Roteiro básico para elaboraçÃo de trabalhos acadêmicos



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SUMÁRIO

1 ASSUNTO 2

2 TEMA 2

3 PROBLEMATIZACãO 2

4 JUSTIFICATIVA: 3

5 OBJETIVO DA PESQUISA 3

5.1 OBJETIVO GERAL 3

5.2 OBJETIVO ESPECIFICO 3

6 REFERENCIAL TEORICO 4

7 METODOLOGIA DA PESQUISA 6

7.1 PROCEDIMENTOS 6

7.2 RECURSOS 7

8 CRONOGRAMA 7

9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS 7

10 BLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 7

12 APENDES 9

13 ANEXO 9



1 ASSUNTO


O Conhecimento empírico em David Hume

2 TEMA


O conhecimento empírico a partir das idéias de David Hume.

3 PROBLEMATIZACãO


Compreendendo que David Hume é um dos maiores filósofos empirista de seu tempo, Juntamente com Francis Bacon e John Locke, é considerado um dos maiores filósofos ingleses e uma das maiores figuras do século das luzes. Hume escreveu sobre o entendimento humano. Indagamos então sobre a sua contribuição nas descobertas do conhecimento, a final o conhecimento é inato ou se inicia a partir da experiência?

4 JUSTIFICATIVA:


Espera-se a compreensão da origem do conhecimento nas obras de David Hume. Pensa se que com esta pesquisa tenha-se uma nova idéia do conhecimento em David Hume.

5 OBJETIVO DA PESQUISA

5.1 OBJETIVO GERAL


Conhecer melhor a idéia do conhecimento humano a partir de David Hume, com uma reflexão acerca das temáticas do conhecimento empírico, além de buscar construir uma analise critica no que se refere a teoria do conhecimento.

5.2 OBJETIVO ESPECIFICO


Ao final deste trabalho deveremos conhecer, dominar e posicionar-se de modo criativo e critico em relação a este trabalho. Devemos conhecer e diferencia a natureza do conhecimento entre os pensadores modernos e contemporâneos; compreender como e por quê surgiu a idéia do conhecimento empírico em David Hume; posicionar-se frente ao significado do conhecimento empírico e suas implicações.

6 REFERENCIAL TEORICO


Advento da modernidade

A visão empírica no mundo e seus aspectos FUNDAMENTAIS

O Empirismo tem como fonte de todo o conhecimento, a experiência. Ele se apresenta como uma ruptura com o racionalismo na historia da filosofia. É na filosofia moderna que surge esta idéia que nosso conhecimento tem origem na experiência. São vários os os autores que trataram deste assunto, tais como: John Locke (1632 -1704); George Berkeley (1685-1753), David. Hume (1711-1776);  Kant (1724-1804).

Tudo se inicia com o cartesianismo e é um rompimento, no que se trata de teoria do conhecimento, no que se refere as visões gregas e medievais. Períodos em que a relação sujeito e objeto, o primeiro tinha o primado sobre o segundo, ou seja, o sujeito contempla o objeto e é desta contemplação que o conhece, isto é conhece a coisa em si. Como se vê é desta forma que se dá o conhecimento. Analisando o realismo aristotélico-tomista, veja o que nos diz PADOVANI, Umberto Antonio; CASTAGNOLA, Luis. História da filosofia, p. 287: “(...) o segundo grande período da historia do pensamento moderno é representado pelo empirismo e pelo racionalismo (...) concordam, no fundo, em um fenômenismo e subjetivismo comuns, por isso que o homem não conhece mais as coisas, mas o conhecimento das coisas”.

Dá-se então o surgimento do racionalismo e do empirismo. O racionalismo afirma que o conhecimento verdadeiro é somente por via racional, o empirismo recorre a experiência, ao mundo dos fenômenos, limitando-se a este. O subjetivismo é comum a ambos, sendo que no racionalismo as impressões sensíveis atuam sobre o intelecto, e no empirismo agem sobre os sentidos. No entanto pode-se fazer uma inversão, isto é, substitui-se o objeto pelo sujeito, a relação sujeito objeto passa a ter preponderância do sujeito sobre o objeto. O sujeito ate o presente momento recebia do objeto a sua essência, e com isso não tem mais o conhecimento das coisas, tem apenas o seu próprio conhecimento. Podemos ver isto, de maneira bem clara, nas duas concepções do homem. Segundo Aristóteles, o homem é um ser racional, ou seja, um animal racional e político. Já Francis Bacon, no Novum Organum, livro I, Aforismo I, pág. 13: o homem é interprete da natureza. “O homem, ministro e interprete da natureza, faz e entende tanto quanto consta, pela observação dos fatos ou pelo trabalho da mente, sobre a ordem da natureza; não sabe nem pode mais”.

A mudança que opera na teoria do conhecimento é entendida como um eco das descobertas cientificas da física clássica. Bacon escreveu o Novum Organum, Galileu enfrenta a inquisição, em defesa da teoria copernicana. Ao processo de Galileu cabe acrescentar que esta é a visão ordinária do caso. A igreja poderia arcar com as conseqüências da teoria copernicana, aceitando-a apenas como uma hipótese matemática ou física, estes são apenas alguns exemplos. Segundo Hilton Japissau, em seu livro As Paixões da Ciência:


“A astronomia, com efeito se ocupa do céu. Assim, assim, bastava admitir que a natureza celeste não obedece as mesmas leis que a natureza terrestre para que a teologia pudesse ficar em paz e dormir tranqüilamente”. (JAPISSAU, 1991, P.69)

 

7 METODOLOGIA DA PESQUISA

7.1 PROCEDIMENTOS

7.2 RECURSOS

8 CRONOGRAMA

9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS




  1. PADOVANI, Umberto Antonio; CASTAGNOLA, Luis. História da filosofia. 13 ed. São Paulo: Melhoramentos, 1981.


10 BLIOGRAFIA COMPLEMENTAR


  1.  ADORNO, Theodor W.; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1985.

  2. ALBERT, Hans. Tratado da razão crítica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1976.

  3. BACON, Francis. Novum organum ou Verdadeiras indicações acerca da interpretação da natureza: Nova Atlântida. São Paulo: Nova Cultural, 1999.

  4. BACON, Francis. Novum organum. In: Coleção Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1976.

  5. BERKELEY, George; HUME, David. Tratado sobre os princípios do conhecimento humano. 5. ed. São Paulo: Nova cultural, 1992.

  6. BERKELEY, George. Principios del conocimiento humano. 2 ed. Buenos Aires: Aguillar, 1962.

  7. CASSIRER, Ernst. Antropologia filosófica. São Paulo: Mestre Jou, 1977.

  8. DEWEY, John. Vida e educação. 10. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1978.

  9. HUME, David. Dialogo sobre a religião natural. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

  10. HUME, David. Ensaios políticos. São Paulo: IBRASA, 1963.



  1. HUME, David. Ensaios Morais, Políticos e literários. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

  2. HUME, David. Investigação acerca do entendimento humano: Ensaios morais, políticos e literários. São Paulo: Nova Cultural, c1999.

  3. HUME, David. Investigações sobre o entendimento humano. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

  4. HUME, David. Resumo de um tratado da natureza humana. Porto Alegre: Paraula, 1995.

  5. JAPIASSU, Hilton. As paixões da ciência. São Paulo: Letras & Letras, 1991.

  6. KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Nova Cultural, 1996.

  7. KOYRE, Alexandre. Galileu e Platão. Lisboa: Gradiva, 1991.

  8. LEBRUN, Gérard. O que é poder. São Paulo: Brasiliense, 1981,

  9. LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 2000.

  10. LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973. Vol. XVIII.

  11. MONTEIRO,João Paulo. Hume e a Epistemologia. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1985.

  12. MORUS, Thomas. A utopia. Porto Alegre: L&PM, 2001.

  13. PADOVANI, Umberto Antonio; CASTAGNOLA, Luis. História da filosofia. 13 ed. São Paulo: Melhoramentos, 1981.

  14. PIAGET, Jean. A epistemologia genética: Sabedoria e ilusões da filosofia ; Problemas de psicologia genética. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

  15. POPPER, Karl Raimund. Conjecturas e refutações. 2 ed. Brasília: UnB, 1982.

  16. POPPER, Karl Raimund. Conhecimento objetivo. Belo Horizonte: Itatiaia, 1975.

  17. REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia. São Paulo: Paulinas, 1990. Vol. II.



  1. ROMEO, Sergio. Hume el fenomenismo moderno. Madrid: Gredos, 1975.

  2. RUSSELL, Bertrand. Os problemas da filosofia. 2 ed. Coimbra: A. Amado, 1959.

  3. RUSSELL, Bertrand. História da filosofia ocidental. São Paulo: Nacional, 1957. Livro Terceiro.

  4. SILVA, Atalmir Gabriel Jonas da. O conhecimento em David Hume. 1995.

  5. STEGMÜLLER, Wolfgang. A filosofia contemporânea. São Paulo: EPU, 1977. Vol. I


12 APENDES

13 ANEXO



d0054241@rla14.pucpr.br

http://setimoperiodo.tripod.com.br

http://www.geocities.com/estudos_independentes/Professor/  




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