Redes de tubagens



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ITEDInfra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios


Moradia unifamiliar

REDES DE TUBAGENS – REDE INDIVIDUAL



  • 1 Tubo ≥ 25 mm da CEMU (Caixa de Entrada da Moradia Unifamiliar) até ao ATI (Armário de Telecomunicações Individual), para passagem dos cabos de pares de cobre.




  • 1 Tubo ≥ 32 mm da CEMU até ao ATI, para passagem dos cabos coaxiais e fibras ópticas.




  • A entrada subterrânea, ligada à CEMU, é realizada com 2 tubos com diâmetros = 50 mm.




  • A PAT (Passagem Aérea de Topo) para ligação a antenas é realizada com 2 tubos com diâmetro = 32 mm.




  • O ATI é interligado ao quadro de energia eléctrica (Q.E.) por dois tubos de diâmetro ≥ 20 mm (um tubo para o circuito de tomadas do ATI e o outro tubo para o condutor de terra).




  • O ATI é interligado por um tubo de diâmetro ≥ 20 mm a uma caixa (do tipo I1, por exemplo), para interligações futuras a equipamentos activos de cliente que não possam estar no interior do ATI nomeadamente uma WLAN (Wireless Local Area Network).




  • No caso da existência de entrada aérea ao nível do piso térreo, consideram-se 2 tubos com diâmetro = 25 mm.




  • A tubagem é partilhada por todos os tipos de cabos de telecomunicações que sejam instalados.




REDES DE CABOS – REDE INDIVIDUAL



  • 1 Dispositivo de ligação e distribuição para cabos de pares de cobre, de categoria 5 (frequência máxima 100 MHz/Nível de qualidade NQ1b) ou superior, instalado na CEMU (Caixa de Entrada da Moradia Unifamiliar). A partir deste dispositivo:

- Um cabo de pares de cobre, de categoria 5 (frequência máxima 100 MHz/Nível de qualidade NQ1b) ou superior, até ao DDC (Dispositivo de Derivação de Cliente).


  • 1 Dispositivo de ligação coaxial que termina cada cabo coaxial que se dirige ao TC (Tap de Cliente). O dispositivo está instalado na CEMU. A partir deste dispositivo:

- Um cabo coaxial até ao TC.

- Distribuição em estrela até às tomadas de cliente, com componentes de categoria 5 (frequência máxima 100 MHz/Nível de qualidade NQ1b);


- Ligações suportadas em cabo de 4 pares de cobre (UTP, por exemplo);
- Tomadas de 8 contactos (por exemplo RJ45): 1 tomada por quarto, 1 tomada por sala e 1 tomada na cozinha.


  • 1 TC, fazendo parte do ATI, por cada rede de cablagem coaxial instalada. A partir do TC:

- Distribuição em estrela até às tomadas de cliente, em cabo coaxial RG59, RG6 ou RG7;


- Tomadas coaxiais: 1 tomada por quarto, 1 tomada por sala e 1 tomada na cozinha.


Restantes edifícios

REDES DE TUBAGENS – REDE INDIVIDUAL


  • O ATI (Armário de Telecomunicações Individual) é interligado à coluna montante e ao quadro de energia eléctrica (Q.E.) sendo a este último ligado por dois tubos de diâmetro ≥ 20 mm (um tubo para o circuito de tomadas do ATI e o outro tubo para o condutor de terra).




  • O ATI é interligado por um tubo de diâmetro ≥ 20 mm a uma caixa (do tipo I1, por exemplo), para interligações futuras a equipamentos activos de cliente que não possam estar no interior do ATI nomeadamente uma WLAN (Wireless Local Area Network).




  • A tubagem é partilhada por todos os tipos de cabos de telecomunicações que sejam instalados.

Rede colectiva





Colunas montantes

QE

QE

≥ 25mm

≥ 25mm

≥ 32mm

≥ 32mm

Par de cobre

Coaxial


REDES DE TUBAGENS – REDE COLECTIVA


40mm

40mm

25mm

25mm

32mm

32mm

40mm

40mm

25mm

Consultar Tabela 15 do Manual ITED

QE

(Profundidade ≥ 0,6 m)

(Altura ≥ 2,5 m)


  • Coluna montante para cabos de pares de cobre com 2 tubos = 40 mm, sendo um deles de reserva.




  • Coluna montante para cabos coaxiais e fibras ópticas com 2 tubos = 40 mm, sendo um deles de reserva.




  • 1 Tubo = 25 mm da coluna montante até cada ATI (Armário de Telecomunicações Individual), para passagem dos cabos de pares de cobre.




  • 1 Tubo = 32 mm da coluna montante até cada ATI, para passagem dos cabos coaxiais e fibras ópticas.




  • A PAT (Passagem Aérea de Topo) para ligação a antenas é realizada com 2 tubos com diâmetro = 40mm.




  • O ATE (Armário de Telecomunicações do Edifício) que contém o RG (Repartidor Geral) é interligado ao quadro de energia eléctrica (QE) por dois tubos de diâmetro ≥ 20 mm (um tubo para o circuito de tomadas do ATE e o outro tubo para o condutor de terra).




  • No cálculo da entrada subterrânea, ligada ao ATE, deverá ser consultada a Tabela 15 do Manual ITED da ANACOM.




  • No caso da existência de entradas aéreas ao nível do piso térreo, consideram-se 2 tubos com diâmetro = 25 mm.


Residencial ( ≥ 2 fracções autónomas)

REDES DE CABOS – REDE INDIVIDUAL




  • 1DDC (Dispositivo de Derivação de Cliente), fazendo parte do ATI (Armário de Telecomunicações Individual). A partir do DDC:

- Distribuição em estrela até às tomadas de cliente, com componentes de categoria 5 (frequência máxima 100 MHz/Nível de qualidade NQ1b);

- Ligações suportadas em cabo de 4 pares de cobre (UTP, por exemplo);

- Tomadas de 8 contactos (por exemplo RJ45): 1 tomada por quarto, 1 tomada por sala e 1 tomada na cozinha.




  • 1 TC (Tap de Cliente), fazendo parte do ATI, por cada rede de cablagem coaxial instalada. A partir do TC:

- Distribuição em estrela até às tomadas de cliente, em cabo coaxial RG59, RG6 ou RG7;

- Tomadas coaxiais: 1 tomada por quarto, 1 tomada por sala e 1 tomada na cozinha.

REDES DE CABOS – REDE COLECTIVA



  • A rede em par de cobre é constituída por componentes de categoria 3 (frequência máxima 16 MHz / Nível de qualidade NQ1a), como mínimo.




  • Cabos de pares de cobre:

- O somatório dos pares utilizados nas redes individuais deve ser multiplicado por 1,2 (+20%) e deve ser escolhido o cabo normalizado, com capacidade imediatamente superior ao valor calculado.


  • Cabos coaxiais:

- Devem ser utilizados cabos coaxiais do tipo RG11,RG7 ou RG6, apropriados a frequências até 1Ghz.

Não residenciais (para uso profissional)

REDES DE CABOS – REDE INDIVIDUAL



  • 1 DDC (Dispositivo de Derivação de Cliente), fazendo parte do ATI (Armário de Telecomunicações Individual). A partir do DDC:

- Distribuição em estrela até às tomadas de cliente, com componentes de categoria 5 (frequência máxima 100 MHz/Nível de qualidade NQ1b);

- Ligações suportadas em cabo de 4 pares de cobre (UTP, por exemplo);

- Tomadas de 8 contactos (por exemplo RJ45): 1 tomada por posto de trabalho ou por cada 10m2 de área útil.




  • 1 TC (Tap de Cliente), fazendo parte do ATI, por cada rede de cablagem coaxial instalada. A partir do TC a distribuição é facultativa. No caso de ser concretizada:

- Distribuição em estrela até às tomadas de cliente, em cabo coaxial RG59, RG6 ou RG7;

- Tomadas coaxiais: 1 tomada por posto de trabalho ou por cada 10 m2.

REDES DE CABOS – REDE COLECTIVA



  • A rede em par de cobre é constituída por componentes de categoria 3 (frequência máxima 16 MHz / Nível de qualidade NQ1a), como mínimo.




  • Cabos de pares de cobre:

- O somatório dos pares utilizados nas redes individuais deve ser multiplicado por 1,2 (+20%) e deve ser escolhido o cabo normalizado, com capacidade imediatamente superior ao valor calculado.


  • Cabos coaxiais:

- Devem ser utilizados cabos coaxiais do tipo RG11, RG7 ou RG6, apropriados a frequências até 1Ghz.

ATI (Armário de Telecomunicações Individual)


No diagrama seguinte apresenta-se uma solução de ATI, com ligação a 2 redes de cabo coaxial e a 1 rede de cabos de pares de cobre. Estão incluídos um barramento de terras e 1 tomada 230V AC.

As tomadas mistas de 1 a 4 estão ligadas à rede de CATV (Community Antenna Television) e a um operador em par de cobre. As tomadas 5 e 6 recebem sinal de um sistema de MATV (Master Antenna Television) e de um segundo operador em par de cobre.




TC – Tap do Cliente

DDC

Dispositivo de Derivação de Cliente



(Barramento Geral de Terras)

(no mínimo com 5 ligações)

Tomada com terra



Dimensões interiores mínimas do ATI, em mm

ATI para edifícios até 3 fracções autónomas

Largura

Altura

Profundidade

1 DDC + 1 TC + espaço para um segundo TC

200

300

100

ATI para edifícios de 4 ou mais fracções autónomas










1 DDC + 2 TC + espaço para um terceiro TC


TCTap de Cliente (Terminal de Acesso de Cliente)
Apresenta-se de seguida o esquema de constituição de um possível TC e respectivas interligações, integrados num ATI.

Na figura seguinte representam-se 2 TC. Existem 6 tomadas de cliente e foram instalados TC de 8 saídas. Um dos repartidores está ligado à rede coaxial de CATV (Community Antenna Television) e o outro à rede coaxial de MATV (Master Antenna Television).

As tomadas de cliente, embora possam ser directamente ligadas aos repartidores, estão neste caso terminadas num painel de fichas “F” – fêmea. Esta solução introduz, no entanto, maiores atenuações.

Na figura seguinte representa-se a interligação entre as redes coaxiais e as tomadas de cliente.

A interligação referida é feita à custa de chicotes de interligação “F”-macho, disponibilizados no ATI. As 4 primeiras tomadas recebem o sinal proveniente da rede de CATV enquanto que as tomadas 5 e 6 estão ligadas à rede de MATV.

As saídas não usadas estão carregadas com cargas simples de 75 Ohm.




Tomadas coaxiais de cliente

Painel de fichas “F” – fêmea, ligadas às tomadas de cliente.

DDC (Dispositivo de Derivação de Cliente)


Apresenta-se de seguida o esquema de constituição de um possível DDC, integrado num ATI. Na figura estão representadas, a tracejado (----), as ligações realizadas na parte traseira das tomadas de 8 contactos.

A figura seguinte permite que dois operadores cheguem à fracção autónoma, em que um utiliza o PAR 1 e outro o PAR 3 e 4. As tomadas de cliente, por manobra dos chicotes de interligação no DDC, estão assim divididas pelos dois operadores: tomadas 1 e 2 para o 1º operador; tomadas 3, 4 e 5 para o 2º operador.

As tomadas dentro do DDC (identificadas de 1 a 5 – secundário do DDC) estão ligadas em conjuntos de duas, em paralelo, permitindo (em conjugação com chicotes) a individualização do sinal que chega a cada uma das tomadas. Os chicotes de interligação são constituídos por duas fichas de 8 contactos (RJ45 por exemplo) interligadas por um cabo de 4 pares de cobre (UTP, por exemplo).

Por último, cada um dos referidos conjuntos está ligado, em 4 pares de cobre, a cada uma das tomadas de cliente, também identificadas de 1 a 5.



Entrada da rede colectiva ou vindo da CEMU (no caso da moradia unifamiliar).


Tomadas de 8 contactos (RJ-45)

Tomadas de cliente de 8 contactos (RJ-45)

4p (pares de cobre)

1p

1p

2p

Rede Individual de cabos

Tipologia de distribuição em estrela

Reserva

4p

4p

4p

4p

4p

Chicotes de interligação de 4 pares


ATE (Armário de Telecomunicações do Edifício)


Os Armários de Telecomunicações do Edifício (ATE) fazem parte da rede colectiva de tubagens e vão alojar os vários Repartidores Gerais (RG) que possam existir.

O ATE é o ponto de confluência das redes dos operadores, sejam elas em par de cobre, em cabo coaxial ou em fibra óptica.


O ATE contém obrigatoriamente um barramento de terras, onde se vão ligar as terras de protecção das ITED. Este barramento (barramento geral de terras das ITED - BGT) é por sua vez interligado ao barramento geral de terras do edifício.
O ATE deve disponibilizar espaço suficiente para o acesso de, no mínimo, 4 redes de operadores de telecomunicações.
O ATE deve disponibilizar circuitos de energia 230 V AC, para fazer face às necessidades de alimentação eléctrica. Serão disponibilizados, no mínimo, 4 tomadas com terra.
O ATE inferior, localizado no ETI (Espaço de Telecomunicações Inferior), contém pelo menos dois repartidores gerais: o RG-PC (par de cobre) e o RG-CC (cabo coaxial).
O ATE superior, localizado no ETS (Espaço de Telecomunicações Superior), contém pelo menos o RG-CC (cabo coaxial), para a rede de cablagem de recepção e distribuição de sinais de radiodifusão sonora e televisiva, no caso de edifícios de quatro ou mais fracções autónomas.

CEMU (Caixa de Entrada de Moradia Unifamiliar)
A CEMU é uma caixa utilizada nas moradias unifamiliares, destinada ao alojamento de dispositivos de derivação ou transição. Esta caixa faz a transição entre as redes públicas de telecomunicações e a rede individual de cabos.


As dimensões mínimas da CEMU são as da caixa da rede colectiva do tipo C1, tal como consta da tabela seguinte e onde a largura poderá ser trocada pela altura, para um melhor posicionamento:





Largura

Altura

Profundidade

250

300

120

Como mínimo entende-se que contenha o seguinte:


• 1 Dispositivo de ligação e distribuição com capacidade para ligação de 4 pares de cobre. A este bloco é ligado, para jusante, o cabo de pares de cobre que se dirige ao ATI. Para montante são ligados os cabos de operador.
• Ficha na parte terminal do cabo coaxial proveniente da rede individual, que permita uma ligação conveniente dos cabos de operador.
RG (Repartidor Geral)
Repartidor Geral de Par de Cobre (RG-PC): dispositivo que faz a interligação dos cabos de pares de cobre dos diversos operadores, à rede de cabos de pares de cobre do edifício.

O RG-PC é basicamente constituído por dispositivos de ligação e distribuição, sendo o elemento base a unidade modular, como por exemplo do tipo DDS (Dispositivo de Distribuição Simples) ou DDE (Dispositivo de Distribuição de Corte e Ensaio).

O RG-PC é composto por:

- Primário, onde se vão ligar os cabos de entrada dos vários operadores, constituídos por DDS ou DDE;

- Secundário, onde se liga a rede do edifício, constituído por DDE.

Os primários localizam-se normalmente do lado esquerdo do RG-PC. Quando for necessária a utilização de órgãos de protecção (descarregadores de sobretensão), estes são colocados nas unidades modulares que constituem os primários.

A
Primário

Secundário
s unidades modulares do secundário localizam-se normalmente do lado direito, ou na retaguarda, do RG-PC.


Primário

Secundário

Exemplo de um RG-PC colocado em caixa embebida na parede.


Repartidor Geral de Par de Cobre+ (RG-PC+): dispositivo que faz a interligação da rede de acesso dos diversos operadores (em par de cobre, cabo coaxial ou fibra óptica), à rede de cabos de pares de cobre do edifício.
Repartidor Geral de Cabo Coaxial (RG-CC): dispositivo que faz a interligação dos cabos coaxiais dos diversos operadores, à rede de distribuição em cabo coaxial do edifício.
Repartidor Geral de Fibra Óptica (RG-FO): dispositivo que faz a interligação dos cabos de fibra óptica dos diversos operadores, à rede de cabos de fibra óptica do edifício.

Pares de cobre


(Unshielded Twisted Pair)

Par trançado sem blindagem

 Os cabos UTP são divididos em 5 categorias, levando em conta o nível de segurança e a espessura do fio, onde os números maiores indicam fios com diâmetros menores, veja em abaixo um resumo simplificado dos cabos UTP.  




Tipo

Uso

Categoria 1

Voz (Cabo Telefónico)

São utilizados por equipamentos de telecomunicações e não devem ser usados para uma rede local

Categoria 2

Dados a 4 Mbps (LocalTalk)

Categoria 3

Transmissão de até 16 MHz. Dados a 10 Mbps (Ethernet)

Categoria 4

Transmissão de até 20 MHz. Dados a 20 Mbps (16 Mbps Token Ring)

Categoria 5

Transmissão de até 100 MHz. Dados a 100 Mbps (Fast Ethernet)


(Shielded Twisted Pair)


Par trançado com blindagem

Características principais:


Constituição do cabo




Código de cores




UTP

4x2x0,5




Número do par

Condutor A

Condutor B

STP

4x2x0,5 ou 2x2x0,5




1

Branco/Azul

Azul










2

Branco/Laranja

Laranja










3

Branco/Verde

Verde










4

Branco/Castanho

Castanho

Há cabos normalizados com capacidade de 4, 8, 12, 16, 20, 32, 40, 60, 100, 200 e 300 pares de cobre.


Exemplo da constituição e caracterização dos cabos coaxiais


1. Revestimento exterior

2. Malha de blindagem

3. Fita de blindagem

4. Dieléctrico

5. Condutor central


Exemplo da constituição e caracterização dos cabos de fibras ópticas





Tipos de caixas


Dimensões interiores mínimas:


Caixas da rede individual de tubagem





Caixas da rede colectiva de tubagens

Dimensões das caixas tipo I (em cm)




Dimensões das caixas tipo C

(em cm)





L

A

P







L

A

P







L

A

P

I1

5,3

5,3

4




C0

15

20

10




C4

70

90

16

I2

8

8

4




C1

25

30

12




C5

83

90

20

I3

16

8

5,5




C2

40

42

15




C6

83

107

20
















C3

50

60

16




C7

83

124

20

Todas as caixas devem ser identificadas com a letra T ou a palavra Telecomunicações marcada de forma indelével na face exterior da tampa ou porta.

As caixas localizadas nas colunas montantes para além da palavra “Telecomunicações” são identificadas por uma sequência alfanumérica de pelo menos 5 caracteres:


  • Os dois dígitos da esquerda identificam o tipo de tecnologia (PC – pares de cobre - ou CF – coaxial e fibra óptica).

  • Segue-se uma barra de separação ( / )

  • Os dígitos da direita identificam o andar em que as caixas se localizam.

  • A existência de um sinal menos (-) indica a existência de caves.

  • Em qualquer edifício o rés-do-chão é considerado o piso 00 (zero, zero)


Exemplo: PC/04: Caixa da rede colectiva de pares de cobre, no 4º andar.

Rede de tubagens
Deverá ter-se em conta os seguintes pontos, na instalação de tubos:


  • O comprimento máximo dos tubos entre duas caixas deve ser de 12 m quando o percurso for rectilíneo e horizontal.


L ≤ 12 m




  • O número máximo de curvas nos tubos, entre caixas, é de duas. O comprimento atrás referido será, neste caso, reduzido de 3m por cada curva.


L ≤ 6 m



  • O raio de curvatura dos tubos deverá ser superior ou igual a 6 vezes o diâmetro nominal da tubagem.






  • Nas instalações à vista, quando se utilizarem tubos de plástico, estes devem ser fixados com braçadeiras com um espaçamento máximo de 50 cm entre fixações e duas fixações nas curvas (entrada e saída da curva).


Rede de cabos




  • A instalação de cabos só pode ser iniciada após a respectiva rede de tubagens estar consolidada. Não é permitida a colocação da tubagem já com os cabos enfiados.




  • Devem ser previstos, no interior das caixas que alojam os dispositivos de ligação/transição, curvaturas nos cabos com a necessária folga, para eventual alteração de posições ou novas ligações e uma eficaz fixação com braçadeiras.




  • Quando os cabos tiverem de descrever curvas, estas dever ter um raio de curvatura igual ou superior a 6 vezes o diâmetro do cabo.




  • Numa rede de cabo coaxial, as saídas não utilizadas terão de ser terminadas por uma carga de impedância característica igual à do cabo coaxial utilizado na rede, sendo do tipo inviolável na coluna montante e de carga simples no TC.

Tomada de 8 contactos RJ-45






Pinos da tomada RJ-45




NÚMERO DOS PINOS

DESIGNAÇÃO

1

TD +   Transmite dados

2

TD -    Transmite dados

3

RD +   Recebe dados

6

RD -    Recebe dados

4, 5, 7, 8

Reservados (não utilizados)



A ligação dos 4 pares de cobre a cada tomada segue normalmente 2 esquemas de cores diferentes, A e B. Poderá ser adoptado qualquer um deles, devendo manter-se a coerência em toda a instalação.



Esquema A


Cor

Pino

Função

Cor



1

+ TD

Verde/Branco



2

- TD

Verde



3

+ RD

Laranja/Branco



4

N/Utilizado

Azul



5

N/Utilizado

Azul/Branco



6

- RD

Laranja



7

N/Utilizado

Castanho/Branco




8

N/Utilizado

Castanho


Esquema B


Cor

Pino

Função

Cor



1

+ TD

Laranja/Branco



2

- TD

Laranja



3

+ RD

Verde/Branco



4

N/Utilizado

Azul



5

N/Utilizado

Azul/Branco



6

- RD

Verde



7

N/Utilizado

Castanho/Branco




8

N/Utilizado

Castanho


Ficha RJ-45





Alicate para fichas telefónicas

MONTAGEM DA FICHA RJ-45

1 - Corta-se o cabo no comprimento desejado


2 - Em cada ponta, com a lâmina do alicate retira-se a capa de isolamento com um comprimento aproximado de 2 cm.
3 - Prepare os oitos pequenos fios para serem inseridos dentro da ficha, obedecendo a sequência de cores desejada.
Após ajustar os fios na posição corta-se as pontas dos mesmos com um alicate ou com a sua lâmina para que todos fiquem no mesmo alinhamento e sem rebarbas, para que não ofereçam dificuldades na inserção na ficha RJ-45.
4 - Segure firmemente as pontas dos fios e insira-os cuidadosamente na ficha observando que os fios fiquem posicionados na ficha  exactamente na sua posição correcta.
5 - Inserir a ficha já com os fios colocados dentro do alicate e pressionar até ao final.

 

   Informação técnica retirada do Manual ITED da ANACOM (http://www.anacom.pt)



Montagem pedagógica: Lucínio Preza de Araújo (http://www.prof2000.pt/users/lpa)

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