Resumo do contrato de compra e venda nº 032/2015 Pregão presencial nº 014/2015 Contratante



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RESUMO DO CONTRATO DE COMPRA E VENDA Nº 032/2015

Pregão presencial nº 014/2015

Contratante: Município de Rio do Sul/SC

Contratada: Curt Schroeder S/A Indústria e Comércio

Objeto: 02 unidades Veículo leve tipo furgão, zero km com ano de fabricação da data de entrega, podendo ser modelo do ano seguinte, com as seguintes especificações mínimas: monobloco ou chassi, teto elevado e com carroceria metálica monobloco com teto elevado;
2.1.2. Motor a diesel com potência mínima de 138 cv, turboalimentado.
2.1.3. Direção hidráulica;
2.1.4. Vidros elétricos, travas elétricos e retrovisor
2.1.5. Ar condicionado com capacidade de refrigeração para a cabine e compartimento da vítima (com garantia da fabricante).
2.1.6. Freio a disco nas 4 (quatro) rodas, sistema antiblocante (ABS).
2.1.7. Freio de estacionamento.
2.1.8. Tração traseira;
2.1.9. Quatro portas, sendo uma lateral deslizante com degraus de acesso, janela corrediça, largura de 1300 mm e altura de 1600 mm;
2.1.10. Porta traseira que permita ampla abertura.
2.1.11. Porta lateral corrediça com degraus de acesso, com o sistema de trilho corrediço reforçado em aço inoxidável; sistema de suporte da porta resistente de forma a suportar as rígidas manobras de abertura e fechamento da porta, impedindo a queda da porta.
2.1.11.1. a porta lateral deverá ser posicionada na parte anterior do compartimento de carga, lado esquerdo (tendo como referência o observador de frente para o veículo), a fim de proporcionar uma parede lateral direita na parte traseira, de no mínimo 1,80m de comprimento para montagem de um baú que permita o transporte de uma eventual segunda vítima.
2.1.11.2. a porta traseira deverá possuir duas aberturas de janelas com vidros fixos (uma em cada folha da porta). Não serão aceitas janelas com aberturas de correr.
2.1.12. altura interna do compartimento de carga de 1800 mm, largura de 1600 mm e comprimento de 3100 mm;
2.1.13. Compartimento de carga com capacidade volumétrica mínima de 10m³
2.1.14. Rodado traseiro simples.
2.1.15. Capacidade mínima do tanque de combustível 70 litros.
2.1.16. Protetor de cárter.
2.1.17. Caixa de câmbio com 05(cinco) marchas a frente e uma a ré;
2.1.18. Equipamentos obrigatórios de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.
2.1.19. A viatura deverá ser pintada na cor vermelha rubi (PADRÃO CBMSC: referência tinta Rener Renodur acrílica vermelho rubi código C00M16921319401).
2.1.20. Os veículos deverão ser entregues limpos e com o tanque de combustível cheio.
2.1.21. Deverá vir com sistema de câmera de ré com tela de no mínimo 4.3", com GPS;
2.1.22. Deverá possuir rádio AM/FM/CD/Cartão SD/BlueTooth/Entrada Auxiliar, original de Fábrica
2.1.23 Deverá estar incluso no preço do veículo o contrato de manutenção paga, sendo todos os itens de revisões pagas pelo prazo de 36 meses¨.
2.1.24. Garantia mínima de 01 (um) ano, a contar da entrega do veículo.
2.1.25. De acordo com a Lei Federal nº 8.058 de 02 de julho de 1990 o veículo proposto deve ser faturado isento de IPI.
2.1.26. De acordo com o convênio ICMS/06 de 07 de julho de 2006 ratificado pelo Ato Declaratório nº 8, de 28 de julho de 2006, o Corpo de Bombeiros de Militar realizará o requerimento de solicitação para isenção do ICMS, do bem ofertado, junto a Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina, devendo assim o proponente informar em sua proposta, além do preço total do produto, o valor do imposto ICM/SC incidente sobre o produto. O vencedor do certame, deverá ainda fornecer os documentos necessários para esse fim, bem como, deverá tomar as medidas necessárias para que o desconto seja praticados.

3. KIT DE TRANSFORMÇÃO EM AMBULÂNCIA

3.1. GERAL

3.1.1. A empresa implementadora responsável pelas alterações deverá zelar pela:


3.1.1.1. Confiabilidade e adequação em estrada do veículo, não tendo efeito negativo sob as características originais de condução;
3.1.1.2. Danos subsequentes, resultantes da fixação ou instalação de componentes, como sistemas elétricos ou eletrônicos exclusivos;
3.1.1.3. Segurança funcional e liberdade de movimento de todas as peças móveis.
3.1.1.4. Todas as instalações e alterações deverão levar em consideração as informações contidas no "Manual do implementador" emitidas pela respectiva montadora.

3.2. CARROCERIA EXTERNA:

3.2.1 Deve ser instalado janela de correr na porta deslizante lateral, construída em perfis de alumínio extrudado, borracha de vedação, vidros temperados com fundo jateado ou película na cor branca com 03 (três) filetes de 01 cm (um centímetro) que permita visibilidade de dentro para fora.
3.2.2. Manter as portas traseiras de modo original.
3.2.3. Lay Out Padrão Bombeiros de SC, em vinílico auto-adesivo refletivo 3M, de alta qualidade sendo que os detalhes deverão ser seguidos conforme padrão do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina. O Lay Out Padrão Bombeiros de SC de plotagem será encaminhado à empresa ganhadora posteriormente.

3.3. CARROCERIA INTERNA:



3.3.1. Divisória da cabine do motorista com acesso livre de comunicação, sem folha de porta, construída em chapa de compensado Naval e revestida em courvim na cor do estofamento original pela parte do compartimento da cabine e em material semelhante ao restante do compartimento da carroceria (atendimento do paciente), na cor branca com reforços estruturais no batente da porta com recuo para trás o suficiente para instalação de suportes atrás dos bancos.
3.3.2. Deve ser substituído o banco duplo (original) do passageiro na cabine do motorista por um banco individual também regulável, mantendo o mesmo padrão, ergonomia e originalidade.
3.3.3 Os cantos onde houver a possibilidade de impacto com a maca e outros equipamentos, tais como, banco baú, armário lateral e compartimento do cilindro, deverão ser arredondados e protegidos com chapa de aço inox ou alumínio de 1,5 mm.
3.3.4. Revestimento interno do teto e laterais em material anti-mofo de fácil assepsia inteiriça e sem emendas na cor branca, com reforços de perfis de aço na linha automotiva, revestimento nas portas laterais do mesmo material e entre a lataria e o revestimento deve ser instalado, em todo o compartimento de atendimento, material de isolamento termo-acústico em estiropor de alta densidade com espessura entre 35 mm e 45 mm e colado com adesivo de alta resistência térmica.
3.3.5. Revestimento do assoalho do veículo em chapas de compensado naval, e deverá ser constituído por uma única peça, sem costura, sem necessidade de ser encerado de linóleo sólido, vinil ou de epóxi vazado e que garanta condições de aderência mesmo quando molhado. O revestimento devera ter uma espessura mínima de 3,5 mm e de aplicação permanente ao sub-assoalho. O material de revestimento do assoalho deverá cobrir todo o comprimento e largura da área de trabalho do compartimento. O material deverá possuir características de alto tráfego, atendendo a norma europeia EN-685 classe (34), "resistência a desinfetantes de superfície de uso hospitalar" revestido em tecido emborrachado vinílico automotivo antiderrapante em cor neutra que permita perfeita harmonia estética com os demais móveis, a escolha da cor fica condicionada em comum acordo entre a contratada e a contratante, representada pelo comandante da OBM. O material deve ser antiderrapante, inteiriço, sem emendas ou fresta para não haver infiltração de líquidos de modo a obter uma perfeita assepsia. A base dos armários, banco baú, banco giratório, fixadores, todos os equipamentos fixos que tenham contato com o piso, deverá ser aplicado vedante e acabamento com sikaflex total, além de uma barra de metal (alumínio) para maior proteção aos móveis.
3.3.6. Em todos os móveis deve ser utilizado compensado naval de 15mm de espessura com acabamento em fórmica texturizada. A empresa proponente deve fornecer garantia de 2 (dois) anos para os móveis em geral.
3.3.7. O interior do compartimento de atendimento deverá estar isento de cantos vivos. Tudo que constituir obstrução à cabeça e que possa ser perigoso a pessoas no compartimento de atendimento deverá ser almofadado. O acabamento de todo o compartimento de atendimento incluindo o interior do armário de armazenamento deverá ser construído com material liso tipo laminado, fibra ou plástico, impermeável e resistente à água, sabão e desinfetantes. Os painéis deverão ser instalados de maneira que não ocorra flexão, deflexão, empenamento ou vibração.
3.3.8. Deve ser instalado defletor para direcionar o ar condicionado para o compartimento anterior (compartimento da vítima) de forma que mantenha as características originais do ar condicionado do veículo sem a instalação de novo ar condicionado.
3.3.9. Lateral direita (atrás do Carona) deve ser instalado os seguintes móveis:
3.3.9.1. Banco Baú para acompanhantes, com cintos de segurança abdominais, onde sobre a tampa do baú deve ser instalado um assento inteiriço com espuma de espessura mínima de 30 mm, densidade 28, com 03 (três) encostos individuais, fixados na parede interna. Os encostos deverão ser de espuma injetada densidade 28, com espaldar lateral, semelhante ao encosto do banco automotivo e revestido em courvim automotivo, cintos de segurança abdominal, conforme as normas específicas para cinto de segurança o qual possibilitem a fixação adequada quando da condução de vitimas sobre o banco. Sob a tampa do baú (dentro do Banco Baú) deverão ser dimensionados locais para colocação de: 01 (uma) tala para tração de fêmur tamanho adulto e 01 (um) tamanho pediátrico, 01 (um) colete de imobilização dorso-lombar tamanho adulto e 01 (um) tamanho infantil e cobertores. As dobradiças da tampa do banco baú devem ser reforçadas e de preferência diferentes das dobradiças de armários ou de móveis. Na lateral interna do banco baú deverão ser fixados 03 (três) sistemas de travamento de cintos de segurança, para que, em uma eventualidade em que se necessite transportar outra maca em cima do banco baú, esta maca possa ser presa pelos cintos de segurança abdominais. O banco baú deverá ter uma largura máxima de 450mm.
3.3.9.2. Deverá ser instalado no banco baú, lixeiro embutido tipo U, com tampa e trava mecânica e na mesma tampa uma portinhola de acesso para jogar o lixo no compartimento, sem a necessidade de abrir a tampa principal,
3.3.9.3. Logo atrás da divisória do motorista deve ser previsto um nicho adequado para instalação de uma cadeira retrátil de rodas, presa com sistema de soltura rápida. Também deverá ser instalado um pega mão (tipo de ônibus) de aproximadamente 600 mm de comprimento no lado direito da porta lateral, em altura adequada para que uma vítima consiga se segurar e apoiar-se para adentrar a ambulância.
3.3.10. Lateral esquerda (atrás do Motorista) deve ser instalado os seguintes móveis:
3.3.10.1. Armário aéreo dividido em 03 (três) nichos, cada um com 02 (duas) portas de acrílico transparente, com trava mecânica, para acondicionamento de materiais leves (colares cervicais, encostos de cabeça, etc). O armário deverá ocupar comprimento total da lateral esquerdo veículo e ter uma altura aproximada de 300 mm.
3.3.10.3. Bancada inferior, instalada em toda a extensão da viatura, desde a parede divisória do motorista até o armário para acondicionamento do cilindro de oxigênio. A bancada deverá ter uma altura de aproximadamente 850 mm e borda superior em formato de batente com 50mm para cima, para evitar que objetos rolem e caiam da bancada. Em seu lado direito (logo após a divisória do motorista) deverá ser previsto 02 (dois) compartimentos de fácil acesso com portas e sistemas de travamento sem chave, um em cima do outro, visando o acondicionamento de materiais diversos ou de equipamento de proteção individual para combate a incêndio. Em seguida, ao lado dos dois compartimentos, deverá ser previsto, na parte inferior, 01 (um) compartimento de fácil acesso e com abertura com os cantos arredondados e sem porta, para acondicionamento de garrafas de álcool e iodo, na parte superior deverão ser previstas 02 (duas) gavetas com sistema de travamento também sem chave. Ao longo da bancada inferior, em toda sua amplitude e na parte superior da bancada inferior, deverá conter dois nichos (equidistantes) com altura aproximada de 400 mm, cada um com 02 (duas) portas de acrílico transparente, com trava mecânica, para acondicionamento de materiais.
3.3.10.4. Sobre a bancada, deverá ser dimensionado local específico para o desfibrilador, sugador elétrico e mochila contendo cilindro de oxigênio de 1 m³.
3.3.10.5. Ligando o armário aéreo à bancada deverá ser fixado um mastro para suporte de bomba de infusão no canto esquerdo da bancada, na parte central da bancada na extremidade de fora.
3.3.10.6. Na bancada inferior deve ser embutida a bateria auxiliar de 150 Ah, tendo todos os equipamentos elétricos suplementares ligados nesta, o 01 (um) inversor de potência de 1000 w e um encaixe para acondicionamento de uma maca rígida reserva (tamanho adulto) com os cintos, sendo revestido em fórmica na cor dos demais móveis, com acesso pela parte traseira da viatura. Deverá ser prevista uma abertura (logo abaixo dos nichos com porta de correr), através de porta com sistema de travamento duplo sem chave, para facilitar o acesso à bateria e ao inversor de potência em caso de manutenção. Deverá ser previsto pequenas aberturas para exaustão dos gases da bateria.
3.3.10.7. Sobre a bancada, fixada na lateral da viatura deverá ser instalar a régua de oxigenação equipadas com fluxômetro, frasco aspirador e umidificador com mascara conforme NBR 14.561 e com régua tripla de oxigênio com 03 conexões do tipo rosca normalizada para oxigênio conforme NBR 254, para uso de fluxômetro, aspirador e umidificador, juntamente com o painel de comando da parte elétrica (chaves para iluminação, exaustão e tomadas). Entre a régua de oxigenação e a parede divisória do motorista, deverá ser instalada uma saboneteira com refil de 500 ml. Logo abaixo da régua de oxigenação deverá ser fixada 01 (uma) lanterna recarregável de LED com carregador e suporte de fixação.
3.3.10.8. Logo após a bancada inferior, deverá ser instalado armário com largura aproximada de 380 mm, para acondicionamento do 01 (um) cilindro de oxigênio de 3.5m³ e 01 (um) cilindro de ar comprimido de 3.5m³, com sistema de travamento e contenção do cilindro, com tampa de fecho e trava mecânica e abertura com bordas arredondadas para inspeção do cilindro. O armário será dividido em duas partes, sendo que em sua parte inferior ficará o cilindro de oxigênio e na sua parte superior será confeccionado nicho para armazenagem de materiais diversos através de abertura com bordas arredondadas.
3.3.10.9. Deverá ser fornecido Kit de oxigenação composto por um cilindro de aço ou alumínio com capacidade mínima de 3,5 m³, manômetro ligado ao cilindro de oxigênio e com saída ligada nas mangueiras de oxigênio transadas instaladas na régua com fluxômetro. Deverá ser também fornecido conjunto completo (cilindro, válvulas, registros, manômetros, etc) para instalação do cilindro de ar comprimido à saída do aspirador na régua de oxigenação.
3.3.10.10. Na traseira da viatura, ao lado do acesso à maca rígida reserva, deverá ser instalado extintor de pó químico seco - PQS, de 4kg e com sistema de soltura rápida. Toda a parte traseira (nos locais de entrada da maca, onde há o choque da maca com o piso do veículo) deverá ser revestida por chapa de aço inoxidável de 1,5mm de espessura, dobrada a frio com o formato exato da traseira da viatura de modo que acompanhe todas as curvas e que mantenha as aberturas das luzes.
3.3.11. Centro do veículo deve ser instalado os seguintes móveis:
3.3.11.1. Banco para o socorrista instalado na cabeceira da maca retrátil, com as seguintes características: Encostos de braço móvel, base reforçada e giratória em 360° com o giro por meio de base giratória do tipo disco com trava a cada 90°.
3.3.11.2. Assento e encosto em espuma injetada, densidade 60 Kgf/m³, revestidos em courvim automotivo na tonalidade de cor predominante dos móveis. Cinto de segurança abdominal de 04 pontos, com terminal de fixação macho-fêmea na parte frontal e toda a estrutura do cinto deve ser fixada diretamente ao banco.
3.3.11.3. 01 (um) suporte para soro e sangue, construído em aço cromado, fixado no teto.
3.3.11.4. 01 (um) pega mão fixado no teto, em perfil de alumínio com suportes de fixação em polietileno e reforços estruturais em perfil de chapa dobrada.
3.3.11.5. Proteção contra impactos nas saídas das portas, com almofadas especiais, revestidas em courvin de alta resistência.
3.3.11.6. 06 Luminárias sendo 04 (quatro) luminárias de LED com duas intensidades de luz, no compartimento, com tecla de acendimento no painel de comando de forma a ligar de duas em duas luminárias. 02 (duas) lâmpadas de LED com focos direcionáveis, sobre a maca, no teto do veículo também com tecla de acendimento no painel de comando de forma a ligar.
3.3.12. Maca retrátil deve seguir o seguinte padrão:
3.3.12.1. A alavanca para engate e desengate da Maca Retrátil, deve ser fixada em dois pontos de modo a deixar a maca mais para a direita, onde no piso devem ser instalados parafusos tipo passante com porca auto travante.
3.3.12.2. A maca deve ser fornecida e instalada na viatura pela montadora contratada seguindo as instruções de instalação determinada pelo fabricante da maca.
3.3.12.3. Perfil de montagem:
3.3.12.3.1. A maca retrátil deve apresentar as seguintes características:
a. A maca deve ser montada com perfis de alumínio tubular em seção redonda e dimensionada para suportar pacientes de até 200 kg, apresentando uma capacidade mínima de carga de 300 kg, Deve ter o quadro das pernas e o quadro do leito, construídos em tubos de alumínio, com seção redonda de 25,4 e 31,75 mm de diâmetro, sendo que os tubos da estrutura do leito, das pernas e dos eixos da maca devem possuir uma espessura mínima de 3,00 mm. Os perfis de alumínio devem seguir normas de fabricação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) nº 6063, 6061 ou 6262, com temperas T5 ou T6 conforme a necessidade. As propriedades mecânicas dos perfis devem seguir a norma ABNT-NBR 7000. Os perfis devem ser encaixados com conexões de alumínio injetadas e estudadas de alta resistência em toda a estrutura da maca, para reduzirem o risco de quebra, proporcionando maior segurança e durabilidade ao equipamento. A fixação das conexões aos perfis deverá ser feita com pinos elásticos, não devendo ser utilizada solda, já que a mesma pode comprometer a estrutura da maca causando trincas, rachaduras e consequentemente acidentes. Os pinos elásticos devem ser travados com rebites tipo U, para impedir que os mesmos se movimentem com as torções que a maca sofre em sua utilização.
b. Deve possuir um espaldar regulável para elevação da cabeça, tronco e membros superiores do paciente (Movimento Fowler) com no mínimo 6 (seis) posições que variem de 0 a 90 graus. A base do sistema de elevação deve ser rígida, em material ABS para possibilitar procedimentos de RCP sobre a maca, proporcionando também maior conforto ao paciente.
c. Deve possuir alças laterais basculantes com altura mínima de 150 mm, medida a partir do leito da maca e dispositivos automáticos de acionamento em nylon na cor vermelha, que possibilitem maior agilidade nos procedimentos de resgate.
d. Deve possuir uma alça de transporte traseira basculante, para permitir a colocação de uma prancha de imobilização sobre a maca sem que a alça dificulte este procedimento.
e. Todos os cantos, bordas e cavidades devem ser arredondadas a fim de se evitarem acidentes.
3.3.13.4. Dimensões:
3.3.13.4.1. O leito deve possuir comprimento mínimo de 1900 mm e largura mínima de 560 mm, incluindo as alças laterais basculantes, conforme determinado pela norma ABNT NBR 14.561. A base do leito deve ser rígida em material ABS para proporcionar maior conforto ao paciente. A altura da maca deve ser definida pela montadora da ambulância ou pelo usuário da maca de acordo com a altura da carroçaria do veículo onde será utilizada. A medida do comprimento total mínimo da maca, tomada dos rodízios dianteiros até os rodízios traseiros quando deitada, deverá ser de 1900 mm.
3.3.13.5. Rodízios:
3.3.13.5.1. A maca deve possuir um conjunto de 4 (quatro) rodízios giratórios de material leve, revestidos em borracha, com diâmetro de no mínimo 120 mm, para facilitar seu uso em terrenos irregulares. Os rodízios devem ser dotados de sistema de freios de fácil operação. Deve possuir um conjunto de dois rodízios aéreos fixos de mesmo diâmetro, revestidos em borracha para apoio durante a colocação e retirada da maca do interior da ambulância. Os rodízios devem estar afastados adequadamente de modo a garantirem uma base estável e uma maior segurança contra tombamentos.
3.3.13.6. Colchonete:
3.3.13.6.1. O Colchonete deve ser confeccionado com espuma densidade 33 e revestido em material impermeável auto extinguível, anti-mofo, na cor preta, selado com costura eletrônica para não permitir a infiltração, a contaminação e que possa ser lavado facilmente. As dimensões do colchonete deverão ser iguais às medidas do leito, com espessura de 70 mm. O colchonete também deve ser bipartido para permitir a passagem dos cintos de segurança sob os ombros do paciente.
3.3.13.7. Cintos de Segurança:
3.3.13.7.1. A maca deve possuir 3 (três) cintos de segurança, sendo um na altura do peito, um na altura da bacia e um para as pernas, de forma a prevenir que o paciente tenha movimentos longitudinais, transversais, ascendentes e descendentes sobre a maca. O cinto localizado no peito do paciente deve contar com 2 (dois) cintos de ombro que deverão ser acoplados em conjunto com o cinto do peito formando um cinto de 4 (quatro) pontas, aumentando a segurança e minimizando o movimento para frente do paciente durante uma frenagem brusca ou em acidente com impacto frontal. As correias de imobilização devem ser fabricadas em nylon ou poliéster de fácil higienização com largura mínima de 48 mm, possuir fivelas metálicas com revestimento em PVC e sistema de engate rápido. Os cintos devem ser na cor vermelha para serem de fácil visualização e confeccionados com uma das extremidades de tal forma que permita ser prendido na maca em forma de laço possibilitando que o cinto seja removido para lavagem ou manutenção e instalado de forma rápida.
3.3.13.8. Capacidade de Carga:
3.3.13.8.1. A maca deve ter uma capacidade de carga mínima de 300 Kg, porém o fabricante deve apresentar laudo executado por profissional qualificado e habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia (CREA) comprovando que o equipamento suporta uma carga, no mínimo o dobro do peso estabelecido como capacidade de carga, distribuída de forma uniforme em toda sua estrutura.
3.3.13.9. Mecanismos de retração das pernas:
3.3.13.9.1. A maca deve possuir um mecanismo na parte inferior do leito, próximo à alça de transporte traseira, que possibilite a retração das pernas. O mecanismo de retração deve ser único, com sistema de segurança anti queda, e nas rodas sistemas de travamento tipo "stop turn". A maca deve ser acionada individualmente e permitir sua utilização por apenas uma pessoa.
3.3.13.10. Sistema de travamento da maca ao veículo:
3.3.13.10.1. Deve ser fornecido juntamente com a maca um sistema central de fixação estável, com sistema de engate rápido de fácil acesso e manipulação. Este sistema deve fixar a maca com rodas à carroçaria do veículo de resgate, sem a necessidade de caneleta guia ou plataforma no interior do veículo. Deve possuir um guia frontal para permitir o perfeito acoplamento da maca e batentes frontais com resistência para suportar o impacto da maca no momento de colocá-la no interior do veículo ou em caso de acidente. O material utilizado no sistema de travamento pode ser de alumínio ou aço, desde que atenda os limites mínimos de resistência e segurança. O dispositivo de fixação instalado para ancoragem da maca com rodas deve ser ensaiado para atender a norma internacional AMD STD 004, como descrito na norma ABNT NBR 14.561. O fabricante deve apresentar um laudo de ensaios de tração longitudinal, lateral e vertical para cima, feitos por profissional qualificado e habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia (CREA) comprovando a resistência do sistema de travamento. O sistema deve suportar uma carga de 1000 kgf nos três sentidos acima especificados. O sistema de travamento deve ser construído com dimensões compatíveis com a maca de forma a não raspar ou bater em nenhuma parte da maca durante sua colocação e retirada da ambulância.
3.3.13.11. Suporte de soro e sangue:
3.3.13.11.1. Deve acompanhar a maca, um suporte de soro e sangue telescópico de fácil manuseio, que possa ser acoplado junto à estrutura da maca durante sua utilização e que possua um compartimento específico para sua armazenagem quando fora de uso.
3.3.13.12. Compartimento para cilindro de oxigênio e suporte de soro:
3.3.13.12.1. A maca deve possuir, na parte dianteira abaixo do espaldar, um compartimento para a colocação de um cilindro de oxigênio de alumínio de 3,9 litros, com orifícios que permitam a visualização do manômetro e a regulagem da válvula tipo Yoke, bem como alojar o suporte de soro e sangue de forma que possa ser facilmente manuseado.
3.3.13.11. Certificado de Garantia:
3.3.13.11.1 O equipamento deve possuir um certificado de garantia contra defeitos de fabricação com instruções de procedimento e termos de garantia de 24 meses contados a partir da emissão da nota fiscal de venda, ou garantia de fábrica de 12 meses e mais 12 meses de garantia estendida.
3.3.13.12. Identificação:
A maca deve possuir uma etiqueta de identificação do fabricante com CNPJ, telefone e número serial para rastreabilidade.
3.3.13.13. quantidade: 01 maca retrátil

3.4. SISTEMA ELÉTRICO, SINALIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO:



3.4.1. na parte superior da viatura: Barra sinalizadora de emergência em formato de arco ou similar, de perfil baixo e aparência discreta, com módulo único e lente inteiriça, com comprimento entre 1.000 mm e 1.300 mm, largura entre 250 mm e 500 mm e altura entre 70mm e 110 mm.
3.4.2. Sistema luminoso composto por módulos constituído por 116 ou 164 Led´s de alto brilho próprios para iluminação, com potência não inferior de 1 W cada Led, cúpula injetada em policarbonato na cor RUBI, resistente a impactos, descoloração e com tratamento UV, com garantia de 05 anos. Dotado de lente colimadora em plástico de engenharia com resistência automotiva e alta visibilidade, sendo diretiva nos módulos centrais e difusora nos módulos laterais. Alimentados nominalmente com 12 Vcc. Com no mínimo 14 módulos, distribuídos equitativamente por toda a extensão da barra, de forma a permitir total visualização, sem que haja pontos cegos de luminosidade, desde que o "design" do veículo permita.
3.4.3. Cada LED deverá obedecer a especificação a seguir descrita:
3.4.3.1. cor predominante: Vermelho, com comprimento de onda de 620 a 630 nm;
3.4.3.2. intensidade luminosa de cada Led de no mínimo 40 Lumens; e
3.4.3.3. categoria: AlInGaP.
3.4.4. O sinalizador visual deverá ser controlado por controle central único, dotado de micro processador ou micro controlador, que permita a geração de lampejos luminosos de altíssima frequência, com pulsos luminosos de até 25 ms. O circuito eletrônico deverá gerenciar a corrente elétrica aplicada nos Leds através de PWM (Pulse Width Modulator), o PWM devendo garantir também a intensidade luminosa dos Leds, mesmo que o veiculo esteja desligado ou em baixa rotação, garantindo assim a eficiência luminosa e a vida útil dos Leds. O consumo máximo da barra nas diversas funções dos Leds, não deverá ultrapassar 5 A, na condição de alimentação nominal.
3.4.5 O módulo de controle deverá possuir capacidade de geração de efeitos luminosos que caracterizem o veículo parado, em deslocamento e em situação de emergência e até mais 05 outros padrões de "flashs" distintos ou outras funções de iluminação a serem definidos/utilizados no futuro, sem custos adicionais, os quais deverão ser acionados separados ou simultaneamente no caso de se utilizar LED e dispositivos de iluminação não intermitentes (luzes de beco e/ou frontais).
3.4.6. O sistema de controle dos sinalizadores visual e acústico deverá ser único, permitindo o funcionamento independente de ambos os sistemas. Deverá ser instalado em local específico quando este for solicitado (console) ou no local originalmente destinado à instalação de rádio possibilitando sua operação por ambos os ocupantes da cabina.
3.4.7. O equipamento deverá possuir sistema de gerenciamento de carga automático, gerenciando a carga da bateria quando o veiculo estiver com o motor desligado desligando o sinalizador se necessário, evitando assim o descarregamento excessivo da bateria e possíveis falhas no acionamento do motor.
3.4.8. O sistema deverá possuir proteção contra inversão de polaridade, altas variações de tensão e transientes, devendo se desligar, preventivamente, quando a tensão exceder valores não propícios.
3.4.9. dispositivo sonoro de emergência: composta de sirene eletrônica e duas unidades sonofletoras com capacidade individual de 100 (cem) watts e, no mínimo, quatro tipos de sons independentes. As unidades sonofletoras devem ser instaladas o mais à frente possível no veículo, voltadas para a dianteira, e a uma altura adequada do piso. Adicionalmente, deverá ser fornecida uma sirene eletropneumática bitonal, com tons FÁ-DÓ, dotada de compressor e cornetas;
3.4.9.1. o sistema de controle dos sinalizadores visual e acústico deverá ser único, permitindo o funcionamento independente de ambos os sistemas. Deverá ser instalado em local específico quando este for solicitado (console) ou no local originalmente destinado à instalação de rádio possibilitando sua operação por ambos os ocupantes da cabina.
3.4.9.2. o equipamento deverá possuir sistema de gerenciamento de carga automático, gerenciando a carga da bateria quando o veiculo estiver com o motor desligado, desligando o sinalizador se necessário, evitando assim o descarregamento excessivo da bateria e possíveis falhas no acionamento do motor.
3.4.9.3. o sistema deverá possuir proteção contra inversão de polaridade, altas variações de tensão e transientes, devendo se desligar, preventivamente, quando a tensão exceder valores não propícios.
3.4.9.4. o equipamento não poderá gerar ruídos eletromagnéticos ou qualquer outra forma de sinal, que interfira na recepção dos transceptores (rádios), dentro da faixa de freqüência utilizada pela Polícia e/ou Corpo de Bombeiros.
3.4.10. Sinalizador Linear traseiro, posicionado em cima do teto traseiro, com lentes em policarbonato injetado, formato retangular, na cor laranja ou vermelho com dispositivos de iluminação sequenciais.
3.4.11. Farol de embarque direcional, 02 (dois) instalados na traseira superior do veiculo e 01 (um) instalado na lateral direita logo acima da porta lateral.
3.4.12. Conjunto de 08 Strobos tipos led`s na cor branca, em formato triangular ou retangular, com alta luminosidade, com acabamento protegido a infiltrações, selado e resistente às intempéries, sendo 04 (quatro) localizados na grade frontal ao lado dos faróis dianteiros e 04 (quatro) na traseira localizados ao lado das portas traseiras em meia altura e na parte superior da porta no limite superior, com flashes quádruplos na frequência de 90 flashes por minuto.

3.4.13. Lanternas Sequenciais com lâmpadas de led's, com conjunto de 6 led's em formato linear ou triangular, com alta luminosidade, com acabamento liso preto ou cromado, protegido a infiltrações, selado e resistente às intempéries, na cor vermelha e branca, posicionadas 03 (três) em cada lateral do veiculo.


3.4.14. Bateria Auxiliar de 150 Ah tipo selada, de alto ciclo, instalada em ambiente (sob a bancada inferior lado esquerdo) ventilado de fácil acesso para a manutenção e com capacidade suficiente para manter todos os acessórios elétricos funcionando ao mesmo tempo.
3.4.15. Interligação de a bateria auxiliar com o alternador do veículo com sistema de bloqueio da carga da bateria original do veículo. Todo o sistema elétrico do implemento será ligado na bateria suplementar.
3.4.16. Instalação no compartimento do paciente de um sistema de exaustor forçado exaustores instalados no teto com perfeita vedação forçando a entrada e saído de ar para eliminação de odores no compartimento do paciente composto de 02 (dois) ventiladores, sendo 01 (um), sobre o socorrista entrada de ar e 01 (um) traseiros com a função de exaustão de ar para retirada de odores). O acionamento deve ser por duas chaves de acionamento no painel elétrico principal, sendo que cada chave liga um único exaustor.

3.4.17. Instalação de Painel de Controle Central com sistemas elétricos separados, identificados e corretamente dimensionados através de MAXI fusíveis, Tomadas 220 volts, externa e Tomadas 12 volts. Instaladas na bancada, com identificação das funções.


3.4.18. Cabos elétricos superdimensionados, antichama, com conduítes de fácil acesso para a manutenção, com terminais clipados nas pontas dos fios, de acordo com as normas da ABNT.

3.5. OUTROS EQUIPAMENTOS:


3.5.1. Cadeira de Rodas de Resgate articulada:
3.5.1.1. Fornecimento de cadeira de rodas de resgate, padrão Sitmed, com as seguintes especificações:
3.5.1.2. Deve ser desenvolvida para uso em áreas limitadas como: elevadores, escadarias, corredores estreitos e locais de difícil acesso.
3.5.1.3. A cadeira de rodas deve ser montada com perfis de alumínio tubular em seção redonda e dimensionada para suportar pacientes com capacidade mínima de carga de 160 kg. Cinto de segurança com sistema de engate automotivo de 04 (quatro) pontas.
3.5.1.4. Sistema off road com rodas de 7.5 polegadas de diâmetro, para facilitar o transporte em terrenos irregulares.
3.5.1.5. Deve possuir 04 (quatro) manetas de borracha para facilitar o transporte, 02 (duas) manetas com sistema extensor para transporte em escadarias, com sistema ágil de abertura e fechamento.
3.5.1.6. Deve apresentar sistema completo para ancoragem em veículos de resgate, além de sistema de dobra para armazenamento em espaços limitados. O equipamento deve ser extremamente versátil e prático, para efetuar a abertura e o fechamento, bem com acondicionamento, podendo assim ser aplicado nas mais diversas situações de resgate e remoção.
3.5.1.7. Apoio lateral para braços em PU de alta qualidade.
3.5.1.8. Bolsa para objetos, cintos e compartimento de acessórios que possibilitam uma rápida ação, e maior agilidade no atendimento.
3.5.1.9. quantidade: 01 cadeira de rodas de resgate articulada.
3.5.2. Degrau auxiliar nas portas do caroneiro, lateral direita e traseira do furgão.
3.5.3. Para-choque de Impulsão para o veículo ambulância, confeccionado em tubos de aço na cor preta.
3.5.4. Rádio comunicador
3.5.4.1. A viatura deverá possuir um rádio transceptores móveis VHF/FM, com display alfanumérico de no mínimo 8 caracteres, sintetizado com programação de frequência em memória do tipo EEPROM, ou similar, sendo a programação feita através de microcomputador PC-XT/AT, ou em Kit próprio de programação, o rádio deve ser instalado no painel da viatura com as seguintes especificações:
3.5.4.1.1. ser homologado pela ANATEL.
3.5.4.1.2. faixa de operação mínima entre 148 Mhz a 174 Mhz;
3.5.4.1.3. potência de saída de radiofrequência mínima de 40 watts;
3.5.4.1.4. potência de saída de áudio mínima 1,5 watts;
3.5.4.1.5. códigos silenciadores, programáveis, para evitar transmissões indesejadas;
3.5.4.1.6. funções programáveis: scan, bloqueio de canal ocupado, temporizador de transmissão;
3.5.4.1.7. sistema de sinalização com capacidade de codificar e decodificar as seguintes funções:
3.5.4.1.8. identificação de rádio (ID);
3.5.4.1.9. chamada seletiva de voz; e
3.5.4.1.10. teste remoto de rádio;
3.5.4.1.11. capacidade de memória mínima de 32 canais programáveis por micro computador PC , ou Kit próprio de programação;
3.5.4.1.12. espaçamento mínimo entre canais de 20 Khz;
3.5.4.1.13. microfone compacto com suporte;
3.5.4.1.14. alto-falante embutido no corpo do rádio;
3.5.4.1.15. cada transceptor deverá acompanhar:
3.5.4.1.16. antena tipo Wip, ¼ onda, com 5 metros de cabo coaxial e conectores compatíveis com o rádio;
3.5.4.1.17. kit de suporte e fiação para instalação em automóveis; e
3.5.4.1.18. manual de operação, programação e manual técnico do rádio escritos em português;
3.5.4.1.19. kit de programação compatível com o rádio (software, interface, cabos e conexões), por lote de rádio adquirido;
3.5.4.1.20. ter garantia de 24 meses.

4 - VISITAS TÉCNICAS


4.1 Deverá ser previsto pela empresa 02 (duas) visitas técnicas, sendo a primeira no início da execução do serviço, a segunda na fase complementar (do acabamento). Esta visita técnica será composta por 03 (três) Bombeiros Militares da 3ª CBM, sendo que todas as despesas (deslocamento aéreo, hospedagem e alimentação), deverão correr por conta da contratada.
4.2 A hospedagem será de no mínimo um pernoite em hotel de conceituado nome e que ofereça conforto, comodidade e segurança aos bombeiros (se houver necessidade de mais de um pernoite a empresa também deverá arcar com esse custo para a conclusão dos trabalhos, de acordo com estas especificações técnicas).
4.3 Deverá ser prevista pelo menos 03 (três) refeições para cada Bombeiro. No caso de deslocamento aéreo, a empresa será responsável pela transferência dos Bombeiros do aeroporto até o hotel e do hotel até o aeroporto quando do término da visita, bem como será responsável pelo deslocamento dos Bombeiro do hotel até a empresa e vice versa quando no final de etapa da visita.
4.4 Caso não tenha linha aérea para a cidade sede da empresa transformadora (onde a viatura estará sendo equipada), o deslocamento poderá ser com viatura BM, sendo que o custo de combustível da ida e da volta correrá por conta da contratada. Obs: no caso de deslocamento com viatura do Corpo de Bombeiros Militar a empresa deverá realizar o depósito antecipado do valor corresponde ao combustível a ser utilizado para o deslocamento

5 - ASSISTÊNCIAS TÉCNICAS:


A contratada deverá possibilitar assistência técnica, durante o período de garantia e que deverá estar explicitada na proposta, em concessionária autorizada, cuja distância entre a referida concessionária e a cidade em que o veículo esteja lotado/vinculado, conforme anexo VI, não seja superior a 150 (cento e cinquenta) quilômetros. Será admitida a participação de empresa cuja distância entre a concessionária e 01 (uma) das cidades dispostas no referido anexo seja superior a 150 (cento e cinquenta) quilômetros, desde que tenha a capacidade técnica-operacional de atendimento através de unidade volante em até 24 (vinte e quatro) horas após acionada pela contratada.
Garantia de atendimento em todas as oficinas autorizadas pela marca no Estado de Santa Catarina, em caráter de urgência.

Valor: R$ 344.000,00 (trezentos e trinta e quatro mil reais).

Prazo de Execução: 120 (cento vinte) dias após a emissão da Autorização de Fornecimento. Local para entrega: Corpo de Bombeiros de Rio do Sul, Al. Bela Aliança, bairro Jardim América, correndo o frete, a carga e a descarga por conta e risco da Contratada;
Condições de Pagamento: até 30 (trinta) dias após os seguintes procedimentos e a apresentação dos documentos:

Recurso: Próprios/Funrebom

Fundamento Legal: Parágrafo único do Art. 61 da Lei de Licitações nº 8.666/93 e suas alterações posteriores.

Rio do Sul/SC, 07 de abril de 2015.



GARIBALDI ANTONIO AYROSO

Prefeito de Rio do Sul

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