Registro nacional de cultivares



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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS

REGISTRO NACIONAL DE CULTIVARES

ANEXO II
REQUISITOS MÍNIMOS PARA DETERMINAÇÃO DO VALOR DE CULTIVO E USO DE AVEIA PRETA (FORRAGEIRA) (Avena strigosa Schreb.) E INSCRIÇÃO NO REGISTRO NACIONAL DE CULTIVARES – RNC
I – Avaliação
A) Número de locais: três locais em regiões edafoclimáticas de importância para a espécie;
B) Período mínimo de realização: dois anos;
C) Condução do experimento: o experimento deverá ser conduzido, preferencialmente, em solos representativos das condições edafoclimáticas da região onde se destina a espécie forrageira; densidade de semeadura de 6,0 gramas de sementes puras viáveis por metro quadrado; cortes para avaliação de matéria verde e matéria seca entre 20 e 30 cm de altura e resíduo de, aproximadamente, 8 a 10 cm.
II – Delineamento experimental
A) Delineamento estatístico: blocos completamente casualizados, com o mínimo de três repetições;
B) Tamanho da parcela: 8 linhas de 5 metros de comprimento, espaçadas de 0,2 metros, sendo consideradas úteis as 4 linhas centrais, eliminando-se 0,5 metros nas extremidades;
C) Testemunha: deverão ser usadas, no mínimo, duas cultivares da mesma espécie entre as mais utilizadas na região dos experimentos;
D) Somente deverão ser validados os experimentos com coeficientes de variação de no máximo 20%.
III – Características a serem avaliadas
A) Descritores (item 8 do formulário)

a) Quilha da lema fértil acentuadamente abaulada na região mediana; quilha e nervuras marginais densamente vilosas, pêlos cerdosos e dispersos na extremidade; aristas do rudimento e da lema fértil aproximadamente iguais; coloração fulva ou acastanhada;

b) Quilha da lema fértil arqueada, mas não acentuadamente abaulada como a descrita acima; nervuras da quilha glabras ou esparsamente pubescentes; aristas do rudimento mais curtas que a do flósculo fértil; coloração amarelada;

c) Lemas férteis com 3 a 3,5 mm de comprimento e 1 mm de largura, compridas lateralmente, com ranhura rasa entre a quilha e as nervuras marginais;

d) Altura da planta, em centímetros.
B) Características agronômicas (item 9 do formulário)

a) Altura da planta na data do corte;

b) Relação folha/colmo;

c) População de plantas estabelecida por área no início do perfilhamento;

d) Percentagem de área coberta no primeiro corte;

e) Matéria verde, matéria seca (kg.ha-1.ano);

f) Capacidade de rebrota (alta, média e baixa).

C) Reação a pragas (item 10 do formulário): informar a ocorrência, o patógeno, inseto etc., o fator e o grau de incidência ou severidade a campo (0 - ausência; 1 - baixa; 2 - média; 3 - alta);

D) Reação à adversidade (item 11 do formulário): apresentar indicadores de tolerância, metodologia e critérios de avaliação;


E) Avaliação de produtividade (item 12 do formulário): produção média de matéria verde, matéria seca e sua distribuição ao longo do ciclo de cultivo;
F) Avaliação da qualidade (item 13 do formulário): apresentar informações sobre teor de proteína bruta, digestibilidade da matéria seca e outras determinações que sejam relevantes;
G) Informações adicionais que poderão ser apresentadas, a critério do obtentor/detentor, para fins de melhor identificação do material (item 14 do formulário)

a) Reação a adversidades (seca, frio): apresentar indicadores de tolerância, metodologia e critérios de avaliação;

b) Reação a agrotóxicos;

c) Aptidão para consorciação;

d) Recomendações básicas de manejo;

e) Caracterização bromatológica;

f) Profundidade de semeadura;

g) Caracterização molecular (descrição em nível molecular);

h) Produção de sementes (peso total dos grãos das parcelas úteis, ajustado para 13% de umidade);

j) Limitações da cultivar (condições de cultivo e de uso que devem ser evitadas);

i) Outras características importantes ou que possam distinguir a cultivar em questão das demais já catalogadas.
IV – Atualização de informações
Novas informações sobre a cultivar, tais como: mudanças na região de adaptação, reação a pragas, doenças, limitações etc., devem ser enviadas, nos mesmos modelos do VCU, para serem anexadas ao Cadastro Geral do Registro Nacional de Cultivares.
OBSERVAÇÃO: no preenchimento do formulário, sempre que necessário, utilizar folhas anexas.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS

REGISTRO NACIONAL DE CULTIVARES

Formulário para a inscrição de cultivares de Aveia Preta (forrageira) (Avena strigosa Schreb.) no Registro Nacional de Cultivares – RNC


1. Identificação

Nome científico da espécie:      

Nome comum da espécie:      

Denominação da cultivar:      

Grupo de espécie a que pertence: forrageira


Protocolo (para uso exclusivo do RNC):

2. Requerente

Nome:      

CNPJ/CPF:      

Endereço:      

Município:       UF:       País:      

Caixa Postal:       CEP:      

Telefone:       Fax:      

Endereço eletrônico:      



3. Responsável pelas informações: | | Representante legal | | Procurador | | Técnico

Nome:      

CNPJ/CPF:      

Endereço:      

Município:       UF:      

Caixa Postal:       CEP:      

Telefone:       Fax:      

Endereço eletrônico:      



4. Instituição(ões) responsável(eis) pelo(s) ensaio(s): | | requerente | | contratada | | conveniada | | Outras (citar):      

Nome:      

CNPJ/CPF:      

Endereço:      

Município:       UF:      

Caixa Postal:       CEP:      

Telefone:       Fax:       Endereço eletrônico:      

Técnico(s) responsável(eis) pelo(s) ensaio(s):      

(Se necessário, utilizar folha anexa)


5. Informações complementares

5.1. Cultivar protegida: | | sim (nº certificado)       | | não

Em caso positivo indicar o(s) país(es):

5.2. Cultivar transferida: | | sim | | não

5.3. Cultivar estrangeira: | | sim | | não País de origem:      

5.4. Cultivar essencialmente derivada: | | sim | | não

5.5. Organismo geneticamente modificado: | | sim | | não

Em caso positivo, anexar documento comprovando a desregulamentação do referido OGM.



6. Origem da cultivar

6.1. Instituição(ões) ou empresa(s) criadora(s), detentora(s) e/ou introdutora(s):      

6.2. Melhorista (s) participante(s) na obtenção/introdução: (anexar declaração do melhorista responsável)      

6.3. Cruzamento

- Ano de realização:      

- Local:      

- Instituição que realizou:      

6.4. Genealogia

- Parentais imediatos:     

- Relatório técnico do processo de seleção: (apresentar no caso da cultivar não estar protegida no Brasil)      

6.5. Denominação experimental ou pré-comercial:      


7. Avaliação da cultivar

7.1. Locais de avaliação

- Município, UF:      

- Altitude:      

- Latitude:      

- Tipo de Solo:      

- Época de Plantio:      

- Outros fatores bióticos/abióticos:      

7.2. Região de adaptação: (apresentar indicadores da adaptação da cultivar em relação à altitude, latitude, época de plantio e/ou outros fatores bióticos/abióticos, a critério do responsável pelo ensaio/requerente)      


8. Descritores

8.1. Quilha da lema fértil acentuadamente abaulada na região mediana:      

8.2. Quilha da lema fértil arqueada, mas não acentuadamente abaulada:      

8.3. Lemas férteis:      

8.4. Altura da planta (cm):      


9. Características agronômicas

9.1. Altura da planta na data do corte:      

9.2. Relação folha/colmo:      

9.3. População de plantas estabelecida por área no início do perfilhamento:      

9.4. Percentagem de área coberta no primeiro corte:      

9.5 Matéria verde, matéria seca:      

9.6 Capacidade de rebrota:      


10. Reação a pragas: (0 - ausência; 1 – baixa; 2 – média; 3 – alta)

10.1. Doenças foliares:      

10.2. Doenças do colmo:      

10.3. Outros patógenos (relacionar):      

10.4. Insetos (relacionar):      


11. Reação a adversidades

11.1. Reação à seca:      

11.2. Reação a baixas temperaturas:      

11.3. Reação a altas temperaturas (ocorridas durante a fase reprodutiva):      

11.4. Outros fatores:      


12. Avaliação da produtividade: (apresentar, na forma do modelo a seguir, os rendimentos médios da cultivar objeto de registro e das testemunhas, por região edafoclimática, local e ano)

Região


Edafoclimática
Local

Ano


Produtividade (kg.ha-1)

C.V. (%)


Cultivar

     

     

MV *

MS **

MV *

MS **

MV *

MS **

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

*MV = produtividade média de massa verde (kg.ha-1.ano)

** MS = produtividade média de massa seca (kg.ha-1.ano) em 12% de umidade

Obs.: Informar a distribuição ao longo do ciclo de cultivo.


13. Avaliação da qualidade

13.1. Proteína bruta:      

13.2. Digestibilidade da matéria seca:      

13.3. Outras determinações:      



14. Informações adicionais que poderão ser apresentadas, a critério do obtentor/detentor, para fins de melhor identificação do material

14.1. Reação a adversidades:      

14.2. Reação a agrotóxicos:      

14.3. Aptidão para consorciação:      

14.4. Recomendações básicas de manejo:      

14.5. Caracterização bromatológica:      

14.6. Profundidade de semeadura:      

14.7. Caracterização molecular:      

14.8. Produção de sementes:      

14.9. Limitações da cultivar:      

14.10. Outras características importantes ou que possam distinguir a cultivar em questão das demais já catalogadas:      

Local e data,

_______________________________________________________

Assinatura




Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, 23/06/2003

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