Rtm válvulas Cilindro e Abastec



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Tabela 8 – Testes requeridos



Método de ensaio


Aplicabilidade

Procedimento de ensaio como exigido na ISO 15500-2

Exigências de teste específicas desta parte da ISO 15500

Resistência hidrostática

X

X

X (ver 6.2)

Estanqueidade

X

X

X (ver 6.3)

Resistência ao torque excessivo

X

X




Momento flexor

X

X




Operação contínua

X

X

X (ver 6.4)

Resistência à corrosão

X

X




Envelhecimento por oxigênio

X

X




Sobrecarga elétrica










Imersão de materiais sintéticos não-metálicos

X

X




Resistência à vibração

X

X




Compatibilidade com materiais de bronze

X

X




Resistência do isolamento elétrico

X

X

(ver 6.5)

Voltagem mínima de operação

X

X

(ver 6.6)



6.3.2 Resistência Hidrostática

Testar a válvula automática conforme o procedimento para teste de resistência hidrostática especificada na norma ISO 15500-2. A pressão de teste deve ser 100 MPa (1.000 bar).


6.3.3 Vazamento

Testar a válvula automática na temperatura e pressão conforme Tabela 9.


Tabela 9 – Temperaturas e pressões de teste

Temperatura


ºC

Primeiro teste de pressão


MPa (bar)

Segundo teste de pressão


MPa (bar)

- 40

15 (150)

0,5 (5)

20

0,5 (5)

30 (300)


85 a 120

1 (10)


6.3.4 Operação Continuada

Testar a válvula automática conforme o procedimento para teste de operação continuada especificada na norma ISO 15500-2, por 50.000 ciclos, mas diminuir a pressão de despressurização de teste fixada a menos de 0,5 MPa 5 bar), e realizar o teste de vazamento de acordo com o item 6.3 desta parte da norma 15500.


6.3.5 Resistência ao Isolamento Elétrico

Este teste tem como objetivo analizar o potencial de falha da resistência entre a montagem da mola dois pinos e o fundido da válvula automática. Aplicar 1.000 V d.c. entre um dos pinos de conexão e a carcaça da válvula automática por, pel menos, 2s. A resistência mínima admissível deve ser 240 k?.



6.3.6 Voltagem mínima de operação

A voltagem mínima de abertura a temperatura ambiente deve ser de 6 V para sistemas de 12 V e ? 16 V para sistemas de 24 V.


6.4 Válvula de alívio de pressão
6.4.1 Aplicabilidade

Os testes necessários a serem feitos estão indicados na Tabela 10.



Tabela 10 – Testes aplicáveis



Método de ensaio


Aplicabilidade

Procedimento de ensaio como exigido na ISO 15500-2

Exigências de teste específicas desta parte da ISO 15500

Resistência hidrostática

X

X

X (ver 6.2)

Estanqueidade

X

X

X (ver 6.3)

Resistência ao torque excessivo

X

X




Momento flexor

X

X




Operação contínua

X

X

X (ver 6.4)

Operacional

X




X (ver 6.5)

Resistência à corrosão

X

X




Envelhecimento por oxigênio

X

X




Sobrecarga elétrica










Imersão de materiais sintéticos não-metálicos

X

X




Resistência à vibração

X

X




Compatibilidade com materiais de bronze

X

X






6.4.2 Resistência hidrostática
Testar a VAP de acordo com o procedimento de teste de resistência hidrostática especificado na norma ISO 15500-2 em, pelo menos, quatro vezes a sua pressão de trabalho.
Para os objetivos deste ensaio, o mecanismo da VAP deverá ser removido e seu orifício bloqueado.

6.4.3 Vazamento
Ensaiar a VAP a temperaturas de -40ºC, 20ºC e 85ºC ou 120ºC (se requerido pelas condições operacionais), na pressão de trabalho.

6.4.4 Operação contínua
A VAP deverá ser capaz de resistir a 600 ciclos de operação quando testada de acordo com as disposições do procedimento de ensaio de operação contínua detalhado na ISSO 15500-2 e do seguinte:
a) Um ensaio de ciclo consiste de, primeiramente, pressurizar a VAP até a pressão definida. Esta ação deverá provocar a abertura da VAP e a sua ventilação. Uma vez que a válvula esteja ventilando, reduzir a pressão de abastecimento; o ciclo estará terminado quando a VAP deixar de ventilar.
b) Após 600 ciclos, ensaiar a estanqueidade da VAP a temperatura de 20ºC  5ºC na sua pressão de trabalho. A duração do ciclo deverá estar dentro de um período de 10s  2s.

6.4.5 Teste Operacional
6.4.5.1 Geral
Verificar as pressões de abertura e fechamento da VAP. A pressão de abertura deverá ser igual à pressão definida  5% à 20ºC, e  5% à –30ºC e a 85ºC (se requerido pelas condições operacionais).
6.4.5.2 Procedimento de ensaio
Três amostras selecionadas aleatoriamente deverão ser submetidas ao seguinte procedimento de ensaio. O ensaio tem três etapas que deverão ser seguidas na ordem indicada. O ambiente adequado para o ensaio deverá ser escolhido entre ar, nitrogênio ou gás natural. Se o ambiente de ensaio não for gás natural, então os valores calculados do fluxo deverão ser corrigidos para o gás natural.
a) Estabelecer os valores de abertura e fechamento para as amostras a 20ºC. Fazer isto, primeiramente, aumentando lentamente a pressão de abastecimento até 110% da pressão de trabalho, anotando o valor da pressão na primeira abertura da válvula.
b) Reduzir a pressão de abastecimento até o fechamento da VAP, anotar o valor da pressão. As válvulas serão consideradas aprovadas se todos os seguintes requisitos forem atendidos:





  • As pressões de fechamento não deverão ser menores do que 90% da pressão definida;




  • As pressões de fechamento deverão estar entre  5% da pressão de fechamento média.

c) Repetir os itens a) e b) a temperaturas de -40ºC e 85ºC ou 120ºC (se requerido pelas condições operacionais). A cada temperatura de teste, os seguintes critérios deverão ser atendidos:




  • Pressões de abertura em  15% da pressão definida pelo fabricante;




  • Pressões de fechamento não menores do que 80% da pressão definida;




  • Pressões de fechamento entre  15% da pressão de fechamento média.



6.5 Dispositivo de alívio de pressão
6.7 Ponto de Ativação
6.7.1- Condições Gerais
6.7.1.1- O propósito deste ensaio é demonstrar que o dispositivo de alívio de pressão deverá ser ativado corretamente durante toda sua vida.
6.7.1.2- Ensaiar dois dispositivos sem sujeitá-los a outros ensaios para estabelecer uma linha de referência de tempo para ativação destes. Os dispositivos sujeitos aos ensaios descritos nos itens 6.5 e 6.9 devem ser ativados com o tempo limite definido em 6.7.2 ou 6.7.3 .

6.7.1.3- Os dispositivos de alívio de pressão ativados por temperatura deverão ser ensaiados de acordo com 6.7.2 . Os dispositivos de alívio combinados, ativados pela combinação de alta pressão e temperatura ao mesmo tempo, devem ser ensaiados de acordo com os requisitos estabelecidosno item 6.7.3 .


6.7.2- Dispositivo de alívio de pressão ativados por temperatura
6.7.2.1- Configuração do Ensaio

A configuração do ensaio deve basear-se na instalação de forno com temperatura controlada ou chaminé, capaz de manter a temperatura na zona em que se instalam as amostras, em 600ºC +/- 10º . Os dispositivos não devem ser expostos diretamente as chamas.


6.7.2.2- Procedimento de Ensaio

  1. Pressurizar o dispositivo de alívio de pressão com 25% além da pressão de serviço. A temperatura deve permanecer dentro da faixa aceitável por 2 minutos previamente a execução do ensaio.

  2. Instalar o dispositivo no forno ou chaminé e registrar o tempo de ativação, t .


6.7.2.3- Requisitos

Os dispositivos sujeitos aos ensaios de acordo com os itens 6.5, 6.8, 6.9, resistência a corrosão, ensaio de resistência, pertinentes a ISO 15500-2, devem ser ativados de acordo com os requisitos a seguir onde t , em minutos, é o tempo de ativação dos dispositivos não sujeitos a estes ensaios:




  • Menor ou igual a 5 x t ;

  • Menor ou igual a t + 4 min


6.7.3- Dispositivos de alívio de pressão combinados
6.7.3.1- Procedimento de Ensaio

  1. Colocar o dispositivo de alívio de pressão em um forno com temperatura controlada a 10ºC acima da temperatura de fluência do material fundível.

  2. Pressurizar o dispositivo de alívio de pressão até o rompimento do disco de ruptura


6.7.3.2- Requisitos

Os dispositivos de alívio de pressão sujeitos aos ensaios de acordo com os itens 6.5, 6.8, 6.9, resistência a corrosão, ensaio de resistência, pertinentes a ISO 15500-2, devem ser ativados a pressão maior que 75% e menor que 105% da pressão de ativação do dispositivo não sujeito aos ensaios previstos.


6.8- Ciclagem Térmica

6.8.1- Procedimento de ensaio

Ciclar termicamente o dispositivo de alívio de pressão entre –40ºC e 82ºC, como a seguir:



  1. Colocar despressurizado o dispositivo de alívio de pressão em um banho líquido mantido a –40ºC ou abaixo, por um período de 2 horas ou mais. Logo após transferir o dispositivo para um banho líquido mantido a 82ºC ou acima, no máximo em 5minutos de transferência.

  2. Manter despressurizado o dispositivo de alívio de pressão em um banho líquido a temperatura de 82ºC ou mais por um período de 2 horas ou mais. Logo após transferir o dispositivo para um banho líquido mantido a –40ºC ou abaixo, no máximo em 5 minutos de transferência.

  3. Repita os passos a) e b) até o total de 15 ciclos térmicos.

  4. Ao finalizar o último ciclo térmico (banho a –40ºC, durante 2 horas), submeter o dispositivo entre 10% e 100% da pressão de serviço no total de 100 ciclos)


6.8.2- Requisitos

Ao finalizar os ensaios, os dispositivos devem cumprir com os requisitos estabelecidos nos itens 6.3 e 6.7 .


6.9- Resistência a corrosão pelo condensado

6.9.1- Procedimento de Ensaio



  1. Feche a saída do orifício do dispositivo;

  2. Preencha o dispositivo com uma solução dada no item 6.9.2 e mantenha o dispositivo por 100 horas a 21ºC;

  3. Esvazie a solução do dispositivo e feche novamente o orifício de saída. Em seguida aqueça o dispositivo por mais 100 horas a temperatura de 82ºC.

Ao final deste ensaio, o dispositivo deve cumprir com os requisitos estabelecidos em 6.3 e 6.7.



6.9.2 Solução do Ensaio

A composição da solução em percentual de volume é a seguinte:

84,8 % de solvente Stoddart;

10% de benzeno

2,5 de fryquel nº15 ou óleo para compressor nº20

1,5% de água

1,0% de metanol

0,2% mercaptano


6.10- Capacidade de fluxo

6.10.1- Condição geral

3 amostras aleatórias do dispositivo de alívio de pressão devem ser ensaiadas para a capacidade de fluxo. Cada dispositivo ensaiado deve ser ativado por temperatura ou a combinação de temperatura e pressão.



6.6- Válvula de excesso de fluxo

3. Termos e definições
Para os efeitos desta parte da ISO 15500, aplicam-se os termos e as definições dadas na norma ISO 15500-1, além dos seguintes.
3.1

Válvula de excesso de fluxo interno

Válvula de excesso de fluxo instalada no interior do cilindro ou da válvula do cilindro.


3.2

Válvula de excesso de fluxo externo

Válvula de excesso de fluxo instalada fora do cilindro ou da válvula do cilindro.


3.3

Válvula de excesso de fluxo do tipo bloqueio de fluxo (shut-off)

Válvula de excesso de fluxo que interrompe o fluxo quando na posição fechado.


3.4

Válvula de excesso de fluxo do tipo limitador de fluxo

Válvula de excesso de fluxo que limita o fluxo quando ativada.


NOTA O dispositivo zera automaticamente quando a condição de excesso de fluxo não está mais presente.
3.5

Ativação

Fluxo de pressão diferencial ou outra condição especificada pelo fabricante em que a válvula de excesso de fluxo é ativada.



4. Marcação
A marcação do componente deve conter informações suficientes para permitir o rastreamento das seguintes informações:
A) o fabricante ou nome do agente, marca ou símbolo;
B) a designação do modelo (número de série);
C) a pressão de serviço ou faixas de pressão e temperatura.

As seguintes marcações adicionais são recomendadas:


D) a direção do fluxo (quando necessário para a correta instalação);
E) o tipo de combustível;
F) classificação elétrica (se aplicável);
G) a sigla do organismo de certificação;
H) o número de homologação;
I) o número de série ou código de dados;
J) referência a esta parte da ISO 15500.
NOTA Esta informação pode ser fornecida por um código de identificação adequado em, pelo menos, uma parte do componente quando ele consiste de mais de uma parte.

6.6.1 Ensaios
6.6.1.1- Aplicabilidade
Existem muitos tipos de válvulas de excesso de fluxo disponíveis. Esta parte da ISO 15500 estabelece requisitos para dois diferentes desenhos: válvulas de excesso de fluxo internas e externas. Uma válvula de qualquer um destes desenhos pode ser de um desses dois tipos diferentes: bloqueio (shut-off) ou limitador de fluxo. Os desenhos das válvulas de excesso de fluxo variam, assim como os testes exigidos.
A função de uma válvula de excesso de fluxo pode ser alcançada por outras formas. Por exemplo, ao invés de usar um dispositivo mecânico, um sistema eletrônico pode ser adaptado para garantir a interrupção ou a limitação do fluxo de gás em um cilindro em um acidente.
Os ensaios necessários a serem feitos estão indicados no Quadro 1.




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