Rafaela – sucesso sempre



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Encontro11.07.2018
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Com certa impaciência eu quis saber se ouve outras missões e ela disse: Traficantes foram mortos depois de sofrerem torturas terríveis. Seus corpos foram pendurados em madeiras ao longo do lago e na subida do Rio Euphrates. Eu já não tinha onde conseguir armas e procuravam por mim.

- Que aconteceu então?

- Fiz permanente deixando cabelo crespo e encaracolado. Agora eu era um homem de verdade com barba por fazer e feridas no rosto. Dormindo de dia nos lugares mais afastados e sujos e caminhando a noite em meio aos escombros das casas em ruinas.

- Ninguém te reconheceu não é? Mas não foi fácil escapar dos que te buscavam, foi?

- Minhas amigas eram o silencio da noite e a faca inglesa que ganhei no exercito.

Eu nem precisava perguntar sobre se havia se deparado com algumas patrulhas, mas mesmo assim eu quis saber. Suas respostas não deixavam duvidas da sua condição de guerrilheira. Disse-me que enumeras vezes se fingia da morta nas rotas das patrulhas, onde, quem a visse iria pensar que fora morta com vários tiros, pois sua roupa apresentava vários furos cheios de sangue.

Bastava para ela uma simples distração dessas patrulhas para acabarem sendo mortos por suas reações violentas e rápidas. Poucas vezes dava um tiro com as armas de seus adversários. Degolar as pessoas era sua estratégia preferida.

Eu quis saber então para onde foi e o que levava para sua segurança.

Seu destino era Latakia. Buscava o porto e a cidade.

Pelo mapa tentei imaginar quantos dias levou para fazer este trajeto, que segundo ela, foi feito a pé e em carros do exercito sírio, por isso eu quis saber como fez para ser aceita pelos soldados e ela saiu com esta.

- Eu carregava numa sacola cabeças de rebeldes degolados. Aprendi a embalsama-los por taxidermistas na Universidade de Greenwich onde estudava. Eu ficava nas estradas balançando uma cabeça e cuspindo nela. Os soldados riam e eu usava um dialeto pouco usado pedindo carona. Mandavam eu subir nas carrocerias junto com outros soldados que iam para perto do meu destino.

Em uma ocasião matei todos que estavam numa viatura com carroceria. Já era noite e eu peguei um AK 47 que ficou encostado na carroceria e prendi uma cabeça em cima da cabine. Os soldados ficaram afastados rindo e eu por dentro cheia de ódio deles. Quando o motorista parrou para ver o que acontecia, atirei na cabeça estraçalhando-a e em seguida atirei em todos. Eram 8 e só eu fiquei. Atirei no motorista e no acompanhante pelo vidro detrás. Joguei os corpos de todos na estrada para fora e depois tomei a direção do veiculo, rumando para as montanhas ao redor de Milles pelo meio das matas.

Eu queria saber do ouro e da mala e ela precisava de tempo para se acostumar ao interrogatório não intimidativo, por isso mudei de tática. Perguntei quando chegou a Lataquia e ela disse que não se lembrava, mas garantiu que estava no fim sua jornada em terras sírias.

Perguntei também o que ia fazer naquela cidade e seguiu-se este dialogo.

Disse ela. Tenho familiares lá e compromissos antes de minha partida para o Brasil.

- Então você vai para o Brasil direto da Síria, ou não vai ser assim?

- Não. Eu vou embarcar numa lancha patrulha que vai estar me esperando longe da costa Síria. Vou para lá num barco de pescadores da costa. É só um disfarce. Já fomos revistados varias vezes, mas só acharam apetrechos de pescadores. Nosso arsenal não viaja dentro dos barcos.

- Viajam em que posso saber?

- Não! Saber demais é perigoso.

- Você leva ouro e dólares nessa travessia?

- Levo, mas o que ganho se eu contar.

- Eu te ajudo no caminho até onde puder lhe servir. Para onde vai?

- Meu destino é Chipre. Como você é meu amigo eu conto. As cabeças escondem uma fortuna em ouro e os dólares estão no corpo de um homem morto em combate. Ele está enrolado num lençol que fede muito, mas ele foi embalsamado também. Se nos param, dizemos que vamos joga-lo em alto mar. Era seu ultimo desejo.

Devo reconhecer que mesmo sendo repugnante ouvir aquilo, tudo era muito engenhoso. Ela fora muito bem treinada. Pena que seu mundo era a pior coisa que os humanos faziam.

Eu quis saber o que seria feito das cabeças e do corpo. Ela disse que tudo seria removido e acondicionado numa mochila de couro antes de ela embarcar na lancha. Ela pagaria os pescadores e depois seguiria com eles até a ilha, onde desembarcaria em Paphos. Seu destino seria a casa de certo artesão chamado Simão Curtidor.

Sem que ela me dissesse qualquer coisa, eu deduzi que a mala estava lá e era verdade mesmo. Pedi que a descrevesse e ela só contou o essencial. Disse que o ouro que ficou com ela foi derretido até ficar uma finíssima lamina. Os dólares foram confinados num enchimento de um longo casaco de peles colorido.

Não consegui atinar o porquê da lamina e ela não quis me dizer os reais motivos.

Só faltava seu disfarce, mas ela disse que seguiu dali para Atenas e depois para a Itália, onde permaneceu vários meses antes de seguir para o Brasil. Nesse tempo foi treinando algumas palavras em português.

Antes de terminar a sessão, acrescentei isso: Você disse que tem muita coisa ainda no fundo do rio. Porque ninguém pode tocar nessa riqueza?

- Se tocar morre. Está tudo minado e as bombas só eu sei como desarma-las. Nada que for de metal em movimento pode chegar mais próximo que 5 metros delas. A emissão magnética aciona um dispositivo que em segundos provoca explosões em cadeia. Parte das margens vai para o fundo também.

Empurrei sua cabeça das minhas pernas e a joguei no chão, mas como um felino já estava de pé. Nem dei tempo dela tomar folego e lhe disse: Sua energúmena! Porque não me contou antes tudo isso! Quantas coisas poderiam fazer e antes que diga algo, como foi que sua irmã pegou a mala no aeroporto? Você deu o ticket para ela?

- Não! Ela sabia que a mala estava em seu nome quando a abandonei. Eu fizera dois tickets. Um nome do homem que matei e outro no nome dela, fora a etiqueta.

- Não ficou com medo de uma pessoa errada pegar a mala?

- Eu já tinha avisado o segurança onde ficou uma mala abandonada. Eles já tinham monitorado ela pelas câmeras do aeroporto.

- Eu observei que a mala é cheia de tachinhas prendendo o couro do lado de fora. Porque foi feita assim?

- Depois que estiver em minha mão você vai saber.

Fiquei em silencio por algum tempo observando-a e notei que queria falar mais alguma coisa. Ralhei com ela: Que que é hein! Fala logo!

- Eu não minto, mas menti para você agora pouco?

- Mentiu? No que mentiu para mim?

- Eu sou formada Nasir. Fiz faculdade na Ingraterra.

- Fez? Isso é a melhor coisa que podia ouvir. Uma mentira assim faz bem! Formada em que posso saber? Mas, espere... Não fale nada.

Ela ficou a sorrir e fazendo cara de deboche comigo. Como quem diz: quero ver se descobre seu sabichão.

Derrepente deu aquele estalo na minha mente por isso perguntei para ela: 'Aisha, se eu disser que já sei o que eu ganho?

- Não tenho nada para te dar. Só o meu amor e ele já é teu. Não basta?

- Tem sim, mas só falo se prometer que é meu!

- Combinado, mas acho que você está tramando algo e eu vou sair perdendo, mas tudo bem. Agora diga: Eu sou formada em que?

- O sabichona, eu disse, você é arqueóloga! Não foram arqueólogos que te treinaram não e te contaram sobre o rio que tanto ama. Valéria já havia me dito que você devia ser formada! Como é que não atentei para isso antes. Você deve ter escondido muita coisa dos rios na região. Certo escrava!? Desminta-me se eu estiver errado!

Ficou parada e fui para cima dela e a derrubei. Logico que deixou, mas não esperava que eu dissesse que meu premio era poder lhe fazer cocegas. Saiu correndo e se trancou num dos banheiros.

Nosso próximo compromisso era sua irmã e depois que comemos alguma coisa, fomos para o escritório. Com tudo funcionando, Sameeha veio se deitar e 'Aisha não deixou que eu ficasse de olhos abertos enquanto sua irmã não se cobriu.

Eu já tinha combinado como 'Aisha ia encontra-la no sábado, sendo que ficou acertado que ela tropeçaria na irmã no intervá-lo da minha palestra e colocaria na sua bolsa o celular. Eu ia programar Sameeha para que isso ocorresse. As duas não se reconheceriam durante a palestra e 'Aisha seria mesmo a italiana que eu programaria para evitar suspeitas.

A semana passou como se esperava e na quinta feira alguém ligou para o escritório onde Sameeha trabalhava e falado em árabe fez o convite em nome do consulado para que fossem ao local da minha apresentação. Disseram que seria de muita importância à presença de pessoas ligadas a causa síria, pois o palestrante já dera mostras de saber localizar pessoas desaparecidas. Essa colocação foi o start magico de despertamento do pessoal que procuravam por Sameeha.

Por falar em 'Aisha, ela já estava mentalmente programada para o evento e carregava um celular preparado para a colocação na bolsa de Sameeha, que eu a induzira a levar uma bolsa grande vermelha e que depois da palestra, ao chegar ao sobrado, tiraria seus pertences sem se dar conta de que havia um celular diferente nela.

No sábado pela manhã fizemos os últimos ajustes e pós o almoço saímos com destino ao local. Sem detalhar os acontecimentos durante a palestra e uma demonstração que fiz do uso da técnica, tudo correu como o planejado e o celular serviu como queríamos.

Continuava o horário da madrugada para falar com ela e na terça feira da semana seguinte, liguei no celular implantado na bolsa. Perante eu e 'Aisha, ela foi automaticamente atender o celular e conversou em árabe com 'Aisha. Foi um ajuste para tirar ela do sobrado. Na sesta feira, três da madrugada, seis homens também investigadores de um grupo conhecido da policia federal de São Paulo, junto com dois policiais federais cercariam a rua e prenderiam as pessoas que vigiavam Sameeha.

Ela sairia escoltada com sua mala até um carro sem placa, onde 'Aisha estaria junto comigo esperando.

Tudo foi minuciosamente planejado, mas um dos que guardava ela reagiu à voz de prisão e na troca de tiros foi morto pelos policiais. Os homens presos eram bandidos de um grupo de traficantes contratados pelo dono do escritório e ele desapareceu sem deixar pistas.

Trocamos de carros duas vezes antes de entrar na rodovia e finalmente, já no meu carro fomos para a chácara.

Passava das cinco quando entrei na propriedade.

Coube ao seu Vitor pagar aos investigadores e resolver questões pendentes do caso, mas eu tinha certeza que as armas que encontram estocadas no sobrado e um caderno de endereços tenham sido mais valiosos do que qualquer gratificação que se pagasse ao empenho e risco dos militares policiais.

Sameeha demorou um pouco para se habituar a minha presença e ser o esposo de sua irmã. No sábado, levei as duas até São Paulo onde 'Aisha comprou roupas para sua irmã e até um maiô. Não permiti que ninguém fosse para o lado do lago e do rio da chácara e as duas puderam recordar os bons tempos da Síria.

No sábado a noite, depois do jantar foi que nos reunimos mesmo para acertarmos algumas coisas muito importantes na vida delas e na minha. Sameeha ainda se mostrava ressabiada com tudo que tinha acontecido e se sentia insegura com sua vida no Brasil daí para frente. Revelou que temia ser deportada por ser uma clandestina, apesar se sentir como uma refugiada, mas eu assegurei que ia tomar providencias para que se tornasse cidadã brasileira e dessa forma gozasse de liberdade para trabalhar onde achasse melhor e até mesmo vir a integrar minha equipe profissional.

Na verdade deixei a cargo de 'Aisha a solução temporária entre elas. Por enquanto as duas não podiam andar com liberdade, pois seria fácil ligar uma na outra. Sameeha não se conformou com a transformação física de sua irmã, mas notei que a observava sempre que se olhava no espelho grande da sala de estar da sede da chácara.

Na nossa reunião do sábado, 'Aisha pegou a mala e brincou comigo e sua irmã, abrindo e fechando ela, dizendo: Nada fora, nada dentro! Certo?

Ficamos nos olhando sem entender e eu dei de ombros e ela disse: Errado! Eu sou uma grande pessoa de magia e é só falar Salabin! Salabin! Caixa abre para mim!

Ela então apertou por cima da trava de segredo, uma das tachinhas e para nossa surpresa, o miolo da mala saiu em sua mão, revelando que do lado de dentro da mala entre o revestimento interno, havia uma lamina de ouro puro polido. Uma lamina inteiriça. Jorge. Fiquei pasmo. Ali na minha frente tinha pelo menos 16 quilos de ouro preso pelas tachinhas e, depois que removeu as tachinhas uma a uma, foi que descobri que eram de ouro também. Ela tirou a lamina fora e do lado de dentro do couro da mala, se via o mapa da região dos dois rios e vários pontos marcados com um X. Os nomes dos pontos estavam escritos em grego, mas as duas sabiam o que queriam dizer.

Nem precisei perguntar sobre as partes que estão em suas cabeças. Era só fazer o desenho e ele se encaixaria no mapa.

Antes que fizemos qualquer pergunta, ela nos antecipou e disse: Esse ouro minha irmã era para o caso de alguma necessidade nossa no Brasil, mas como vê, não necessitamos de nada e você vai descobrir em breve como meu esposo vai nos ajudar mesmo longe de nosso país. Temos que continuar lutando por nossos direitos, só que agora sem armas, mas com inteligência. Hoje você não entende, mas vai me agradecer.

Essa mala foi feita pelo serviço secreto inglês e levada para ser acabada pelo tal Simão. Eles achavam que eu carregaria mapas do movimento das tropas inimigas dentro dela e deixaram esse espaço que só abre sobre pressão no lugar certo. No início até cheguei a usar ele para algumas coisas do serviço secreto, mas depois descobri que me usavam. É isso mesmo irmã. Nós éramos usadas no Euphrates. Você sabe como eu que muitas de nós morreram de forma terrível e eu sei que você nunca foi tocada porque soube matar quando foi preciso.

Esse ouro Nasir, veio do rio. Eu sei que vale uma fortuna. Mas o que deixei por lá você não imagina o quanto vale. Arqueólogos do mundo todo dariam suas vidas pelo que sei, pelo que tenho escondido e eu garanto que aquilo está preservado dos olhos dos traficantes de relíquias e ladrões a mando de colecionadores inescrupulosos.

Hoje não existe em nosso país lugar para levar as riquezas, mas um dia teremos outro país, outro governo. Uma nova Síria daí então haverá um museu que vai atrair turistas, pesquisadores, arqueólogos e cientistas. Com o ouro que tenho escondido vou poder ajudar nosso povo. Reconstruir hospitais e escolas. Isso não é sonho não. Vocês estão vendo esse ouro? Ele é prova da verdade do que eu digo.

Jorge. Sou acostumado com joias porque minha ex-mulher era ou ainda é apaixonada por riquezas a base de ouro, mas que eu poderia dizer daquele ouro. Aquilo deveria ser depositado num banco, mas como provar sua origem, por isso esperei que terminasse sua colocação e revelação e disse que deveríamos levar aquela mala para um banco por segurança. Logico que com o ouro no lugar de onde foi tirado.

Ficaria no cofre do banco junto minhas joias de família, ou melhor, eu colocaria algumas dessas joias dentro dela. Explique que ela estaria no nome de 'Aisha e Sameeha, além de meu nome que já consta do registro bancário.

Aceitaram a forma como eu disse e discutiram entre si a necessidade de mudar um pouco os traços Sameeha. Ela admitiu que pudesse ser encontrada e também não queria ficar longe de sua irmã. No caso dela bastariam pequenas cirurgias no rosto e uma mudança na cor do cabelo. Este seria castanho loiro.

O tempo conspirou a nosso favor e dois meses depois Sameeha se transformou numa outra mulher. É certo que seu corpo também sofreu modificações notáveis e agradou em cheio a 'Aisha. Quem as viu jamais diriam que eram gêmeas, mas não dava para descuidar da segurança e a colocação de Sameeha no escritório não ia dar certo, então resolvi tirar 'Aisha dele e as duas foram ocupar um pequeno escritório num prédio comercial próximo do meu prédio.

A atividade delas continuava sendo a exportação de doces e resolvi dar mais ênfase aos produtos caseiros de pequenos produtores e assim, as duas passaram a viajar por vários lugares do Brasil. Levei-as para conhecer os doces da dona Nena e seu Raimundinho e adoraram a linha de doces deles.

Numa dessas viagens Sameeha conheceu o Gustavo, filho do seu Raimundinho e posso dizer aqui que foi amor à primeira vista. Meses depois eles casaram e foram morar num imóvel em Moema. Hoje moram no interior de São Paulo. Sameeha tem dois filhos. 'Aisha já alegrou nosso lar com um filho e ficamos um mês no Canadá. Tudo isso parecia ocupar nosso tempo, quando chegou uma noticia que roubou a paz de 'Aisha. Seu irmão mais novo tinha sido encontrado. Como? Ela viu numa reportagem sobre os refugiados na Turquia, parte dos movimentos das crianças órfãs. Pois então, meu amigo. Ela descobriu seu irmão no meio das crianças que faziam tchau para a câmera.

Sua irmã também veio do interior e juntos, num fim de semana, ficamos tentando achar um meio de busca-lo. Elas não poderiam ser identificadas e como localiza-lo naquele acampamento imenso.

Seu Raimundinho deu-me a solução numa visita que me fez. Doutor, ele disse. Adota ele e mais uma menina, ou sei lá quantos. O meio para busca-lo o senhor tem há anos. Sua técnica não localiza pessoas desaparecidas? E então? Descubra um meio. Tenho certeza de que vai achar.

Pois é meu amigo. Encerrando este relato, te aviso que outro já vindo por ai. Mas para que nos preocuparmos agora, a vida tem seus segredos como os que a caixa de 'Aisha revelou. Ela disse que eu posso ajuda-la a resgatar seus tesouros e buscar sua irmã no Líbano. Só que ainda não sei como, por isso conto com sua paciência em ler tais aventuras. Uma nova jornada nos aguarda.

Um grande abraço e até breve.




1 Espantoso Caso de Phineas Gage. Phineas Gage. Rutland e Burland Railroad, em Vermont, EUA. Em 1848.

2 Um dos ataques mais devastadores dessa natureza foi o de Ghouta nos arredores de Damasco e ocorreu em 21 de agosto de 2013 durante a Guerra Civil Síria. Foram jogados foguetes contendo o agente químico Sarin. O número de mortos passou de 2.000 pessoas.

3 Meu pai não é coitado. É um grande negociante do rio. Vão matá-lo para saber dos segredos que eu escondo. Vão torturá-lo, mas nunca me pegarão. Sei para onde o levaram e vamos destruir a prisão. Malditos!

4 Nomes verdadeiros de traficantes no México e que estão desaparecidos.

5 Verdadeiro.

6 Saco.

7 História e rio é minha vida. Segredo também.

8Bint kalb (filho da...). Al'ama (Maldito / lit cegueira). Saafil [pl.] safala! (Repugnante). Wisix! (imundo).

9 Genesis. Cap. 2. Vers 8 em diante.

10 Maldito! Cegueira! Que Deus te mate!

11 É uma reivindicação Islamofóbica muito comum durante as guerras da região do Islã. Significa literalmente: Deus é Maior!

12 Especialista em borboletas.

13 Arqueólogos.

14 Bíblico.

15 Desde pelo menos o início do século XX que o Barada é identificado como sendo o rio Abana mencionado no Livro dos Reis (2 Reis 5:12) do Antigo Testamento. Nesse livro, Naamã pergunta: «O Abana e o Pharpar não são melhores do que todas as águas de Israel?»

16 Baseado em fatos reais. Um casal assassinava as pessoas que pousavam em sua estalagem numa estrada rural de um país, usando essa forma macabra, pois esquartejavam as vitimas e queimavam os restos mortais numa fornalha no porão.

17 Sua origem, em 1939, faz alusão a Leônidas da Silva, apelidado de "Diamante Negro", que foi considerado o melhor jogador da copa de 1938. Leônidas foi o inventor da famosa Bicicleta do futebol.

18 Significa "viva", "a que vive".



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