Rtm válvulas Cilindro e Abastec



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5.1.2 As conexões dos componentes devem permitir uma vedação hermética para o GNV. Quando os componentes forem desmontados, as conexões rosqueadas deverão ser substituídas.



5.1.3 Os componentes devem ser fixados nos cilindros, de acordo com as seguintes especificações de rosca:
Ver com Guilherme (especificações de rosca)
5.1.4 Os componentes instalados no compartimento do motor do veículo devem estar aptos para operar a uma faixa de temperatura entre –40 ºC a 120 ºC. Os demais componentes deverão estar aptos para operar a uma faixa de temperatura entre – 40 ºC a 85 ºC.
5.1.5 Todas as vedações e diafragmas fabricados de material sintéticos devem cumprir com o ensaio de envelhecimento por oxigênio, especificado na norma ISO 15500-2.
5.1.6 Todos os materiais em contato com o GNV devem cumprir com o ensaio de imersão de sintéticos não metálicos, especificado na norma ISO 15500-2.
5.1.7 Todos os componentes sujeitos a intempéries e outras condições corrosivas devem ser fabricados de materiais resistentes a corrosão ou serem revestidos por materiais protetores a corrosão.
5.1.8 Todos os componentes multifuncionais podem ser compostos por vários componentes conforme definido na norma ISO 15500-3. Sendo assim, os componentes (individuais) devem estar conforme aos requisitos da norma ISO 15500-2 e ensaiados de acordo com os ensaios de funcionalidade apropriados.
5.1.9 O corte do fluxo de GNV deve ser a prova de falhas.
5.1.10 A construção e montagem da válvula de cilindro e seus dispositivos, objeto deste Regulamento Técnico, devem cumprir com os requisitos de segurança, resistência ao funcionamento e operação.
5.2 Condições específicas
5.2.1 Rosca da válvula do cilindro

Quando a rosca da válvula instalada no cilindro for cônica deverá atender aos requisitos técnicos estabelecidos na norma ISO 10920; quando a rosca da válvula instalada no cilindro for paralela deverá atender aos requisitos técnicos estabelecidos na norma ISO 15245-1.


5.2.2 Válvula de alívio de pressão

Deve ser regulada para pressão de ajuste de 27,5 ± 1,5 MPa, pressão de regime de 29,5 ±1,5 MPa, e pressão de fechamento de 25,5 ± 1,5 MPa.


5.2.3 Dispositivo de alivio de pressão

Deve ser especificada para atuar quando a pressão interna do cilindro atingir entre 30 e 33 MPa e quando a temperatura atingir entre 74 °C e 103 °C (com tolerância de 4% da temperatura nominal de fusão de projeto do dispositivo).



5.2.3.1 Tampão fundível e disco de ruptura

O tampão fundível e o disco de ruptura deverão ser instalados na válvula do cilindro, em série ou em paralelo, desde que atendam os requisitos técnicos e os ensaios prescritos neste Regulamento Técnico.


5.2.4 Dispositivo de acionamento manual

O torque de abertura e fechamento do volante ou manopla da válvula do cilindro deve atender aos valores prescritos nas tabelas 3 e 4 da ISO 15500-5.


5.2.5 Dispositivo de acionamento automático

Como definir a construção e montagem para este item?
5.2.6 Sistema de ventilação

Deve ser de material resistente, não permeável e possuir uma abertura mínima para a atmosfera de 450 mm2. Deve permitir a sua desmontagem ou substituição. Deve permitir o acesso ao dispositivo de abertura e fechamento da válvula do cilindro sem interferir no torque máximo permissível (Corrigir para sistema auto ventilado). O sistema de ventilação deve ser montado de forma tal que não afete o funcionamento da válvula de alívio de pressão e o dispositivo de alívio de pressão.



6. Ensaios
6.1 Ensaios gerais

Para estes ensaios devem ser utilizados água ou óleo como fluidos de testes em um dispositivo de testes conforme a Figura 1. A amostra ensaiada não deve apresentar rupturas, trincas ou vazamentos quando submetida à pressão mínima de 80,0 MPa (800 bar) durante um período mínimo de 3 minutos com o manipulo da válvula totalmente aberto e o bocal de saída tamponado. A pressão mencionada deverá ser alcançada de forma progressiva em um intervalo de um minuto. Durante o período do ensaio os manômetros 1 e 2 não devem apresentar variações de pressão. Caso ocorra variação de pressão nos manômetros 1 e 2 a amostra deve ser considerada reprovada.


A menos que seja diretamente indicado, os ensaios deverão ser conduzidos à temperatura ambiente; isto é 20 ºC ± 5 ºC.
A amostra utilizada neste ensaio não deve ser utilizada para quaisquer outros ensaios.
Figura 1



6.1.1 Resistência hidrostática

Um componente não deverá se romper quando sujeito ao seguinte procedimento de teste.

Fechar a abertura de saída do componente e posicionar a sede da válvula ou bloqueios internos na posição de abertura. Aplicar através de fluido de teste a pressão de teste especificada na ISO 15500 e os trechos subseqüentes da ISO 15500, através da abertura de saída do componente por um período de 3 minutos.

As amostras utilizadas neste teste não deverão ser utilizadas para nenhum outro teste.


6.1.2 Estanqueidade
6.1.2.1 Condição geral
6.1.2.1.1 Antes do condicionamento, fazer a purga do componente ou equipamento, fazer então a selagem do mesmo utilizando nitrogênio ar seco ou gás natural.
6.1.2.1.2 Conduzir todos os testes enquanto o equipamento está continuamente submetido às temperaturas de teste especificadas. O equipamento deverá ser livre de bolhas ou ter uma taxa de vazamento menor do que 20 cm³/h (normal) utilizando a seguinte metodologia de teste.
6.1.2.2 Estanqueidade externa
6.1.2.2.1 Tamponar cada saída do equipamento com a conexão 6.1.3.2 apropriada e aplicar a pressão de teste através de sua entrada.
6.1.2.2.2 Aplicar ar, nitrogênio ou gás natural pressurizado ao equipamento de teste.
6.1.2.2.3 Para todas as temperaturas de ensaio, submergir os componentes em um meio adequado (que garanta reproduzir as condições expostas na tabela 2 da parte 5 da ISO 15500) por um período não inferior a duas horas, depois de estabilizada a temperatura, ou utilizar um teste de vácuo com hélio (método de acumulo global).
6.1.2.2.4 Se não houver bolhas durante o período especificado, a amostra será aprovada no teste. Se forem detectadas bolhas, meça a taxa de vazamento através de um método indicado em 6.1.2.2.3.
6.1.2.3 Estanqueidade interna
6.1.2.3.1 O objetivo deste teste é verificar a pressão de estanqueidade do sistema fechado.
6.1.2.3.2 Conectar a entrada ou a saída (como aplicável) do equipamento, com a conexão adequada ao dispositivo de ensaio, enquanto deixa a conexão (ou conexões) oposta aberta.

Em conexões rosqueadas aplicar o torque especificado pelo fabricante.
6.1.3 Resistência ao torque excessivo

Uma válvula projetada para ser conectado diretamente a conexões roscadas deverá ser capaz de suportar, sem deformação, quebra ou vazamento um esforço de torque de 150% do valor especificado para instalação, de acordo com o seguinte procedimento.


a) Testar um componente novo, aplicando um torque adjacente ao conector.
b) Em um componente que possua conexão ou conexões roscadas, aplicar o esforço de revolução por 15 minutos, desapertar, remover então o componente e o examinar para deformação e quebra.
c) Submeter então o componente ao teste de vazamento, conforme a cláusula 6.
6.1.4 Resistência ao Momento Fletor

A amostra deve ser submetida aos ensaios de resistência a esforços gerados por momentos fletores conforme o seguinte procedimento:


6.1.4.1 A amostra deve ser fixada através de suas conexões de forma a garantir a estanqueidade no dispositivo de ensaio indicado na Figura 2, devendo ser observadas as distâncias mínimas indicadas.
6.1.4.2 Pressurizar a instalação com 10 KPa. Verificar e eliminar eventuais vazamentos. Ao término da verificação despressurizar a instalação.
6.1.4.3 Pressurizar a instalação com 5 KPa e aplicar a carga durante um período mínimo de 15 minutos conforme a Tabela 1. O ponto de aplicação da carga deve estar a pelo menos 300 mm de distância do ponto de fixação da amostra conforme indicado na Figura 2. Com a carga aplicada, verificar a existência de vazamentos conforme os métodos prescritos no item 6.1.2 deste Anexo.
6.1.4.4 Repetir o procedimento descrito no item 6.1.4.3 a cada 90º de rotação em relação ao eixo do ponto de fixação da amostra até a posição inicial do ensaio, removendo a carga, despressurizando e pressurizando a instalação a cada alteração de posição.
6.1.4.5 Após a execução dos ensaios, desmontar a amostra do dispositivo de ensaio, verificar a existência de deformações e submetê-la ao ensaio de Estanqueidade descrito no item 6.1.2 deste Anexo.
Figura 2



Tabela 1

d (mm)

D (mm)

P (KPa)

F (N)

≥ 300

6

5,0

3,4

8

9,0

≥ 12

17,0



6.1.5 Operação continuada
6.1.5.1 A amostra deve ser submetida a ensaios de operação continuada conforme as temperaturas e pressões indicadas na Tabela 2.
Tabela 2

Tipo de Ensaio

Temperatura

ºC



Pressão máxima bar

Número de Ciclos (mínimo)

Ciclo de Temperatura Ambiente

15 a 20

PS

19.200

Ciclo de Alta Temperatura

120 + 5%

PS

400

Ciclo de Baixa Temperatura

-20 + 5%

0,5.PS

400


6.1.5.2 Para a execução do ensaio de operação continuada deve ser utilizado um dispositivo de ensaio conforme a Figura 3:
Figura 3



6.1.5.3 Os ciclos devem ser desenvolvidos conforme as condições e valores indicados na Tabela 3.



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