Requisitos Específicos da fiat esclarecimentos e Derrogas



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Requisitos Específicos da FIAT

Esclarecimentos e Derrogas




PERGUNTAS MAIS FREQUENTES EM RELAÇÃO AOS REQUISITOS ESPECIFICOS DA FIASA / POWERTRAIN (FAQ’s)

REVISÃO 04 DE 02/07/2012


INTRODUÇÃO
Este documento (FAQs) foi analisado e aprovado pela Engenharia Qualidade Fornecedores FIASA/Powertrain durante as reuniões periódicas de acompanhamento do treinamento de Requisitos Específicos FIAT, e deve ser considerado como esclarecimentos e derrogas da carta de requisitos específicos da FIAT.

FAQs – Frequently Asked Questions



  1. CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS



  1. Aprovação dos Planos de Prova, Planos de Controle, FMEA e Relatórios Dimensionais, de Materiais e Testes (ISO/TS 16949, item 7.5.1)

Apenas os Planos de Prova serão submetidos pelo fornecedor a aprovação do Analista da Qualidade. Plano de controle, FMEA, relatórios dimensionais, de materiais e testes são validados quando da aprovação do PPAP.




  1. Lista de Subfornecedores aprovados (ISO/TS 16949, item 7.4.1.3)

A FIASA não possui lista geral de subfornecedores aprovados. A definição do subfornecedor é de responsabilidade do fornecedor, exceto quando o subfornecedor estiver especificado em desenho.




  1. Utilização de simbologia do fornecedor para a identificação de características especiais em substituição à simbologia FIASA. (ISO/TS 16949, item 7.2.1.1)

O fornecedor pode utilizar sua própria simbologia para a identificação de características especiais. No entanto, uma tabela de correlação deve ser estabelecida no sistema documental do fornecedor e para os desenhos enviados a FIASA deve ser utilizada a simbologia FIAT ou deve ser inserida a tabela de correlação em cada documento.




  1. PPAP em subfornecedores (ISO/TS 16949, item 7.3.6.3)

Fornecedores devem utilizar o Processo de Aprovação de Peças de Produção (PPAP) em todos os subfornecedores de material direto para aprovação de peças desde 01/01/2005.


Caso o fornecedor possua subfornecedores com sistema da qualidade em desenvolvimento que não atendam os requisitos mínimos para a elaboração do PPAP, o fornecedor deve, em conjunto com estes fornecedores, elaborar um plano de ação para implantação do PPAP.
A decisão de aplicação do PPAP em subfornecedores de matéria-prima, material indireto e material à granel (exceto fixadores e peças afins), é do próprio fornecedor.


  1. Utilização de laboratório comercial/externo de ensaio e de serviços de calibração. (ISO/TS 16949, item 7.6.3.2)

O fornecedor deve utilizar laboratórios de ensaios e calibração pertencentes à RBLE (Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaios) e à RBC (Rede Brasileira de Calibração).


No caso de laboratórios de ensaios de qualificação e requalificação de produtos, os laboratórios de fornecedores aprovados no plano de provas também são reconhecidos pela FIAT /FPT.

Os laboratórios aprovados e grandezas relacionadas estão disponíveis no site do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) conforme abaixo:



http://www.iqa.org.br/website/abertura.asp?arg1=certifica&arg2=cerlab&arg3=cerlab_labcalib&ext=asp


  1. Processo de aprovação de material à granel (exceto fixadores e peças afins), e materia-prima (BMAP) (ISO/TS 16949, item 7.3.6.3)

No momento, não será realizado Processo de Aprovação de Material à Granel e Matéria-Prima (Bulk Material Approval Process). Porém o fornecedor é responsável por criar e manter condições para a realização do mesmo.




  1. O capitolato 9.01102 da FIAT cita normas para elaboração de DFMEA (00270) e PFMEA (00271) e na carta de esclarecimentos cita o manual de FMEA de AIAG. Qual dos dois utilizar?

No Brasil, a FIAT considera o uso preferencial do manual de FMEA do AIAG, de forma a padronizar a pontuação entre os fornecedores e a redução de RPN prevista no QSB.




  1. Para subfornecedores que não tem os requisitos básicos de SGQ para elaboração de PPAP, a FIAT tem um prazo limite para a implementação do PPAP em subfornecedores?

Não há um prazo limite, porém enquanto o sub-fornecedor não for capaz de realizar os requisitos PPAP, cabe ao fornecedor suprir os requisitos não atendidos do PPAP de seus subfornecedores.





  1. NORMA 08018



  1. Como saber quais são as pessoas responsáveis pela geração dos indicadores e pontuações que compõe o Bidlist, de forma a atuar preventivamente e facilitar o processo de comunicação com a FIAT?

As funções e pessoas estão citadas no Manual BID List.




  1. Quando posso considerar a boleta fechada como eficaz pela FIAT?

Quando a tempística da norma 08018 é atendida sendo 36 horas para resposta à ação de contenção e 05 dias úteis para a ação corretiva.




  1. Como saber se minha empresa está dentro dos targets do Bidlist?

O próprio Bid List contempla esta informação. É importante salientar que esta análise é baseada nos targets por commodity (creativity team)




  1. O que acontece quando estou com o KPI 360º Red (vermelho)?

Deixo de ir a Sourcing para novos desenvolvimentos. Exceções podem ser suportadas pelo EQF desde que um plano robusto seja validado.





  1. NORMA 9.01102 – QUALIDADE DOS FORNECEDORES



  1. A FIAT exige que o fornecedor tenha uma aprovação formal (tipo resubmissão de PPAP) para as modificações de processo?

Para as modificações de processo a FIAT é requerido a notificação ao EQF FIAT durante o planejamento da mudança. Se o EQF julgar necessário ele solicitará do fornecedor um plano de qualificação adicional da FIAT antes do início do fornecimento. Caso não haja nenhuma manifestação do EQF FIAT, a modificação é considerada aceita, cabendo ao fornecedor a responsabilidade por estabelecer e realizar as atividades de validações necessárias para assegurar a garantia da capabilidade e capacidade de fornecimento do produto.




  1. É obrigatório fazer o documento grade de controle para todas as operações do processo produtivo?

De acordo com a ISO TS 16949 não, apenas para as operações que requerem atividades de inspeção (detecção) obrigatoriamente. Acontece que determinadas operações de montagem manual não tem inspeção na própria operação apenas uma verificação visual de que tudo foi bem montado, pois posteriormente haverá um teste funcional 100%. Esta verificação pode ser descrita apenas na instrução de trabalho não indo obrigatoriamente para o plano de controle (grade) no caso da FIAT.




  1. Qual o arquivo ou documento oficial da FIAT de embalagem e identificação (manual de embalagem). Existe?

Sim. Conforme Anexo 22 – Manual de Embalagem para Exportação (FIASA) e Anexo 18 – Packing Manual - CR-004 (Powertrain)




  1. O FMEA de instalação é obrigatório apenas para os produtos atualmente em desenvolvimento?

Sim, porém no caso de não-conformidades (boletas) ou solicitações da FIAT o fornecedor deve avaliar a necessidade de realização de FMEA de instalação para os produtos correntes.





  1. CAPITOLATO 9.01107 – UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MDS – METAIS PESADOS



  1. Para o envio de amostras de auto-qualificação para pré-serie, o cadastro do MDS deve estar aprovado pela FIAT?

Todos os componentes fornecidos pela FIAT devem estar aprovados no MDS





  1. NORMA FIAT 08090 - Varianza



  1. No caso de uma situação emergencial de falta de material aprovado, se utilizarmos uma matéria-prima temporariamente, como atuar?

a) O fornecedor deve solicitar um desvio para a EQF e Engenharia FIAT, antes da alteração;


b) O fornecedor deve assegurar que o material alternativo atenderá aos requisitos funcionais do produto (testes, histórico em produtos similares, etc.).
c) Um cronograma de provas deve ser elaborado, executado e submetido ao EQF FIAT, independente do desvio já ter sido concedido, para fins de rastreabilidade e ações de contenção, caso os resultados dos ensaios indiquem algum tipo de anomalia inaceitável.
d) Um plano de ação corretiva deve ser elaborado e submetido ao EQF FIAT para evitar a repetição do problema.


  1. No caso de concessão de desvios para um fornecedor, de quem é a responsabilidade de avaliar se o desvio concedido pode afetar o funcional, montagem dos outros componentes de outros fornecedores que interagem com a peça sob desvio?

A responsabilidade é do fornecedor.





  1. PLANO DE PROVAS – Anexo 01 DA CARTA REQUISITOS



  1. É requerido a certificação dos meios de ensaios do laboratório do fornecedor, conforme solicitado na norma 07740?

Apenas se julgar necessário, o EQF pode realizar uma avaliação da capacidade tecnológica dos meios de ensaios do laboratório do fornecedor. Além disto, FIASA considera que fornecedores certificados ISO/TS 16949 tem seu laboratório qualificado para realizar ensaios dentro do escopo de sua certificação.




  1. Um plano de provas é elaborado pelo fornecedor excluindo alguns ensaios solicitados no capitolato do produto que ele julgou não aplicáveis ou desnecessários. Se o EQF aprova este plano de provas significa derroga dos ensaios na realizados?

O fornecedor deve transcrever para o plano de provas TODOS os ensaios solicitados no(s) capitolato(s) do produto. Para os ensaios considerados não aplicáveis ou desnecessários o fornecedor deve preencher o campo Notas (dizeres não aplicável/não requer, etc). Durante a assinatura do plano de provas o EQF analisa os ensaios considerados não aplicáveis ou desnecessários e se aprovar significa aceite das exclusões feitas pelo fornecedor.




  1. Em que momento o plano de provas deve ser apresentado?

Durante o primeiro program review.




  1. Quais assinaturas são necessárias para considerar o plano de provas aprovado pelo cliente?

No mínimo são necessárias as assinaturas do representante autorizado do fornecedor e o EQF FIAT. No caso de qualificação reduzida (alguns ensaios já feitos em produtos similares do tipo carry over) o EQF consulta a engenharia de produto FIAT para aprovação.




  1. Se o local de realização de algum(ns) do(s) ensaio(s) de autoqualificação do produto forem laboratórios da FIAT e as datas de execução dos ensaios pela FIAT atrasarem, como proceder?

É responsabilidade do fornecedor acertar a logística com o laboratório FIAT para execução de ensaios de sua responsabilidade de forma a não atrasar a autoqualificação que deve acontecer até a data de PS (Pré-Série). Caso ocorra algum inconveniente que não deixe que essa situação aconteça, o cronograma 30 passos deve ser atualizado destacando as responsabilidades pelo atraso. Provas integrativas são responsabilidade FIAT e também devem ser concluídas até a PS.




  1. Qual o logotipo que deve ser inserido no canto superior esquerdo do plano de provas?

O logotipo do fornecedor e não o da FIAT.




  1. Durante quanto tempo o fornecedor deve reter as amostras (objetos de prova)?

Até a conclusão das provas de qualificação e emissão do CCQ o fornecedor deve reter todas as amostras (objetos de prova). Após a aprovação final as mesmas podem ser descartadas.




  1. O que deve ser preenchido no campo n. scheda do plano de provas?

É o número da scheda modifica recebida com o desenho para FIAT. A scheda modifica serve para assegurar que o plano de provas está elaborado de forma consistente com a revisão de desenho atualmente válida para a FIAT. Algumas revisões de desenho podem não alterar a DUM(data de última modificação), porém sempre geram uma scheda modifica.




  1. O que significa delibera técnica no cronograma 30 passos da FIAT?

A delibera técnica é uma reunião formal do time de projeto da FIAT que gera um e-mail/comunicado ao fornecedor para a delibera atrezzare (liberação do projeto e construções do ferramental).




  1. No cabeçalho do plano de provas contém os dizeres fases 16A e 17A. O correto não é fases 17 e 18 (já que o 30 passos estas fases sofreram modificações)?

Sim, não existe mais as fases 16A e 17A pois elas tornaram-se 17 e 18 do 30 passos atual.




  1. Existe modelo de plano de provas?

Sim, existem especificações para os particulares e as respectivas provas as quais ele deve ser submetido (ver série de normas 07285 - 01/02/04/05).





  1. RELATÓRIO DE PROVAS – Anexo 15 DA CARTA REQUISITOS



  1. Qual o logotipo que deve ser inserido no canto superior esquerdo do relatório de provas?

O logotipo do fornecedor e não o da FIAT.




  1. É suficiente o relatório de provas preenchido como evidência de conformidade?

Não, além da declaração genérica de conformidade que é o plano de provas são necessários os relatórios que demonstrem os resultados encontrados para cada ensaio realizado.





  1. CQC - CERTIFICADO DE QUALIDADE E CONFORMIDADE – Anexo 02 DA CARTA DE REQUISITOS




  1. O formulário do capitolato 9.01103 é diferente do aplicado no Brasil e referenciado na carta de requisitos específicos FIASA. Por quê?

No momento, o formulário utilizado tem algumas especificidades para o Brasil juntamente com a etiqueta de Benestare




  1. A FIAT Powertrain utiliza CQC?

Não, no Brasil a FIAT Powertrain utiliza apenas o manual de PPAP do AIAG para a qualificação do produto.




  1. Quem fornece as informações para o preenchimento dos campos: Nº do certificado, Nº da Amostra e Nº do lote no CQC?

O número do certificado e número do lote são números internos do fornecedor. O número de amostra é o número fornecido pela FIAT.




  1. Para o envio de lotes do fornecedor para os outros pólos produtivos da FIAT via CKD é necessário o envio de CQC?

Sim, é necessário o envio de CQC para lotes em CKD.





  1. PDR – Production Demonstration Run



  1. O 1DP pode ser feito com processo não definitivo?

Sim, porém no PA – Process Audit ocorrerá pontuação de risco alto, já que o pressuposto é ter completado a autoqualificação, as provas integrativas, a montabilidade e aprovação da peça pelo cliente.




  1. Como saber o percentual de dedicação do processo a outros clientes?

O fornecedor deve indicar o percentual de dedicação do processo para a FIAT e a avaliação do PDR – Production Demonstration Run.




  1. Qual a diferença entre os campos Capacitá a P.O. e Capacitá a contrato no PDR?

Capacitá a P.O.: é o valor diário de produção programada no último mês pela FIAT.

Capacitá a Contrato: é a capacidade produtiva diária contratada e considerada como entrada para o desenvolvimento de produto (inclui peça de reposição).


  1. O que significa responsabilitá de carico/scarico?

È uma verificação sobre a responsabilidade de completar um ciclo completo de fabricação, claramente definida nas instruções de trabalho e realizada pelos operadores.





  1. PROGRAM REVIEW – ANEXO 07



  1. O fornecedor pode utilizar um cronograma em formato próprio baseado no APQP ou deve utilizar o cronograma de desenvolvimento 30 passos da FIAT?

O fornecedor pode utilizar um cronograma de desenvolvimento que contemple, no mínimo, os 30 passos da FIAT, pois é o reporte aos vários entes internos na FIAT.




  1. No cronograma 30 passos da FIAT o 2º try out deve ser realizado até o início da VP (verifica processo). Este try out pode ser realizado numa ferramentaria contratada para construção da ferramenta ou deve ser no processo (molde, prensa, extrusora, etc.) definitivo no fornecedor?

No processo definitivo do fornecedor para que as verificações dimensionais e funcionais dos componentes fabricados sejam realizadas e aprovadas. A atividade chama VP (verifica processo) o que significa uma verificação dimensional e funcional em amostras de processo definitivo.



  1. Como é feita a especificação de embalagem pela FIAT?

A FIAT possui um padrão de embalagem “scheda de embalagem” que contempla os padrões de embalagem aprovados. O program review pode ser utilizado no caso de indefinição de responsabilidades do investimentos para aquisição destas embalagens, para apontar os risco e iniciar plano de ação para resolução deste tipo de problema.




  1. O que significa projeto em CODESIGN com a FIAT?

Ocorre quando a responsabilidade do projeto é parte da FIAT e parte do fornecedor. A FIAT emite capitolatos e uma “Scheda Prodotto” estabelecendo os requisitos funcionais, regulamentares e objetivos esperados para o produto. O fornecedor desenvolve o projeto dimensional e de componentes e envia desenhos para a aprovação da engenharia FIAT. Este envio é feito através do sistema informatizado com os escritórios de projeto autorizados para o respectivo projeto da FIAT. Quando a FIASA é responsável pelo projeto o fornecedor recebe o desenho ao invés da Scheda Prodotto.




  1. O que vem a ser a delibera técnica no cronograma de desenvolvimento 30 passos?

É uma aprovação formal do time de projeto de produto FIAT, envolvendo a direção técnica e a área de compras.




  1. O que significa a letra S nas perguntas do checklist program review?

Significa que a documentação pertinente à pergunta é de responsabilidade primaria do fornecedor e também do EQF.




  1. Se após a qualificação de um produto o capitolado solicitado no desenho sofrer uma alteração o fornecedor deve requalificar a peça conforme nova revisão do capitolato obrigatoriamente?

Não. De acordo com a própria ISO/TS 16949 a análise crítica das alterações nos documentos de engenharia não deve exceder 2 semanas, o que significa que o fornecedor tem a responsabilidade de consultar o site de normas FIAT periodicamente e assim que identificar a alteração em qualquer norma utilizada para qualificar produtos correntes deve comunicar com o EQF FIAT e comprador para esclarecimento de como atuar.




  1. No cronograma 30 passos a atividade de Entrega na FIASA conjuntos 1 Try out (s/ testes)” refere-se as amostras de VP?

Não, pois as amostras de VP devem ser com dimensional 100% conforme (ferramental ajustado ao desenho, geralmente no 2º try-out)




  1. Se o fornecedor não tem o CCQ na mão durante o envio das amostras de pré-serie, como saber se as provas integratias foram concluídas com êxito positivo?

O fornecedor deve entrar em contato com o laboratório FIAT que está fazendo as provas integrativas e acompanhar o andamento caso esteja concluído compor o Book. Caso não estiverem concluídas, deve entrar em contato com o EQF para combinar ações a serem tomadas para entrega das amostras.




  1. Se entre o envio de uma amostra de modificação da qualificação inicial o desenho sofreu mais de uma alteração (duas dum´s) como identificar o CQC?

1º passo: Acionar o EQF concordando as ações para entrega da amostra;

2º passo: Identificar o CQC referenciando que ele contempla as duas dum´s mais recentes, para evitar reprovações por falta de envio de CQC da dum anterior.


  1. Existe um formulário de “Risk Assessment” do program review?

Sim. O EQF FIAT utiliza um formulário, porém o fornecedor pode criar seu próprio formulário contemplando os principais aspectos de risco de desenvolvimento como: tecnologia do produto, tecnologia do processo, localização/distância do fornecedor a montadora, tempos de projeto, nova responsabilidade sobre o projeto do produto, histórico da qualidade, classe funcional do produto, existência de material em contra-trabalho, montagens complexas, etc.





  1. Se uma questão do program review for fechada e posteriormente for aberta outra pendência sobre a mesma questão, devemos apagar a primeira e inserir a segunda no open issues?

Não, devemos manter o histórico de todas as ações fechadas para todas as perguntas que geraram riscos 1,2 e 3 no program review.




  1. O que é o Job1 no program review?

É o SOP (início de produção).




  1. Existe um cronograma 30 passos padrão?

Sim. Modelo anexo 9 da Carta de Requisitos Específicos




  1. Existe um formulário de program review traduzido?

Sim. Anexo 5 da Carta de Requisitos Específicos





  1. PA – PROCESS AUDIT – ANEXO 06




  1. De quem é a responsabilidade de fazer o PA – Process Audit, do fornecedor ou do EQF FIAT?

A responsabilidade de executar a auditoria de processo PA é do fornecedor. O PA é a metodologia de auditoria interna de processo produtivo reconhecida pela FIAT. O EQF FIAT avalia a auditoria interna de processo realizada pelo fornecedor e realiza periodicamente suas próprias auditorias utilizando o PA.




  1. O PA pode ser feito em processo não definitivo?

O PA deve ser feito em processo definitivo, caso contrário isto deve ser indicado ao EQF FIAT.




  1. O que é job stopper para um PA num produto corrente?

Job stopper é atividade interrompida (Processo que compromete integralmente o produto final) é equivalente a um bloqueio de pátio para um produto corrente.





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