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PODER JUDICIÁRIO

JUSTIÇA FEDERAL NA PARAÍBA

SECRETARIA ADMINISTRATIVA





ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DA INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE AR CONDICIONADO DAS ALAS NORTE-OESTE E SUL-OESTE DO TÉRREO DO EDIFÍCIO SEDE DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA.

Este descritivo técnico, bem como as planilhas orçamentárias, foram elaborados pela Seção de Administração Predial e Engenharia da JFPB, com base no MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA e PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS elaborados pelo Eng. Paulo de Tarso Fernandes, CREA-1604281162, através do contrato entre a Seção Judiciária da Paraíba e a empresa ENGPRED – Engenharia e Instalações Prediais LTDA.




  1. OBJETIVO

O referido memorial descritivo tem como objetivo fixar as condições técnicas necessárias de acordo com as normas técnicas da ABNT– NBR 16401/1/2/3, recomendações da Portaria Ministerial N° 3.523 – 28.08.98 e Resolução ANVISA N° 176 – 24.10.00, a serem observadas na instalação do sistema de ar condicionado multi split com inverter (VRF) fluxo de refrigerante variável, tipo expansão direta, para climatização das ALAS NORTE-OESTE E SUL-OESTE DO PAVIMENTO TÉRREO do Edifício Sede da Justiça Federal da Paraíba 5ª Região, localizado no conjunto Brisamar, João Pessoa/PB.





  1. DESENHOS

Os desenhos completam o presente memorial e indicam as disposições pretendidas para a instalação dos equipamentos - planta baixa e detalhes.




  1. DESCRIÇÃO DO PROJETO

O sistema adotado para o prédio foi o de expansão direta do gás, com a utilização de equipamento tipo “INVERTER DRIVEN MULTI SPLIT SYSTEM”, que possui a tecnologia de Fluxo de Refrigerante Variável (VRF) e condensação a ar, permitindo modulação individual de capacidade em cada unidade interna, pela variação do fluxo de gás refrigerante, visando atender as efetivas necessidades de carga térmica do sistema.

Este projeto apresentado fará parte inicialmente de um trabalho específico dessa área administrativa, visando a reforma e contratação imediata para o setor. Posteriormente, será apresentado um projeto de todo o prédio, contemplando essa área administrativa já elaborada.

A instalação deste sistema de ar condicionado terá por finalidade proporcionar condições de conforto térmico durante o ano todo, com controle individual de tempe­ratura.

As condições de operação da unidade interna podem ser definidas individualmente por meio de controle remoto, do tipo com ou sem fio, de operação amigável. Ou ainda, pode também ser provido de um sistema central de controle que gerencia grupos de unidades externas e internas para supervisão e automação através de um software “CS-Net”, fornecido pelo Fabricante.

Em cada sistema, uma única unidade condensadora (unidade externa) suprirá diversas unidades evaporadoras (unidades internas), através de um único par de tubulação frigorífica, composta de linha de líquido e de vapor saturado.

Estas unidades condensadoras devem ficar situadas em área externa ou áreas com facilidade para tomada e descarga de ar de condensação.

As unidades internas, que são do tipo teto (modelo cassete), interligadas as linhas frigoríficas através de tubulação de cobre, sem costura, e juntas de derivação do tipo “Multikit”, especificadas em planta.

Em função da variação de carga térmica das áreas beneficiadas ocorrerá automaticamente uma variação na velocidade de rotação do compressor comandada pelo inversor de freqüência (controle inverter), que irá ajustar a capacidade da unidade interna.

O sistema possui ciclo reverso, ou seja, podendo trabalhar esfriando ou aquecendo o ar ambiente (“Heat Pump”). A reversão do regime de resfriamento para aquecimento será feito simultaneamente para todas as unidades internas servidas por uma unidade condensadora, não sendo considerada a possibilidade de se ter, ao mesmo tempo, resfriamento em alguns dos ambientes e aquecimento em outros para o mesmo ciclo frigorífico.

No dimensionamento da tubulação, deverá ser levada em conta a perda de carga, causada pela distância entre os evaporadores ao condensador, o que foi analisado em planta, e considerado dentro do padrão de especificação (manual) de cada equipamento.

O refrigerante utilizado é o R-410A que já é de nova geração sendo ambientalmente correto, ou seja, não agride a camada de ozônio.

A construção dos equipamentos e sua instalação deverão obedecer, além das normas da ABNT, ou na omissão destas, das normas da ASHRAE.


    1. PARÂMETROS DE CÁLCULO

No levantamento das cargas térmicas e na determinação das vazões de ar, foram considerados os seguintes parâmetros de cálculo, conforme norma NBR16401-1 ABNT.
CONDIÇÕES EXTERNAS

LATITUDE……...………………………………………….……………………...…….…..7º 07’12,20” Sul

LONGITUDE……...……………………………………………...………..…….…..34º 52’ 24,36” Oeste

ALTITUDE………………………………………………….…………………………..……Nível do Mar

TBS....................................................................................................................................................32 C

TBU.................................................................................................................................................26,0 C

UR.......................................................................................................................................................60 %

LOCALIZAÇÃO.................................................................................................................João Pessoa


CONDIÇÕES INTERNAS

TBS....................................................................................................................................................24 C

UR.......................................................................................................................................................50%

NÍVEL DE RUÍDO...............................................................................55 dBa conforme ABNT - NB 95

GRAU DE PUREZA................................................................................................G3 (80% ≤ Eg < 90%)

OCUPAÇÃO MÉDIA.........................................................................................................6m2 /pessoa

TAXA DE RENOVAÇÃO..............................................................................................27m3/H/pessoa

VAZÃO MÍN. AR EXTERIOR...............................................................................................15m3/(m2/H)

TROCA MÍN. P/HORA AR AMBIENTAL..............................................................................................25

NÍVEL DE RUÍDO Máx..................................................................................................................55 dBa

QUANTIDADE DE PESSOAS LOTADAS NO SETOR...........................................................................80

QUANTIDADE DE PESSOAS FLUTUANTES NO SETOR.......................................................................45

ÁREA DO PRÉDIO....................................................................................................................480,56m2

ALTURA DO PÉ DIREITO.....................................................................................................................3m

ILUMINAÇÃO............................................................................................................................. 9.610W

CARGA DE EQUIPAMENTOS.................................................................................................... 3.200W

CARGA DE RENOVAÇÃO DO AR....................................................................................2.160 m3/H

FATOR SOLAR DOS VIDROS (transm. por diferença de temp.)........................ U ≤ 5,7 W/m2.ºC

FATOR DE SOMBREAMENTO...................................................................................................SF ≤ 0,50

FATOR DE EFICÁCIA (Tvis / SF)...................................................................................................Tvis ≥ 1





      1. CARGAS TÉRMICAS E VAZÕES DE AR

Os cálculos efetuados, baseados nos parâmetros descritos resultaram nos seguintes valores de cargas térmicas e de vazões de ar:

ZONA TÉRMICA

CT (W)

VAZÃO DE AR (m3/H)

Z3 –Térreo norte-oeste

37.900

7.330

Z5 – Térreo sul-oeste

37.900

7.330


NOTA: TR  3.516 W  680 m3/H (considerado) CT  Carga Térmica


AMBIENTE

VOLUME

CARGA TÉRMICA ESPECIFICADA

Z3 – Térreo norte oeste

858,00 m3

37.900 W

Z5 – Térreo sul oeste

236,10 m³

33.600 W



  1. ESPECIFICAÇÃO DA INSTALAÇÃO


Na elaboração do orçamento da instalação, não deverá ser considerado o valor dos equipamentos condensadores, evaporador, intercambiadores de calor, controles remotos e módulo central de controle e supervisão, uma vez que foram adquiridos em certame específico.



    1. UNIDADE INTERNA - EVAPORADOR

As unidades são do tipo teto cassete, obedecendo ao procedimento de construção estabelecido no desenvolvimento do produto, constituído basi­camente de: Trocador de calor de tubo de cobre ranhurado e aleta de alumínio, válvula de expansão eletrônica de controle de capacidade, ventilador interno que permite operar com três velocidades. Dois termistores na linha frigorífica (LL e LG). No lado do ar dois termistores um para o ar no retorno e outro no insuflamento. As unidades possuem um filtro de ar lavável no retorno, de fácil remoção. A operação de cada unidade interna é garantida por uma placa de circuito impresso que opera com tecnologia P.I.D. que garante que a temperatura programada (set point) se mantenha numa banda diferencial entre 0º C ~ 2º C.

As unidades de teto cassete ficarão posicionadas estrategicamente fixadas no teto, distorcendo do forro, através de parabolt e varão roscado, conforme posicionamento em planta.




MODELO

RCI1,5FSNB

RCI2,0FSNB

RCI2,5FSNB

RCI4,0FSNB

RCI5,0FSNB

Tipo

Cassete

Cassete

Cassete

Cassete

Cassete

Capac. Nom.

Resfriamento



4.300 W

14.680 BTU/H



5.600 W

19.110 BTU/H



7.100 W

24.230 BTU/H



11.200 W

38.220 BTU/H



14.200 W

48.460 BTU/H



Vazão de Ar

(A/M/B)


780/720/660

m3/h



840/780/720

m3/h



960/840/720

m3/h



1.650/1.440/1.260

M3/h


1.830/1.560/1.320

M3/h



Fluido Refrig.

R410A

R410A

R410A

R410A

R410A

Nível Sonoro

38/30/29 dbA

32/30/30 dbA

34/32/30 dbA

41/39/37 dbA

43/41/39 dbA

Linha Líquido

6,35 mm

6,35 mm

9,53 mm

9,53 mm

9,53 mm

Linha de Gás

12,70 mm

15,88 mm

15,88 mm

15,88 mm

15,88 mm

Tensão Elétrica

1F/220Vac/

60Hz


1F/220Vac/

60Hz


1F/220Vac/

60Hz


1F/220Vac/

60Hz


1F/220Vac/

60Hz


Corrente

0,30 A

0,40 A

0,40 A

0,90 A

0,90 A

Consumo

0,06 W

0,10 W

0,10 W

0,21 W

0,22 W

Peso

27 Kg

27 Kg

27 Kg

29 Kg

29 Kg

Medidas Ext.

(AxLxP)


298x840x840

mm


298x840x840

mm


298x840x840

mm


298x840x840

Mm


298x840x840

mm


Quantidade

02

04

02

39

01


TABELAS COM EQUIPAMENTOS POR ZONA/SETOR

TÉRREO – ALA NORTE OESTE

EQUIPAMENTOS

AMBIENTE

CAPACIDADE

REFERÊNCIA

CONDENSADOR

ÁREA EXTERNA

20 HP

RAS 20 FSNB

EVAPORADOR

SEGURANÇA

1.5 HP

RCI 1.5 FSNB

APOSENTADOS

1.5 HP

RCI 1.5 FSNB

PLANJEMANTO

2.0 HP

RCI 2.0 FSNB

SUPERV. CEMAN

2.0 HP

RCI 2.0 FSNB

CEMAN

2.0 HP

RCI 2.0 FSNB

ASSEJUF

2.0 HP

RCI 2.0 FSNB

SICOOB

2.5 HP

RCI 2.5 FSNB

RECEPÇÃO

2.5 HP

RCI 2.5 FSNB

CEMAN

5.0 HP

RCI 5.0 FSNB

INTERCAMBIADOR DE CALOR




1000 m³/h

KPI 100 A3P




TÉRREO – ALA SUL OESTE

EQUIPAMENTOS

AMBIENTE

CAPACIDADE

REFERÊNCIA

CONDENSADOR

ÁREA EXTERNA

16 HP

RAS 16 FSNB

EVAPORADOR

ATERMAÇÃO

1.5 HP

RCI 1.5 FSNB

DISTRIBUIÇÃO JEF

1.5 HP

RCI 1.5 FSNB

DISTRIBUIÇÃO

4.0 HP

RCI 4.0 FSNB

ESPERA

5.0 HP

RCI 5.0 FSNB

INTERCAMBIADOR DE CALOR

DISTRIBUIÇÃO

500 m³/h

KPI 502 1B



    1. UNIDADE EXTERNA - CONDENSADOR

São desenvolvidas para operar no modo aquecimento ou resfriamento, chamado “Heat Pump”. Este sistema opera com dois tubos de refrigerante interligados às unidades internas. Sua construção permite operação com temperatura externa, para modo resfriamento, desde -5º C ate 43º C. Em modo aquecimento, abaixo de -20 C. O ciclo frigorífico é composto de compressor Scroll com inverter (de velocidade variável) e outros do tipo de velocidade constante. Tem ainda, um trocador de placas (para capacidades maiores), acumulador de sucção, separador de óleo, tanque de líquido, válvula de expansão eletrônica, válvula de quatro vias e válvulas “ON / OFF”.

As unidades condensadoras ficarão posicionadas na coberta do prédio, agrupadas lado a lado, oferecendo condição livre de circulação do ar de condensação, atendendo as condições impostas pelo manual do fabricante.


MODELOS

ALA SUL OESTE

ALA NORTE OESTE

RAS16FSNSB

RAS20FSNB

Tipo

Descarga vertical

Descarga Vertical

Capacidade Nominal Resfriamento

85.000 W

290.000 BTU/H



56.000 W

191.100 BTU/H



Compressor

Scroll 1+ 1

Scroll 1+1

Controle Fluxo

Vál. Exp Cont. por Microcomp

Vál. Exp Cont. por Microcomp

Trocador Calor

Corrente Cruzada com Aleta de Alum.

Corrente Cruzada com Aleta de Alum.

Vazão de Ar

12.600 m3/h

20.600 m3/h

Fluido Refrigerante

R410A

R410A

Nível Sonoro

62 dbA

62 dbA

Linha Líquido

12,70 mm

15,88 mm

Linha de Gás

28,58 mm

28,58 mm

Tensão Elétrica

3F/380Vac/60Hz

3F/380Vac/60Hz

Consumo

24,70 W

16,60 W

Corrente Máxima

32 A

36 A

Fator de Potência

0,89

0,90

Peso

340 Kg

470 Kg

Medidas Ext. (AxLxP)

1.606x1.214x754 mm

1.606x1.914x754 mm

Quantidade

01

01



      1. PONTO DE FORÇA DO CONDENSADOR

Os condicionadores de ar projetados são do tipo integrado, sendo necessário apenas um ponto de alimentação para cada unidade externa, sem excesso de fiação. Todos os painéis e condicionadores deverão ser aterrados a partir de um cabo fornecido para esse fim. As bitolas dos cabos elétricos deverão ser selecio­nadas de acordo com a tabela de bitolas mínimas recomendadas pelo fabricante, de­vendo ser previsto, inclusive um ponto de força in­dividual para cada um dos condensadores. Não serão aceitas instalações de cabos e fios aparentes. As tensões elétricas de alimentação dos condensadores serão trifásicas 380Vac/60Hz + Terra. A instalação do ponto de força do condensador deverá partir da subestação.

Não será permitido o uso de transformadores de tensão para a alimentação das unidades condensadoras. O uso de transformadores gera um aumento no consumo de energia elétrica e aumenta a possibilidade de paradas no sistema.




      1. ISOLADOR DE VIBRAÇÃO

A unidade condensadora deverá receber uma proteção de absorvedores de vibração do tipo calço de borracha, conforme especificações abaixo, assentada em toda a sua extensão de base da unidade, de modo a minimizar a transmissão das vibrações geradas pelo equipamento a níveis satisfatórios.

Material

Calço de Borracha

Modelo

Tipo P até 700 Kg

Dureza

75 shore A

Deflexão

2 mm / 700 Kg

Medida

A = 30mm; P = 100mm; L = medida da base do equipamento

Fabricante

Vibra- Stop



    1. COMANDO DOS EQUIPAMENTOS




      1. CONTROLES

Como solução geral, foi fornecido controle remoto sem fio, com as seguintes funções:

  • Liga/desliga;

  • “Timer” para desligamento automático;

  • Seleção de temperatura do ambiente desejado ( “set-point”);

  • Seleção de velocidade do ventilador do evaporador: alta / média / baixa;

  • Seleção do modo de operação: resfriamento / aquecimento / ventilação / desumidificação;




      1. AUTOMAÇÃO E SISTEMA DE TRANSMISSÃO H-LINK

O sistema de cabeamento H-Link possibilita conectar através de um par de cabos blindados trançados cada unidade interna a sua respectiva externa e assim permitir o perfeito funcionamento da rede. Esta ligação entre placas eletrônicas é realizada sem polaridade, pois facilita o trabalho em campo e evita danos ao circuito eletrônico. Faculta também a interligação entre vários conjuntos de unidade externa com as respectivas internas, criando assim uma única rede de controle que pode englobar até 16 unidades externas ou 128 unidades internas por cada interface HARC-40. Para sistemas maiores, com o uso de HUB, desde que o computador central não disponha de várias portas USB, pode-se conectar até 8 interfaces HARC-40, aumentando para 128 unidades externas ou 1024 unidades internas.Dessa forma pode-se centralizar o gerenciamento de toda a instalação a partir de um ponto.Este sistema conecta os fios de controle para as unidades externas e internas por meio de dois ou mais sistemas de refrigeração. Independentemente da ordem ou número de unidades a serem conectadas, todas as unidades podem ser controladas uma vez que foram conectadas. Por este método, a flexibilidade do design é muito alta, a instalação é fácil e os custos totais reduzidos. Além disso, o controle central é possível por meio da conexão do CS-NET a fiação do H-LINK.

      1. CS-NET

O CS-Net é um sistema de controle em rede por computador. É um software simples de utilizar e ao mesmo tempo completo. Características do programa:

  • Permite Ligar e Desligar cada unidade evaporadora;

  • Selecionar o modo de operação;

  • Ajustar a temperatura interna de cada ambiente;

  • Selecionar a velocidade do ventilador de cada unidade interna;

  • Configurar a direção do ar, para evaporadoras com este recurso;

  • Habilita ou desabilita o controle local;

  • Permite visualizar rapidamente alarmes ou ocorrência de falhas;

  • Indica o código de alarmes e a possível causa;

  • Mostra em diagrama o status de operação do sistema para cada evaporador;

  • Recurso de efetuar o rateio em função de consumo de energia;

  • Armazena dados históricos de funcionamento;

  • Pode apresentar uma visualização do sistema de ar condicionado em forma de planta;

  • Pode operar remotamente via rede interna ou externa.

  • Pode controlar e monitora um Máximo de 16 unidades externas ou 128 unidades internas a serem controladas por cada placa HARC-40.

  • Pode operar com até 8 HARC-40, podendo controlar e operar até 128 Unidades Externas ou 1024 Unidades Internas;

  • O CS-NET pode ser conectado a qualquer ponto no sistema H-LINK;

  • Roda em ambiente Windows (marca registrada);




    1. LINHA FRIGORÍFICA (LL X LG)

Deverá ser constituído de tubos de cobre sem costura, expandido de espessura mínima de 0,80mm (bitola de ¼ à ½”) e espessura de mínima de 1mm em bitolas acima de ½”, conforme especificado no projeto, de modo a garantir a aplicação das velocidades cor­retas em cada trecho, bem como a execução do trajeto mais adequado. O dimensionamento da tubulação deverá ser feito levando em conta a perda de carga, em função da distância entre os evaporadores e conjunto compressor-condensador, onde foi analisado em planta e atendendo ao especificado no manual técnico do fabricante. De­verá ter o máximo rigor na limpeza, desidratação, vácuo e testes de pressão do circuito, antes da colocação do fluido refrigerante. Deverá obedecer aos seguintes critérios:

  • O comprimento máximo total da tubulação entre unidade externa e interna pode ir até 150m em comprimento real (comprimento equivalente 175m);

  • O desnível máximo entre a unidade externa instalada acima das unidades internas, pode chegar ate 50m. Na situação inversa, o desnível seria de 40m;

  • Distância entre a primeira ramificação e a unidades interna mais distante é de até 40 m;

  • Comprimento da tubulação a partir de cada multi-kit até a unidade interna é de até 30 m;

  • Desnível entre as unidades internas é de até 15 m.

Será utilizada derivação na tubulação frigorífica para atender a cada unidade evaporadora do seu respectivo grupo indicada em planta, com a seguinte especificação:




QTDE

MODELO DO MULTI-KIT

02

E242SNB

14

E162SNB

08

E102SNB

Todas as conexões entre: os tubos, acessórios e Multikits deverão ser executados com solda. Após a execução da solda, a rede deverá ser testada com nitrogênio à pressão de 450~500 psig. Todas as tubulações deverão ser devidamente apoiadas ou suspensas em suportes e braçadeiras apropriadas com pontos de sustentação e apoio espaçados a cada 1,5m. Para o preenchimento do fluido refrigerante, deverá ser feito um vácuo em toda a tubulação até um nível de pressão negativa de 3 micra. As linhas de gás refrigerante (LL x LG) deverão ser isoladas termicamente utilizando tubo elastomérico, com espessura mínima de 10 mm, protegida mecanicamente com fita plástica contra raios UV e chuva, quando esta aparecer externamente. Toda a tubulação ficará embutida na alvenaria e forro do prédio. Destacamos os seguintes cuidados a serem observados:



  1. Manter as inclinações exigidas para prover o retorno de óleo ao compressor;

  2. Deverão ser previstos e instalados, todos os suportes necessários e compatíveis com as cargas das tubulações mais os acessórios, de modo a proporcionar total flexibilidade, sem transmitir quaisquer vibrações às estruturas do edifício, não sendo permitido a fixação dos suportes em alvenarias e/ou em outras tubulações;

  3. No corte a frio dos tubos, evitar o estrangulamento no ponto de corte; Eliminar as rebarbas de corte, impedindo que as aparas caíssem no interior dos tubos;

  4. As curvas deverão ser executadas com "curva dor" adequado para cada bitola de tubo, evitando-se o estrangulamento e enrugamento das paredes dos tubos; No caso de se utilizar peças pré-fabricadas, usar curvas de raio longo, evitando o uso de cotovelos;

  5. Verificar se as paredes dos tubos estão limpas e isentas de impurezas e umidade;

  6. Evitar a permanência dos tubos em locais onde possam ser danificados, mantendo suas extremidades sempre vedadas;

  7. A fiscalização, a seu critério, poderá exigir a substituição de tubos onde constatados pontos de estrangulamento.




      1. TESTE E DESUMIDIFICAÇÃO INTERNA

Deverão ser realizados testes de pressão em toda a tubulação, imediatamente após a conclusão da montagem e antes da aplicação da isolação térmica externa, a uma pressão de 200 psig, utilizando-se nitrogênio, com duração mínima de 24 horas, corrigindo-se os possíveis vazamentos e promovendo a limpeza interna de quaisquer impurezas, provenientes dos processos de montagem e/ou soldagem.

Aprovados os testes de pressão, deverá ser realizada a desidratação interna com alto-vácuo, utilizando-se sempre uma bomba adequada de duplo estágio e com deslocamento volumétrico compatível com a capacidade do sistema (nunca deverá ser utilizado o próprio compressor do equipamento) até ser atingido o valor de 400 micros de HG, durante o tempo preconizado pelo fabricante, devendo a leitura de vácuo ser homologada em ponto distante ao utilizado para o processamento do vácuo e na presença da fiscalização.



Imediatamente após a homologação da desumidificação interna, iniciar a carga de gás refrigerante através da conexão da linha de líquido, segundo a capacidade do equipamento e o comprimento das linhas de cobre, até atingir-se a carga adequada e ajustada. Já com o ciclo em operação será realizado, pelo lado de baixa pressão, onde deverão ser atingidas as faixas de temperatura de superaquecimento ideais para o perfeito funcionamento do equipamento, segundo as recomendações do fabricante, sendo que nenhum dispositivo de segurança deverá ser anulado durante os procedimentos de partida. Antes de iniciar o vácuo, deverá ser verificado o nível de óleo. Caso haja necessidade, completar o nível de óleo no compressor.



      1. ISOLAÇÃO TÉRMICA

As interligações frigoríficas deverão ser isoladas termicamente com tubos flexíveis de espuma elastomérica (ref. AF/ARMAFLEX classe 1, de fabricação ARMACELL), partidos para montagem se necessário, de espessura 10mm para LL (linha de líquido) e 19mm para LG (linha de gás), colados. Para revestimento externo atuando como proteção mecânica, recomendamos folha de alumínio corrugado 0.15, fixadas por fita e selo de alumínio, quando a tubulação estiver exposta externamente ao meio ambiente.

  • Condutibilidade térmica λ a 0 ºC:............................................................... 0,035 W/m ºC

  • Fator de resistência à difusão do vapor d´água μ.................................................. 7.000

    1. INTERCAMBIADOR DE CALOR

Gabinete de ventilação com objetivo de fazer a troca térmica entre o ar de renovação com o ar do ambiente climatizado, do tipo roda de calor. Confeccionado em esstrutura compacta, construído em perfil e painel de chapa de aço galvanizada, de simples aspiração, rotor centrífugo, carcaça em base única.


Vazão de ar

500 m3/H

1.000 m3/H

Pressão estática

170 Pa

170 Pa

Eficiência de Temperatura

77%

77%

Velocidade

Alta / Média / Baixa

Alta / Média / Baixa

Nível de Ruído

45 dBA

47 dBA

Modelo

KPI050A3P

KPI100A3P

Motor

¼ CV

¼ CV

Tensão

Mono 220Vac/60Hz

Mono 220Vac/60Hz

Peso

100 Kg

110 Kg

Filtro

G3 (ABNT)

G3 (ABNT)

Quantidade

8

01




    1. REDE DE DUTO DE VENTILAÇÃO

A execução dos dutos de renovação do ar obedecerá rigorosamente às Normas estabelecidas na NBR16401 da ABNT.

A condução do ar de renovação se dará por meio de um ramal principal derivando-se para um ramal secundário interligado a unidade evaporadora.

O ramal principal dimensionado em chapa galvanizada, do tipo redondo, com procedência certificada e teor de zinco mínimo 250 g/m2, nas bitolas 24. A seção do duto poderá ser retangular desde que mantida a relação de redonda x retangular, para isso as junções laterais dos dutos deverão ser perfeitamente vedadas, sendo executadas com chavetas em “S”, de forma a se obter a estanqueidade necessária, o que igualmente deverá ser observado nas costuras internas. Todas as junções e costuras deverão ter tratamento anti-corrosivo à base de primer rico em zinco com veículo epoxi. Todos os joelhos e curvas de pequeno raio deverão ser dotados de veios defletores projetados e executados de acordo com as normas da ASHRAE. Os suportes de sustentação dos dutos deverão ser em perfis cantoneira L 3/4” X 1/8”, tratados contra a corrosão e fixada no teto por meio de tirante (varão roscado de ¼”).

A rede de duto proposta foi concebida de forma a minimizar o risco de incêndio e propagação de fogo e fumaça, como também, a posicionar o mais próximo do ambiente tratado e evitar longo trecho de duto.

Para o isolação térmica, foi especificada a manta de lã de vidro mineral, com filme de alumínio, espessura de 25mm, densidade de 20Kg/m3, padrão Isoflex ou similar.

O ramal secundário será executado em duto flexível com parede dupla e espiral de aço reforçado, diâmetro de 4”, padrão Westaflex ou similar.

As ligações dos dutos com as bocas de descarga do intercambiador de calor deverão ser feitas com conexões flexíveis de lona impermeáveis, fixas com flanges aparafusadas. Todos os dutos, depois de construídos e montados, terão as costuras calafetadas, utilizando silicone não acético, tipo rhodiastic 666, da Rhodia S/A, ou equivalente.

As superfícies internas dos dutos devem ser lisas, eliminando assim a possibilidade de acúmulo de resíduo. Durante a montagem, deverão ser tomados cuidados especiais com a assepsia, procedendo-se a devida limpeza de componentes antes da instalação e o fechamento provisório, das aberturas, para impedir a penetração de sujeira nos trechos já concluídos.




    1. GRELHA E DIFUSOR

      1. Difusor de captação de ar ambiente circular com disco de regulagem para ajuste de vazão, montagem em forro, confeccionado em plástico ABS, modelo ventidec DVK200, padrão Multivac ou similar.

      2. Tomada de ar exterior, composta de veneziana de alumínio aletas fixas, registro de aletas convergentes e módulo de filtragem do tipo plano descartável bactericida, classe G3 espessura de 25mm, TAERGA250x250, padrão Tropical ou Trox.

      3. Registro de controle de vazão constante, vazão nominal 60, 100, 200 e 300 m3/H, montagem de ramal de duto circular, construção em material plástico e composto de corpo, anel de vedação e elemento regulador, modelo KVR100/125/160, padrão Multivac ou similar.




    1. START-UP, ASSITÊNCIA TÉCNICA E MANUTENÇÃO

Estão no escopo desta contratação o “start-up” do equipamento, incluindo: inspeção prévia da instalação para atestar sua adequação; os procedimentos regulares pré-operacionais, bem como o acompanhamento das primeiras 150 (cento e cinquenta) horas de funcionamento.

A assistência técnica dos equipamentos em garantia ficam a cargo da empresa fornecedora dos equipamentos e os serviços de manutenção estão sob a responsabilidade da contratada para este fim, conforme contrato 09/2013 –JFPB.


    1. DRENAGEM

A rede de drenagem das unidades evaporadoras será por meio de tubo de PVC, com caimento de 3%, entre forro, para despejar na área externa do prédio, conforme indicação em planta. Deverá ser executada por tubo de PVC bitola mínima de 32mm, isolado termicamente por tubo esponjoso de polietileno expandido, espessura de 10mm. A fixação da rede de drenagem será por meio de abraçadeira bitola de 1.1/2” e varão roscado de ¼”.


    1. INSTALAÇÃO ELÉTRICA

Será de responsabilidade da Instaladora ou Contratada o fornecimento e execução e todas as instalações elétricas entre os Quadros de Força de ar condicionado e a subestação de energia elétrica do Edifício Sede da Justiça Federal na Paraíba. A alimentação elétrica dos condicionadores deverá ser em 380V/3F/60Hz e 220V/1F/60Hz. Recomendamos a utilização de cabo de alimentação elétrica da unidade condensadora de 5 x 16 mm2, entre as unidades evaporadoras de 3 x 2,5 mm2 e de comunicação controle remoto, UC e UE, cabinho blindado de 2 x 075 mm2.

  1. RECOMENDAÇÕES GERAIS

Os serviços de instalações elétricas deverão ser executados conforme as prescrições da ABNT, aos regulamentos das empresas concessionárias de fornecimento de energia elétrica e as especificações dos fabricantes. As tubulações serão executadas em eletrodutos metálicos em alumínio ou ferro galvanizado de fabricação WETZEL ou equivalente. As ligações dos eletrodutos aos quadros elétricos e às caixas de passagem serão executadas por meio de buchas e arruelas apropriadas. Todos os fios e cabos não deverão conter emendas entre as chaves dos quadros de força e o ponto de alimentação dos equipamentos, serão de fabricação: PIRELLI S.A - Cia Industrial Brasileira; FICAP - Fios e Cabos Plásticos do Brasil S.A; ou ALCOA Alumínio S.A. Referência/linha: Cabo de cobre com isolamento termoplástico com encordoamento classe 2. Tensão de isolamento (V): 750 Volts. Os disjuntores deverão ser de fabricação WEG, TELEMECANIQUE ou equivalente. As emendas necessárias nas derivações dos cabos de terra deverão ser executadas através de conectores apropriados, não se admitindo que o próprio cabo sirva de emenda.




    1. RENOVAÇÃO DO AR CLIMATIZADO

Foram baseadas nas recomendações da Portaria nº 3.523/GM do Ministério da Saúde e da Resolução nº 176, de 24 de outubro de 2.000, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e do Standard 62-2004 da ASHRAE.

A renovação do ar climatizado será realizada através de intercambiadores de calor, instalados estrategicamente no ambiente, de forma a conduzir o ar externo, conforme indicado em projeto. Foi calculada uma carga de renovação do ar, considerando a quantidade pessoas, tanto fixa como flutuante, presente no setor. Foi levada em consideração a abertura da porta de acesso ao setor, que se comunica com ambiente externo.
Carga Renovação = Nº Pessoas X 27m3/H = 80 X 27 = 2.160 m3/H


    1. NORMAS TÉCNICAS

Na execução dos serviços deverão ser observadas as seguintes instruções e normas complementares:

NBR 16401/1/2/3 (ABNT)

(Instalações de ar condicionado Parte 1: projeto das instalações; Parte 2: parâmetro de conforto térmico; Parte 3: qualidade do ar interior)

ANSI

(American National Standards Institute).

ARI

(Air Conditioning and Refrigeration Institute).

ASHRAE

(American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers).

ASTM

(American Society for Testing and Materials).

DIN

(Deutsch Industrie Normem).

NEMA

(National Electrical Manufacturers Association).

NFPA

(National Fire Protection Association).

SMACNA

(Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association).




  1. COMISSIONAMENTO E ENCARGO DA EXECUTORA DO PROJETO

O instalador deverá considerar no fornecimento, dentro da filosofia de aquisição adotada, todos os componentes e serviços agregados, mesmo que não especificamente mencionados ou indicados, de maneira tal que o sistema opere de forma plenamente satisfatória.

São encargos da empresa instaladora, responsável pela execução da instalação do Sistema de Ar Condicionado, objeto do presente projeto, especificações e memorial descritivo, entre outros:


  • Efetuar levantamento minucioso das condições locais em confronto com o projeto apresentado;

  • Certificar-se de que os cálculos apresentados estão compatíveis com seus produtos de fabricação própria;

  • A responsabilidade técnica das instalações será assumida pela empresa instaladora;

  • Não alterar especificações de materiais, bitolas, etc., sem o consentimento por escrito do CONTRATANTE / PROJETISTA ou sua FISCALIZAÇÃO;

  • Transporte horizontal e vertical de todo e qualquer equipamento no interior da obra;

  • Montagem de toda instalação com pessoal habilitado para tal sob supervisão de engenharia competente, sendo necessária apresentação da carta de credenciamento do fabricante;

  • Prestar assistência de engenharia para a FISCALIZAÇÃO nos pontos definidos no projeto;

  • Colocar a instalação em operação realizando ajustes necessários;

  • Fornecer certificados de garantia dos serviços e materiais utilizados na instalação;

  • Fornecer ART do CREA da área de atuação e localização da obra.



  1. SERVIÇOS COMPLEMENTARES ASSOCIADOS




    1. Testes, Ensaios e Balanceamento do Sistema

A fim de garantir as características e requisitos especificados em projeto, os sistemas instalados deverão ser submetidos, as expensas da fornecedora da instalação, aos testes serviços e ensaios destacados a seguir:


    1. Ensaios sobre os Materiais e Componentes

Deverão ser fornecidos, sempre que solicitados, os resultados dos ensaios realizados sobre os materiais e componentes empregados na instalação a fim de constatar sua qualidade.


    1. Testes de Campo e Balanceamento dos Sistemas

Através destes testes serão verificados os aspectos relacionados à obediência ao projeto executivo, o adequado e correto funcionamento do equipamento fornecido, incluindo-se o balanceamento do sistema de distribuição de ar e hidráulico.

A fornecedora da instalação deverá coordenar, juntamente com os demais fornecedores e/ou sub-fornecedores, a elaboração dos procedimentos de testes, integrando todos os equipamentos. Todos os procedimentos devem ser submetidos a aprovação da Fiscalização.

Quando da realização desses testes, a contratada se compromete a designar representantes tecnicamente habilitados ao acompanhamento. Os testes serão efetuados pela contratada, sob supervisão técnica da Fiscalização. Todos os materiais e equipamentos necessários aos testes serão fornecidos pela contratada.

Não serão aceitas variações acima de 10% (dez por cento) dos valores indicados nos desenhos e especificações anexas.

No caso de qualquer material, equipamento ou acessório apresentar, por ocasião dos testes de campo, deficiências ou desvios técnicos em relação ao previsto nas normas e especificações, e sejam estes imputáveis a contratada, esta será obrigada a corrigir tais deficiências ou desvios, ou substituir os referidos equipamentos, materiais ou acessórios.

Após a realização, com sucesso, dos testes de campo, ficará estabelecida a "aceitação provisória" da instalação.




    1. Manual de Operação e Manutenção

A fornecedora da instalação deverá preparar o manual de operação e manutenção da instalação.

Deverá submetê-lo a aprovação pelo menos trinta dias antes de completar a instalação. A forma de apresentação do manual de operação e manutenção deverá ser submetido a aprovação da Fiscalização.

Deverão ser incluídos no manual os seguintes itens, juntamente com quaisquer outros pertinentes:


  • Um jogo de cópias dos desenhos "conforme construído";

  • Sugestão de cronograma e pontos para manutenções preventivas.

Deverá ser fornecida uma cópia do manual de operação e manutenção para arquivo da Fiscalização.

O manual de operação e manutenção será considerado como parte de inspeção final e deverá ser submetido a aprovação no mínimo trinta dias antes da inspeção final.




    1. Entrega da Instalação e Operação Final

Remover quaisquer vestígios de cimento, reboque e outros materiais. Graxa e manchas de óleo devem ser removidas com solvente adequado. Superfícies metálicas expostas devem ser limpas com escova metálica, removendo todos os vestígios de oxidação ou outras manchas. Retocar eventuais danos ocorridos a pintura dos equipamentos durante a instalação ou transporte.

A instalação deve ser deixada limpa e em condições adequadas de operação. Todos os filtros devem ser removidos e limpos ou substituídos após os trinta primeiros dias consecutivos de operação.

Deverão estar inclusos todos os custos de transporte, inclusive deslocamentos verticais e horizontais, na obra, até as bases de assentamento dos equipamentos.


    1. Garantia

A contratada deverá garantir a instalação durante três meses, a partir da "aceitação provisória", todos os equipamentos e materiais a ela vinculados, sendo essa entendida como a aceitação ocorrida após a realização, com sucesso, dos testes de campo. A garantia abrangerá todos os materiais e serviços integrantes da mesma.

Durante o período de garantia, ocorrerem defeitos decorrentes dos serviços de instalação, a empresa instaladora se obriga a remover, substituir, transportar, reinstalar e testar, sem ônus para a Justiça Federal da Paraíba, no todo ou em parte, os materiais defeituosos ou que apresentarem sinais de envelhecimento prematuro.

Na ocorrência de defeitos, será interrompida a contagem do tempo de garantia da peça defeituosa, devendo ser reiniciada a partir do momento em que os devidos reparos forem efetuados.

No caso de troca de componente ou equipamento, esse deverá ser garantido por um ano a partir de sua entrada em operação.

João Pessoa, 27 de novembro de 2014

Deoclécio Vieira de Melo Neto



Supervisor Seção de Adm.

Predial e Engenharia




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