Samael Aun Weor Magia das Runas



Baixar 351.38 Kb.
Página13/13
Encontro29.11.2017
Tamanho351.38 Kb.
1   ...   5   6   7   8   9   10   11   12   13
onda diamantina.
Brahma, o oceano do Espírito, manifesta-se como Ishvara, o Mestre dos Mestres, o Governador do
Universo. Nele faz-se infinita a onisciência que nos outros existe em germe.
Ele é Mestre, inclusive para os antigos Mestres, não sendo limitado pelo tempo. A palavra que o
manifesta é AUM.
Ishvara veio a mim e disse: Escreve livros, mensagens, folhetos e tijitlis.
Senhor – exclamei – que significa essa palavra tijitlis? Construir o Exército de Salvação Mundial, o
Movimento Gnóstico, o Partido Socialista Cristão Latino-Americano… assim falou o Senhor e eu
compreendi.
Ishvara é o verdadeiro protótipo da perfeição. Certamente está muito além do corpo, da mente e dos
afetos.
Amadíssimos gnósticos, em verdade digo a todos que primeiro deverão chegar ao Segundo
Nascimento, morrer em si mesmos e dar até a última gota de sangue por essa humanidade doente. Só
assim conseguirão pisar na senda de João, o Caminho direto que leva ao Absoluto, para além dos
homens e dos Deuses.
Não cometam o terrível erro de aguardar que a lei de evolução os conduza para a liberação final.
Esse caminho direto apenas é possível através de incessantes revoluções íntimas.
Agora, todos são imitatus. Procurem se converter em Adeptus, antes de começar a escalar os três
triângulos.
Os Anjos, Arcanjos e Principados constituem o primeiro triângulo. Potestades, Virtudes e
Dominações vêm a ser o segundo triângulo. Tronos, Querubins e Serafins personificam o terceiro
Magia das Runas - V. M. Samael Aun Weor
118/128
triângulo.
Muitíssimo além dos três triângulos inefáveis está ISSO que não tem nome, ISSO que não é do
tempo, o ABSOLUTO.
Magia das Runas - V. M. Samael Aun Weor
119/128
45 - O SONHO DA CONSCIÊNCIA
Com muito esforço e grande amor, chegamos ao penúltimo capítulo desta Mensagem de Natal
1968-1969 e convém eliminar, para o bem da Grande Causa, determinados espinheiros que
obstruem o caminho.
Em tudo isso, existe algo demasiado grave. Quero fazer referência ao sonho da consciência.
Os quatro evangelhos insistem na necessidade de despertar, porém infelizmente as pessoas supõem
que estão despertas. Para o cúmulo dos males, existe por toda parte um tipo de gente, muito psíquica
certamente, que não somente dorme, como ainda sonha que está desperta.
Essas pessoas se auto-denominam videntes e se tornam demasiado perigosas porque projetam sobre
os demais seus sonhos, alucinações e loucuras. São precisamente eles que impingem a outros, delitos
que não cometeram e assim desbaratam lares alheios.
Resulta óbvio compreender que não falamos dos legítimos clarividentes. Referimo-nos, por agora, a
esses alucinados, a esses equivocados que sonham estarem com a consciência desperta.
Com profunda pena, evidenciamos que o fracasso esotérico se deve à consciência adormecida.
Muitos devotos gnósticos, sinceros amantes da verdade, fracassam devido a esse lamentável estado
de consciência adormecida.
Nos tempos antigos, apenas se ensina o Grande Arcano, a maithuna, a yoga sexual, àqueles neófitos
que despertavam a consciência. Os hierofantes sabiam muito bem que os discípulos adormecidos,
cedo ou tarde, terminam abandonando o trabalho na Nona Esfera. O pior é que esses fracassados se
auto-enganam, pensando de si próprios o melhor, e quase sempre caem como rameiras nos braços de
alguma escolinha nova que lhes brinde um pouco de consolo. Depois, pronunciam frases como as
seguintes: Eu não sigo os ensinamentos gnósticos porque eles exigem um casal e isto é coisa de um
só. A liberação, o trabalho, é coisa que se tem de buscar sozinho.
Naturalmente, essas palavras de auto-consolo e de auto-consideração têm por objetivo unicamente a
própria auto-justificação.
Se essa pobre gente tivesse a sua consciência desperta, perceberia o seu erro e compreenderia que
eles não se fizeram sozinhos. Eles tiveram um pai, uma mãe e houve um coito que lhes deu vida.
Se essa pobre gente tivesse a sua consciência desperta, verificaria que assim como é em cima é em
baixo e vice-versa, experimentaria diretamente a crua realidade dos fatos, dar-se-ia conta cabal do
lamentável estado em que se encontra e compreenderia a necessidade da maithuna para a fabricação
dos corpos solares, o traje de bodas da alma, e assim conseguir o Segundo Nascimento, do qual falou
o Grande Kabir Jesus ao rabino Nicodemo.
Porém, tais modelos de sabedoria, dormem e não são capazes de verificar por si mesmos que estão
vestidos com corpos protoplasmáticos, que se vestem com farrapos lunares e que são uns pobres
coitados e miseráveis.
Os sonhadores, os adormecidos que supõem estarem despertos, não somente prejudicam a si
mesmos, como ainda causam graves danos a seus semelhantes.
Eu creio que o equivocado sincero, o adormecido que sonha estar desperto, o alucinado que se
qualifica de iluminado, o mitômano que se crê supertranscendido, em verdade, causam a si e aos
demais muito mais dano do que experimenta alguém que jamais em sua vida ingressou nos nossos
120/128
estudos.
Estamos falando numa linguagem dura, mas podem estar seguros que muitos adormecidos e
aluncinados ao lerem estas linhas, ao invés de se deterem por um momento para refletir, corrigir ou
retificar, buscarão apenas uma forma de se apropriarem de minhas palavras a fim de documentar
suas loucuras.
Para desgraça deste pobre formigueiro humano, as pessoas levam dentro um péssimo secretário que
sempre interpreta mal os ensinamentos gnósticos. Referimo-nos ao Eu Pluralizado, ao Mim Mesmo.
O mais cômico de Mefistófeles é a maneira como se disfarça de santo. Claro que o Ego lhe agrada
que o ponham no altar e o adorem.
Compreendam de uma vez por todas que enquanto a consciência continuar engarrafada no Eu
Pluralizado, não somente dormirá, como terá, o que é pior, o mau gosto de sonhar que está desperta.
O pior gênero de loucura resulta da combinação de mitomania com alucinações.
O mitômano é aquele que se presume de Deus, que se sente supertranscendido e que deseja que todo
mundo o adore.
Esse tipo de gente, ao estudar este capítulo, imputará a outros minhas palavras e continuará pensando
que já dissolveu o Eu, ainda que o tenha mais robusto que um gorila.
Quando um mitômano adormecido trabalha na Forja dos Ciclopes, estejam seguros que muito breve
abandonará o trabalho dizendo: Eu já consegui o Segundo Nascimento. Eu estou liberado. Eu sou um
Deus. Renunciei ao Nirvana por amor à humanidade.
Em nosso querido Movimento Gnóstico, já vimos coisa muito feia. Resulta espantoso ver os
mitômanos, os adormecidos alucinados, profetizando loucuras, caluniando o próximo, qualificando
os outros de magos negros, etc. Isso é espantoso.
Diabos julgando diabos! Não que se dar conta todos esses exemplos de perfeição que neste mundo
doloroso em que vivemos é quase impossível encontrar um santo.
Todo mago é mais ou menos negro. De forma alguma se pode ser mago branco enquanto o Eu
Pluralizado esteja metido no corpo. O Eu Pluralizado é o próprio demônio.
Isso de andar dizendo por aí que fulano está caído é certamente uma brincadeira de mau gosto,
porque neste mundo todas as pessoas estão caídas.
Isso de caluniar o próximo e de destruir lares com falsas profecias é próprio de alucinados, de gente
que sonha estar desperta.
Se alguém de fato quer auto-despertar, que se resolva a morrer de instante a instante, que pratique a
meditação profunda, que se liberte da mente, que trabalhe com as Runas da maneira como ensinamos
neste livro…
À Sede Patriarcal do Movimento Gnóstico chegam muitas cartas de adormecidos que dizem: Minha
mulher… o fulano… o beltrano… está muito evoluído, é uma alma muito velha… etc.
Esses pobres adormecidos que assim falam, pensam que o tempo e a evolução podem
auto-realizá-los, podem despertá-los e levá-los à liberação final. Essas pessoas não querem
compreender que a evolução e sua irmã gêmea, a involução, são apenas leis mecânicas da natureza,
as quais trabalham de maneira harmoniosa e coordenada em toda a criatura.
Magia das Runas - V. M. Samael Aun Weor
121/128
Quando alguém desperta a consciência, percebe a necessidade de se emancipar dessas leis e de se
meter pela senda da revolução.
Queremos gente desperta, firme, revolucionária; de maneira alguma aceitamos frases incoerentes,
vagas, imprecisas, insípidas, inodoras, etc.
Vivamos alertas e vigilantes como a sentinela em época de guerra. Queremos gente que trabalhe com
os três fatores de Revolução da Consciência.
Lamentamos tantos casos de equivocados sinceros que só trabalham com um fator e muitas vezes
infelizmente muito mal trabalhado.
Precisamos compreender que somos pobres feras adormecidas, máquinas controladas pelo Ego.
Magia das Runas - V. M. Samael Aun Weor
122/128
46 - RUNA GIBUR
Aqueles discos ou moedas de terra cozida, que abundam nas ruínas maravilhosas da antiga Tróia,
estão cheios de cruzes jainas ou swástikas.
Tudo isso, convida-nos a pensar nos povos de Shekelmesha que, embora aparentados com os
atlantes, em suas veias levavam também o fermento ariano, assim como os célebres povos de
Yucatán.
Recordemos que os arianos começaram a se formar há mais de um milhão de anos.
A primeira das três catástrofes atlantes data de 800 mil anos aproximadamente, sendo que a última,
como já dissemos em nossa Mensagem de Natal passada, ocorreu faz uns 11 mil.
A swástika das fusaiolas é um símbolo esotérico profundamente significativo. Com efeito, ele brilha
sobre a cabeça da grande serpente de Vishnu, o Shesta-Ananta das mil cabeças que habita no Patala
ou região inferior. Se estudamos a fundo esta questão, veremos que todos os povos antigos punham
sempre a swástika à cabeça de seus emblemas religiosos, como o martelo de Thor, a arma mágica
forjada pelos pigmeus contra os gigantes ou forças titânicas pré-cósmicas opostas à lei da harmonia
universal. Logo, a swastika sagrada é o martelo produtor das tempestades que os Ases ou Senhores
Celestes usam.
No macrocosmos, seus braços apoiados em ângulos retos expressam claramente e sem a menor
dúvida as incessantes evoluções e involuções dos sete cosmos.
A swástika no microcosmos representa o homem assinalando o céu com o braço direito e a terra com
o braço esquerdo.
A swástika é um símbolo alquímico, cosmogônico e antropogônico sob sete distintas chaves
interpretadoras. Enfim, é o símbolo da eletricidade transcendente, o alfa e o ômega da força sexual
universal, desde o espírito até a matéria. Por isso, quem consegue abarcar todo o seu significado
místico fica livre de maya, a ilusão.
Fora de toda dúvida, a swástika é o molinete elétrico dos físicos. Dentro dela, encerram-se todos os
mistérios do lingam-yoni.
A swástika em si mesma é a cruz em movimento, a yoga sexual, a maithuna, a magia sexual.
Os gnósticos sabem muito bem que o Ens Seminis contido nas glândulas endócrinas sexuais constitui
a Água de Vida, a Fonte da Imortalidade, o Elixir da Longa Vida, o Nectar da Espiritualidade…
A Auto-Realização Íntima fundamenta-se no sêmen e na medula, exclusivamente. Tudo que não
seja por aí, é lamentável perda de tempo.
Todos gostariam de submergir na corrente do som para conseguir a liberação final, porém, em
verdade, em verdade, digo a todos que se não nascerem de novo nunca entrarão no Reino dos Céus.
Isso de nascer no Sanctum Regnum pertence, na realidade, aos mistérios da cruz e da swástika.
No mistério asteca, o Deus da Vida leva a cruz swástika na testa e os sacerdotes tinham-na como
adorno em suas sagradas vestimentas.
123/128
Obviamente que, sem a alquimia sexual, sem o molinete elétrico, sem os sacros mistérios da
swástika, a Auto-Realização Íntima, o Segundo Nascimento, do qual falou o kabir Jesus ao rabino
Nicodemo, resulta algo mais que impossível.
No budismo zen do Japão, a cebola com as suas diferentes capas superpostas simboliza o ser humano
com seus corpos sutis. No mundo ocidental, diferentes escolas de tipo pseudo-esotérico e
pseudo-ocultista estudam tais veículos supra-sensíveis.
Os monges do budismo Zen enfatizam a necessidade de se desintegrar e reduzir a poeira tais corpos
sutis para se conseguir a liberação final.
A filosofia Zen conceitua que esses organismos sutis são simples formas mentais que se têm de
dissolver.
Os corpos internos estudados por Annie Besant, Leadbeater e muitos outros autores, são veículos
lunares, corpos protoplasmáticos, que evoluem até um certo ponto perfeitamente definido pela
natureza e após se precipitam pelo caminho involutivo a fim de regressarem ao ponto de partida
original.
Os corpos lunares têm um princípio e um fim. Os monges do budismo Zen não se equivocam,
quando tratam de dissolvê-los.
Mas, adiantemo-nos um pouco mais. Falemos agora sobre o TO SOMA HELIAKON, o traje de
bodas da alma, o corpo do homem solar.
Lembrem-se da parábola evangélica da festa de bodas. Quando o rei entrou para ver os convidados e
viu ali um homem que não estava vestido com o traje de bodas, disse: Amigo, como entraste aqui
sem as vestes nupciais? Claro que ele emudeceu, de maneira alguma estava preparado para
responder.
Terrível momento aquele em que o rei ordenou atar-lhe os pés e as mãos e que o jogassem nas trevas
de fora, onde somente se ouve o pranto e ranger de dentes.
Que os distintos corpos solares, interpenetrando-se entre si, constituam o traje de bodas da alma, é
algo que não deve nos surpreender.
Portanto, o fundamental, o cardeal, é fabricar os corpos solares, o que só é possível com a
transmutação do hidrogênio sexual SI-12.
À base de incessantes transmutações sexuais, podemos condensar o hidrogênio do sexo na
esplêndida e maravilhosa configuração do corpo astral solar.
Trabalhando com o martelo dos físicos na Forja dos Ciclopes, o sexo, podemos cristalizar o
hidrogênio sexual no paradisíaco corpo da mente solar.
Trabalhando positivamente até o máximo na Nona Esfera, podemos e devemos dar forma ao corpo
solar da vontade consciente. Só assim, mediante cristalizações alquímicas encarnamos o Espírito
Divino em nós.
Somente assim, trabalhando com os mistérios da sagrada swástika chegamos ao Segundo
Nascimento.
O desconhecimento dos princípios enunciados têm conduzido milhares de estudantes de misticismo
aos mais graves erros.
Magia das Runas - V. M. Samael Aun Weor
124/128
Ignorar estes postulados fundamentais da Gnosis é gravíssimo, porque disso resulta o
engarrafamento da inteligência em distintos dogmas e teorias, algumas vezes encantadores e
fascinantes, porém absurdos e estúpidos, quando realmente examinados à luz do tertium organum,
o terceiro cânon do pensamento.
Max Heindel pensa que o traje de bodas da alma, o SOMA PUCHICON, está constituído
exclusivamente pelos dois éteres superiores do corpo vital ou o lingam sarira dos hindus.
Esse autor crê que aumentando o volume dos dois éteres superiores se consegue o SOMA
PUCHICON.
O conceito é muito bonito, porém falso. Esses éteres não são tudo. Torna-se urgente, fabricar os
corpos existenciais superiores do Ser, os veículos solares, se de verdade queremos chegar ao
Segundo Nascimento.
De maneira nenhuma poderia alguém fabricar os corpos solares, o traje de bodas da alma, sem os
mistérios sexuais da Runa Gibur.
Esta Runa é a letra G da maçonaria. É pena que os M.M. não hajam compreendido a profunda
significação desta misteriosa letra.
O G é a cruz swástika , o Amen, o maravilhoso final de todas as orações.
G, também é o Gott ou God que significa Deus. Saibam que GIBRALTAR se chamou antes
GIBURALTAR: o altar da vida divina, a ara de Gibur.
As pessoas esqueceram-se das práticas rúnicas, porém a Runa Cruz ainda não foi esquecida,
felizmente.
Traçando o símbolo sagrado da swástika com os dedos polegar, índice e médio, podemos nos
defender das potências tenebrosas. As colunas de demônios fogem diante da swástika.
Foi escrito em capítulos anteriores, porém não nos cansaremos de repetir: QUEM QUISER ME
SEGUIR, NEGUE-SE A SI MESMO, TOME SUA CRUZ E SIGA-ME.
Pedro, crucificado com a cabeça para baixo, para a dura pedra, e com os pés levantados
verticalmente, é um convite para o trabalho na forja dos ciclopes, na Nona Esfera. Precisamos
trabalhar com o fogo e a água, origem de mundos, animais, homens e Deuses. É por aqui que começa
toda a autêntica Iniciação Branca.
Os infrassexuais, os degenerados, os inimigos declarados do Terceiro Logos, protestam contra a
Alquimia sexual da swástika.
Se alguém lhes disser que é possível conseguir a Auto-Realização sem a Santa Cruz, sem o
cruzamento sexual de duas pessoas, digam-lhe que mente.
Se alguém amaldiçoar o sexo e lhes assegurar que é bestial e satânico, digam-lhe que mente.
S alguém lhes afirmar ser necessário derramar o Vaso de Hermes, que isso não tem a menor
importância, digam-lhe que mente.
Se alguém lhes ensinar alguma formosa doutrina que exclua o sexo, digam-lhe que mente.
Ai dos sodomitas, dos homossexuais, dos inimigos do sexo oposto… para eles haverá somente o
choro e ranger de dentes.
Magia das Runas - V. M. Samael Aun Weor
125/128
Ai daqueles que se dizem cristãos, que levam a cruz no peito, dependurada no pescoço, porém
aborrecem a maithuna, a yoga sexual. Para esses fariseus hipócritas haverá somente pranto e
desespero.
Magia das Runas - V. M. Samael Aun Weor
126/128
SAUDAÇÕES FINAIS
Amadíssimos irmãos gnósticos:
Desejo a todos que a estrela de Belém brilhe em seu caminho.
Pratiquem estas Runas sempre em ordem. Comecem seus exercícios rúnicos no dia 21 de março e
dediquem a cada Runa o tempo que desejarem.
Escrevam-me, mas suplico para não me remeterem adulações, elogios ou lisonjas pelo correio.
Recordem que os nossos antigos traidores, foram antes, na realidade, tremendos aduladores.
Quero que se resolvam a morrer radicalmente em todos os níveis da mente.
Assim como estão, como esse tremendo Eu dentro, realmente são um fracasso.
Muitos se queixam de que não conseguem sair à vontade em corpo astral, pois que despertem a
consciência.
Quando alguém desperta, a saída em astral deixa de ser um problema. Os adormecidos não servem
para nada.
Nesta Mensagem de Natal 1968-1969 lhes entreguei a ciência que precisam para o despertar da
consciência.
Não cometam o erro de ler este livro como quem lê um jornal. Estudem-no profundamente durante
muitos e muitos anos. Vivam-no, levem-no à prática.
Aqueles que se queixam por não terem conseguido a Iluminação, aconselho paciência e serenidade.
A Iluminação chega à nós quando dissolvemos o Eu Pluralizado, quando de verdade o matamos nas
quarenta e nove regiões do subconsciente.
Esses que andam cobiçando poderes, esses que se utilizam da maithuna como pretexto para seduzir
mulheres, acompanharão a involução submersa para ingressarem nos mundos infernais.
Trabalhem com os três fatores de Revolução da Consciência de maneira ordenada e perfeita.
Não cometam o erro de fornicar e adulterar.
Abandonem o hábito de borboletear. Quem vive borboleteando de flor em flor, de escola em escola,
é candidato segundo ao abismo e à Segunda Morte.
Abandonem toda auto-justificação e toda auto-consideração. Convertam-se em inimigos de si
próprios, se de verdade querem morrer radicalmente. Somente assim conseguirão a Iluminação.
Amadíssimos, partam do zero. Deixem de lado o orgulho místico, a mitomania e a tendência de se
auto-considerarem supertranscendidos. Todos são apenas pobres animais intelectuais condenados à
pena de viver.Façam um inventário de si mesmos para saberem quem são realmente.
Lembrem-se de que apenas possuem corpos lunares e Ego animal. Isso é tudo. Por que então cair na
mitomania? A alma, a Essência, está engarrafada, adormecida, no Eu. Então em que baseiam o seu
orgulho místico?
127/128
Sejam humildes para alcançar a sabedoria, mas depois de alcançá-la, sejam mais humildes ainda.
Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me.
PAZ INVERENCIAL
Samael Aun Weor

Compartilhe com seus amigos:
1   ...   5   6   7   8   9   10   11   12   13


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal