Relatório anual 2010 – fundação dorina nowill para cegos índice



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Relatório anual 2010 – fundação dorina nowill para cegos

índice

APRESENTAÇÃO 02

CERTIFICADOS E REGISTROS 02

PRÊMIOS E HOMENAGENS 03

ETERNA DORINA 04

MENSAGEM DO PRESIDENTE 06

CONSELHO E DIRETORIA 2010 07

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS AO DEFICIENTE VISUAL 08

DISTRIBUIÇÃO DE LIVROS ACESSÍVEIS 20

LIVROS EM BRAILLE 60

LIVROS FALADOS 63

LIVROS DIGITAIS ACESSÍVEIS 65

NA MÍDIA 66

CAMPANHAS E EVENTOS 66

SUSTENTABILIDADE 70

BALANÇO 122

CONTATOS 132

APRESENTAÇÃO
NOSSA MISSÃO

Facilitar a inclusão social de pessoas com deficiência visual, respeitando as necessidades individuais e sociais, por meio de produtos e serviços especializados.



ÁREAS DE ATUAÇÃO

A Fundação Dorina Nowill para Cegos produz livros em braille, falados e digitais acessíveis e os distribui gratuitamente a deficientes visuais e a mais de 1.400 escolas, associações, bibliotecas e organizações que os atendem em todo o País.

A instituição também oferece programas gratuitos de atendimento especializado ao deficiente visual e sua família, que inclui avaliação e diagnóstico, clínica de baixa visão, educação especial, reabilitação, orientação e colocação profissional da pessoa com deficiência visual.

NÚMERO DE COLABORADORES

Ao final de 2010, a instituição estava com 123 funcionários, 23 estagiários e 5 adolescentes no programa “Jovem Cidadão”.



TRABALHO VOLUNTÁRIO

A Fundação Dorina entende o voluntariado como uma ação transformadora, realizada por um indivíduo ou grupo, que doa tempo, trabalho, talento e contribui de forma significativa para favorecer a inclusão social da pessoa com deficiência visual. Os voluntários trabalham ao lado dos colaboradores em diversos departamentos e eventos.


Distribuição de voluntários por atividade| 2010

Revisão/editorial 90

Biblioteca 7

Treinamento de informática 4

TI - Informática 5

Centro de Memória 2

Livro falado 19

Bazar da costura 44

Bazar permanente 22

Eventos 93

Marketing 2

Sala do voluntariado 10



Total de voluntários 298
CERTIFICADOS E REGISTROS

Conselho Nacional de Assistência Social

CNAS – Registro nº 242.212

Certificado – Através do Processo 71010.001561/2006-59

Aprovado através da Resolução nº 3 23/01/2009

Processo de Renovação: 71010.004100/2009-81

Instituto Nacional do Seguro Social

INSS – nº 736.633



Secretaria Estadual da Assistência e Desenvolvimento Social

SEADS – nº 548



Conselho Municipal da Assistência Social

COMAS – nº 170



Secretaria Municipal da Assistência e Desenvolvimento Social

SMADS – nº 161044



Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

CMDCA – nº 0834



Título de utilidade pública

Municipal – Decreto nº 4644 – 25/03/60

Estadual – Lei nº 8059 – 13/01/64

Federal – Decreto nº 40969 – 15/02/57



Certificado de Licença de Funcionamento de Estabelecimento de Saúde – Clínica de Visão Subnormal

CNVS – nº 35503080186301813919


FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS

Instituição de natureza privada, sem fins lucrativos e de caráter filantrópico.

Inscrita no CNPJ/MF sob o número 60.507.100/0001-30

Inscrição Estadual: 104.351.820.114

Inscrição Municipal: 1.074.190-9

Instalada em um prédio com 4.435 m2 de área construída, cedido pela Prefeitura Municipal de São Paulo.

Rua Doutor Diogo de Faria, 558 - Vila Clementino - São Paulo – SP

CEP 04037-001

Telefone: 55 (11) 5087-0999

Fax: 55 (11) 5087-0977

Site: www.fundacaodorina.org.br
PRÊMIOS E HOMENAGENS

O reconhecimento da atuação da Fundação Dorina e de Dorina de Gouvêa Nowill em prol do desenvolvimento e da inclusão social de pessoas com deficiência visual é concretizado por inúmeros prêmios, condecorações, títulos e homenagens concedidas por organizações nacionais e internacionais. Programas especiais de TV e rádio, reportagens especiais em jornais e revistas, documentários, sessões solenes de instituições e órgãos oficiais também homenagearam Dorina Nowill. Um merecido reconhecimento ao seu incessante trabalho pela inclusão. Prêmios recebidos em 2010:



  • Estatueta da “Vitória”, entregue às mulheres especiais, concedido pelo Grupo Anjos Sem Visão

  • Homenagem do Sistema Integrado de Parques Temáticos e Atrações Turísticas de São Paulo – Sindepat

  • Diploma pelo destaque na Cidade de São Paulo, concedido pela Câmara Municipal da cidade

  • Prêmio USP de Direitos Humanos categoria individual e institucional

  • Menção honrosa no Prêmio Viva Leitura, do Ministério da Cultura

  • Prêmio Ações Inclusivas do Governo do Estado de São Paulo


ETERNA DORINA

Todas as histórias têm um fim, mas a minha continua.”

Dorina de Gouvêa Nowill
Ela tinha a resposta pronta. “A educação é especial ou não é educação.” Foi com esse ideal que a professora Dorina de Gouvêa Nowill trabalhou por mais de seis décadas em prol da educação, cultura, reabilitação e profissionalização de pessoas cegas ou com baixa visão. Exemplo de perseverança e dedicação. Nossa gratidão e eterna saudade da querida professora Dorina.

Nascida em São Paulo no dia 28 de maio de 1919, Dorina ficou cega aos 17 anos de idade. Primeira aluna cega a frequentar um curso regular na Escola Normal Caetano de Campos, em São Paulo, percebeu naquela época a carência de livros em braille no Brasil.

Com a participação de outras normalistas, criou em 1946 a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, que mais tarde recebeu seu nome em reconhecimento por uma vida inteira dedicada à inclusão das pessoas com deficiência visual.

Após diplomar-se professora, especializou-se em educação de cegos no Teacher´s College da Universidade de Columbia, em Nova York, Estados Unidos. Decidida a implantar a primeira imprensa braille de grande porte no País, em 1948 conseguiu que a instituição recebesse da Kellogg Foundation e da American Foundation for Overseas Blind uma imprensa braille completa, com maquinários, papel e outros materiais.

De volta ao Brasil, foi convidada a organizar o Departamento de Educação Especial da Secretaria de São Paulo. O fato foi fundamental para a criação da lei de integração escolar, regulamentada em 1953 no Estado de São Paulo e em 1961, em todo o Brasil.

Em 1961, Dorina também dirigiu o primeiro órgão nacional de educação de cegos no País, criado pelo Ministério da Educação, em que permaneceu até 1973, desenvolvendo projetos para implantação de serviços para educação de cegos em diversos estados brasileiros, além de campanhas de prevenção à cegueira.

O reconhecimento pelo trabalho de Dorina foi além de nossas fronteiras. Ocupou cargos em organizações internacionais de cegos. Em 1979 foi eleita presidente do Conselho Mundial para o Bem-Estar de Cegos, hoje União Mundial de Cegos. Em 1981, Ano Internacional da Pessoa com Deficiência, discursou na ONU. E ainda batalhou pela criação da União Latino-Americana de Cegos – ULAC.

Tanta perseverança e dedicação fizeram de Dorina uma referência brasileira e internacional na luta pela inclusão das pessoas com deficiência. Ao longo dos anos recebeu inúmeros prêmios, condecorações, títulos, comendas e homenagens.

Carismática e inspiradora. Era daquelas brasileiras que nos fazem acreditar numa sociedade mais justa e inclusiva. Contra nomenclaturas, rótulos e a favor dos direitos humanos. “Onde Dorina está, não há escuridão”, a melhor definição sobre ela vem de sua amiga Hellen Keller, educadora, escritora, advogada, surdocega, que percorreu o mundo promovendo campanhas para melhorar a condição de vida das pessoas com deficiência.

Dorina de Gouvêa Nowill faleceu em 29 de agosto de 2010, aos 91 anos de idade. Deixou ao Brasil e ao mundo uma instituição reconhecida pela qualidade de seus livros acessíveis e serviços de reabilitação. Deixou ao deficiente visual a oportunidade de viver com dignidade e às pessoas que enxergam, uma lição de vida.

Ficam a saudade e os exemplos como guias para a continuidade do trabalho iniciado e desenvolvido por ela em mais de seis décadas.

Depoimento de Cláudia Cotes, em 29/08/2010. Autora do livro Dorina Viu e fundadora da ONG Vez da Voz:
Nunca conheci mulher com voz tão forte e determinada como Dorina.

Dona de um senso de humor inigualável, ela me fazia gargalhar... Tão doce, inteligente e forte!

Como eu amei todas as tardes que passamos juntas!!!

Como eu AMEI escrever o livro Dorina Viu...

Foi ela a primeira pessoa que me disse:

Filha, você é uma artista!



Ela conseguia me explicar o lugar certinho em que eu deveria passar com meu carro.

Ensinava o caminho...

Parecia até que a cega era eu.

Nunca conheci uma mulher que tivesse uma coleção de “colherinhas” de todas as partes do mundo...

E ela bordava tapetes como ninguém.

Tem um que é uma porta aberta; o outro, dois cavalos.

O nome? TERNURA.

Quando ela descobriu que fazíamos vídeos com Libras, também quis participar! E me disse:

Se isto existe e é bom, vamos fazer!!



Na Bienal de 2009, contamos histórias JUNTAS.

Tinha gente de todas as idades.

Mas ela era a cabeça mais jovem!

E disse:

No mundo, deveriam existir milhares de Cláudias....



No primeiro desfile audiodescrito, lá estava eu com a câmera. E ela se mostrou altamente visionária.

Disse:

Mulher tem que ser bonita, cheirosa, tem que se arrumar!.



Tivemos tardes de amigas.

Falamos de educação, de amor, das dificuldades, filhos, inclusão, relacionamentos.

Pulsamos a vida!.

Até que eu falei:

Dorina, preciso ir embora.



E ela respondeu:

Já vai?! Ah! Que pena...



Hoje, ela se foi...

Já vai embora, minha querida amiga Dorina? Aaaaaaaaaah... fica pra SEMPRE...



MENSAGEM DO PRESIDENTE

Alfredo Weiszflog, diretor-presidente voluntário (gestão 2003–2010)

Neste momento, em que termino meu mandato de sete anos como diretor-presidente voluntário da Fundação Dorina Nowill para Cegos, não posso deixar de agradecer a inestimável colaboração dos diretores e conselheiros, em especial do Presidente do Conselho Curador, Carlos Alberto Lancellotti, que iniciou o processo de reestruturação financeira e administrativa, a padronização dos processos técnicos e a renovação dos serviços. Quero expressar ainda minha profunda admiração também por Humberto Neiva, sempre presente e atuante em todos estes anos.



Caros,

É com grata satisfação que neste relatório apresentamos e compartilhamos com toda a comunidade um balanço das atividades realizadas pela Fundação Dorina Nowill para Cegos no ano de 2010.

Apesar de termos iniciado 2010 com algumas incertezas administrativas e financeiras, o que levou a diretoria executiva a continuar por mais um ano à frente da instituição, esse ano acabou se revelando um dos melhores para nossa instituição.

Fechamos com uma arrecadação 15% maior que a do ano anterior, o que nos possibilitou atingir um recorde: a produção e distribuição de 65 mil exemplares de livros nos formatos braille, falado e digital acessível Daisy, beneficiando quase 46.000 pessoas cegas e com baixa visão e mais de 1.400 organizações em todo o País.

O livro digital Daisy, com recursos de acessibilidade para deficientes visuais, ganhou destaque entre as editoras: foram mais de 375 títulos dos mais variados assuntos, com expectativas de dobrar a produção.

Paralelamente, o serviço de atendimento especializado, por meio de projetos via Fumcad, convênios e outros recursos, beneficiou 1.552 pessoas com deficiência visual nos programas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.

Estamos certos de que iniciativas como essas contribuirão com a busca de soluções para a relevante questão da pessoa com deficiência visual, possibilitando a essas pessoas o pleno exercício de sua cidadania. É assim que estamos construindo um Brasil melhor!

Acredito que nossa querida mestre e fundadora, Dorina de Gouvêa Nowill, com sua generosidade e exemplo de vida, nos ensinou a pautar o trabalho da Fundação Dorina na difusão e divulgação dos direitos humanos, da paz, da tolerância e da justiça social no Brasil.

Só tenho a lamentar não poder agradecer pessoalmente, a não ser nas minhas preces, tudo o que ela me ensinou e o pouco que retribuí.

Que estejamos nós, a quem compete levar adiante essa história, à altura do compromisso assumido e que possamos nos dedicar com carinho ao seu belo legado.

Boa leitura.
CONSELHO E DIRETORIA - 2010
Presidente Emérita e Vitalícia - Dorina de Gouvêa Nowill (in memoriam)
Conselho de Curadores

Carlos Alberto Lancellotti – Presidente do Conselho de Curadores

Abilio Ribeiro de Oliveira, Ana Maria Moraes Velloso , Ana Maria Parra Pacheco, Anne Catherine Olesen, Antônio Carlos Grandi, Bento Leandro Carneiro, Carlos Antônio da Costa André, Celso Alves Feitosa, Cristiane Porto Rodrigues Cunha, Cristiano Humberto Nowill, Denise Aguiar Alvarez, Dulce Arena Avancini, Dulce Garcia Guerreiro, Eduardo de Oliveira, Emidio Dias Carvalho, Francisco José de Toledo, Ika Fleury, João da Cruz Vicente de Azevedo, João Eduardo Alves da Motta, Luiz Eduardo Reis de Magalhães, Luiz Roberto de Andrade Novaes, Marcella Maria Thomaz Monteiro de Barros, Marcelo Morgado Cintra, Maria Brotero Duprat, Maria Carolina Pinto Coelho Carvalho, Maria Célia Ferraz, Maria Lúcia Toledo, Olimpia Ana Sant´Ana Sawaya, Roberto Faldini, Rosely Maria Shinyashiki Boschini, Sandra Aparecida Ferreira Marchi, Silvia Cury, Sônia Guarita do Amaral, Tarcylla de Andrade Novaes, Vera Lúcia dos Santos Diniz
Diretoria Executiva

Alfredo Weiszflog - Diretor-Presidente voluntario da Fundação Dorina Nowill para Cegos

Adermir Ramos da Silva Filho, Geraldo Pinheiro da Fonseca Filho, Humberto da Silva Neiva, Ivani Rabbath De Gregório, Maria Lucia Kerr C. de Queiroz,
Conselho Fiscal

Carlos Souza Barros de Carvalhosa, Fernando Augusto Trevisan, Leonardo Barem Leite


Conselho Consultivo

Adelina Pereira da S. de Alcântara Machado, Adilson Ventura (in memoriam), Carlos Henrique Miele, Flávio Mendes Bitelman, Hiran Castello Branco, Luiz Alfredo Alves Correa, Tito Enrique da Silva Neto



01 - SERVIÇOS ESPECIALIDADOS AO DEFICIENTE VISUAL
Serviço Social, Psicologia, Pedagogia, Fisioterapia, Orientação e Mobilidade, Terapia Ocupacional, Ortótica e Oftalmologia. É por meio de um trabalho interdisciplinar dessas áreas que a Fundação Dorina Nowill para Cegos oferece programas gratuitos de clínica de visão subnormal, educação especial, reabilitação e empregabilidade, para deficientes visuais de todas as faixas etárias e suas famílias.

São realizados atendimentos individualizados e em grupo, bem como atividades socioeducativas, para que a pessoa com deficiência visual tenha uma vida independente na família, na escola, no trabalho e na sociedade.

O tratamento adequado às pessoas cegas e com baixa visão proporciona condições para a sua inclusão social e o desenvolvimento pleno, de acordo com seu potencial individual e suas condições sociais, educacionais e econômicas.

Clínica de Visão Subnormal, Reabilitação, Educação Especial e Empregabilidade
CLÍNICA DE VISÃO SUBNORMAL (PARA todas as idades)

A Clínica de Visão Subnormal avalia as funções visuais e oferece treinamento para utilização de recursos óticos e/ou não óticos, visando o melhor aproveitamento visual e a melhor adaptação à situação de vida. São realizados atendimentos específicos de oftalmologia, treinamento visual e auxílios óticos às pessoas com baixa visão.

Os profissionais esclarecem o cliente e sua família de modo mais detalhado acerca das condições visuais da pessoa com deficiência visual. São agendados retornos periódicos conforme a patologia constatada, com a finalidade de acompanhar e avaliar a utilização dos recursos óticos em relação a sua condição visual.

741 pessoas foram atendidas na Clínica de Visão Subnormal no ano de 2010.


eDUCAÇÃO ESPECIAL (DE 0 a 17 anos)

O Programa de Educação Especial é um serviço especializado que oferece à criança e ao jovem com deficiência visual condições favoráveis ao seu processo de desenvolvimento, incentivando sua aprendizagem e inclusão escolar através de consultas e terapias, orientação à família, à escola e à comunidade.

Tem como princípio norteador a inclusão social, indicando para esses alunos o ensino em classes regulares com apoio especializado. Baseia-se no conceito de que a deficiência visual, ao limitar ou impedir a percepção visual, exige modificações ambientais de modo a favorecer a aprendizagem e o desenvolvimento.

Esse programa conta com espaço lúdico externo e uma brinquedoteca para estimulação psicossocial e inclusão das crianças, jovens e adolescentes atendidos.

No último ano, 206 crianças e jovens foram atendidos no Programa de Educação Especial.

As atividades são desenvolvidas de acordo com a faixa etária:




  1. Intervenção precoce (crianças de 0 a 3 anos)

Tem como objetivo prevenir e/ou tratar possíveis dificuldades e atrasos no desenvolvimento infantil, por meio de intervenção terapêutica especializada, estabelecendo e estimulando o desenvolvimento do vínculo mãe-bebê, o desenvolvimento da compreensão do próprio corpo e o estabelecimento das relações com o mundo externo.

  1. Desenvolvimento de funções e habilidades (crianças de 4 a 6 anos)

Trabalha as habilidades para favorecer o desenvolvimento da motricidade, cognição, linguagem, aspectos afetivos, emocionais e das interações sociais, além de fornecer apoio para a alfabetização, encaminhamento escolar e orientação à família.

  1. Complementação educacional (crianças e adolescentes de 7 a 17 anos)

Atendimento a crianças e adolescentes em idade escolar. O objetivo é garantir que a criança cega ou com baixa visão tenha o mesmo desempenho e aprendizado que a criança que enxerga. O cliente passa por atividades de orientação psicológica à família e à escola, acompanhamento pedagógico, além do desenvolvimento de atividades da vida autônoma e social, e de estímulo à orientação e mobilidade independente.
REABILITAÇÃO (a partir de 18 anos)

Oferece à pessoa com deficiência visual procedimentos para favorecer seu desenvolvimento pessoal, proporcionando condições de autonomia, independência e inclusão social. É um programa de duração limitada, com objetivos definidos, que possibilita às pessoas cegas e com baixa visão um nível funcional adequado do ponto de vista físico, psíquico e social.

As atividades abrangem os seguintes programas:

Integral: possibilita às pessoas com deficiência visual reconstruir as funções prejudicadas, diminuir as dificuldades na execução de tarefas cotidianas e evitar a marginalização do meio a que pertencem. Comunicação, orientação e mobilidade, atividades da vida diária, fisioterapia, psicologia e serviço social fazem parte do processo de reabilitação integral.

Especial: Indicado às pessoas adultas com independência parcial ou não e/ou pessoas com outros problemas clínicos associados, para atender a suas necessidades específicas, de acordo com seus interesses e momento de vida.

Idoso: Este importante programa orienta a pessoa com deficiência visual acima de 60 anos, e sua família, quanto a recursos pessoais e sociais. Desenvolve procedimentos de avaliação e intervenção individual e em grupo, para favorecer seu ajuste à deficiência visual nessa nova fase de vida. Busca oferecer as oportunidades de saúde, participação social e segurança do idoso com deficiência visual, com o objetivo de melhorar sua qualidade de vida.

Em 2010, 547 adultos e idosos foram atendidos nos programas de reabilitação da Fundação Dorina.
EMPREGABILIDADE (a partir de 18 anos)

Avalia e orienta o deficiente visual para o mercado de trabalho de acordo com suas capacidades e interesses. A área oferece curso de informática que capacita pessoas com deficiência visual a utilizar os recursos do computador e a internet, tanto em atividades particulares como tarefas de nível profissional.

No último ano, 58 pessoas com deficiência visual foram atendidas no Programa de Empregabilidade e 79 pessoas com deficiência visual foram capacitadas no Curso de Informática.

Dando continuidade a uma importante parceria, a Escola Senai de Informática – São Paulo concedeu 16 bolsas de estudo, no curso Profissionalizante de Informática Básica, aos clientes atendidos no Programa de Empregabilidade.

Em 2010 foram realizados 18.100 consultas e atendimentos terapêuticos a pessoas com deficiência visual, nos programas de clínica de visão subnormal, educação especial, reabilitação e empregabilidade.

Gráfico: Evolução Anual de Clientes de 2004 a 2010

Em 2004 – 693 clientes

Em 2005 – 803 clientes

Em 2006 – 845 clientes

Em 2007 - 1.152 clientes

Em 2008 - 1.494 clientes

Em 2009 - 1.743 clientes

Em 2010 - 1.552 clientes


Gráfico: Numero de clientes atendidos por programa gratuito ao deficiente visual 2010

741 pessoas na Clínica de Visão Subnormal Especial

58 pessoas com deficiência visual no Programa de Empregabilidade

206 crianças e jovens no Programa de Educação Especial

547 adultos e idosos no Programa de Reabilitação
Gráfico: Número de clientes atendidos por condição de visão – 2010

1.366 casos de visão subnormal

174 casos de cegueira

12 casos inelegíveis



* Casos inelegíveis : pessoas que, após avaliação oftalmológica, não se enquadram para atendimentos nos programas da Fundação Dorina
PRINCIPAIS PATOLOGIAS

Gráfico: Principais patologias da visão subnormal em crianças e jovens de 0 a 17 anos (ano 2010)

Retinopatia de prematuridade: 23%

Atrofia do nervo óptico: 17%

Toxoplasmose congenita (corioretinite): 11%

Glaucoma congênito: 8%

Catarata congênita: 7%

Aumaurose congênita de Lebber: 6%

Distrofia de cores e bastonetes: 5%

Nistagmo congênito: 4%

Albinismo: 4%

Coloboma de retina: 3%

Síndromes: 3%

Deslocamento de retina: 2%

Doença de Stargardt: 2%

Aniridia: 2%

Alta miopia: 1%

Retinose Pigmentar: 1%

Microftalmia: 1%

TOTAL: 100%
Gráfico: Principais patologias da cegueira em crianças e jovens de 0 a 17 anos (ano 2010)

Retinopatia de prematuridade: 32%

Atrofia do nervo óptico: 21%

Deslocamento de retina: 12%

Catarata congênita: 11%

Leucoma de córnea: 7%

Microfitalmia + coloboma: 4%

Retinoblastoma: 4%

Amaurose congênita de Lebber: 3%

Anoftalmia: 3%

TOTAL: 100%
Por meio dos dados apresentados, constata-se que a retinopatia da prematuridade é a principal patologia que afeta crianças e jovens, entre 0 e 17 anos, atendidos na Fundação Dorina Nowill para Cegos em 2010.
Gráfico: Principais patologias de visão subnormal em adultos a partir de 18 anos (ano 2010)

DMRI: 18%

Retinose Pigmentar: 16%

Retinopatia diabética: 12%

Glaucoma: 10%

Atrofia do nervo óptico: 9%

Degeneração macular por doroquina: 7%

Toxosplasmose ocular congênita: 5%

Deslocamento de Retina: 4%

Glaucoma congênito: 3%

Doença de Stargardt: 3%

Alta miopia: 3%

Síndromes: 2%

Outras patologias: 8%

TOTAL: 100%

Gráfico: Principais patologias da cegueira em adultos apartir de 18 anos (ano 2010)

Retinopatia diabética: 19%

Atrofia do nervo óptico: 16%

Deslocamento de retina: 14%

Glaucoma: 13%

Retinose Pigmentar: 5%

Leucoma: 3%

Atrofia do globo ocular: 2%

Catarata: 2%

Catarata congênita: 2%

DMRI: 2%

Arma de fogo: 2%

Outras patologias: 9%

TOTAL: 100%


Por meio dos dados apresentados, constata-se que DMRI e retinopatia diabética são as principais patologias que afetam a população adulta, a partir de 18 anos, atendida na Fundação Dorina Nowill para Cegos em 2010.
RETINOPATIA DA PREMATURIDADE

A retinopatia da prematuridade atinge principalmente os bebês prematuros ou com baixo peso ao nascimento. Isso acontece pela imaturidade dos vasos sanguíneos, incluindo os que nutrem a retina, que terminam de se formar até o final da gestação, e nos prematuros não estão totalmente formados. Outro fator que pode ocasionar a doença é o uso de oxigênio no berçário, que deve ser utilizado com cuidado, para que não cause dano ao bebê ou aumente a possibilidade de retinopatia.

A melhor forma de evitar sequelas da retinopatia da prematuridade é a prevenção. Por isso, a mulher grávida deve fazer o pré-natal durante toda a gestação; assim, poderá evitar um parto prematuro. É importante também que todo prematuro que nasceu antes de completar 32 semanas de gestação ou com peso inferior a 1,5kg seja examinado por um oftalmologista especializado.
DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE – DMRI

A DMRI é uma condição frequentemente relacionada ao envelhecimento, de causa desconhecida, na qual ocorre crescimento anormal dos vasos sanguíneos sob a retina. O resultado é a baixa súbita ou progressiva da visão central. É comum em pacientes com mais de 50 anos e chega a atingir, em todas as suas formas, mais de 30% dos pacientes acima de 80 anos. A falta de tratamento adequado pode levar à cegueira. Os danos à visão central são irreversíveis, mas a detecção precoce e os cuidados podem retardar a evolução da doença e até melhorar a visão do paciente.

RETINOPATIA DIABÉTICA

O diabetes é o fator desencadeante dessa doença, pois, devido à deficiência do hormônio insulina, os pacientes com diabetes são mais propensos a desenvolver problemas oculares, tais como cataratas e glaucoma, e principalmente a retinopatia diabética. Inicialmente a doença não apresenta sintomas; portanto, é importante realizar regularmente exames médicos oculares. O controle cuidadoso do diabetes, com uma dieta adequada, o uso de medicações ou uma combinação desses tratamentos é a principal forma de evitar a doença.


A IMPORTÂNCIA DO TESTE DO OLHINHO

Existem, hoje em dia, vários tipos de exames que são realizados logo que o bebê nasce, antes mesmo da alta hospitalar, dentre os quais o Teste do Olhinho. São triagens neonatais que podem prevenir doenças e até mesmo detectar alguma alteração o mais cedo possível, para evitar sequelas mais graves.

O Teste do Olhinho é fácil, não dói, não precisa de colírio e é rápido: leva de dois a três minutos para ser realizado. O procedimento previne e diagnostica doenças como a retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma, retinoblastoma, infecções, traumas de parto e a cegueira. Segundo dados estatísticos, essas alterações atingem cerca de 3% dos bebês em todo o mundo.
Depoimento de Daniela Silva Franco, mãe de Rodrigo Emanuel Silva Franco, 4 meses, cliente da Fundação Dorina:

O atendimento que tenho recebido é excelente. Estava ansiosa, cheia de dúvidas sobre como seria a vida do meu filho que nasceu com deficiência visual. Agora eu estou mais tranquila. Amor ele sempre teve, mas agora também vai ter estímulo, educação e possibilidades. É isto que eu quero, que o meu filho seja feliz.
Dados do Censo IBGE 2000: No Brasil, mais de 16,5 milhões de pessoas têm alguma deficiência visual. Desse total: 148 mil pessoas são incapazes de enxergar (cegos).

2,5 milhões de pessoas possuem grande dificuldade permanente de enxergar (baixa visão ou visão subnormal); 14 milhões de pessoas possuem alguma dificuldade permanente de enxergar, ainda que usando óculos ou lentes.


PROJETOS ESPECIAIS

A área de Projetos Especiais tem por finalidade planejar, coordenar, acompanhar, promover e executar consultoria, prestação de serviços, assessoria técnico-científica e/ou qualquer outra ação que envolva as especialidades dos serviços oferecidos pela Fundação Dorina Nowill para Cegos, relacionados à inclusão das pessoas com deficiência visual nas áreas de educação, saúde, assistência social, cultura, empregabilidade e acessibilidade. As parcerias são realizadas com empresas, escolas, universidades, órgãos públicos e privados, e organizações não- governamentais.

Atuação:


  • Treinamento sobre atendimento à pessoa com deficiência e informações relacionadas à acessibilidade.

  • Estudos de acessibilidade, ergonomia e adaptações de posto de trabalho
    e adequação de ambiente laboral quanto a soluções de acessibilidade.

  • Suporte e orientação aos profissionais de recursos humanos quanto ao recrutamento, seleção e divulgação de vagas para a pessoa com deficiência.

  • Adaptações e tecnologias assistivas necessárias ao deficiente visual.


Lista de Empresas que receberam o treinamento: A pessoa com deficiência - Atendimento e informação em 2010:

Parque Aquático Wet’n Wild, Elgin Eletrodomésticos, Instituto Nextel, Domitila Restaurante Café, Arno Eletrodomésticos, Mabe Eletrodomésticos, Groupe SEB, H. Buster, Sesc Belenzinho


Lista de Empresas que receberam orientação técnica em 2010:

Avape, BV Financeira, Espaço Cidadania, SENAC, Laramara, Grupo GV Gerenciamento de Risco, SENAI, Hospital São Paulo, Instituto Nacional de Previdência Social – INSS, Fundação Armando Álvares Penteado, Lar Escola São Francisco, Núcleo de Informação, Osram


Lista de Empresas que receberam orientação e contrataram pessoas com deficiência visual em 2010:

Banco Santander, BV Financeira, CB Contact Center, Colégio Etapa, Dedic Contact Center, Lelis Blanc, Nextel Telecomunicações


Texto anexo 1:

SERVIÇOS DE REABILITAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

Rodrigo Alves de Souza, aos 9 anos de idade, foi diagnosticado com catarata. Os médicos recomendaram alguns tratamentos, mas mesmo com muita luta, aos 16 anos, ele perdeu totalmente a visão.

Um adolescente tímido, sem amigos, que dependia das pessoas para quase todas as tarefas; que havia parado de estudar e com poucos recursos financeiros. Esse era Rodrigo, que passava os dias ouvindo rádio e TV, imaginando quando as coisas seriam diferentes.

A esperança veio quando uma pessoa recomendou a sua mãe que o levasse à Fundação Dorina Nowill para Cegos. E foi na instituição que o rapaz, assustado e precisando de ajuda, como ele mesmo se define, encontrou o que precisava.

Rodrigo e sua família receberam na Fundação Dorina o apoio e os recursos necessários para a sua inclusão escolar e autonomia. Aulas de braille, orientação e mobilidade, atividades da vida diária e terapia foram fundamentais para o despertar do jovem. Ele acredita que sua evolução se deu principalmente pelo apoio psicológico que encontrou na Fundação Dorina. Descobriu um novo universo com muitas referências positivas.

Cliente da Fundação Dorina desde 2007, hoje, aos 23 anos, Rodrigo está terminando o supletivo de ensino fundamental, faz curso de informática e frequenta diversos espaços sociais, nos quais encontra muitos amigos. Além da independência adquirida ao longo desses anos de reabilitação, a leitura se tornou uma referência importante em sua vida. Rodrigo descobriu o talento de compor músicas e escrever poesias. “Antes de ler em braille eu me achava uma pessoa sem perspectivas e, hoje, me sinto alguém batalhador, uma pessoa que valoriza a vida.”

Rodrigo é, sim, um rapaz tímido. Mas agora sabe da sua capacidade e sonha se tornar um escritor. Ao terminar o seu depoimento, Rodrigo faz questão de agradecer a Fundação Dorina Nowill para Cegos pelo trabalho que realiza em prol das pessoas com deficiência visual. Sem o atendimento especializado, ele acredita que não teria conseguido dar o primeiro passo em busca da sua independência e autonomia. O primeiro passo de uma longa caminhada pela vida.
ATIVIDADES SoCIOEDUCATIVAS

As atividades socioeducativas realizadas pela Fundação Dorina com os clientes dos programas de serviço especializado dão a essas pessoas oportunidade de aprendizagem integral. São ações que surgem de múltiplas iniciativas e fazem do convívio em sociedade um exercício importante de cidadania.

Essas ações têm como objetivo a inclusão social e o resgate da convivência em grupo, presentes em atividades de lazer, lúdicas, artísticas e esportivas, e que contribuem para o desenvolvimento de competências e habilidades dos participantes.

Atividades socioeducativas realizadas em 2010

Dia 14 de março: Crianças cegas e com baixa visão conheceram o Estádio do Morumbi e assistiram a um jogo do São Paulo.

Dia 21 de março: Clientes e acompanhantes foram à Sala São Paulo assistir ao Concerto Matinal com a Orquestra Experimental de Repertório – Parceria com a OSESP.

Dia 12 de abril: Clientes do programa de reabilitação participaram de atividade monitorada de informática no Sesc Vila Mariana.

De maio a outubro: Clientes da reabilitação participaram de uma Oficina de Fotografia realizada
em parceria com o Projeto Talentos Especiais da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Dia 26 de maio: Clientes do programa de empregabilidade, no Dia Nacional do Glaucoma, participaram de um passeio de bicicleta dupla, no Parque Villa-Lobos.

Dia 3 de julho: Clientes de todos os programas e funcionários da Fundação Dorina participaram da Festa Julina.

Dia 14 e 19 de agosto: Crianças e adultos com deficiência visual visitaram a Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Dia 22 de agosto: Clientes em reabilitação conheceram a Exposição Ecológica, com obras
interativas acessíveis ao deficiente, no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM.

Dia 29 de agosto: crianças cegas e com baixa visão visitaram o Parque O Mundo da Xuxa


para participar da ação “Um dia especial para pessoas especiais”.

Dia 15 de outubro: Crianças com deficiência visual passaram momentos especiais


no espaço Frei Caneca Kids, em comemoração ao Dia das Crianças.

Dia 19 de outubro: Clientes participam da mostra “Cinema além da imagem”, promovido pela Associação de Cinema e Vídeo do Amazonas, em parceria com a Prefeitura de Manaus.

Dia 21 de novembro: Clientes e acompanhantes assistiram ao espetáculo teatral “Filhos da Mãe Joana”, no Teatro Juca Chaves.

Dia 22 de novembro: Crianças e adultos com deficiência visual e seus acompanhantes visitaram o Campo de Marte.

Dia 16 de dezembro: Clientes de diversas faixas etárias, acompanhantes, funcionários e voluntários participaram da Festa de Natal.

Houve distribuição de presentes às crianças e de cestas natalinas aos clientes e suas famílias.



Depoimento de Odair de Abreu Rudge, 66 anos, cliente da Fundação Dorina há 4 anos:

Vir para a Fundação Dorina mudou minha vida. O trabalho de orientação e mobilidade, as aulas de braille e as atividades socioculturais me ajudaram a ampliar minha vida social. Conheci espaços acessíveis, fiz amigos e me mantenho sempre ocupado. Também leio muitos livros falados e acho a revista Veja falada um serviço fundamental para a atualização do deficiente visual.

Depoimento de Gilma Ferreira de Matos, mãe de Yuri, 4 anos, atendido na Fundação Dorina desde o primeiro mês de vida

O atendimento aqui na Fundação Dorina me ajudou muito a entender como ajudar meu filho. É dada atenção a cada fase e a cada necessidade dele. Hoje o desenvolvimento dele é como de qualquer criança.
DISSEMINANDO cONHECIMENTOS
Orientação e apoio pedagógico a escolas em 2010

Colégio Passionista Santa Maria – Praia Grande - SP, Colégio Parthenon – Guarulhos – SP, Cefai – São Paulo - SP e Capela do Socorro – SP, Escola Estadual Buenos Aires – São Paulo-SP, EMEI Valdir Azevedo – São Paulo-SP, EMEI Profª Ruth G. Chaves de Siqueira – São Paulo-SP



Projetos de orientação técnica e pesquisa a estudantes universitários em 2010

Universidade Anhembi-Morumbi - Especialização em Naturopatia

FAAP - Administração de Empresas

Universidade Bandeirantes de São Paulo - Psicologia

Universidade Santo Amaro - Serviço Social

Universidade de São Paulo - Sistema de Informação e Gerontologia



Palestras, fóruns, seminários e congressos para difundir o conhecimento sobre igualdade e diversidade em 2010

Lançamento do 3º Programa de Sensibilização Social e Empresarial para colocação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho – Osasco/SP

Fórum Inclusão – Espaço Cidadania – São Paulo/SP

Palestra: Empregabilidade da Pessoa com Deficiência Visual – Reatech – São Paulo/SP

Palestra: Empregabilidade da Pessoa com Deficiência Visual – Toledo do Brasil – São Paulo/SP

Palestra: Lei do Aprendiz com Deficiência – CIEE – São Paulo/SP

Palestra no Hospital São Paulo – Empregabilidade da Pessoa com Deficiência – São Paulo/SP

Palestra na VIII Semana de Orientação Profissional do Programa de Jovens e Adultos da Laramara – São Paulo/SP

Encontro no Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência – Espaço Cidadania – São Paulo/SP

Capacitação de professores da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Um convênio firmado entre a Fundação Dorina e a Prefeitura de São Paulo possibilitou a capacitação de professores da rede municipal de ensino que atuam nos Centros de Formação e Acompanhamento à Inclusão – Cefai.

O objetivo da capacitação é atualizar os profissionais sobre os diversos assuntos relacionados à inclusão do deficiente visual no ambiente escolar, como recursos adaptados, livros em braille, falados e digitais acessíveis, práticas pedagógicas, orientação e mobilidade, entre outros.

Atividades desenvolvidas:



  • Curso de formação “As questões da deficiência visual na educação infantil”, para 18 professores e educadores.

  • Assessoria técnica especializada em deficiência visual – atendimentos específicos a professores da educação infantil, em parceria com as demais organizações que atendem crianças com deficiência, conveniadas com a Secretaria Municipal de Educação.

  • Serviço educacional especializado – atendimento gratuito a 37 alunos matriculados em escolas do município de São Paulo, encaminhados pela Secretaria Municipal de Educação.




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