemporâneo, em especial, sobre aqueles que dizem respeito ao contexto nacional e regional;




  1. - Prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de cooperação e reciprocidade;




  1. - Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição.

Um importante diferencial da UFABC, evidenciando o comprometimento da Universidade com o ensino e a pesquisa de qualidade, é seu quadro docente, composto exclusivamente por doutores que atuam em Regime de Dedicação Exclusiva (RDE).


A UFABC é uma Universidade multicampi, prevendo-se que suas atividades se distribuam, no espaço de 10 anos, em pelo menos três campi. Atualmente estão em funcionamento o campus Santo André, que iniciou suas atividades desde a fundação da Universidade, e o campus de São Bernardo do Campo, que teve as atividades iniciadas em maio de 2010. Futuramente prevê-se um campus de Mauá.
O curso de licenciatura em Matemática está previsto desde o primeiro Projeto Pedagógico da UFABC, e no escopo do PDI e PPI, e com eles articulado de acordo com os princípios fundamentais acima enumerados e em sintonia com os demais cursos de licenciatura, conforme apresentados nos próximos itens deste Projeto.

JUSTIFICATIVA DE OFERTA E PERFIL DO CURSO
De acordo com o Parecer 09/2001, o processo de elaboração das propostas de diretrizes curriculares para a graduação, conduzido pela SESu (Secretaria de Educação Superior), consolidou a direção da formação para três categorias de carreiras: Bacharelado Acadêmico; Bacharelado Profissionalizante e Licenciatura. Dessa forma, a Licenciatura ganhou, como determina a nova legislação, terminalidade e integralidade própria em relação ao Bacharelado, constituindo-se em um projeto específico. Isso exige a definição de currículos próprios da Licenciatura que não se confundam com o Bacharelado ou com a antiga formação de professores que ficou caracterizada como modelo “3+1”.
Mais recentemente, o Conselho Nacional de Educação – CNE, publicou a Resolução2 (CNE) nº 2, de 01 de julho de 2015, e instituiu, por meio desta Resolução, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e Continuada em Nível Superior de Profissionais do Magistério para a Educação Básica, definindo princípios, fundamentos, dinâmica formativa e procedimentos a serem observados nas políticas, na gestão e nos três programas e cursos de formação (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura), bem como no planejamento, nos processos de avaliação e de regulação das instituições de educação que as ofertam. Nesse sentido, o projeto da Licenciatura em Matemática precisou ser reformulado e repensado nos moldes da atual legislação.

A profissão docente hoje, diante da complexidade da tarefa educativa, assume novos desafios, que vão muito além da mera transmissão de conhecimentos adquiridos academicamente. Para Imbernón (2006)3, a educação se aproxima de outras demandas (éticas, coletivas, comportamentais, emocionais) e a profissão exerce outras funções (motivação, luta contra a exclusão social, relações com a comunidade...). Para assumir essas novas competências, a formação profissional também requer inovações para seus projetos.


Por outro lado, é evidente que o embasamento técnico e específico é indispensável na formação de professores. Segundo Brito (2007)4, é fundamental que o futuro professor tenha um sólido conhecimento, não na forma de “estoque” armazenado, mas na forma de “domínio conceitual”, que o torne capaz de ajudar seus alunos a serem agentes de sua formação.
Em estudos recentes Gatti5 (2014, p. 32) afirma que além do grande número de pesquisas na área de formação de professores, “o número de matriculados nesses cursos vem caindo ao longo dos anos, e que a não conclusão do curso pelos matriculados é muito alta, estimada em torno de 70%” E além de não concluírem, a mesma autora aponta que a situação é mais grave nas disciplinas relativas aos anos finais do ensino fundamental e ensino médio. O censo escolar de 2009 do INEP afirma que somente 38,6% dos professores de Matemática atendiam a condição de possuir formação na disciplina que ministravam.
É necessário conceber a licenciatura como curso de graduação pleno, cujas características são particulares, específicas, e mesmo com dificuldades epistemológicas, elas não são menores nem melhores, mas necessárias a uma formação que atenda de fato a educação básica. Os saberes disciplinares, saberes pedagógicos, saberes culturais devem compor a formação desse professor, valorizando não apenas a formação disciplinar, mas a interdisciplinar. Nessa relação licenciatura versus bacharelado deve-se observar que o conhecimento disciplinar a um professor para atuar na educação básica pode ser diferente, em alguns aspectos, de um especialista stricto sensu, mas não menos importante. Princípios que norteiam a base comum nacional para a formação inicial e continuada, tais como: a) sólida formação teórica e interdisciplinar; b) unidade teoria-prática; c) trabalho coletivo e interdisciplinar; d) compromisso social e valorização do profissional da educação; e) gestão democrática; f) avaliação e regulação dos cursos de formação; devem permear as mais diversas disciplinas de uma matriz que de fato esteja a serviço da formação dos profissionais da educação.
A atual situação dos professores e estudantes da educação básica, no que diz respeito à educação em ciências naturais e matemática, é bem conhecida: não faltam pesquisas, dados e documentos que demonstram avanços, mas que também apontam muitas deficiências e demandas. Assim, pesquisas e avaliações constantes são essenciais para que se possa mapear e traçar novos cenários.
O documento elaborado em novembro de 2007 pela Academia Brasileira de Ciências, “O Ensino de Ciências e a Educação Básica: Propostas para Superar a Crise”, fruto de uma acalorada discussão e de consultas a especialistas da área, alerta para a necessidade emergente de se tratar a educação científica no Brasil de forma prioritária. Dentre os argumentos que justificam esta urgência, são destacadas a perceptível deterioração do ensino básico e a formação deficitária de jovens, que resulta em chances limitadas de inserção profissional na sociedade brasileira. Como medidas a serem adotadas para reverter esse quadro, o documento destaca a necessidade de reorganização dos cursos de formação de professores, hoje sob responsabilidade de universidades e instituições de ensino superior. O documento mostra também que nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática a maioria dos licenciados é formada em instituições de ensino particular, diferentemente do que ocorre em áreas como Física e Química, cujos licenciados vêm majoritariamente de instituições públicas. A escassez de professores é evidente, mais ainda quando se considera que um grande número de formados não exerce a profissão docente.
O Ministério da Educação instituiu o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)6, em março de 2005, que compreende dois processos: a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) e a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc). A Aneb é realizada por amostragem das Redes de Ensino, em cada unidade da Federação e tem foco nas gestões dos sistemas educacionais. Por manter as mesmas características, a Aneb recebe o nome do Saeb em suas divulgações; e o segundo processo é a Anresc, que é mais extensa e detalhada que a Aneb e tem foco em cada unidade escolar. Por seu caráter universal, recebe o nome de Prova Brasil em suas divulgações.
Tais sistemas têm mostrado resultados preocupantes em relação aos conhecimentos adquiridos pelos estudantes. Dados referentes ao desempenho de estudantes em provas de Matemática indicam que na quarta série (quinto ano) metade dos alunos regularmente matriculados possui nível de conhecimento inferior ao esperado na segunda (terceiro ano) e somente uma parcela inferior a 10% dos estudantes apresenta o nível desejado para sua série. Na oitava série (nono ano), mais de 50% dos estudantes ainda estão em níveis equivalentes à segunda série (terceiro ano) ou inferior. No terceiro ano do Ensino Médio, menos de 10% dos estudantes possuem o nível de conhecimento esperado. Mais do que uma formação não satisfatória em Matemática, se observa também que o domínio de conteúdo específicos não se dá de forma efetiva. Os estudantes entram em contato com os conteúdos, mas não se apropriam dos conhecimentos.
Em consonância com os princípios fundamentais de seu Projeto Pedagógico, empenhado em preparar pessoas para enfrentar problemas da realidade dinâmica e concreta, de forma crítica e transformadora, os cursos de licenciatura da UFABC se propõem a transcender um ensino que pretende uma mera atualização científica, pedagógica e didática e se transforma na possibilidade de criar espaços de participação, reflexão e formação para que as pessoas aprendam e se adaptem para poder conviver com a mudança e a incerteza (Imbernón, 2006)7.
Frente ao quadro preocupante da educação brasileira, exposto aqui muito brevemente, a UFABC assume o desafio de contribuir para a melhoria da Educação Básica, propondo um Projeto Pedagógico para os cursos de licenciatura que busca proporcionar aos licenciandos uma sólida formação profissional a partir de uma perspectiva mais ampla e atual.
A forte inserção regional do curso de Licenciatura em Matemática, assim como para todos os cursos da UFABC, é verificada por meio da inclusão e da integração de parcela significativa de alunos matriculados provenientes de cidades do ABC: em 2012, cerca de 35% eram moradores de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Mauá. Acolhendo ao mesmo tempo aproximadamente 40% de alunos provenientes da cidade de São Paulo e em torno de 25% das demais regiões do Estado de São Paulo e do Brasil, o curso de Licenciatura em Matemática, inserido no contexto da Universidade Federal do ABC e do Bacharelado em Ciência e Tecnologia, procura responder a demandas locais e nacionais de natureza econômica e social8
Em consonância com os princípios fundamentais do Projeto Pedagógico Institucional da UFABC, que visa formar cidadãos competentes e aptos para lidar com problemas de sua realidade de forma ativa, crítica e transformadora, o curso de Licenciatura em matemática busca transcender modelos de formação docente que priorizam a mera racionalidade técnica, valorizando a formação integral e a interligação dos saberes específicos aos da docência.




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