Ricki and the flash: de volta pra casa



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RICKI AND THE FLASH: DE VOLTA PRA CASA

Informação de Produção
Meryl Streep encara uma personagem completamente diferente – uma cantora e guitarrista de hard rock – para o diretor ganhador do Oscar®, Jonathan Demme, e a roteirista ganhadora do Oscar®, Diablo Cody, em Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa (Ricki & the Flash). Streep protagoniza o filme original repleto de apresentações musicais no papel de Ricki Rendazzo, uma grande guitarrista que cometeu um mundo de erros para seguir seus sonhos de alcançar o estrelato no rock ‘n’ roll. Em sua volta para casa, Ricki tem uma oportunidade de redenção e uma chance de reparar seus erros, conjugando a música com a família. Streep coestrela com sua filha na vida real, Mamie Gummer; com Rick Springfield, como um dos integrantes da banda, The Flash, apaixonado por Ricki; Kevin Kline, como o ex-marido de Ricki; e Audra McDonald, como a nova mulher de Kline. 
TriStar Pictures apresenta em associação com LStar Capital, uma produção Marc Platt / Badwill Entertainment, Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa (Ricki & the Flash). O filme é estrelado por Meryl Streep, Kevin Kline, Mamie Gummer, Audra McDonald, Sebastian Stan e Rick Springfield. Dirigido por Jonathan Demme. Produzido por Marc Platt, Diablo Cody, Mason Novick e Gary Goetzman. Escrito por Diablo Cody. Os produtores executivos são Ron Bozman, Adam Siegel, Lorene Scafaria e Ben Waisbren. O diretor de fotografia é Declan Quinn, ASC. O desenhista de produção é Stuart Wurtzel. Montado por Wyatt Smith, ACE. Os figurinos são de Ann Roth.
Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa recebeu classificação PG-13 da Motion Picture Association of America pelo tema do material, breve conteúdo de drogas, sexualidade e pela linguagem. O filme foi lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 07 de agosto de 2015.
SOBRE O FILME
“Todos temos alguma parte do nosso passado que gostaríamos de poder mudar”, afirma o diretor Jonathan Demme, que assume a direção do novo filme, Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa. Ricki, que adquire vida através do desempenho inesquecível de Meryl Streep, é uma exímia guitarrista e mãe roqueira que carrega um grande remorso pelos erros do seu passado e que agora terá a oportunidade de repará-los. “Quando Ricki vê a filha enfrentar grandes problemas”, acrescenta Demme, “ela entende que se trata de uma oportunidade para se redimir de alguma maneira e compensá-la por todas as más decisões que ela tomou no passado”.
“Todos temos que viver com os nossos erros”, afirma Streep. “Acho que ela gostaria que seus filhos gostassem mais dela e a compreendessem – creio que ela convive com esse remorso – mas ela tem uma visão bastante realista da situação. Ricki vive o momento – ela age seguindo impulsos que lhe parecem irrefreáveis. É um alívio interpretar alguém que não age como todos pensam que ela deveria ser. Sua mensagem é: ‘Não posso evitar ser como sou”.
“Ricki Rendazzo é, definitivamente, uma Meryl Streep nunca antes vista”, continua Demme. “Meryl tem encarado riscos incríveis em seus desempenhos. Dando vida à personagens famosas ou à bruxa aterrorizante de Caminhos da Floresta (Into the Woods), ela tem feito muitas personagens radicais. Neste filme, Ricki tem seus extremos, mas Meryl os interpreta de uma forma muito realista – uma cantora e guitarrista autêntica, uma mulher verdadeiramente do século 21”.
“Não há adornos bonitos – você sente que são pessoas reais”, acrescenta Streep. “São dilemas reais, complicados, duros e conturbados. Acaba sendo divertido, mas também é de cortar o coração”.
Ricki Rendazzo nasceu na mente de Diablo Cody, a roteirista ganhadora do Oscar® com Juno e Jovens Adultos (Young Adult) e com a série televisiva, The United States of Tara.
“Quando li o roteiro pela primeira vez, os personagens me atraíram – especialmente a jornada da Ricki e sua relação com a filha, com o ex-marido e com seu novo namorado”, afirma Marc Platt, um dos produtores do filme. “Encerrei a jornada me sentindo muito comovido, extasiado. Para mim, esse é o barômetro para decidir se quero ou não me envolver: eu reajo de forma visceral ao ler o roteiro? E foi o que aconteceu. Ele deixou algo real em meu coração logo à primeira leitura”.
Cody afirma que a inspiração para uma personagem tão original veio, na verdade, da vida real e do seu círculo íntimo. “A personagem Ricki foi inspirada na minha sogra, Terry, que é cantora e líder de uma banda de rock de Jersey Shore, chamada Silk and Steel”, conta Cody. “Terry é avó de seis netos e continua aí, cantando todos os fins de semana, em um bar, e simplesmente eletrizando o público. O rock ‘n’ roll é a sua vida, e acho que é provável que haja pessoas em sua vida que tenham achado ridículo uma mãe e avó fazendo essas coisas; mas ela não liga a mínima. Eu adoro esse seu lado”.
Com o roteiro original da Cody em mãos, o produtor Marc Platt conseguiu trazer Streep para o papel-título. “Eu conheço Meryl Streep há muitos e muitos anos e, sabendo do seu amor por desempenhos musicais, eu soube, no ato, que essa era uma personagem que a Meryl gostaria de interpretar”, explica Platt. “Eu estava em Londres rodando Caminhos da Floresta (Into the Woods) com a Meryl e, um dia, eu lhe disse: ‘Tenho algo que considero realmente especial e que gostaria que você lesse’. Dada a sinceridade contundente com que Diablo Cody criou a Ricki, não me surpreendeu quando a Meryl voltou algumas semanas depois e disse: ‘Lembra daquele roteiro que você me deu? Eu o adorei’. O resto foi muito fácil”.
No filme, Ricki Rendazzo deixa sua casa em Los Angeles para estar junto à sua filha, Julie, que está passando por uma crise. Ricki troca seu mundo do rock ‘n’ rol pelo estado de Indiana e pela vida que deixou para trás quando ainda era “Linda Brummell”, esposa e mãe de três filhos. Entretanto, observa Cody, por mais que Ricki queira se redimir, ela ainda quer fazer isso à sua própria maneira. “Ricki é Ricki”, afirma ela. “Antes, ela era Linda Brummell, a mulher do Pete. Era mãe e vivia em Indiana. Ela não quer ser voltar a ser essa mulher; ela se sente muito segura sendo Ricki”.
Ao escrever um roteiro sobre uma personagem que reinventou a si mesma com uma imagem pública inteiramente nova, Cody escreve sobre uma matéria que ela conhece bem. “Digamos que eu tenho um conhecimento bem profundo do que é ter uma imagem pública diferente da pessoa que se é, originalmente”, diz Cody, rindo. “Eu tenho esses dois capítulos distintos na minha vida – tenho a Brook, do centro-oeste dos EUA, e a Diablo Cody, de Los Angeles, que é quem eu tenho sido nos últimos oito anos. Às vezes, tenho dificuldade para integrar essas duas identidades e, por isso, eu compreendo como a Ricki se sente”.
Ao interpretar esse papel, Streep teve a oportunidade de contracenar com sua filha, a atriz Mamie Gummer (Cake: Uma Razão Para Viver [Cake], Terapia de Risco [Side Effects]). Uma história de mãe e filha em sua essência, a emoção resultante da sua relação na vida real dá ao filme ainda mais força. Demme insistiu que as duas não se falassem longe das câmeras. Muito unidas na vida real, seu distanciamento no filme é tão evidente quanto sua semelhança física. A genética real acrescenta ao filme um nível raro de realismo.
“Mamie é muito dramática e sempre foi, desde os três anos de idade – ou talvez desde os três meses – então, há muito tempo que nós contracenamos”, afirma Streep. “Eu tenho um grande respeito por ela e por sua disposição para o despojamento. É duro entrar nesse ramo e ainda mais com uma mãe tão conhecida em Hollywood, mas os jovens têm uma visão singular dos pais, que é não colocá-los em um pedestal. Então, encontrar uma maneira de se enfurecer comigo, e sentir raiva, não foi nenhum problema”.
Streep diz que o distanciamento entre as personagens da mãe e da filha se deve, em parte, ao fato de serem muito parecidas. “Ambas rapidamente entram em atrito”, afirma Streep. “Ambas veem as coisas de fora; as duas creem que têm razão. Tal mãe tal filha. Ambas vivem suas verdades, sem desculpas”.
O diretor Jonathan Demme é o encarregado de amarrar todas as pontas do filme. “Se já existiu algum roteiro propício para Jonathan Demme dirigir, seria Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa”, afirma Platt. “Pense na obra do Jonathan – ele é brilhante com atrizes e papéis femininos. Ele fez alguns dos melhores filmes com grupos musicais – ele viveu no mundo do rock. Seus filmes tratam da diversidade, da tolerância e de pessoas diferentes de diversas camadas da sociedade buscando uma vida juntas. Ele era a escolha inevitável. Então, quando ele me ligou e disse: ‘Tenho que dirigir este filme’, soou como música para os meus ouvidos, mas não me surpreendeu”.

SOBRE A BANDA…
“Eu descobri muito cedo que o Jonathan queria fazer toda a música ao vivo, o que me chocou”, afirma Cody. “Sempre que eu trabalhei em um filme onde havia música, tínhamos a trucagem falsa de Hollywood – playbacks, números dublados, fingir que se tocava guitarra. Eles fazem assim por ser muito mais fácil. Mas não é dessa forma que Jonathan Demme trabalha. A The Flash se tornou uma banda real. Tudo o que se vê e se ouve é real. Meryl está cantando e tocando guitarra. Eles são uma banda. Sem dúvida, é o aspecto mais legal do filme”.
Então, embora Streep fosse a primeira, a melhor e a única escolha para interpretar o papel, ela teria que aprender a tocar guitarra para dar vida a Ricki. Desde o princípio, a visão de Demme para o filme era formar uma banda real. “Com esse tipo de filme sustentado pelos personagens, temos que fazer com que eles pareçam reais para os espectadores”, afirma ele. “Nunca me ocorreu fazer outra coisa que não fosse montar uma banda de verdade. O habitual é que a banda finja estar tocando e aí você sobrepõe uma faixa perfeita gravada anteriormente, mas eu não queria fazer isso. Eu queria formar essa grande banda, com a Meryl à frente, se apresentando e tocando de verdade”.
Streep, que já era uma cantora talentosa, ensaiou durante meses para tocar guitarra. “Inicialmente, eu comecei aprendendo em um violão com um professor de Nova York e, aproximadamente um mês depois, passei a usar uma guitarra elétrica”, explica Streep. “Depois disso, trabalhei praticamente todos os dias com Neil Citron, que é um professor de guitarra genial. Ele pôs a Telecaster nas minhas mãos e me ensinou muitos pequenos truques que os roqueiros usam, acordes, transições rápidas e coisas do tipo”.

 

Ela afirma que lhe pareceu mais fácil tocar a guitarra elétrica, “mas seus erros ficam muito mais altos. Com um violão, você engana. Com uma guitarra elétrica, você tem que realmente assumir a nota errada, pois ela ecoa pelo salão! Foi muito divertido”.


“Não duvidei nem por um segundo que a Meryl se converteria em uma guitarrista de acompanhamento excelente, porque sei que é um monstro da pesquisa”, afirma Demme. “Ela se empenha tanto nos meses que antecedem uma filmagem quanto quando está rodando um filme”.
Ao lado de Ricki, como guitarrista solista, Demme escalou a lenda do rock, Rick Springfield. Mais conhecido por seus sucessos dos anos 80, a carreira de Springfield tomou uma nova dimensão com papéis multifacetados e complexos como ator.
“O papel de Greg tinha definitivamente um duplo desafio”, afirma Demme. “Precisávamos de um ator fantástico capaz de se equiparar a Meryl Streep, mas também um autêntico virtuoso da guitarra. Eu estava apreensivo com a escalação de um bom Greg. A missão dos nossos ótimos diretores de elenco, Bernard Telsey e Tiffany Little Canfield, foi encontrar um ator que soubesse tocar guitarra e fosse capaz de se superar. A ideia era encontrar alguém dentro daquela faixa etária, eu estava disposto a ver qualquer um. E então, chegou Rick Springfield, nós o conhecemos, ele é muito agradável, e aí ele começou a tocar e foi sensacional”.
Posteriormente, Springfield teve uma segunda reunião com Streep – um encontro para garantir que os dois atores teriam química juntos. “Há uma amabilidade autêntica que emana dele, e ele fez com que Meryl se abrisse a coisas que ela desconhecia até então. Ele chegou sabendo que seria fantástico naquele papel. Sabia que seria uma oportunidade emocionante de contracenar com Meryl Streep, de ser um dos integrantes da banda, mas, além disso, também de interpretar um personagem muito complicado”, explica Demme. “Quando ele foi embora, nós pensamos: ‘Ai, meu Deus, nós acabamos de achar o melhor Greg do mundo’”.
“Rick é muito ativo e presente, como pessoa, artista e ator”, diz Streep. “É uma bela qualidade e necessária para o Greg, porque ele é um personagem terno. Ele é o guitarrista solo da The Flash, mas também aspira ser o homem da vida Ricki. Tudo o que o Greg quer é que ela assuma o relacionamento deles, mas a Ricki tem muita hesitação em se comprometer e ela não está segura se poderá fazer isso com sinceridade”.
“Greg é um bom guitarrista que nunca conheceu, de fato, o sucesso”, conta Springfield. “Ele teve um pequeno êxito inicial, porém nunca chegou realmente a lugar nenhum. Mas ele ama tocar e ama a Ricki há bastante tempo. Ele está frustrado com sua atitude evasiva e hesitação em se comprometer, mas ama tocar música com ela – é isso o que os une. Eles compartilham a mesma paixão pela música”.
O maior desafio de Springfield ao interpretar o papel? “Não ficar constantemente pensando: ‘Ai, meu Deus, é a Meryl Streep!’”, brinca ele. Brincadeiras a parte, Springfield está acostumado a dominar os palcos como astro do rock, mas o papel de Greg exigiu ceder à Ricki a liderança da The Flash. “Eu gosto de ser o centro das atenções”, admite ele, “por isso, para interpretar o papel de coadjuvante, tomei como referência um amigo meu, que tem esse mesmo tipo de relação com a mulher dele nos palcos. Foi por acaso que eu os vi e meio que construí meu personagem com base nessa relação. É um processo emocional que nos leva a construir nosso personagem como faríamos com qualquer interpretação. Você se liga àquela pessoa através de seja qual for o processo e isso o guia na sua forma de reagir e trabalhar”.
É interessante ressaltar que Springfield e seu personagem compartilham um grande amor por um instrumento específico. “No roteiro, Greg tem uma Gibson ‘68 SG. E eu, na realidade, tenho uma ‘69 SG, que comprei nova em 1970 e que está comigo desde então. Foi minha guitarra principal nos meus primeiros discos. Eu sempre tocava com ela e nela compus muitas da minhas primeiras canções, incluindo ‘Jessie’s Girl’. Então, é uma guitarra muito importante para mim. Eu mencionei isso ao Jonathan e ele disse: ‘Temos que usá-la’. Senti uma ligação com aquela guitarra”.
Acompanhando Springfield para formar a The Flash estão três músicos lendários:


  • Bernie Worrell, membro-fundador da Parliament-Funkadelic, que também tocou com os Talking Heads e é membro do Rock and Roll Hall of Fame, toca teclados;

  • Rick Rosas – mais conhecido como “Rick the Bass Player” – o baixista que já tocou com Neil Young, Joe Walsh, Crosby, Stills, Nash & Young, Jerry Lee Lewis, Johnny Rivers, Ron Wood e Etta James, e que morreu no final do ano passado, pouco após o encerramento das filmagens; e

  • Joe Vitale, um colaborador de longa data de Joe Walsh e o bateirista original da turnê de Crosby, Stills & Nash, na bateria.

Nas semanas que antecederam as filmagens, Ricki and the Flash, agora uma banda, se dedicaram a um intenso período de ensaios. Segundo Springfield, esse período lhes serviu tanto para se integrarem enquanto uma banda, como para ensaiar os números musicais. “Todos são grandes músicos. As músicas já soavam bem e coesas desde o primeiro dia. Todos os músicos sabiam o que estavam fazendo. E foi emocionante ver a dedicação da Meryl – é muito difícil tocar um instrumento que você nunca tocou antes e ainda cantar – é realmente difícil. Ela foi fantástica e de uma dedicação incrível. Nós nos reunimos e ensaiamos durante duas semanas. Fazíamos as refeições juntos e começamos o processo nos perguntando: ‘Como seria se realmente fôssemos uma banda? Vamos comprimir seis anos em duas semanas e ver se podemos fazer com que funcione’”.


“Aprender a tocar guitarra foi divertido, mas foi uma empreitada pessoal e aí, de repente, o Jonathan disse: ‘Vamos ter duas semanas de ensaios para soarem como uma banda’. Eu pensei, duas semanas?! Duas semanas para nos tornarmos uma banda?”, relembra Streep. “Não parecia tempo suficiente, mas todos aqueles caras foram sensacionais. Eles foram muito gentis e complacentes comigo de início, porque eu realmente não conseguia acompanhá-los. Depois, em torno do sexto dia, pegamos o ritmo e aí não conseguíamos mais parar de tocar. A gente tocava e tocava e tocava, e eu realmente entendo por que a Ricki nunca quis renunciar a isso, porque é muuuuito divertido”.
Os ensaios foram tão intensos que a banda excluiu das sessões qualquer pessoa de fora – até mesmo o próprio Demme. “Me pareceu justo”, diz Demme, rindo. “Quando eu finalmente compareci, três semanas mais tarde, e entrei na pequena sala onde tocavam, eles estavam sobre o palco e lá estava Meryl Streep, bem no centro, como se tivesse estado fazendo aquilo a vida toda. Foi alucinante, e a única coisa mais emocionante foi quando começamos a filmar e os vimos tocar ao vivo diante do público”.
Para Demme, esse foi um momento crítico e não necessariamente como ele esperava. “Eu não tinha me dado conta de que, quanto tocamos diante do público, haveria a energia adicional dos nossos dançarinoss no filme – nada supera dançar com música ao vivo. Foi alucinante ver as pessoas se levantarem e dançarem ao ritmo do que a banda Ricki and the Flash tocava”.
Ricki and the Flash é uma banda cover, então, Demme e seus colaboradores selecionaram uma lista de canções conhecidas que deveriam servir a dois propósitos: não só deveriam ser músicas que uma banda cover provavelmente tocaria, mas também canções que se encaixassem na temática da história. “Todos colaboraram na elaboração de uma lista com suas canções favoritas”, afirma Platt. “É a música que você ouviria de uma banda cover de clássicos do rock ou em uma festa de família. Nós fizemos uma triagem dessas listas de canções e as revisamos – algumas são conhecidas e resistiram à passagem do tempo e outras são canções mais recentes, do momento, que as pessoas querem ouvir, independentemente daquilo que a banda curte ou não”.
“Originalmente, Jonathan disse: ‘Três canções, será fácil. Vocês terão duas semanas para ensaiar e três músicas, no máximo!’”, conta Streep. “Bom, há dez músicas no filme – dez! – e isso é difícil”.
A banda Ricki and the Flash interpretou todos os seus números ao vivo durante as filmagens e, segundo Demme, eles deram vida nova às canções. Por exemplo, comenta Demme, “a música ‘Keep Playin’ That Rock N Roll’ era apropriada para ser incluída no seu repertório. Eu nunca gostei muito dela, mas quando eles a tocam, ela acabou me conquistando. A vida que Meryl infunde nessa canção é inacreditável e, ao final, ela se tornou uma das minhas músicas preferidas”.
Obviamente, Streep não só aprendeu a tocar guitarra, como também se tornou uma perfeita roqueira. “Como com todos os movimentos de Meryl, cada momento é algo que brota de dentro dela mesma”, afirma Demme. “Na canção, ‘Let’s Work Together’, ela desce do palco, sai tocando e abrindo caminho em meio ao público, vai até o balcão do bar e toma um drinque – tudo por iniciativa própria. Eu perguntei a ela: ‘De onde você tirou todos esses gestos?’ E ela disse: ‘Simplesmente me deu vontade de fazer aquilo naquele momento’”.
Mas talvez os momentos mais significativos no palco sejam aqueles entre Ricki e Greg. “Ricki canta ‘Drift Away’ para Greg e este, uma vez que é uma música com uma forte levada de riffs de guitarra, responde”, conta Demme. “A gente se sente tão pleno – é tremendamente emocionante. É um belo momento para o rock ‘n’ roll – Meryl e Rick, tocando juntos, mas também é uma experiência interpretativa tremendamente dramática, criando um momento muito real que dá coesão a tudo”.
O próprio Demme escolheu “Wooly Bully” para banda, enquanto Cody já havia incluído em seu roteiro as canções “Get the Party Started”, da P!nk, e “Bad Romance”, de Lady Gaga. Mas foi Streep quem escolheu um dos principais números do filme, “My Love Will Not Let You Down”, do Bruce Springsteen. “Um dia, Meryl estava saindo da garagem de casa para o trabalho e essa música tocou no rádio do carro”, conta Demme. “Ela me ligou e disse: ‘Meu Deus, encontrei a música’. Ela é simplesmente perfeita”.
Talvez a canção mais significativa que Ricki interprete seja uma original, “Cold One”, atribuída a Ricki no filme, mas, na verdade, composta por Jenny Lewis e Johnathan Rice. “Eu já era fã antes de começarmos a trabalhar juntos”, afirma Demme. “Tínhamos de ter uma canção original, e Diablo não tinha escrito nenhuma, então, eu procurei Jenny e Johnny e disse: ‘Imagine uma canção esta personagem pudesse ter composto 15 anos atrás’. Eles me enviaram uma demo de ‘Cold One’, e era um espetáculo. Foi muito fácil”.
Streep se recorda de ouvir Springfield tocar a canção enquanto ela se preparava para fazer o mesmo. “Eu ouvi o Rick tocar ‘Cold One’, nós estávamos em uma loja do tipo ‘tudo por $ 1 dólar’ e ele estava nos fundos, em um dos provadores, brincando com a guitarra, e foi tão lindo. Mas eu teria de tocá-la, numa versão acústica, no filme!”, diz ela.
Embora Streep admita não estar à altura de Springfield na guitarra, ela conseguiu um desempenho adequado à personagem e ao momento. “Eu encontrei uma forma de tocá-la batendo na guitarra – você toca os acordes e bate nas cordas, marcando o ritmo e ouvindo as mudanças nos acordes. Funcionou na cena, porque se trata de uma cena íntima em família, mas ela não está realmente tocando como se espera. Esta é uma canção que supostamente a alçaria ao estrelato no rock ‘n’ roll, mas ninguém deu muita atenção a ela. É como se ela a tocasse sem realmente tocar, porque se sente insegura com seu trabalho”.
A música, na verdade, é ouvida quatro vezes ao longo do filme. A primeira é durante uma cena terna em Indianápolis, Ricki toca uma versão acústica suave para Pete e Julie e a última é na cena final do casamento, quando a banda Ricki and the Flash anima a festa. Entre ambas, ela é ouvida duas vezes numa versão instrumental: uma ao som da guitarra de Rick Springfield, quando Ricki volta de Indiana para Los Angeles com o rabinho entre as pernas e, novamente, em Indianápolis, enquanto ela enfrenta seu medo de comparecer ao casamento, no melancólico teclado de Bernie Worrell.

E SOBRE A FAMÍLIA
Quando Ricki é convocada a retornar a Indiana, ela fará todo o possível para consertar as coisas junto à sua família.
O primeiro da lista é o ex-marido de Ricki, interpretado por Kevin Kline, amigo e colaborador de longa data de Streep, já tendo contracenado com a atriz em A Escolha de Sofia (Sophie’s Choice) e A Última Noite (Prairie Home Companion), bem como em inúmeras montagens teatrais, incluindo a apresentação de 2012 da famosa cena do balcão de Romeu e Julieta (Romeo & Juliet) no Festival Shakespeare in the Park de Nova York. “Kevin é um ator brilhante. Sou seu fã desde A Escolha de Sofia e do Rei Pirata de Pirates of Penzance na Broadway”, diz Platt. “Kevin é realmente engraçado, mas, ao mesmo tempo, também tem estofo dramático. O personagem que ele interpreta é realmente complicado; sua relação com Ricki é muito complicada. Apenas nesse nível, pensei que ele seria um ótimo ator para o papel. Mas, além disso, uma vez que ele e a Meryl têm uma trajetória em comum nas telas e são amigos fora delas, eu achei que ele se prestaria muito bem à narrativa. Há tanta coisa não dita entre a Ricki e o Pete. Então, ele foi a primeira pessoa que sugeri à Meryl quando eu lhe dei o roteiro pela primeira vez”.
“Kevin é um músico muito talentoso também”, comenta Streep. “Ele veio até mim no primeiro dia quando tocávamos no clube e me disse: ‘Você não soa tão mal’. Eu pensei: ‘Esse foi o maior elogio’”.
“Kevin foi muito ousado e corajoso no modo como deu vida ao Pete”, afirma Demme. “Ele deu uma ternura autêntica e muita profundidade, mas também é um cara que não quer abalar seu equilíbrio, porque está muito feliz com sua vida atual. Ele toma decisões frias de modo a não entornar o caldo. Com Kevin nesse papel, eu amo o Pete, mas a Ricki merece algo melhor e, posteriormente, ela consegue isso”.
Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa também reúne nas telonas Meryl Streep com sua filha na vida real, Mamie Gummer. “Eu conheço Meryl há anos, então, também conhecia Mamie, pessoalmente, mas também como atriz”, comenta Platt. “Eu sempre a considerei uma atriz maravilhosa e pensava que haveria um dia um papel que faria de Mamie uma estrela. Quando li o roteiro e pensei na Meryl para o papel de Ricki, logo me ocorreu que esse papel seria perfeito para Mamie. E isso seria verdade quer ou não Meryl interpretasse Ricki, mas quando somamos a isso fato de que é uma história de mãe e filha e que Meryl interpretaria a mãe, eu pensei, esse é o tal papel”.
“Mamie domina o papel de Julie”, afirma Platt. “Ela tornou Julie ainda mais interessante, complexa e comovente, e sua relação com a mãe é muito complexa, marcada pelo amor, pela raiva e toda uma gama de emoções”.
“Julie e Ricki são completamente diferentes, mas guardam incríveis semelhanças”, afirma Demme. “Sua forma de trabalhar juntas é maravilhosa. Foi muito divertido trabalhar com a Mamie. Parte do meu trabalho era tentar impor uma separação entre ela e a mãe: ‘Não é sua mãe. Não é Meryl Streep. É uma outra mãe com a que estamos lidando; vamos nos unir e fazê-la sofrer, porque ela merece’”.
Como se poderia esperar, contracenar com uma das atrizes mais renomadas do cinema, que, por acaso, também é sua mãe, foi uma experiência inspiradora, mas desgastante para Gummer. “Foi mais desafiadora do que eu imaginava, mas também muito gratificante e enriquecedora”, afirma ela. “Foi complicada, divertida, esclarecedora e fortalecedora, uma experiência em que entraram em jogo todas as emoções humanas. Ela é a pessoa à qual eu estou intrinsecamente ligada, então, examinar esse vínculo e desconstruí-lo e restabelecê-lo a cada dia foi intenso”.
“Creio que a Ricki sempre amou a Julie, mas ficou tão paralisada com a culpa que carrega pelo que ela fez, que sempre temeu o contato com ela”, explica Gummer. “Nesta história, ela finalmente tem essa oportunidade. De repente, Ricki já não é a pessoa problemática da família. Ela pode chegar e dizer, por experiência própria, que tudo vai melhorar e ficar bem”.
“Julie estava decidida a não ser como a mãe”, afirma Gummer. “Ela sempre planejou ser aquela mãe que não trabalha e fica em casa. Ela iria dedicar a vida à família e ser o tipo de mãe que Ricki nunca foi para ela. Então, quando tudo se desintegra, ela não sabe quem ela é nem qual é o seu propósito”.
“Diablo Cody criou uma personagem fantástica, e Mamie lhe dá vida; ela é chocante, engraçada, comovente e imprevisível”, afirma Demme. “Ela simplesmente arrebenta e está incrível”.
Cantora e atriz ganhadora de seis prêmios Tony, Audra McDonald integra o elenco como Maureen Brummell, a segunda mulher do Pete. “A Maureen é o oposto da Ricki”, explica ela. “Ela é a madrasta perfeita, a esposa perfeita, a filha perfeita. Ela correu para acudir o pai gravemente enfermo e para estar ao seu lado. É incrivelmente protetora e, aos seus olhos, ela voltou a unir a família Brummell depois que Ricki abandonou Pete, e ela ajudou a criar seus filhos. Ela quer proteger esse mundo e não quer que nada o perturbe de nenhuma forma”.
“Diablo consegue fazer com que a gente não simpatize com a Maureen antes que ela entre em cena”, explica Demme. “Você ouve coisas sobre ela, vê as mensagens irritantes que ela espalhou pela cozinha; como ela fez questão de janelas em balanço em sua McMansão – e aí surge Audra McDonald. De repente, nós nos deparamos com sua amabilidade, vivacidade, beleza e profundidade, e pensamos, peraí! Audra é uma atriz magistral e se atreve a ser uma pessoa afetuosa, mas também dura quando precisa ser. Há uma cena em que Audra e Meryl se enfrentam de igual para igual que parece mais o tiroteio de OK Corral”.
McDonald afirma que nada se equipara a um duelo verbal com Meryl Streep em cena. Segundo ela, “é como ser ferida pelas flechas do Cupido. Ela faz com que você se sinta uma atriz fantástica, só por você estar de pé ao seu lado. A gente se sente como se tivesse sido abençoada pelos deuses”.
Completando o elenco no papel de Josh Brummell, um dos três filhos de Ricki e Pete, está o ator em ascensão, Sebastian Stan. Na véspera do seu casamento, o personagem de Stan não está de todo seguro se quer que sua mãe compareça à cerimônia. “Creio que ele acha que seria a coisa correta a fazer”, afirma ele. “Ele vai se casar e sua mãe deveria estar lá. Mas acredito que ele também acha que gostaria de sentir algo mais com relação à mãe. Pare ele, ela parece mais uma amiga da família do que sua mãe. Mas eu acho que há também uma parte dele que respeita o fato de Ricki ter decidido seguir seus sonhos e ser fiel a quem ela é. Há uma distância entre ele e Ricki e questões pendentes que continuam abafadas, e não sei se ele superou completamente tudo isso”.

SOBRE A PRODUÇÃO
Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa se passa na região do vale de San Fernando em Los Angeles e no estado de Indiana. Entretanto, o filme foi rodado, em grande parte, em Nova York (com algumas externas em Los Angeles). Coube ao desenhista de produção, Stuart Wurtzel, criar locações que se prestassem a ambos os cenários.
O segundo lar de Ricki é Salt Well, o bar decadente onde a Ricki and the Flash se apresenta como banda residente. Para criar o espaço, Wurtzel, sob a direção de Demme, buscou primeiramente referências na realidade. “O Rodeo Bar no East Side havia acabado de fechar as portas, e eu o tinha em mente como exemplo de como poderia ser nosso bar no filme”, conta Demme. “Ele provavelmente havia sido em algum momento um bar de temática country-western, mas acabou seguindo o que quer que estivesse na moda no momento. Então, não perdemos tempo, e justo quando iam fechar, nós dissemos: ‘Podemos usar este lugar durante seis semanas?’ E a banda se mudou para o bar vazio e o espaço se tornou seu local de ensaios por seis semanas”.
Enquanto a banda ensaiava no antigo Rodeo, Wurtzel criou o The Salt Well em um estúdio de filmagem, usando o Rodeo como inspiração. “Stuart criou um bar de rock ‘n’ rol impressionante. É um bar que já viu dias melhores, mas com uma atmosfera muito rica”, diz Demme. “Eu adoraria ter tomado uma cerveja lá”.
“A ideia era criar uma espécie de clube que já havia sido muito popular, mas havia parado no tempo”, afirma Wurtzel. “Não era mais o que havia sido e tinha deixado para trás seus dias de glória, assim como a carreira de Ricki não estava exatamente no auge com o qual ela havia sonhado”.
Mas Wurtzel também tinha que criar um segundo mundo para Ricki para contrastar com o Salt Well. “Há o mundo que a mostra em seu elemento, se apresentando no palco, mas há outro mundo que mostra de onde ela veio e como teria sido sua vida, caso ela tivesse permanecido lá. Ambos, junto com outros elementos – a solidão da vida fora dos palcos, o romance que se desenvolve com Greg – são aspectos distintos da Ricki”.
Desta forma, Wurtzel criou o mundo de Indianápolis. “O filme começa com sete minutos de rock ‘n’ rol da pesada e, depois, passamos a hora seguinte fora da cidade e despojando-a dessa identidade, então, ao final de uma hora, você esqueceu de quem é, de fato, Ricki Rendazzo”, observa Demme. “Nós queríamos fazer essa parte do filme da forma mais terna possível para contrastá-la com o visual urbano da vida roqueira de Ricki em Los Angeles”.
A casa de Pete Brummell em Indiana foi encontrada em Rye, Nova York. “Ela é bem luxuosa, suburbana, tem piscina, é espaçosa. Tem um átrio amplo, provavelmente projetado por um decorador”, comenta Wurtzel. Não é apenas a locação que contrasta com tudo o que a Ricki não tem – ela mora em um apartamento pequeno de um único quarto no vale – mas também sua decoração. “Há muitas fotos de família”, continua Wurtzel. “De viagens, de momentos com as crianças. Eles tiveram uma vida bastante feliz. Maureen é maravilhosa, maternal e carinhosa. E Ricki não é parte disso, não porque ela não quis, mas simplesmente porque não aconteceu assim”.
Para criar a caracterização roqueira de Ricki, Demme recorreu à figurinista Ann Roth, à estilista Nina Johnston, à chefe do departamento de maquiagem, Patricia Regan, à maquiadora, Bernadette Mazur, e ao chefe do departamento de cabelos, Alan D’Angerio. “Eu adoro deixar que os atores estejam à frente do trabalho, colaborando com a equipe de figurinos e de caracterização de maquiagem e cabelos. A princípio, eu preciso manter uma distância”, afirma Demme. “Posteriormente, eu verei o trabalho e, provavelmente, vou me apaixonar por ele ou, se tiver restrições, eu me manifesto e, nesse ponto, iniciamos a colaboração. Mas a caracterização da Ricki chegou inteiramente pronta. Eu vibrei quando vi Meryl chegar no dia dos testes de câmera. Houve retoques aqui e ali, mas o visual de Ricki é exatamente tal e qual Meryl criou em colaboração com Ann Roth, Alan DAngerio e outras pessoas de confiança em seu círculo”.

SOBRE O ELENCO
Há quase 40 anos, Meryl Streep (Ricki) interpreta uma ampla e surpreendente variedade de personagens numa carreira que forjou seu próprio caminho único, tanto no teatro quanto no cinema e na televisão.
Streep frequentou uma escola do ensino público de New Jersey até o ensino médio, tendo se formado com distinção honrosa pela Vassar College e obtido um mestrado também com distinção honrosa pela Universidade de Yale em 1975. Ela iniciou sua vida profissional nos palcos de Nova York, onde rapidamente se consagrou por sua versatilidade característica e verve de atriz. Três anos depois de formada, fez sua estreia na Broadway, venceu um Emmy (com Holocausto [Holocaust]) e recebeu sua primeira indicação ao Oscar® (com O Franco-Atirador [The Deer Hunter]). Ela ganhou três Oscars® e, em 2015, em um recorde inédito, recebeu sua 19ª indicação ao Oscar® no papel da Bruxa de Caminhos da Floresta (Into the Woods). Seu desempenho também lhe valeu indicações ao Globo de Ouro e ao prêmio do Screen Actors Guild. Atualmente, está filmando Florence Foster Jenkins, de Stephen Frears.

Streep se dedicou às causas ambientais através do seu trabalho junto à Mothers and Others, um grupo em defesa dos direitos do consumidor que ela cofundou em 1989. M&O trabalhou durante 10 anos promovendo a agricultura sustentável, estabelecendo novas regulamentações para pesticidas e garantindo a disponibilização de alimentos orgânicos e sustentáveis cultivados localmente.


Streep também se dedica às organizações Women for Women International, Equality Now, Women in the World Foundation e Partners in Health.

 

Ela é membro da American Academy of Arts and Letters e foi honrada pelo governo francês com a Commandeur de L'Ordre des Arts et des Lettres e com um prêmio César honorário. Ela recebeu o Lifetime Achievement Award do American Film Institute, um prêmio da Film Society do Lincoln Center em 2008 e a Medalha Nacional das Artes, conferida pelo presidente Obama em 2010. Em 2011, foi honrada com a Kennedy Center Honor e, em 2014, com a Presidential Medal of Freedom. Ela possui títulos de doutora honoris causa das Universidades de Yale, Princeton, Harvard, Dartmouth Indiana, da University Of New Hampshire e das faculdades Lafayette, Middlebury e Barnard College.


Ela e seu marido, o escultor Don Gummer, têm um filho e três filhas.


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